IPECON/ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS MBA EM GESTÃO E ANÁLISE ORGANIZACIONAL LORRAINE ARAÚJO CARVALHO ANDRAGOGIA

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1 IPECON/ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS MBA EM GESTÃO E ANÁLISE ORGANIZACIONAL LORRAINE ARAÚJO CARVALHO ANDRAGOGIA GOIÂNIA 2013

2 LORRAINE ARAÚJO CARVALHO ANDRAGOGIA Artigo de conclusão de curso de MBA em Gestão e Análise Organizacional do IPECON/ Pontifícia Universidade Católica de Goiás, como requisito à obtenção do título de Especialista. Orientadora: Profª. Msc. Ivone Félix de Sousa. GOIÂNIA 2013

3 LORRAINE ARAÚJO CARVALHO ANDRAGOGIA Artigo de conclusão de curso de MBA em Gestão e Análise Organizacional do IPECON/ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE DE GOIÁS, como requisito à obtenção do título de Especialista. COMISSÃO EXAMINADORA Profa. Msc. Ivone Félix de Sousa IPECON/ PUC-GO Jussara, 01 de Junho de 2013.

4 Andragogia Andragogy Lorraine Araújo Carvalho 1 Resumo: O artigo propõe a discussão da importância da andragogia dentro das empresas de qualquer ramo ou atividade, pública ou privada, das mais diferentes características. O artigo apresenta três vertentes: uma em que a andragogia se apresenta como modelo da educação de adultos, relacionando assim com o que leva os colaboradores a aprender; outra que levanta as características e o modo como enxergam os cursos e palestras oferecidos pelas empresas e outra que propõe um diagnóstico geral que investiga uma série de variáveis como, educar e aprender, o conhecimento de cada um em relação ao termo andragogia. A partir daí a andragogia envolvida em nosso cotidiano. Palavras-chave: andragogia, ensino, aprendizagem, organização. Abstract: The paper presents a discussion of the importance of andragogy within companies of any industry or activity, public or private, of many different characteristics. The article has three parts: one in which andragogy is presented as a model of adult education, linking well with what leads employees to learn, one that raises the features and how they see the courses and lectures offered by other companies and that proposes a general diagnosis that investigates a number of variables such as education and learning, the knowledge of each in relation to the term andragogy. Thereafter andragogy involved in our daily lives. Keywords: andragogy, teaching, learning, organization. 1 Acadêmica do MBA em Gestão e Análise Organizacional, IPECON/ PUC-GO; Graduada em Administração pela FAJ Faculdade de Jussara.

5 1. Introdução Quando crianças temos uma disposição diferente em aprender, alguns podem até dizer que está disposição se nomeia curiosidade, sem esquecer que é quando somos crianças que passamos pela a fase dos pôr ques, mas nesta fase somos inexperientes, somos conduzidos por meio da experiência de nossos professores e pais, o aprendizado então passa a ser através de temas os quais denominamos matérias e é neste momento que tudo se segue através de uma lógica e o ensino as crianças toma sua face se denominando Pedagogia. Ouve-se falar em Pedagogia, na educação das crianças e adolescentes, na melhor forma de ensinar os jovens, mas como ensinar adultos? Qual a forma ideal de ensinar pessoas com uma certa experiência (vivência)? Como mostrar a eles a importancia da teoria? Como fazer com que entendam? Como tudo se aplica na prática nas empresas? É comum colaboradores de diversas empresas passarem por cursos, palestras, entre outros, mas qual a visão de cada colaborador em relação a isso? Como fazer com que queiram sempre participar das mesmas? São inúmeras as perguntas quando se trata de aprendizagem e do modo como o ensino se aplica a vida de cada um, mas tudo é por etapas. O adulto aprende se ver que isso é útil ou mesmo aplicável a vida dele, ele quer experimentar, vivenciar o que foi aprendido e o que o estimula é ver este paralelo entre satisfação, auto-estima e qualidade de vida, ver a resolução de seus problemas rotineiros, o indivíduo passa a aprender com seus próprios erros, analisa criticamente cada informação recebida. È preciso trazer as empresas e ao nosso sistema acadêmico a andragogia, pois lidar com seres pensantes, capazes de criticar e analisar, não são mais aquelas esponjas que absorvem a tudo, é necessário quebrar esse paradigma do ensino tradicional, onde manda quem pode e obedece quem tem juízo, o processo de ensino nas organizações é um caminho de mão dupla onde líder e liderados poderão aprender uns com os outros de forma andragógica, dividindo experiências e assumindo-se, construindo assim sua estrada rumo ao inacabado.

