Mini-conferência Detecção de agentes infecciosos em hemocomponentes não plasmáticos. Discussão

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1 Foto: Marcelo Rosa

2 8h30 8h40-9h 9h-9h50 9h50-10h 10h-10h20 Entrega do material Abertura Conferência: A doação de sangue na América Latina 10h20-10h50 10h50-11h 11h-12h30 11h-11h20 11h20-11h40 11h40-12h 12h-12h20 Mini-conferência Doar ou não doar: aspectos psicossociais da doação de sangue. Mini-conferência Detecção de agentes infecciosos em hemocomponentes não plasmáticos. Mini-conferência Novos produtos e tecnologias na produção de hemocomponentes. Indicadores da Qualidade na promoção da doação. Hepatite B oculta. Leucorredução sistemática pré-armazenamento. O papel das redes sociais na mobilização de doadores de sangue entre jovens. A formação de recurso humano em medicina transfusional na América Latina: conteúdo e perspectivas. Experiências e ferramentas para captação em grandes eventos e contigências. Detecção molecular de vírus transmissíveis pelo sangue na triagem de doadores de sangue na Espanha. Detecção molecular de vírus transmissíveis pelo sangue e seu desempenho na América Latina. Patógenos emergentes e transfusão. Processamento automatizado e semi-automatizado de hemocomponentes. Armazenamento de hemácias e sua implicação clínica. Critérios de qualificação do plasma para a produção de hemoderivados. 12h20-12h30 12h30-14h Visita aos pôsteres 13h-14h Intervalo para almoço. Simpósios promovidos por empresas.

3 14h-14h30 Mini-conferência Gestão de fornecimento de sangue Experiência Portuguesa. Mini-conferência Sangue artificial: sonho ou realidade? Mini-conferência Transfusão maciça. O que há de novo. 14h30-14h40 14h40-16h 14h40-15h Prevenção da deficiência de ferro em doadores: opções, estratégias e soluções. Alternativas à transfusão alogênica. Critérios restritivos da transfusão em pacientes críticos. 15h-15h20 Reações adversas da doação de sangue. Plasma rico em plaquetas e seu uso não transfusional. Transfusão do paciente transplantado. 15h20-15h40 Seguimento e manejo do doador com provas sorológicas alteradas. Inativaçao de patógenos em hemocomponentes. Estratégia de redução transfusional no paciente cirúrgico. 15h40-16h Proposta de ampliação do escopo da hemovigilância no Brasil - do doador ao receptor. Análise do genótipo eritrocitário: utilidade e aplicações na transfusão. Implicações clínicas das lesões de estoque de hemácias. 16h-16h10 16h10-16h40 16h40-17h20 17h20-18h 18h Abertura oficial Coordenação Nacional do Sangue; coordenação GCIAMT, ABHH, OPAS, ANVISA, SES/MG. Conferência inaugural: Benefícios e riscos da transfusão de sangue: quando ajuda e quando prejudica nossos pacientes. Coquetel

4 9h-9h50 9h50-10h 10h-10h20 Conferência Significado clínico atual do teste positivo de antiglobulina direta no 70º aniversário de seu descobrimento 10h20-10h50 10h50-11h 11h-12h30 11h-11h20 11h20-11h40 Mini-conferência A formação de redes internacionais para captação de doadores de medula. O exemplo do REDOME. Células tronco e nanomedicina para a engenharia de tecidos. Qualidade e sustentabilidade dos bancos de sangue de cordão umbilical. Discrepâncias na triagem eritrocitária. Aloimunização eritrocitária: por que só alguns pacientes desenvolvem aloanticorpos? O que fazer quando tudo aglutina? Atitude práticadiante de uma panaglutinação das provas de compatibilidade. Mini-conferência Seleção de produtos plaquetários para pacientes refratários aloimunes. Pool de plaquetas ou plaquetas por aférese? O que temos aprendido sobre contaminação bacteriana de plaquetas? 11h40-12h 12h-12h20 Bancos de células e tecidos biológicos ligados a hemocentro. Utilização das terapias celulares como tratamentos padronizados da medicina regenerativa. Anticorpos contra antígenos de alta frequência. Aplicação da genotipagem plaquetária na prática clínica. Leucorredução em plaquetas. 12h20-12h30 12h30-14h Visita aos pôsteres 13h-14h Intervalo para almoço. Simpósios promovidos por empresas.

