MESTRADO ACADÊMICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

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1 MESTRADO ACADÊMICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO: IMPACTOS DOS VALORES PESSOAIS NO TRABALHO EM EQUIPE EM ORGANIZAÇÕES DO TERCEIRO SETOR DENIZE ATHAYDE DUTR A DA COSTA TURMA 2004 ORIENTADORA: Profa. Dra. Sylvia Constant Vergara

2 2 DEDICATÓRIA: A meu Pai, Guy Dutra da Costa, com todo o meu amor e saudade: A vida que tantas alegrias nos permitiu viver em família, nos colocou em 2004 frente a dois grandes desafios: a sua doença e o meu mestrado. Perdemos um deles, mas no nosso íntimo, sabíamos que, para você a vida era muita bela para viver com dor e que sua missão já tinha sido cumprida. Foi duro admitir isso, pela falta que você nos faz! Vencemos o desafio do mestrado, pois eu fui a Mestranda, mas não tenho dúvidas de que não estive só, Você esteve presente dando a força de que, em tantos momentos, precisei para não desistir. Foi a sua presença amiga, alegre, provocadora, irreverente, estimulante, sua atitude imprevisivelmente geminiana, sua transparente expressão de orgulho pelo que sou, pelo que fiz, que me fez chegar até aqui. Você sempre me fez crer que eu era capaz e isto foi a base para uma vida, que hoje olhando para trás, percebo ter sido de grandes conquistas e realizações. Muito obrigada Paizão, pela luz que me inspirou e que sempre estará me iluminando!

3 3 Antes do compromisso, há hesitação, a oportunidade de recuar, a ineficácia permanente. Em todo ato de iniciativa (e de criação), há uma verdade elementar cujo desconhecimento destrói muitas idéias e planos esplêndidos: no momento em que nos comprometemos de fato, a Providência também age. Ocorre toda espécie de coisas para nos ajudar, coisas que de outro modo nunca ocorreriam. Toda uma cadeia de eventos emana da decisão, Fazendo vir em nosso favor todo o tipo de encontro, de incidentes e de apoio material imprevistos que ninguém poderia sonhar que surgiria no caminho. Começa tudo que possas fazer, ou que sonhas poder fazer. A ousadia traz em si o gênio, o poder e a magia. Goethe A crença em Deus e o fato de concordar com as palavras de Goethe, me levam antes de tudo a agradecer pelo dom da minha vida, pela minha saúde, pela minha energia e por todas as Pessoas que Ele permitiu que fizessem parte desta minha trajetória, cujo significado maior é simplesmente, ter feito, ou fazer alguma diferença na vida dessas Pessoas e de tantos Outros que já passaram pelo meu caminho...

4 4 AGRADECIMENTOS: Manifestar gratidão sempre foi uma atitude que valorizei ao longo da minha vida, e se conseguisse resgatar em minha memória todas as pessoas que de forma direta ou indireta colaboraram com este trabalho, certamente a relação seria bem maior talvez do que o próprio trabalho. Por isso, início agradecendo a Todos aqueles, que de alguma forma contribuíram para a conquista deste objetivo. Sem querer incorrer no risco da ingratidão ou da injustiça, não posso deixar de me referir de forma muito especial a algumas pessoas, porque sem elas, certamente não teria sido possível. - A Thiago, melhor Presente que a Vida me deu, pelo que me faz crescer a cada dia por meio de seus questionamentos, suas observações, suas profundas manifestações de amor, por ter sido capaz de entender que apesar da minha ausência física no seu cotidiano, eu sempre estive ao seu lado, e pelo que já demonstra ter aprendido comigo, sobre a importância do trabalho na nossa realização pessoal. - A Randolfo por seu amor, por ter compreendido minha ausência do nosso convívio familiar e por ter sido uma inesgotável fonte de estímulo. - A minha Mãe por sua presença acolhedora, seu apoio inestimável a mim e em especial a meu filho e meu marido, durante minhas inúmeras ausências, tentando suprir a minha presença feminina, e por seu Exemplo de Guerreira!

