Manual Fiscal. Softland Sistemas

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1 Manual Fiscal Softland Sistemas

2 Prezado Cliente, Este é o material de apoio aos usuários e implantadores do SOFTLAND COMERCIAL o seu sistema integrado de gestão empresarial. O bom uso deste manual o habilitará a extrair o máximo das funcionalidades disponíveis. Pode ser usado como guia de referência ou pode ser lido de capa a capa. O importante é que você use este recurso para compreender como sua empresa pode funcionar com o apoio do SOFTLAND COMERCIAL Vantagens Tecnológicas O SOFTLAND COMERCIAL utiliza o banco de dados relacional chamado Firebird, que tem qualidade totalmente compatível com a de qualquer banco de dados relacional de médio e grande porte. A capacidade do Firebird é exatamente o que a sua empresa necessita para garantir a integridade e a segurança das suas informações. É um software livre dos custos de licença, e, mesmo assim, muito poderoso. Como o SOFTLAND COMERCIAL é 100% Windows, desenvolvido em Borland Delphi, a integração com o ambiente gráfico do Windows é total, permitindo a usuários habilitados gerar qualquer tipo de relatório mesmo que eles não estejam disponíveis no SOFTLAND COMERCIAL e integrar estes relatórios com ferramentas como Excel, Word e outras. Além disso, com ferramentas de acesso ao banco de dados (IBExpert, IBConsole, etc.), um usuário treinado, pode criar qualquer relatório que quiser, usando a Módulo Fiscal O módulo fiscal do Softcom se compõe dos submódulos de emissão de notas fiscais de venda, emissão de notas fiscais de remessa e devolução de vendas, emissão de notas fiscais de entrada, geração, assinatura, envio e confirmação de recebimento da nota fiscal eletrônica, geradores dos arquivos para o Sintegra e nota fiscal Paulista, consultas e relatórios (Fiscais e de apoio na apuração de impostos). 2

3 Sumário 0. Instruções Preliminares 0.1 Convenções usadas neste manual. 0.2 Conceitos Básicos Direitos e Restrições Rotinas Tipos de Rotinas Módulo Fiscal 1. Cadastros Relacionados 1.1 CFOP Código Fiscal de Operação Campos Relevantes: 1.2 Naturezas de Operação 1.3 Observações Legais 1.4 Classificação Fiscal Campos Relevantes: 1.5 Códigos de Tributação 1.6 ICMS por Estado Campos Relevantes: 1.7 Cadastro de IVA-ST por Classificação Fiscal/Produto 1.8 Cadastro de Vinculação CFOP/CST/UF 1.9 Cadastro de Motivos de Perda de Orçamento, Pedidos ou Notas Campos Relevantes: 1.10 Cadastro de Municípios 1.11 Séries de Notas Fiscais Campos relevantes: 2. Módulos de Emissão de Notas Fiscais 2. 1 Notas de Venda Campos Relevantes: 3. Notas de Simples Remessa / Devoluções 3.1 Recursos Importantes: Importação de Itens do Pedido: Emissão de Nota Triangular Importação de Nota de Simples Faturamento Importação de Ordens de Transformação [NF-e Referenciadas] 3.2 Campos Relevantes: 3.3 Itens da Nota Fiscal 3.4 Nota Complementar 4. Cancelamento de Notas de Saída 5. Consulta de Notas Fiscais de Saída 6. Emissão/Registro de Nota de Entrada 6.1 Campos relevantes: 6.2 Recursos Importantes: Importação de Dados de Notas de Remessa Importar Dados de um Pedido de Venda Não Creditar IPI Calc. ST GNRE 7. Consulta de Notas de Entrada

4 7.1 Operações Importantes <Observações> <Apagar> <Cancelar> <Editar> 8. Nota Fiscal Eletrônica 9. Processo de Geração da NF-e 9.1 Gerador de NF-e Campos relevantes 9.2 Consultas de NF-e 10. Inutilização de numeração - NF-e 11. Gerador de Arquivos Destinatário 12. Relatórios de Notas Fiscais 12.1 Registro de Saídas 12.2 Resumo Financeiro de Saída Filtros relevantes: 12.3 Relatório de Entrega Futura Informações do Relatório: Filtros: 12.4 Relatório de Notas Informações do Relatório: Filtros relevantes: 12.5 Relatório de Notas de Venda 13. Registro Eletrônico (Aplicativo externo) 13.1 Filtros Importantes: 14. Exportação de arquivo - REDF - CAT Filtros importantes: 15. Cálculos Fiscais 15.1 ICMS 15.2 ISS 15.3 IPI 15.4 Substituição Tributária (ST) 15.5 PIS/COFINS

