novobanco.pt/empresas PME CRESCIMENTO 2015 LINHA DE CRÉDITO NB EMPRESAS PRIME NB FEI (Fundo Europeu de Investimento) INOVAÇÃO P M E L Í D E R

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1 novobanco.pt/empresas As linhas de crédito Portugal 2020 já estão disponíveis no NOVO BANCO. Escolher o momento certo para investir no crescimento da sua empresa é tão importante quanto escolher o Banco certo. Por isso, escolha as nossas soluções de financiamento e descubra porque razão o NOVO BANCO é a maior referência no apoio às empresas portuguesas. PME CRESCIMENTO 2015 LINHA DE CRÉDITO NB EMPRESAS PRIME NB FEI (Fundo Europeu de Investimento) INOVAÇÃO P M E L Í D E R Esta revista faz parte integrante do Diário Económico n.º 6196 e não pode ser vendida separadamente

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3 ÍNDICE 04 a 11 Tome nota: as regras para aceder ao Portugal 2020 e os erros que não deve cometer EDITORIAL Raul Vaz Director Uma questão de reputação Director Raul Vaz Subdirectores Bruno Faria Lopes, Francisco Ferreira da Silva e Tiago Freire Editora Irina Marcelino Textos Dírcia Lopes, Irina Marcelino, Mónica Silvares, Nuno Miguel Silva, Raquel Carvalho, Sónia Santos Pereira Fotografia Paulo Figueiredo (editor), Paula Nunes, Paulo Alexadre Coelho e agências Infografia Susana Lopes (coordenadora), Mário Malhão Departamento Gráfico Dário Rodrigues (editor) e Ana Almeida Produção Ana Marques (chefi a), Artur Camarão, Carlos Martins, João Santos Tratamento de Imagem Samuel Rainho (coordenação), Paulo Garcia e Tiago Maia Impressão e Acabamento Lisgráfi ca ADMINISTRAÇÃO Nuno Vasconcellos (Presidente) Gonçalo Faria de Carvalho (Administrador) Director Geral Comercial Bruno Vasconcelos Redacção Rua Vieira da Silva, n.º 45, Lisboa Tel.: / Fax: António Pires de Lima Ministro da Economia: PME vão procurar cada vez mais reforçar competências e parcerias estratégicas 17 PME Crescimento A linha que ajuda em várias frentes. Saiba quais 20 Miguel Cruz Presidente do IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação: O programa Portugal 2020 é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada 32 João Cotrim de Figueiredo Presidente do Turismo de Portugal: Há empenho dos promotores em assegurar elevados níveis de qualidade 30 PME Líder As etapas rigorosas até se tornar numa PME de referência Os sectores, os casos de sucesso e as listas das maiores PME Líder 36 Turismo 50 Agricultura 58 Comércio e Serviços 66 Construção 74 Indústria 82 Opinião Paulo Deus, Ignios: O peso das PME no aumento das exportações portuguesas Paula Nunes Saber onde e o que procurar no Portugal 2020 é meio caminho andado para quem quer obter financiamento para os seus projectos. As PME podem e devem estar atentas aos apoios vindos do quadro que vem substituir o QREN. Apesar do seu nível de exigência quer às empresas quer à máquina do Estado ter aumentado, as PME são bastante beneficiadas pelo Portugal Dos 25,23 mil milhões de euros que se espera que cheguem à economia portuguesa, 25% vão directamente para as PME. O novo quadro de financiamento até 2020 privilegia a inovação, o empreendedorismo e a aposta nas actividades transaccionáveis, explica Pires de Lima a esta revista. Mas não chega apenas exportar. A intenção é capacitar as empresas para abordarem de forma mais eficaz os mercados internacionais. Para as empresas que apostam no mercado interno, diz o ministro, haverá outros instrumentos de financiamento. Ser PME Líder, internacional e inovador é caminho feito para ter acesso aos fundos europeus (o outro passo é ter paciência para a burocracia que envolve) porque junta boa reputação aos objectivos do Portugal E ter boa reputação significa acesso mais fácil a financiamento, quer seja privado quer público. Mas se o financiamento é fundamental para o sucesso das empresas, a capacidade que elas têm de o utilizar bem é ainda mais importante. A bem do sucesso da economia portuguesa. 3

