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1 CONTABILIDADE GERAL

2 CONTABILIDADE GERAL

3 IMES Instituto Mantenedor de Ensino Superior Metropolitano S/C Ltda. Presidente Gervásio Meneses de Oliveira Vice-Presidente William Oliveira Superintendente Administrativo e Financeiro Samuel Soares Superintendente de Ensino, Pesquisa e Extensão Germano Tabacof Superintendente de Desenvolvimento e>> Planejamento Acadêmico Pedro Daltro Gusmão da Silva FTC - EAD Faculdade de Tecnologia e Ciências - Ensino a Distância Diretor Geral Diretor Acadêmico Diretor de Desenvolvimento e Inovações Diretor Comercial Diretor de Tecnologia Diretor Administrativo e Financeiro Gerente Acadêmico Gerente de Ensino Gerente de Suporte Tecnológico Coord. de Telecomunicações e Hardware Coord. de Produção de Material Didático Reinaldo de Oliveira Borba Marcelo Nery Roberto Frederico Merhy Mário Fraga Jean Carlo Nerone André Portnoi Ronaldo Costa Jane Freire Luis Carlos Nogueira Abbehusen Osmane Chaves João Jacomel EQUIPE DE ELABORAÇÃO/PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO: PRODUÇÃO ACADÊMICA Gerente de Ensino Jane Freire Supervisão Jean Carlo Bacelar, Leonardo Santos Suzart, Wanderley Costa dos Santos e Fábio Viana Sales Coordenação de Curso Maria Valesca Silva Autor (a) Lorena Pinho e Maria Alice Porto PRODUÇÃO TÉCNICA Revisão Final Carlos Magno Brito Almeida Santos Márcio Magno Ribeiro de Melo Equipe André Pimenta, Antonio França Filho, Amanda Rodrigues, Bruno Benn, Cefas Gomes, Cláuder Frederico, Francisco França Júnior, Herminio Filho, Israel Dantas, Ives Araújo, John Casais, Márcio Serafi m, Mariucha Silveira Ponte, e Ruberval da Fonseca. Editoração Francisco Françã de Sousa Junior Ilustração Banco de Imagens Imagens Corbis/Image100/Imagemsource copyright FTC EAD Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei de 19/02/98. É proibida a reprodução total ou parcial, por quaisquer meios, sem autorização prévia, por escrito, da FTC EAD - Faculdade de Tecnologia e Ciências - Ensino a Distância.

4 Sumário A ENTIDADE E AS OPERAÇÕES COM MERCADORIAS 7 AS ORGANIZAÇÕES E AS OPERAÇÕES DE COMPRAS E VENDAS 7 ESTRUTURA EMPRESARIAL NO BRASIL: CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES 7 OPERAÇÕES MERCANTIS: COMPRA E VENDA DE MERCADORIAS 12 FATOS QUE ALTERAM AS COMPRAS E VENDAS DE MERCADORIAS 16 IMPOSTOS SOBRE AS COMPRAS E VENDAS DAS EMPRESAS COMERCIAIS 23 ATIVIDADE COMPLEMENTAR 27 INVENTÁRIO DE MERCADORIAS E CONTAS A RECEBER 28 SISTEMA DE INVENTÁRIO PERIÓDICO: CONTAS MISTAS 28 SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE: PEPS E UEPS 31 SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE: MÉDIA PONDERADA 36 COBRANÇA SIMPLES DE DUPLICATAS 38 ATIVIDADE COMPLEMENTAR 40 APURAÇÃO E DESTINAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO 41 DESPESAS, RECEITAS E APURAÇÃO DE RESULTADOS 41 CONCEITUAÇÃO E APLICAÇÕES 41 CLASSIFICAÇÃO DAS DESPESAS E RECEITAS OPERACIONAIS E DEDUÇÕES DAS DESPESAS OP- ERACIONAIS NAS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS 45 CONCILIAÇÃO E ASPECTOS ANALÍTICOS DAS DESPESAS E RECEITAS NÃO OPERACIONAIS 52 RESULTADO DO EXERCÍCIO: APURAÇÃO SEGUNDO O REGIME DE CAIXA E O REGIME DE COM- PETÊNCIA 53 3

