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1 Transcrição do Programa Midiático Conexões Urbanas. Temática: Policiais do Rio de Janeiro. Exibição: 23/10/2009. Transcritores: Luciana Vasconcelos Machado e Mirele Boraschi. Revisor: Wesley Diego Alves (Bolsista-Sae). Introdução do Programa José Junior = Delegado Carlos Oliveira = Bandido 1 = B1 Narrador = NA B1 NA você lê no jornal que a violência (es)tá cada vez pior...será que essa é toda a verdade? ((corte de cena: aparece em um helicóptero)) é por isso que a segunda temporada do Conexões Urbanas vai mostrar os dois lados de uma tragédia carioca...são dois programas...((corte de cena, está na rua e no fundo da cena há alguns policiais)) um com a visão da polícia (( está,aparentemente, em uma favela)) eles (es)tão aqui...não querem encarar...mas(es)tão aqui...(vo)cê vai ver os locais...(vo)cê bateu onde eles estão e pronto ((junto a, anda pelo morro)) (vo)cês viram aqui?viram? ((barulho de helicóptero)) ((na rua com viaturas ao fundo)) e na semana que vem com a visão dos bandidos ((a câmera não filma os rostos dos bandidos)) cada apertada de gatilho é uma palavra...uma vida d um amigo que ele tirô(u)...e assim vai ((corte de cena)) ((na rua com viaturas ao fundo)) você tira suas próprias conclusões ((corte de cena para a exibição da vinheta do programa)) apoio Petrobrás o desafio é a nossa energia e grupo Santander Brasil valorizando ideias por uma vida melhor Entrevista com em sua casa Delegado Carlos Oliveira = ((cenas do interior da casa do delegado, o delegado se arruma para o trabalho)) toda noite antes d uma operação eu nunca durmo... procuro

2 não pensá(r) mas não dá... eu não tenho costume não... (vo)cê sabe por que? porque eu não tenho rotina... cada dia pode acontecer uma coisa nova um fato novo... essa é uma das... características desse trabalho... não tem rotina... tchau filho... lá fora tem muita coisa... (( sai de casa)) essa hora eu peço a Deus... para me guiar... que eu faço de melhô(r)... ((corte de cana, anda em direção a porta da delegacia)) eu vi a primeira pessoa ser morta na minha frente com quat(r)o anos de idade... cresci:: vendo gente ser morta Entrevista com na Delegacia José Junior = Delegado Carlos Oliveira = calhou que eu sai da comunidade p(a)rapolícia...convivo c(om)a violência até hoje...mas a violência eu não aplico como solução para nada na vida...eu era funkeiro tinha aqueles cabelos:: 1 [de funkeiro] na época que funk era coisa de neguinho da favela né? a:: playboyzada não curtia funk como curti hoje... eu fiquei desempregado minha namorada que hoje é minha esposa casada comigo há vinte cinco anos né? é... engravidô(u) p(r)o falei po tem que arrumar um trampo né? Fui pro barbeiro eu vou cortar o cabelo para ficar mais apresentável...fui pro barbeiro cheguei lá abri o jornal o barbeiro sempre tem um jornal pra gente ler esperando ali...concurso para PM...eu falei vou fazer isso aqui mesmo...euacho que eu era vocacionado para isso desde que eu nasci 1 [tonhonhoim] ((corte de cena, policiais entrando nas viaturas e tanques para início da operação)) eu não sou viciado em adrenalina não... eu gosto de:: de ter uma vida tranquila...mas adrenalina é::é natural pr esse trabalho... perigoso né? mas que é emocionante é emocionante ((corte de cena, volta para a delegacia)) qual é o motivo da operação? é um paiol lá pra gente ver... agora que eu falei ninguém mais sai daqui... nem usa celular em?... só periodicamente a gente tem que voltar nessas comunidades todas... co/as as denúncias são muitas... que a gente tem que verificá(r)... e:: até pra dar credibilidade...ao fato de se denunciar né? José Junior = 55 você é contra ou a favor da política de confrontos?

