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3 Este caderno destina-se, fundamentalmente, a prestar informação no domínio do conhecimento das notas e moedas de euro e a divulgar as boas práticas associadas à sua utilização, com o objectivo de contribuir para o incremento da confi ança do público e dos agentes económicos na circulação monetária. As notas e as moedas metálicas (vulgarmente designadas por numerário) são o instrumento de pagamento mais utilizado nas transacções comerciais do dia-a-dia, especialmente quando realizadas ao nível do pequeno comércio, muito embora se assista, nos últimos anos, a uma crescente utilização de meios de pagamento electrónicos, tendência que é característica das economias mais desenvolvidas. É geralmente aceite que o numerário é o instrumento de pagamento tradicional, com elevado nível de segurança, de utilização prática, confidencial e de liquidez imediata. Estas características conferem-lhe um papel de extrema relevância, tanto no presente, como no futuro, no contexto do funcionamento da economia. Deverá, no entanto, ser privilegiada uma utilização efi ciente e racional dos diversos meios de pagamento disponíveis, devendo adequar-se cada um deles (numerário, cheques e meios electrónicos de pagamento) ao tipo de transacções para que se encontram mais vocacionados. Com a introdução das notas e moedas denominadas em euros em 1 Janeiro de 2002, os Estados-Membros que integravam a União Económica e Monetária e que adoptaram o Euro, dentro dos quais Portugal, passaram a utilizar uma unidade monetária comum com ampla utilização internacional, o que trouxe inequívocas vantagens de natureza económica e social para os cidadãos desses Estados-Membros. É inquestionável que, quanto maior for o nível de conhecimento sobre as características das notas e moedas em euros por parte do público, mais habilitado este estará para proceder ao reconhecimento da sua autenticidade, o que, obviamente, reforçará a segurança e a certeza na sua utilização como meio de pagamento. Por outro lado, o uso generalizado do numerário impõe a existência de um conjunto de normas e práticas inerentes à sua utilização, no sentido de lhe conferir as garantias necessárias à sua aceitação global como meio de pagamento seguro e credível. Nesta reedição do caderno 8 incorporamos as alterações decorrentes da adesão ao Euro de Chipre (2008), Eslováquia (2009), Eslovénia (2007), Estónia (2011) e Malta (2008).

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5 Notas e Moedas de Euro Conceitos relativos às notas e moedas de euro 1. O que é o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC)? 2. O que é a União Económica e Monetária (UEM)? 3. O que é o Eurosistema? 4. Qual o signifi cado do símbolo ofi cial do Euro? 5. A quem está atribuída a responsabilidade pela emissão das notas e moedas de euro? 6. Como está organizada a produção de notas no Eurosistema? 7. Onde são cunhadas as moedas de euro? 8. É possível identifi car, pelo número de série da nota, o país responsável pela sua produção? 9. Que denominações existem para as notas de euro? 10. Existem diferentes tipos de moedas metálicas de euro? 11. Como se podem defi nir as notas e moedas? 12. Em que consiste o curso legal das notas e moedas? 13. Existem limitações ao curso legal das notas de euro? 14. Existem limitações ao curso legal das moedas metálicas de euro? 15. O que é o poder liberatório? 16. Qual é o poder liberatório das notas de euro? 17. Qual é o poder liberatório das moedas metálicas de euro? Notas de euro 18. O que representam as notas de euro? 19. Quais são as principais características das notas de euro? 20. Que outras características se podem observar nas notas de euro? 21. Que características específi cas foram introduzidas nas notas de euro para facilitar a sua utilização pelos defi cientes visuais? Elementos de segurança das notas de euro 22. As notas de euro são seguras? Elementos de segurança das notas de euro dirigidos ao público em geral e aos profi ssionais. - O papel fi duciário As marcas de água - O fi lete de segurança - A banda holográfi ca - O elemento holográfi co - A banda iridescente - O elemento que muda de cor - A fl uorescência - O registo frente/verso - A impressão em talhe doce - A mini-impressão e a micro-impressão 23. Como verifi car a genuinidade de uma nota de euro? Moedas de euro 24. O que representam as faces comuns das moedas metálicas correntes? 25. O que representam as faces nacionais das moedas metálicas correntes? 26. O que representam as faces nacionais das moedas metálicas correntes emitidas em Portugal? 27. Quais as faces nacionais da moeda metálica corrente? 28. Podem os Estados-Membros alterar o desenho das faces nacionais das moedas correntes? 29. Quais são as principais características das moedas de euro correntes e comemorativas? 30. Que outras características se podem observar nas moedas de euro correntes e comemorativas? 31. Que características foram introduzidas nas moedas de euro para facilitar a sua utilização pelos defi cientes visuais? Elementos de segurança das moedas de euro 32. As moedas de euro são seguras? Elementos de segurança das moedas de euro dirigidos ao público e aos profi ssionais. - Bordo - Inscrições no bordo - Relevo - Micro dots - Propriedades magnéticas 33. Como verifi car a genuinidade de uma moeda de euro? 3

