Avaliação do Programa Banco de Alimentos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação do Programa Banco de Alimentos"

Transcrição

1 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Sumários Executivos. Nova Série Avaliação do Programa Banco de Alimentos Relator Ministro Ubiratan Aguiar Brasília, Brasil, 2005

2 Copyright 2005, Tribunal de Contas da União Impresso no Brasil / Printed in Brazil Para leitura completa do Relatório, do Voto e do Acórdão n º 651/2005-TCU - Plenário, acesse a página do TCU na Internet no seguinte endereço: Brasil. Tribunal de Contas da União. Avaliação do Programa Banco de Alimentos / Tribunal de Contas da União ; Relator Ministro Ubiratan Aguiar. Brasília : TCU, Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo, p. (Sumários Executivos. Nova Série ; 4) 1. Alimento 2. Programa de governo, avaliação I. Programa Banco de Alimentos (Brasil). II. Título. Catalogação na fonte: Biblioteca Ministro Ruben Rosa

3 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Ministros Adylson Motta, Presidente Walton Alencar Rodrigues, Vice-Presidente Marcos Vinicios Vilaça Valmir Campelo Guilherme Palmeira Ubiratan Aguiar Benjamin Zymler Auditores Lincoln Magalhães da Rocha Augusto Sherman Cavalcanti Marcos Bemquerer Costa Ministério Público Lucas Rocha Furtado, Procurador-Geral Paulo Soares Bugarin, Subprocurador-Geral Maria Alzira Ferreira, Subprocuradora-Geral Marinus Eduardo de Vries Marsico, Procurador Cristina Machado da Costa e Silva, Procuradora Júlio Marcelo de Oliveira, Procurador Sérgio Ricardo C. Caribé, Procurador

4 RESPONSABILIDADE EDITORIAL Secretário-Geral de Controle Externo Paulo Roberto Wiechers Martins Secretária de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Selma Maria Hayakawa Cunha Serpa Diretora da 1ª. Diretoria Técnica da Seprog Patrícia Maria Corrêa Gerente do Projeto de Aperfeiçoamento do Controle Externo com Foco na Redução da Desigualdade Social - CERDS Glória Maria Merola da Costa Bastos EQUIPE DE AUDITORIA Bernadeth Rodrigues (coordenadora) Célio da Costa Barros Cléber da Silva Menezes Liliane Andréa de Araújo Bezerra Wladimir Dimas Pereira Lavinas Patrícia Maria Corrêa (supervisora) PROJETO GRÁFICO, CAPA E EDITORAÇÃO Grupodesign REVISÃO Eliane Vieira Martins FOTO DA CAPA Equipe de Auditoria Endereço para contato TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo - SEPROG SAFS, Quadra 4, Lote 1 Edifício Anexo I, Sala Brasília-DF Solicitação de exemplares TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Instituto Serzedello Corrêa Centro de Documentação SAFS, Quadra 4, Lote 1 Edifício-Sede, Sala Brasília-DF

5 SUMÁRIO 07 Apresentação 09 O Programa Banco de Alimentos 09 O que foi avaliado pelo TCU 10 Por que foi avaliado 10 Como se desenvolveu o trabalho 11 Recursos federais alocados ao programa 12 O que o TCU encontrou 12 A concepção e o arranjo institucional do Programa 16 A forma de implementação do Programa 17 Instrumentos de acompanhamento, monitoramento e avaliação 18 Boas práticas 19 O que pode ser feito para melhorar o desempenho do programa 19 Benefícios da implementação das recomendações do TCU para o Programa 21 Acórdão

6

7 APRESENTAÇÃO Esta publicação integra uma série de sumários executivos editados pelo Tribunal de Contas da União, que visam a divulgar para órgãos governamentais, parlamentares e sociedade civil os principais resultados das avaliações de programas governamentais realizadas pelo TCU, com o intuito de verificar o desempenho da gestão pública em áreas estratégicas do governo e em programas prioritários e relevantes para a sociedade. Os sumários executivos contêm, de forma resumida, aspectos importantes das auditorias e melhorias propostas pelo Tribunal à execução de programas. Essas medidas visam promover maior racionalidade e eficiência da administração pública, maior visibilidade aos benefícios gerados para a sociedade e subsidiar os mecanismos de responsabilização por desempenho. Este número traz as principais informações sobre a avaliação realizada no Programa Banco de Alimentos, de responsabilidade do Ministério da Justiça. O respectivo processo (TC /2004-6) foi apreciado em Sessão do Plenário de 25/05/2005, sob a relatoria do Ministro Ubirattan Aguiar. Cabe ao TCU, na tarefa de fortalecer as ações de controle e a melhoria do desempenho da gestão pública, prestar informações precisas sobre a implementação dos programas de governo, para que os resultados contribuam, de forma efetiva, para a solução de problemas afetos às políticas públicas. Adylson Motta Ministro-Presidente

8

9 O PROGRAMA BANCO DE ALIMENTOS O Tribunal de Contas da União realizou, entre agosto e novembro de 2004, auditoria de natureza operacional no Programa Banco de Alimentos, selecionado em razão de sua conexão com a principal política de governo na área social, o combate à fome. O Programa tem por objetivo combater a fome por meio da recuperação de alimentos desperdiçados ao longo da cadeia produtiva, mas ainda adequados ao consumo humano. É gerido pela Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS. O Programa opera basicamente mediante transferência financeira, via convênio, para estados e municípios que desejem implantar ou expandir seus bancos de alimentos. Os bancos operam como centrais de recebimento e processamento de doações de alimentos para distribuição a entidades assistenciais cadastradas. O Programa possui ações voltadas para o apoio à instalação de bancos de alimentos; capacitação para operacionalização e gestão de bancos de alimentos e colheita urbana; fomento ao desenvolvimento de tecnologias para a redução do desperdício de alimentos nos mercados atacadista e varejista e no consumo. O que foi avaliado pelo TCU A auditoria buscou verificar se o arranjo institucional e a concepção do Programa contribuem para o alcance dos objetivos propostos. Além disso, foram analisados os mecanismos de monitoramento e avaliação e a coerência entre sua forma de implementação do Programa e a proposta de combate à fome. Avaliação do Programa Banco de Alimentos 9