5 0. Instruções Preliminares 0.1 Convenções usadas neste manual. -> refere-se a um item de menu, como por exemplo -> Tabelas -> Clientes. [] refere-se a um botão, como por exemplo, [OK]. <> refere-se a um hiperlink. São as legendas sublinhadas que podem ser clicadas e acessam funcionalidades. Normalmente, quando se passa o ponteiro do mouse sobre estas legendas, o ponteiro se transforma numa mão apontando. {} refere-se a nomes de campos de tela dos registros nas telas, como por exemplo: {Razão social}. 0.2 Conceitos Básicos Direitos e Restrições Para todo usuário do sistema deve-se criar uma identificação e uma senha de acesso. Além disso pode-se atribuir a cada usuário uma série de direitos de uso e comportamentos por meio de rotinas que são habilitadas ou desabilitadas. Restritivas são as rotinas que liberam ou restringem acesso a um módulo, relatório ou funcionalidade. Se ela não for liberada para o usuário, sua funcionalidade ou o acesso ao módulo que ela representa não fica disponível, ou seja, botões, opções de menu e hiperlinks ficam invisíveis ou desabilitados para o usuário. Comportamentais são as rotinas que, quando habilitadas fazem com que o sistema adote determinado comportamento. Assim, é possível alterar o comportamento do sistema em alguns casos em função do usuário que está logado e suas atribuições comportamentais. Módulo Fiscal A emissão e registro de Notas Fiscais, no Softcom, podem ser feitos utilizando três módulos diferentes conforme a situação: NOTAS FISCAIS DE VENDA(Fiscal -> Notas de Saída -> Emitir) DEVOLUÇÕES E REMESSAS (Fiscal -> Notas de Saída -> Devoluções e Remessas) Rotinas As rotinas são as unidades de acesso às funcionalidades do sistema. É habilitando ou desabilitando rotinas que você libera ou restringe o grau de atuação de um usuário dentro do sistema. É com ela, por exemplo, que você permite ao usuário cadastrar um cliente, ou liberar limite de crédito, vender para clientes inadimplentes, etc. As rotinas podem estar disponíveis para seu sistema em função de contrato, ou seja, módulos não contratados não estão entre as rotinas cadastradas no seu sistema. Logo, suas funcionalidades não estarão disponíveis a nenhum usuário Tipos de Rotinas As rotinas se classificam em dois tipos: NOTAS FISCAIS DE ENTRADA (Fiscal-> Notas de Entrada -> Registrar/Emitir Nota de Entrada). Vamos detalhar os três módulos nos tópicos seguintes, mas antes é necessário que sejam especificados todos os cadastros relacionados, os quais são imprescindíveis para emissão de notas. 1. Cadastros Relacionados 1.1 CFOP Código Fiscal de Operação (->Tabelas -> Cadastros Fiscais ->CFOP) Esse cadastro é fundamental para qualquer operação com notas fiscais. O CFOP define qual o tipo de operação está sendo realizada com o ITEM da nota fiscal. Rotina: 5