6 8 Notas e Moedas de Euro Falsificação e contrafacção de notas e moedas de euro 34. Como está organizado o combate à contrafacção em termos europeus e nacionais? 35. O que se entende por falsifi cação de moeda (nota ou moeda metálica)? 36. O que se entende por contrafacção de moeda (nota ou moeda metálica)? 37. Qual o quadro penal da falsifi cação e contrafacção de moeda? 38. Colocar ou tentar colocar moeda (nota ou moeda metálica) falsa em circulação é crime? 39. O que fazer quando existam suspeitas sobre a autenticidade das notas e moedas de euro? 40. Como deve proceder um cidadão quando confrontado com uma nota ou uma moeda falsa/contrafeita ou sobre a qual exista dúvida sobre a sua autenticidade? 41. Como devem proceder as instituições de crédito e outras entidades que operam profi ssionalmente com numerário quando confrontadas com uma nota ou uma moeda falsa ou contrafeita? Notas danificadas ou mutiladas 42. Quais são os critérios para a troca de notas danifi cadas ou mutiladas? 43. Como proceder nas situações em que ocorra dano ou mutilação de notas? 44. Que cuidados devo ter com as notas? 45. O que é uma nota danifi cada por acção de sistemas inteligentes de neutralização de notas de banco (IBNS - Intelligent Banknotes Neutralisation System)? 46. Como devo proceder se me tentarem pagar ou dar troco com uma nota danifi cada por IBNS? 47. Como devo proceder se, inadvertidamente, já tiver na minha posse uma nota danifi cada por IBNS? Regras de reprodução de notas e moedas de euro 48. Em que circunstâncias é possível efectuar a reprodução de notas ou moedas metálicas de euro? 9 10 Troca de notas e moedas nacionais 49. Com o início da circulação do euro, em 1 de Janeiro de 2002, o que aconteceu às notas e moedas de escudo? 50. Ainda se podem trocar notas e moedas de escudo por euro? 51. Como se podem trocar notas de escudo por euro? 52. O que se entende por data de prescrição? 53. Na impossibilidade de deslocação a um balcão de tesouraria do Banco de Portugal, como se podem trocar notas de escudo por euros? 54. Poderá um comerciante promover uma campanha de aceitação de notas de escudo como forma de pagamento? 55. Como se podem trocar notas estrangeiras? 56. Até quando é possível trocar notas e moedas nacionais dos países do Eurosistema? 57. Quais são as taxas de conversão irrevogáveis das moedas nacionais dos países do Eurosistema para o euro? Questões práticas 58. Pode fazer-se um pagamento de 1000 euros com moedas de 2 euros? 59. Pode a moeda de colecção ser utilizada como meio de pagamento? 60. Um banco pode recusar-me o recebimento de moedas metálicas (correntes, comemorativas e de colecção)? 61. É possível recorrer ao Banco de Portugal para realizar operações de troco e destroco? 62. Onde é possível adquirir moeda metálica emitida por Portugal, tais como moedas correntes cunhadas num determinado ano ou moedas comemorativas e moedas de colecção? 63. Onde é possível adquirir moedas de euro emitidas por outros países? 64. É legal a afi xação de cartazes com avisos do tipo: Não se aceitam pagamentos com notas de 100 euros ou superiores? 65. Pode ser exigida identifi cação de alguém que queira fazer pagamentos com notas de 100, 200 ou 500 euros? 66. Uma nota/moeda contrafeita pode ser trocada por uma nota/moeda genuína? 4