10 Por que foi avaliado O Programa Fome Zero é considerado um dos principais programas sociais do Governo Federal. Lançado em 2003, o Fome Zero é um conjunto de programas voltados para a construção de uma Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e para o combate à fome no País. No Programa Fome Zero, são apresentados três conjuntos de políticas articuladas entre si, cujo foco é a segurança alimentar: políticas estruturais voltadas para as causas mais profundas da fome e da pobreza; políticas específicas voltadas a atender diretamente as famílias no acesso ao alimento; políticas locais, que podem ser implantadas por prefeituras e pela sociedade. Os bancos de alimentos fazem parte das políticas locais de segurança alimentar para áreas metropolitanas. Também compõem essa política os restaurantes populares, os projetos para modernização dos equipamentos de abastecimento e o estabelecimento de novo padrão de relacionamento com as redes de supermercados. O Programa foi selecionado em razão de sua conexão com a principal política de governo na área social, o combate à fome, e da identificação de oportunidades de melhoria na concepção, no arranjo institucional, no modo de implementação e no monitoramento do programa. Como se desenvolveu o trabalho A coleta de dados foi realizada por meio de análise de documentos e de trabalhos técnicos e acadêmicos, entrevistas e questionários. Foram enviados questionários a 422 entidades assistenciais atendidas por bancos de alimentos instalados/ampliados com recursos do programa e para 10 Sumários Executivos. Nova Série

11 1.000 entidades assistenciais localizadas em municípios não contemplados com recursos do Programa. Os municípios não contemplados com recursos também foram pesquisados, considerando-se o critério de priorização de municípios com mais de habitantes, estabelecido pela gerência do Programa. Durante os trabalhos de campo foram visitados 25 bancos de alimentos, públicos e privados, implantados e em implantação, no Distrito Federal e em sete estados: Bahia, Goiás, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Recursos federais alocados ao programa O Programa Banco de Alimentos foi incluído no Orçamento Geral da União OGU a partir do Plano Plurianual PPA 2004/2007. No entanto, em 2003, o então Ministério Extraordinário de Segurança Alimentar MESA executou uma pequena parte de seus recursos com as ações do Programa. Em 2004, foram consignados R$ ,00 para a Ação Apoio à Instalação de Bancos de Alimentos, R$ ,00 para a Ação Capacitação para Operacionalização e Gestão e R$ ,00 para a Ação Fomento ao Desenvolvimento de Tecnologias para a Redução de Desperdício de Alimentos no Mercado Atacadista, Varejista e no Consumo, totalizando a importância de R$ ,00. Com relação ao quadriênio 2004/2007 está prevista a aplicação de R$ ,00, incluindo os R$ ,00 destinados ao exercício de A Tabela 1 apresenta o histórico orçamentário do Programa Banco de Alimentos nos exercícios de 2003 e Avaliação do Programa Banco de Alimentos 11

12 Tabela 1 - Histórico Orçamentário/Financeiro do Programa Banco de Alimentos em 2003 e 2004 Programa Banco de Alimentos (1051) Exercício Lei + Créditos (a) Execução Orçamentária (b) Execução Financeira (c) % exec. orç. (b/a) % exec. fin. (c/a) ,6 74,6 Total Previsão PPA 2004/ % de realização financeira do PPA 37,2 Fonte: Câmara dos Deputados (Banco de Dados de Acompanhamento da Execução Orçamentária e Restos a Pagar Câmara dos Deputados - atualizado até 15/01/2005. O QUE O TCU ENCONTROU A concepção e o arranjo institucional do Programa Durante a auditoria constatou-se a incerteza, por parte dos gestores municipais, da continuidade dos bancos instalados com recursos do Programa. Dois fatores principais afetam diretamente a sustentabilidade das atividades desenvolvidas pelos bancos de alimentos: a fragilidade da base legal do Programa e a falta de instrumentos que garantam o alcance de seus objetivos, como um sistema de monitoramento das atividades e de avaliação de seus resultados, bem como de uma atuação efetiva do controle social. Com relação à base legal, o Programa está insuficientemente regulamentado por um Manual de Implantação de Projetos e pelos normativos que regem os convênios federais. Importa destacar que tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 4.747/98, denominado Estatuto do Bom Samaritano, que busca estimular as doações, isentando as pessoas físicas e jurídicas doadoras das responsabilidades civis e penais por possíveis problemas causados à saúde humana decorrentes da doação. 12 Sumários Executivos. Nova Série

13 . fin. /a) 00,6 Quanto à garantia do alcance dos resultados, ressalta-se a ausência de critérios para priorizar municípios com vistas à celebração dos convênios, a pouca divulgação do Programa e a pouca capacitação para implantação e gestão dos bancos. Os bancos de alimentos operando no Brasil possuem características distintas e foram implantados tanto por iniciativa da sociedade civil, quanto por iniciativa pública. A participação do governo federal, a partir de 2003, acrescentou nova variável no processo de instalação dessas estruturas pelo país. Essa diversidade dificulta o mapeamento dos bancos e sua conseqüente articulação, de modo a evitar superposição de atividades e a promover intercâmbio de experiências bem sucedidas. Constatou-se a inexistência de padrão de funcionamento comum aos bancos de alimentos. Com relação ao Programa, o Manual estabelece algumas diretrizes gerais para instalação, basicamente relacionados a localização, forma de gestão, recursos humanos e fluxo de atividades. Todavia, não estão estabelecidos padrões mínimos de funcionamento. Em todos os bancos visitados foram relatados problemas na captação de doações. A pesquisa realizada aponta como principais empecilhos para o aumento das doações: falta de legislação que proteja os doadores, de visão de responsabilidade social e de divulgação das atividades dos bancos de alimentos. A conseqüência dessa escassez de doações é que alguns bancos de alimentos, tanto públicos como apoiados pela sociedade civil, operam muitas vezes com capacidade ociosa, enquanto toneladas de produtos próprios para o consumo são diariamente jogados no lixo. Até novembro de 2004 foi apoiada a instalação de 8 bancos, com orçamento de 2003, embora a Lei Orçamentária estipulasse a meta física de 40 unidades. A Coordenação do Programa considerou como principal entrave à celebração dos convênios a não disponibilização pelas prefeituras dos relatórios fiscais na forma e periodicidade exigida na Lei Avaliação do Programa Banco de Alimentos 13

