Sistemas de computação para Telecomunicações

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1 Universidade Federal Fluminense - UFF Centro Tecnológico - CTC Escola de Engenharia TCE Departamento de Engenharia de Telecomunicações TET Sistemas de computação para Telecomunicações Niterói, 22 de maio de Professora: Natália Castro Fernandes. Gabriel Oliveira do Nascimento. Rogério Libarino Aguilar. UFF - Universidade Federal Fluminense

2 Motivação Complementar os conhecimentos adquiridos durante o curso de Sistemas Operacionais para telecomunicações. Visto que a escolha do tema foi em função de um assunto que poderia ser aprofundado além do que foi apresentado em sala de aula e também para que tal verificação do aprendizado fosse realizada em uma aplicação prática. Esse trabalho possibilita pesquisar e entender produtos de código fechado, que otimizam o uso dos processadores, possibilitam a um desenvolvedor o trabalho multiplataforma e facilita o trabalho de pesquisadores na busca por soluções de softwares. Com a ferramenta apresentada no presente trabalho há a possibilidade de compreender diversos sistemas operacionais (assunto desta disciplina), implementando a comunicação software hardware (chamadas de sistema) até mesmo no controle dos sistemas operacionais independentes ou máquinas virtuais. 2

3 Objetivo Descrever os fundamentos básicos de virtualização, especificamente através do software VMware em suas diversas versões, indicar suas vantagens e explicar o funcionamento, inicialização, execução, emprego de chamadas de sistema e operações de hardware de uma máquina virtual. Apresentar uma visão geral sobre os produtos VMware, enfatizando seus produtos grátis, aos quais nós, alunos, temos fácil acesso e podemos implementar como ferramenta de nossos trabalhos e projetos. Criar uma noção sobre a importância de sistemas virtualizados na atualidade. 3

4 1.Introdução Já a alguns anos, a capacidade de processamento dos computadores tem aumentado bastante. Entretanto, toda a capacidade adquirida não tem sido totalmente aproveitada. Temos situações onde durante a maior parte do tempo que poderia ser usado para o processamento de aplicações não é utilizado como desejaríamos que fosse. É possível notar que os sistemas tradicionais vêm se baseando no modelo Hardware - Sistema Operacional - Aplicações. O problema desse modelo é que uma aplicação não executa em diferentes sistemas operacionais. Sendo assim o usurário final perde chance de escolher a plataforma que deseja. Em ambientes de desenvolvimento em que seja necessário testar aplicações em diversas plataformas, ou em casos em que se deseja realizar simulação de redes de computadores complexas seria extremamente útil a possibilidade do uso de diversos sistemas operacionais em um mesmo computador, ao mesmo tempo. Dá-se o nome de virtualização à técnica que permite a execução de diversos sistemas operacionais simultaneamente em uma mesma máquina. A virtualização de sistemas operacionais é um meio para reduzir a importância do sistema operacional. Ela visa permitir que um hardware possa executar vários sistemas operacionais iguais ou distintos, de uma forma simultânea e isolados entre si. Para isto utiliza-se de técnicas avançadas de abstração e emulação, sempre mantendo esforços para prover o máximo de segurança, desempenho e confiabilidade dos meios envolvidos. [Ferreira] Figura 1: Ilustração de virtualização Cada vez mais, diversas empresas tem recorrido à virtualização em busca de redução de custos e complexidade seu ambiente. Além disso, criando computadores completos (virtuais) para executar dentro de um computador físico que pode rodar um sistema operacional totalmente distinto, a virtualização permite criar redundância e segurança adicional sem recorrer a tantas máquinas físicas e distribuindo e aproveitando 4

5 melhor os recursos das máquinas hospedeiras. Do ponto de vista do utilizador e do software nem sequer se nota a diferença entre a máquina real e a virtual. Dentre vários softwares de virtualização, neste trabalho será destacado o VMware, que possui várias versões, criadas para desde o uso em desktops e ambientes de desenvolvimento (VMware Workstation) até servidores, de pequeno e médio( VMware Server) ou grande porte ( VMware ESX Server). Exemplificando o uso de máquinas virtuais utilizando o VMware Player. 5

