Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais CRS Campus UFSM S/N, CEP Santa Maria RS, Brasil.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais CRS Campus UFSM S/N, CEP 97.105-900 Santa Maria RS, Brasil. jolvani.morgan@crs.inpe.br, sausen@crs.inpe."

Transcrição

1 Banco de dados para o Núcleo de Pesquisa e Aplicação de Geotecnologias em Desastres Naturais e Eventos Extremos do Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais do INPE Jolvani Morgan 1, Tânia Maria Sausen 1 1 Insituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais CRS Campus UFSM S/N, CEP Santa Maria RS, Brasil Abstract. This paper describe the implementation of the database for the group of researchs on Natural Disaster and Extreme Events Geodesastres, the first module operational phase in the South Regional Center INPE. The objective of this database is to store information about natural disasters, in different formats and sources, seeking together occurrence of events that happen in south region Brazil. The database has features allowing the spatial location of the disaster and integration with cadastral data provided for researchers of the group Geodesastres and the partner entities. Resumo. Este artigo descreve a implementação do banco de dados para o grupo de pesquisas de Geotecnologias em Desastre Naturais e Eventos Extremos Geodesastres, sendo o primeiro módulo em fase operacional no Centro Regional Sul do INPE. O objetivo deste banco é armazenar informações referentes a desastres naturais, de diferentes formatos e fontes, buscando reunir a ocorrência de eventos que acontecem na região sul do Brasil. O banco de dados possui características espaciais permitindo a localização geográfica dos desastres e a integração com dados cadastrais fornecidos pelos pesquisadores do grupo Geodesastres e pelas entidades parceiras. 1. Introdução A necessidade de prevenção, acompanhamento, mitigação de desastres representa uma certa urgência, pois à quantidade de eventos vem freqüentemente crescendo e atingindo vários municípios de todas as regiões do Brasil. Uma das causas prováveis da ocorrência de eventos de desastre atribui-se as mudanças climáticas no globo terrestre. Estas trazem estiagens prolongadas, precipitações intensas seguidas de alagamentos ou enchentes, vendavais, tornados, ciclones, entre outros, que causam grande destruição e desordem nos locais afetados. Diferentes órgãos, em esfera municipal, estadual e federal procuram unir forças para atender as ocorrências desses fenômenos. Um dos principais órgãos que executam ações de prevenção e resposta pós-desastre é a Defesa Civil. Por outro lado, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE, implantou em seu Centro Regional Sul CRS, o Núcleo de Pesquisa e Aplicação de Geotecnologias em Desastres Naturais e Eventos Extremos, denominado Geodesastres Sul. Este Grupo de pesquisa busca atuar juntamente com órgãos como a defesa civil, corpo de bombeiros, brigada militar e outros, numa parceria para a prevenção de desastres naturais. A função do grupo é usar a Geotecnologia aliada às atividades na área de

2 Observação da Terra (OBT), identificando as conseqüências das mudanças climáticas sobre a população da região sul do Brasil. Uma das iniciativas do grupo Geodesastres, foi à criação de um banco de dados para acompanhamento da ocorrência de desastres naturais. A implementação deste banco permite construir uma base de dados formada por imagens de satélite, mapas, cartas, documentos, fotos e vídeos relacionados aos eventos de desastres naturais para desenvolver projetos na região sul do Brasil de pesquisa e aplicação de geotecnologias em desastres naturais. Possibilitando assim, o mapeamento de áreas de riscos localizadas na região sul do Brasil e Mercosul, visualização de imagens de satélites, criação de mapas e cartas que possibilitam o monitoramento das regiões em estudo na prevenção de fenômenos naturais. O grupo Geodesastres poderá compartilhar dados com os órgãos que atuam na prevenção e mitigação desses fenômenos e disponibilizar o acesso das informações a pesquisadores e população em geral. Dessa forma, o trabalho é dividido em mais 3 secções, onde na secção 2 é apresentado os trabalhos relacionados, na secção 3 a metodologia materiais e métodos usados no desenvolvimento do banco, na seção 4 é apresentado os resultados e na 5 a conclusão. 2. Trabalhos Relacionados Atualmente são efetuadas muitas pesquisas relacionadas a desastres naturais, entre elas, o Sistema de Monitoramento de Alerta de Desastre Naturais (Sismaden), uma ferramenta de geoprocessamento para controle, recuperação, armazenamento e processamento de dados ambientais com o objetivo de emitir alertas na ocorrência de desastres. Lopes (2007). Este sistema integra dados hidrometeorológicos, plano de riscos, planos de informações adicionais para a análise e definição de alertas, possibilitando a geração de mapas de riscos nas áreas observadas. Dividido em módulos, o sistema é baseado no conceito de serviço SOA (Service Oriented Architecture), onde um serviço é uma funcionalidade independente, sem estado, que aceita uma ou mais requisições e retorna um ou mais resultados. Executado em várias plataformas preferencialmente Linux, usa o gerenciador de banco de dados Postgresql com extensão espacial Postgis, ambiente de desenvolvimento TerraLib (TerraManager, TerraPHP, TerraView) e outras bibliotecas para linux como flex, bison, geos, proj, qt e zlib. O trabalho de Marcelino, Nunes e Kobiyama (2006), teve como objetivo analisar a qualidade dos bancos de dados de desastres naturais em escala global e regional. Em escala global, o banco de dados analisado denomina-se EM-DAT (Emergency Events Database), que contém dados de desastres ocorridos em todo o mundo, contabilizados a partir de A ONU utiliza esse banco como fonte de dados para nortear as ações de prevenção em desastres naturais. Em escala regional, foi analisado o banco de dados do Departamento Estadual de Defesa Civil do Estado de Santa Catarina (DEDC-SC). Os autores verificaram com base no EM-DAT um crescimento na freqüência e intensidade de desastres naturais no mundo a partir da década de 50. Também em seu trabalho, os dados obtidos do EM-DAT para o Brasil (261 registros) apresentam-se bem inferiores aos dados do DEDC-SC para Santa Catarina, que foram de registros no período analisado. Essa diferença foi caracterizada como um erro de omissão no EM- DAT visto que o DEDC-SC obedece a pelo menos um dos critérios requerido pelo