14 de Responsabilidade Fiscal - LRF. Outro fator que prejudicou o alcance das metas foi o processo de fusão do MESA com a Secretaria do Bolsa Família no MDS, em 2003, com redefinição de prioridade programática, mudança de gestores federais e da equipe técnica e realocação física. A forma de implementação do Programa O Programa Banco de Alimentos tem como critério declarado para a celebração de convênio o fato de o município postulante ter população acima de 100 mil habitantes. Nessas condições, existem no País cerca de 239 municípios. Entretanto, constatou-se expressiva concentração de convênios em municípios localizados na Região Sudeste, com destaque para o Estado de São Paulo, onde foram celebrados 13 dos 25 convênios firmados até outubro de A Figura 1 apresenta a distribuição dos bancos implantados e em implantação pelo Governo Federal. Figura 1 - Mapa de distribuição dos bancos de alimentos implantados e em implantação pelo Governo Federal Fonte: MDS 14 Sumários Executivos. Nova Série

15 O critério usado pelo MDS não incorpora como fator de priorização a vulnerabilidade alimentar da população alvo nem o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH dos municípios apoiados, que vem sendo usado em outros programas de governo para direcionar investimentos sociais. Dos 25 municípios beneficiados, apenas dois possuem IDH inferior à média brasileira, estimada em 0,766. A Região Sudeste concentrou 76% dos convênios celebrados pelo Programa, mas detém 51% dos municípios com mais de 100 mil habitantes. A Região Nordeste, na qual localizam-se 20% dos municípios com população acima de 100 mil habitantes, foi contemplada com 12% das descentralizações. Verifica-se assim, desproporção na celebração de convênios, segundo o critério declarado do Programa. Os motivos da concentração verificada em São Paulo estão relacionados à insuficiência de critérios para escolha dos municípios a serem contemplados com repasse de recursos, bem como da ausência de mecanismos de fomento por parte do MDS junto àqueles que poderiam ser definidos como prioritários. A celebração de convênios ocorre por demanda espontânea das prefeituras, desde que cumpridas as exigências da legislação. Sendo assim, aquelas mais organizadas administrativamente e com melhor conhecimento do Programa, por razões históricas e de proximidade com experiências locais, tendem a se beneficiar do Programa. Verificou-se que a falta de capacitação das equipes técnicas é um fator que impacta negativamente na implantação, operacionalização e gestão dos bancos de alimentos. Embora tenham sido celebrados 25 convênios para implantação/ampliação, os recursos previstos na ação de capacitação somente foram empenhados em dezembro de Constatou-se deficiência na avaliação das entidades assistidas sob o ponto de vista da correta manipulação dos alimentos doados e da necessidade de aporte de alimentos. Cerca de 75% das entidades pesquisadas Avaliação do Programa Banco de Alimentos 15

16 responderam que raramente ou nunca receberam visita dos assistentes sociais dos bancos. Com relação ao nutricionista, o padrão de resposta foi de 66,3%. Em geral, a equipe técnica visita a entidade apenas uma vez, para cadastrá-la. Os critérios usados pelos bancos de alimentos para seleção das entidades não prevêem tratamento prioritário àquelas mais carentes, sob o ponto de vista de sua capacidade financeira. Na maioria dos bancos apoiados pelo programa, o critério básico para atendimento às entidades é que ela esteja cadastrada no Conselho Municipal de Assistência Social. Não se verifica se a entidade conta com recursos municipais ou de fontes privadas. Diversos estudos acadêmicos demonstram que a grande maioria dos pobres é composta por negros e mulheres. No entanto, as entidades assistidas não mantêm cadastro com informações de cor/etnia, o que dificulta analisar se a composição de cor dos beneficiários guarda relação com o perfil da população alvo a ser atendida. Dessa forma, considera-se importante inserir, no planejamento do Programa, discussões sobre gênero e cor/etnia e sobre critérios para atendimento das entidades beneficiárias. Alguns bancos de alimentos vêm trabalhando quase que exclusivamente com captação de doação não oriunda de desperdício. Essa situação é um desvirtuamento de um dos objetivos do Programa que se constitui na redução do desperdício. O risco de que esse padrão de funcionamento se constitua em prática é de que o programa transforme-se em um sistema de distribuição de cestas básicas, a exemplo de outros já existentes. Não se pretende afirmar que seja negativa a captação de alimentos a partir de campanhas de mobilização para solidariedade. O que se deve considerar é a necessidade de que haja comprometimento dos bancos de alimentos em conscientizar potenciais doadores para a incoerência do desperdício ocorrido nesses setores frente ao número expressivo de pessoas em situação de insegurança alimentar. A Figura 2 16 Sumários Executivos. Nova Série

17 apresenta o total mensal de desperdício gerado nas treze centrais de abastecimento que responderam ao questionário enviado. Figura 2 Estimativa de desperdício gerado nos entrepostos em toneladas/mês Fonte: Questionários enviados pela equipe de auditoria. Deve-se esclarecer que 53% dos alimentos desperdiçados poderiam destinar-se a consumo humano. Com os dados informados pode-se concluir que 15% do desperdício gerado nos entrepostos respondentes é passível de aproveitamento e desse total apenas 32% está sendo doado a bancos de alimentos ou diretamente às entidades. Instrumentos de acompanhamento, monitoramento e avaliação O Programa Banco de Alimentos foi concebido em 2003 já prevendo em seu manual de implantação procedimentos específicos para acompanhamento, avaliação e monitoramento. Todavia, tais procedimentos não estão sendo executados, pois não foram pactuados nos convênios, dificultando a captação de informações hábeis e tempestivas capazes de aperfeiçoá-lo continuamente. Avaliação do Programa Banco de Alimentos 17

18 Faz-se necessária a coleta de dados sobre desempenho e, para tanto, é preciso desenvolver e distribuir aos bancos de alimentos públicos sistema informatizado de gerenciamento, que padronize e permita o envio ao MDS das informações necessárias para monitorar o Programa. A gerência do Programa enfrenta dificuldades para a realização das visitas técnicas para verificação da correta implementação do projeto conforme preceitua o Manual de Implantação dos Bancos, devido à escassez de recursos humanos e financeiros. Boas práticas Um dos objetivos das auditorias de natureza operacional é identificar boas práticas que possam ser disseminadas entre os gestores do programa auditado e entre gestores de outros programas federais. Identificaram-se boas práticas que podem contribuir para a melhoria do desempenho do Programa Banco de Alimentos. Entre elas, destacam-se: convênios com universidades para encaminhamento de estudantes de nutrição para realização do estágio obrigatório junto às entidades atendidas pelos bancos e sob supervisão da nutricionista do banco (Banco Municipal de Belo Horizonte/MG e Banco de Alimentos do Rio Grande do Sul); utilização de critério para atendimento que contempla a carência financeira da entidade (Banco Municipal de Belo Horizonte/MG); critério estabelecendo prazo de quatro meses para permanência das famílias no Programa, bem como previsão de reavaliação por assistente social para reingresso (Banco Municipal de Embu/SP); focalização em grupos socialmente vulneráveis, como quilombolas e mulheres vítimas de violência (Banco de Alimentos da Cidade de São Paulo/SP). 18 Sumários Executivos. Nova Série