6 2.Virtualização Virtualização pode ser definida como uma técnica que combina ou divide recursos computacionais para prover um ou mais ambientes operacionais de execução [Nanda and Chiueh, 2005]. É uma abstração de camada que separa o hardware físico do sistema operacional para fornecer otimização de utilização de recursos de TI e flexibilidade. A virtualização permite a execução simultânea de diversos sistemas operacionais operando em máquinas virtuais e utilizando um mesmo hardware físico. Ela permite a construção de um ambiente virtual equivalente a um sistema real, onde, por exemplo, a RAM e a CPU são virtualizadas. Dessa forma o sistema operacional virtualizado executa no hardware como se ele fosse o único. O ambiente criado é um espaço virtual isolado com acesso ao hardware, onde funciona um sistema virtual. Máquinas virtuais são geralmente encapsuladas em arquivos, assim elas ficam mais fáceis de serem salvas, copiadas e de se prover uma MV. Dessa forma, sistemas completos (com aplicações totalmente configuradas, sistema operacional, BIOS e hardware virtual) podem ser movidos, em questão de segundos, de um servidor físico a outro para manutenção em tempo mínimo [KALLAS, 2006]. O gerenciamento das diversas máquinas virtuais é realizado pelo Monitor de Máquinas Virtuais (Virtual Machine Monitor VMM). É uma aplicação que implementa uma camada de virtualização, definindo o ambiente para maquinas virtuais. Pode o monitor de máquinas virtuais ser interpretado como um sistema operacional para sistemas operacionais. É de responsabilidade o Monitor de Máquinas Virtuais alterar o modo de execução do sistema operacional convidado de privilegiado para não privilegiado, ou vice-versa. Figura 2: Modelo de multitarefa. 6

7 Figura 3: Modelo de virtualização 2.1. Vantagens da virtualização Ensino e aprendizagem - máquinas virtuais podem ser usadas no ensino de sistemas operacionais, bem como na aprendizagem do funcionamento deles. Portanto, máquinas virtuais podem ser substituídas e ter suas funções suportadas por qualquer outra máquina virtual. Honeypots e honeynets honeypots são sistemas de teste, que já estão predefinidos para serem corrompidos. Uma honeynet nada mais é do que diversos honeypots juntos, formando uma rede própria para teste e que não compromete a rede real. Deste modo as máquinas virtuais são sistemas ideias para esse sistema de testes, pois há fácil substituição de honeypots, quando forem corrompidos e qualquer problema na rede restringe-se ao próprio ambiente virtual. Consolidação de servidores é possível reduzir a quantidade de máquinas utilizadas, diminuindo gastos com hardware, infraestrutura, administração, entre outros custos de dataceteres. Segurança o uso de máquinas virtuais provê isolamento às aplicações e garante que nenhuma falha corromperá o sistema real. Compatibilidade de aplicações as máquinas virtuais simulam qualquer tipo de hardware, portanto quando há alguma aplicação incompatível com o sistema, é possível criar uma maquina virtual e executar a aplicação desejada sem deixar o sistema operacional hospedeiro ou trocá-lo por outro. 7

8 2.2. Virtualização Total A virtualização total é uma técnica que provê uma completa simulação da subcamada de hardware para os sistemas convidados. O resultado é um ambiente em que todos os sistemas operacionais que são capazes de executar diretamente em um hardware também podem executar em uma máquina virtual. Na virtualização total, todo o hardware e sua estrutura é virtualizada. Desta maneira, a grande vantagem da virtualização total é que não é preciso fazer modificações nos sistemas operacionais convidados para suportarem a virtualização. Assim, a virtualização total traz a sensação de que o sistema convidado esteja executando diretamente o hardware. O desafio para a virtualização total é isolar cada sistema virtualizado, de forma que um não afete a execução do outro. São utilizadas então algumas técnicas de emulação de instruções da CPU, o que diminui o desempenho da técnica Virtualização de CPU Para que uma arquitetura seja estritamente virtualizável, é necessário que todas as instruções privilegiadas sejam capturadas para o modo supervisor quando originadas em modo usuário. Entretanto em arquiteturas como a x86, o kernel do sistema convidado não pode estar executando em modo usuário, porque ele pode utilizar instruções assembler que não podem ser capturadas e emuladas. O kernel comporta-se diferentemente quando em modo usuário. Nesta arquitetura existem diversas instruções que tem comportamentos diferentes no modo usuário e no modo supervisor, e por isso não causam uma exceção na CPU (trap). Um exemplo disso é que uma aplicação em modo usuário poderia perguntar se ela está executando em modo supervisor ou em modo usuário, e obteria a mesma resposta: modo usuário, sem qualquer chance do monitor de máquinas virtuais interceptar essa instrução e retornar uma resposta falsa [STEIL]. A arquitetura x86 não possui um modo hipervisor de forma nativa e nem todas instruções sensíveis causam traps. Sendo assim, a arquitetura X86 não é estritamente virtualizável. Para contornar esse problema, em algumas soluções o código x86 é analisado instrução por instrução e emulado, entretanto este processo reduz consideravelmente o desempenho. Esta é a técnica conhecida como emulação do código x86 e que é Bochs, um outro software de virtualização. Outra maneira utilizada é a técnica de tradução binária (ou reescrita binária), um modelo muito mais eficiente quando se trata do desempenho. É a técnica mais utilizada atualmente e é a utilizada no software VMware. 8