3 a política da polícia civil é...ir ((exibição de cenas de viaturas se locomovendo)) nessas loco:: comunidades sempre que a investigação...é:: determiná(r) que está madura pra ser feito uma operação... não dá pra você ter uma investigação...você tê(r)...a::a elucidação de vários crimes cometidos por esses bandidos simplesmentefalá(r) não eles são bem armados isso pode provocar um confronto e não ir Acompanhamento dos policiais em operação no caveirão José Junior = Delegado Carlos Oliveira = Policial 1 = P P1 ((dentro do tanque em início de operação)) vai até o final vai até o final peraepe/pe/pe/perae volta volta é madeira é madeira? Ah (es)tá ((barulho de helicóptero)) aquele na verdade aquele helicóptero ali ((aponta e olha para cima)) é pacificador mesmo...(es)ta? ele/e/ ele...se os caras andam... e não querem mais encarar o caveirão o helicóptero é muito grande(inint)((aponta para cima))... eles tem uma visão privilegiada ((barulho de helicóptero e tiros, exibição de cena de policiais no helicóptero com armas dando tiros em direção à favela)) Entrevista 2 -Helicóptero Parado José Junior = Adonis Lopes = AL AL AL AL AL o helicóptero cheg/sempre chega antes ou junto com a operação? depende do::do planejamento da estratégia... mas ou junto... ou antes você quando vai numa favela você não sabe a geografia do lugar a gente sabe... hoje em dia nossa/nosso time aqui... ele sabi:: conheci:: sabe o/onde é morro... onde é favela... onde tem fio... onde tem antena (vo)cê consegue enxergar 2 [dá pra ter o panorama total] 2 [tudo...tudo tudo] 3 [e::] de movimentação 3 [de tudo] o::você viu/você entende tudo... agora isso... ((cenas filmadas do helicópetro)) com o tempo só qui/qui a pessoa que começa a trabalhar em aviação e helicóptero... ela só com o tempo que ela começa realmente ter

4 noção do que (es)tá acontecendo ali... entender rapidamente raciocinar... e ter uma atitude uma resposta rápida... e tem que sê(r) a resposta...ce/certa ((barulho de helicóptero com tiros dos policias em direção a favela)) ((barulho de aterrissagem/pouso)) Acompanhamento da ação dos policiais nas ruas José Junior = Delegado Carlos Oliveira = ((policias atentos conversando))(inint) vamo descer?va/vamo descer...(es)tá bom ((policiais e saem do interior do tanque)) não eu não sei se o alvo é ai ele pediu pra parar o blindado aqui...((já na rua, está com a arma pronto para o combate)) (( dirige-se a )) sai daí...fica/fica ai ((grita e gesticula)) entra...entra...entra neném entra...vai p(ar)a casa... vai pra casa entra ai tem uma senhora ((grita))entra ae senhora ((barulho do tanque passando)) (es)tá sozinho lá? (es)tá sozinho mar(inint)? tem mais alguém com você? ((corte de cena, exibição de cenas do interior do tanque)) ((cenas da favela)) que é operação todo mundo sai pra olhar...ai aumenta o risco de alguém sair ferido... mudou a::a conduta das pessoas... quando eu comecei na polícia por exemplo... há::há vinte e três anos atrás... tinha uma operação policial ficava todo mundo dentro de casa só saia quem tinha que sair pra trabalhar mesmo ou que tinha... agora não... a pessoa sai p(ar)a ficar olhando que que (es)tá se passando você acha que oquê?... que as pessoas confiam mais na polícia? não...a questão não é essa 4 [(inint.)] é o costume... é o costume 4 [(inint) mais tranqüilidade] como se fosse (inint) é a rotina é banal exato...as pessoas hoje num/num tem mais aquele::... aquela mesma resignação que se constrange...que bate com relação (inint) pelos menos...as pessoas de comunidade que vivem nesse cotidiano...de/de violência escutam os tiros...sai pra ver que que (es)tá acontecen(d)o e a rua (es)tava vazia ((exibição do que está acontecendo nas ruas naquele momento da entrevista, as pessoas estão mesmo na rua))