19 O QUE PODE SER FEITO PARA MELHORAR O DESEMPENHO DO PROGRAMA Com o intuito de contribuir para a melhoria do desempenho do Programa Banco de Alimentos formularam-se recomendações à Secretaria de Segurança Alimentar, à Secretaria de Assistência Social e ao Ministério do Desenvolvimento Social, dentre as quais destacam-se: previsão de existência de conselho gestor paritário na estrutura administrativa dos bancos; envio aos conselhos gestores de material informativo sobre os objetivos, modo de atuação e boas práticas verificadas em bancos de alimentos; construção de sistema informatizado de gerenciamento para os bancos públicos de alimentos que possibilite a uniformização de informações sobre doadores, doações e instituições assistidas, contribuindo para a avaliação nacional do programa e da qualidade do gasto público federal em termos de eficácia e efetividade dos bancos apoiados; estabelecimento, nos planos de trabalho dos convênios celebrados, da elaboração de regimento interno com procedimentos mínimos de operação padronizados, com previsão de critérios para seleção de entidades, que considerem a carência material das entidades e a incorporação de discussão sobre superação de desigualdades de gênero e cor/etnia do público por elas atendido; elaboração de plano de implantação de bancos de alimentos em municípios prioritários; promoção de cursos e eventos voltados para capacitação das equipes técnicas dos municípios considerados prioritários a partir do Plano de Implantação a ser elaborado pelo Ministério, bem como a capacitação das equipes técnicas dos bancos de alimentos já instalados. BENEFÍCIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES DO TCU PARA O PROGRAMA Espera-se que a implementação das recomendações e determinações resultantes da auditoria contribua para o alcance dos seguintes benefícios: melhor focalização do público alvo; introdução de discussão no Programa sobre questões de gênero e cor/etnia; estabelecimento de padrões de Avaliação do Programa Banco de Alimentos 19

20 qualidade para a atuação dos bancos; maior eqüidade na distribuição de bancos pelas diversas regiões do País; ampliação do controle social sobre as atividades dos bancos; melhoria da qualidade e diminuição do tempo de tramitação dos projetos apresentados pelas prefeituras; efetivo aproveitamento do desperdício gerado na localidade de atuação dos bancos; e melhoria no acompanhamento das entidades assistenciais beneficiadas. 20 Sumários Executivos. Nova Série

21 ACÓRDÃO Nº 651/ TCU - PLENÁRIO 1. Processo TC / c/ 01 volume 2. Grupo I Classe V Relatório de Auditoria Operacional 3. Responsáveis: Patrus Ananias de Souza (CPF n ) Ministro de Estado de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, José Giácomo Baccarin (CPF n ) Secretário de Segurança Alimentar e Nutricional e Fátima Regina Carneiro Cassanti (CPF n ) Coordenadora Geral de Promoção de Programas de Alimentação e Nutrição 4. Unidade: Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS 5. Relator: Ministro Ubiratan Aguiar 6. Representante do Ministério Público: não atuou 7. Unidades Técnicas: SEPROG, 1ª SECEX, SECEX/PE, SECEX/GO e SECEX/RN 8. Advogado constituído nos autos: 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos que cuidam de Relatório de Auditoria Operacional realizada no Programa Banco de Alimentos, definido como uma das políticas locais do Programa Fome Zero, gerenciado no âmbito do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Avaliação do Programa Banco de Alimentos 21

22 ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão Plenária, diante das razões expostas pelo Relator, em: 9.1. com fundamento no art. 250, inciso III, do Regimento Interno, recomendar ao Ministério Desenvolvimento Social e Combate à Fome que: estabeleça grupo de contato de auditoria, com a participação de técnico da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, representante da Secretaria Federal de Controle Interno, da Secretaria Nacional de Assistência Social e do Departamento de Avaliação e Monitoramento da Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, a fim de atuar como canal de comunicação com este Tribunal, acompanhar a implementação das recomendações desta Corte de Contas, a evolução dos indicadores de desempenho e o alcance das respectivas metas; proveja a Coordenadoria Técnica do Programa Banco de Alimentos com recursos humanos e de informática que auxiliem o alcance das metas físicas fixadas no Plano Plurianual tempestivamente, priorizando as atividades desenvolvidas na etapa de celebração dos convênios, de modo a conferir-lhes maior segurança e agilidade de execução; 9.2. com fulcro no art. 250, inciso II, do Regimento Interno, determinar à Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome que informe ao Tribunal, no prazo de 60 dias, acerca do plano de ação, contemplando o prazo de implementação dos indicadores de desempenho propostos no capítulo 6 do Relatório da equipe de auditoria, bem como dê notícia da adoção das medidas necessárias à implementação das demais recomendações ora encaminhadas, informando os setores responsáveis pela consecução dessas medidas; 22 Sumários Executivos. Nova Série

23 9.3. com fundamento no art. 250, inciso III, do Regimento Interno, recomendar à Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome que: inclua, como orientação para a estruturação administrativa dos bancos de alimentos, a existência de conselho gestor paritário, composto por representantes do poder público, do empresariado e da sociedade civil, com caráter deliberativo, com vistas a conferir maior sustentabilidade aos bancos de alimentos implantados, mediante maior participação e apoio social; proponha ao Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional a inclusão do tema Banco de Alimentos na sua pauta de discussão para formulação das diretrizes da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; envie aos conselhos de segurança alimentar em funcionamento no país material informativo sobre os objetivos, modo de atuação e boas práticas verificadas em bancos de alimentos, para dotar esses conselhos de maior conhecimento sobre a atividade a ser fiscalizada; integre esforços com o Mesa Brasil Sesc, nos termos do Protocolo de Intenções de 24/02/03, na implementação de bancos de alimentos, de modo a evitar a duplicidade de esforços e sobreposição de atendimentos; exija do proponente dos convênios a ser celebrados a análise da base potencial de empresas doadoras de alimentos e de entidades a serem beneficiadas, bem como da potencialidade da ação voluntária, quando já existir banco de alimentos ou colheita urbana no município ou região vizinha; exija como um dos itens dos planos de trabalho dos convênios a elaboração de regimento interno, ou a inclusão nos que já existem, de Avaliação do Programa Banco de Alimentos 23