9 Na virtualização total, todo o código de uma máquina virtual executa em modo usuário e todo acesso de Entrada e Saída (E/S) acarreta em um trap, que será gerenciado pelo monitor de maquinas virtuais. O monitor emula uma cópia do hardware de acordo com a finalidade do acesso e cria uma cópia do hardware para o sistema convidado. Por tanto, quando, por exemplo, um sistema convidado requisita o estado do teclado, um trap é gerado e a CPU direciona para o monitor, e o monitor fica imcubido de informar o estado atual do teclado para o sistema convidado de acordo com as informações do internas do teclado que é emulado. Se um hardware virtual causa uma interrupção, o monitor reproduz esta interrupção na máquina virtual, emulando o que ocorreria se caso a interrupção ocorresse na diretamente máquina física. Problematicamente, este método é muito lento para muito dispositivos (especialmente vídeo) porque o driver do sistema convidado e o monitor têm que se comunicar na linguagem de protocolo de hardware, que é muito eficiente para máquina real, todavia não é eficiente entre dois softwares. Felizmente os fabricantes de soluções de virtualização total, desenvolveram drivers especiais (que utilizam recursos de E/S que não estão sendo utilizados pela máquina real) para que os sistemas convidados diretamente se comuniquem com a máquina real, tornando-se um protocolo muito mais eficiente [STEIL] Virtualização sobre um sistema hospedeiro Quando a virtualização ocorre sobre um sistema hospedeiro, o sistema a ser virtualizado e chamado de sistema convidado, e sofre modificações para que a interação com o monitor de máquinas virtuais seja mais eficiente. A final, este sistema funcionara como um programa aplicativo que é executado sobre o sistema operacional já existente, que é chamado de sistema hospedeiro. O monitor de máquinas virtuais depende do sistema operacional que o hospeda. Os comando enviados pelas máquinas virtuais são pasados ao monitor de máquinas virtuais que repassa a solicitação ao sistema hospedeiro. Se, por exemplo, estamos gravando um arquivo criado dentro do sistema convidado, o monitor de máquinas virtuais irá passar a requisição de gravação do arquivo para o sistema hospedeiro, é será papel do sistema hospedeiro salvar o arquivo no disco rígido. 9

10 VMware A VMware é uma empresa atuante desde 1999, que provê virtualização de desktops e data centers, oferecendo soluções para transformar o ambiente de hardware físico normalmente inflexível em uma infraestrutura em nuvem flexível e automatizada, ajudando o usuário a aproveitar a redução de custos e os benefícios de produtividade. Sua limitação está no número de máquinas virtuais definidas pelos limites de memória, espaço em disco e poder de processamento da CPU oferecidos a elas, além do software ter seu código fechado e seus métodos fechados Principais Versões As principais versões do VMware são: VMware ESX Server, VMware Server, VMware Workstation e VMware Player VMware ESX Server O VMware ESX Server é uma das versões pagas da VMware, que foi desenvolvida para virtualizar servidores. É um software de virtualização total que possui um sistema operacional próprio e otimizado para gerenciar máquinas virtuais. O VMware ESX Server é um dos monitores de máquinas virtuias mais completo, pois não necessita de sistema operacional hospedeiro, rodando assim diretqamente no hardware e tendo funções essenciais ao funcionamento do sistema. Essa versão da VMware realmente implementa as vantagens descritas pelo fabricante, pois porvê a virtualização de toda estrutura virtual de hardware, entrada e saída, API e armazenamento VMware Server Essa versão tornou-se gratuita desde o ano de É uma versão mais simples do VMware ESX Server, utilizada em servidores de pequeno e médio porte. O VMware Server segue o modelo de máquinas virtuais hospedeiras, ou seja, é necessário que o software execute sobre um sistema operacional anfitrião que pode ser em sistemas operacionais baseados em Linux ou Windows (existe uma versão para cada um destas plataformas). Através do VMware Server suporta alguns sistemas convidados de maneira otimizada, como Linux, o Windows e o Solaris. Mas há também um suporte mais 10

