JORNAL JÁ PARAÍBA: quebrando paradigmas no ciclo midiático do preconceito linguístico

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "JORNAL JÁ PARAÍBA: quebrando paradigmas no ciclo midiático do preconceito linguístico"

Transcrição

1 JORNAL JÁ PARAÍBA: quebrando paradigmas no ciclo midiático do preconceito linguístico Juliene Paiva de Araújo Osias 1 Resumo A ideologia do preconceito linguístico baseia-se numa norma linguística culta e de prestígio social, não levando em consideração que outras manifestações linguísticas sejam elas orais ou escritas podem ser eficientes na interação entre os falantes da língua. A questão é que esse preconceito extrapola o âmbito da linguagem, atuando também no âmbito social, por exemplo, sempre amparado e difundido pela Gramática Tradicional, pela prática pedagógica, pelos livros didáticos e pela mídia, transmissora e cristalizadora de regras do falar bem e do escrever bem. Neste contexto, entretanto, analisar-se-á (do ponto de vista de alguns aspectos gramaticais e de níveis de linguagem) uma mídia que rompe com essa tradicional manutenção da patrulha dos puristas em nome da norma gramatical: o Jornal Já Paraíba, tabloide do Sistema Correio de Comunicação que circula no estado da Paraíba. Palavras-chave: Preconceito linguístico. Mídia. Jornal Já Paraíba. 1 INTRODUÇÃO O preconceito linguístico é uma realidade na nossa sociedade, mas uma realidade implícita, silenciosa, embora autoritária e manipuladora. Essa postura sustenta-se por uma ideologia que considera a Gramática Tradicional como única forma aceitável de interação entre os falantes (por ser de prestígio), relegando os falares e outras performances da língua como manifestações toscas, inacabadas e, sobretudo, isentas de qualquer status. A imposição de uma norma linguística clássica e que reproduz regras e restrições tem a mídia como fomentadora dessas ideias, papel fundamental para a manutenção de um ciclo de controle de um saber linguístico oficial e unificado. A mídia, neste sentido, funciona como um dos Comandos Paragramaticais [CP] segundo Bagno (2008), e não apenas o meio pelo qual eles se difundem. O conceito dos CP será um dos alvos de apreciação posteriormente. 1 Mestre em Linguística pela Universidade Federal da Paraíba, professora de Redação e Expressão Oral I e II e de Leitura e Produção de Texto do Iesp, professora do Colégio Pio XI.

2 2 O preconceito linguístico, suas causas e consequências e a atuação da mídia nesse contexto serão discutidos, no entanto, para que se culmine numa análise de um periódico posicionado na contramão do preconceito linguístico. Trata-se de um jornal impresso que circula na Paraíba, o Já, tabloide diário do Sistema Correio de Comunicação. Partir-se-á do entendimento de que o Jornal Já rompe com o papel mantenedor do círculo midiático do preconceito linguístico, uma vez que não depende da norma culta vigente e também porque assume que um periódico com tais características não apenas pode existir, como também pode figurar na mídia de forma a conviver com outras realidades linguísticas. 2 UMA LÍNGUA OFICIAL E DE PRESTÍGIO SOCIAL Quando se fala em preconceito linguístico, inclui-se uma série de outros fatores: inclusão para uns e exclusão para outros no aspecto social, e não apenas linguístico. Temos, na nossa sociedade, uma ideologia gramatical norteada pela observância plena (ou, pelo menos, pela exigência dessa observância) aos preceitos de uma norma linguística oficial, obrigatória e, claro, excludente, a partir da qual todas as práticas linguísticas são medidas, julgadas e aprovadas ou reprovadas. Trata-se de uma forma de controle, que podemos compreender da seguinte forma: Como sustentam Marx e Engels (1991 [1846]: 72), o domínio de uma classe social sobre as demais não ocorre apenas no plano material pela detenção dos meios econômicos de produção, do poder político, das fontes de matéria-prima, dos bens fundiários etc. É preciso que esse domínio também se dê no plano espiritual, das ideias. (BAGNO, 2008, p.26) Vê-se, assim, a relação da língua com um contexto de superiorização não apenas no plano linguístico. Observemos este ponto de vista: A língua oficial está enredada com o Estado, tanto em sua gênese como em seus usos sociais. É no processo de constituição do Estado que se criam as condições de constituição de um mercado linguístico unificado e dominado pela língua oficial [...]. (BOURDIEU, 1996, p. 32 apud BAGNO, 2008, p. 28) Bagno (2008) aponta os gramáticos como os juristas dessa língua de Estado e os professores como os agentes de imposição. E, assim, funciona uma dinâmica que considera

3 3 todo e qualquer desvio às regras gramaticais como uma ameaça à unidade da língua de Camões (enveredando até mesmo pela intolerância), tendo a oralidade, inclusive, que se submeter à escrita, fazendo-se uma dicotomia muito clara do que é certo escrito e dentro da norma culta e errado oral, variante, espontâneo, funcional. Dessa forma, o falante que não se enquadra nas regras da Gramática Normativa é aquele que fala de modo errado e escreve de modo errado, ou seja, comunica-se mal, não importando se há eficiência na comunicação verbal e na interação desse falante com outros. Apenas a língua oficial, culta e homogênea [...] vale para todos os membros da sociedade brasileira como língua legítima e digna de respeito. Tudo o que escapa do domínio linguístico delimitado pelas gramáticas normativas é corruptela, é feio, é errado. Não é língua de gente ou, quando muito, é língua de seres humanos degradados, os párias da sociedade. Por isso Napoleão Mendes de Almeida fala de língua de cozinheiras ou de infelizes caipiras, Luiz Antonio Sacconi condena a língua de jacu ou de asnos, enquanto Eduardo Martins a atribui a índios. (BAGNO, 2008, p. 31) O aspecto mais contundente disso tudo é que a questão da língua em si extrapola para outros âmbitos. Em outras palavras, quando se menospreza, deprecia e ridiculariza uma variedade de língua, isso, na prática, equivale a menosprezar, depreciar e ridicularizar o próprio usuário dessa variedade. E vale ressaltar que, do ponto de vista do preconceituoso, há erros mais sérios e outros menos sérios. Há erros mais crassos e outros menos crassos. Isso depende de quem os comete, de qual posição na sociedade esse falante da língua ocupa. Ilustra-se esse argumento facilmente a partir da escala de crassidade : Fonte: Bagno, 2009, p. 28.