5 você viu aqui...foi feito contato... com os bandidos aqui na rua de trás... eu me posicionei nessa rua por que eles poderiam... alguém poderia pular para rua de cá...eu já vi uma pessoa vindo de lá... eu parei e pedi pra entrá(r) eu pedi p(a)ra a pessoa entrá(r) p(a)ra casa...por que... se eles viessem mesmo que atirasse(m) contra mim eu não ia poder atirar contra eles...aumenta o risco das pessoas e aumenta o risco da gente também José Junior = como é que a polícia civil enxerga o morador de favela? uma pessoa... é:: que veio d uma classe social é:: menos abastecida e que vive sob um regime... ditatorial de traficantes e quer se livrar deles mas não pode dar esse grito... e a gente acha que quando a gente vai n uma comunidade se a gente pudesse permanecer a gente tem certeza qui:: a gente teria o apoio completo dessa/dessa/dessa::dessa população de favela ((conversa entre militar e morador em uma abordagem ininteligível)) Oliveira nas ruas da favela José Junior = Delegado Carlos Oliveira = NA (vo)cê acha que hoje a imagem da polícia civil p(a)ra essa população...que mora em favela...(vo)cê acha que melhorou? mu::ito...você (es)tá acompanhan(d)o... olha a tranqüilidade...(v)ocê(es)tá vendo estresse de algum morador? não ((acena com a cabeça que não)) você (es)tá vendo estresse dos policiais?... você acompanhou uma abordagem ali agora... você viu a tranquilidade? mas isso não é por que a gente (es)tá filman(d)o? ((acenando com a cabeça que não)) não é a rotina?é a rotina? você vê nessa operação mesmo... podem falá(r) o que for a população é que sabe ((vinheta do programa)) apoio Petrobrás o desafio é a nossa energia... e grupo Santander Brasil valorizando ideias por uma vida melhor

6 José Junior = raramente agora tem tido troca de tiros... por que que(vo)cê acha que eles estão evitando o confronto com vocês? Júnior eu:: acredito que a gente tenha conseguido aí uma organização muito grande das nossas operações... é:: nós temos um grupo de ap/ aproximadamente quatrocentos a seiscentos policiais que atuam duas três vezes por semana em várias comunidades repetidamente... então conhecem bastante o cenário é::e que::acabam trabalhando Oliveira nas ruas da favela José Junior = Delegado Carlos Oliveira = então essa aqui era violenta demais era a pior da zona oeste... olha como é que (es)tá... aquela outra que nós fizemos semana passada ali...nós tínhamos ali...tiroteio de quatro cinco horas a gente levava ali e:: a gente voltava na outra semana e às vezes na mesma semana a gente voltava... entendeu? Prisões prisões prisões prisões apreensões prisões prisões e apreensões prisões...então...chega uma hora os caras peraí... não vale a pena deixa eles ficarem fazendo o trabalho deles ai... e eles vão embora né? melhor para todo mundo assim Entrevista com Adonis Lopes José Junior = Adonis Lopes = AL AL houve uma melhora muito grande... eu sempre falo isso... de um ano pra cá... coincidentemente com a chegada desse helicóptero é:: a gente percebeu... que:: que os marginais... eles realmente (es)tão mais preocupados José Junior =