5 ATIVIDADE COMPLEMENTAR 56 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: DRE E DVA 58 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE: ASPECTOS TEÓRICOS 58 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO DRE: ASPECTOS PRÁTICOS 62 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS: ASPECTOS GERAIS DA LEI Nº 6.404/76 65 DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO: CONTEÚDO E ESTRUTURA 71 ATIVIDADE COMPLEMENTAR 75 GLOSSÁRIO 77 REFERÊNCIAS 79

6 Apresentação da Disciplina Caro(a) aluno(a), A necessidade comunicação entre os povos fez surgir a linguagem falada e escrita. No mundo dos negócios não é diferente. Para que as operações comerciais se aprimorassem foi surgindo e se refi nando as formas de registro e controle dos bens, direitos e obrigações das empresas. A Contabilidade é uma ciência que estuda as variações do patrimônio da entidade, fornecendo informações para diversos usuários, através de relatórios e demonstrações, tendo como objeto de estudo o Patrimônio. Nesta disciplina aprenderemos um pouco mais sobre a Contabilidade, inclusive a forma com as empresas podem ser constituídas e a escrituração das suas operações de compras e vendas de mercadorias, além dos principais fatos que as modifi cam! Assim, o prazer de iniciar mais um estudo sobre a Contabilidade deve ser imensurável. Você, com os conhecimentos adquiridos na disciplina Introdução à Contabilidade, já possui uma maior intimidade com as terminologias usadas por esta ciência, agora, com a disciplina Contabilidade Geral, vamos aprender um pouco mais?! Lorena Pinho e Maria Alice Porto 5

7 A ENTIDADE E AS OPERAÇÕES COM MERCADORIAS AS ORGANIZAÇÕES E AS OPERAÇÕES DE COMPRAS E VENDAS ESTRUTURA EMPRESARIAL NO BRASIL: CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADES Uma das funções do profi ssional da área contábil é a constituição jurídica da entidade. Para tanto devemos conhecer as várias formas como a entidade pode ser constituída. O Código Civil Brasileiro (LEI Nº , DE 10 DE JANEIRO DE 2002), dispõe sobre os tipos de sociedades. As sociedades são pessoas jurídicas de direito privado com fi m econômico, ou seja, trata-se de um ente coletivo que reúne pessoas que celebram um contrato no qual reciprocamente se obrigam a contribuir, com bens e serviços, para o exercício de atividade econômica e a partilhar entre si os resultados (art. 981, CC/2002). Você sabe quantos tipos de sociedades as empresas podem ser constituídas juridicamente??? Pois é, neste tópico, com o avançar do estudo iremos descobrir!!!! As sociedades são divididas em sociedades empresariais e sociedades simples, que adquirirão personalidade jurídica com a sua inscrição. A sociedade simples é disciplinada nos artigos 997 a do CC/2002 e é aquela que possui fi nalidade civil, distinguindo-se daquela denominada de empresarial. A Sociedade Simples constitui-se mediante contrato escrito, particular ou público, que, além de cláusulas estipuladas pelas partes, mencionará: nome, nacionalidade, estado civil, profi ssão e residência dos sócios, se pessoas naturais, e a fi rma ou a denominação, nacionalidade e sede dos sócios, se jurídicas; denominação, objeto, sede e prazo da sociedade; capital da sociedade, expresso em moeda corrente, podendo compreender qualquer espécie de bens, suscetíveis de avaliação pecuniária; a quota de cada sócio no capital social, e o modo de realizá-la; as prestações a que se obriga o sócio, cuja contribuição consista em serviços; as pessoas naturais incumbidas da administração da sociedade, e seus poderes e atribuições; a participação de cada sócio nos lucros e nas perdas; se os sócios respondem, ou não, subsidiariamente, pelas obrigações sociais. As obrigações dos sócios começam imediatamente com o contrato, e, se este não fi xar outra data, terminam quando, liquidada a sociedade, e se extinguirem as responsabilidades sociais. O sócio não pode ser substituído no exercício das suas funções, sem o consentimento dos demais sócios, expresso em modifi cação do contrato social. Quando, por lei ou pelo contrato social, competir aos sócios decidir sobre os negócios da sociedade, as deliberações serão tomadas por maioria de votos, contados segundo o valor das quotas de cada um. 7