5 5 - A Wanda, Tia, Madrinha, Amiga, Confidente, Assistente, Revisora, enfim, muito mais do que um braço direito...sem você também não teria chegado até aqui! - Ao Ramon e ao Guto, meus filhos emprestados pela disponibilidade em filmar e fotografar a pesquisa, conforme exigia a própria metodologia e pelo carinho que têm demonstrado em nosso convívio. - A toda a minha família e aos verdadeiros amigos, que muito além do incentivo, souberam compreender a minha falta de tempo para o nosso convívio tão afetivo e enriquecedor. - A minha irmã Simone, em particular, por ter despertado o meu interesse para o Terceiro Setor, ter facilitado o meu acesso a duas das instituições pesquisadas, pelos muitos materiais disponibilizados, e pela troca que sempre tivemos. - A minha turma de Mestrado por seu brilhantismo, por seu senso crítico extremamente desenvolvido, por sua juventude contagiante, pelo respeito e interesse pela minha maior experiência e em especial pelo carinho, colaboração e coleguismo. Eu me sinto eternamente responsável por aquilo que cativei!. - A meus Mestres pelo conhecimento compartilhado, pela inquietação que me fez buscar mais do que novas respostas, muitas novas perguntas... Pela compreensão e incentivo nos momentos difíceis! - A Profa. Deborah Zouain pela oportunidade de provar que a determinação e maturidade poderiam superar a falta de dedicação exclusiva ao mestrado, e pela confiança e outras possibilidades que me abriu.

6 6 - A equipe do CEFAP, da Secretária, da EBAPE e da Biblioteca pela total disponibilidade, profissionalismo e carinho com que sempre fui atendida. - Aos meus parceiros(as) de trabalho pela troca e pelo estímulo constante. - A Ana Paula Zambrotti por suas contribuições e bom humor. - Aos Sujeitos da minha pesquisa, que sem exceção, são Sujeitos na concepção mais profunda do termo, Cidadãos, Pessoas que muito mais do que respostas às questões acadêmicas, me deram uma grande lição de VIDA! - A minha Amada Mestra como eu brincando carinhosamente, a chamava durante o nosso convívio, Profa. Dra. Sylvia Vergara, orientadora com sua competência e rigor acadêmicos, desorientadora com sua mente brilhante, que me levava a desconstruir para reaprender, e amiga, com sua sensibilidade feminina, que soube dar o apoio na medida e nas horas certas, tornando-se para mim uma referência Profissional! A você Sylvia, minha eterna gratidão!

7 7 APRESENTAÇÃO O vertiginoso crescimento do Terceiro Setor, caracterizado tanto pelo surgimento de muitas organizações voltadas para o social, quanto pelo aumento do volume de recursos financeiros disponibilizados para uma gama de diferentes projetos, além da ampliação da abrangência e da visibilidade assumidas pelos mesmos, tem estimulado o interesse da academia. Essa evidência somada à percepção sobre o impacto positivo de algumas Organizações Não- Governamentais (ONGs) cujos indicadores demonstram estarem contribuindo para a inclusão social e a formação da cidadania, foram as principais razões que motivaram a realização deste estudo. Embora, nesta última década, muito se tenha escrito sobre o Terceiro Setor, ainda existem mais perguntas do que respostas no que diz respeito à sua gestão. As evidências, na mídia, e nos estudos acadêmicos mostram a grande necessidade de profissionalização no setor, cujas experiências são recentes e a literatura especializada ainda é escassa. Esse fato associado à natureza do problema desta pesquisa, que trata dos impactos dos valores pessoais sobre o modo como os profissionais desse setor trabalham em equipe, temas que recebem contribuições de várias ciências humanas e da filosofia, atribuem a este estudo um caráter transdisciplinar, abrangente e instigante. O tema permitiu a convergência da psicologia com a administração e com muitos outros saberes, aos quais estive exposta ao longo da minha formação acadêmica e experiência profissional. No primeiro capítulo, defino o problema e apresento a metodologia utilizada na pesquisa, esclarecendo como os dados foram coletados e tratados sob um olhar fenomenológico, já que estamos tratando de aspectos altamente subjetivos, que não permitem a busca de uma verdade definitiva e cujo fenômeno é a própria consciência do indivíduo, de seus valores, de sua interação no grupo, etc. Ainda nesse capítulo argumento