7 Notas e Moedas de Euro Ao efectuar uma operação de depósito de dinheiro ou um pagamento ao balcão de um banco, o caixa pode recusar a sua conferência imediata e presencial? 68. Qual a diferença entre uma operação de depósito de dinheiro e uma entrega de dinheiro para depósito, quando realizadas ao balcão de instituição de crédito? 69. Posso defi nir as notas e moedas que pretendo quando levanto dinheiro ao balcão ou é o meu banco que defi ne as notas e moedas independentemente da minha vontade? 70. Os bancos estão obrigados a realizar operações de troco e destroco de notas e moedas de euro? 71. Que devo fazer quando ocorrer um problema em levantamento ou depósito de notas através de um caixa automático? 72. Um banco pode recusar-me um pedido de levantamento de dinheiro de uma das minhas contas de depósitos à ordem? 73. O que é a recirculação de numerário? 74. Que entidades estão obrigadas ao regime legal da recirculação? 11 Informações úteis 1. Legislação e recomendações comunitárias 2. Legislação nacional sobre o euro 3. Regulamentação do Banco de Portugal sobre o euro 4. Retirada de circulação de notas de euro 5. Endereços electrónicos úteis 6. Postos de atendimento do Banco de Portugal 7. Serviços prestados ao público aos balcões das Delegações e Agências do Banco de Portugal no domínio das notas e moedas 8. Polícia Judiciária 9. Esclarecimentos e sugestões a dirigir ao Banco de Portugal. 5

8 8 Notas e Moedas de Euro 1 Conceitos relativos às notas e moedas de euro Os actuais 27 Estados-Membros aderiram à UE faseadamente, conforme indicado no quadro seguinte: 1. O que é o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC)? O SEBC foi criado em conformidade com o Tratado que instituiu a Comunidade Europeia e os Estatutos do SEBC e do Banco Central Europeu (BCE). O SEBC é constituído pelo BCE e pelos bancos centrais nacionais (BCN) dos 27 Estados-Membros da União Europeia (UE). Ao contrário do BCE e dos bancos centrais nacionais, o SEBC não é dotado de personalidade jurídica, não tem capacidade de agir, nem órgãos de decisão próprios, limitando-se a estabelecer o elo orgânico entre o BCE e os bancos centrais nacionais e a assegurar que: i) o processo de decisão é centralizado, e ii) as funções atribuídas pelo tratado da Comunidade Europeia ao SEBC são desempenhadas por todos os participantes em conjunto e em linha com as atribuições de competências e os objectivos do Sistema Alemanha França Itália Bélgica Holanda Luxemburgo 1973 Dinamarca Irlanda Reino Unido 1981 Grécia 1986 Espanha Portugal 1995 Áustria Finlândia Suécia Chipre Hungria 2004 Eslováquia Letónia Polónia Eslovénia Lituânia República Checa Estónia Malta 2007 Bulgária Roménia 2. O que é a União Económica e Monetária (UEM)? O Tratado que instituiu a Comunidade Europeia estabeleceu o processo de realização da UEM em três fases: Primeira Fase Teve início em Julho de 1990 e terminou em 31 de Dezembro de Caracterizou-se, sobretudo, pela eliminação de todas as barreiras internas à livre circulação de capitais dentro do espaço comunitário. Segunda fase Teve início em 1 de Janeiro de 1994 e, entre outros aspectos, caracterizou-se pelo estabelecimento do Instituto Monetário Europeu (o antecessor do BCE), a proibição do fi nanciamento do sector público pelos bancos centrais nacionais e do seu acesso privilegiado às instituições fi nanceiras, bem como pelo estabelecimento da obrigação de evitar défi ces excessivos. Terceira fase Teve início em 1 de Janeiro de 1999, com a transferência da competência monetária para o BCE, a fi xação irrevogável das taxas de câmbio entre os Estados-Membros participantes na união monetária e a introdução do euro como moeda única. Porém, a transição para o euro fi duciário apenas ocorreu em 1 de Janeiro de 2002, data em que se procedeu à introdução física das notas e moedas de euro, as quais passaram, no fi nal de Fevereiro de 2002, a ser as únicas com curso legal na área do euro. 6