4 4 Podemos observar na escala acima que a medida de crassidade é inversamente proporcional ao prestígio social: quanto mais prestígio social estiver em questão, menos erros serão encontrados e policiados pelos membros da mesma classe privilegiada. E, é claro: quanto menos prestígio social houver, mais erros serão encontrados, policiados e condenados pelos puristas em geral. Leite (2008) também analisa essa questão: A metalinguagem intolerante (ou preconceituosa) camufla (ou denuncia) outros preconceitos, de todas as ordens. Isso significa que o preconceito ou a intolerância não são somente linguísticos, são também de outra ordem (social, política, religiosa, racial etc.). (LEITE, 2008, p. 14) Apenas para reiterar e concluir essa etapa do raciocínio, vale retomar aqui duas situações ocorridas no cenário político brasileiro ambas no âmbito linguístico e mencionadas por Leite (2008). Em 1990, o termo imexível foi proferido por Rogério Magri (ex-sindicalista e então ministro do Trabalho do governo Fernando Collor de Mello), referindo-se ao Plano Collor. Houve, então, toda uma celeuma em torno desse neologismo, a ponto de a mídia explorar o assunto à exaustão: O novo adjetivo criado pelo então ministro suscitou quase uma polêmica linguística porque muita gente se incomodou com a novidade, e os jornalistas se encarregaram de colher opiniões de professores de português, de gramáticos e de linguistas sobre a criação linguística. [...] Esse foi um fato muito comentado, motivo de muitas anedotas e muitas críticas à ignorância do ministro. (LEITE, 2008, p ) Por sua vez, Fernando Henrique Cardoso (sociólogo e então Presidente da República), em 1993, afirmou que a inflação já não era mais convivível. Mas, desta vez, um ato idêntico ao de Magri foi tratado de forma bem mais amena e sem grandes sobressaltos: A repercussão não foi a mesma do imexível, talvez em razão do prestígio (intelectual, social, político, econômico etc.) do segundo criador. A sociedade não se mobilizou tanto para comentar o convivível [...]. O convivível mobilizou minimamente os jornalistas. (LEITE, 2008, p )

5 5 Por outro lado, é interessante observar que, apesar de o neologismo criado por Fernando Henrique Cardoso ter sido recebido com menos impacto e menos rejeição (ou talvez nenhuma), não foi ele que se dicionarizou. A verdade é que o imexível de Magri foi naturalmente aceito e incorporado pelo falante comum (no sentido de ser um falante desvinculado de pré-requisitos sociais para ter sua variedade linguística valorizada), e isso é o suficiente para o termo tornar-se um novo verbete no dicionário. Podemos vê-lo na referência que faz Leite (2008) ao Dicionário Houaiss: Imexível Datação c Acepções adjetivo de dois gêneros em que não se pode mexer; inalterável Ex.: um plano de governo i. Etimologia in- + mexível; ver misc(i)- Antônimos mexível (HOUAISS apud LEITE, 2008, p. 49) 3 NORMA OU NORMAS? Bagno (2008), citando Lucchesi (1994), mostra-nos um panorama conceitual de norma: (1) norma padrão: Reuniria as formas contidas e prescritas pelas gramáticas normativas ; (2) norma culta: Conteria as formas efetivamente depreendidas da fala dos segmentos plenamente escolarizados, ou seja, dos falantes com curso superior completo ; (3) norma vernácula: Padrões linguísticos das classes mais baixas, não escolarizadas, que se oporiam de forma nítida aos padrões das classes média e alta, escolarizadas. (LUCCHESI, 1994 apud BAGNO, 2008, p. 145) A problemática que se observa a partir de conceitos como esses é que eles excluem a realidade do continuum que existe, simplesmente, pelo fato de os falantes migrarem o tempo todo de uma norma para outra, a depender do meio, do contexto, do gênero em uso, entre outras condições. E o agravante é que a norma culta (com predominância da escrita) número (2) da citação acima sempre foi, tradicionalmente, relacionada ao saber linguístico correto e viável, não se levando em consideração que há modalidades de fala, por exemplo, extremamente

6 6 cultas, enquanto há também modalidades de escrita extremamente informais em outras palavras, não há, na prática da língua, essa fronteira tão bem definida que a norma culta quer impor. Bagno (2008) concorda com o conceito de número (1), norma padrão, mas questiona os de norma culta e norma vernácula assim, no singular, optando por referir-se a elas como normas cultas e normas vernáculas. Vejamos o porquê: A dificuldade [...] começa quando o autor usa a palavra norma no singular para referir-se às entidades descritas em (2) e (3). Uma proposta sociolinguística de classificação não pode admitir a existência de uma norma culta e de uma norma vernácula. [...] A heterogeneidade e variabilidade desses dois subsistemas obrigaria a falar de normas cultas e normas vernáculas sempre no plural. (BAGNO, 2008, p. 145) Esta última abordagem aponta para a prioridade que se dá neste artigo ao uso democrático da língua e ao não patrulhamento linguístico diante dessa liberdade. 4 O PAPEL DA MÍDIA NO CICLO DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO 4.1 TRÊS ELEMENTOS DE DIFUSÃO E SUSTENTAÇÃO Basicamente, Bagno (2008) aponta três elementos que reproduzem a ideologia do policiamento gramatiqueiro e, consequentemente, do preconceito linguístico e atuam como sustentáculos dela (funcionando como Comandos Paragramaticais): a Gramática Tradicional, a prática pedagógica tradicional e os livros didáticos. Com esse aparato, gera-se um círculo vicioso: [...] a Gramática Tradicional inspira a prática pedagógica convencional, que por sua vez gera e nutre o mercado editorial do livro didático, cujos autores, fechando o círculo, recorrem à GT como fonte máxima de concepção de língua. (BAGNO, 2008, p. 96) Bagno (2008), no entanto, identifica a consistente atuação de um quarto elemento, a mídia, entendida pelo autor como um dos Comandos Paragramaticais (CP). 4.2 OS COMANDOS PARAGRAMATICAIS (CP)

7 7 Os comandos paragramaticais (CP) são, em sua forma clássica, livros destinados ao público em geral (portanto, livros não-didáticos [...] ), escritos por autoproclamados defensores da língua portuguesa que investem contra os erros comuns, a invasão de estrangeirismos, a ruína do idioma de Camões, a pobreza da língua na atual geração [...]. [...] Em sua forma mais moderna, os CP servem-se tanto dos meios de comunicação mais difundidos ao longo do século XX jornal, revista, rádio, televisão, telefone quanto das inovações mais recentes no campo da produção e difusão de informações o CD-ROM e a Internet. (BAGNO, 2008, p. 97) Os comandos paragramaticais funcionam como formadores de opinião e consistem num meio pelo qual se eterniza a ideologia do preconceito linguístico. Professores de português tornam-se conhecidos e respeitados, difundindo as regras ao pé da letra em colunas, como a de Pasquale Cipro Neto, no Diário do Grande ABC, em Ao pé da letra, e Inculta e Bela, na Folha de S. Paulo. A patrulha gramatiqueira amplia seu domínio na mídia, que cumpre muito bem seu papel de difundir a ideia de norma única aceitável, fomentando o preconceito e cristalizando essa postura. 5 O JORNAL JÁ ROMPENDO COM O PAPEL DA MÍDIA O Jornal Já Paraíba, em formato de tabloide, surgiu no Sistema Correio de Comunicação no ano de Circula no Estado da Paraíba sendo vendido ao preço de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos). Pelo valor, já se percebe que ele aponta para um público de menor poder aquisitivo, pertencente a classes sociais menos favorecidas. E não é apenas o valor que condiz com a possível classe social do leitor-alvo. A própria linguagem não comprometida com a norma linguística vinculada à classe social de maior prestígio é um indício claro da proposta do jornal: ser acessível a um público menos favorecido, levando informações numa linguagem que faz parte do universo linguístico desse público, ou seja, sem preciosismos gramaticais e sem dependência de uma norma culta exigida, exigente, imposta e excludente. É relevante valorizar tal proposta, uma vez que a mídia, de uma forma geral, utiliza-se do espaço que tem para reiterar críticas ácidas aos usos linguísticos que não seguem à risca as rígidas regras gramaticais. A existência de um jornal como o Já Paraíba mostra-nos que modalidades linguísticas diversas podem coexistir, sem que isso represente a morte da língua portuguesa.