3 banco global. Por outro lado, ambos os bancos apresentam grandes similaridades em relação à porcentagem de cada tipo de desastres. Na avaliação final dos dois bancos, apesar da diferença nas escala de atuação, foram identificados erros similares, como omissão, inserção, tipologia e quantificação, mesmo assim, o banco de dados é um importante instrumento para tomada de decisões. Na literatura encontram-se outros bancos de dados globais para desastres naturais, tais como: NatCat mantido pelo Munich Reinsurance Company, que oferece estatísticas anuais e dados sobre grandes catástrofes naturais. Outro importante banco de dados é mantido pela universidade de Dartmouth, (Darmouth Food Observatory USA), que contém informações sobre as maiores inundações ocorridas no mundo a partir de A proposta do grupo de pesquisas Geodesastres é criar um banco de dados com características geográficas servindo como um repositório de dados de diferentes fontes para estudos em desastres naturais. 3. Metodologia Para prevenir os desastres naturais, primeiro necessita-se de estudos sobres os mesmos, tais como: a freqüência dos acontecimentos, onde ocorrem e quando ocorrem, sua recorrência, de quanto em quanto tempo o mesmo evento acontece, sua intensidade, danos causados (materiais, econômicos e humanos), identificação dos atingidos relacionando a situação econômica e habitacional com o tipo de evento, por exemplo. Diante disso, um banco de dados provê mecanismos para estudos de eventos de desastres naturais servindo como gerenciador de dados de diferentes fontes e formatos. Baseado na análise efetuada, as informações que deverão ser armazenadas no banco de dados identificam três etapas que formam o processo de gerenciamento da informação, são elas: a entrada de dados, o armazenamento e a saída. Para a entrada de dados, o banco deve permitir informações referentes a Desastres Naturais, Imagens de Satélites e Mapas, ou seja, inserção de diferentes formatos de arquivos, além de Dados Ambientais, Dados Sociais e Dados Econômicos. Cada entrada de dados, pode ser fornecida por diferentes órgãos ou instituições parceiras, que deverão trabalhar juntas formando a base de entrada de dados. O armazenamento identifica a adoção de tecnologias de informática como gerenciadores de banco de dados para gerir as informações de entrada e saída. A saída de dados permite gerar diferentes mapas e relatórios que garantam o monitoramento dos desastres naturais e o diagnóstico dos eventos que ocorreram. Tais mapas, como de perigo, de vulnerabilidade, precipitação, entre outros, possibilitam identificar as áreas de risco para prevenção de desastres naturais. Além disso, outros tipos de dados, como: quadros, tabelas, documentos podem ser gerados como informação de saída. Além de dados convencionas o banco de dados possui características geográficas, como é o caso da inserção de imagens de satélite e eventos de desastres. Para estes casos, coordenadas geográficas são inseridas como pontos geográficos no banco de dados, permitindo a localização espacial tanto de imagens de satélite quanto de desastres naturais ocorridos, além de associar diferentes tipos de arquivos a eventos de desastres. Tal coordenada permite a consulta espacial especificando, por exemplo, para o arquivo do tipo imagens qual município ou municípios intersectam aquela imagem, e

4 para o evento qual município ou municípios foram atingidos pelo desastre e o local onde ocorreu o mesmo (ou os locais onde ocorreram desastres dentro do município, na região ou no estado). Para a implementação do banco de dados, desde a conceituação até a fase operacional do primeiro módulo, diferentes etapas foram contempladas. Tais etapas compreendem a análise dos requisitos, modelo conceitual (ER modelo de entidade relacionamento), modelagem lógica, onde são criados as tabelas, com seus atributos, campos, relacionamentos, integridade referencial, regras e funções no banco de dados. Na fase final, é implementada a interface que deve permitir o acesso do grupo de qualquer lugar, possibilitando assim, inserir, atualizar e consultar dados. Para isso, serão usadas tecnologias Web na estruturação de páginas que permitam o acesso ao banco de dados. O acesso ao banco de dados terá níveis de restrições, onde para os pesquisadores do Geodesastres, será permitido inserir, alterar e consultar dados na base de dados. Para os parceiros terá um módulo possibilitando a inserção e consulta dos dados, e os usuários externos terão acesso somente às consultas no banco de dados. O primeiro módulo do banco de dados tem a função de montar uma base de dados que forneça materiais referentes aos fenômenos de desastres naturais. Estes materiais são as imagens de satélites, as fotografias dos desastres os documentos em PDF e DOC, mapas geológicos, de uso do solo, de vegetação, cartas topográficas e todo material relevante que pode ser inserido no banco em forma de arquivos. A primeira etapa foi criar o modelo conceitual, onde foi elaborada a definição das classes de entidades. Na definição das entidades, são atribuídos nomes que representam o tipo de objeto ou dado que será armazenado. Definidas as entidades, as quais correspondem às tabelas que serão armazenadas no banco, são estabelecidos os relacionamentos entre as classes de entidades e a cardinalidade da associação (do relacionamento) das classes, segundo Queiroz et al. (2007). Estas entidades são denominadas o modelo de Entidade Relacionamento (ER). Após definir o modelo ER, são definidos os atributos das classes de entidades e dos relacionamentos, tais atributos são os campos e os tipos de dados que poderão ser armazenados no banco, como caracteres, inteiros e campos geométricos. A partir desse modelo é elaborado o modelo lógico, ou seja, traduzir o modelo ER para o modelo Relacional. A figura 1 ilustra algumas tabelas do modelo lógico do banco de dados. Nela, a tabela mais significativa do banco de dados é a tabela arquivo. Esta possui três especializações, pois alguns atributos dela são iguais às tabelas arq_imagem, arq_mapas e arq_cartas como é o caso de nome, data e path (caminho ou diretório de localização). Portanto, a tabela arquivo, tem a função de armazenar todos os tipos de arquivos que serão inseridos no banco e seu relacionamento com a tabela evento, permite relacionar um evento de desastre natural com os arquivos referentes ao mesmo. Na criação do modelo lógico, também são criadas visões (views), regras (rules) gatilhos (triggers), chaves, integridade referencial e funções, para o correto funcionamento e operações de acesso ao banco.

5 Figura 1 Modelagem lógica do banco de dados O banco de dados criado possui características espaciais. Tais características permitem efetuar consultas espaciais, nas tabelas com o campo de coordenadas espaciais, cujo atributo é definido como GEOMETRY, neste caso, as tabelas arq_imagem e ponto. O tipo de dado GEOMETRY é uma extensão espacial que possibilita armazenar pontos, linhas, polígonos, multipontos, multipolígonos, entre outros, caracterizando o armazenamento de objetos geográficos no banco de dados. Observa-se o mesmo atributo, GEOMETRY, na tabela de municípios. Esta tabela possui a geometria de todos os municípios do Brasil, sendo que este campo armazena os pontos que representam os polígonos de cada município e foi adquirido através de arquivos Shape disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE (IBGE, 2008). Sendo assim, para realizar consultas espaciais, as tabelas não precisam necessariamente estar relacionada, bastam possuírem campos geométricos que representam objetos geográficos da região de interesse. Dessa forma, a consulta pode ser realizada, por exemplo, através de uma junção, intersecção ou união das mesmas