8 A Sociedade Empresarial pode constituir-se nos seguintes tipos, nos termos do Código Civil de 2002: Contabilidade Geral Sociedade em nome coletivo (art a 1.044); Sociedade em comandita simples (art a 1.051); Sociedade limitada (art a 1.087); Sociedade anônima (art a Lei nº 6.404/76); Sociedade em comandita por ações (art a 1.092). Vamos conhecer mais detalhes sobre estes tipos de sociedades? Sociedades em Nome Coletivo Somente pessoas físicas podem tomar parte na sociedade em nome coletivo, respondendo todos os sócios, solidária e ilimitadamente, pelas obrigações sociais, ressaltando que, sem prejuízo da responsabilidade perante terceiros, podem os sócios, no ato constitutivo, ou por unânime convenção posterior, limitar entre si à responsabilidade de cada um. O contrato deve mencionar, além das indicações referidas no item anterior, a fi rma social. A administração da sociedade compete exclusivamente aos sócios, sendo o uso da fi rma, nos limites do contrato, privativo dos que tenham os necessários poderes. Sociedade em Comandita Simples Na sociedade em comandita simples o contrato deve discriminar os comanditados e os comanditários e tomam parte os sócios de duas categorias: os comanditados, pessoas físicas, responsáveis solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais; e os comanditários, obrigados somente pelo valor de sua quota. O art do CC/2002 estabelece que, sem prejuízo da faculdade de participar das deliberações da sociedade e de lhe fi scalizar as operações, não pode o comanditário praticar qualquer ato de gestão, nem ter o nome na fi rma social, sob pena de fi car sujeito às responsabilidades de sócio comanditado, salientando que pode o comanditário ser constituído procurador da sociedade, para negócio determinado e com poderes especiais. 8

9 Sociedade Limitada Na sociedade limitada, a responsabilidade de cada sócio é restrita ao valor de suas quotas, mas todos respondem solidariamente pela integralização do capital social. O capital social divide-se em quotas, iguais ou desiguais, cabendo uma ou diversas a cada sócio. A quota é indivisível em relação à sociedade, salvo para efeito de transferência, caso em que se observará o disposto no artigo seguinte. Em relação à administração, este tipo de sociedade é administrado por uma ou mais pessoas designadas no contrato social ou em ato separado. A administração atribuída no contrato a todos os sócios não se estende de pleno direito aos que posteriormente adquiram essa qualidade. Se o contrato permitir administradores não sócios, a designação deles dependerá de aprovação da unanimidade dos sócios, enquanto o capital não estiver integralizado, e de dois terços, no mínimo, após a integralização. Ao término de cada exercício social, proceder-se-á à elaboração do inventário, do balanço patrimonial e do balanço de resultado econômico. O Código Civil também explicita normas sobre o Conselho Fiscal, a deliberações dos sócios, o aumento e/ou redução do capital, resolução da sociedade em relação a sócios minoritários e a dissolução, nos artigos ao Sociedade em Comandita por Ações A sociedade em comandita por ações tem o capital dividido em ações, regendo-se pelas normas relativas à sociedade anônima, e opera sob fi rma ou denominação. Somente o acionista tem qualidade para administrar a sociedade e, como diretor, responde subsidiária e ilimitadamente pelas obrigações da sociedade. Se houver mais de um diretor, serão solidariamente responsáveis, depois de esgotados os bens sociais. Os diretores serão nomeados no ato constitutivo da sociedade, sem limitação de tempo, e somente poderão ser destituídos por deliberação de acionistas que representem no mínimo dois terços do capital social. O diretor destituído ou exonerado continua, durante dois anos, responsável pelas obrigações sociais contraídas sob sua administração. A assembléia geral não pode, sem o consentimento dos diretores, mudar o objeto essencial da sociedade, prorrogar-lhe o prazo de duração, aumentar ou diminuir o capital social, criar debêntures, ou partes benefi ciárias. Sociedade Cooperativa A sociedade cooperativa reger-se-á pelo disposto no Código Civil, ressalvada a legislação especial. São características da sociedade cooperativa: variabilidade, ou dispensa do capital social; concurso de sócios em número mínimo necessário a compor a administração da sociedade, sem limitação de número máximo; limitação do valor da soma de quotas do capital social que cada sócio poderá tomar; intransferibilidade das quotas do capital a terceiros estranhos à sociedade, ainda que por herança; quorum, para a assembléia geral funcionar e deliberar, fundado no número de sócios presentes à reunião, e não no capital social representado; direito de cada sócio a um só voto nas deliberações, tenha ou não capital a sociedade, e qualquer que seja o valor de sua participação; distribuição dos resultados, proporcionalmente ao valor das operações efetuadas pelo 9