8 8 Esse tipo de mídia, felizmente, tem tido aumento de circulação, o que nos leva a constatar que mais pessoas de classes menos favorecidas estão tendo acesso à leitura, à informação, não importando se a linguagem utilizada neles é culta ou não, mas importando a funcionalidade dessa leitura. Em outros Estados do Brasil, jornais semelhantes têm conquistado espaço igual, como podemos ver na citação abaixo 2 : Os jornais populares se tornaram um fenômeno no Brasil. Entretanto, ninguém esperava que a venda desses periódicos se tornasse tão explosiva, desbancando os grandes veículos de comunicação que estão há anos no topo das tiragens. Esses novos dados foram divulgados pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), revelando que o tabloide mineiro Super Notícia, de Belo Horizonte, alcançava o primeiro lugar do ranking no mês de agosto, com aproximadamente 300 mil exemplares diários vendidos, desbancando a Folha de S.Paulo [...]. Na lista dos dez maiores jornais do país, o Super Notícia não é o único que segue a linha editorial popular. Outros títulos voltados, principalmente, às classes C e D também obtiveram destaque, como o Extra, do Rio de Janeiro, que ficou à frente do Estado de S.Paulo, e o Diário Gaúcho, do Rio Grande do Sul, que atingiu 152 mil exemplares. Preços baixos, muitas cores e imagens, linguagem curta e objetiva e excesso de publicidade são imprescindíveis para o sucesso das publicações, é o que dizem os especialistas. [...] É interessante observar essa postura quando há colunistas de jornais brasileiros que se comportam como fiscais do bom português (sob o ponto de vista unicamente da patrulha gramatiqueira, é claro). É o que podemos observar no comentário de Dora Kramer 3, em sua coluna no jornal O Estado de S. Paulo, citado por Leite (2008): Há de haver uma explicação para o empenho do governo em geral e do presidente Luiz Inácio da Silva em particular na consolidação do pensamento banal, da palavra tosca e do ato irrelevante como valores representativos do caráter nacional. Seria de se esperar que, uma vez eleito, Lula fizesse um esforço aproveitando as condições objetivas oferecidas pelo cargo para superar suas deficiências de formação e tornar-se de fato um exemplo de ascensão social, política, educacional, cultural, e sobretudo pessoal. A conjugação de argumentos irrelevantes [...], raciocínios triviais [...], com um português ofensivo à nacionalidade [...] não combina com os atributos até congênitos de alguém que foi capaz de chegar à Presidência da República. [...] Considerando que o presidente sabe falar normalmente (sem preciosismos, mas no limite do linguajar aceitável) quando quer, qual a necessidade de discursar aos carteiros agredindo o português [...]? (LEITE, 2008, p ) 2 DIAS, Marina. Jornais populares explodem em vendas; São Paulo está fora da rota. In: Portal Imprensa, 28 de novembro de Disponível em <http://www.direitoacomunicacao.org.br> Acesso em 17 de julho de KRAMER, Dora. Em nome da lei do pior esforço. In: O Estado de S. Paulo, 26 jan

9 9 No artigo O linguajar de Lula 4, de Gilberto de Mello Kujawski, temos uma postura semelhante à de Dora Kramer: Então, o que faz Lula? Ele [...] se limita a maltratar a língua, engolindo os esses, violentando a sintaxe, forçando erros de concordância, como se isso bastasse para falar gostoso o português do Brasil. Em suma, Lula forja um arremedo de língua popular, distante tanto dos padrões da linguagem formal, como dos usos legítimos da fala popular [...]. O discurso de Lula degenera num Frankenstein assustador: A gente tem que ser gentis, soltou outro dia. Fica evidente o tom de reprovação às modalidades populares da língua. Usam-se termos como linguajar aceitável, degenera, agredindo o português, maltratar a língua, violentando a sintaxe, português ofensivo à nacionalidade, entre outros. Ainda por cima, um dos textos refere-se aos padrões da linguagem formal como se houvesse apenas um padrão absoluto, quando, na prática, a língua tem uma miríade de possibilidades e de realizações, e não um único padrão. A mídia é incansável na sua atuação de reprimir os falares que fujam da norma culta usada por uma elite autoritária (e cobrada por ela), usando de ironias e de comentários impiedosos, como vemos na citação a seguir 5 : O presidente Lula às vezes é glorificado, às vezes ridicularizado por sua linguagem metafórica nem sempre afinada. A glorificação é cada vez menor, convém admitir. Mas ele não gosta apenas de metáforas. Seu linguajar colorido, quando improvisado e solto, vem ornado por várias figuras de palavras, ou tropos, como comparações, catacreses, metonímias e outras. Num desses sobrevoos, concitou os patrícios a tirarem "o traseiro da cadeira" para procurar juros mais baixos em outros bancos, que não os em que são presentemente enforcados. O rompante indica que não tem nenhuma intimidade com bancos, não precisa de crédito nem se preocupa pessoalmente com bufunfa. Beleza.Traseiro, já se sabe, significa "situado detrás, que fica na parte posterior", lembra o Dicionário Houaiss, que classifica o termo como "de uso informal", quando relacionado com seres humanos. No mínimo. No máximo, chulo, bem chulo, sinônimo de palavra monossilábica e deselegante. Este artigo não tem o direcionamento de explorar especificamente a performance linguística do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e sim a do Jornal Já Paraíba, mas consideramos importante ilustrar nossos argumentos com tais comentários sobre Lula, uma vez que são sistemáticos, sintomáticos de um preconceito linguístico voraz e ocorrem na 4 KUJAWSKI, Gilberto de Mello. O linguajar de Lula. In: O Estado de S. Paulo, 18 de fev Lula e suas metáforas Presidente foge do compromisso com as palavras ao abusar das figuras de linguagem em seus discursos Disponível em <http://revistalingua.uol.com.br/textos> Acesso em 18 de julho de 2010.

10 10 mídia impressa, online e televisiva, demonstrando perfeitamente qual é o papel que a mídia desempenha quando o assunto é língua. O Jornal Já Paraíba foge desse padrão e aponta para uma prioridade: a eficiência da comunicação verbal frente ao público-alvo em questão, e não a observância rígida a um padrão linguístico pouco (ou nada) frequente no contexto social desse público. Vejamos a análise de algumas notícias ou apenas manchetes desse jornal. Fonte: Jornal Já Paraíba - 22 de maio de Ano II, nº 11, página 4 A manchete optou pela forma papa figo, como é conhecida no folclore brasileiro, em detrimento da forma composta papa-fígado, de acordo com a norma culta. Também soa jocoso o modo de abordar a questão ao se usar engaiolado, numa alusão à gaiola do passarinho oferecido à criança e a gaiola onde o estudante se encontra desde a descoberta da violência contra a criança em questão, ao invés de termos como encarcerado ou mesmo preso. Outro aspecto gramatical que merece destaque é o uso da vírgula ou a falta dela em alguns casos.