9 Notas e Moedas de Euro 8 3. O que é o Eurosistema? O Eurosistema é o termo que designa o BCE e os bancos centrais nacionais dos 17 Estados-Membros da UE que adoptaram o euro. Os 17 Estados-Membros que integram a UEM e que adoptaram o euro são: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta e Portugal. Além destes países, também o Mónaco, São Marino e o Vaticano adoptaram o euro como moeda ofi cial. 4. Qual o significado do símbolo oficial do euro? O símbolo do euro é - a letra E evidenciando duas linhas paralelas no seu meridiano. Este símbolo, inspirado na letra grega épsilon e invocando a Grécia como o berço da civilização europeia, representa a primeira letra da palavra Europa, enquanto que as duas linhas paralelas simbolizam a estabilidade interna da moeda. Designação Sigla Símbolo oficial Euro EUR O euro, enquanto moeda dos Estados-Membros do Eurosistema, está dividido em 100 subunidades designadas por cent ou cêntimos. 5. A quem está atribuída a responsabilidade pela emissão das notas e moedas de euro? As notas de euro são emitidas pelos bancos centrais nacionais do Eurosistema, sob autorização expressa do BCE, a quem cabe o direito exclusivo de autorizar a emissão de notas na área do euro. Os direitos de emissão das moedas metálicas de euro foram mantidos nos países que integram a área do euro, sem prejuízo da aprovação pelo BCE do volume das respectivas emissões. A entidade responsável pela emissão da moeda metálica varia de país para país, sendo que no caso de Portugal tal responsabilidade cabe ao Estado, através do Ministério das Finanças (Direcção- -Geral do Tesouro e Finanças), assegurando o Banco de Portugal a sua colocação em circulação. 6. Como está organizada a produção de notas no Eurosistema? A produção de notas de euro é actualmente realizada de forma descentralizada ao nível de cada banco central nacional do Eurosistema, através da celebração de acordos de produção entre esses bancos centrais nacionais. Isso signifi ca que cada banco central nacional da área do euro é responsável, anualmente, pela produção de uma ou mais denominações, para si próprio e para fornecer a outros bancos centrais. Essa produção equivale a uma parcela das necessidades totais do Eurosistema. Esta política visa assegurar o fornecimento de notas com qualidade consistente e uniforme, reduzir o número de locais de produção para cada denominação e, fundamentalmente, obter economias de escala no processo produtivo. Alguns bancos centrais nacionais adjudicam a sua produção a impressores privados, mantendo, no entanto, a responsabilidade pela qualidade das notas impressas. 7. Onde são cunhadas as moedas de euro? As moedas de euro são cunhadas nas respectivas casas da moeda de cada Estado-Membro, com excepção dos países que não têm Casa da Moeda e que, consequentemente, encomendam a produção das moedas a outros produtores. Em Portugal, a produção das moedas metálicas é da responsabilidade da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). 8. É possível identificar, pelo número de série da nota, o país responsável pela sua produção? Sim. A letra que antecede o número de série da nota identifi ca o país responsável pela sua produção, de acordo com a seguinte tabela: País Código País Código País Código Bélgica Z Itália S Eslovénia H Grécia Y Luxemburgo R Chipre G Alemanha X Holanda P Malta F Espanha V Áustria N Eslováquia E França U Portugal M Estónia D Irlanda T Finlândia L 7

10 8 Notas e Moedas de Euro 9. Que denominações existem para as notas de euro? As notas são idênticas em toda a área do euro, sendo a sua estrutura divisionária composta por 7 denominações: 5 euros 10 euros 20 euros 50 euros 100 euros 200 euros 500 euros 10. Existem diferentes tipos de moedas metálicas de euro? Sim, existem três tipos de moedas metálicas de euro, a saber: Moedas metálicas correntes: As moedas correntes destinam-se à satisfação das necessidades da circulação, tendo curso legal em toda a área do euro, apresentam uma face europeia comum a todos os Estados-Membros e uma face nacional. A face nacional identifi ca o país emissor. Existem 8 denominações diferentes: 1, 2, 5, 10, 20 e 50 cêntimos e 1 e 2 euros. As moedas metálicas correntes apresentam variações em diâmetro, peso, cor e composição, assim como um bordo diferente em cada denominação. Moedas metálicas comemorativas: Os Estados-Membros participantes no Eurosistema estão autorizados a emitir uma moeda comemorativa por ano, com o valor facial de 2 euros, apresentando uma face comum - igual à face da moeda corrente com a mesma denominação - e uma face nacional alusiva ao evento comemorativo. Estas moedas contêm os mesmos elementos e propriedades que as moedas de 2 euros correntes, e têm curso legal em toda a área do euro, podendo ser utilizadas, para a satisfação das necessidades da circulação. A primeira moeda de euro deste género foi emitida pela Grécia, em 2004, para comemorar os Jogos Olímpicos de Atenas. Para visualizar as moedas comemorativas emitidas pelos Estados- -Membros, da área do euro, aceda ao site institucional do Banco Central Europeu em Em casos excepcionais, os países da área do euro podem emitir mais do que uma moeda comemorativa no mesmo ano, desde que se trate de uma emissão conjunta e em comemoração de acontecimentos relevantes para toda a Europa (Exemplo: a moeda comemorativa do 50.º Aniversário do Tratado de Roma). Moedas metálicas de colecção ou para fins numismáticos: Mantendo a tradição que existia aquando da vigência das moedas nacionais, os Estados-Membros podem continuar a emitir moeda metálica para fi ns numismáticos ou de colecção, cumprindo, porém, as seguintes regras: - Deverão necessariamente ter um valor facial diferente do das 8 denominações destinadas à circulação, podendo, no entanto, ter valor facial coincidente com o das notas de euro de denominações mais baixas; - Deverão ser signifi cativamente diferentes das 8 denominações destinadas à circulação - cor, diâmetro e espessura - e as suas características, em Portugal, são publicadas em Diário da República; - O Estado-Membro emissor deve ser clara e facilmente identifi cável. Tais moedas poderão apresentar vários tipos de acabamento e podem ser utilizados diversos tipos de metais ou ligas metálicas, podendo ser vendidas ao valor facial ou acima deste, no caso de moedas com acabamento especial, estando o seu curso legal limitado ao Estado-Membro emissor. Para visualizar todas as moedas emitidas em Portugal aceda ao site institucional do Banco de Portugal em As moedas para fi ns numismáticos ou de colecção têm um valor nominal diferente das 8 denominações da moeda corrente, podendo, no entanto, ter valor facial coincidente com o das notas de euro. 11. Como se podem definir as notas e moedas? As notas e moedas são meios de pagamento emitidos pelos Estados com a fi nalidade de serem utilizados nas transacções económicas e aos quais, para tal, é conferido curso legal e poder liberatório. 12. Em que consiste o curso legal das notas e moedas? O curso legal decorre de um diploma legal que confere à nota e à moeda a capacidade para serem utilizadas como meio de pagamento num dado espaço territorial, tornando obrigatória a sua aceitação pelo valor nominal. Assim, o curso legal implica: a) Aceitação obrigatória b) Aceitação ao valor nominal total c) Poder para cumprir obrigações de pagamento 8