11 genérico que permite a utilização diversos de sistemas. O VMware Server também é capaz de executar máquinas virtuais de mais de uma CPU, e compartilha os periféricos do hardware com os sistemas virtuais (portas USB, CD-ROM, placa de rede e etc. Um outro recurso desta versão do VMware é a possibilidade de criar snaphots, ou seja, é possível criar registros do estado de uma máquina virtual em um dado momento, de maneira que se possa posteriormente fazer o backup deste estado, o que é muito útil quando se pretende testar configurações, colocando a máquina em estados temporários e usar os snaphots para se volta ao estado anterior. No VMware Server o suporte a rede é feito através de VMnets (como no ESX Server), possuindo três modos: [SILVA] Bridged: a máquina virtual é vista como um outro computador na rede, com endereço IP podendo ser obtido via DHCP. NAT: a máquina virtual se conecta ao computador anfitrião, que por sua vez se conecta a rede. Host-Only: a máquina virtual apenas se conecta ao anfitrião. Além disso, possui uma interface web para gerenciamento remoto. Para administração dos sistemas operacionais, o software usa uma versão modificada do VNC. [SILVA] VMware Workstation Esta é uma versão paga do VMware que é utilizada em estações de trabalho. De modo geral, possui os mesmo recursos do VWware Server. É uma outra versão que também é capaz de criar máquinas virtuais, porém destaca-se entre os usuários pela facilidade de criação das máquinas virtuais devido à existência de assistentes que dão um passo a passo para isto. Também há um assistente para a criação de clones de máquinas virtuais. De maneira muito prática, é possível através desta versão, criar várias máquinas virtuais que de uma só vez e coloca-las em rede. Pode-se criar máquinas virtuais em disco rígidos, pen-drives ou em outros dispositivos externos utilizando-se de um produto complementar, o ACE Option Pack. O ACE Option Pack é muito utilizado por administradores de TI, que desta maneira podem criar, testar e migrar um desktop separado para os tipos de hardware que dão suporte. O ACE Option também traz a opção aos administradores de TI de ser usado com o VMware Workstation para se testar várias configurações de sistemas, tanto 11

12 de hardware como de software, assegurando, desta forma, que os usurários finias poderam executa-lo em qualquer licença. Figura 4: VMware Workstation fazendo boot de uma máquina virtual VMware Player É a versão mais simples do produto, e também é gratuita e esta a disposição para download no site da VMware. É indicado para aplicações leves e é geralmente utilizado em aplicações didáticas. Inicialmente não podia criar máquinas virtuais, porém executava máquinas virtuais criadas por outras versões mais completas. Entretanto versões mais recentes do VMware Player podem, também, criar máquinas virtuais, como a versão build para Windows que tem sua interface gráfica apresentada na figura 5. 12

13 Figura 5:Interface VMware player 2.5. VMware e a computação em nuvem Atualmente velocidade e capacidade de processamento de dados são cada vez mais importantes e determinantes para um bom rendimento na área tecnológica, visto que os sistemas de redes e a Internet crescem exponencialmente, a exemplo disso podese citar o exaurido protocolo IPv4, que será substituído pelo protocolo IPv6. No entanto muitos sistemas não são suficientemente rápidos na adoção de suas infraestruturas são muito grandes para gerenciar e muito complexas para adaptar com facilidade. A computação em nuvem é um recurso muito eficiente e econômico e que tem atendido bem às necessidades crescentes do mercado, onde cada vez mais é necessária a flexibilidade e agilidade dos serviços relacionados à informação. A VMware oferece um caminho progressivo e prático para esse novo modelo, com soluções que aproveitam o poder da nuvem, enquanto garantem a segurança e preservam o valor dos seus investimentos em tecnologia. 13