8 8 sobre a relevância deste estudo para o Terceiro Setor e para a ciência da administração em geral. No segundo capítulo, trato da perspectiva individual, abordando a formação do Sujeito e de seus valores, bem como, do impacto que esses valores têm sobre as escolhas e ações dos indivíduos. Utilizo a teoria da complexidade, especialmente Edgar Morin, e enriqueço com outros autores, criando um diálogo entre tais pensadores e os sujeitos da pesquisa, por meio de seus discursos e das fotografias utilizadas como técnica de coleta de dados, conforme descrito no capítulo 1. No terceiro capítulo, trato da perspectiva grupal, ou seja, como se dá a interação do Sujeito no grupo, e quando, e como um grupo pode ser considerado uma equipe. Analiso quais são as condições e características necessárias para a eficácia de uma equipe, por meio da proposição de vários autores contemporâneos que se complementam em relação a esses conceitos. Desenvolvo uma trama entre tais autores e a fala dos Sujeitos da pesquisa, sobre suas percepções e atuações nos grupos ou nas equipes das quais fazem parte. O quarto capítulo é a conclusão desta dissertação. Nele, relacionando os conceitos abordados nos dois capítulos anteriores à pesquisa de campo, respondo ao problema proposto e sugiro outros estudos complementares, uma vez que os resultados alcançados, não são conclusivos, nem podem ser generalizados.

9 9 RESUMO Este estudo teve como principal objetivo responder ao seguinte problema: Em que medida os valores dos profissionais de projetos sociais contribuem para um modo específico de trabalhar em equipe? Em busca desta resposta realizei uma pesquisa bibliográfica e de campo, com entrevistas em profundidade e a técnica de construção com fotografias. A análise dos dados foi feita sob um olhar fenomenológico. Este relatório de pesquisa está estruturado em dois eixos: a compreensão do indivíduo, e de suas relações com o grupo. No primeiro, tratei da formação do Sujeito e de seus valores; no segundo, abordei as relações do Sujeito com o grupo e mais especificamente, do conceito de equipe e das principais características e condições que garantem um trabalho de equipe eficaz. Ambos os capítulos foram desenvolvidos com análise interparticipante, mostrando transcrições das partes mais relevantes das entrevistas e dos trabalhos gerados pelos grupos e dados da pesquisa bibliográfica. Conclui que, no caso da amostra pesquisada os valores pessoais influenciam o modo dos profissionais do Terceiro Setor trabalharem em equipe, e que tais profissionais são cooperativos e comprometidos com seus respectivos projetos.

10 10 ABSTRACT This study had the main purpose to answer to the following issue: How far the social projects experts s values contribute to a specific manner of working as a team? Searching for this answer, bibliography and field researches, with deep interviews and the picture construction technique were accomplieshed. The data analysis was carried out under a phenomenological view. This research report is structured in two pivots: The understanding of the individual, and of his relationship within the group. Firstly, I dealed with the formation of the Individual and his values; secondly, I focused the relations of the Individual with the group and more specifically, the team concept and the main characteristics and conditions that guarantee an efficient teamwork. Both chapters were developed through interpaticipating analysis this is by showing transcriptions of the most relevant parts of the interviews and of the works produced by the groups to as well as data from the bibliographic research. I concluded that, in the case of the researched sample, personal values really act on the way the Third Sector experts work in team, and that these experts are cooperative and committed to their respective projects.

11 11

12 12 Capítulo 1 O problema e a Metodologia Este capítulo tem como objetivo apresentar o problema, sua delimitação e sua relevância para a ciência da Administração, bem como, explica qual a metodologia escolhida para a realização da pesquisa e que norteou a análise de todos os dados coletados. 1. O Problema 1.1 Introdução É inquestionável que a capacidade para trabalhar em equipe tornou- se uma competência crítica para o sucesso dos profissionais e das organizações. Também não existem mais dúvidas de que os valores e crenças pessoais influenciam a forma pela qual as pessoas agem e trabalham, seja individualmente ou em grupos. A maioria da literatura a respeito destes dois temas, valores e trabalho em equipe, aborda o assunto contextualizando-o nas organizações privadas, essencialmente determinadas pela lógica do mercado, e por isso, buscam e estimulam em seus profissionais valores que sejam compatíveis com a primazia do lucro (ANSART (1978), CHANLAT (1996), KATZENBACK(1994), MOSCOVICI (1999), MOTTA (2002), PAGÈS (1987), RAMOS (1989), RITTO (2005), SENGE (197), TAMAYO (2005), VERGARA (2003)). Parecem ser escassos os estudos que tratem especificamente dos valores de profissionais do Terceiro Setor, e da forma como atuam. A lógica dominante de tal Setor, pelo menos teoricamente, não deveria ser a mesma das organizações privadas, já que o propósito destas organizações