10 Contabilidade Geral sócio com a sociedade, podendo ser atribuído juro fi xo ao capital realizado; indivisibilidade do fundo de reserva entre os sócios, ainda que em caso de dissolução da sociedade. Na sociedade cooperativa, a responsabilidade dos sócios pode ser limitada ou ilimitada. É limitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde somente pelo valor de suas quotas e pelo prejuízo verifi cado nas operações sociais, guardada a proporção de sua participação nas mesmas operações; e é ilimitada a responsabilidade na cooperativa em que o sócio responde solidária e ilimitadamente pelas obrigações sociais. Sociedade Anônima Na sociedade anônima ou companhia, o capital divide-se em ações, obrigando-se cada sócio ou acionista somente pelo preço de emissão das ações que subscrever ou adquirir. Na sociedade anônima a responsabilidade dos sócios ou acionistas é limitada ao preço de emissão das ações subscritas ou adquiridas. Esta sociedade rege-se por lei especial (Lei nº 6.404/76), aplicando, nos casos omissos, as disposições do Código Civil. Este tópico abordou os aspectos gerais sobre a sociedade anônima, visto que este assunto é muito amplo, recomenda-se, para maior absorção, uma leitura na Lei nº 6.404/76. Pode ser objeto da companhia qualquer empresa de fi m lucrativo, não contrário à lei, à ordem pública e aos bons costumes. Qualquer que seja o objeto, a companhia é mercantil e se rege pelas leis e usos do comércio. O estatuto social defi nirá o objeto de modo preciso e completo. A sociedade será designada por denominação acompanhada das expressões companhia ou sociedade anônima, expressas por extenso ou abreviadamente, mas vedada à utilização da primeira ao fi nal. As companhias podem ser: Aberta Fechada Sociedade de capital autorizado Sociedade de economia mista No que se refere à constituição da companhia, depende do cumprimento dos seguintes requisitos preliminares: subscrição, pelo menos por 2 (duas) pessoas, de todas as ações em que se divide o capital social fi xado no estatuto; realização, como entrada, de 10% (dez por cento), no mínimo, do preço de emissão das ações subscritas em dinheiro (não se aplica às companhias para as quais a lei exige realização inicial de parte maior do capital social); depósito, no Banco do Brasil S/A., ou em outro estabelecimento bancário autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários, da parte do capital realizado em dinheiro. Dentre as obrigações da sociedade anônima destacam-se: realização de assembléia geral, ata de convocação e publicação das demonstrações fi nanceiras. Vocês perceberam as várias formas que uma sociedade pode ser constituída??? 10