6 Andragogia (Pedagogia) Em seu livro Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire diz que: Ninguém educa ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós homens (mulheres) aprendemos através do mundo. Partindo deste pressuposto, como tratar as crianças? Como educar os adolescentes? Como reagem ao que aprendem? Quando crianças (1º fase), indefesos, os pais protegem, impõe autoridade, seres dependentes (precisamos ser alimentados, vestidos, auxiliados nos primeiros passos), na escola passa-se a ser dependente dos professores, fazendo parte do efeito esponja, onde absorve-se todas as informações que são passadas, aceitando sua autoridade, sendo inquestionáveis. Na adolescência (2º fase) rompe-se o cordão umbilical, questiona-se, querem a independência, são rebeldes sem causa, e os pais e professores passam a ser questionados e já não obtem a verdade absoluta (somos detentores do por quê). Já na fase adulta (3º fase maturidade ), independentes, seres capazes de criticar, analisar situações e o que chega até nós, se aceitamos ou não, compara-se situações vividas, aprende-se com o próprio erro, queremos experimentar, viver, aprende-se fazendo, transformamos o saber e aplicamos. A melhor maneira para educar adultos é de forma andragógica apesar que muitas universidades e empresas insistem em usar a pedagogia (do grego paidós = criança, a origem da palavra se refere a educação e ensino das crianças), a palavra Andragogia deriva das palavras gregas andros (homem) + agein (conduzir) + logos (tratado, ciência), ou seja, ciência que ensina os adultos. Nós aprendemos aquilo que nós fazemos. A experiência é o livro-texto vivo do adulto aprendiz. (LINDERMAN, 1926, apud CAVALCANTI, 1999, p.01) Segundo Knowles (1976, p. 17), andragogia é a arte e a ciência destinada a auxiliar os adultos a aprender e a compreender o processo de aprendizagem de adultos. A andragogia está no cotidiano, lidamos diariamente com pessoas mais experientes, que nos ensinam diversas lições através das situações vividas ou até mesmo presenciadas. Andragogia é basicamente isso, ensinar adultos através das situações e aplicar essas situações a pratica, para que assim possa haver melhor compreensão. Em seu livro Pedagogia da Autonomia, Freire diz: Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção, Eduard Lindeman, em The Meaning of Adult Education (1926), identificou, pelo menos, cinco

7 pressupostos-chave para a educação de adultos e que mais tarde transformaram-se em suporte de pesquisas. Hoje fazem parte dos fundamentos da moderna teoria de aprendizagem de adultos (andragogia): 1. Adultos são motivados a aprender na medida em que experimentam que suas necessidades e interesses serão satisfeitos. Por isto estes são os pontos mais apropriados para se iniciar a organização das atividades de aprendizagem do adulto. 2. A orientação de aprendizagem do adulto está centrada na vida; por isto as unidades apropriadas para se organizar seu programa de aprendizagem são as situações de vida e não disciplinas. 3. A experiência é a mais rica fonte para o adulto aprender; por isto, o centro da metodologia da educação do adulto é a análise das experiências. 4. Adultos têm uma profunda necessidade de serem auto dirigidos; por isto, o papel do professor é engajar-se no processo de mútua investigação com os alunos e não apenas transmitir-lhes seu conhecimento e depois avaliá-los. 5. As diferenças individuais entre pessoas crescem com a idade; por isto, a educação de adultos deve considerar as diferenças de estilo, tempo, lugar e ritmo de aprendizagem. Comparações Papel da Experiência Vontade de Aprender Modelo Pedagógico A experiência daquele que aprende é considerada de pouca utilidade. O que é importante, pelo contrário, é a experiência do professor. A disposição para aprender aquilo que o professor ensina tem como fundamento critérios e objetivos internos à lógica escolar, ou seja, a Modelo Andragógico Os adultos são portadores de uma experiência que os distingue das crianças e dos jovens. Em numerosas situações de formação, são os próprios adultos com a sua experiência que constituem o recurso mais rico para as suas próprias aprendizagens. Os adultos estão dispostos a iniciar um processo de aprendizagem desde que compreendam a sua utilidade para melhor afrontar