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5 Portugal 2020 As regras para conseguir financiamento europeu EMPRESAS JÁ TÊM AS NOVAS REGRAS PARA ACEDEREM A MAIS DE OITO MIL MILHÕES DE EUROS. CONHEÇA-AS. Mónica Silvares Paulo Figueiredo O novo quadro comunitário de apoio já está no terreno e as empresas até já começaram a apresentar candidaturas ao Portugal As novas regras determinam que as PME poderão contar em média com um apoio de 60% para os seus projectos e terão benefícios ao nível dos reembolsos caso superem as metas contratualizadas. Uma das características do Portugal 2020 é privilegiar a lógica de mérito e os resultados. Isto traduzse num maior nível de exigência às empresas, mas também à própria máquina do Estado. Além disso, os fundos pretendem ser mais transparentes e de mais fácil acesso. 1. PME VÃO TER EM MÉDIA INCENTIVOS DE 60% As empresas poderão contar, no máximo, com um incentivo comunitário para os seus projectos de 75% do valor global do investimento elegível. De acordo com as novas regras do Portugal 2020, em geral as empresas poderão contar com um apoio de 60%. As regras determinam que o apoio máximo é de 35%, mas há a possibilidade de acrescentar diferentes tipos de majorações que poderão elevar este incentivo até um limite máximo de 75%. Os projectos serão majorados de acordo com o tipo de empresa. Assim, as empresas médias e pequenas com projectos superiores a cinco milhões de euros recebem uma majoração de 15 pontos percentuais. Já as pequenas empresas com projectos inferiores a cinco milhões de euros a esmagadora maioria dos casos recebem uma majoração de 25 pontos percentuais. Finalmente, os projectos que se enquadram na tipologia de empreendedorismo qualificado e criativo podem receber uma majoração de dez pontos percentuais. 2. SUPERAR METAS EM 25% PAGA METADE DO REEMBOLSO As empresas terão oito anos para pagar os apoios que receberam de Bruxelas, sendo que têm um período de carência nos dois primeiros, ou seja, não pagam nada. Por outro lado, se as empresas superarem os resultados estipulados no contrato assinado com a entidade de gestão poderão ter isenções parciais do montante a reembolsar, que no limite poderá ser de 50%. Para obter esta isenção máxima, a empresa tem de superar as metas contratadas em mais de 25%. Mais uma vez estes valores são ainda preliminares. > 5

6 > Grandes números > O Portugal 2020 tem uma dotação de 25,23 mil milhões de euros > O Governo quer executar 5% do novo quadro em 2015, ou seja, milhões de euros > O Governo inscreveu no Orçamento do Estado para 2015 uma antecipação de fundos estruturais de 1,8 mil milhões. Estas verbas servirão para compensar os 5% do QREN que Bruxelas retém até o quadro estar todo concluído e as despesas certificadas, mas também para antecipar dinheiro do Portugal 2020 > Portugal conseguiu reservar 200 milhões de euros para financiar pequenos troços de estradas, desde que assegurem uma ligação a parques industriais, plataformas logísticas ou portos. > Executivo conseguiu reservar 300 milhões para renovar escolas, uma prioridade negativa para Bruxelas. O dinheiro será alocado através das autarquias e do Ministério da Educação > Portugal garantiu mil milhões de euros para o sistema científico. Um montante superior aos cerca de 400 milhões que o QREN tinha reservados inicialmente, mas que depois foram aumentados para 900 milhões > Apoios às PME valem cerca de 25% dos 25,2 mil milhões que o país vai receber no Portugal 2020, ou seja 2,5 milhões de euros por dia, ao longo dos próximos sete anos > Empresas vão ter 8,5 mil milhões em apoios directos de Bruxelas Paulo Figueiredo 3. INCENTIVOS PARA QUEM INVESTIR ATÉ 2016 Os projectos cujo investimento for realizado em 2015 e 2016 vão ser beneficiados em termos de isenções dos reembolsos dos incentivos. Ou seja, quem superar os resultados contratados terá uma isenção do reembolso numa percentagem que é o dobro da percentagem de superação dos resultados. Isto é, um promotor que superou em 10% as metas acordadas tem 20% de isenção do reembolso. Este benefício tem como limite máximo 50% de isenção das verbas comunitárias recebidas. Estas isenções diminuem a partir de EMPRESAS PENALIZADAS POR FALHAREM PRAZOS DOS INVESTIMENTOS Se por um lado as empresas têm incentivos para acelerarem os seus investimentos, por outro vai existir um estímulo negativo para as PME que vejam os seus investimentos aprovados e não os executem dentro dos prazos estipulados vão ser penalizadas. As despesas realizadas com um atraso até seis meses terão uma redução de 20% do incentivo relativamente às despesas que são passíveis de obter financiamento comunitário. Quando o atraso na realização das despesas elegíveis oscila entre seis e 12 meses, então a penalização ascende a 40% dos incentivos. Finalmente, se as verbas comunitárias não forem executadas há um corte no financiamento. O objectivo é combater uma situação que se repetiu ao longo do anterior quadro comunitário. Com o QREN houve milhões de euros comprometidos que não eram depois executados, em grande medida pelas dificuldades de acesso das empresas - que ainda têm - ao financiamento bancário, que as impedia de investir a parte que cabia à empresa nos projectos com financiamento de Bruxelas. 6