6 MTblNatOpe: Cadastros Fiscais CFOP permite acesso ao módulo de cadastro de CFOP; Figura 1 Venda Dentro do Estado O que difere uma natureza do outro, como reza a legislação, é o tipo de empresa que está vendendo a mercadoria, se é equiparada à indústria ou não. O mesmo pode acontecer em função da empresa que receberá a mercadoria. E também é em função destes mesmos detalhes que se configura a incidência de impostos Campos Relevantes: {Código} Este é um código interno definido pelo usuário com no máximo cinco dígitos. Não confunda com o próprio CFOP embora seja aconselhado colocar aqui o próprio código do CFOP que se está cadastrando com quatro dígitos deixando o último dígito para diferenciar um mesmo CFOP com configurações diferentes, por exemplo: 51021, e assim por diante. O objetivo é facilitar a associação entre um código interno com o CFOP. {CFOP} É o código do CFOP propriamente dito; Note que um pode haver n CFOP associadas à mesma natureza de operação. Por exemplo: CFOP: 5102 Natureza da Operação: Venda Dentro do Estado CFOP: 5101 Natureza da Operação: 6 {Nat. Oper.} É a descrição da natureza de operação para aquele CFOP cadastrado; Um mesmo CFOP pode estar associado a n naturezas da operação, com muitas variações no que respeita a incidência de impostos. {Destaca IPI} Define se há incidência de IPI para aquela Natureza de Operação naquele CFOP; {Incide IPI na Base de ICMS} Define se, havendo cálculo de IPI, o valor calculado calculado para IPI incidirá sobre a base de cálculo de ICMS ; {Gerar C.R.} Se é uma CFOP que será usada numa nota fiscal de vendas (Fiscal -> Notas de Saída -> Emitir), se este campo for definido em S, o valor do item irá participar do valor que gerará o contas a receber por aquela nota. Isso é utilizado muitas vezes quando existe devolução de material juntamente com prestação de serviço o item a ser devolvido deverá estar com um CFOP que não gera contas a receber. Fique muito atento. Quando você emitir uma nota fiscal de venda e perceber que esta não gerou contas a receber, um dos prováveis motivos é que no CFOP usado em todos os itens, o campo {Gerar C.R.} ficou definido como N ; {Movimenta Estoque} Define se o item que usar aquele CFOP não movimentará estoque. Um CFOP com esta configuração é utilizado geralmente para se fazer notas de simples faturamento cujo estoque será movimentado apenas posteriormente,

7 quando as notas de remessa forem emitidas para o transporte da mercadoria; {Consignação} Define se o CFOP é para uma venda em consignação. A consignação é uma operação realizada quando você remete ao cliente uma série de produtos em consignação. Depois, se o cliente resolve adquirir a mercadoria, uma nota fiscal de venda consignada deve ser emitida e relacionada à nota fiscal de remessa em consignação. Para este caso o sistema não calcula os impostos na nota de venda porque já fez isso nas notas de remessa em consignação. Note que há uma grande responsabilidade do usuário que cadastrar os CFOPs e depois daquele que ira usá-los em casos como este. Se o emitente da nota fiscal de remessa em consignação usar um CFOP que não calculou impostos e depois, na nota fiscal de venda consignada, o faturista fizer o relacionamento entre as notas (remessa em consignação x notas fiscal de venda consignada), o sistema deixará de registrar o imposto devido pela operação, o que certamente resultará em multa no caso de uma fiscalização. Note-se, portanto, que a correta configuração desta e outras tabelas relacionadas a questões fiscais e depois a correta aplicação na hora de emitir as notas fiscais, pressupõe a necessidade de bastante conhecimento por parte dos usuários envolvidos. Utilizar esta funcionalidade também está condicionado à habilitação da rotina: Rotina: CONSIGNOTA Descrição: Faturamento - Habilita Usar Nota Consignada {Calcular ICMS por dentro na importação} Essa configuração é utilizada na emissão de Notas de Entrada de importação para calcular corretamente a base de cálculo de ICMS dessas notas que possuem um agravo previsto em lei com a seguinte fórmula: (Base de ICMS prevista para uma operação normal / (1 (Alíquota da Operação / 100))) {Obs. Legal} É possível vincular uma determinada Observação Legal, précadastrada (em -> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Observações Legais) a um CFOP. Quando isso é feito, as linhas de observações legais poderão ser impressas nos dados adicionais sempre que se utilizar este CFOP nos itens da nota fiscal. É necessário observar que alguns clientes solicitaram personalizar seus impressos de notas fiscais ou DANFEs e esta funcionalidade não foi implementada para ocorrer automaticamente. Se este for o seu caso, e se houver a necessidade de imprimir as OBS legais relacionadas a todos os CFOPs das notas, solicite ao nosso suporte, que encaminhará a necessidade ao desenvolvimento. Normalmente, estes casos são tratados como manutenção de personalizações, enquanto que, no módulo padrão de impressão de Danfes do sistema, a funcionalidade é automática. {Venda Fora do Estabelecimento} Essa configuração deve ser selecionada como S nas situações em que a operação estiver relacionada a vendas fora do estabelecimento. Acontece quando a empresa possui operações de externas, onde é feita uma nota de remessa para movimentar a mercadoria num carro de promoções. Quando parte daquela mercadoria é vendida para algum cliente encontrado no itinerário, então é emitido um pedido de venda. Entretanto a venda não pode movimentar o estoque já que isso já foi feito ao se emitir a nota fiscal de remessa para venda fora do estabelecimento. Nesse caso o pedido, quando faturado, com o CFOP equivalente a configuração citada, não há a movimentação do estoque; {Serviço} Define se o CFOP é referente a um item de serviço. Quando um item de nota fiscal de venda está relacionado a um CFOP cujo campo {Serviço} é igual a S, o valor total do serviço referente à nota fiscal é somado ao total da nota. Também neste 7