13 13 não é gerar lucro, e sim, bem-estar social por meio de projetos em diferentes vertentes. O acentuado crescimento do Terceiro Setor tem levado alguns estudiosos a analisarem em que medida as teorias e práticas de gestão oriundas das organizações privadas e, até mesmo, das públicas são adequadas para o Terceiro Setor, já que este tem características muito distintas dos outros dois setores embora a eles muito se assemelhe, uma vez que todas as organizações são constituídas por pessoas, com toda a complexidade a elas inerentes. Falar desta complexidade implica considerar todas as dimensões (biológica, intelectual, emocional, afetiva, social, espiritual) do ser humano, numa perspectiva holística; sua relação de recíproca influência com o ambiente; seus valores, crenças, ideologia e a interdisciplinaridade de enfoques que podem explicar os diversos fenômenos humanos. É comum perceber nas pessoas que atuam no Terceiro Setor, um discurso permeado de valores sociais, expressos no desejo de servir, de ser útil à sociedade, de fazer alguma diferença, de contribuir para tornar a sociedade mais justa, enfim, um forte sentimento de solidariedade, de justiça, e outros que caracterizam pessoas consideradas politicamente corretas. Imagina-se que tais pessoas seriam mais propensas a uma atitude mais cooperativa, conciliadora e facilitadora do trabalho em equipe, ou seja, mais propensas a gerarem maior sinergia. Será assim? Estas e outras reflexões e questionamentos instigaram esta pesquisa, cujo objetivo final foi responder ao seguinte problema: Em que medida os valores dos profissionais de projetos sociais contribuem para um modo específico de trabalhar em equipe?

14 Objetivos Intermediários Os seguintes objetivos intermediários foram propostos: Identificar as convicções filosóficas, sociais, políticas e éticas que fundamentam as escolhas e ações dos profissionais que atuam em projetos sociais. Investigar como estes profissionais atuam em equipe, quando trabalham em seus respectivos projetos. Identificar se existem diferenças significativas na forma de trabalhar em equipe dos profissionais com vínculos formais com os projetos em relação aos que atuam como voluntários.

15 Delimitação do Estudo Este estudo tratou da relação entre valores pessoais e trabalho em equipe, no contexto de projetos sociais em instituições do Terceiro Setor, por meio (a) da identificação das convicções filosóficas, sociais, políticas e éticas que fundamentam as escolhas e ações dos profissionais que atuam nos projetos objeto da pesquisa; e (b) da investigação do modo como estes trabalham em equipe. Como o tema valores é amplo e multidisciplinar, optei partir da Teoria da Complexidade e buscar contribuições de outros autores que ratificam, complementam estes conceitos, visando criar uma teia de idéias que permita compreender em que medida os valores identificados realmente influenciam o modo de trabalhar em equipe dos profissionais sujeitos da pesquisa, o que exigiu também abordar alguns conceitos sobre trabalho em equipe, conforme descrito adiante. Este estudo não consistiu em uma análise histórica, pois tratei apenas do contexto atual destes projetos, e nem se propôs a fazer prescrições sobre a gestão destas ou outras equipes, especialmente fora do Terceiro Setor, já que esta pesquisa tem caráter descritivo e explicativo.