11 11 A Gramática Tradicional estabelece a presença de vírgula após dentre eles e a ausência dela nos trechos destacados em [...] a Polícia Militar prendeu o estudante e o encaminhou para o Conselho Tutelar da cidade. e O estudante está preso na Cadeia Pública de Sousa e está à disposição da Justiça.. Fonte: Jornal Já Paraíba - 28 de maio de Ano II, nº 16, página 2 A manchete dá o tom: tá e pro são situações impossíveis para a Gramática Tradicional, além da expressão não tá nem aí típica da modalidade oral. Fonte: Jornal Já Paraíba - 28 de maio de Ano II, nº 16, página 8 Além da nada ortodoxa expressão amasso (sob o ponto de vista dos puristas), observa-se a não-observância à concordância verbal no trecho [...] as imagens só vai começar a circular [...].

12 12 Fonte: Jornal Já Paraíba - 28 de maio de Ano II, nº 16, página 10 A não-observância, desta vez, foi quanto à regência verbal. Em [...] provou ter um bom conhecimento ao responder as perguntas [...], o verbo responder não teve a sua regência obedecida (pois é um verbo transitivo indireto, o que exigiria a ocorrência de crase), se analisarmos segundo as exigências gramaticais. Fonte: Jornal Já Paraíba 10 de julho de Ano II, nº 53, página 12 O termo prá, típico da modalidade oral e muito comum na performance linguística do brasileiro, foi usado nesta manchete em contraposição ao para, termo aceito pelos parâmetros gramaticais aceitáveis. A seguir, algumas manchetes que se utilizam igualmente de gírias, sem que se trate de um jornal voltado a um segmento específico, como aqueles voltados ao público adolescente, por exemplo, em que é muito comum esse tipo de linguagem. Fonte: Jornal Já Paraíba 12 de julho de Ano II, nº 54, página 3

13 13 Fonte: Jornal Já Paraíba 12 de julho de Ano II, nº 54, página 4 Fonte: Jornal Já Paraíba 14 de julho de Ano II, nº 56, página 4 Fonte: Jornal Já Paraíba 12 de julho de Ano II, nº 54, página 6 Fonte: Jornal Já Paraíba 14 de julho de Ano II, nº 56, página 3 Neste caso abaixo, o verbo levar, conjugado na 2ª pessoa do singular (tu), foi aqui registrado como leva, ao invés do levas, recomendado pela Gramática Tradicional. A opção também do uso de leva bala, ao invés de tu serás alvejado ou tu serás baleado leva-nos a retificar que o registro da língua que é feito nesse jornal não tem compromisso com

14 14 as imposições gramaticais do bem falar e do bem escrever, como os puristas compreendem. Fonte: Jornal Já Paraíba - 14 de julho de Ano II, nº 56, página 1 Fonte: Jornal Já Paraíba 17 de julho de Ano II, nº 59, página 7 O termo pêia é um registro regional absolutamente fora dos padrões gramaticais. Fonte: Jornal Já Paraíba 16 de julho de Ano II, nº 58, página 1

15 15 Fonte: Jornal Já Paraíba 16 de julho de Ano II, nº 58, página 4 Busão é um termo criativo, formado por derivação sufixal, em que se acrescentou o sufixo ão ao termo da língua inglesa bus outra gíria muito difundida. Além desse termo, vê-se a opção pelos termos despenca, espremido e chega pra lá igualmente populares, descomprometidos com a performance formal. 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Um dos argumentos mais conhecidos para uma manutenção de uma exigência a uma obediência rígida às regras gramaticais deve-se a um temor que os puristas revelam de que a língua portuguesa morra ou se descaracterize irreversivelmente diante do mau uso ( mau uso na análise preconceituosa deles), dos maus tratos, dos desvios às regras, enfim, do desrespeito, como se costuma pensar. A questão é que a língua não morre, mas também não fica imóvel nem presa a uma série de imposições gramaticais clássicas. A norma culta é uma referência, não deixa de ser, nem é nossa intenção insinuar que não seja. Mas não é a única referência. Outras modalidades existem, e isso é inegável. O povo tem performances várias no uso que faz da língua, isso não pode ser simplesmente ignorado e a língua está sempre se reinventando. A Gramática Tradicional não está rigidamente presente na realidade linguística de cada falante não há como ocultar isso. Não se pode usar o argumento da obrigatoriedade da obediência à norma culta como uma das condições para a aceitação social. Menos aceitável ainda é a sedimentação do preconceito linguístico, realidade de segregação no tocante ao que cada um tem de mais identitário: sua língua. E a mídia é uma das responsáveis por essa sedimentação, muitas vezes, sistematizando um comportamento de verdadeira patrulha em nome do bom uso da língua. O Jornal Já Paraíba, periódico de circulação no Estado da Paraíba, é um exemplo contrário a essa patrulha e uma confirmação de que há público para todas as modalidades da

16 16 língua oral formal, oral informal, escrita com influência de oralidade, escrita formal, escrita com presença de gírias, oral com presença de gírias, entre outras possibilidades. Ele chega ao público usando uma linguagem condizente com a condição social, com a classe social e com a realidade linguística do leitor um leitor que escolhe essa leitura porque se identifica com ela. E é nessa identificação que está a funcionalidade dessa leitura, a eficiência comunicativa é isso que interessa. Nenhuma modalidade da língua está morrendo ou sendo desrespeitada apenas há modalidades diversas e geradas por diversos contextos e situações, e todas podem coexistir. Sem preconceito, sem restrições e levando-se em consideração que elas existem e não podem, simplesmente, ser ignoradas, ou condenadas, ou relegadas à condição de chulas ou grosseiras, quando são, na verdade, formas eficientes de comunicação. REFERÊNCIAS BAGNO, Marcos. A norma oculta língua & poder na sociedade brasileira. São Paulo: Parábola, Dramática da língua portuguesa tradição gramatical, mídia & exclusão social. São Paulo: Edições Loyola, DIAS, Marina. Jornais populares explodem em vendas; São Paulo está fora da rota. In: Portal Imprensa, 28 de novembro de Disponível em: <http://www.direitoacomunicacao.org.br> Acesso em 17 de julho de LEITE, Marli Quadros. Preconceito e intolerância na linguagem. São Paulo: Contexto, LULA e suas metáforas Presidente foge do compromisso com as palavras ao abusar das figuras de linguagem em seus discursos. Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos> Acesso em 18 de julho de KUJAWSKI, Gilberto de Mello. O linguajar de Lula. In: O Estado de S. Paulo, 18 de fev Disponível em: <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos> Acesso em 17 de julho de SCHERRE, Maria Marta Pereira. Doa-se lindos filhotes de poodle variação linguística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2008.