11 Pois é, agora, com a sociedade juridicamente formada vamos conhecer algumas operações mercantis realizadas por elas? Vamos lá então!!! SITUAÇÃO PRÁTICA: Constituição de uma sociedade, composta por dois sócios, a Cia Exemplo S/A. No exemplo a seguir, vamos considerar que a subscrição do capital social foi feita em móveis e em dinheiro, sendo que um dos sócios fi cou restando integralizar a parcela do capital correspondente a R$1.000,00. Sócio Capital Subscrito Capital Integralizado Capital a Integralizar Percentual de Participação A R$ 7.000,00 R$4.000,00 (Móveis) R$2.000,00 (Dinheiro) R$1.000,00 70% B R$ 3.000,00 R$3.000,00 (Dinheiro) R$0,00 30% TOTAL R$10.000,00 R$9.000,00 R$1.000,00 100% Contabilização em Razonetes (conta T) (1) Pela subscrição de R$10.000,00 (2) Pela Integralização de R$9.000,00, sendo R$4.000,00 em móveis e R$5.000,00 em moeda corrente. 11

12 Contabilidade Geral Observe que a parcela restante, a ser integralizada pelo sócio B, fi cou evidenciada na conta retifi cadora do patrimônio líquido Capital a Integralizar. Quando da integralização, o lançamento será idêntico, seja em moeda corrente ou em bens e direitos. Apresentação no Balanço Patrimonial OPERAÇÕES MERCANTIS: COMPRA E VENDA DE MERCADORIAS As operações mercantis correspondem à prática do comércio - a compra e venda - por meio da qual se efetiva uma transferência de mercadorias. Originalmente o comércio se deu com a troca de mercadorias e com a criação da moeda, a troca desta mercadoria por dinheiro. Sabemos que a Contabilidade tem como propósito controlar o patrimônio da entidade, e para isto utiliza várias técnicas de escrituração. Nas compras e nas vendas de mercadorias isto não é diferente. Que tal descobrirmos agora quais são as técnicas mais comuns utilizadas para registras tais fatos?!!!! Para começarmos vamos considerar que a constituição da empresa Compra Certa, em que os sócios integralizaram, em moeda corrente, o valor de R$ ,00, correspondente ao capital social. 12

13 Vamos analisar este lançamento? Qual foi a origem do recurso? Qual foi a aplicação do recurso? Quais contas vamos movimentar? Só para relembrar... Débito Aplicação de recursos Lado esquerdo Crédito Origem de recursos Lado direito A origem do recurso foi a conta capital social e a aplicação do recurso foi a conta caixa, uma vez que a integralização do capital foi em moeda corrente. Agora eu pergunto: como fi caria este lançamento em razonetes (conta T )? Vejamos: 1º Situação: integralização do capital social, em moeda corrente, o valor de R$ ,00. Pronto, com a empresa constituída, na seqüência veremos as movimentações relacionadas as compras e vendas de mercadorias. Compra de Mercadorias Uma determinada empresa de revenda de mercadorias necessita constantemente comprar mercadorias para o estoque e vender estas mercadorias para obter lucros, não é?! Então vamos considerar que a empresa Compra Certa adquiriu 50 itens de determinada 13

14 Contabilidade Geral mercadoria pelo valor de R$ ,00, com pagamento para 60 dias. Observem que cada item custou R$ 500,00. Nesta situação a origem do recurso foi a conta Fornecedores e a aplicação do recurso foi a conta Estoque de Mercadorias, certo? Vejamos: 2º Situação: Compra de mercadorias pelo valor de R$ ,00, com pagamento para 60 dias (a prazo). 3º Situação: Nova aquisição de 64 itens de uma mercadoria a vista, no valor de R$ ,00 (observem que cada item custou R$ 500,00). Observem que, nestes exemplos, utilizamos apenas lançamentos simples para melhor entendermos como funciona o registro da compra de mercadorias, nos próximos tópicos iremos aumentar o grau de complexidade destes lançamentos com a inclusão de alguns fatos que alteram estes lançamentos, com a incidência de tributos, as devoluções, bem como os abatimentos adquiridos. Estes são os primeiros passos!!! Vendas de Mercadorias As empresas precisam de receitas para poder operar e uma das principais alternativas para obter estas receitas é através das vendas de mercadorias. Estas vendas representam o retorno dos investimentos ou custos incorridos inicialmente. Contabilmente, na venda de mercadoria ocorre a realização da receita quando se entrega dos bens, obtendo-se em troca um pagamento (retorno fi nanceiro) que poderá ser obtido à vista (Caixa) ou a prazo (Clientes ou Duplicatas a Receber). Nas operações de vendas de mercadorias são movimentadas as contas de resultados, denominadas de receitas. Vale destacar que as compras de mercadorias são feitas por um determinado valor, e no momento da venda esta mercadoria sofre um acréscimo, assim o valor pago inicialmente é chamado de Custo da Mercadoria, ok? Para escriturar a operação de venda de mercadorias devemos seguir os seguintes passos: 1º - registrar a receita de venda; 2º - efetuar a baixa das mercadorias que estavam no estoque, seguida do reconhecimento do Custo da Mercadoria Vendida (CMV). Vejamos como fi caria esta movimentação na prática: A empresa Compra Certa possuía em seu estoque o valor total de R$ ,00 em mercadorias, equivalentes a 114 itens (conforme apresentado na 3ª situação). Foi realizada uma venda, a vista, de 30 itens de mercadorias existentes no meu estoque, sendo que cada item foi vendido por R$ 800,00, conseguindo com esta operação uma receita de R$ ,00. 14