14 Como a virtualização é o catalisador essencial da computação em nuvem, a VMware desenvolve plataformas e soluções sobre esse princípio para potencializar a infraestrutura em nuvem, criar e executar aplicativos em nuvem sólidos e fornecer a computação para o usuário final como serviço baseado em nuvem. Por ter diversos softwares implementando a virtualização para desktops, servidores, datacenters ou outros, a VMware disponibiliza diversos produtos em seu site Vantagens das soluções VMware A VMware garante que suas soluções foram projetadas e integradas para equipar nuvens com uma combinação exclusiva de benefícios: Segurança da virtualização: a implementação do VMware criando e executando máquinas virtuais provê redundâncias e por conseguinte segurança ao sistema. A virtualização provê também dinamismo e o emprego da computação em nuvem provê a segurança garantida pela redundância. Automação e gerenciamento: os produtos VMware possibilitam um gerenciamento remoto das máquinas virtuais por meio de scripts ou programas. Interoperabilidade e abertura: Com uma gestão compartilhada e modelo de segurança baseado em padrões abertos, as soluções da VMware livre-o de vendor lock-in, garantindo a portabilidade de aplicativos entre datacenters internos e nuvens de serviços externos provedor hospedado por VMware vcloud parceiros. Além disso, a plataforma de aplicativos em nuvem VMware permite aos desenvolvedores construir aplicações robustas modernos que são portáteis, dinâmico e otimizado para implantação elasticamente expansível em nuvens públicas.) Autoatendimento da nuvem: Os últimos produtos VMware apresentam ferramentas de manutenção automática, que facilitam o trabalho dos que utilizam esse sistema. Criação de pools e alocação dinâmica de recursos: Os recursos são abstraídos e alocados com lógica de construção de blocos de rede, armazenamento e servidor, criando datacerters virtuais, tais blocos são alocados dinamicamente pelas aplicações que os executam. 14

15 3. APIs da VMware Alguns processadores não possuem suporte nativo a virtualização, como os processadores da família baseados na arquitetura x86, e por isso não conseguem capturar certas instruções de modo privilegiado originadas de um sistema operacional executando em uma máquina virtual. Não sendo possível desta maneira garantir o total funcionamento do sistema com a técnica de captura e emulação dos sistemas tradicionais. O VMware supera esta limitação através do uso de tradução binária. Desta maneira, todas os códigos, antes de serem executadas, são examinas pelo software que trocas todas as instrução que podem causar erros por outras. Isto gera um certa perda de desempenho, porém com isso é possível que instruções executem diretamente entre a CPU e a máquina virtual. Como já observado anteriormente, o VMware dá a cada sistema operacional executando em sua máquina virtual, a sua própria CPU virtual, ou seja, os sistemas operacionais acreditam possuírem uma CPU dedicada. Cada CPU virtual possui seus próprios registradores e estruturas de controle. Em alguns de seus produtos a VMware virtualização da memória das máquinas virtuais através da tradução de endereços onde o monitor de máquinas virtuais faz um mapeamento da página de memória do sistema operacional convidado para a página de memória física na subcamada do hardware. Cada máquina virtual tem sua própria página de memória em que o sistema operacional convidado vê iniciando do endereço 0. O monitor de máquinas virtuais intercepta instruções da máquina virtual que manipula estruturas de gerenciamento de memória do sistema operacional convidado, de modo que a unidade de gerenciamento da memória do processador não seja atualizada diretamente pelo sistema convidado. O VMware ESX Server, por exemplo, mapeia a página da máquina virtual em uma tabela de página sombra (Shadow Page Table - SPT) que é atualizado com o da máquina física. [FERREIRA] A VMware monta hardwares virtuais, para isso e todo o funcionamento correto da comunicação máquina hospedeira máquina convidada e vice-versa, é preciso o uso de diversas APIs que controlam e monitoram as máquinas virtuais, além de, em alguns casos, otimizar seu funcionamento. No trabalho corrente destacamos algumas APIs e suas principais características Common Information Model (CIM) A Common Information Model (CIM) interface para os desenvolvedores que criam aplicativos de gerenciamento. Os desenvolvedores podem usar perfis compatíveis com a Administração da DMTF do Sistema de Arquitetura de Hardware Server (SMASH), uma iniciativa para monitorar a saúde do sistema de um servidor gerenciado. 15