24 procedimentos mínimos de operação padronizados, respeitando as peculiaridades de cada banco a ser implantado, bem como a previsão de critérios para seleção de entidades que levem em consideração sua carência material e a incorporação de discussão sobre superação de desigualdades de gênero e cor/etnia do público por elas atendido; estimule o debate social sobre o Projeto de Lei n.º 4.747/98, conhecido como Estatuto do Bom Samaritano, que se encontra em discussão no Congresso Nacional, por intermédio, por exemplo, da promoção de eventos dos quais participem especialistas e parlamentares, como forma de encontrar alternativas que fomentem a doação de alimentos; faça constar do Manual do Programa esclarecimento quanto à importância de fortalecer o controle social para a sustentabilidade dos bancos de alimentos e como mecanismo local de monitoramento e fiscalização das atividades dos bancos; oriente os bancos de alimentos sobre a possibilidade de firmar parcerias com universidades públicas ou particulares para viabilizar a assistência supervisionada de estagiários de nutrição às entidades atendidas; leve em consideração para a celebração de convênio, além do critério populacional, critérios, como o índice de desenvolvimento humano, que favoreçam áreas prioritárias para o combate à fome e ao desperdício; divulgue o programa para os municípios com mais de 100 mil habitantes e identifique municípios prioritários para implantação do Programa, elaborando, em seguida, plano de implantação de bancos de alimentos nas diversas regiões do País, que preveja apoio a municípios prioritários para a superação de dificuldades técnicas e administrativas, em favor do maior benefício social do Programa; 24 Sumários Executivos. Nova Série

25 promova cursos e eventos de capacitação para a operação e gestão de bancos de alimentos para equipes técnicas dos municípios considerados prioritários, a partir do plano de implantação a ser elaborado pelo Ministério, bem como promova a capacitação das equipes técnicas dos banco de alimentos já instalados; divulgue para os potenciais doadores, como federações de indústrias e associações de supermercados, os resultados dos trabalhos realizados pelos bancos e seu papel no combate à fome e ao desperdício, com o objetivo de incentivar as doações e fomentar maior apoio social aos bancos; esclareça os bancos de alimentos apoiados com recursos do programa sobre seu papel no combate ao desperdício, descrevendo boas práticas na captação de alimentos, principalmente de frutas, legumes e verduras, e, com relação aos convênios a serem firmados, exija que figure no regimento interno dos bancos a obrigatoriedade de sua atuação como equipamento público voltado para o combate à fome e para a redução do desperdício; desenvolva, em conjunto com a SAGI, e distribua aos bancos de alimentos públicos, um sistema informatizado de gerenciamento, que padronize e permita o envio ao MDS das informações necessárias para monitorar o Programa e possibilite à Secretaria o processamento dessas informações, com a finalidade de propiciar informações tempestivas para tomada de decisão e para o contínuo processo de aperfeiçoamento; insira nas cláusulas de convênios para instalação ou ampliação de bancos de alimentos a obrigação de, durante sua vigência, os convenentes enviarem relatórios com os indicadores operacionais e de desempenho de suas atividades, e exija que os bancos a serem apoiados incluam em seus regimentos internos a obrigação de fornecer dados de desempenho para o MDS, quando solicitado, para que o Ministério tenha condições de acompanhar a execução das atividades dos bancos, apoiando-os quando necessário e aferindo os efeitos sociais da aplicação dos recursos repassados pela União; Avaliação do Programa Banco de Alimentos 25

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo - SEPROG Sumários Executivos Avaliação do Programa Nacional Biblioteca da Escola - PNBE Brasília 2002 RESPONSABILIDADE

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do TCU sobre as ações de atendimento à pessoa idosa

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do TCU sobre as ações de atendimento à pessoa idosa TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo - SEPROG Sumários Executivos Avaliação do TCU sobre as ações de atendimento à pessoa idosa Brasília 2002 RESPONSABILIDADE

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do Programa Irrigação e Drenagem

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. Avaliação do Programa Irrigação e Drenagem TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo - SEPROG Sumários Executivos Avaliação do Programa Irrigação e Drenagem Brasília 2002 RESPONSABILIDADE EDITORIAL

Leia mais

Programa Banco de Alimentos

Programa Banco de Alimentos TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Relatório de Avaliação de Programa Programa Banco de Alimentos Ministro-Relator Ubiratan Aguiar Brasília, Brasil, 2005 Copyright 2005, Tribunal de Contas da União Impresso no

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 1.081/2004 - TCU - Plenário

ACÓRDÃO Nº 1.081/2004 - TCU - Plenário ACÓRDÃO Nº 1.081/004 - TCU - Plenário 1. Processo TC-006.936/004-.. Grupo I - Classe V: Levantamento. 3. Entidade: Companhia Energética do Amazonas CEAM. 4. Interessado: Congresso Nacional. 5. Relator:

Leia mais

1. Jovem, avaliação. 2. Jovem, assistência. 3. Programa de governo, avaliação. I. Projeto Agente Jovem (Brasil). II. Título. III. Série.

1. Jovem, avaliação. 2. Jovem, assistência. 3. Programa de governo, avaliação. I. Projeto Agente Jovem (Brasil). II. Título. III. Série. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Sumários Executivos - 13 Avaliação do TCU sobre o Projeto Agente Jovem Ministro-Relator

Leia mais

Acórdão 2066/2006 - Plenário

Acórdão 2066/2006 - Plenário Acórdão 2066/2006 - Plenário Acórdão VISTOS, relatados e discutidos estes autos que cuidam de Relatório Consolidado das auditorias realizadas em ajustes celebrados entre Organizações Não-Governamentais

Leia mais

Levantamento de Governança de Segurança Pública igovseg2013

Levantamento de Governança de Segurança Pública igovseg2013 SUMÁRIO EXECUTIVO SEGURANÇA PÚBLICA Levantamento de Governança de Segurança Pública igovseg2013 República Federativa do do Brasil Brasil Tribunal de Contas da União Ministros Ubiratan Aguiar, Presidente

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Sumários Executivos - 18 Avaliação do TCU sobre o Programa Reinserção Social

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Sumários Executivos - 19 Avaliação do TCU sobre o Programa Atenção à Pessoa

Leia mais

Profissionalização do Preso

Profissionalização do Preso Tribunal de Contas da União - Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Avaliação do TCU sobre a Profissionalização do Preso TRIBUNAL DE CONTAS

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário 1. Processo TC 003.181/2004-0 2. Grupo: I - Classe de Assunto: V - Relatório de Levantamento de Auditoria (Fiscobras 2004). 3. Partes: 3.1.