7 Bruno Barbosa 5. ELEGIBILIDADE DAS FACTURAS As facturas são elegíveis a partir do momento em que a empresa apresentar a sua candidatura aos fundos comunitários. 6. PAGAMENTOS A 45 DIAS Os pagamentos têm obrigatoriamente de ser feitos, no máximo, num prazo de 45 dias. Mas pode ser menos. A meta será fixada pelos gestores de cada Programa Operacional nos contratos de desempenho que vão assinar. Actualmente, a Agência para o Desenvolvimento e Coesão faz os pagamentos em 48 horas. Mas a média era de 22 dias. 7. EMPRESAS COM SALÁRIOS EM ATRASO SEM ACESSO As empresas que têm salários em atraso não vão poder aceder aos novos fundos comunitários. Quando apresentarem a sua candidatura, as empresas terão de declarar que têm a situação salarial regularizada. A empresa permanecerá impedida de se candidatar ao Portugal 2020 enquanto tiver salários em atraso. Só depois de regularizada a situação será possível concorrer. 8. CANDIDATURAS ESCOLHIDAS PELO MÉRITO DO PROJECTO O mérito do projecto é o critério primordial na avaliação das candidaturas das empresas. Para avaliar o mérito de cada projecto será tida em conta a qualidade, ou seja, a natureza inovadora do investimento na produção de bens e serviços transaccionáveis e destinados à exportação. Mas também o impacto que o projecto tem na competitividade da empresa, que é medido através do valor acrescentado que o investimento vai gerar, mas também pelo aumento da capacidade de penetração no mercado internacional. > 7

8 > 9. DECLARAÇÕES FALSAS IMPEDEM ACESSO AOS FUNDOS POR TRÊS ANOS Para simplificar as candidaturas deixa de ser necessário juntar comprovativos às declarações. A verificação dos documentos é feita aleatoriamente, quando são detectadas anomalias, em caso de suspeitas ou ainda em caso de denúncias. A lógica é de confiança, mas aumentam as sanções para quem violar as regras. Por isso, se os beneficiários prestem declarações falsas os seus contratos serão anulados e serão obrigados a devolver o dinheiro que já pago. Além disso ficam proibidos de apresentar novas candidaturas nos três anos seguintes. Quando a auditoria dos fundos detecta anomalias ou há uma denúncia do Ministério Público é feita uma participação criminal. E quando um beneficiário obrigado a devolver dinheiro fica a dever, só pode voltar a ter acesso aos fundos se apresentar uma garantia idónea por cada pagamento a efectuar. 10. DINHEIRO VAI CHEGAR ÀS EMPRESAS NO PRIMEIRO SEMESTRE Portugal está entre os primeiros países da União Europeia a abrir concursos neste período de programação. Com o primeiro concurso para investimento produtivo aberto a 20 de Março, as empresas vão aceder ainda no primeiro semestre do ano a pagamentos. 11. CANDIDATURAS COM PRÉ- PREENCHIMENTO O Governo está a trabalhar para que as empresas possam no momento da candidatura, ao introduzir o NIF no formulário, terem parte da candidatura pré-preenchida à semelhança do que já acontece no IRS. Mas para tal ainda há algum caminho a percorrer. A criação de uma base única dos promotores, com toda a informação disponível na Administração Pública sobre o beneficiário ajudará a este pré-preenchimento. Este projecto será também ele financiado por verbas comunitárias. Por outro lado, é intenção do Executivo aperfeiçoar os actuais formulários electrónicos para facilitar a elaboração das candidaturas, disponibilizando guias de apoio e reforçando os mecanismos de validação da informação existente. 12 ESTADO NÃO PODE PEDIR DOCUMENTOS QUE JÁ TEM As informações necessárias nomeadamente de caracterização do candidato, como a sua situação perante o Fisco e a Segurança Social, licenciamentos feitos por serviços da Administração Pública, etc, não têm de ser remetidos pelos candidatos. Os órgãos de governação dos fundos estão proibidos de exigirem aos particulares documentos que existam no interior da Administração Pública. 8

9 15 TUDO NO PORTAL PORTUGAL 2020 Neste portal estarão concentrados os regulamentos de todos os fundos actualizados, pondo fim à dispersão de documentos, muitos de difícil acesso. No portal serão publicitados os diversos concursos, permitindo aos interessados aceder directamente aos respectivos formulários para apresentar a sua candidatura. A resposta ao processo de candidatura também pode ser dada através do portal - numa área reservada ao beneficiário e protegida por uma password. 13 INFORMAÇÃO PEDIDA DE UMA SÓ VEZ Os serviços têm de pedir a informação toda de uma só vez em cada fase do processo: na preparação da candidatura, no pagamento ou numa situação de recurso. O objectivo é evitar que os processos se arrastem com infindáveis pedidos de documentos. Paulo Figueiredo 14 AVALIAÇÃO DAS CANDIDATURAS EM 60 DIAS A avaliação das candidaturas terá de ser feita em 60 dias. No entanto, quando é necessário pedir pareceres a entidades externas aos serviços, esse prazo é suspenso. 16 BENEFICIÁRIOS VÃO TER UM CURADOR A pensar nos clientes - os utilizadores dos fundos foi criada a figura do curador, uma espécie de provedor que receberá as queixas e as reclamações das pessoas que se confrontaram com problemas na sua candidatura, mas não querem ir a tribunal. A escolha do Executivo recaiu sobre José Soeiro, o anterior presidente da Agência da Coesão. A decisão é das autoridades de gestão, mas o curador pode recomendar que um membro do Governo da área revogue essa decisão. 9