11 Notas e Moedas de Euro Existem limitações ao curso legal das notas de euro? As notas de euro têm curso legal ilimitado no espaço territorial que compreende os países que adoptaram o euro. Fora deste espaço, o euro não tem curso legal forçado. 14. Existem limitações ao curso legal das moedas metálicas de euro? O curso legal das moedas metálicas de euro difere consoante a categoria que integrem. Assim: - as moedas metálicas correntes e as moedas comemorativas destinadas à circulação têm curso legal em todo o espaço territorial da área do euro; - as moedas metálicas de colecção ou para fi ns numismáticos têm o respectivo curso legal circunscrito ao território do Estado- -Membro emissor. e comemorativas. Todavia, o público deve ter em consideração que as moedas de colecção se destinam a fi ns numismáticos e de investimento, pelo que deve abster-se de utilizá-las como meio de pagamento. Para pagamento de uma dívida, o credor (com excepção do Estado, do Banco de Portugal e das instituições de crédito) só está obrigado a aceitar, no conjunto de todas as denominações, um máximo de 50 moedas metálicas. 2 Notas de Euro As notas são idênticas em todo o Eurosistema, não havendo, portanto, especifi cidades nacionais. A sua estrutura divisionária é composta por 7 denominações: 15. O que é o poder liberatório? É a capacidade que a nota e a moeda têm para solver débitos e, de um modo geral, realizar pagamentos. 16. Qual é o poder liberatório das notas de euro? As notas de euro têm poder liberatório ilimitado, ou seja, qualquer nota de euro, independentemente do seu valor nominal, é apta para solver débitos ou realizar pagamentos de qualquer montante. Não existe limite para o número de notas a receber numa única transacção. 17. Qual é o poder liberatório das moedas metálicas de euro? O poder liberatório das moedas metálicas correntes e comemorativas de euro está, por via legal, limitado a 50 unidades, não podendo ninguém ser obrigado a receber mais do que aquela quantidade de moedas num único pagamento, com excepção do Estado, através das Caixas do Tesouro, do Banco de Portugal e das instituições de crédito. Esta limitação decorre da sua vocação de moeda divisionária ou de troco. No respeitante às moedas de colecção, o poder liberatório encontra-se determinado pelo diploma que aprove a respectiva emissão, sendo em regra defi nido um poder liberatório de 50 unidades, à semelhança do que sucede para as moedas correntes 9

12 8 Notas e Moedas de Euro 18. O que representam as notas de euro? Os desenhos das notas reproduzem estilos arquitectónicos de sete períodos da história cultural europeia. Nota (euro) 5 Clássico 10 Românico 20 Gótico Estilo arquitectónico representado 50 Renascentista 100 Barroco e Rococó 200 Arquitectura em Ferro e Vidro 500 Arquitectura moderna do século XX 10