8 Orientação da Aprendizagem Motivação finalidade de obter êxito e progredir em termos escolares. A aprendizagem é encarada como um processo de conhecimento sobre um determinado tema. Isto significa que é dominante a lógica centrada nos conteúdos, e não nos problemas. A motivação para a aprendizagem é fundamentalmente resultado de estímulos externos ao sujeito, como é o caso das classificações escolares e das apreciações do professor. problemas reais da sua vida pessoal e profissional. Nos adultos a aprendizagem é orientada para a resolução de problemas e tarefas com que se confrontam na sua vida cotidiana (o que desaconselha uma lógica centrada nos conteúdos) Os adultos são sensíveis a estímulos da natureza externa (notas, etc), mas são os fatores de ordem interna que motivam o adulto para a aprendizagem (satisfação, auto-estima, qualidade de vida, etc) Algumas pesquisas afirmam que estudantes adultos aprendem apenas 10% do que ouvem, após 72 horas. Entretanto são capazes de lembrar 85% do que ouvem, vêem e fazem, após as mesmas 72 horas, portanto, o envolvimento do ser humano na esfera do pensar (através de estímulos lógicos e racionais), na esfera do sentir (proporcionando estímulos interiores e emocionais), desta forma, o sentir estimula o querer, transformando em vontade e ação. 2. Método A pesquisa se constitui em um estudo de caráter descritivo e exploratório, que visa saber o quanto se conhece sobre andragogia. A pesquisa foi realizada em empresa da cidade de Jussara - GO, privada e de pequeno porte. Trata-se de um posto de combustível com 20 funcionários organizados em atividades

9 diversas (gerente geral, gerente financeiro/ departamento de pessoal, operadores de caixa e frentista), a venda de combustível. Participantes Participaram desta pesquisa 20 trabalhadores, sendo quatro mulheres e 16 homens, entre 20 e 40 anos. A escolaridade dos participantes variou de semianalfabetos até ensino superior completo. Grande parte dos participantes está a menos de um ano na empresa, todos da empresa participaram da pesquisa, mesmo alguns não vendo a importância da mesma. Instrumento O instrumento para coleta e levantamento de dados foi composto de um questionário com perguntas de investigação sócio-demográfico e outro questionário em formato de uma escala Likert, com questões que investigam o comprometimento dos funcionários, envolvimento com o trabalho, identificação, sentimento de retaliação, motivação, satisfação, QVT (Qualidade de Vida no Trabalho) e o conhecimento de cada um com o termo andragogia; já o questionário de diagnóstico geral foi elaborado a partir de escalas já validadas. Procedimentos Inicialmente foi realizada uma reunião da pesquisadora com o proprietário do posto para explicar o propósito do trabalho para que em seguida fosse repassada aos colaboradores da empresa, em uma de suas reuniões mensais. O questionário é autoexplicativo, mas mesmo assim foram feitas orientações quanto ao preenchimento, dúvidas foram sanadas e o questionário foi entregue a cada colaborador, sob orientação de preencherem em casa e depositarem em uma urna lacrada no dia seguinte.

10 3. Resultados Os resultados dos questionários aplicados são apresentados por meio de gráficos que indicaram o nível satisfação dos colaboradores para cada variável avaliada. A partir da leitura dos gráficos foi possível realizar um diagnóstico e discuti-lo posteriormente. Processo de Ensinagem nas Organizações 95% Nunca ouviram falar em Andragogia Ouviram falar em Andragogia 5% Comprometimento 1% Indiferente 7% Descomprometido 14% Comprometido 19% 59% Muito Descomprometido Totalmente Comprometido

11 Envolvimento com o Trabalho 7% 8% 6% Sem Envolvimento Envolvido 21% 58% Indiferente Totalmente sem Envolvimento Totalmente Envolvido Identificação com a Empresa 3% 10% Indiferente Identifica-se 35% 52% Totalmente sem Identificação Identifica-se Totalmente

12 Motivação 1% 3% 10% Motivado 29% 57% Totalmente Motivado Desmotivado Totalmente Desmotivado Neutro Satisfação 21% Satisfeito 2% 10% 10% 57% Totalmente Satisfeito Insatisfeito Totalmente Insatisfeito Neutro

13 Relacionamento com a Liderança 2% 8% 12% Bom Ótimo Regular 15% 63% Ruim Péssimo Relacionamento com a Gerência 10% 6% 2% 16% Bom Ótimo Regular Ruim Péssimo 66%