10 > Os erros a evitar na apresentação da candidatura aos fundos comunitários APRESENTAR UMA CANDIDATURA A FUNDOS COMUNITÁRIOS EXIGE ALGUNS CUIDADOS DE FORMA A NÃO COMETER ERROS QUE ACABEM POR INVIABILIZAR O PEDIDO DE FINANCIAMENTO OU QUE PROVOQUEM ATRASOS PENALIZADORES DO INVESTIMENTO. Antes mesmo de se candidatar deve avaliar primeiro se a sua empresa é verdadeiramente uma PME (Pequena e Média Empresa). À luz das regras comunitárias basta uma participação accionista superior a 25% de uma grande empresa para perder este estatuto, alerta João Aranha, partner da Baker Tilly. E o Portugal 2020 está, sobretudo, orientado para PME. Depois, há que pensar a qual dos fundos deve concorrer: se ao Compete 2020 se ao Programa de Desenvolvimento Regional (PDR). Por exemplo, um projecto de turismo rural enquadra-se melhor no primeiro ou no segundo? Entrando no capítulo financeiro, as empresas têm de garantir uma autonomia financeira de 15% ou 20%, consoante se trate de PME ou Não PME, respectivamente, alerta Ana Oliveira, consultora de inovação da Inova+, acrescentando que é importante nunca esquecer que os financiamentos nunca são no montante total do investimento a realizar, o que significa que as empresas têm sempre que investir Dicas > Registar-se, atempadamente, no Balcão 2020 (ver portal www. portugal2020.pt) > Não submeter a candidatura no último dia > Caso não haja alternativa à submissão no último dia, submeter uma versão próxima da final no penúltimo dia > Reunir atempadamente informação financeira e administrativa > Garantir uma autonomia financeira de 15% ou 20% > Ser cauteloso nas projeções financeiras > Submeter uma candidatura só quando a empresa já pretende investir parte dos seus recursos. Mas também, lembra João Aranha, garantir que dispõe do capital próprio mínimo exigível para financiamento do projecto. Se não cumprir o rácio (capitais próprios sobre activos) a candidatura é automaticamente excluída. Por outro lado, já no momento do preenchimento da candidatura, é necessário ser cauteloso nas projecções financeiras para o ano pós-projecto. Ana Oliveira frisa que a orientação para os resultados faz com que o incumprimento relativamente às metas estabelecidas em sede de candidatura possa conduzir a penalizações que, em última instância, podem passar pela devolução de parte ou da totalidade do incentivo. João Aranha complementa a ideia. Os candidatos podem sentir-se tentados em apresentar projecções financeiras, seja em termos de ambição do projecto, elegibilidade do mesmo e cumprimento das metas, mais ambiciosas para que a candidatura tenha uma melhor classificação em termos de mérito, mas depois corre o risco de, no final não atingir os objectivos propostos e ter de devolver parte do incentivo, afirma. Outro conselho que os especialistas deixam às empresas é apenas concorrer quando, à partida, já se pretendia investir independentemente de ter ou não financiamento público. É preciso primeiro ter a ideia do investimento e só depois aferir se há incentivos para apoiar esse investimento, sublinha Ana Oliveira. O meu perfil tipo de cliente é o empresário que tem uma ideia de negócio, sabe como o fazer, tem uma estratégia e sabe como crescer, caso tivesse dinheiro, já assumiu publicamente o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional. Para Manuel Castro Almeida são esses empresários que se devem candidatar e não ir ao cardápio dos fundos e ver onde há dinheiro. Há ainda uma questão relativa à argumentação a utilizar nas candidaturas. Os formulários são padronizados de forma a abranger a larga maioria dos sectores de atividade e, por isso, as solicitações são bastante vagas, diz João Aranha. Por outro lado, para o promotor, o projecto parece óbvio e está completamente estruturado na sua mente, no entanto, quem irá analisar a candidatura terá à sua frente um formulário padrão com a descrição de mais um projecto, por isso, é necessário ser claro e estruturado na apresentação, mas também captar a atenção de quem avalia as candidaturas. 10

11 É por isso que ambos os especialistas defendem, naturalmente, a vantagem de usar empresas especializadas para ajudar as candidaturas. A maior exigência de uma análise estratégica face ao quadro comunitário anterior também ajuda este argumento, dizem. Face ao QREN existe uma parte substancial mais relevante de análise estratégica do projeto em sede de candidatura, embora acessível a pessoas com backgrounds de gestão ou economia, um engenheiro, por exemplo, poderá ter dificuldades, uma vez que a análise está estruturada numa base académica forte, sublinha João Aranha. Além destes aspectos mais técnicos há recomendações, aparentemente óbvias, que é necessário não descurar, diz Ana Oliveira. Registar-se, atempadamente, no Balcão 2020, já que sem este registo não é possível a nenhuma empresa submeter uma candidatura, não submeter a candidatura no último dia e caso não haja alternativa, submeter uma versão próxima da final no penúltimo dia para garantir que uma das versões da candidatura é sempre submetida, independentemente de qualquer percalço, já que é possível submeter quantas versões se quiser até ao momento exacto do deadline. Depois há também que reunir atempadamente informação financeira e administrativa relativamente ao ano pós-projecto, lembra a consultora da Inova+, ou seja, o ano fiscal anterior ao da submissão da candidatura, caso esta seja submetida após Junho, ou o ano anterior ao ano anterior ao da candidatura, caso esta seja submetida entre Janeiro e Junho. M.S. Paulo Figueiredo 11