6 através dos campos geométricos, utilizando funções de consultas espaciais. Tais funções, já estão pré-definidas em banco de dados geográficos como é o caso da PostgreSQL através da extensão espacial PostGis. 4. Resultados Na operação e desenvolvimento do banco de dados, foram utilizadas várias ferramentas: Servidor Web Apache versão , linguagem de programação e acesso a banco de dados PHP 5.2.5, gerenciadores de banco de dados PhpPgAdmin e PgAdmin III, Banco de Dados PostgreSQL e sua extensão espacial PostGis A escolha do banco de dados baseou-se nas necessidades do grupo, que verificando as muitas opções de bancos de dados disponíveis, como os banco de dados proprietários, optou por usar um banco de dados de código aberto, como é o caso do sistema gerenciador de banco de dados PostgreSQL e sua extensão espacial PostGIS. Este gerenciador possui recursos como consultas complexas, triggers, views, rules, stored procedure, chaves estrangeiras, entre outros. Sua extensão espacial permite o armazenamento de dados geográficos com diversas funções implementadas que possibilitam diferentes consultas espaciais. Uma interface Web foi desenvolvida possibilitando efetuar inserções, alterações, exclusões e consultas. Nesta interface, todos os utilizadores do banco de dados deverão ser cadastrados, sendo que cada usuário receberá uma senha e permissão de acesso conforme a categoria definida. Ao acessar o link Geodesastres, uma nova página irá surgir com as opções de login, ao preencher corretamente o nome do usuário e senha, é acessado os dados do banco. A figura 2 apresenta a listagem dos arquivos tipo foto inseridos no banco, representando um evento de desastre natural. Figura 2 Listagem de arquivos tipo foto inseridas no banco de dados. Conforme ilustrado na figura 2, o menu à esquerda permite navegar pelas opções e listar os diferentes tipos de dados inseridos no banco. Assim, ao selecionar uma opção de menu, várias operações podem ser efetuadas, tais como: 1 permite adicionar novos arquivos tipo foto, 2 editar ou alterar um registro no banco de dados, 3 exibir o registro em questão, 4 eliminar um registro ou vários registros selecionados, e em 5 permite efetuar uma consulta avançada. Para cada tipo de entidade ou tabela do banco de dados efetuam-se inserções de dados alfanuméricos, ou seja, dados de tipos convencionais como inteiros, reais e caracteres. Entretanto, em algumas tabelas existem campos com propriedades geométricas, como é o caso das tabelas ponto associado à tabela evento, arq_imagem e município. Essa propriedade geométrica é a coordenada latitude e

7 longitude que indicam pontos para localização geográfica de determinado objeto no espaço. Dessa forma, no momento da inserção dos dados no banco é executado a conversão de graus, minutos e segundos para pontos, nas tabelas citadas. A figura 3 apresenta um exemplo de inserção de parte dos dados na tabela evento. Figura 3 Interface para inserção de desastres na tabela evento Os eventos são inseridos contendo informações da data de ocorrência, tipo, intensidade, descrição e danos causados. Cada evento é associado a arquivos, municípios e à coordenada geográfica que pode ser representada por um ponto ou vários pontos indicando a localização no espaço onde ocorreu o evento. Também existe um relacionamento entre um arquivo e uma coordenada. Isto permite que um arquivo do tipo foto seja associado a uma coordenada geográfica para localização do desastre. A figura 4 apresenta somente a associação da tabela evento com a tabela município. Figura 4 Associação da tabela evento com as tabelas município, ponto e arquivo Ao inserir um arquivo, é necessário associar este a coordenada, caso possua tal identificação. Dessa forma, a figura 5 ilustra a associação do arquivo tipo foto a coordenada geográfica e ao evento correspondente. Figura 5 Relação entre o evento, o arquivo tipo foto e a localização geográfica

8 Esta opção permite a consulta espacial. Além disso, outras consultas podem ser efetuadas de duas maneiras diferentes: consultas simples, efetuadas a um campo da tabela, ou consultas avançadas, que possibilitam a combinação de vários campos da tabela. Na consulta espacial, é necessário armazenar dados geográficos. Como apresentado na figura 4 e 5, onde é possível armazenar coordenadas geográficas que representam os pontos relacionados aos desastres. Utilizando uma ferramenta SIG, como é o exemplo do Quantum GIS, é possível visualizar os dados armazenados no banco. A figura 6 ilustra a localização geográfica com as coordenadas que representa os pontos que correspondem aos arquivos tipo foto onde ocorreram às inundações no município de Maquiné no Rio Grande do Sul. Figura 6 Localização geográfica da ocorrência do evento Na figura 6, a representação geográfica é apresentada carregando dados de duas tabelas, a tabela município com os polígonos que delimitam a divisão política deles e a tabela ponto com as coordenadas dos desastres, identificando a localização geográfica do mesmo. Esta representação geográfica, permite efetuar consultas usando funções do PostGis. Um exemplo é efetuar a consulta usando a função contains do Postgis. Conforme Baptista (2007), esta função verifica se o interior e borda de um objeto está completamente contido no interior de outro objeto. Dessa forma é possível realizar uma consulta unindo as tabelas municípios e evento identificando a ocorrência de desastres em determinado período e a localização geográfica do mesmo, sem que elas tenham algum tipo de relacionamento. As imagens de satélite são inseridas também com coordenadas geográficas. Estas coordenadas representam um ponto central ou dois pontos um para o canto superior e outra para o canto inferior. No caso da imagem inserida tiver informações relevantes para vários municípios, é necessário informar as coordenadas do ponto superior e do ponto inferior. A figura 7 apresenta o armazenamento da imagem de satélite com as coordenadas canto superior e canto inferior da mesma.

9 Figura 7 Inserção de imagens de satélite Esta abordagem permite efetuar consultas espaciais utilizando as funções Box e Intersect do Postgis. A função Box cria uma caixa em torno dos dois pontos e a função Intersect verifica se os polígonos dos municípios intersectam essas coordenadas, identificando quais municípios pertencem àquela imagem. A figura 8 ilustra o exemplo da função Box. Figura 8 Exemplo do uso da função Box do PostGis O exemplo apresentado permite identificar que dois municípios representados por X e Y são intersectados pelo objeto Box dos pontos presentes na imagem. Adicionalmente ao banco de dados outras aplicações serão desenvolvidas, usando um servidor de mapas como o Mapserver aliado a um conjunto de ferramentas para visualização, análise e geração de mapas sob demanda, criando assim, mapas interativos para o grupo de pesquisas Geodesastres Sul. 5. Conclusão Um banco de dados permite armazenar informações de diferentes formatos, sua capacidade de recuperação dos dados através de consultas torna-o uma ferramenta adequada que agiliza muitas tarefas. Sua função de armazenamento, consultas, cruzamento de informações garantem a geração de relatórios e o gerenciamento de grande massa de dados. Os bancos de dados geográficos introduzem a manipulação de dados georeferenciados, cujo tratamento espaço temporal são importantes para os sistemas de