16 A arquitetura de gerenciamento do sistema de hardware de servidor (SMASH) é um padrão da indústria para o gerenciamento de hardware do servidor VDDK (Virtual Disk Development Kit) O Kit de Desenvolvimento de Disco Virtual é um conjunto de bibliotecas C e C++, exemplos de códigos, utilidades e documentações que ajudam o desenvolvedor a criar e acessar o armazenamento em disco virtual. Esse Kit é útil em conjunto com VSphere API para escrever backup e softwares de recuperação VSphere Guest SDK A biblioteca VSphere Guest SDK fornece APIs de leitura que monitoram estatísticas das máquinas virtuais, onde tais estatísticas podem ser utilizadas por programas de gerenciamento em execução no sistema operacional convidado na máquina virtual. Entre as plataformas suportadas estão: VMware ESX 3.0.x, VMware ESX/ESXi 3.5, VMware ESX/ESXi 4.x e VMware ESX/ESXi VMCI sockets A Interface de Comunicação de Máquinas Virtuais (VMCI Virtual Machines Comunication Interface) provê comunicação rápida e eficiente entre máquinas virtuais convidades e sua máquina hospedeira. Esta API já vem instalada nas ferramentas VMware nas máquinas virtuais convidadas ou nos diretórios hospedeiros de máquinas Windows hospedeiras. A biblioteca VCMI Sockets fornece uma API de comunicação socket semelhante a Berkeley UNIX sockets, do UNIX, e Windows sockets, do Windows. Esta biblioteca pode ser implementada com as versões VMware ESX/ESXi 4.0 ou posteriores e VMware Workstation 6.5 ou posteriores. As linguagens de programação que um desenvolverdor pode usar são C ou C VIX API A VIX API é uma APi de programação que permite escrever scripts e programas que podem automatizar e otimizar o uso das máquinas virtuais. Assim com uma pequena parte dos produtos VMware a VIX API é grátis, instalada junto com os programas VMware. A VIX API pode automatizar tarefas como: 16

17 Registrar e desregistrar Máquinas Virtuais. Ligar e desligar Máquinas Virtuais. Gerenciar Máquinas Virtuais snapshots. Adicionar e remover pastas compartilhadas de uma Máquina Virtual. Parar e iniciar processos na máquina virtual. No Anexo II é mostrado um código exemplo da VIX API. Versão da VIX API Produtos da Plataforma VMware VMware Server VMware Server VMware Workstation VMware Workstation VMware Workstation VMware Server x Workstation 6.5.x 1.7 Above products e ESX/ESXi in vsphere Workstation 7.0 e Player Workstation 7.1 e Player Produtos acima e ESX/ESXi em vsphere vsphere 5, Workstation 8 e Player 4 Tabela 1: Versões VIX API x versões do VMware [vmware.com] 17

18 4. Conclusão Neste trabalho foram abordados conceitos básicos de virtualização e algumas características de produtos da marca VMware. O uso de virtualização é cada vez mais comum em empresas. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de e-business com mais de 500 executivos de TI mostra que 59% deles utilizam os serviços de virtualização, e que a utilização desses serviços cresceu 80% nos últimos três anos. A virtualização tem se mostrado na prática uma ótima maneira de redução de custos com energia elétrica, espaço de armazenamento e compra de equipamentos. As pesquisas mais profundas sobre o funcionamento interno de softwares de virtualização VMware se limitaram bastante por não se tratar de um software livre e com o pouca documentação disponível. Por outro lado, a VMware disponibiliza uma grande quantidade de documentos e manuais, muito útil para os usuários de seus produtos. Além disso a empresa oferece treinamentos e certificação em VMware. A VMware se mostra uma empresa de peso, com uma grande gama de produtos voltados para virtualização e computação em nuvens em diversos níveis de ambientes (ver anexo I). Através deste trabalho foi possível compreender a grande importância de sistemas virtualizados hoje, suas vantagens e fundamentos básicos sobre seu funcionamento. 18