15 Vamos ver com podemos escriturar esta movimentação? 4ª Situação: venda a vista de 30 itens de mercadorias do estoque por R$ ,00, com um custo de R$ ,00 (30 itens x R$ 500,00 - custo unitário). Observem que as contas movimentadas nestas operações foram: Lançamento a) Caixa (a débito) e Receita de Vendas (a crédito); Lançamento b) Custo da Mercadoria Vendida (a débito) e Estoque de Mercadorias (a crédito). 5ª Situação: venda a prazo de 40 itens de mercadorias do estoque por R$ ,00, com um custo de R$ ,00 (40 itens x R$ 500,00 - custo unitário). Observem que as contas movimentadas nestas operações foram: Lançamento a) Clientes / Duplicatas a Receber (a débito) e Receita de Vendas (a crédito); Lançamento b) Custo da Mercadoria Vendida (a débito) e Estoque de Mercadorias (a crédito). Vale destacar que, nestas situações, foram utilizados apenas lançamentos de simples vendas para melhor compreendermos o funcionamento desta operação. Nos tópicos a seguir, iremos acrescentar algumas novas situações a estes lançamentos com a inclusão de alguns fatos que alteram as vendas das mercadorias. 15

16 FATOS QUE ALTERAM AS COMPRAS E VENDAS DE MERCADORIAS Contabilidade No tópico anterior citamos algumas observações em relação ao custo da Geral mercadoria, no entanto é neste item que vamos dispor sobre alguns aspectos que podem modifi car o valor do custo das mercadorias adquiridas e vendidas e/ou promover novos lançamentos, como os: Fretes Seguros Devoluções Descontos Abatimentos Fretes e Seguros E então?! Vamos conhecer e praticar estas novas operações?! Vamos la!! Em algumas operações podem ocorrer alterações nos custos das mercadorias, em virtude da realização de outros gastos para fazer com que a mercadoria chegue em segurança ao destinatário. Estes gastos podem ser decorrentes de seguros pagos para evitar a perda da mercadoria por roubo, acidente, ou qualquer outro tipo de sinistro, bem como aqueles referentes a fretes pagos pelo transporte da mercadoria até o seu estabelecimento. Estes valores são partes integrantes do custo das mercadorias e quando estes são oferecidos por terceiros (transportadores) e não pelo fornecedor tais valores não estarão inclusos na nota fi scal de compra e por este motivo a empresa compradora, que arcar com este custo, deve agregá-lo ao valor do produto. Assim, os fretes e seguros sobre compras correspondem às importâncias pagas pela empresa compradora das mercadorias, diretamente ao fornecedor ou a uma terceira empresa que promoveu o transporte das mercadorias, desde o estabelecimento do fornecedor até a sede da empresa. São duas as possibilidades de contratação do frete: FOB (Frete Free Board) quando o valor do mesmo e demais custos acessórios fi cam por conta do remetente; 16