12 CASOS DE SUCESSO NA APLICAÇÃO DE FUNDOS Fotos: Neves António UCASUL Proder e Pediza permitiram aumentar capacidade de produção COM O ACESSO A FUNDOS COMUNITÁRIOS, A UCASUL CONSEGUIU MANTER UM CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL. Raquel Carvalho Em 1999, a União de Cooperativas do Sul (Ucasul), recorreu ao Pediza - Desenvolvimento Integrado da Zona de Alqueva. Recebeu 187 mil euros para aumentar a capacidade de secagem de bagaço. Em 2013, candidatou-se ao Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) com vista à ampliação da capacidade de recepção de bagaço de azeitona, tendo recebido 91 mil euros. De 30/35 milhões de quilos de matéria-prima transformada em 1999, evoluímos para 205 milhões de quilos em 2014, diz Aníbal Martins, gerente. Em qualquer dos projectos, a Ucasul não teve dificuldade em obter o dinheiro necessário. Tivemos apenas que garantir os recursos financeiros necessários à execução do projecto, através de financiamento bancário de médio/longo prazo e capitais próprios, informa. O estatuto PME Líder pesou na hora de se decidir o empréstimo e o responsável garante que o dinheiro foi sempre atribuído de forma faseada, tendo em conta a evolução da execução física e financeira dos projectos, afirma, realçando não ter dúvidas que os apoios conseguidos foram determinantes não só para o crescimento sustentável da Ucasul do ponto de vista económico e financeiro mas também para a sustentabilidade ambiental de toda a fileira oleícola nacional. Sobre o processo, Aníbal Martins diz não terem sido cometidos erros, mas aponta o dedo ao excesso de burocracia que, garante, consome por vezes grande parte da nossa energia empresarial. É nos apoios, defende, que reside muitas vezes o êxito das candidaturas e da execução dos projectos. O apoio de uma boa empresa na elaboração, apresentação e acompanhamento de candidaturas dos projectos aos vários programas é importantíssimo, frisa, em jeito de conselho a outras empresas que queiram candidatar-se. Voltar a candidatar-se a novos fundos está nos horizontes da Ucasul. Estamos a preparar uma nova candidatura com um projecto de investimento de cerca de 1,5 milhões de euros, informa, revelando mais planos de expansão através de uma participada que implicará um investimento de 4,5 milhões de euros, numa nova unidade de secagem de bagaços de azeitona. 12

13 Martinhal Beach Resort Hotel Investiu mil euros através do QREN EMPREENDIMENTO RECEBEU INCENTIVOS DE 789 MIL EUROS. APROVAÇÃO DO PROJECTO, A EXECUÇÃO É RÁPIDA. A Four Gold Winds Resorts SA (FGW), que explora o Martinhal Beach Resort & Hotel, em Sagres, recorreu pela primeira vez ao QREN em 2011, no âmbito do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME. O investimento global foi de 828 mil euros e o incentivo de 265 mil euros. Em 2013, voltou a recorrer duas vezes mas para inovação. No total, o investimento dos vários programas superou 2,5 milhões de euros e os incentivos 789 mil euros. De acordo com João Cascão, administrador do Martinhal com o pelouro financeiro, todos os processos decorreram dentro da normalidade expectável. A partir do momento em que o projecto está aprovado, a sua concretização em termos administrativos não é complicada, diz. Por norma, o pagamento do incentivo é feito num prazo razoável, após a apresentação da documentação, esclarece. No entanto, admite que até ao aval final a burocracia é grande. Os processos de candidatura são algo burocráticos e um pouco herméticos. Em algumas situações é preciso uma precisão quase milimétrica na preparação do projecto o que, por vezes, não é fácil de cumprir, uma vez que o mercado e o negócio em que nos inserimos não é imutável e, quando nos tentamos São três os administradores do Martinhal, cada um com o seu pelouro: Roman Stern, Chitra Stern e João Cascão (da esquerda para a direita). adaptar às novas circunstâncias, nem sempre é fácil ou possível adaptar o projecto. Mas para PME que alia ao estatuto de Líder o estatuto Excelência, o acesso ao crédito torna-se mais fácil, assume João Cascão, que destaca a estrutura bastante profissional e os indicadores de elevada qualidade dos projectos desenvolvidos. O administrador informa ainda que cada projecto tem um calendário de concretização bem definido e períodos pré-definidos para solicitar o pagamento dos incentivos, normalmente, de seis em seis meses. Garantida está nova candidatura a fundos comunitários porque ainda há muito onde investir e os apoios financeiros são sempre bem-vindos,, afirma João Cascão, que da próxima vez tentará fazer uma supervisão mais cuidada da equipa que preparou os projectos de candidatura para poder reduzir os problemas sentidos na sua implementação. O Martinhal é considerado o hotel ideal para a família, pois tudo está pensado para casais com filhos. Com cerca de mil camas, aumentou em 16% a facturação em 2014, para 15,5 mil euros, podendo chegar aos 17 mil em R.C. Fotos cedidas por Martinhal Beach Resort Hotel 13