13 Notas e Moedas de Euro 8 O autor dos desenhos das notas de euro foi Robert Kalina (Banco Central da Áustria), que venceu um concurso promovido para o efeito. Quer os pórticos e janelas, quer as pontes desenhadas nas notas foram idealizadas pelo artista e não correspondem a nenhuma construção existente na realidade. Na frente das notas, as janelas e os pórticos simbolizam o espírito de abertura e cooperação na Europa. As 12 estrelas pretendem signifi car o dinamismo e a harmonia na Europa contemporânea. 19. Quais são as principais características das notas de euro? As notas de euro distinguem-se, fundamentalmente pelas diferentes cores dominantes e pelas respectivas dimensões diferenciadas, como se constata no quadro abaixo. Nota Dimensões (mm) Cor dominante (euro) comprimento largura Cinzento Vermelho Azul Cor-de-laranja Verde Amarelo-torrado Púrpura No verso de cada nota fi gura uma ponte correspondente ao período arquitectónico representado na frente - metáfora sobre a comunicação e cooperação entre os povos da Europa e entre a Europa e o resto do mundo. 20. Que outras características se podem observar nas notas de euro? A designação euro em caracteres dos alfabetos romano e grego (EURO e EUPΩ); As iniciais do Banco Central Europeu em cinco variantes linguísticas e que representam as onze línguas ofi ciais dos países que à data de introdução do euro integravam a UE - BCE, ECB, EZB, EKT e EKP; O símbolo que indica a protecção dos direitos de autor; A bandeira da União Europeia; A assinatura do presidente do BCE. Jean-Claude Trichet Willem F. Duisenberg 11

14 8 Notas e Moedas de Euro 21. Que características específicas foram introduzidas nas notas de euro para facilitar a sua utilização pelos deficientes visuais? 3 A concepção das notas de euro teve em atenção as necessidades do público com incapacidade visual. Assim sendo, as notas apresentam: - Tamanhos diferentes: quanto maior o valor da nota, maior a sua dimensão. - Marcas tácteis junto aos bordos das notas de 200 e 500. Estas marcas não existem nas notas de 100, que têm a mesma altura das notas de denominação mais elevada. - Cores distintivas: as notas em sequência têm cores claramente contrastantes de modo a tornar mais fácil a sua identifi cação por daltónicos. A nota de 5 é cinzenta e a de 10 é vermelha. A de 20 é azul, sendo a de 50 cor-de-laranja e a de 100 verde. A cor da nota de 200 é o amarelo-torrado e a nota de 500 é púrpura. - O valor das notas impresso em grandes algarismos. Elementos de segurança das notas de euro 22. As notas de euro são seguras? Sim. As notas de euro são extremamente seguras. A sua produção é desenvolvida de acordo com os mais elevados padrões internacionais de segurança, reunindo alguns dos melhores elementos de segurança já utilizados nas notas nacionais dos Estados-Membros da área do euro, aos quais foram ainda acrescidos novos elementos de segurança, especifi camente concebidos para o euro. Esta diversidade de elementos de segurança difi culta de forma signifi cativa a imitação de notas de euro, o que, aliás, se pode facilmente confi rmar, pelo facto da maioria das contrafacções que têm vindo a ser apreendidas, serem passíveis de ser detectadas, mesmo sem o recurso a qualquer tipo de equipamento. Os elementos de segurança existentes numa nota de euro estão orientados para três grandes grupos de utilizadores: público, profissionais que operam com numerário e bancos centrais nacionais. Os elementos de segurança destinados ao público em geral, que adiante serão objecto de explicação detalhada, são: as marcas de água, o fi lete de segurança, a banda iridescente e o elemento que muda de cor, o registo frente/verso, a mini-impressão, o elemento holográfi co, a impressão em talhe doce e a numeração (dois números iguais compostos por doze dígitos). Os elementos de segurança destinados aos profi ssionais que operam com numerário são, além dos anteriormente referidos, as fi bras fl uorescentes, a ausência de fl uorescência do papel, a micro- -impressão, a fl uorescência da bandeira e do mapa, as cores fora da escala de cor e as propriedades magnéticas da numeração. Existe, por fi m, um conjunto de elementos de segurança que apenas são do conhecimento dos bancos centrais nacionais e que se encontram, maioritariamente, ao nível do papel e das tintas utilizadas na produção da nota. Para a identifi cação destes elementos, os bancos centrais nacionais recorrem a sofi sticados sistemas de verifi cação de autenticidade de notas. Elementos de segurança das notas de euro dirigidos ao público em geral e aos profissionais O papel fiduciário O papel utilizado na produção das notas é constituído 100% por fi bras de algodão que lhe conferem uma textura particular facilmente reconhecível ao tacto. No fabrico do papel são adicionadas fibras fluorescentes e incorporados outros elementos de segurança que permitirão garantir o reconhecimento de notas genuínas por diversos equipamentos, desde os sistemas de verifi cação de autenticidade utilizados pelos bancos centrais nacionais às máquinas de venda automática que as aceitam. As marcas de água As marcas de água, formadas durante o processo de fabrico do papel, são observáveis à transparência. Observando uma nota de euro contra uma fonte de luz vê-se: O motivo arquitectónico principal, que constitui a marca de água de contraste claro/escuro; Os algarismos representativos do respectivo valor, que constituem a marca de água de arame. O filete de segurança O fi lete de segurança é incorporado aquando da produção do papel, apresentando-se totalmente embebido neste. Quando observado à transparência, ver-se-ão: A palavra EURO; O(s) algarismo(s) referente(s) ao valor da denominação. 12