7 é::a gente espera que isso seja realmente confirmado seja uma realidade... ((corte de cena, exibição de cenas de policiais no interior de uma favela)) e que no futuro as nossas operações sejam cada vez mais cirúrgicas para qui...nenhum efeito colateral seja sentido nem pela população e nem... pela/pelos policiais civis ((corte de cena, policiais em ação na favela)) Oliveira nas ruas da favela José Junior = ((caminhando falando ao celular)) lá a gente só vai poder entrar depois de oito e meia...porque a ultima leva de criança...entrando na creche é oito e meia...(es)tá o.k?... (es)tá legal ((corte de cena, se dirige aos policias) eu não preciso falar muita coisa por que os objetivos já estão definidos as equipes já estão definidas... eu só peço que observem que eu sou bem chato em toda operação... muito cuidado... muito cuidado... com nós... mesmos... com os nossos colegas... e muito cuidado com a população... por que?... por que nós somos PROFISSIONAIS ((corte de cena, deslocamentos de policiais e equipe do Conexões Urbanas pela favela)) (( fala mas enquanto isso são exibidas cenas dos policiais se deslocando)) os caras estão com as mesmas armas aí desde os anos noventa... que é o nosso maior problema hoje que são os fuzis... fuzil... eu digo que é uma arma sofisticada... é uma arma de ALTA letalidade... em termos de letalidade é:: um desastre... como eles são beligerantes como eu falei... eles (es)tão sempre aí::... em confronto e embates contra quadrilha(s) rivais e contra a policia... são expansionistas também... tomar território... ai quanto mais armas pra eles melhor José Junior = a polícia civil tem noção... do quantitativo bélico que existe nas mãos dos traficantes no Rio de Janeiro? a gente tem uma noção do que a gente vai enfrentar... a gente tem... inclusive trabalhado no sentido de tentar não permitir a chegada dessas armas no Rio de Janeiro... temos prendido aí... traficantes internacionais... indo para a Bolívia indo para o Paraguai da onde vem grande parte desse armamento

8 Oliveira nas ruas da favela José Junior = Delegado Carlos Oliveira = toda essa política do tráfico... essa política de terror que eles procuram impor... é baseada em armas de fogo... bandido sem arma não é NADA... não adianta NADA... (es)tá?... eu tirar... eu impedir que o cara lá traga arma pra cá ou droga pra cá...se eu deixar a arma quenda na mão desse camarada...por que?...porque ele (es)tá com a arma... ele quer usar a arma... alguém vai dar um jeito de trazer a arma p(a)ra ELE... então eu tenho que impedir que a arma chegue aqui e tenho que tirar a arma da sua mão ((muito barulho e vozes ao fundo, está com )) aqui... como nós (es)tamos...temos as informações... nós precisamos manter o perímetro de segurança em torno... da pessoa que (es)tá acompanhando as informações... que(es)tá verificando ((corte de cena: movimentação de policiais em ação na favela)) ((com parados na favela)) qual o problema?... eles veem que... tem... informante... ai saí todo mundo de casa...então nós corremos contra o tempo também... entendeu? ((corte de cena: movimentação de policiais em ação na favela)) ((exibição de uma mochila apreendida com drogas)) José Junior = o problema social no Rio de Janeiro... no combate ao narcotráfico é/um é diferencial...de outros países? o diferencial do Rio de Janeiro é que o traficante ele tem armas de guerra... p(a)ra:: proteger os seus domínios...p(a)ra expandir os seus domínios mas hoje existe o mesmo problema que tem no Rio de Janeiro de bandido fortemente armado... em outras capitais mundiais? com relação à::à:: ao tráfico de drogas da maneira que existe no Rio de Janeiro não por que aqui... não é um tráfico de drogas um bandido armado com:: uma ideologia pré determinada... com algo com ambições políticas o que tem ali são/são/são bandidos tentando sobreviver...são bandidos que tem a cultura de comprar um armamento pesado mas que:: não tem a organização de determinados segmentos que tem um outros países... não considero eles um crime organizado muito menos uma máfia

