A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos

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1 A criança de 6 anos, a linguagem escrita e o ensino fundamental de nove anos Organizadoras: Francisca Izabel Pereira Maciel Mônica Correia Baptista Sara Mourão Monteiro

2 Estrutura da exposição 1. O contexto da publicação 2. A estrutura do livro 3. Como inserir o livro nas ações de formação de professores alfabetizadores

3 O contexto da publicação A entrada das crianças de 6 anos no Ensino Fundamental impõe novos desafios, sobretudo pedagógicos, para a área educacional. As crianças de 6 anos entram em contato com uma cultura da qual devem se apropriar a cultura escolar. É no âmbito das práticas pedagógicas que a instituição educativa pode tornar-se ela mesma expressão ou não do direito à educação. A construção de uma prática educativa que coloque a criança como eixo do processo e que leve em consideração as diferentes dimensões de sua formação.

4 O contexto da publicação Na publicação é discutida a dimensão do desenvolvimento da linguagem escrita pelas crianças de 6 anos porque ela cumpre um papel fundamental na garantia do direito à educação.

5 O contexto da publicação O ensino escolar precisa colocar a criança frente a novos conhecimentos e desafios intelectuais para promover seu desenvolvimento. A alfabetização deve se basear naquilo que para as crianças a aprendizagem da língua escrita pode lhes apresentar como novidade em relação ao conhecimento por elas construídos no uso que até então faziam da linguagem oral em seu cotidiano.

6 O contexto da publicação 1. A situação de interlocução na comunicação oral é fácil reconhecer e produzir as condições da interação verbal (quem fala e para quem, de que, onde e quando) porque os interlocutores estão presentes, na comunicação escrita as pessoas são obrigadas a criar a situação de interlocução.

7 O contexto da publicação 2. A compreensão do signo linguístico através do processo de alfabetização a criança deverá compreender que os sinais gráficos da escrita são usados para representar a linguagem verbal, que por sua vez se realiza por meio de unidades da fala compostas pela união do significado e de um conjunto de sons articulados.

8 O contexto da publicação 3. As capacidades envolvidas na elaboração e compreensão dos textos escritos aptidões relacionadas ao processamento da leitura e à elaboração do texto escrito. Estas são as dimensões da língua escrita que se apresentam como desafios para as crianças quando elas iniciam o aprendizado da leitura e da escrita.

9 O contexto da publicação A ação educativa voltada para o desenvolvimento da linguagem escrita deve se apoiar em uma orientação teórico-metodológica, em que se definam: os objetivos de ensino, a organização do trabalho pedagógico, o tipo de abordagem que se quer dar ao conhecimento. E que também se considere a realidade sociocultural dos alunos e o contexto da escola.

10 O contexto da publicação Para mobilizar os processos de aprendizagem das crianças de modo a ajudá-las no desenvolvimento das capacidades relacionadas à leitura e à escrita e na construção de representações sobre esse objeto de estudo, as situações de aprendizagem precisam ser sequenciadas, articuladas e contextualizadas. As crianças precisam participar de um conjunto de atividades caracterizado por um ciclo de ações e procedimentos de ensino-aprendizagem.

11 O contexto da publicação Organizar esses ciclos de situações de aprendizagem fica mais fácil quando as professoras têm em mente uma proposta de ensino na qual possam buscar referências metodológicas para projetar seus trabalhos junto às crianças.

12 O contexto da publicação Formação docente - Princípio da autonomia docente como condição para a concretização da prática pedagógica pretendemos. - Apresentamos diretrizes para a construção do trabalho com a linguagem escrita em classes de 6 anos, e também articulamos essas diretrizes às teorias que as informam.

13 Estrutura do livro Na parte I, o texto pretende situar a discussão acerca do ensino e da aprendizagem da linguagem escrita, destacando o acesso a esse objeto do conhecimento como um direito da criança.

14 Ao considerarmos as crianças como membros efetivos dessa sociedade, devemos ter em conta não apenas que a linguagem escrita está presente no cotidiano desses sujeitos, mas também e, sobretudo, que ela confere um significado distinto a suas práticas sociais.

15 Assim, ao reconhecermos a infância como uma construção social inserida em um contexto do qual as crianças participam efetivamente como atores sociais de pleno direito, devemos, igualmente, considerá-las sujeitos capazes de interagir com os signos e símbolos construídos socialmente, bem como de construir novos signos e símbolos a partir dessa interação.