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face

Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Relações de poder e usos linguísticos: desvelando outra face Girllaynne Marques Vinícius Nicéas 1 Universidade Federal de Pernambuco A obra A norma oculta, do linguista brasileiro Marcos Bagno 2 (2003),

Leia mais

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA 1 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO: CONTRIBUIÇÕES DA SOCIOLINGUÍSTICA PARA A SALA DE AULA INTRODUÇÃO Ariosvaldo Leal de Jesus (FSLF) 1 Considerando que não é mais possível pensar o ensino de uma língua, hoje,

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS Karina Ávila Pereira (UFPEL) Apoio financeiro: Capes - bolsa de Mestrado A pesquisa de mestrado

Leia mais

Análise da influência dos manuais de norma culta nos referenciais teóricos do professor de Língua Portuguesa

Análise da influência dos manuais de norma culta nos referenciais teóricos do professor de Língua Portuguesa Análise da influência dos manuais de norma culta nos referenciais teóricos do professor de Língua Portuguesa Prof a. Esp. Josicarla Mendonça UnB Resumo: Desde que a língua passou a ser comercializada como

Leia mais

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa

7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa 7 Educação lingüística: uma proposta para o ensino de língua portuguesa As críticas ao ensino tradicional de língua portuguesa não são recentes. Nos anos trinta, Olavo Bilac já se posicionava contra o

Leia mais

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos.

Esperamos que este pequeno material seja esclarecedor e que possa levar mais gente a se interessar pela língua que falamos. Apresentação Será que a Língua Portuguesa é mesmo difícil? Por que é comum ouvir brasileiros dizerem que não sabem falar português? Será que a experiência escolar com o ensino de Língua Portuguesa causa

Leia mais

POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS

POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS POR UMA VIDA MELHOR : ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUISTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE PORTUGUÊS Sueilton Junior Braz de Lima (Graduando do Curso Letras/Língua Portuguesa - UERN) Maria Leidiana Alves (Professora

Leia mais

Ranking - Posição Participação e Evolução das Publicações - realizado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) em 23 de abril de 2009.

Ranking - Posição Participação e Evolução das Publicações - realizado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC) em 23 de abril de 2009. A CONSTRUÇÃO DO PÚBLICO LEITOR EM TABLOIDES DO RIO DE JANEIRO Michelle Martins de Mattos Rangel michellemichellinha@hotmail.com Desde as primeiras publicações dos jornais Meia Hora de Notícias e Expresso

Leia mais

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução

Palavras-chave: Leitura. Oralidade. (Re)escrita. Introdução 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA (X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA OS TEXTOS

Leia mais

TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL ORIENTADOR(ES): ILZA ALVES FERREIRA GONÇALVES DA SILVA, JOÃO ANGELO SEGANTIN

TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL ORIENTADOR(ES): ILZA ALVES FERREIRA GONÇALVES DA SILVA, JOÃO ANGELO SEGANTIN TÍTULO: A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO NO FALAR DO PORTUGUÊS NO BRASIL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: LETRAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES): DULCELENA RIBEIRO

Leia mais

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 RESPOSTAS AOS RECURSOS Cargo: ART - PROFESSOR P2 / ARTE Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA (LPO) 5 - Gab.:V B 5 - Gab.:W C 5 - Gab.:X D 8 - Gab.:V

Leia mais

Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini

Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini Este, Esse ou Aquele Autora: Maria Tereza de Queiroz Piacentini Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número: este, esse, aquele. Existem três invariáveis:

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LETRAS

DEPARTAMENTO DE LETRAS DEPARTAMENTO DE LETRAS COMANDOS PARAGRAMATICAIS: O PRECONCEITO (SOCIO)LINGUÍSTICO NO BRASIL Kleberson da Silva Alves (FACSAOBENTO-BA) Jeferson da Silva Alves (PUC-MG) jefersonsalves@gmail.com A palavra

Leia mais

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA MATERNA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA MATERNA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1 VARIAÇÃO LINGUÍSTICA E ENSINO DE LÍNGUA MATERNA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES INTRODUÇÃO Francieli Motta da Silva Barbosa Nogueira (Mestranda em Língua e Cultura UFBA/CAPES) A variação linguística é um fenômeno

Leia mais

Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal.

Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal. 1. A legenda mais apropriada para a charge é: A poluição é uma arma que pode matar. Uma chaminé esfumaçante em forma de arma apontada contra a cabeça só pode colocar a poluição como uma arma letal. 02.

Leia mais

ESCOLA X LÍNGUA PADRÃO, IDEOLOGIA E PRECONCEITO LINGÜÍSTICO

ESCOLA X LÍNGUA PADRÃO, IDEOLOGIA E PRECONCEITO LINGÜÍSTICO 1 ESCOLA X LÍNGUA PADRÃO, IDEOLOGIA E PRECONCEITO LINGÜÍSTICO LIDIANE SCHLOTEFELDT SOBROZA 1 lidisobrosa@yahoo.com.br ABSTRACT El presente artigo objetiva traer reflexiones acerca de la relaciones entre

Leia mais

O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA

O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA 2696 O PRECONCEITO LINGÜÍSTICO NA SALA DE AULA Naila Lins da Silva 1 0 Introdução O preconceito lingüístico é um tema muito relevante, sobretudo na etapa correspondente ao início da escolarização, quando

Leia mais

Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual

Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual SOCIOLINGUÍSTICA A LÍNGUA E SUAS VARIAÇÕES Prof. Ângelo Renan A. Caputo Especialista em Linguística Textual Qualquer comunidade formada por indivíduos socialmente organizados dispõe de recursos e métodos

Leia mais

VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA.

VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA. VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA, ORALIDADE E LETRAMENTO EM UMA TURMA DE PRÉ-ESCOLAR (CRECHE), EM TERESINA. Maria de Fátima Silva Araújo (bolsista do PIBIC/ UFPI), Catarina de Sena Sirqueira Mendes da Costa (Orientadora,

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

METALINGUAGEM E INTOLERÂNCIA LINGÜÍSTICA

METALINGUAGEM E INTOLERÂNCIA LINGÜÍSTICA METALINGUAGEM E INTOLERÂNCIA LINGÜÍSTICA Iara Lucia Marcondes RESUMO: O texto tem o objetivo de fazer considerações sobre a metalinguagem em língua portuguesa brasileira divulga pela mídia moderna e demonstrar

Leia mais

MUNICÍPIO DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE AVARÉ ESTADO DE SÃO PAULO DECISÃO DOS RECURSOS I DOS RECURSOS

MUNICÍPIO DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE AVARÉ ESTADO DE SÃO PAULO DECISÃO DOS RECURSOS I DOS RECURSOS MUNICÍPIO DA ESTÂNCIA TURÍSTICA DE AVARÉ ESTADO DE SÃO PAULO DECISÃO DOS RECURSOS (INFRARRELACIONADOS) I DOS RECURSOS Trata-se de recursos interpostos pelos candidatos infrarrelacionados concorrentes ao

Leia mais

MANUSCRITOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA. PALAVRAS-CHAVE: desvios da norma; ensino de língua portuguesa; manuscritos.

MANUSCRITOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA. PALAVRAS-CHAVE: desvios da norma; ensino de língua portuguesa; manuscritos. MANUSCRITOS: UMA CONTRIBUIÇÃO PARA O ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA Vanessa Lini (Especialização em Língua Portuguesa -UEL) Joyce Elaine de Almeida Baronas (co-autor - UEL) PALAVRAS-CHAVE: desvios da norma;

Leia mais

Nos últimos anos, ocorreram várias discussões, debates e publicação de obras

Nos últimos anos, ocorreram várias discussões, debates e publicação de obras O TRATAMENTO DO CONCEITO DE GRAMÁTICA NOS LIVROS DIDÁTICOS Clécio Bunzen * Resumo: Este trabalho pretende investigar qual o conceito de gramática subjacente em três coleções de livros didáticos e como

Leia mais

SIMULADO DE PORTUGUÊS

SIMULADO DE PORTUGUÊS SIMULADO DE PORTUGUÊS Professora: Fabyana Muniz Texto I O desafio da qualidade É uma conquista civilizatória para o Brasil ter a imensa maioria das crianças em idade escolar com acesso às salas de aula,

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04

Cadernos do CNLF, Vol. XIII, Nº 04 A INTERCULTURALIDADE E SEUS REFLEXOS NA PRODUÇÃO DE TEXTOS DE ALUNOS DESCENDENTES DE POMERANOS Tatiani Ramos (UFES) tateletras@yahoo.com.br INTRODUÇÃO Segundo Costa Val (1997), o texto é uma unidade de

Leia mais

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013.

Cadernos do CNLF, Vol. XVII, Nº 04. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2013. 122 Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos LER, ESCREVER E REESCREVER NO ENSINO MÉDIO POR MEIO DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA BRASILEIRA José Enildo Elias Bezerra (IFAP) enildoelias@yahoo.com.br

Leia mais

PRECONCEITO E IDENTIDADE LINGUÍSTICA: CRENÇAS DE ESTUDANTES DE UM CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA 1

PRECONCEITO E IDENTIDADE LINGUÍSTICA: CRENÇAS DE ESTUDANTES DE UM CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA 1 PRECONCEITO E IDENTIDADE LINGUÍSTICA: CRENÇAS DE ESTUDANTES DE UM CURSO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA 1 Geórgia Maria Feitosa e Paiva 2 Maria Elias Soares 3 Resumo em português Esta pesquisa teve como objetivos

Leia mais

Dissertar é expor determinada opinião em relação a um tema e defendê-la através de argumentos coerentes com a realidade.

Dissertar é expor determinada opinião em relação a um tema e defendê-la através de argumentos coerentes com a realidade. PROF. BRUNO AUGUSTO Dissertar é expor determinada opinião em relação a um tema e defendê-la através de argumentos coerentes com a realidade. Deve apresentar uma linguagem clara e condizente aopúblicoemqueotextoserádestinado.

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE RAÇA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL

SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE RAÇA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL SEQUÊNCIA DIDÁTICA SOBRE RAÇA E DISCRIMINAÇÃO RACIAL DISCIPLINA: SOCIOLOGIA O propósito desta sequência didática é discutir com e/em interação com os jovens-alunos, a questão do preconceito racial e o

Leia mais

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo

334 Valdecy de Oliveira Pontes e Alexandra Maria de Castro e Santos Araújo MARTINS, André Ricardo Nunes. A polêmica construída: racismo e discurso da imprensa sobre a política de cotas para negros. Brasília: Senado Federal, 2011, 281p. O livro intitulado A polêmica construída:

Leia mais

O PRECONCEITO LINGUÍSTICO REVELADO SOB UM OLHAR POÉTICO

O PRECONCEITO LINGUÍSTICO REVELADO SOB UM OLHAR POÉTICO O PRECONCEITO LINGUÍSTICO REVELADO SOB UM OLHAR POÉTICO Carina Pereira de Paula Cristina Monteiro da Silva Juliana Aparecida Chico de Morais (Gdas-CLCA-UENP/CJ) Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (Orientadora-

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003.

RESOLUÇÃO. Habilitação em Língua Espanhola extinta pela Res. CONSEPE 51/2003, de 29 de outubro de 2003. RESOLUÇÃO CONSEPE 53/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE LETRAS, DO CÂMPUS DE ITATIBA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

RESUMO: INTRODUÇÃO EDIÇÃO Nº 12, SETEMBRO DE 2013 ARTIGO RECEBIDO ATÉ 10/09/2013 ARTIGO APROVADO ATÉ 20/09/2013

RESUMO: INTRODUÇÃO EDIÇÃO Nº 12, SETEMBRO DE 2013 ARTIGO RECEBIDO ATÉ 10/09/2013 ARTIGO APROVADO ATÉ 20/09/2013 A IMPORTÂNCIA DA SOCOLINGUÍSTICA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA Dirlene Santos de Araujo 1 Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros 2 RESUMO: Este trabalho visa discorrer sobre a

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos OS DESAFIOS DO PROFESSOR DE LÍNGUA PORTUGUESA FRENTE ÀS QUESTÕES DE VARIAÇÃO LINGUÍSTICA Adriana Lúcia de Escobar Chaves de Barros (UEMS) chaves.adri@hotmail.com 1. Introdução Há algumas décadas, professores,

Leia mais

13º CONGRESSO BRASILEIRO DE LÍNGUA PORTUGUESA DO IP/PUC-SP 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DE LUSOFONIA

13º CONGRESSO BRASILEIRO DE LÍNGUA PORTUGUESA DO IP/PUC-SP 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DE LUSOFONIA 13º CONGRESSO BRASILEIRO DE LÍNGUA PORTUGUESA DO IP/PUC-SP 4º CONGRESSO INTERNACIONAL DE LUSOFONIA Mônica Vicente Marinho Gerhardt (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) Mestranda em Língua Portuguesa

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Enunciação e política de línguas no Brasil

Enunciação e política de línguas no Brasil Enunciação e política de línguas no Brasil Eduardo GUIMARÃES Universidade Estadual de Campinas Considerando o fato de que o Brasil é um país multilingüe, tomo como objetivo específico aqui a reflexão sobre

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA SUBDIVISÃO DE ADMISSÃO E DE SELEÇÃO

COMANDO DA AERONÁUTICA ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA SUBDIVISÃO DE ADMISSÃO E DE SELEÇÃO Questão : 08 19 25 A questão 08 do código 07, que corresponde à questão 19 do código 08 e à questão 25 do código 09 Assinale a alternativa incorreta em relação à regência nominal. a) São poucos os cargos

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP

Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. FUVEST e UNESP Singular-Anglo Vestibulares Professora Natália Sanches Redação: critérios de correção dos exames da Fuvest, Unicamp, Unesp e Enem. Retirado do site oficial do vestibular. FUVEST e UNESP Na correção, três

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso.