9 então... nesse sentido eu acho que o:: que o: bandido do Rio de Janeiro apesar de bem armado ele não é bem estruturado como em outros países Oliveira nas ruas da favela José Junior = Delegado Carlos Oliveira = Policial 2 = P P2 NA ((movimentação de policias em ação na favela)) ((celular tocando)) essa violência toda (es)ta mu::ito ligada... à evolução do narcotráfico... a visão bem... objetiva da coisa é essa ((entregando material apreendido)) ô doutô(r)... munições ((policias conversam em ação na favela entrando em uma casa)) ((em ação, policiais e entram em uma casa)) essa aqui é a casa do... chefe do tráfico... segundo as informações que nós temos... você nota a diferença... pelos eletrodomésticos caríssimos ó:: o tamanho da tv... o valor disso aí? ((vinheta do programa)) apoio Petrobrás o desafio é a nossa energia e grupo Santander Brasil valorizando ideias por uma vida melhor Oliveira na delegacia José Junior = Delegado Carlos Oliveira = agora você acha que operações como essas resolvem alguma coisa? claro que resolvem... essa conversa de que isso aqui é/é:: enxuga::... gelo... isso é conversa fiada... isso é conversa de quem não faz... isso é de conversa quem não (es)tá inserido no negócio... é aquilo que eu te falei... você tem que impedí(r) que as armas cheguem que as drogas cheguem mas você também que tirar o armamento do cara aqui... tem um passivo muito grande de armas nas mãos dos caras... não adianta vir querer criar tese... dizê(r)...a que isso que aquilo...isso aí não dá em nada...então vamo(s) saí(r)... deixa a gente pará(r) ó::...a partir de hoje a polícia não faz mais nada mas 5 [a operação vai] e sai 5 [tem droga] ISSO e que que fica?

10 P3 P3 olha só...o que tem que ficá(r) é o estado com outras ações 6 [tá]? 6 [tipo] educação saúde nós somos policiais... nós somos PRÁTIS... as pessoas costumam estendê(r) algumas discussões p(a)ra área policial o que é um erro... nós não somos da saúde pública... nós não somos da área da educação... nós somos da área de segurança pública nós fazemos o nosso papel... aí o cara quer discutir a criança não ter colégio... a saúde ser ruim.. a saúde pública ser ruim dentro dessa área policial... isso é um erro... nós temos que ir lá prender... praticou um crime nós temos que prender... então não adiantar dizer que nós (es)tamo(s) enxugando gelo não... é só de/a gente pará(r) de fazer... é só a gente PARÁ(R) de fazê(r) Ação da polícia nas ruas da favela José Junior = Policial 3 = P3 ((falando no rádio comunicador, em ação conferindo o material apreendido)) policial já...uma granada e uma pistola...tipo:: quarenta...uma quarenta... com radinho comunicador... teu apelido PORRA! uma (inint) argentina ((chamando no rádio)) cabeça cabeça ((policiais revistando e prendendo um criminoso, algumas orientação no momento da apreensão são faladas mas são trechos ininteligíveis,)) (vo)cê(es)tá achando que (es)tá tudo calmo nunca (es)tá tudo calmo... do jeito que ele... ((respirando mais rápido de maneira ofegante)) foi surpreendido... ele poderia ter jogado a granada dado um tanto de tiro... e a gente já (es)tá há quanto tempo andan(d)o?... umas duas horas?... calmo... sem tiro(s)... duas horas depois... é esse é preso... mais outro é preso ((exibição de cenas da prisão do criminoso, o criminoso entra na viatura da polícia)) Oliveira na delegacia José Junior = Delegado Carlos Oliveira = (vo)cê acha que hoje a violência é maior... ou é menor? pô...o/o tráfico se fortaleceu muito... o Brasil deixou aílá/de ser lá nos anos setenta...é o que eu costumo falar aí nas minhas palestras aí nos meus bate papos aí em troca de experiência(s)...deixou da década de setenta... de ser um::...mera rota... p(a)ra ser um grande mercado