19 5. Anexos 5.1. Anexo I Produtos VMware [vmware.com] Banco de dados e infraestrutura de nuvem: o vsphere o vcloud Product Family o vcloud Director o All Cloud Infrastructure Produtos para pequenas e médias empresas: o vsphere for SMBs o vsphere Storage Appliance o VMware Go o vcenter Protect Essentials Plus o vcenter Protect Update Catalog Produtos para Desktops: o Fusion o Workstation Computação em Desktop e usuários finais: o View o vcenter Operations Manager for View o ThinApp o Zimbra o SlideRocket o Horizon Application Manager o Socialcast by VMware o Mobile Virtualization Plataform (MVP) Produtos de Segurança: o vshield App o vshield App with Data Security o vshield Edge o vshield Endpoint Produtos Grátis: o vsphere Hypervisor 19

20 o Server o Player o vcenter Converter Gestão de infraestrutura e operações: o vcenter Operations Management Suite o vcenter Site Recovery Manager o vcenter Server o vcenter Server Heartbeat o vcenter Orchertrator o vcenter Capacity IQ o vcenter Lab Manager o vcenter Configuration Manager o vcenterinfrastructure Navigator Plataforma de aplicações: o vfabric tc Server o vfabric RabbitMQ o vfabric GemFire o vfabric SQLFire o vfabric Data Director o vfabric Postgres o vfabric Web Server o vfabric Entreprise Ready Server Gestão de aplicações: o vfabric Application Director o vfabric Application Performance Manager o vcenter Application Discovery Manager o vcenter AppSpeed o Studio o vfabric Application Performance Manager o Hyperic Gestão de negócios: o vcenter Chargeback Manager o Service Manager Outros: o VMmark (grátis) o Capacity Planner o Cisco Nexus 1000V o Compliance Checker for PCI (grátis) o Compliance Checker for vsphere (grátis) o SUSE Linux Enterprise Server for VMware 20

21 5.2. Anexo II Código exemplo da API de programação: [http://www.vmware.com/support/developer/prog-api/sample_codes/poweron.c.html] // This demonstrates how to open a VM, power it on and power it off. // // This uses the VixJob_Wait function to block after starting each // asynchronous function. This effectively makes the asynchronous // functions synchronous, because VixJob_Wait will not return until the // asynchronous function has completed. // #include "stdafx.h" #include "windows.h" #include "vix.h" VixHandle hosthandle = VIX_INVALID_HANDLE; ////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// // int _tmain(int argc, _TCHAR* argv[]) { VixError err; VixHandle jobhandle = VIX_INVALID_HANDLE; VixHandle vmhandle = VIX_INVALID_HANDLE; jobhandle = VixHost_Connect(VIX_API_VERSION, VIX_SERVICEPROVIDER_VMWARE_SERVER, NULL, // *hostname, 0, // hostport, NULL, // *username, NULL, // *password, 0, // options, VIX_INVALID_HANDLE, // propertylisthandle, NULL, // *callbackproc, NULL); // *clientdata); err = VixJob_Wait(jobHandle, VIX_PROPERTY_JOB_RESULT_HANDLE, &hosthandle, VIX_PROPERTY_NONE); if (VIX_OK!= err) { goto abort; } Vix_ReleaseHandle(jobHandle); jobhandle = VixVM_Open(hostHandle, "C:\\Virtual Machines\\Windows XP Pro\\Windows XP Professional.vmx", NULL, // VixEventProc *callbackproc, NULL); // void *clientdata); err = VixJob_Wait(jobHandle, VIX_PROPERTY_JOB_RESULT_HANDLE, &vmhandle, VIX_PROPERTY_NONE); if (VIX_OK!= err) { goto abort; } 21

22 Vix_ReleaseHandle(jobHandle); jobhandle = VixVM_PowerOn(vmHandle, VIX_VMPOWEROP_NORMAL, VIX_INVALID_HANDLE, NULL, // *callbackproc, NULL); // *clientdata); err = VixJob_Wait(jobHandle, VIX_PROPERTY_NONE); if (VIX_OK!= err) { goto abort; } Vix_ReleaseHandle(jobHandle); jobhandle = VixVM_PowerOff(vmHandle, VIX_VMPOWEROP_NORMAL, NULL, // *callbackproc, NULL); // *clientdata); err = VixJob_Wait(jobHandle, VIX_PROPERTY_NONE); if (VIX_OK!= err) { goto abort; } VixHost_Disconnect(hostHandle); goto done; abort: return 0; done: Vix_ReleaseHandle(jobHandle); Vix_ReleaseHandle(vmHandle); } 22

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