10 informações geográficas. Assim, possibilitam a representação do mundo real no computador. Uma das diferenças entre um banco de dado relacional e um banco de dados geográficos, é que neste último, toda associação pode ser feita pelos campos geométricos das tabelas envolvidas, não existe a necessidade de relacionamento entre as mesmas. Através dessas características a utilização de um banco de dados geográfico serve como uma ferramenta que auxilia os estudos, a prevenção, a mitigação e ações pósdesastre aos pesquisadores do Núcleo de Pesquisas e Aplicação de Geotecnologias em Desastres Naturais e Eventos Extremos do Centro Regional Sul de Pesquisas Espaciais. Utilizar banco de dados geográficos em eventos de desastres naturais traz ganhos antes não alcançados, a localização geográfica o armazenamento e as diferentes maneiras de consultas caracterizam os bancos de dados como importante ferramenta Geotecnológica para o combate a desastres naturais e eventos extremos na região sul do Brasil. 6. Referências Baptista, S. C. Disciplina de Sistemas de Informações Geográficas Unidade 07: Banco de Dados Espaciais. Julho de Disponível em: <http://www.dsc.ufcg.edu.br/~baptista/cursos/sig/>. Acessado em: 21 de nov PostgreSQL Open Source Database. Disponível em: <http://www.postgresql.org/>. Acessado em: 28 de jun PostGIS. Disponível em: <http://postgis.refractions.net/>. Acessado em: 25 de jun Queiroz, G. R.; Ferreira, K. R.; Câmara, G. Banco de Dados Geográficos Introdução SQL usando PostgreSQL. Curso de Banco de Dados Geográficos, Julho de Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/ cursos/ser303>. Acessado em: 15 de out Lopes, E. S. S.; SISMADEN Sistema de Monitoração de Alerta de Desastres Naturais. Disponível em: <http://www.dpi.inpe.br/sismaden/index.php>. Acessado em: 30 dez Marcelino, E. V.; Nunes, L. H.; Kobiyama, M. Banco de Dados de Desastres Naturais: Análise de Dados Globais e Regionais. Revista Caminhos de Geografia V.7 N.19, Instituto de Geografia Universidade Federal de Uberlândia. Disponível em: <http://www.caminhosdegeografia.ig.ufu.br/>. Acessado em: 03 jan EM-DAT. Emergency Events Database. Disponível em: <http://www.emdat.be>. Darmouth Food Observatory. Space-based Measurement of Surface Water. Disponível em: <http://www.dartmouth.edu/~floods/>. Munich Reinsurance Company, NatCat. Disponível em: homepage/default.aspx>.

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA O MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS, EM LABORATÓRIO DO UNIFESO José Roberto de C. Andrade Professor do Centro de Ciências e Tecnologia, UNIFESO Sergio Santrovitsch

Leia mais

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc.

Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. Sistemas de Informação Geográfica Prof. Tiago Eugenio de Melo, MSc. SUMÁRIO Apresentação da ementa Introdução Conceitos Básicos de Geoinformação Arquitetura de SIGs Referências Bibliográficas APRESENTAÇÃO

Leia mais

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos

O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Prof. Herondino O Termo SIG é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos Inserir e integrar, numa única base de dados informações espaciais provenientes de: meio

Leia mais

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho

GEOPROCESSAMENTO. Herondino Filho GEOPROCESSAMENTO Herondino Filho Sumário 1. Introdução 1.1 Orientações Avaliação Referência 1.2 Dados Espaciais 1.2.1 Exemplo de Dados Espaciais 1.2.2 Aplicações sobre os Dados Espaciais 1.3 Categoria

Leia mais

Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA

Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA Conceitos Iniciais MARCEL SANTOS SILVA DPI - INPE Criada em 1984, a Divisão de Processamento de Imagens (DPI) faz parte da Coordenação Geral de Observação da Terra/OBT do Instituto Nacional de Pesquisas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE ESTUDOS SÓCIOAMBIENTAIS LABORATÓRIO DE PROCESSAMENTO DE IMAGENS E GEOPROCESSAMENTO MANUAL DE UTILIZAÇÃO DA PÁGINA WEB DO LAPIG WANESSA CAMPOS SILVA Goiânia Junho

Leia mais

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias

Geoprocessamento com Software Livre. Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias Geoprocessamento com Software Livre Anderson Maciel Lima de Medeiros Consultor em Geotecnologias SUMÁRIO O que é Software Livre? A GLP GNU Geoprocessamento Algumas Geotecnologias Geotecnologias Livres

Leia mais

SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN

SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN SIG como uma ferramenta de análise espacial Um estudo de caso da saúde no RN Adeline M. Maciel, Luana D. Chagas, Cláubio L. L. Bandeira Mestrado em Ciência da Computação (MCC) Universidade do Estado do

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento

Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Cenário atual de uso e das ferramentas de software livre em Geoprocessamento Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org 1 Sumário Conceitos GIS e Software Livre Ferramentas: Jump Qgis Thuban MapServer

Leia mais

Aplicação de Geoprocessamento no Licenciamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul

Aplicação de Geoprocessamento no Licenciamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul Aplicação de Geoprocessamento no Licenciamento Ambiental do Estado do Rio Grande do Sul Iara Ferrugem Velasques 1 Rejane Vargas Dornelles 1, Tânia Regina Prauchner 1 pnmaii, rejanevd, taniarp@fepam.rs.gov.br

Leia mais

MAPAS E BASES DE DADOS EM SIG. QUANTUM GIS E POSTGRE SQL Operar e programar em tecnologia SIG com software open source

MAPAS E BASES DE DADOS EM SIG. QUANTUM GIS E POSTGRE SQL Operar e programar em tecnologia SIG com software open source MAPAS E BASES DE DADOS EM SIG QUANTUM GIS E POSTGRE SQL Operar e programar em tecnologia SIG com software open source 1 02 DESTINATÁRIOS Todos os que trabalhando ou que virão a trabalhar com tecnologia

Leia mais

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados TerraView O TerraView é um aplicativo desenvolvido pelo DPI/INPE e construído sobre a biblioteca de geoprocessamento TerraLib, tendo como principais objetivos: - Apresentar à comunidade um fácil visualizador

Leia mais

Faturamento Eletrônico - CASSEMS

Faturamento Eletrônico - CASSEMS 1 Conteúdo 1. Informações Iniciais... 3 1.1. Sobre o documento... 3 1.2. Organização deste Documento... 3 2. Orientações Básicas... 3 2.1. Sobre o Faturamento Digital... 3 3. Instalação do Sistema... 4

Leia mais

Plataforma TerraLib. Lúbia Vinhas. EUsISSeR São José dos Campos, Outubro 2010

Plataforma TerraLib. Lúbia Vinhas. EUsISSeR São José dos Campos, Outubro 2010 Plataforma TerraLib Lúbia Vinhas E.F.Castejon, K.R.Ferreira, J.P.Garrido, L.T.Hara, A.M.V.Monteiro, M.Motta, G.Ribeiro EUsISSeR São José dos Campos, Outubro 2010 DPI Divisão de Processamento de Imagens

Leia mais

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br]

INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO. Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br] INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO Profª Iana Alexandra Alves Rufino [iana_alex@uol.com.br] Introdução ao Geoprocessamento Conceitos básicos Componentes de um SIG Exemplos de aplicações Conceitos Geoprocessamento

Leia mais

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê

Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário do Portal Ypadê Balaio Digital Tecnologia em Gestão Ltda ME. Manual do Usuário Portal Ypadê Centro de Agricultura Alternativa CAA Manual do Usuário Portal Ypadê Montes Claros, 16 de Julho de 2011 Revisão 3 Sumário 1. Apresentação do portal e escopo deste documento... 2 2. Acessando o Portal Ypadê...