15 Notas e Moedas de Euro 8 A banda holográfica A banda holográfi ca está presente na frente da nota e permite observar uma superfície de cores intensas, quando se inclina a nota. Nas notas de 5, 10 e 20 euros a banda holográfi ca assume a forma de uma banda laminada que mede aproximadamente 8 mm de largura e encontra-se no lado direito da nota, a toda a sua altura. Ao inclinar a nota em diferentes ângulos vê-se alternadamente o símbolo do Euro ( ) numa cor viva e o(s) algarismo(s) referente(s) ao valor. Observando à transparência pode observar-se o símbolo a ponteado. A banda iridescente No verso das notas de 5, 10 e 20 euros, sensivelmente a meio, está presente uma banda iridescente que brilha quando se inclina a nota sob uma luz forte e que permite ainda observar o símbolo do Euro e a denominação. O elemento holográfico Nas notas de 50, 100, 200 e 500 euros o elemento holográfi co encontra-se presente no canto inferior direito, na frente da nota. Ao inclinar a nota em diferentes ângulos vêem-se, alternadamente, os algarismos referentes ao valor da nota e o motivo arquitectónico representado (pórtico ou janela), numa cor viva. Observando à transparência pode ver-se o símbolo a ponteado. O elemento que muda de cor No canto inferior direito do verso das notas de 50, 100, 200 e 500 euros existe um elemento que muda de cor, consoante o ângulo de observação. Com efeito, os algarismos referentes ao valor, quando observados de frente, assumem a cor púrpura mas, quando observados sob outro ângulo mudam de cor, passando a verde-azeitona ou mesmo castanho. 13

16 8 Notas e Moedas de Euro A fluorescência O papel da nota não é, em si, fl uorescente mas, quando observado sob uma luz ultravioleta evidencia elementos fl uorescentes nele incorporados: Na frente e no verso da nota estão distribuídas aleatoriamente, pela sua superfície, fibras vermelhas, verdes e azuis; Na frente da nota, o azul da bandeira da União Europeia e da assinatura do Presidente do BCE muda para verde, assim como as estrelas da bandeira se alteram de amarelo para cor-de-laranja; No verso da nota, a tonalidade do mapa da Europa, da ponte e da denominação converte-se em amarelo-esverdeado. A impressão em talhe doce A impressão em talhe doce produz relevo, perceptível ao tacto, e está presente nas seguintes partes da nota: Iniciais do BCE; Algarismo(s) referente(s) ao valor da nota; Pórtico ou janela. Nas denominações de 200 e 500 euros, esta impressão foi reforçada através da inclusão de marcas tácteis concebidas para facilitar o reconhecimento das notas por cegos e amblíopes. Na nota de 200 euros encontram-se no bordo inferior. O registo frente/verso No canto superior esquerdo da frente das notas são visíveis, em todas as denominações, marcas irregulares impressas. No canto superior direito do verso das notas estas marcas também são visíveis. Quando observadas à transparência, estas marcas complementam-se formando o(s) algarismo(s) referente(s) ao valor da nota. Na nota de 500 euros encontram-se no bordo direito. Frente Verso Frente / Verso 14