16 Relevância do estudo A literatura sobre valores é ampla e constitui objeto de estudo de várias áreas do conhecimento humano, da filosofia às ciências, e o tema - trabalho em equipe - também é bastante explorado, especialmente na área da gestão, mas a ênfase destes estudos é quase sempre em empresas orientadas para o mercado, alguns para organizações públicas. São poucos os orientados para o Terceiro Setor. Assim sendo, parecem escassos estudos que contemplem a relação entre estes dois temas valores e trabalho em equipe, e muito menos no contexto do Terceiro Setor. Este Setor apresenta acelerado crescimento, face à falência do modelo do Welfare State, transferindo, pelo menos em parte, para estas organizações o papel que antes era do Estado. Mesmo sem fins lucrativos, tais organizações também precisam prestar contas aos investidores e apresentar resultados ainda que de outra natureza, o que exige uma gestão eficaz. É exatamente este o ponto de uma possível contribuição para as organizações do Terceiro Setor que, compreendendo em que medida os valores pessoais podem influenciar o modo de trabalhar em equipe poderão, a partir deste estudo, repensar suas práticas de gestão, tanto no que diz respeito à escolha de seus profissionais, como quanto ao alinhamento dos valores das pessoas e da organização, no sentido de promover a possibilidade de realização pessoal dos primeiros, e maximizar os resultados da segunda. Para os profissionais ligados à gestão do Terceiro Setor, a pesquisa trará visão mais realista, portanto menos idealizada, sobre esta questão dos valores, porque pode ser que determinados valores só façam diferença

17 17 para o trabalho voluntário e não para aqueles profissionais remunerados para atuar nestes projetos sociais. Para a academia, este estudo poderá ser a base para futuras pesquisas que permitam criar fundamentos para práticas de gestão mais compatíveis com esta realidade e enriquecer a literatura sobre este tema, estabelecendo relações pouco usuais, e contribuindo de uma maneira geral para o alargamento das fronteiras do conhecimento em Administração. Para a área da administração pública, este estudo é relevante, na medida em que o Estado além de investidor, tem trabalhado em parceria com o Terceiro Setor, na busca da inclusão social, da formação da cidadania e do desenvolvimento sustentável, por meio de diferentes projetos sociais. Neste aspecto, fica evidente alguma contribuição que este estudo pode trazer para a sociedade de forma geral.

18 METODOLOGIA Considerando a natureza do problema da pesquisa e o interesse da pesquisadora, a metodologia escolhida está a seguir explicada Tipo de Pesquisa A partir da tipologia sugerida por Vergara (2004), posso classificar a pesquisa proposta em: a) Quanto aos fins: Descritiva e explicativa, devido à natureza do problema de pesquisa que, além de identificar os aspectos ideológicos dos profissionais que atuam em projetos sociais, se propôs a explicar em que medida estes aspectos influem na sua forma de trabalhar em equipe. b) Quanto aos meios: Pesquisa de campo, pois foi realizada uma investigação empírica, com profissionais que atuam em projetos sociais em ONGs. Bibliográfica, já que pesquisei em livros, publicações acadêmicas, jornais, revistas e outros materiais acessíveis ao público em geral.

19 Universo e amostra O universo desta pesquisa foram as Organizações Não- Governamentais (ONGs) do Rio de Janeiro, sendo que a amostra foi constituída de três ONGs, escolhidas por atuarem em diferentes áreas (cultura, inclusão digital, projetos sociais diversificados), por terem em comum o objetivo da inclusão social e da formação da cidadania, além de serem reconhecidas pela sociedade local, do Brasil e do exterior, com projetos bem sucedidos e, por isso, gozam de credibilidade. Outro aspecto que contribuiu para a escolha da amostra foi o fato de saber que os três projetos contavam com a participação de profissionais bem diversificados, em termos de formação acadêmica e experiência. Além disso, importante na escolha foi a acessibilidade às ONG s. A primeira ONG pesquisada foi o Comitê para Democratização da Informática - CDI, uma organização não- governamental, sem fins lucrativos que, desde 1995, desenvolve o trabalho pioneiro de promover a inclusão social, utilizando a tecnologia da informação como um instrumento para a construção e o exercício da cidadania. Por meio de suas Escolas de Informática e Cidadania, o CDI implementa programas educacionais no Brasil e no exterior, com o objetivo de mobilizar os segmentos excluídos da sociedade para a transformação de sua realidade. Além de atuar em comunidades de baixa renda, a organização desenvolve projetos voltados para públicos específicos, como portadores de necessidades especiais (deficiência visual, distúrbios psiquiátricos, etc), jovens em situação de rua, populações carcerárias, aldeias indígenas, entre outros. A instituição acredita que o domínio das novas tecnologias não apenas abre oportunidades de trabalho e de geração de renda, mas possibilita o acesso a fontes de informação e a espaços de sociabilidade, que propiciam a busca coletiva de soluções para os problemas enfrentados pelas comunidades. O fundamental é promover a apropriação social da