8 caso, se na CST do item da nota (que por padrão vem de produto) houver incidência de ISS, e na configuração da empresa usuária há alíquota de ISS definida, o sistema calcula o valor total de ISS relacionado aos itens de serviço. {Inc. PIS/COFINS} Define se há incidência de PIS/COFINS sobre o item relacionado. Esse cálculo é feito tanto para notas de saída como entrada. O cálculo é feito com base nas alíquotas definidas nas configurações da empresa. O enquadramento na apuração de impostos influencia o cálculo no registro de notas de entrada quando a empresa é optante pelo Lucro Presumido o imposto não é calculado mesmo que o CFOP esteja configurado como S já que nesse caso o PIS/ COFINS é não-cumulativo e não gera direito a crédito, caso contrário, o imposto é calculado; 1.2 Naturezas de Operação (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Naturezas de Operação) Natureza de Operação e CFOP (Código Fiscal de Operação) não são entidades iguais, mas existe uma relação. Todo CFOP está vinculado a uma Natureza de Operação, mas a Natureza de Operação da nota fiscal não é necessariamente a mesma do CFOP, por isso a existência desse cadastro. Essa informação é muito importante para a composição da NF-e e consequentemente do SPED. Rotina: NAT_OPERACAO - Cadastros Fiscais - Naturezas de Operação - Permite cadastrar naturezas de operação de movimentações de venda, compra, remessa, etc. observações ao CFOP, Produtos, a Classificação Fiscal, Clientes e até mesmo selecioná-la no momento da emissão da Nota fiscal. Todas as situações devem ser analisadas de acordo com a necessidade imposta pela regra fiscal que rege a operação em questão. Figura 2 Rotina: MTblObsLeg: Cadastros Fiscais - Observações Legais permite acesso ao módulo de cadastro das Observações Legais. 1.4 Classificação Fiscal (-> Tabelas ->Cadastros Fiscais ->Classificação Fiscal) esse é o cadastro NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul). Esse código é o identificador principal do produto junto aos órgãos reguladores. Figura 3 Campos: {Natureza de Operação} Descrição da Natureza de Operação. 1.3 Observações Legais (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Observações Legais) cadastre aqui as observações legais que deverão ser destacadas nos dados adicionais das notas fiscais. É possível vincular essas 8

9 1.4.1 Campos Relevantes: {Classificação Fiscal} É o código NCM (Nomenclatura Comum Mercosul). Seu tamanho padrão é de oito caracteres, entretanto isso não está travado podendo o usuário adicionar mais caracteres; {Taxa de IPI} Percentual de IPI que incide sobre o produto relacionado àquela Classificação Fiscal. Note que mesmo que você coloque uma taxa de IPI numa classificação fiscal, mas ao emitir nota fiscal usar um CFOP sobre o qual não incide IPI, não haverá calculo deste imposto. O mesmo ocorrerá se você usar um CFOP que prevê IPI, mas produtos com classificações fiscais sem alíquota de IPI; além disso, há o campo de código de tributação que tem um flag determinando se produtos com aquele CST tem incidência de IPI. Assim, mesmo que a classificação fiscal preveja IPI, e o CFOP também, mas a CST não, não haverá cálculo de IPI na nota. {Observações Legais} Observação legal que deverá ser impressa nos dados adicionais quando o produto estiver vinculado àquela Classificação Fiscal; Rotina: MTblClasFi: Cadastros Fiscais - Classificação Fiscal (NCM) permite acesso ao módulo de cadastro de Classificação Fiscal (NCM). 1.5 Códigos de Tributação (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> CS&T do ICMS) esse é o cadastro de Códigos de Situação Tributária do ICMS (CST do ICMS). O CST do ICMS é formado sempre por três dígitos. O primeiro representa a origem da mercadoria (nacional ou importada) e os outros o regime de tributação (Redução, Isenção, Substituição Tributária, etc). Além da incidência de ICMS, no SOFTCOM, esse cadastro serve de apoio para identificar a incidência de ISS e IPI. Portanto, se o usuário estiver cadastrando o CST 010, por exemplo, deverá deixar o campo ISS como N e ICMS e Subst. Tributária como S. Figura 4 Rotina: MtblCodTri - Cadastros Fiscais - Códigos de Situação Tributária (CST) permite acesso ao módulo de cadastro de Códigos de Situação Tributária do ICMS. 1.6 ICMS por Estado (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Icms Por Estado) Além de ser um cadastro dos estados da Federação utilizado em várias partes do sistema, esse cadastro possui as alíquotas e reduções de impostos mais genéricas para as operações realizadas do estado de origem da empresa cadastrada no sistema com os demais estados da federação. Por exemplo: uma empresa em São Paulo realizando uma venda para um contribuinte de ICMS na Bahia tem a incidência de 7% de ICMS na operação. Note que a alíquota a não contribuinte leva em conta o ponto de vista da UF da empresa usuária. Se a alíquota para não contribuintes dentro do estado de São Paulo é 18%, será 18% para todas as vendas a não contribuintes fora do estado de São Paulo. (Figura 5) Campos Relevantes: {Sigla} é a sigla representativa do estado (SP, MG, BA, RJ, etc); Para vendas ao exterior, crie uma UF chamada EX (de EXterior) 9