16 Estrutura do livro Na Parte II, os textos discutem os fundamentos teóricos e as propostas pedagógicas, considerando algumas das dimensões presentes no processo de alfabetização: 1. O letramento; 2. O desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de palavras, frases e textos em sala de aula; 3. A aquisição do sistema de escrita e o desenvolvimento da consciência fonológica; 4. O desenho e a brincadeira - formas de linguagem a serem exploradas no processo de alfabetização.

17 Estrutura do livro Para discutir essas dimensões em seus diferentes aspectos, abordaremos cada uma delas por meio de quatro tópicos: - Objetivos gerais para o ensino da escrita; - Eixos do plano didático correspondem aos conteúdos da ação pedagógica; - Objetivos de aprendizagem correspondem ao que se espera que as crianças desenvolvam em relação às capacidades; construam em relação às representações; e se apropriem em relação às práticas e aos modos de se relacionarem com a língua escrita; - Situações de aprendizagem situações nas quais crianças e professoras adotam formas específicas para aprender e ensinar no contexto da escola.

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19 Estrutura do livro Na Parte III, são apresentados e discutidos relatos de trabalhos com a linguagem escrita e situações observadas junto a crianças de 6 anos. Os dois primeiros textos focam o processo de letramento literário por meio do qual as crianças têm a oportunidade de vivenciar momentos de elaboração acerca do funcionamento do sistema de escrita e de dar continuidade ao processo de alfabetização.

20 Primeiro texto

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24 Segundo texto

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26 Terceiro texto O terceiro texto descreve uma estratégia de ensino voltada para a aquisição do sistema de escrita denominada Jogo Linguístico. O jogo foi criado por uma professora que, ao longo da sua trajetória profissional, encontrou formas de experimentação e registro de sua prática de alfabetização com turmas compostas de crianças em níveis diferenciados de conceitualização da escrita.

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32 Quarto texto O quarto e último texto é um relato de situações de sala de aula nas quais as crianças são motivadas a desenhar e a produzir textos orais e escritos. O relato nos mostra como as crianças são capazes de expressarem ideias originais por meio de seus desenhos e da escrita.

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34 EIXOS DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ENSINO DA LÍNGUA PRÁTICAS DE LEITURA E DE ESCRITA TEXTO PALAVRA

35 Como inserir o livro nas ações de formação de professores alfabetizadores?

36 O livro é um recurso didático de formação de alfabetizadoras que trabalham no primeiro ano do ensino Fundamental. O livro compõe o conjunto de materiais produzidos pelo Ceale em parceria com o MEC para a Rede de Formação. É fundamental que ele seja conhecido por toda a equipe de trabalho envolvida nos anos iniciais nas escolas - - através de estratégias de formação, usando-se os espaços de planejamento e de discussão entre os professores. - integrando as ações de formação em andamento, como, por exemplo, o Pró-letramento.

37 O guia de orientação para a leitura e discussão do livro - Questões que exploram o conteúdo dos textos que compõem o livro. - Questões que levam a alfabetizadora estabelecer relação entre as propostas apresentadas e sua prática em sala de aula. - Questões que orientam as alfabetizadoras para o uso do registro como uma ação necessária para o avanço da prática pedagógica.

38 Texto 3: Um diálogo com práticas pedagógicas de alfabetização e letramento de crianças de seis anos De acordo com o texto, qual é a importância de se ler textos literários para crianças que estão aprendendo a ler e a escrever? O que a autora quer dizer quando aponta no conjunto da obra de Eva Furnari exemplos de livros que propiciam diferentes modos de interação com as crianças, cumprindo bem o trânsito entre a leitura autônoma e a leitura mediada (p.72)? Segundo a autora, (...) na infância, mais que em outras fases da formação do leitor, ler é atividade partilhada, na qual se confirmam sentidos e funções da leitura, construídos pela curiosidade de quem descobre que a letra diz o mundo. (p.72). Você tem costume de ler para seus alunos ou para alguma outra criança fora da escola? Conte para o grupo o que acontece e como é a interação das crianças com o texto e com quem está lendo o texto para ela.

39 Texto 4: O Jogo Linguístico: brincando com as hipóteses das crianças Este texto descreve uma estratégia de ensino voltada para a aquisição do sistema de escrita. A professora Arlete criou o Jogo Linguístico através da experimentação e registro de sua prática de alfabetização com turmas compostas de crianças em níveis diferenciados de conceitualização da escrita. Você tem alguma estratégia de registro de sua prática docente? Conte para o grupo e explique como você utiliza o registro para repensar as atividades planejadas por você ao longo do ano letivo.

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