17 CIF (Cost, Insurance and Freight) fretes e demais custos acessórios serão pagos por conta destinatário. Deste modo, quando o frete ou o seguro for pago pela empresa adquirente das mercadorias, então, o valor do frete ou do seguro, passa a compor o preço das mercadorias, pois para elas o frete será um custo a mais. Frete na Compra de mercadorias Vamos ver na prática contábil como estes registros podem ser feitos? Considerando que a empresa Compra Certa realizou uma compra a vista de mercadorias no valor de R$17.500,00, cujo frete cobrado foi de R$ 500,00 pago no ato. 1ª Situação: compra de 35 itens de mercadorias a vista no valor de R$ ,00, com cobrança de frete no valor de R$ 500,00. No fi nal do período o frete será incorporado ao custo da mercadoria. Frete na Venda de mercadorias Nas vendas, o frete concedido pela empresa vendedora passa a ser uma despesa com vendas para a empresa que vendeu as mercadorias. 2ª Situação: Venda à vista de toda mercadoria adquirida anteriormente (35 itens), por um preço total de R$ ,00, sendo que o frete pago pelo vendedor foi o valor equivalente a R$ 300,00. Nesta operação será necessário: Registrar a receita de venda; Baixar as mercadorias que estavam no estoque para vender, seguida do reconhecimento do custo da mercadoria vendida (CMV); Registro do frete pago no transporte das mercadorias. 17

18 Contabilidade Geral Baixa do estoque o valor correspondente a última compra realizada (no valor de R$ ,00) para vender, seguida do reconhecimento do custo da mercadoria vendida (CMV): Registro do frete (R$ 300,00) pago no transporte das mercadorias: Deve-se observar que as empresas não são obrigadas a fornecer fretes, logo, para aquelas que os concedem, tornam-se despesas com vendas. Devoluções Em muitas situações podem ocorrer as devoluções de compras ou de vendas de mercadorias, como por exemplo, quando for constatado que as referidas mercadorias sofreram avarias no transportes, por não corresponderem ao pedido, etc. Estas devoluções podem ser totais ou parciais. Devoluções de Compras As devoluções de compras consistem na devolução total ou parcial das mercadorias adquiridas, tendo em vista fatos desconhecidos no momento da compra. Ao efetuarmos a devolução, deveremos ajustar o valor das mercadorias no estoque, pois este fato ira reduzir a quantidade e o valor destas unidades. Vamos ver na prática? 3ª Situação: compra, a prazo, de mercadorias no valor total de R$ 5.000,00 (10 itens), seguida da devolução de R$ (2 itens). Para lançarmos contabilmente esta operação será necessário: Registrar a aquisição; Registrar a devolução; Transferir os valores para a conta de estoque, no momento da apuração do resultado. 18

19 Na devolução da compra: Na apuração, transferir os valores para a conta de estoque: Alguns de vocês devem estar se perguntando: porque o lançamento contábil da devolução de compra não foi lançado diretamente na conta Estoque de Mercadorias? Neste caso o resultado fi nal seria o mesmo, pois teríamos os mesmos valores, no entanto, a contabilidade deve fornecer aos seus usuários o máximo de informações e de forma detalhada. Se não tivéssemos aberto a conta Devolução de Compras, como poderíamos saber, ao fi nal de um período, se tivemos devoluções e os seus valores correspondentes? Já aprendemos como registrar a devolução de compras, que tal exercitarmos um pouco a devolução de vendas? Devoluções de Vendas Estas devoluções consistem no retorno total ou parcial das mercadorias vendidas, tendo em vista fatos desconhecidos no momento da venda. Ao efetuarmos a devolução, deveremos ajustar o valor das mercadorias no estoque, pois este fato irá aumentar a quantidade e o valor das unidades existentes. 4ª Situação: Venda a prazo de 15 itens (custo de cada itens R$ 500,00) de mercadorias existentes no estoque, no valor total de $ ,00 (preço de venda de cada item R$ 800,00), seguida da devolução de R$ 4.000,00, correspondente a 5 itens do estoque. 19