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA. Roberta da Silva 1. João Cabral de Melo Neto, Rios sem discurso. AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Roberta da Silva 1 Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água,

Leia mais

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO

Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO Professora Verônica Ferreira PROVA CESGRANRIO 2012 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL TÉCNICO BANCÁRIO 1 Q236899 Prova: CESGRANRIO - 2012 - Caixa - Técnico Bancário Disciplina: Português Assuntos: 6. Interpretação

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

VARIAÇÕES NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PORTUGUESA Ânderson Rodrigues Marins (UFF) andermarins@gmail.com e andermarins@hotmail.com

VARIAÇÕES NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PORTUGUESA Ânderson Rodrigues Marins (UFF) andermarins@gmail.com e andermarins@hotmail.com VARIAÇÕES NO DOMÍNIO DA LÍNGUA PORTUGUESA Ânderson Rodrigues Marins (UFF) andermarins@gmail.com e andermarins@hotmail.com INTRODUÇÃO Os que se detêm na análise mais acurada dos fenômenos lingüísticos percebem

Leia mais

O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS

O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS O QUE É ENSINAR LÍNGUA PORTUGUESA? CONCEPÇÕES DE EDUCADORES DO ENSINO FUNDAMENTAL DE TEIXEIRA DE FREITAS Helania Thomazine Porto Veronez Em 2002 foi realizada uma pesquisa intitulada: A prática pedagógica

Leia mais

Ei, professor, vem cá e lê esse artigo! Variação linguística do imperativo no ensino de português como língua adicional 1

Ei, professor, vem cá e lê esse artigo! Variação linguística do imperativo no ensino de português como língua adicional 1 Ei, professor, vem cá e lê esse artigo! Variação linguística do imperativo no ensino de português como língua adicional 1 Colega professor, antes de iniciar o artigo, convidamos você a um exercício em

Leia mais

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p.

RESENHA/REVIEW. ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. RESENHA/REVIEW ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola Editorial, 2009. 128 p. Resenhado por/by: Acir Mario KARWOSKI (Universidade Federal do Triângulo Mineiro)

Leia mais

UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA

UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Revista Eletrônica de Educação de Alagoas Volume 01. Nº 01. 1º Semestre de 2013 UMA REFLEXÃO TEÓRICA ACERCA DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO E O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA Kátia Simone Costa VIEIRA 1 Resumo O

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO

A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO A IMPORTÂNCIA DO DOMÍNIO DA COMUNICAÇÃO ORAL PARA O SECRETÁRIO EXECUTIVO Neusa Kreuz 1 RESUMO: É indiscutível a grande importância da linguagem oral no processo interacional humano. Trata-se da primeira

Leia mais

A REPRODUÇÃO DE ENUNCIADOS EM SOCIOLINGUÍSTICA

A REPRODUÇÃO DE ENUNCIADOS EM SOCIOLINGUÍSTICA Rafael Barreto do Prado Universidade de São Paulo - USP Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - FFLCH A REPRODUÇÃO DE ENUNCIADOS EM SOCIOLINGUÍSTICA O veredicto sobre a Gramática Tradicional

Leia mais

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher.

Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Campanha de combate e prevenção à Violência Contra a Mulher. Vamos juntos trabalhar em prol da vida! BRASIL É CAMPEÃO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NUM RANKING DE 54 PAÍSES fonte: Sociedade Mundial de Vitimologia,

Leia mais

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases

PROVA 358. (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases PROVA 358 INFORMAÇÃO - PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA INGLÊS Formação Específica Anual 12.º Ano (Dec.- Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) 2014/2015 1.ª e 2.ª Fases Provas Escrita e Oral Cursos Científico-

Leia mais

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação

Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Assessoria de Comunicação & Marketing Assessoria de Imprensa e Divulgação Monitoramento das Notícias da UNISUL Dia 29 de novembro de 2011 JORNAIS O fim da história Diário do Sul Prêmio Finep Notisul SITES

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15

Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 C U R S O D E E N G E N H A R I A C I V I L Autorizado pela Portaria nº 276, de 30/05/15 DOU de 31/03/15 Componente Curricular: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL Código: ENG. 000 Pré-requisito: ----- Período Letivo:

Leia mais

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português

Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português Paulo Coimbra Guedes e Jane Mari de Souza A tarefa de ensinar a ler e a escrever um texto de história é do professor de história

Leia mais

O ERRO: UMA PERSPECTIVA DE MUDANÇA

O ERRO: UMA PERSPECTIVA DE MUDANÇA 1 O ERRO: UMA PERSPECTIVA DE MUDANÇA Luiz Eduardo Simões de Burgos (UESB/UFBA) eduardoburgos@bol.com.br Izabel Cristina Lima Dias Rocha (UNEB/UFBA) izabelrocha2@hotmail.com 1. Introdução O nosso povo,

Leia mais

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO Soeli Maria Schreiber da SILVA (UFSCar) xoila@terra.com.br Na pesquisa atual desenvolvida

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.

A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu. A ESCRITA CRIATIVA: ESCREVENDO EM SALA DE AULA E PUBLICANDO NA WEB Solimar Patriota Silva (UNIGRANRIO) solimar.silva@unigranrio.edu.br RESUMO O objetivo deste trabalho é apresentar algumas sugestões de

Leia mais

O PRECONCEITO LINGUÍSTICO NO ÂMBITO ESCOLAR BREVENSE

O PRECONCEITO LINGUÍSTICO NO ÂMBITO ESCOLAR BREVENSE O PRECONCEITO LINGUÍSTICO NO ÂMBITO ESCOLAR BREVENSE Cherma Miranda PEREIRA (UFPA) 1 Celso FRANCÊS JÚNIOR (UFPA) Resumo: Este trabalho tem por objetivo apresentar os resultados da pesquisa sobre o preconceito

Leia mais

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso.

As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. COMENTÁRIO QUESTÕES DE PORTUGUÊS PROFESSORA: FABYANA MUNIZ As questões a seguir foram extraídas de provas de concurso. 1. (FCC)...estima-se que sejam 20 línguas. (2º parágrafo) O verbo flexionado nos mesmos

Leia mais

A ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA

A ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA A ABORDAGEM DA VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO LIVRO DIDÁTICO DE LÍNGUA PORTUGUESA Joseilson Jales Alves (graduando em Letras/Espanhol na UERN) Maria Graceli de Lima (Pós-graduanda em Letras PPGL/UERN) Maria Lúcia

Leia mais

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa²

POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE. Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² POVOS INDÍGENAS E A MÍDIA ESCRITA SUL-MATO-GROSSENSE Renata Guerreiro Barbosa¹; Beatriz dos Santos Landa² 1. 2. Bolsista UEMS, Acadêmica do Curso de Enfermagem da UEMS Professora do Curso de Ciências Biológicas

Leia mais

A EVASÃO ESCOLAR NO SEGUNDO ANO DA UNIDADE ESCOLAR MÁRIO MARTINS

A EVASÃO ESCOLAR NO SEGUNDO ANO DA UNIDADE ESCOLAR MÁRIO MARTINS UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ CAMPUS PROFESSOR BARROS ARAÚJO CURSO DE LICENCIATURA PLENA EM LETRAS PORTUGUÊS A EVASÃO ESCOLAR NO SEGUNDO ANO DA UNIDADE ESCOLAR MÁRIO MARTINS Gutembergson Martins Feitosa

Leia mais

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216

VI Seminário de Iniciação Científica SóLetras - 2009 ISSN 1808-9216 O EMPREGO GRAMATICAL NO LIVRO DIDÁTICO Desiree Bueno TIBÚRCIO (G-UENP/campus Jac.) desiree_skotbu@hotmail.com Marilúcia dos Santos Domingos Striquer (orientadora-uenp/campus Jac.) marilucia.ss@uol.com.br

Leia mais

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11.

Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Mais uma falha legislativa na tentativa desesperada de retificar o Código de Processo Penal. Análise feita à luz da Lei nº. 12.403/11. Ricardo Henrique Araújo Pinheiro. A breve crítica que faremos neste

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos PRECONCEITO LINGUÍSTICO NA ENTREVISTA DE EMPREGO Magna Pereira Melo (UEMS) magninhams@hotmail.com Marlon Leal Rodrigues (UEMS) marlon@uems.br RESUMO O presente trabalho apresenta uma revisão bibliográfica

Leia mais

CITAÇÕES. (Baseada no último pronunciamento da ABNT sobre o assunto - NBR 10520/2002)

CITAÇÕES. (Baseada no último pronunciamento da ABNT sobre o assunto - NBR 10520/2002) CITAÇÕES (Baseada no último pronunciamento da ABNT sobre o assunto - NBR 10520/2002) CITAÇÃO: É a menção, em um texto, de informação extraída de outra fonte (material e/ou documento) com o objetivo de

Leia mais

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia:

NOSSO CURRÍCULO A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS ÁREA DAS CIÊNCIAS HUMANAS. Adotamos uma pedagogia: A EDUCAÇÃO QUE PRATICAMOS NOSSO CURRÍCULO Adotamos uma pedagogia: - que faz da escola uma instância efetiva de assimilação crítica, sistemática e integradora do saber e da cultura geral; - que trata os

Leia mais

Palavras chaves: Oralidade. Ensino e aprendizagem. Língua materna

Palavras chaves: Oralidade. Ensino e aprendizagem. Língua materna A ORALIDADE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DE LÍNGUA PORTUGUESA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 1 Maria Betânia Dantas de Souza - UFRN Márcia Rejane Brilhante Campêlo - UFRN Departamento do Programa de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 81 Discurso na cerimónia de entrega

Leia mais

Base Nacional Comum Curricular

Base Nacional Comum Curricular Área de Linguagens: Componente Curricular Língua portuguesa SEC/UEFS Para que se dá aulas de Português a falantes nativos do Português? Desenvolver a competência comunicativa dos usuários da língua (progressiva

Leia mais

Ministrantes: Aline Brancate e Josiene Duarte/ Luana Dantas e Stella Oliveira

Ministrantes: Aline Brancate e Josiene Duarte/ Luana Dantas e Stella Oliveira 1º CURSO DE REDAÇÃO Ministrantes: Aline Brancate e Josiene Duarte/ Luana Dantas e Stella Oliveira Programa de Educação Tutorial Ciência, Tecnologia e Inovação Grupo PET- CTI pet-grupocti@ufabc.edu.br GRUPO

Leia mais

A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA A LEI E A REALIDADE: A REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DO SURDO NOS DOCUMENTOS SOBRE A PROPOSTA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA Vanessa Gomes Teixeira (UERJ) vanessa_gomesteixeira@hotmail.com RESUMO No início do século

Leia mais

DISCURSO DO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS, NELSON P

DISCURSO DO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS, NELSON P DISCURSO DO PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JORNAIS, NELSON P. SIROTSKY, NO 3º ENCONTRO DAS CORTES SUPREMAS DO MERCOSUL BRASÍLIA, 21 DE NOVEMBRO DE 2005 A Associação Nacional de Jornais, que tenho

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES

AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES AS CONCEPÇÕES DE LINGUAGEM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: (AINDA) ALGUMAS REFLEXÕES RESUMO Cleuma Regina Ribeiro da Rocha Lins (UEPB) cleumaribeiro@yahoo.com.br Orientador: Prof. Dr. Juarez Nogueira

Leia mais

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual RESENHA CRÍTICA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: PRÁTICAS DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS Valdisnei Martins de CAMPOS Letras - CAC/UFG; valdis_martins@hotmail.com Erislane Rodrigues RIBEIRO Letras - CAC/UFG;

Leia mais

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO OLIVEIRA, Luiz Antonio Coordenador/Orientador ARAÚJO, Roberta Negrão de Orientadora O artigo tem como objetivo apresentar o Projeto

Leia mais

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico

Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Resenha temática: do posicionamento autoral (papel de autor) à produção do gênero acadêmico Eveline Mattos Tápias-Oliveira Vera Lúcia Batalha de Siqueira Renda Maria do Carmo Souza de Almeida Maria de

Leia mais

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA PRÁTICA ESCRITA: Trabalhando com a redação do ENEM Mayara Myrthes Henriques Santos Universidade Estadual da Paraíba, mayara.mhs@gmail.com RESUMO: O processo de ensino e aprendizagem

Leia mais

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula.

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. 01_IN_CA_FolderTecnico180x230_capa.indd 3 sonhando com uma nova escola e uma nova sociedade 7/24/13 2:16 PM comunidade de

Leia mais

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele

CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele CAPÍTULO 5: O EMPREGO DE: Este, Esse ou Aquele Em português existem três pronomes demonstrativos com suas formas variáveis em gênero e número e invariáveis [isto, isso, aquilo]. Eles assinalam a posição

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA LOGOTIPO MACMILLAN BRASIL Utilização colorido; preto/branco e negativo Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que

Leia mais

Classes Gramaticais: Pronome

Classes Gramaticais: Pronome Classes Gramaticais: Pronome Conceito É a palavra que representa uma pessoa do discurso. Pode se referir a um substantivo ou simplesmente substituí-lo. Ex.: Maria, vi os teus lábios, mas não os beijei.

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio

inglês MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM Comparativos Curriculares SM língua estrangeira moderna ensino médio MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DE EDIÇÕES SM língua estrangeira moderna Comparativos Curriculares SM inglês ensino médio A coleção Alive High Língua Estrangeira Moderna Inglês e o currículo do Estado de Goiás

Leia mais

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira

Arquivo pessoal. Amanda Teixeira Arquivo pessoal Amanda Teixeira MULHER E MÍDIA por Débora Junqueira Fora das capas de revistas Adolescentes negras não se reconhecem nas publicações femininas Quem tem os lábios grossos e quer disfarçá-los

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico.

PALAVRAS-CHAVE: Linguagem oral dominada, Representação escrita, Sistema simbólico. 7.00.00.00-0 - CIÊNCIAS HUMANAS 7.08.00.00-6 Educação A APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA: A LINGUAGEM ORAL DOMINADA E SUA CORRELAÇÃO COM A APRENDIZAGEM DA ESCRITA GIOVANNA GAGGINI RODON Curso de Pedagogia

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

PREFÁCIO. Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971.

PREFÁCIO. Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971. PREFÁCIO Vampiro violentou 45 moças manchete do jornal Notícias Populares, de São Paulo, em 05/04/1971. Queda do dólar afeta o bolso de catadores manchete do jornal Diário Gaúcho, de Porto Alegre, em 12/08/2005.

Leia mais