Leia mais

Avaliação do Programa Sistema Único de Segurança Pública

Avaliação do Programa Sistema Único de Segurança Pública TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Sumários Executivos. Nova Série Avaliação do Programa Sistema Único de Segurança Pública Relator Auditor Lincoln Magalhães da Rocha Brasília, Brasil, 2005 Copyright 2005, Tribunal

Leia mais

Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO

Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Tribunal de Contas da União Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Assunto: Tomada de Contas Especial Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas

Leia mais

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS

EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS AYRES DE ALMEIDA SILVA FILHO EFICIÊNCIA DO CONTROLE EXTERNO EM PROGRAMAS GOVERNAMENTAIS Projeto de pesquisa apresentado ao Programa de Pós- Graduação do Cefor como parte das exigências do curso de Especialização

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO TC nº 006.064/2009-9 Fiscalização nº 259/2009 DA FISCALIZAÇÃO Modalidade: conformidade Ato originário: Acórdão 345/2009 - Plenário Objeto da fiscalização: Obras de

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário. Classe: Classe II

Tribunal de Contas da União. Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário. Classe: Classe II Tribunal de Contas da União Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário Classe: Classe II Sumário: Solicitação de Auditoria na Prefeitura Municipal de Cajuri - MG, para esclarecer questões

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII

Tribunal de Contas da União. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII Tribunal de Contas da União Assunto: Representação Colegiado: Plenário Classe: Classe VII Sumário: Representação formulada pelo Tribunal de Contas do Espado de Pernambuco versando sobre possíveis irregularidades

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que

Leia mais

008228/2009 TC - - PSF

008228/2009 TC - - PSF Processo nº: 008228/2009 TC Jurisdicionado: Prefeitura Municipal do Natal - Secretaria Municipal de Saúde. Assunto: Auditoria Operacional na Ação Implementação e Expansão do Programa de Saúde da Família

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.593, DE 18 DE JANEIRO DE 2012. Mensagem de veto Institui o Plano Plurianual da União para o período de 2012 a 2015. A PRESIDENTA

Leia mais

b) da análise procedida na prestação de contas apresentada constatou-se: b.1) ausência da documentação fiscal de despesa (notas fiscais);

b) da análise procedida na prestação de contas apresentada constatou-se: b.1) ausência da documentação fiscal de despesa (notas fiscais); GRUPO: I - CLASSE IV - Plenário TC-017.273/2003-8 NATUREZA: Tomada de Contas Especial. ENTIDADE: Município de Socorro do Piauí/PI. RESPONSÁVEL: Manoel Dionísio Ribeiro Neto (ex-prefeito). SUMÁRIO: Tomada

Leia mais

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0483-30/01-P Identidade do documento: Decisão 483/2001 - Plenário Ementa: Acompanhamento. ANATEL. Licitação. Outorga de direito de concessão para a exploração

Leia mais

Brasília, 27 de maio de 2013.

Brasília, 27 de maio de 2013. NOTA TÉCNICA N o 20 /2013 Brasília, 27 de maio de 2013. ÁREA: Desenvolvimento Social TÍTULO: Fundo para Infância e Adolescência (FIA) REFERÊNCIAS: Lei Federal n o 4.320, de 17 de março de 1964 Constituição

Leia mais

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011

Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública. André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 Governança de TI: O desafio atual da Administração Pública André Luiz Furtado Pacheco, CISA SECOP 2011 Porto de Galinhas, setembro de 2011 André Luiz Furtado Pacheco, CISA Graduado em Processamento de

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL

PROJETO DE LEI CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL PROJETO DE LEI Institui o Plano Plurianual da União para o período 2012-2015. O CONGRESSO NACIONAL decreta: CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL Art.1 o Esta lei institui o Plano

Leia mais

EDITAL MDS/PNUD. Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva

EDITAL MDS/PNUD. Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva EDITAL MDS/PNUD De 31/08/2005 (DOU) Qualificação de Parceiros para Implementação de Projetos de Inclusão Produtiva O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS e o Programa das Nações

Leia mais

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS?

O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? Planejamento Planejamento é uma das condições para a prática profissional dos Assistente Social (BARBOSA, 1991).

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 217/94 - Plenário - Ata 12/94 Processo nº TC 014.056/93-3 Interessado: Dante Martins de Oliveira - Prefeito Entidade: Prefeitura Municipal de Cuiabá/MT

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

Identificação Acórdão 2.471/2008- Plenário

Identificação Acórdão 2.471/2008- Plenário Identificação Acórdão 2.471/2008- Plenário Acórdão Vistos, relatados e discutidos estes autos que tratam de fiscalizações de orientação centralizada, realizadas no âmbito do Tema de Maior Significância

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social Decreto n o 2.173, de 5 de março de 1997 aprova o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social. Decreto n

Leia mais

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS

NOTA TÉCNICA 34 2013. Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS NOTA TÉCNICA 34 2013 Diretrizes para o processo de planejamento e gestão no âmbito do SUS Brasília, 24 de agosto de 2013 I NTRODUÇÃO NOTA TÉCNICA 34 2013 Nesta Nota Técnica vamos analisar a proposta do

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União. Facilitador: Fernanda Lyra

Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União. Facilitador: Fernanda Lyra Bem-vindo a sala de aula do curso: Siconv Transferências voluntárias da União Facilitador: Fernanda Lyra Horário da Aula: 28 de janeiro - Segunda - das 18h às 20h SICONV TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS DA UNIÃO

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0538-44/99-2. Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0538-44/99-2. Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0538-44/99-2 Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara Ementa: Tomada de Contas Especial. Convênio. MAS. Prefeitura Municipal de Jardim