20 Registro de Venda Contabilidade Geral Pelo reconhecimento do custo da mercadoria Pela devolução da venda Devolução Pelo retorno das mercadorias no estoque Observem que nas devoluções de vendas não podemos esquecer de devolver as mercadorias na contas de estoques, no entanto, este valor deve ser o de custo da mercadoria e não o preço de venda. Na 4ª Situação, o custo unitário da mercadoria foi de R$ 500,00 e o preço unitário de venda R$ 800,00, assim o valor a ser devolvido (ou estorno da saída) é o de R$ 2.500,00, referente a devolução de 5 itens. A conta de devolução de vendas é redutora da conta Receita de Vendas e será demonstrada na Demonstração do Resultado do Exercício como deduções da receita. Abatimentos e Descontos Incondicionais Neste tópico vamos tratar dos abatimentos e descontos incondicionais, também conhecidos como descontos comerciais, que são fatos que irão afetar o preço de compra ou venda. No caso dos abatimentos, estes estão vinculados a eventos posteriores a emissão do documento fi scal ou da transação comercial, enquanto que os descontos incondicionais estão vinculados ao momento da transação mercantil, no ato da emissão do documento fi scal. Ambos são deduções ocorridas no preço da mercadoria. 20

21 Descontos comerciais nas compras Atenção!!!!! Os descontos incondicionais não são computados na base de cálculo dos impostos que incidirão nas operações mercantis. Em relação aos abatimentos, se forem dados no ato da transação, terão o mesmo tratamento destes descontos. Geralmente os descontos comerciais nas compras não são contabilizados, efetuandose o registro da compra pelo seu valor líquido, pois, certamente a Nota Fiscal foi emitida pelo valor líquido. Vamos ver como podemos lançar tal registro?! Vamos considerar que a conta Fornecedores possua um saldo de R$ e Estoque de Mercado, um saldo de R$ ª Situação: Compra a prazo de 15 itens de mercadorias para revenda no valor de R$ 7.500,00 com desconto concedido no ato da compra no valor de R$ 500,00. Como o desconto foi dado no ato, trata-se de um desconto comercial. Como dito anteriormente, certamente a Nota Fiscal foi emitida pelo valor líquido de R$ 7.000,00, tendo o desconto sido destacado no corpo do documento. Logo contabilizaremos da seguinte forma: No entanto, se for do interesse do usuário contabilizar o desconto, então teremos os seguintes lançamentos: Abatimentos nas compras Os abatimentos nas compras, por estarem vinculados a eventos posteriores à transação comercial, como por exemplo, mercadorias que chegam com defeito ao local de destino, se 21

22 Contabilidade Geral confundem com os descontos fi nanceiros, mas não são a mesma coisa. Ao ser concedido um abatimento, este irá afetar o valor das mercadorias nos estoques. 6ª Situação: aquisição de mercadorias a prazo no valor de R$ 5.000,00. Algumas destas mercadorias chegaram com defeito na empresa Compra Certa, para se evitar devoluções, foi concedido um abatimento na operação no valor de R$ 200,00. Contabilização da compra conforme a Nota Fiscal Contabilização do abatimento conforme boleto pago pela empresa. Note que o valor do estoque fi cou alterado por ocasião do abatimento: de R$ 5.000,00 passou para R$ 4.800,00, por isso dissemos que os abatimentos afetam o preço de custo. Descontos comerciais nas vendas Nos descontos comerciais concedidos nas vendas, geralmente a Nota Fiscal é faturada pelo seu valor líquido, assim, dá-se o mesmo procedimento com os descontos comerciais das compras, ou seja, não são contabilizados, efetuando-se o registro da venda pelo seu valor líquido. 7ª Situação: venda de 7 itens de mercadorias por R$ 5.600,00. No ato desta transação, o vendedor concedeu um desconto de 10% ($ 560,00) ao seu cliente, sendo a Nota Fiscal emitida com valor líquido de R$ 5.040,00. Assim a contabilização fi caria: No entanto, por questões de controle gerencial, o desconto poderá ser evidenciado na transação: 22

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