14 Paula Nunes 14

15 ENTREVISTA António Pires de Lima Ministro da Economia PME vão procurar cada vez mais reforçar competências e parcerias estratégicas O TRABALHO EM REDE TRAZ VANTAGENS CONSIDERÁVEIS E AS EMPRESAS ESTÃO A APERCEBER-SE CADA VEZ MAIS DESTA REALIDADE E A INVESTIR NESTE DOMÍNIO. Mónica Silvares Ser PME Líder ou Excelência pode fazer a diferença para que as empresas possam aceder mais facilmente a crédito e a concorrer a fundos comunitários? Quando falamos de estatutos que são atribuídos pelo IAPMEI às melhores PME, como forma de fazer reconhecer publicamente a qualidade superior dos seus desempenhos económico-financeiros e dos seus perfis de risco, estamos a falar da criação de mecanismos de reputação, que necessariamente ajudam a credibilizar as empresas no mercado e a valorizar o seu posicionamento junto de financiadores. Este foi, aliás, o principal propósito da criação destes instrumentos: facilitar o acesso a financiamento, valorizando estratégias de crescimento e internacionalização de um segmento de empresas que tem contributos relevantes para a dinâmica económica do país. Alguns produtos financeiros conferem-lhes automaticamente condições preferenciais, como o caso das linhas de crédito PME Crescimento, garantidas pelo Estado. Noutros casos, as empresas serão avaliadas em função dos requisitos específicos, mas os níveis de solidez financeira trazem-lhes obviamente vantagens na negociação com instituições financeiras de melhores condições para créditos complementares. Recordo que a seleção dos projectos é feita pelo seu contributo para a competitividade da empresa e do país, sendo o histórico e solidez da empresa importantes para a tomada de boas decisões. O Portugal 2020 dá demasiada importância à I&D e à internacionalização As PME de sucesso, mas voltadas para o mercado interno, estão condenadas? O novo quadro de financiamento até 2020 privilegia de facto a inovação - e não exclusivamente o I&D - o empreendedorismo e a aposta nas actividades transaccionáveis, que não exclusivamente exportação. Mas o destaque é claramente dado à capacitação para uma abordagem mais eficaz das empresas a mercados internacionais, como alavancas para um quadro de crescimento sustentado. Há muitas PME e microempresas que têm a sua vocação essencialmente voltada para o mercado interno e que têm sabido inovar, interpretar as necessidades dos clientes e adaptar-se aos vários contextos, acrescentando valor à sua oferta e actuando numa lógica de proximidade que as diferencia e lhes traz capacidade competitiva nos mais va- 15 riados sectores de actividade. Muitas estão motivadas para a redução de importações, quando é possível valorizar redes de fornecimento nacionais, outras apostam nos serviços de proximidade, mas todas têm uma importância enorme nas dinâmicas de desenvolvimento e de emprego locais. Para este segmento em particular, existem fora da lógica do Portugal 2020 vários instrumentos de financiamento de apoio à criação e modernização da actividade, que integram desde soluções de microcrédito, crédito com garantia, passando por incentivos a fundo perdido, no caso do comércio tradicional. Os gestores de PME estão suficientemente preparados para responder às novas exigências em termos de empreendedorismo, I&D, acesso a fundos, capitalização? O universo das PME é dominante na estrutura empresarial do país, sendo neste grupo muito significativo o número de microempresas. Esta prevalência não é apenas característica dos sectores ditos mais tradicionais, estendendo-se também a áreas de negócio ou sectores emergentes com fortes conteúdos tecnológicos, como o sector das TIC ou das Indústrias Criativas, mas também em sectores onde >

16 1.700,6 Há muito boas PME em Portugal, com lideranças fortes e estratégias claras. Acreditamos que saberão aproveitar os recursos disponíveis para valorizar as suas actividades. 727 > são exploradas novas aplicações que fazem recurso às chamadas tecnologias-chave. Há muito boas PME em Portugal, com lideranças fortes e estratégias claras baseadas num sólido conhecimento do mercado e da concorrência internacional. Acreditamos que estas empresas saberão aproveitar os recursos disponíveis para valorizar as suas actividades. Mas também acreditamos que sempre que necessário procurarão reforçar competências e parcerias estratégicas com centros de investigação, clusters competitivos, empresas e outros agentes económicos, visando ganhar massa crítica, inovar, valorizar resultados e explorar novos mercados. O trabalho em rede traz vantagens consideráveis e as empresas estão a aperceber-se cada vez mais desta realidade e a investir neste domínio. Quanto a apoios públicos, há várias soluções. O importante é que as empresas seleccionem os mais adequados e os utilizem da melhor forma para incrementar resultados. A procura verificada nos primeiros concursos do Portugal 2020 vem comprovar (ver infografia) que existe uma enorme apetência das empresas para estes domínios de actuação, principalmente porque eles são variáveis chave do desenvolvimento de estratégias empresariais de sucesso. Infografi a: Susana Lopes 16