10 Figura 5 {IBGE} este é o código do estado cadastrado no IBGE. É de fundamental importância para clientes que efetuam a emissão de NF-e; UM dos motivos de rejeição de notas fiscais eletrônicas é o código do IBGE estar incorreto no cadastro de ICMS por Estado. {Alíq. Contribuinte} é a alíquota de ICMS aplicada em operações de venda com o estado quando o cliente, adquirente da mercadoria é contribuinte de ICMS; {Alíq. não Contribuinte} é a alíquota de ICMS aplicada em operações de venda com o estado destinatário quando o cliente NÃO é contribuinte de ICMS. Note que neste caso vale a alíquota definida para vendas a não contribuinte dentro da unidade federativa onde está sediada a empresa usuária (emitente da nota). Por definição, alíquota a não contribuinte e alíquota interna são a mesma coisa. Mas no Softcom há dois campos para se referir a elas por uma questão de ponto de vista. No caso do campo {Alíq. não Contribuinte} o objetivo é definir a alíquota interna do estado onde se sedia a empresa usuária em todos os estados destinatários. {Alíquota Interna} é a alíquota em vigor para operações interestaduais dentro do estado destinatário da mercadoria em operações que envolvem substituição tributária. É a mesma alíquota para vendas a não contribuintes, porém sob o ponto de vista da empresa destinatária. Essa é uma informação importante para a realização correta dos cálculos em casos que a empresa comercializa produtos que tem ou tiveram a incidência de Substituição Tributária. Aqueles que não são substitutos, mas comercializam produtos que sofreram substituição devem estar atentos a essa informações porque mesmo sendo substitutos em operações interestaduais há a incidência e substituição tributária sobre o produto em determinadas situações (consulte a legislação sobre estas situações); {Fator} é um fator de agravo ou desagravo do custo do produto. Em operações em que o ICMS é menor o custo da venda diminui aumentando a margem. Esse fator corrige o custo para que em operações interestaduais, principalmente, a margem de venda seja a real em função do benefício relacionado à diminuição da carga tributária; {Reduções} tratam das reduções de base de cálculo. Existe o fator de redução agrícola e industrial. O tipo de redução de base de cálculo do produto é definido no próprio cadastro do produto. Quando é feita a venda e o produto sofre redução agrícola, o sistema verifica o estado de destino da mercadoria e calcula a redução em função do fator cadastrado para o estado aplicando-a sobre a base de cálculo do produto para chegar ao valor da base reduzida. Existem situações em que é possível, para um mesmo estado, haver percentuais diferenciados de redução em vendas para contribuintes e vendas para consumo e não contribuinte, daí a existência dois tipos de redução Agrícola e Industrial para um mesmo estado; Rotina: MTblIcmsEs: Cadastros Fiscais - Icms Por Estado permite acesso ao módulo de 10