Leia mais

Funções. Usuários. Servidores públicos.

Funções. Usuários. Servidores públicos. Manual Versão 1.0 O sistema de Recursos Humanos é utilizado para coletar, registrar, armazenar, analisar e recuperar dados dos recursos humanos da administração direta do Governo do Estado de Rondônia

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES Nome da Empresa: DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS (DIEESE) PROJETO: PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BRA/IICA/03/005 PARTICIPAÇÃO SOCIAL NÚMERO DO CONTRATO: 205037 TEMA:

Leia mais

Manual do usuário. Acesso ao GEFAU

Manual do usuário. Acesso ao GEFAU Manual do usuário Acesso ao GEFAU Fev/2015 GEFAU PORTAL DO EMPREENDEDOR Conteúdo Introdução... 2 1. Acesso ao GEFAU... 3 2. Cadastro de empreendimentos... 5 2.1. Consulta aos empreendimentos do usuário...

Leia mais

SERVIDOR DE MAPAS PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO

SERVIDOR DE MAPAS PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO SERVIDOR DE MAPAS PARA AUXILIAR O GERENCIAMENTO DAS ÁREAS DE RISCO M. de Souza*, A. B. Debastiani*, M. B. Santos e M. F. Botelho* * UTFPR, Dois Vizinhos, Brasil e-mail: dark_mds@hotmail.com Resumo/Abstract

Leia mais

Apresentação. Maio de 2014

Apresentação. Maio de 2014 Apresentação Maio de 2014 Desafios para a disponibilização da geoinformação para o Monitoramento Ambiental Moderno Case: Ibama Objeto Auxiliar a promoção de um Monitoramento Ambiental Moderno apoiado por

Leia mais

Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP

Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação. MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação ISSN - 0103-2569 MANUAL DE USO Sistema de Reserva de Salas INTRANET - ICMC-USP André Pimenta Freire Renata Pontin de M. Fortes N 0 213 RELATÓRIOS TÉCNICOS

Leia mais

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs

Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs Diferenças entre Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados para GIS - SGBDs O objetivo deste documento é fazer uma revisão bibliográfica para elucidar as principais diferenças entre os SGBDs, apontando

Leia mais

OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO OBTENÇÃO DE IMAGEM DO GOOGLE EARTH PARA CLASSIFICAÇÃO DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ROGER TORLAY 1 ; OSVALDO T. OSHIRO 2 N 10502 RESUMO O sensoriamento remoto e o geoprocessamento trouxeram importantes avanços

Leia mais

Mapserver Servidor de Mapas. João Araujo

Mapserver Servidor de Mapas. João Araujo Mapserver Servidor de Mapas João Araujo Por que fazer mapas? Mapas têm tido papel prepoderante nas atividades humanas por milhares de anos. Desde o início, mapas eram usados para mostrar onde as coisas

Leia mais

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider

Ferramenta: Spider-CL. Manual do Usuário. Versão da Ferramenta: 1.1. www.ufpa.br/spider Ferramenta: Spider-CL Manual do Usuário Versão da Ferramenta: 1.1 www.ufpa.br/spider Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 14/07/2009 1.0 15/07/2009 1.1 16/07/2009 1.2 20/05/2010 1.3 Preenchimento

Leia mais

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com III Jornada Latinoamericana e do Caribe do gvsig Artigo: Integração do software i3geo com o gvsig Autor: Edmar Moretti Resumo: O i3geo é um software para a criação de mapas interativos para internet qu

Leia mais

TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS. Tecnologia. Geoprocessamento. Sistemas de Informações Geográficas. Sensoriamento Remoto. Geociências.

TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS. Tecnologia. Geoprocessamento. Sistemas de Informações Geográficas. Sensoriamento Remoto. Geociências. TECNOLOGIAS GEOESPACIAIS INOVADORAS Tecnologia Geoprocessamento Sistemas de Informações Geográficas Sensoriamento Remoto Geociências Geofísica www.hexgis.com PIONEIRISMO E INOVAÇÃO Idealizada a partir

Leia mais

CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DO COMPONENTE INDÍGENA. 8.2-1 Seleção dos Temas Para o Banco de Dados

CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DO COMPONENTE INDÍGENA. 8.2-1 Seleção dos Temas Para o Banco de Dados CAPÍTULO 2 ANDAMENTO DO PROJETO BÁSICO AMBIENTAL DO COMPONENTE INDÍGENA 8.2-1 Seleção dos Temas Para o Banco de Dados BANCO DE DADOS 1. INTRODUÇÃO Conforme previsto no Plano Básico Ambiental do Componente

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG

Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG Atualização de um Simulador de Cenários Sísmicos em ambiente WebSIG Nuno AFONSO 1, Alexandra CARVALHO 1 1 Laboratório Nacional de Engenharia Civil (nuno.fnvs.afonso@gmail.com; xana.carvalho@lnec.pt) Palavras-chave:

Leia mais

Segurança de Dados no PostgreSQL

Segurança de Dados no PostgreSQL Segurança de Dados no PostgreSQL Objetivos Objetivo instruir usuários iniciantes na utilização dos recursos do PostgreSQL que contribuem para a segurança da informação. Os participantes conhecerão também

Leia mais

GERENCIADOR DE CONTEÚDO

GERENCIADOR DE CONTEÚDO 1/1313 MANUAL DO USUÁRIO GERENCIADOR DE CONTEÚDO CRISTAL 2/13 ÍNDICE 1. OBJETIVO......3 2. OPERAÇÃO DOS MÓDULOS......3 2.1 GERENCIADOR DE CONTEÚDO......3 2.2 ADMINISTRAÇÃO......4 Perfil de Acesso:... 4

Leia mais

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Sumário Apresentação... 2 Instalação do Aplicativo... 2 Localizando o aplicativo no smartphone... 5 Inserindo o link da aplicação... 6 Acessando o sistema...

Leia mais

Manual do usuário. v1.0

Manual do usuário. v1.0 Manual do usuário v1.0 1 Iniciando com o Vivo Gestão 1. como fazer login a. 1º acesso b. como recuperar a senha c. escolher uma conta ou grupo (hierarquia de contas) 2. como consultar... de uma linha a.