17 PME Crescimento A linha que ajuda em várias frentes LINHA PME CRESCIMENTO 2015 TEM DOTAÇÃO GLOBAL DE MILHÕES DE EUROS. Raquel Carvalho Paulo Alexandre Coelho A Linha de Crédito PME Crescimento existe desde 16 de Janeiro de 2012 e está pensada para ajudar as empresas nacionais nos seus projectos. O seu acesso pode ter como objectivo operações destinadas a investimento novo em activos fixos corpóreos ou incorpóreos, para reforço de fundo de maneio ou dos capitais permanentes ou exportações. Pode ainda alegar-se necessidade de receber até 30% de um empréstimo para liquidar dívidas contraídas junto do sistema financeiro nos três meses anteriores à contratação da operação e destinadas, exclusivamente, à regularização de dívidas em atraso à administração fiscal e segurança social. Esta linha está dividida em várias linhas específicas. O valor global da PME Crescimento 2015, cujas candidaturas começaram a 1 de Abril, é de milhões de euros, dos quais 300 milhões estão alocados a micro e pequenas empresas, 800 milhões a fundo de maneio e investimento, com 400 milhões a ser de dotação de médio prazo e outros 400 dotação de longo prazo. As empresas de elevado crescimento têm disponíveis 100 milhões de euros, e os exportadores contam com > 17

18 > 200 milhões para os seus projectos no exterior. Os valores são reavaliados periodicamente, podendo ou não ser feitas reafectações de verbas entre linhas específicas e dotações. Os empréstimos são de médio e longo prazo, com as operações de crédito a beneficiarem de uma garantia mútua sobre 50% do valor de cada financiamento. A excepção à regra dáse no caso de operações enquadradas na linha específica, que beneficiam de uma majoração de garantia mútua de 75% do capital em dívida. Até hoje, o IAPMEI conseguiu apoiar 75 mil empresas em 148 mil operações através da PME Crescimento. O valor total de financiamento foi de 13 mil milhões de euros. Só este ano foram realizadas mais de mil operações, envolvendo financiamentos na ordem dos 37 milhões de euros. Critérios para aceder Dos valores globais das dotações, até 10% é destinado exclusivamente a empresas do sector primário. É preciso reunir alguns critérios para poder ter sucesso no acesso a esta linha de crédito. As empresas têm que ter sede em território nacional, não ter dívidas perante o Fundo de Apoio ao Financiamento e Inovação (FINO- VA), junto da banca, da administração fiscal e da segurança social. Outro critério de selecção é o bom desempenho empresarial. Os resultados líquidos têm que ser positivos. No caso de micro ou pequenas empresas, o volume de negócios tem que ser inferior a 10 milhões de euros. Mas se o empréstimo for para fundo de maneio e investimento, ou para empresas de elevado crescimento, independentemente da dimensão, as empresas devem ser industriais, comerciais ou de serviços e com um volume de negócios igual ou inferior a 150 milhões de euros. As empresas integradas em grupos empresariais com facturação superior a 200 milhões de euros não são admitidas. Se for considerada de elevado crescimento, só recebe o dinheiro se nos últimos três anos de actividade completa tiver atingido um volume de negócios superior a 500 mil euros e crescimento acumulado do volume de negócios nos últimos dois anos superior a 20%. Os critérios são idênticos para as empresas exportadoras. Mas estas só têm direito ao empréstimo se exportarem pelo menos 10% do seu volume de negócios ou um valor superior a 100 mil euros. Se o dinheiro for alocado para investimento em novos activos, a data limite para a sua utilização são 12 meses. Processo de candidatura O primeiro passo para se candidatar é contactar um dos bancos protocolados com vista a apresentar a candidatura. Após aprovação da operação, o banco envia à Sociedade de Garantia Mútua (SGM) da actividade ou área geográfica da sede da empresa os elementos necessários à análise do enquadramento da operação. A decisão dura entre três a 15 dias. No prazo de dez dias úteis após a aprovação o banco apresenta a candidatura para enquadramento da operação à PME Investimentos, acompanhada de cópia do pedido de financiamento. Em cinco dias deve haver uma decisão. De frisar que a garantia das operações enquadradas na linha específica das micro e pequenas empresas considera-se automaticamente aprovada pelas SGM. Paulo Figueiredo 18