11 consumidor no final dos anos setenta dos anos oitenta e/e:: isso aí se arrastou pelos anos noventa... em se tratando do tráfico de armas por exemplo o boom foi nos anos noventa...então mas SÓ que nos noventa no início por exemplo nós ainda tínhamos alguns bandidos que tinham controle sobre a situação...esses caras nós fomos prendendo... entendeu? levamos quase uma década pra prender esses caras... da metade da/da década de noventa pra cá já começou uma garotada sem controle... tá?... e hoje a gente (es)tá conseguindo retomar isso... a gente (es)tá conseguindo retomar controle (es)tá conseguindo colocar num patamar... eu diria assim... chegando a primeira metade da década de noventa... chegan(d)o a primeira metade...a gente (es)tá conseguindo colocar nesse patamar... porque eles sabem que a gente (es)tá dando uma resposta rápida.. resposta rápida que antes não tinha? é... tinha menos recurso(s)... nós tínhamos menos recurso e tinha um/tínhamos menos entendimento também do problema Entrevista com Adonis Lopes José Junior = Adonis Lopes = AL você acha que o rio (es)tá melhorando?...(es)tá igual?...ou(es)tápioran(d)o? F6 eu senti que de um ano pra cá... é:: os bandidos recuaram... com as ações da polícia civil isso nunca aconteceu? F6 não... a/a/a... é: de/um/ a...é/ é nesse um ano né é:: do ano passado pra trás a/a coisa parece que vinha piorando... e... houve uma mudança... houve uma inversão não (es)tão encarando mais? F6 não (es)tão encarando mais... não tão encarando...quando vem...o tiro vem de longe...e a gente não vê de onde veio por que tam(b)ém se a gente...vir... a coisa vai ficar estranha pra eles... eles SABEM disso José Junior = Alan... duzentos e um anos depois de formação da polícia civil... o que que mudou?

12 F4 uma mudança principal da polícia civil...é:: ela perceber... que::: a função dela não é só o combate ao tráfico... o combate a/aqueles/aqueles... crimes comuns hoje a gente (es)tá pensando já... em qualificar a nossa investigação trabalhar naqueles verdadeiros gangsters que são aqueles que lavam dinheiro desviam dinheiro publico enfim... trocando um pouco o foco desse combate aquele crime tradicional pra um crime mais moderno atingindo todas as classes sociais ((exibição de nas ruas da favela, aparentemente vigiando a movimentação de possíveis suspeitos)) Delegado Carlos Oliveira canta um rap com MV Bill José Junior = Mv Bill = MB MB MB MB MB MB MB ((música em ambiente de churrasco)) aí porra meu irmão... vou te falar heim? 7 [como é que vai... cara?]... PORRA::... eu sou seu fã 7 [grande mestre ((batendo continência))...tudo bem] ((corte de cena, um papel é exibido e aparece guiando a sua leitura com o dedo)) ((lendo))estranho mãe...onde está a relação verdade e fato?... porra eu acho que (es)tá escondido em algum barraco... o que (es)tá ali... aquilo é fato... no fundo o/o Oliveira fazendo um rap... acho que mostra de forma concreta dentro dos fatos como ele já tinha falado ((risos))... que pô... a sociedade mudou... acho que a polícia (es)tá mudando...acho que eu ((gesticula em direção a si mesmo)) também (es)tô(u) mudando ((cantando juntos, Mv Bill e um rap, sorri bastante)) eu olho pro lado mãe nada me agrada eu olho pra frente tudo me abala eu olho pra trás mãe pra não levar bala eu acho que quando tem um pouco dessa consciência... acho que a mudança é inevitável... nós somo(s) inteligente(s)

13 NA ((corte de cena, está andando pelas ruas da favela, os interlocutores não aparecem conversando, as imagens são uma a situação comunicativa também é outra)) você pensa em mudar o mundo? eu tenho plena consciência que:: caso a caso eu posso fazer com que o mundo melhore...caso a caso Finalização do Programa José Junior = Narrador = NA ((música da vinheta do programa)) no programa da semana que vem... o Conexões traz o outro lado dessa história... o que os bandidos acham da violência urbana... até lá ((vinheta do programa)) apoio Petrobrás o desafio é a nossa energia e grupo Santander Brasil valorizando ideias por uma vida melhor ((créditos do programa))

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