20 20 tecnologia por diversos tipos de públicos, estimulando o pensamento crítico e favorecendo a participação de todos segmentos da sociedade no desenvolvimento político, social e econômico de nosso país. Aplicando, em sua metodologia, conceitos e valores fortemente fundamentados na pedagogia de Paulo Freire - de educação para a conscientização e a transformação social - o CDI trabalha em parceria com entidades comunitárias, provendo os equipamentos, softwares e a implementação do modelo educacional, por meio do treinamento e acompanhamento contínuo de coordenadores e educadores. Cada escola é uma unidade autônoma, baseada em um modelo de autogerenciamento e autosustentação, por meio da cobrança de uma mensalidade simbólica, e, ainda de trabalhos voluntários. A matriz possui um papel vital na manutenção da Rede CDI, onde além de formar e acompanhar os CDI s regionais capta recursos, atualiza constantemente o modelo educacional, valida e estimula a troca das melhores práticas. No Brasil, o CDI está representado em 30 cidades, de 19 estados brasileiros. Internacionalmente, já são 11 Comitês Regionais, em oito países. Há um total de 965 Escolas de Informática e Cidadania (EICs), contando com educadores, computadores instalados e voluntários A segunda ONG é conhecida como Grupo Cultural Afro Reggae, GCAR, surgiu em janeiro de 1993, inicialmente em torno do jornal Afro Reggae Notícias - um veículo de informação que visava à valorização e à divulgação da cultura negra, voltado, sobretudo, para jovens apreciadores de ritmos como reggae, soul, hip-hop, etc. O plano inicial era ter um tipo de intervenção mais direta junto à população afrobrasileira, e para isto, inauguraram, em 1993, na favela de Vigário Geral, o primeiro Núcleo Comunitário de Cultura, iniciando assim o desenvolvimento de alguns projetos sociais. Em pouco tempo, esse núcleo se consolidou a partir das primeiras oficinas - que foram dança,

21 21 percussão, reciclagem de lixo, futebol e capoeira - e preparou o terreno para novas empreitadas. Atualmente, o GCAR desenvolve diversos programas e projetos em quatro diferentes comunidades. Em Vigário Geral, o Programa Social envolve, além de diversas oficinas - música, capoeira, teatro, hip hop e dança -, o Criança Legal, que é um programa de apoio às crianças que estão em idade pré-escolar, no qual, durante dois anos elas participam de atividades de socialização e alfabetização, com a garantia de matrícula em escolas da rede pública municipal. Os pais também freqüentam reuniões semanais, nas quais são discutidos temas como: violência doméstica e cuidados com higiene pessoal. Além disto, eles recebem cestas básicas de alimentação, o que tem gerado uma melhora geral nas condições de vida de cada família que integra o programa. Apesar de toda a diversidade de atividades, a música tem sido, em Vigário Geral, o melhor instrumento para atrair os jovens para participarem do GCAR. O sucesso obtido com a Banda Afro Reggae, tanto artístico, quanto modelo de projeto social, fez com que outros jovens quisessem percorrer o mesmo caminho e, hoje, existem em Vigário mais três grupos musicais, que estão em fase de amadurecimento, mas que já fazem apresentações públicas: Banda Makala Música e Dança, Afro Lata e Afro Samba. Além de outros subgrupos: Afro Mangue, Tribo Negra, Akoni e Kitôto. A missão institucional que pauta o GCAR, até hoje, é oferecer uma formação cultural e artística para jovens moradores de favelas, de modo que eles tivessem meios de construir suas cidadanias e, com isto, pudessem escapar do caminho do narcotráfico e do subemprego, transformando-se também em multiplicadores para outros jovens. A terceira ONG é o RIOVOLUNTÁRIO, que desde a sua fundação em 1997, busca mobilizar e engajar os cidadãos em ações voluntárias organizadas, sérias e comprometidas, aproximando voluntários e