14 Relacionamento com os Colegas de Trabalho 5% 3% 26% 11% 55% Regular Bom Ótimo Ruim Péssimo Sabe os critérios de Promoção da sua Empresa? 9% Não Sim 91%

15 Sente-se valorizado como Profissional? 33% Não Sim 67% Gosta de trabalhar nessa Empresa? 32% Sim Não 68%

16 4. Discussão Através da leitura primária dos resultados apresentados pelo diagnóstico, é possível entender que de modo geral, os funcionários apresentaram uma boa avaliação a respeito da empresa e de todas as variáveis que a compõem, pois 53% dos respondentes se sentem comprometidos com a empresa, outros 67% percebem-se envolvidos com o trabalho. O que chama atenção é o nível de insatisfação com a gerência, pois a grande maioria sentisse muito pressionada em relação à gerência e em relação à liderança (ao dono) o quadro muda, e por fim, 73% dos funcionários que responderam o questionário, estão satisfeitos com a empresa e com o trabalho. Leitão (1996), diz que é necessário visualizar o indivíduo em sua integralidade, para melhor compreender como ele pensa, sente e age nas organizações. Portanto, é necessário além de discorrer sobre as evidências positivas, analisar os pontos de atenção. Neste diagnóstico todos os funcionários foram convidados a responder o questionário, nenhum se manifestou contrário ao convite, mas apenas alguns funcionários devolveram o questionário totalmente respondido, muitas vezes isso acontece, pois ficam com medo de retaliação. Estes indícios levam a refletir sobre o que pode ter influenciado esse comportamento e que só podem ser mais bem entendidas, se investigados através de outras ferramentas de análise. Outros pontos de atenção foram evidenciados, como o fato de 71% dos respondentes não conhece os critérios para promoção na empresa e 73% não se sentirem valorizados como profissional. Estes índices representam uma zona de risco para o dono da empresa, pois a motivação e a satisfação estão muito afetadas. O diagnóstico organizacional nesta empresa, não serviu apenas para dar respostas a determinadas variáveis investigadas, mas nos levantou á ver o quanto é importante que se implante métodos andragógicos no cotidiano desta empresa, pois o adulto é mais motivado a aprender por valores intrínsecos como: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento, fatores estes que apresentaram níveis baixissemos comparado ao todo. A percepção dos adultos sobre a aprendizagem como resolução de problemas é incrível, sem falar da motivação para aprender que é maior se for interna (necessidade individual), e se o conteúdo a ser aprendido ser de aplicação imediata os resultados serão

17 ainda melhores (como a expectativa que temos no período de experiência dentro das empresas). Os adultos trazem uma bagagem de experiências que podem contribuir para sua própria aprendizagem e de quem está ao seu redor.

18 5. Considerações Finais A geração agora, à busca desmedida pelo conhecimento e aprimoramento (qualificação), são características deste novo mundo que está ao nosso redor. E quanto mais mudanças, maior o seu impacto sobre os acadêmicos, porque eles têm que se adaptar rapidamente à nova situação, a essa nova era a Era do Conhecimento. E o impacto maior, vem sobre os acadêmicos e as universidades que estão inseridos, pois as empresas buscam cada vez mais colaboradores qualificados. Está pressão sobre os acadêmicos e aos novos colaboradores (colaboradores da Era do Conhecimento) deve-se a sua capacidade de decidir, de mudar, de aprender e de reaprender a aprender. A convivência com o excesso de informações impostas pelo mundo atual não lhes deixa alternativa que não seja a adaptação, e uma busca constante no aprendizado (contínua). Assim as universidades e as empresas encontram-se trabalhando com o meio termo, onde devemos preservar características pedagógicas e introduzir a andragogia, estimulando a capacidade de autoavaliação e autocrítica, dando ênfase na responsabilidade pelo próprio aprendizado e ao aprendizado ao longo da vida. Temos necessidade de saber e percebemos isso no processo e no que ganhamos nele, adultos são responsáveis por suas decisões (por sua vida), portanto querem ser vistos e reconhecidos por suas experiências, para o adulto suas experiências são à base de seu aprendizado. O adulto sempre está de prontidão para aprender, é disposto a aprender ainda mais se o aprendizado for relacionado a situações reais de seu cotidiano, pois se contextualizados para alguma aplicação e utilidade ele se empenha em aprender. O essencial da vida não é saber a resposta certa, pois as mesmas amanhã poderão ser inválidas, mas sim saber a pergunta correta, ter sempre a sede do algo mais, do inesperado, a curiosidade no crescimento e nos mistérios da vida, o conhecimento para está nova geração nunca será demais.