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0122-08/00-P. Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0122-08/00-P. Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0122-08/00-P Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário Ementa: Auditoria. CBTU. Obra de implantação do metrô de Belo Horizonte, trecho Calafate-Barreiro.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.272, DE 25 DE AGOSTO DE 2010. Regulamenta a Lei n o 11.346, de 15 de setembro de 2006, que cria o Sistema Nacional de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 128/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

PROJETO DE LEI Nº 128/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 128/2013 Institui o Programa Banco de Alimentos do Município de Foz do Iguaçu, e dá outras providências. Prefeito Municipal Mensagem nº 064/2013. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu,

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais

APRESENTAÇÃO. O Programa Leite de Todos tem como objetivo:

APRESENTAÇÃO. O Programa Leite de Todos tem como objetivo: APRESENTAÇÃO Com o Programa Leite de Todos, o Governo do Estado busca reduzir as deficiências nutricionais das populações carentes, com prioridade para crianças, gestantes e nutrizes, diária e gratuita

Leia mais

Programa Bolsa Família e Cadastro Único para Programas Sociais. Guia Rápido. O que os municípios devem fazer nos primeiros 60 dias de gestão

Programa Bolsa Família e Cadastro Único para Programas Sociais. Guia Rápido. O que os municípios devem fazer nos primeiros 60 dias de gestão Programa Bolsa Família e Cadastro Único para Programas Sociais Guia Rápido O que os municípios devem fazer nos primeiros 60 dias de gestão Janeiro de 2013 Apresentação Enfrentar a pobreza e as desigualdades

Leia mais

1. DA AUTORIZAÇÃO: 2. DO OBJETO

1. DA AUTORIZAÇÃO: 2. DO OBJETO CHAMADA PÚBLICA Nº 04/2011 PARA SELEÇÃO DE PROJETOS QUE VISEM A REALIZAÇÃO DE EVENTOS, DE CARÁTER NACIONAL, DAS ENTIDADES DO MOVIMENTO NEGRO E QUILOMBOLAS, POR MEIO DE ESTABELECIMENTO DE CONVÊNIOS, A SEREM

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano

MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação. CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Nacional de Habitação CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Representação de Apoio ao Desenvolvimento Urbano SNHIS / FNHIS - Lei nº 11.124/05 REQUISITOS PARA ADESÃO DOS MUNICÍPIOS AO

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Remunerações e Benefícios de Autoridades

Remunerações e Benefícios de Autoridades Remunerações e Benefícios de Autoridades 1. Remuneração e os benefícios pagos aos ministros e aos ministros-substitutos do TCU, tais como abonos, cotas e auxílios REMUNERAÇÃO/ BENEFÍCIO VALOR MENSAL FUNDAMENTO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Brejetuba

Prefeitura Municipal de Brejetuba INSTRUÇÃO NORMATIVA SPO Nº. 001/2014 DISPÕE SOBRE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PPA NO MUNICÍPIO DE BREJETUBA-ES. VERSÃO: 01 DATA DE APROVAÇÃO: 06/05/2014 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto Municipal

Leia mais

Relatório de Monitoramento Programa Nacional Biblioteca da Escola

Relatório de Monitoramento Programa Nacional Biblioteca da Escola TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Relatório de Monitoramento Programa Nacional Biblioteca da Escola Relator Ministro Guilherme Palmeira Brasília, Brasil 2006 Copyright 2005, Tribunal de Contas da União Impresso

Leia mais

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional

Detalhamento da Implementação Concessão de Empréstimos, ressarcimento dos valores com juros e correção monetária. Localizador (es) 0001 - Nacional Programa 2115 - Programa de Gestão e Manutenção do Ministério da Saúde 0110 - Contribuição à Previdência Privada Tipo: Operações Especiais Número de Ações 51 Pagamento da participação da patrocinadora

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.076/2013-0

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.076/2013-0 GRUPO I - CLASSE V - Plenário TC 006.076/2013-0 Natureza: Relatório de Levantamento Interessado: Tribunal de Contas da União Unidade: Caixa Econômica Federal - Caixa Sumário: RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO.

Leia mais

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008 Estabelece orientações e diretrizes para o apoio financeiro às

Leia mais

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Secretaria Geral Parlamentar Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.867, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Confere nova regulamentação ao Conselho Municipal de Segurança

Leia mais

1. Turismo, Nordeste. 2. Programa de governo, avaliação. I. Programa Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Brasil). II. Título. III. Série.

1. Turismo, Nordeste. 2. Programa de governo, avaliação. I. Programa Desenvolvimento do Turismo no Nordeste (Brasil). II. Título. III. Série. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Sumários Executivos - 17 Avaliação do TCU sobre o Programa Desenvolvimento

Leia mais

Entidade: Órgão de Origem: Secretaria do Estado da Justiça e Cidadania de Santa Catarina

Entidade: Órgão de Origem: Secretaria do Estado da Justiça e Cidadania de Santa Catarina Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0776-48/99-P Identidade do documento: Decisão 776/1999 - Plenário Ementa: Inspeção. Secretaria de Justiça de Santa Catarina. Pedido de reexame de decisão

Leia mais

Avaliação do TCU sobre o Cadastro Único. dos Programas Sociais do Governo Federal

Avaliação do TCU sobre o Cadastro Único. dos Programas Sociais do Governo Federal Tribunal de Contas da União - Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Fiscalização e Avaliação de Programas de Governo Avaliação do TCU sobre o Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo

Leia mais

Governança de TI e Auditoria Interna

Governança de TI e Auditoria Interna Governança de TI e Auditoria Interna Renato Braga, CISA, CIA, CGAP, CCI Diretor Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação Tribunal de Contas da União Florianópolis, 25 de abril de 2012 Agenda

Leia mais

17/03/2014 TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA

17/03/2014 TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA TRANSFERÊNCIA VOLUNTÁRIA Pode ocorrer quando há descentralização de recursos para realização de ações que são de competência do poder público e integrem seu programa de governo. (continuação) Os repasses são de recursos correntes

Leia mais

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre critérios a serem adotados na execução orçamentária e financeira do Poder Executivo do Município de Goiânia para o exercício

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais

LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010

LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010 LEI Nº. 430 DE 15 DE ABRIL DE 2010 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO E O FUNCIONAMENTO DA INSTÂNCIA MUNICIPAL DE CONTROLE SOCIAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA MARCOS ROBERTO FERNANDES CORRÊA, Prefeito Municipal de Pratânia,