Leia mais

[SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO]

[SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO] Câmara de Dirigentes Lojistas [SITE FÁCIL CDL MANUAL DO USUÁRIO] Sumário 1. Controle de versão... 3 2. Objetivo... 4 3. Site fácil... 4 4. Acessando o sistema de gestão de conteúdo (SGC)... 5 5. Páginas

Leia mais

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9

GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 GLADIADOR INTERNET CONTROLADA v.1.2.3.9 Pela grande necessidade de controlar a internet de diversos clientes, a NSC Soluções em Informática desenvolveu um novo produto capaz de gerenciar todos os recursos

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual

UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ. Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM. Manual UNIVERSIDADE TECNOLOGIA FEDERAL DO PARANÁ Owncloud SERVIÇO DE COMPARTILHAMENTO EM NUVEM Manual DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DIRGTI 2015 Sumário 1. Introdução... 3 2. Acessando o serviço...

Leia mais

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com

OFICINA USO DO I3GEO. Levindo Cardoso Medeiros. levindocm@gmail.com OFICINA USO DO I3GEO Levindo Cardoso Medeiros levindocm@gmail.com ESTRUTURA INTRODUÇÃO UTILIZANDO O I3GEO Aprendendo a navegar pelo I3Geo Propriedades do mapa ADICIONANDO E MANIPULANDO CAMADAS Adicionando

Leia mais

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP

OpenJUMP. Pontos fracos do OpenJUMP OpenJUMP No início foi chamado apenas de JUMP (JAVA Unified Mapping Platform), e se tornou popular no mundo livre de SIG(Sistema de informação Geográfica), desenhado por Vivid Solutions. Atualmente é desenvolvido

Leia mais

Elaborado por SIGA-EPT. Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado

Elaborado por SIGA-EPT. Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado Elaborado por SIGA-EPT Projeto SIGA-EPT: Manual do Usuário Almoxarifado Versão Dezembro - 2009 Sumário 1 Introdução 5 1.1 Entrando no sistema e repassando as opções................... 5 1.2 Administração......................................

Leia mais

Documentação da Ferramenta EMap Edimar Manica

Documentação da Ferramenta EMap Edimar Manica Documentação da Ferramenta EMap Edimar Manica 1. Objetivo A ferramenta EMap (Extrai e Mapeia) tem como objetivo permitir o suporte a consultas temporais, escritas na linguagem de consulta temporal TSQL2,

Leia mais

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1

Índice. Atualizado em: 01/04/2015 Página: 1 MANUAL DO USUÁRIO Índice 1. Introdução... 3 2. Acesso ao Sistema... 4 2.1. Instalação... 4 2.1.1. Servidor - Computador Principal... 4 2.1.2. Estação - Computador na Rede... 6 2.1.3. Estação - Mapeamento

Leia mais

ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2)

ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2) ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2) Duração: 02 dias (16 horas) Versão do ArcGIS: 10.2 Material didático: Português Descrição Este treinamento ensina o que é o GIS e o que você pode realizar com ele. Trabalhando

Leia mais

Usuários. Manual. Pergamum

Usuários. Manual. Pergamum Usuários Manual Pergamum Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 1-2 2 CADASTRANDO UM NOVO USUÁRIO/OPERADOR... 2-1 3 UTILIZANDO O MÓDULO DE USUÁRIOS... 3-2 3.1 CONFIGURAÇÃO DE GUIAS NO EXPLORER... 3-3 4 CADASTRO...

Leia mais

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011

Banco de Dados. Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Banco de Dados Aula 1 - Prof. Bruno Moreno 16/08/2011 Roteiro Apresentação do professor e disciplina Definição de Banco de Dados Sistema de BD vs Tradicional Principais características de BD Natureza autodescritiva

Leia mais

CADASTRO NACIONAL DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI

CADASTRO NACIONAL DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI CADASTRO NACIONAL DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI MANUAL DE JUIZ E AUXILIAR DE JUIZ Versão 1.1 1 ÍNDICE APRESENTAÇÃO...3 OBJETIVOS...4 OBSERVAÇÕES...5 USUÁRIOS...5 1. ACESSO AO SISTEMA...6 2. SISTEMA

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

FCT Faculdade de Ciências e Tecnologia Serviço Técnico de Informática STI SGCD Sistema Gerenciador de Conteúdos Dinâmicos

FCT Faculdade de Ciências e Tecnologia Serviço Técnico de Informática STI SGCD Sistema Gerenciador de Conteúdos Dinâmicos FCT Faculdade de Ciências e Tecnologia Serviço Técnico de Informática STI SGCD Sistema Gerenciador de Conteúdos Dinâmicos Manual do Usuário Presidente Prudente, outubro de 2010 Índice 1. Introdução e Instruções

Leia mais

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência

Produto IV: ATU SAAP. Manual de Referência Produto IV: ATU SAAP Manual de Referência Pablo Nogueira Oliveira Termo de Referência nº 129275 Contrato Número 2008/000988 Brasília, 30 de outubro de 2008 1 Sistema de Apoio à Ativideade Parlamentar SAAP

Leia mais

Importação de arquivos Raster e Vetorial no Terraview

Importação de arquivos Raster e Vetorial no Terraview MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

Geoprocessamento e Padrões OGC

Geoprocessamento e Padrões OGC Geoprocessamento e Padrões OGC Martin Pereira 36 slides Agenda Geoprocessamento Definição Histórico SIG OGC Definição Importância Histórico Padrões Slide 2 de 36 Geoprocessamento Definição Disciplina do

Leia mais

Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA

Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA Introdução ao Introdução Padrões OGC Instalação Configuração Formatos de Saída Aplicação AGENDA INTRODUÇÃO GeoServer GeoTools INTRODUÇÃO GeoServer Servidor de informação geoespacial OGC; Utilizado para

Leia mais

BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS

BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS E WEBMAPPING - I 3 GEO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Apresentação Instalação do i 3 Geo Visão geral do i3geo Características e funcionalidades

Leia mais

Aula 02 Modelagem de Dados. Banco de Dados. Aula 02 Modelagem de Dados. Superior /2011 Redes Computadores - Disciplina: Banco de Dados -

Aula 02 Modelagem de Dados. Banco de Dados. Aula 02 Modelagem de Dados. Superior /2011 Redes Computadores - Disciplina: Banco de Dados - Banco de Dados Aula 02 Modelagem de Dados Roteiro Definição Evolução Projeto de BD Abstração Esquema e Instância Definição É uma representação, normalmente gráfica, de estruturas de dados reais. Auxilia

Leia mais

Manual do Painel Administrativo

Manual do Painel Administrativo Manual do Painel Administrativo versão 1.0 Autores César A Miggiolaro Marcos J Lazarin Índice Índice... 2 Figuras... 3 Inicio... 5 Funcionalidades... 7 Analytics... 9 Cidades... 9 Conteúdo... 10 Referência...