5 14h-14h30 14h30-14h40 14h40-15h 15h-15h20 15h20-15h40 15h40-16h Mini-conferência Organização e gestão de um serviço de aférese. Eritrocitaférese em Anemia Drepanocítica. Princípios e aplicações da aférese terapêutica nos dias de hoje. Estratégias de mobilização em pacientes mau mobilizadores. Indicação e manejo de aférese terapêutica nas síndromes microangiopáticas. Síndrome hiperhemolítica. Investigações sorológicas de autoanticorpos frios e quentes. Avanços no diagnóstico e prevenção da trombocitopenia fetal/neonatal aloimune (TFNA). Protocolo de monitoramento de gestantes imunizadas: tratamento e controle da anemia fetal por transfusão intrauterina. Mini-conferência Uso de concentrados de fator e hemocomponentes nas doenças hemorrágicas hereditárias. Manejo pré-operatório do paciente com hemofilia e Doença de von Willebrand. Manejo do paciente com hemofilia e inibidor. Manejo transfusional do paciente com distúrbio plaquetário. Manejo do sangramento em paciente em uso de anticoagulante oral alvo específico. 16h-16h10 16h10-16h40 16h40-16h50 16h50-17h 17h-17h10 17h10-17h20 17h20-17h35 17h35-19h Trabalho livre 1 Trabalho livre 1 Trabalho livre 1 Trabalho livre 2 Trabalho livre 2 Trabalho livre 2 Trabalho livre 3 Trabalho livre 3 Trabalho livre 3 Trabalho livre 4 Trabalho livre 4 Trabalho livre 4 Assembleia GCIAMT e visita aos pôsteres

6 9h-9h50 Conferência - Estratégias para aumentar o recrutamento de doadores de sangue. 9h50-10h 10h-10h20 10h20-10h50 Mini-conferência Hemovigilância: lições aprendidas e resultados. Mini-conferência Tratamento de hemoglobinopatias: presente e futuro. Mini-conferência O potencial na geração de conhecimento pela cooperação multicêntrica: o caso REDS. 10h50-11h 11h-12h30 11h-11h20 Reações imunes hemolíticas agudas. Uso do Doppler na avaliação do risco de AVE no paciente com doença falciforme para indicação de regime de hipertransfusão. Recursos para pesquisas nas Américas. 11h20-11h40 Estratégia para o diagnóstico e prevenção da lesão pulmonar aguda relacionada à transfusão (TRALI). Transfusão no paciente com talassemia. Modelos de estudos cooperativos. 11h40-12h Prevenção da aloimunização em pacientes dependentes de transfusão. Aloimunizaçao e Doença Falciforme: novos desafios nos regimes de transfusão crônica. Proposta de estudo multicêntrico: Uso do sangue nos países Ibero Americanos. 12h-12h20 12h20-12h30 O papel dos Comitês Transfusionais na Hemovigilância Transfusional. Experiência no transplante de medula óssea no paciente com doença falciforme. Outras propostas de investigação multicêntrica Ibero Americana. 12h30-14h 13h-14h Visita aos pôsteres Intervalo para almoço. Simpósios promovidos por empresas.

7 14h-14h30 Mini-conferência Validação de processos e qualificação de equipamentos. Mini-conferência Os principais desafios da Hematologia e Hemoterapia para os próximos anos. Mini-conferência A gestão de risco no ciclo do sangue na visão da Vigilância Sanitária. 14h30-14h40 14h40-15h Avaliação de hemocomponentes: garantia do produto. Banco de sangue em situação de desastre. Acreditação e qualidade assistencial. 15h-15h20 Gestão de testes de proficiência: como podem ampliar a segurança transfusional? Equipamentos: calibração e qualificação térmica. Por que é importante a centralização dos bancos de sangue? 15h20-15h40 Projeto de avaliação do tratamento transfusional. Gestão do talento humano nas diferentes gerações do serviço de hemoterapia. Por que certificar bancos de sangue? A experiência de um serviço certificado. 15h40-16h 16h-16h10 Controle de qualidade externo e interno em sorologia. Tecnologias em hemoterapia para minimização de riscos. O desafio da manutenção da qualidade após a certificação.. 16h10-16h40 16h40-17h40 Homenagem e premiação dos trabalhos livres e encerramento.

Foto: Acervo Belotur. Foto: Marcelo Rosa

Foto: Acervo Belotur. Foto: Marcelo Rosa Foto: Acervo Belotur Foto: Marcelo Rosa 8h30 8h40-9h 9h-10h 10h-10h20 Entrega do material Abertura Conferência: Situação da Medicina Transfusional na América Latina e Caribe. María Dolores Pérez-Rosales.

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