19 6. Referências Bibliográficas ADIGO (2001) Programa de Desenvolvimento de Líderes e Facilitadores. São Paulo. ALCALÁ, Adolfo (1999) Es la Andragogía una Ciencia? Ponencia. Caracas. ARANTES, N. Sistemas de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, p. CANARIO, Rui (1999) Educação de Adultos, um campo e uma problemática. Lisboa: Educa. CAVALCANTI, Roberto de Albuquerque (1999) Andragogia: A aprendizagem nos adultos. Revista de Clínica Cirúrgica da Paraíba. CHIAVENATTO, Idalberto. Gestão de Pessoas, 2ª ed., Rio de Janeiro, Editora Campus, DESSLER, Gary. Administração de Recursos Humanos, 2º Ed., Pearson Prentice Hall, FERNÁNDEZ, S. Néstor (2001) - Andragogía. su ubicación en la educación continua. Universidad Nacional Autónoma de México. FREIRE, Paulo (1987) Pedagogia do Oprimido. Paz e Terra. Rio de Janeiro. FREIRE, Paulo (1996) Pedagogia da Autonomia. Paz e Terra. Rio de Janeiro. LEITÃO, S.P. O poder no contexto da decisão organizacional. Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro, v.30, n.2, p Mar./abr LINDEMAN, E. C. The Meaning of Adult Education. New York: New Republic.1926 MARQUES, Francisca Maria Mendes. Andragogia: sonho e realidade. UNAR, Araras (SP), v.1, n.1, p.76-78, 2007.

20 MARQUEZ, Adriana (1998) Andragogía: Propuesta Política para una Cultura Democrática en Educación Superior. Santo Domingo, República Dominicana NOGUEIRA, Sônia Mairos. A andragogia: que contributos para a prática educativa? Linhas: Revista do Programa de Mestrado em Educação e Cultura. Florianópolis. V. 5, n. 2, p , dez., 2004 PAZ, M.G. T e MENDES, A.M.B. Medidas do Comportamento Organizacional. Porto Alegre: Artmed, p. STEINER, Rudolf (1988) A Arte da Educação I e II Antroposófica. São Paulo UNESCO (1997), La Declaración de Hamburgo. Memórias de la Conferencia Mundial de Educacion de Adultos. Bogotá

21 ANEXO Questionário Prezado Colaborador, Este é um questionário elaborado pela administradora Lorraine Araújo Carvalho, pós graduando em Gestão e Análise Organizacional pelo IPECON/ PUC em Goiânia. O objetivo deste trabalho é colher informações das empresas da cidade de Jussara, analisando a qualidade de vida dos funcionários e seu conhecimento em relação ao processo de ensinagem dentro das organizações, para compor o trabalho de conclusão do curso de pós graduação. O resultado desse questionário poderá auxiliar as empresas Jussarenses na gestão de seus processos e das pessoas que compõe as mesmas. É muito simples responder ao questionário, basta seguir as orientações. Peço que responda o mais sincero e espontaneamente possível, pois sua opinião é muito importante para nós. Não há resposta certa ou errada, o que nos interessa é sua opinião, reforço que todas as respostas serão tratadas de forma confidencial, preservando a identidade de cada um. Obrigada por participar. Lorraine Araújo Carvalho Esse questionário fala sobre um conjunto de temas que representa o modo como você se vê dentro da empresa. NOME: IDADE: CARGO: EMPRESA: SEXO: ( ) Masculino ( ) Feminino ESCOLARIDADE: ( ) Ensino Fundamental Incompleto ( ) Ensino Fundamental Completo ( ) Ensino Médio Incompleto ( ) Ensino Médio Completo ( ) Ensino Superior Incompleto ( ) Ensino Superior Completo ( ) Pós Graduação ESTADO CIVIL: ( ) Solteiro(a) ( ) Casado(a) ( ) Divorciado(a) ( ) Viúvo(a) ( ) União Estável HÁ QUANTO TEMPO TRABALHA NA EMPRESA:

22 ( ) Menos de um ano ( ) De um a três anos ( ) Mais de três anos QUAL MEIO VOCÊ USA PARA CHEGAR AO TRABALHO: ( ) A pé ( ) Bicicleta ( ) Moto ( ) Carro QUANTO TEMPO VOCÊ GASTA PARA CHEGAR AO TRABALHO? ( ) Menos que 15 minutos ( ) De 16 a 30 minutos ( ) Mais de 30 minutos VOCÊ TEM UMA RELIGIÃO? ( ) Sim ( ) Não É PRATICANTE? ( ) Sim ( ) Não QUAL SEU SALÁRIO? Instruções Analise cada questão proposta abaixo, assinalando com um X o número que melhor se identifica com a empresa que você trabalha. Faça apenas uma marcação por número. Marque todas as questões apresentadas. Os números da escala significam o seguinte: Concordo Totalmente Concordo Parcialmente Discordo Totalmente Discordo Parcialmente Nem concordo e nem discordo AFIRMAÇÕES A empresa em que trabalho capacita seus funcionário para melhor executarem suas tarefas. A empresa em que trabalho busca desenvolver em seus funcionários competências para que eles se tornem mais produtivos, criativos e inovadores. A empresa em que trabalho incentiva e colabora para que os funcionários participem de curso, palestras, etc. A empresa oferece benefícios complementares ao salário, como cestas básicas, vale transporte, plano de saúde, etc. A empresa oferece os materiais adequados para a execução do

23 meu trabalho. A empresa oferece uma remuneração adequada, em relação ao mercado de trabalho. A empresa na qual trabalho da feedbacks uteis relacionados com as decisões que dizem respeito ao meu trabalho. A empresa oferece oportunidades de crescimento dentro dela. A empresa na qual trabalho capacita os funcionários para a utilização de novas tecnologias ou de novos equipamentos. A empresa oferece prêmios pela proporção e qualidade do meu trabalho. A empresa trabalha com um sistema fidedigno de avaliação de seus funcionários. Existe boa luminosidade no meu ambiente de trabalho. Existe um odor que me incomoda no meu ambiente de trabalho. Existe cooperação entre os funcionários. Existe muito ruído no meu ambiente de trabalho. Existe ventilação adequada. Meu chefe se preocupa com os meus direitos. Meu chefe é coerente em suas decisões. Meu chefe consegue perceber as necessidades da equipe. Meu chefe respeita a equipe perante a clientela. Meus valores são respeitados por meus colegas de trabalho. Meu ponto de vista é respeitado pela empresa. Meu salário é coerente com o trabalho que realizo e ao nível de estresse que estou exposto. Meu trabalho é meu sustento. Já notei resultados com os testes e cursos aplicados pela empresa. Tenho confiança nas intenções da empresa comigo. As pessoas se orgulham em fazer parte da empresa. Sou feliz com o cargo que ocupo dentro da empresa. Pensando no trabalho no qual você desenvolve dentro da empresa, leia atentamente e marque um x em cada questão identificando o número que mais se aproxima da realidade do seu trabalho, conforme a escala abaixo: PÉSSIMO RUIM REGULAR BOM ÓTIMO QUESTÕES Como é seu relacionamento com seus colegas de trabalho? Como é seu relacionamento com seu chefe? Como é seu relacionamento com seu supervisor? Como é seu horário de trabalho? Pensando no trabalho no qual você desenvolve dentro da empresa, leia

24 atentamente e marque um x em cada questão identificando o número que mais se aproxima da realidade do seu trabalho, conforme a escala abaixo: NUNCA RARAMENTE ÁS VEZES COTIDIANAMENTE SEMPRE QUESTÕES Você tem autonomia para decidir sobre como fazer o serviço? Para desenvolver o seu trabalho você precisou aprender alguma coisa específica? Recebeu treinamento específico para sua função? Seu trabalho é supervisionado (Alguém confere o seu trabalho)? Marque um x em sim se concordarem, ou em não se não concordarem: QUESTÕES SIM NÃO Você estuda? Você já foi promovido? Você sabe quais os critérios de promoção? Você se sente valorizado como profissional? Você acha que seus direitos trabalhistas sem respeitados? Você conhece alguma atividade desenvolvida na empresa que é voltada em benefício da comunidade? Você gosta de trabalhar nesta empresa? CRÍTICAS, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS: Obrigada por sua participação!

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