19 Os valores por linha de financiamento Linha específica Micro e Pequenas Empresas > As micro empresas podem receber até 25 mil euros > As pequenas empresas têm direito a receber até 50 mil euros Fundo de Maneio e Investimento e Empresas de Elevado Crescimento > As PME Líder garantem euros de financiamento > As empresas sem estatuto Líder podem receber até euros Crédito Comercial a Exportadoras > Qualquer empresa tem destinados euros Prazos máximos de amortização e carência > Micro e pequenas empresas têm um prazo de amortização até seis anos e de carência até 12 meses > No fundo de maneio e investimento o prazo de amortização é de quatro anos e o de carência até seis meses, no caso de dotação médio prazo > Na dotação longo prazo, a amortização varia entre quatro anos e dez anos e o prazo de carência vai até 24 meses Empresas de elevado crescimento > A amortização varia entre os quatro e os oito anos e o prazo de carência pode ir até aos 60 meses Crédito Comercial a exportadoras > O período para amortizar o empréstimo varia entre um a três anos Taxas de juro > As operações financeiras para micro e pequenas empresas têm um spread de 3,865% e garantia mútua de 70% > O spread varia entre os 2,875% e os 4,3% no fundo maneio e investimento, com dotação médio prazo >As PME Líder são beneficiadas com o spread mais baixo. Aqui, a garantia mútua é de 50% > As PME Líder que peçam crédito comercial a exportadores beneficiam do spread menor nesta categoria, 3%. Os restantes valores variam entre os 3,1% e os 4,3%. A garantia mútua é de 60% > A linha específica Fundo de Maneio e Investimento e Empresas de Elevado Crescimento com dotação longo prazo, implica spreads que variam entre os 2,7% para as PME Líder e os 4,25% para as que não são. A garantia mútua é de 70%. CASO: ENERMETER 600 mil euros para consolidar crescimento Fundada em 2001 e natural de Braga, a Enermeter é uma empresa de base tecnológica que se dedica ao desenvolvimento de soluções inovadoras para as áreas de medição e visão artificial, tendo nesta última desenvolvido, em 2014, novas soluções para o sector automóvel. A Enermeter soube aproveitar bem os apoios financeiros disponíveis. Neste caso, a linha PME Crescimento, à qual recorreu em Agosto de Foi-lhe concedida a totalidade do dinheiro solicitado: 600 mil euros, sendo disponibilizado logo após assinatura do contrato, e depois de uma análise aos documentos contabilísticos da empresa. Manuel Machado, director, diz que o processo decorreu dentro da normalidade, sem quaisquer dificuldades ou entraves e foi muito célere a sua aprovação, destacando que a última prestação foi liquidada em Agosto de Quanto ao dinheiro, serviu para reforçar os recursos humanos e dotar a empresa de novos meios laboratoriais que permitiram o desenvolvimento de novos projectos dentro dos sistemas automáticos de inspecção baseados em visão artificial e no smart metering, explica, garantindo que ajudou ainda a consolidar uma estratégia de crescimento sustentada. O facto da empresa acumular os estatutos de Líder e de Excelência facilitou a concessão de crédito, mas o responsável lembra ser importante ter consciência de que o programa PME Crescimento em si mesmo, não cria valor, apenas permite, quando bem gerido, proporcionar o desenvolvido de produtos inovadores e que criem mais-valias para empresa. Revela ainda estar prevista a candidatura a mais fundos, visando o desenvolvimento de novos produtos e sistemas com parceiros internacionais. De frisar que este ano a Enermeter pretende ainda lançar o primeiro produto na área da imagem médica. R.C. 19

20 ENTREVISTA Miguel Cruz Presidente do IAPMEI (Agência para a Competitividade e Inovação) O programa Portugal 2020 é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada SÓ EM 2014, O IAPMEI PASSOU PARA AS EMPRESAS ATRAVÉS DOS VÁRIOS SISTEMAS DE INCENTIVO MAIS DE 360 MILHÕES DE EUROS, MAIS 36% QUE EM Raquel Carvalho Qual a importância do estatuto PME Líder para as empresas que o detêm? A principal vantagem é o capital de reputação e notoriedade que o estatuto confere e a importância deste capital para a criação de relações de confiança no mercado, cada vez mais necessárias no mundo dos negócios. Poder ostentar um selo de qualidade que lhe dá credibilidade junto de clientes ou potenciais clientes, de fornecedores, do Estado ou do sistema financeiro, e poder usufruir de condições preferenciais no acesso a financiamento bancário, a fundos comunitários e a um conjunto de produtos financeiros, é uma grande vantagem. 20 Que retrato faz do tecido empresarial português? Os sinais de crescimento da economia para este primeiro trimestre relativamente ao mesmo período de 2014, ancorados no crescimento das exportações, traduzem bem o esforço competitivo que tem vindo a ser feito pelas nossas empresas. Só no ano passado, o IAPMEI passou para as empresas através dos vários sistemas de incentivo, desde o QREN ao Comércio Investe, mais de 360 milhões de euros, um valor superior a 36% ao verificado em 2013 e que reflecte a postura das empresas na procura de soluções que as ajudem a sustentar a sua capacidade competitiva não só no mercado interno, mas principalmente no mercado internacional. Ao todo, no âmbito do último quadro de financiamento, o IAPMEI apoiou investimentos empresariais em inovação, I&DT e qualificação de PME na ordem dos cinco mil milhões de euros e o que esperamos é que o actual quadro permita continuar o caminho já iniciado, criando condições para o alargamento do número de empresas de base exportadora. O programa Portugal 2020 é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada, até porque este é o momento do investimento. O investimento tem de crescer como forma de aumentar a capacidade diferenciadora e competitiva das empresas em mercado global. E nesse sentido, é essencial alargar a base de empresas com capacidade de inovação e exportadoras. O nível de procura nos primeiros concursos do Portugal 2020 e particularmente no SI Inovação constituem um bom sinal, e o facto de 80% de candidaturas serem de empresas que acedem pela primeira vez ao sistema é um número muito interessante. O que espera concrectamente deste programa? O novo programa tem uma prioridade clara no apoio directo às empresas e em particular às PME e vai permitir dar >

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