11 cadastro de ICMS por Estado 1.7 Cadastro de IVA-ST por Classificação Fiscal/Produto (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> IVA-ST por Classificação Fiscal/Produto) O IVA-ST é um índice estipulado por Órgãos Reguladores que é utilizado para calcular a base de cálculo da Substituição Tributária. Normalmente é definido em função de uma classificação fiscal, podendo variar entre dois produtos, mesmo que estes tenham a mesma Classificação (raras exceções). Daí a necessidade de existir a opção do usuário selecionar entre Produto ou Classificação Fiscal para o cadastro do IVA-ST sendo este último mais genérico e o primeiro o mais particular possível. O IVA- ST é definido por órgãos estaduais e por isso, um mesmo produto, em uma operação estadual, certamente terá um IVA-ST diferente em uma operação interestadual. Por isso o usuário deve cadastrar o IVA- ST considerando o estado de destino da mercadoria, o que explica a existência do campo Estado na tela. Não se deve esquecer que como o Softcom é multi-empresa, esse cadastro deve ser feito em cada empresa que estiver cadastrada no sistema, pois pode haver diferença entre as necessidades de configuração de uma empresa e outra (elas podem estar em unidades federativas diferentes, por exemplo). A opção Aplicar Diferencial de Alíquota em Vendas para Consumo é utilizada Figura 6 para aqueles casos em que, em operações interestaduais, há a incidência de Substituição Tributária mesmo em vendas para consumo, porém aplicando apenas o diferencial de alíquota, ou seja, desconsiderando o IVA-ST. (Figura 6) Rotina: IVA_PRODUTO_CLASSFISC: Cadastros Fiscais - IVA por Produto/Classificação Fiscal permite acesso ao módulo de cadastro de IVA por Produto/Classificação Fiscal. 1.8 Cadastro de Vinculação CFOP/CST/ UF (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Vinculação CFOP/CST/UF) este cadastro deve ser utilizado de modo que o sistema, no momento do faturamento, traga sua devida natureza de operação e classificação fiscal de acordo com a finalidade da venda e o estado de destino da mercadoria. Por exemplo: em uma operação estadual, com um produto com substituição tributária, a CST deveria ser 010 e sua natureza de operação Mas isso só deve acontecer para certos produtos enquadrados em uma determinada Classificação Fiscal. Para que não seja necessário que o usuário lembre, no momento da venda (principalmente em casos que na venda existem produtos com e sem substituição tributária), qual o CFOP deverá aplicar ao item, ele deverá utilizar a Vinculação de CFOP/CST/UF. O mesmo pode acontecer para uma operação interestadual, em que a CST continua 010, mas o CFOP passa a ser Mas atenção, a ação dessa vinculação deve acontecer de acordo com a natureza da venda definida no momento do cadastro da vinculação: Consumo, Industrialização ou Revenda. Portanto, se a venda for feita para Industrialização e a vinculação estiver configurada para causar efeito em Revendas, o sistema irá respeitar as configurações de impostos do Produto, ignorando a vinculação. Esse recurso será muito importante para clientes substituídos 11

12 principalmente em operações interestaduais. Mas atenção, essas configurações não podem ser utilizadas sem a devida compreensão daquele que emite as notas, caso contrário poderá causar transtornos nas emissões de Notas Fiscais, cálculos de impostos errados, o que mais tarde pode trazer multas e outros dissabores de erros encontrados em uma fiscalização. Aconselha-se que esta configuração seja utilizada apenas para as exceções que ocorrem nas respectivas operações, os padrões devem ser definidos no cadastro do produto e nas outras configurações do sistema; {Tipo} é utilizado para definir se o motivo é atribuído a um Orçamento, Pedido, nota fiscal ou a Todos eles. Se o usuário definir que um determinado motivo é de orçamento ele será exibido apenas no momento de cancelar um Orçamento e assim consequentemente para todos os outros tipos. Figura 8 Figura 7 Rotina: MOTIVOS1: Motivos de Perda de Orçamentos permite acesso ao cadastro de Motivos de Perda de Orçamentos. Rotina: MTblVinc: Cadastros Fiscais - Vinculação CFOP/CST/UF permite acesso ao módulo de Vinculação CFOP/CST/UF. 1.9 Cadastro de Motivos de Perda de Orçamento, Pedidos ou Notas (-> Tabelas -> Motivos de Cancelamentos) este cadastro é utilizado para, que no momento do cancelamento de um Orçamento, Pedido ou nota fiscal, o usuário possa classificar o motivo do cancelamento Campos Relevantes: {Motivo} é a descrição do motivo do cancelamento Cadastro de Municípios (-> Tabelas -> Municípios) O principal objetivo desse cadastro é obter o código de IBGE de cada um dos municípios da União. O código do IBGE é utilizado na emissão de NF-e, por isso a sua importância. Todos os clientes, fornecedores, transportadoras devem seguir um padrão com relação à forma de descrever o nome do município. Quando se efetua um destes cadastros é necessário consultar a tabela de municípios para verificar o município referente ao registro em cadastro se encontra cadastrado com seu código IBGE correspondente. Se o código IBGE de um município estiver ausente ou incorreto, a SEFAZ não aceita a nota fiscal eletrônica para aquele município, o que constituirá um dos motivos de rejeição. (Figura 9) Rotina: CAD_MUNICIPIOS: Municípios Menu permite o acesso ao cadastro de Municípios. 12