22 22 instituições em torno de interesses comuns, e transformando necessidades sociais em oportunidades de participação solidária. Sua atuação baseia- se em dois eixos principais: na coordenação do voluntariado e no programa brasileirinho, que envolve projetos na área de educação, saúde, esporte, artes, qualificação profissional e outros. O Programa Brasileirinho tem como objetivo qualificar o atendimento de crianças, de zero a quatro anos, matriculadas em creches comunitárias, localizadas em comunidades de baixa renda, no município do Rio de Janeiro, desenvolvendo, com as creches selecionadas as seguintes ações básicas, num período de cinco anos: - Reforma do espaço físico;- Aquisição de equipamentos; - Capacitação das educadoras / acompanhamento pedagógico ;- Capacitação dos gestores e assessoria ;- Atividades sócio-educativas com as famílias das crianças. Este projeto também busca mobilizar uma rede de proteção social às crianças, através de parcerias com a comunidade, órgãos e empresas públicas e privadas, organizações da sociedade civil, nacionais e internacionais, e voluntários. Nesta configuração, a Prefeitura responsabiliza- se pelos salários e alimentação; as organizações e instituições financiam reformas do espaço físico, aquisição de equipamentos, doação de bens materiais e ações junto aos educadores, gestores e famílias das crianças. Os voluntários, por sua vez, desenvolvem trabalhos, de acordo com suas especialidades/habilidades, alinhados à proposta pedagógica do Brasileirinho.

23 Seleção dos sujeitos Por acessibilidade foram selecionadas 30 pessoas, sendo em média 10 profissionais de cada uma das três ONGs. Este número foi considerado suficiente para a coleta de dados. A busca de dados foi realizada com cada Diretor (três) e com os três profissionais responsáveis pelas coordenações de projetos e contratações de duas das ONG s pesquisadas. No Afro-reggae como era o próprio Diretor quem fazia as contratações, apenas ele foi entrevistado. Os demais sujeitos da pesquisa, 24 pessoas, foram profissionais de nível técnico, com formações acadêmicas diversificadas, que atuam em diferentes funções nos projetos sociais, sendo 8 voluntários, conforme mostra o quadro a seguir: ONG CDI AFRO- REGGAE RIOVOLUNTARIO Profissionais (1995) (1993) (1997) Diretores Coordenadores ou Responsáveis por contratações Profissionais técnicos Contratados Profissionais técnicos Voluntários Total Quadro 1: Demonstrativo dos Sujeitos da pesquisa A indicação da pesquisadora aos Diretores da três ONG s foi fundamental para facilitar todo o processo da pesquisa de campo e para que eles concordassem em disponibilizar os profissionais em grupo em um mesmo horário para realização do workshop.

24 Coleta de Dados O trabalho de campo foi realizado no período de janeiro e fevereiro de 2006, por meio de duas técnicas: entrevistas e técnica de construção com fotografias. As entrevistas foram semi-estruturadas, conforme pauta no apêndice A, e feitas com os diretores e coordenadores responsáveis pela contratação dos profissionais, para os respectivos projetos, que cada ONG desenvolve. As entrevistas tiveram uma duração de aproximadamente duas horas e permitiram uma maior interação com o sujeito, para obtenção de informações acerca do que eles pensam, sabem, crêem, sentem, desejam, enfim, sobre seu mundo interno. No rapport das entrevistas foi explicado para cada gestor o objetivo e os procedimentos do workshop que seria realizado com os demais sujeitos da pesquisa. Nesse momento, eles apresentaram a pesquisadora às pessoas responsáveis pela convocação desses profissionais para a participação no workshop (Apêndice A). As entrevistas foram gravadas com a autorização prévia do entrevistado, e utilizadas como recurso de análise (Apêndice B).Tendo em vista a característica metodológica da pesquisa, optei pela análise interparticipante (VERGARA, 2005 p.88), mostrando transcrições das partes mais relevantes para minha análise, das entrevistas e dos trabalhos gerados pelos grupos (conforme figura), e mesclando com meus comentários inspirados pelo olhar hermenêutico de todo o processo.

25 25 Diagrama 1:Análise Interparticipante REFERENCIAL TEÓRICO Observações da pesquisadora Fala dos entrevistados Olhar Hermenêutico Depoimentos participantes dos workshops Painéis das Fotos

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