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 Aos: Senhores(as) Secretários(as) Municipais de Assistência Social e Conselheiros Municipais de Assistência Social. Referente: Elaboração do Plano Municipal de Assistência

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

O Programa Bolsa Família

O Programa Bolsa Família Painel sobre Programas de Garantia de Renda O Programa Bolsa Família Patrus Ananias de Sousa Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome República Federativa do Brasil Comissão de Emprego e Política

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V Tribunal de Contas da União Assunto: Levantamento de Auditoria Colegiado: Plenário Classe: Classe V Sumário: Fiscobras 2001. Obras de construção de contornos rodoviários no corredor Leste/BR- 259/ES. Irregularidades.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO

Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.653, DE 7 ABRIL DE 2008. Mensagem de veto Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2008/2011. seguinte Lei: O PRESIDENTE

Leia mais

14/Mar/2013 :: Edição 31 ::

14/Mar/2013 :: Edição 31 :: 14/Mar/2013 :: Edição 31 :: Cadernos do Poder Executivo Poder Geraldo Julio de Mello Filho Executivo DECRETO Nº 26.993 DE 13 DE MARÇO DE 2013 EMENTA: Descreve as competências e atribuições dos cargos comissionados

Leia mais

!"# $%!"!&&'"!&"!& ,+-.,/,

!# $%!!&&'!&!& ,+-.,/, 377!"# $!"!&&'"!&"!&!()&"!*+,+-.,/, 378 379 PROGRAMA: CONTROLE EXTERNO MUNICIPAL Órgão Responsável: Tribunal de Constas dos Municípios - TCM Órgão Executor: TCM Objetivo: Orientar e fiscalizar a administração

Leia mais

Relação de processos submetidos à 2ª Câmara, para votação na forma do Regimento Interno, arts. 134, 135, 137, 138 e 140

Relação de processos submetidos à 2ª Câmara, para votação na forma do Regimento Interno, arts. 134, 135, 137, 138 e 140 Tribunal de Contas da União Data DOU: 10/11/2003 Colegiado: Segunda Câmara Número da Ata: 41/2003 Texto do Documento: RELAÇÃO Nº 125/2003 Gab. do Ministro Guilherme Palmeira Relação de processos submetidos

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 3.486/2005

LEI MUNICIPAL Nº 3.486/2005 LEI MUNICIPAL Nº 3.486/2005 Institui o COMITÊ DE CONTROLE SOCIAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF), e dá outras providências. CLÁUDIO KAISER, Prefeito Municipal de Taquara, Estado do Rio Grande do Sul, FAÇO

Leia mais

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS

ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS COAP 06/13 ORIENTAÇÕES E ESCLARECIMENTOS 1.0 O que é o Contrato Organizativo da Ação Pública - COAP? O COAP é um acordo de colaboração firmado entre os três entes federativos, no âmbito de uma Região de

Leia mais

Gestão Municipal do Cadastro Único. Programa Bolsa Família

Gestão Municipal do Cadastro Único. Programa Bolsa Família Gestão Municipal do Cadastro Único e Programa Bolsa Família Gestora Olegna Andrea da Silva Entrevistadora e Operadora de Cadastro Ana Paula Gonçalves de Oliveira A porta de entrada para receber os bene?cios

Leia mais

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS O Cadastro Único e a Gestão do SUAS: Essa ferramenta auxilia no processo de planejamento das ações socioassistenciais?

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

INTRODUÇÃO. Apresentação

INTRODUÇÃO. Apresentação ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS

Leia mais

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008

EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008 Presidência da República Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial Subsecretaria de Políticas para Comunidades Tradicionais EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA DE PROJETOS SEPPIR/Nº 001/2008

Leia mais

Avaliação do Programa Assistência Jurídica Integral e Gratuita

Avaliação do Programa Assistência Jurídica Integral e Gratuita TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Sumários Executivos. Nova Série Avaliação do Programa Assistência Jurídica Integral e Gratuita Relator Auditor Lincoln Magalhães da Rocha Brasília, Brasil, 2005 Copyright 2005,

Leia mais

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007.

LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. LEI Nº 2.278/07, DE 24 DE AGOSTO DE 2007. Dispõe sobre a criação do Instituto Escola de Governo e Gestão Pública de Ananindeua, e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE ANANINDEUA estatui, e eu

Leia mais

9 FOME ZERO PARCERIAS 138

9 FOME ZERO PARCERIAS 138 9 FOME ZERO PARCERIAS 138 O que é O Fome Zero é uma estratégia do Governo Federal para assegurar o direito à alimentação adequada às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. A base da estratégia

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0180-15/99-P. Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0180-15/99-P. Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0180-15/99-P Identidade do documento: Decisão 180/1999 - Plenário Ementa: Representação formulada por parlamentar. Possíveis irregularidades na FUNAI.

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013

RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2013 Instituto Lojas Renner Instituto Lojas Renner Promover a inserção de mulheres no mercado de trabalho por meio de projetos de geração de renda é o objetivo do Instituto Lojas

Leia mais

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Regimento Interno CAPÍTULO PRIMEIRO DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º As atividades culturais e artísticas desenvolvidas pela POIESIS reger-se-ão pelas normas deste Regimento Interno e pelas demais disposições

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnico n.º 08/07 Relações das obras com indícios de irregularidades graves constantes nos anexos às leis orçamentárias para os exercícios de 2002

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34)

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34) Tribunal de Contas da União Data DOU: 19/07/2004 Colegiado: Segunda Câmara Número da Ata: 25/2004 Texto do Documento: RELAÇÃO Nº 58/2004 - Segunda Câmara - TCU Gabinete do Ministro Benjamin Zymler Relação

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009.

LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. LEI MUNICIPAL Nº 545/2009. EMENTA: INSTITUI O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA, NA EMANCIPAÇÃO SUSTENTADA DAS FAMÍLIAS QUE VIVEM EM SITUAÇÃO DE EXTREMA POBREZA, CRIA O CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA,

Leia mais

Município: JOÃO PESSOA / PB

Município: JOÃO PESSOA / PB O Plano Brasil Sem Miséria O Plano Brasil Sem Miséria foi lançado com o desafio de superar a extrema pobreza no país. O público definido como prioritário foi o dos brasileiros que estavam em situação de

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.612/2015-1 Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União

GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.612/2015-1 Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 002.62/205- GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.62/205- Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União SUMÁRIO: ADMINISTRATIVO. PROJETO DE INSTRUÇÃO

Leia mais