Leia mais

Sistema de Informação Integrado

Sistema de Informação Integrado Sistema de Informação Integrado Relatório de Atividades Centro de Referência em Informação Ambiental, CRIA Novembro, 2005 Trabalho Realizado As atividades básicas previstas para o primeiro trimestre do

Leia mais

Núcleo de Tecnologia da Informação Arq. Flavio Macedo de Andrade

Núcleo de Tecnologia da Informação Arq. Flavio Macedo de Andrade N T I Núcleo de Tecnologia da Informação Arq. Flavio Macedo de Andrade NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Uma Visão Simplificada das Atividades Um Breve Resumo Histórico Situação da Informação em 1995

Leia mais

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto

Anais do II Seminário de Atualização Florestal e XI Semana de Estudos Florestais. Deise Regina Lazzarotto SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS APLICADO AOS DADOS DO GRUPO DE PESQUISA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE DE ECOSSISTEMAS FLORESTAIS DE IRATI PR. Deise Regina Lazzarotto Departamento de Engenharia Florestal

Leia mais

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP

Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências da Computação e Estatística Documentação do Sistema de Reserva de Salas da Intranet do ICMC-USP André

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA Guia rápido A PLATAFORMA MOODLE Moodle (Modular Object Oriented Distance LEarning) é um Sistema para Gerenciamento de Cursos (SGC). Trata-se de um programa para computador

Leia mais

Documento de Requisitos Sistema WEB GEDAI

Documento de Requisitos Sistema WEB GEDAI Universidade Federal de São Carlos Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia Departamento de Computação GEDAI-Grupo de Estudo e Desenvolvimento em Automação Industrial Documento de Requisitos Sistema WEB

Leia mais

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ Comando do Corpo de Bombeiros 4º GRUPAMENTO DE BOMBEIROS

POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ Comando do Corpo de Bombeiros 4º GRUPAMENTO DE BOMBEIROS POLÍCIA MILITAR DO PARANÁ Comando do Corpo de Bombeiros 4º GRUPAMENTO DE BOMBEIROS TUTORIAL DE UTILIZAÇÃO DO SYSPROTOCOLO Cap. QOBM Amarildo Roberto Ribeiro Cb QPM 2-0 Emerson Finger de Souza CASCAVEL-

Leia mais

FUNCEXDATA 2.0. Manual do Usuário. Maio/2012. Ajudando o Brasil a expandir fronteiras

FUNCEXDATA 2.0. Manual do Usuário. Maio/2012. Ajudando o Brasil a expandir fronteiras Ajudando o Brasil a expandir fronteiras FUNCEXDATA 2.0 Manual do Usuário Maio/2012 Funcex Av. Rio Branco, 120, Gr. 707, Centro 20040-001 Rio de Janeiro RJ Instituída em 12 de março de 1976 CNPJ 42.580.266/0001-09.

Leia mais

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico

Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Software Livre na Implantação do CTM Integrado a um Banco de Dados Geográfico Helton Nogueira Uchoa (1) Luiz Carlos Teixeira Coelho Filho (1) Paulo Roberto Ferreira (2) (1) Opengeo Consultoria de Informática

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG

Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG Desenvolvimento de um sistema web para a divulgação das empresas da cidade de São Sebastião do Paraíso - MG Henrique de Oliveira Graduando em Sistemas de Informação Fernando Roberto Proença Mestre em Ciência

Leia mais

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I

Roteiro. Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados. Conceitos e Arquiteturas de Sistemas de Banco de Dados. BCC321 - Banco de Dados I Roteiro Conceitos e Arquitetura de Sistemas de Banco de Dados Luiz Henrique de Campos Merschmann Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto luizhenrique@iceb.ufop.br www.decom.ufop.br/luiz

Leia mais

Flex. MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo

Flex. MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo 2011 MANUAL DE USO DA FERRAMENTA FLEX O Flex como gerenciador de conteúdo Aprenda como é simples utilizar a ferramenta Flex como seu gerenciador de conteúdo online. Flex Desenvolvido pela ExpandWEB 31/01/2011

Leia mais

SIG - Sistemas de Informação Geográfica

SIG - Sistemas de Informação Geográfica SIG - Sistemas de Informação Geográfica Gestão da Informação Para gestão das informações relativas ao desenvolvimento e implantação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Leia mais

Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS

Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS Capítulo 5 INTERNET E NOVAS TECNOLOGIAS 5.1 - GEOPROCESSAMENTO E INTERNET...2 5.2 - BIBLIOTECAS DIGITAIS...4 5.2.1 - Introdução...4 5.2.2 - Natureza dos Dados Geográficos...4 5.2.3 - Apresentação dos Dados...5

Leia mais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais

Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Persistência e Banco de Dados em Jogos Digitais Prof. Marcos Francisco Pereira da Silva Especialista em Engenharia de Software Jogos Digitais - Computação Gráfica 1 Agenda Vantagens de usar a abordagem

Leia mais

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801)

GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801) GLOBAL SCIENCE AND TECHNOLOGY (ISSN 1984 3801) UTILIZAÇÃO DE APLICATIVOS BASE E CALC DO PACOTE BROFFICE.ORG PARA CRIAÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE PEQUENO PORTE Wílson Luiz Vinci 1 Marcelo Gonçalves

Leia mais

Título Utilização de Software Livre Terralib para o Cadastro de Redes de Água e Esgoto. Tema: Sistema de Informações Geográficas - SIG

Título Utilização de Software Livre Terralib para o Cadastro de Redes de Água e Esgoto. Tema: Sistema de Informações Geográficas - SIG Título Utilização de Software Livre Terralib para o Cadastro de Redes de Água e Esgoto Tema: Sistema de Informações Geográficas - SIG Autor/apresentador Eng. José Maria Viillac Pinheiro Currículo Sócio

Leia mais

Instruções. Guia controle com diversos botões que permitem uma livre navegação através do mapa do Estado do Rio de Janeiro, são eles:

Instruções. Guia controle com diversos botões que permitem uma livre navegação através do mapa do Estado do Rio de Janeiro, são eles: Instruções Este tutorial foi desenvolvido para facilitar a realização de consultas no Banco de Dados (BD). Através do mapa do RJ é possível verificar os pontos de coleta dos trabalhos que foram compilados

Leia mais

A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública

A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública A utilização de Sistema de Informação Geográfica baseada em software livre na área de Segurança Pública Alan Peixoto Medeiros Universidade Presidente Antônio Carlos Rodovia MG 368 KM 12 Colônia Rodrigo

Leia mais

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana

Jonathan J. Campos, Jefferson de Faria, William de O. Sant Ana APLICAÇÕES GEOGRÁFICAS NA WEB PARA INTEGRACÃO DE DADOS DO MONITORAMENTO AMBIENTAL DE ÁREAS DEGRADADAS PELA MINERAÇÃO DE CARVÃO NA BACIA CARBONÍFERA DO SUL DO ESTADO DE SANTA CATARINA Jonathan J. Campos,