17 Notas e Moedas de Euro 8 A mini-impressão e a micro-impressão Estes dois tipos de impressão encontram-se presentes tanto na frente como no verso das notas. - mini-impressão (inscrições com 0,8 mm) - é visível a olho nu; - micro-impressão (inscrições com 0,2 mm) - só é detectável com a utilização de uma lupa, conforme a imagem seguinte. Inclinar Notas de baixo valor (5,10 e 20 euros) - A banda holográfica deverá apresentar, alternadamente, o valor da nota e o símbolo do euro; - A banda iridescente deverá brilhar, sendo observável o valor da nota e o símbolo do euro. Notas de alto valor (50,100, 200 e 500 euros) - O elemento holográfi co deverá apresentar, alternadamente, o motivo arquitectónico e o valor da nota; - O elemento que muda de cor passará de violeta para verde- -azeitona ou mesmo castanho. 23. Como verifi car a genuinidade de uma nota de euro? A verifi cação da genuinidade de uma nota de euro poderá ser realizada de forma rápida e efi ciente, bastando para tal recorrer à metodologia Tocar - Observar - Inclinar. Através de três simples procedimentos é possível verifi car os vários elementos de segurança da nota de euro. Tocar - O papel é fi rme e ligeiramente sonoro ao toque, não devendo transmitir uma sensação cerosa; - O tacto permite identifi car a impressão em talhe doce (relevo). Observar - As marcas de água, o fi lete de segurança, o registo frente/verso, e o símbolo a ponteado no holograma (colocando uma nota contra uma fonte de luz); - A presença de mini e micro texto (este último observável apenas com o auxílio de uma lupa); - A presença das propriedades ultravioletas (apenas observáveis sob uma luz ultravioleta). Para que, de uma forma fi ável possa comprovar a autenticidade de uma nota, é conveniente que não se baseie apenas na verifi cação de um dos elementos de segurança, mas que proceda a uma análise conjunta de vários elementos. No caso de subsistirem dúvidas acerca da sua autenticidade proceda de acordo com o defi nido na questão Moedas de Euro As moedas metálicas correntes e comemorativas expressas em euros, emitidas de acordo com as denominações e as especifi cações técnicas estabelecidas, destinam-se à circulação em toda a zona euro, sendo as únicas com curso legal em todos os Estados-Membros participantes e caracterizando-se por terem uma face comum e uma face nacional. 24. O que representam as faces comuns das moedas metálicas correntes? As faces comuns representam três mapas diferentes da Europa. No fundo são representadas as 12 estrelas da UE. As moedas de euro destinadas à circulação, foram desenhadas pelo belga Luc Luycx, designer gráfi co da Real Casa da Moeda da Bélgica. Com base no tema Objectivos e ideais da União Europeia, Luc Luycx concebeu três desenhos para a face comum das moedas de euro. O desenho original apresenta variações do mapa da União Europeia, num fundo de linhas paralelas que unem as 12 estrelas da bandeira da União Europeia. 15

18 8 Notas e Moedas de Euro 1, 2 e 5 cêntimos Está representada a UE em relação ao Mundo. 1 e 2 euros É dado ênfase à unidade, apresentando-se os 15 Estados- -Membros que à data da criação do euro constituíam a UE como um conjunto integrado. 10, 20 e 50 cêntimos É apresentada a UE como um grupo de nações individuais. Na sequência do alargamento da União Europeia (UE) de 15 para 25 Estados-Membros em Maio de 2004, os governos da UE (reunião do Conselho Ecofi n no Luxemburgo, em Junho de 2005) decidiram que o desenho da face comum devia sofrer alterações, uma vez que as moedas de 1 e 2 euros e as moedas de 10, 20 e 50 cêntimos exibiam a UE antes do seu alargamento. Assim, as moedas emitidas a partir de 2007 exibem todo o continente Europeu, em vez da antiga representação da União Europeia antes do seu alargamento em

19 Notas e Moedas de Euro O que representam as faces nacionais das moedas metálicas correntes? 1 e 2 euros A área central contém o selo real de A face nacional das moedas de euro destinadas à circulação é da responsabilidade de cada um dos Estados-Membros emissores, que procedeu à concepção dos seus desenhos. Os desenhos vão desde a representação do mesmo motivo em todas as moedas (por exemplo, Bélgica) a um desenho diferente para cada moeda (por exemplo, Itália), devendo indicar o Estado- -Membro emissor e a data de emissão da moeda. Para consultar todas as faces nacionais das moedas metálicas aceda a 26. O que representam as faces nacionais das moedas metálicas correntes emitidas em Portugal? As faces nacionais das moedas metálicas cunhadas em Portugal, foram desenhadas por Vítor Manuel Fernandes dos Santos, que se inspirou em símbolos baseados na Historia de Portugal, e representam os 3 selos reais de D. Afonso Henriques. Os selos encontram-se circundados por castelos e escudos de Portugal, que são, por seu lado, rodeados pelas 12 estrelas da União Europeia. 1, 2 e 5 cêntimos A área central contém o primeiro selo real de 1134 com a epígrafe Portugal; 10, 20 e 50 cêntimos A área central contém o selo real de 1142; 17

20 8 Notas e Moedas de Euro 27. Quais as faces nacionais da moeda metálica corrente? Face comum Faces nacionais Alemanha Áustria Bélgica Chipre Eslováquia Eslovénia Estónia Espanha Finlândia 18

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