Leia mais

EXPLORANDO TÉCNICAS E RECURSOS DO GERENCIADOR DE DADOS ABERTOS CKAN. TuaneFaria USP tuanefaria@yahoo.com.br

EXPLORANDO TÉCNICAS E RECURSOS DO GERENCIADOR DE DADOS ABERTOS CKAN. TuaneFaria USP tuanefaria@yahoo.com.br EXPLORANDO TÉCNICAS E RECURSOS DO GERENCIADOR DE DADOS ABERTOS CKAN Prof. Dr. José Eduardo Santarem Segundo USP santarem@usp.br TuaneFaria USP tuanefaria@yahoo.com.br Introdução Disponibilizar Dados Disponibilizar

Leia mais

Infracontrol versão 1.0

Infracontrol versão 1.0 Infracontrol versão 1.0 ¹Rafael Victória Chevarria ¹Tecnologia em Redes de Computadores - Faculdade de Tecnologia SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) Rua Gonçalves Chaves 602-A Centro 96015-560

Leia mais

ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO. 04 2 ACESSO AOS SISTEMAS. 05 3 DOCUMENTOS MANUTENÇÃO. 08 08 3.2 10 3.3 OCR. 11 4 REGISTRO DE DOCUMENTOS. 13 5 GERANDO DOCUMENTOS

ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO. 04 2 ACESSO AOS SISTEMAS. 05 3 DOCUMENTOS MANUTENÇÃO. 08 08 3.2 10 3.3 OCR. 11 4 REGISTRO DE DOCUMENTOS. 13 5 GERANDO DOCUMENTOS ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 04 2 ACESSO AOS SISTEMAS... 05 3 DOCUMENTOS MANUTENÇÃO... 08 3.1Tipos de Documentos... 08 3.2 Relações entre Documentos... 10 3.3 OCR... 11 4 REGISTRO DE DOCUMENTOS... 13 5 GERANDO

Leia mais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais

FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS. Bancos de Dados Conceitos Fundamentais FACULDADE INTEGRADAS DE PARANAÍBA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS Bancos de Dados Conceitos Fundamentais Tópicos Conceitos Básicos Bancos de Dados Sistemas de Bancos de Dados Sistemas de Gerenciamento de Bancos

Leia mais

Manual de utilização do Moodle

Manual de utilização do Moodle Manual de utilização do Moodle Docentes Universidade Atlântica 1 Introdução O conceito do Moodle (Modular Object Oriented Dynamic Learning Environment) foi criado em 2001 por Martin Dougiamas, o conceito

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada

I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada I SIMPÓSIO DE CIÊNCIA & TECNOLOGIA Soluções Integradas para uma Gestão Compartilhada OS ATLAS ELETRÔNICOS E O DESENVOLVIMENTO DO APLICATIVO PARA A PESQUISA E PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL TerraViewWeb

Leia mais

Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle

Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Integração com o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle Página 2 Sumário 1. Apresentação... 4 1.1. O Moodle... 4 1.2. Objetivo da integração...

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

Módulo de Extensão SIGAA. Cadastro de Cursos

Módulo de Extensão SIGAA. Cadastro de Cursos Módulo de Extensão SIGAA Cadastro de Cursos ÍNDICE Instruções gerais Pg. 04 Recomendações Pg. 04 Acessibilidade ao sistema Pg. 04 Acesso ao SIGAA Pg. 04 Acesso ao módulo Pg. 05 Acesso ao tipo de extensão

Leia mais

INTRODUÇÃO. Enfoque abstrato. Enfoque Intermediário

INTRODUÇÃO. Enfoque abstrato. Enfoque Intermediário BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br INTRODUÇÃO Enfoque

Leia mais

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.

1. ACESSO AO SISTEMA. LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com. Manual de uso 1. ACESSO AO SISTEMA LOGIN E SENHA Para ter acesso ao painel administrativo de seu site, acesse o link: http://atualiza.urldosite.com.br Após acessar o link acima, favor digitar seu LOGIN

Leia mais

Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I

Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I Apostila do curso: Quantum GIS Básico Módulo I Helio Larri Vist Geógrafo Mestre em Sensoriamento Remoto Ayr Müller Gonçalves Educador Físico e Graduando em Segurança da Informação Rai Nunes dos Santos

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO DE SOFWARES GRATUITOS DE GEOPROCESSAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHARIA

ESTUDO COMPARATIVO DE SOFWARES GRATUITOS DE GEOPROCESSAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHARIA ESTUDO COMPARATIVO DE SOFWARES GRATUITOS DE GEOPROCESSAMENTO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE ENGENHARIA 1. Introdução Nos últimos anos, a área de geotecnologias ganhou maior visibilidade através da popularização

Leia mais

MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno

MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno 1 MANUAL PARA UTILIZAÇÃO DO MOODLE FACULDADE INTERAÇÃO AMERICANA VIRTUAL - Versão: Aluno Acessando o sistema 1- Para acessar a Faculdade Interação Americana Virtual digite o seguinte endereço: http://ead.fia.edu.br/

Leia mais

INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL

INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL Camila de Oliveira Raupp Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina CEFET/SC. Av. Mauro Ramos, 950 centro, Florianópolis -SC CEP 88020-300

Leia mais

SIGMAON SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA PARA MONITORAMENTO DE ALAGAMENTOS ON-LINE

SIGMAON SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA PARA MONITORAMENTO DE ALAGAMENTOS ON-LINE SIGMAON SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRAFICA PARA MONITORAMENTO DE ALAGAMENTOS ON-LINE Marcio Jose Mantau,1 Giovane Farias Aita2, Jaison Ademir Savegnani3, Carlos Alberto Barth4 Palavras-chave: Sistemas de

Leia mais

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03

SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 SISTEMA DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE DRAGAGEM META 03 Thiago Duarte Mota (Engenheiro, IVIG/COPPE/UFRJ, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenação dos Programas de Pós-Graduação e Pesquisa

Leia mais

Wordpress - Designtec. Manual básico de gerenciamento Práticas de Geografia

Wordpress - Designtec. Manual básico de gerenciamento Práticas de Geografia Wordpress - Designtec Manual básico de gerenciamento Práticas de Geografia 1 Índice Acessando o painel administrativo... 3 Gerenciamento de edições... 3 Gerenciamento de artigos... 3 Publicando mídias...

Leia mais

INFOAMBIENTE: GESTÃO AMBIENTAL DE RODOVIAS COM SIG-WEB

INFOAMBIENTE: GESTÃO AMBIENTAL DE RODOVIAS COM SIG-WEB Belo Horizonte/MG 24 a 27/11/2014 INFOAMBIENTE: GESTÃO AMBIENTAL DE RODOVIAS COM SIG-WEB Adriano Peixoto Panazzolo (*), Augusto Gattermann Leipnitz, Daniela Viegas, Társio Onofrio Cardoso da Silva, Thiago

Leia mais