13 Figura Séries de Notas Fiscais (-> Tabelas -> Cadastros Fiscais -> Séries de Notas Fiscais) a configuração desse módulo é importante para identificar os tipos séries fiscal que a empresa possui para emissão de uma nota fiscal. O campo {Série Interna} relacionado nesse cadastro deve estar também relacionado nas configurações de empresas em (-> Utilitários -> Configurações -> Aba Configurações -> Aba Fiscal -> Item Série Interna). Figura 10 {Modelo Fiscal} o modelo fiscal é o definido no RICMS. A NF-e nesse campo, por exemplo, seria 55. Se fosse modelo impresso poderia ser 1, 1A, B, etc. Logo, a configuração deste campo depende de definição legal para o tipo de nota que se está emitindo. O modelo fiscal é usado em alguns registros fiscais eletrônicos {Série Fiscal} - essa é a série prevista no RICMS. A nota fiscal emitida pelo estabelecimento pode não ter nenhuma série, assim o campo é deixado em branco. No caso da NF-e esse número vai de 1 a 899 para notas normais e de 900 a 999 para notas emitidas em contingência (SCAN Sistema de Contingência do Ambiente Nacional) Rotina: SERIES: Séries de Notas Fiscais Cadastro permite o acesso ao cadastro de Séries de Notas Fiscais. 2. Módulos de Emissão de Notas Fiscais 2. 1 Notas de Venda (-> Fiscal -> Notas de Saída -> Emitir) uma nota de venda é sempre emitida a partir de um pedido de venda cadastrado no sistema e por isso é possível acessar a emissão a partir da tela de Pedidos de Venda, clicando em Operações, digitando o número do pedido e selecionando a opção <Emitir [N]ota>, ou pressionando a tecla <N> Campos relevantes: {Série Interna} - a numeração da nota será controlada concatenando o número calculado com essa letra. Deve-se colocar uma letra de A a Z em letra maiúscula; Esta letra é acrescentada ao número interno da nota fiscal. Então, se uma nota fiscal interna receber o número , sendo letra da série interna a letra A, o número fica A. Por consequência, o número dos títulos em conta a receber seriam A01, A02, A Outra possibilidade é entrar em Vendas -> Notas Fiscais -> Emitir e, digitar um número de pedido válido (pendente e liberado) para prosseguir com a emissão da nota fiscal. (Figura 11) Campos Relevantes na tela de emissão de notas fiscais de vendas: {CFOP} Permite selecionar o CFOP principal que será usado na nota. Mas para cada item da nota fiscal é possível selecionar seu próprio CFOP.

14 Figura 11 da nota fiscal. {P. Bruto e P. Líquido} representam o peso bruto e líquido dos produtos calculados automaticamente pelo sistema com base no cadastro dos produtos. Multiplica-se a quantidade em unidade de estoque de cada produto pelos seus respectivos pesos, encontrando os pesos totais da Nota. Mesmo que o cálculo seja automático, é possível alterar os pesos diretamente nos campos; Se existe um CFOP definido como padrão no Cadastro de Empresas na aba Fiscal, essa virá como padrão; Pelo CFOP definido no cadastro do cliente para quem está se está emitindo a nota fiscal; Não existindo nenhuma das configurações anteriores preenchidas o sistema assume automaticamente o CFOP para vendas estaduais ou para vendas interestaduais; {Copia p/ Itens} Copia para todos os itens da grade de itens o CFOP do cabeçalho da nota. Cuidado ao utilizar essa opção quando existem diversos itens na nota fiscal com possibilidade de vários CFOP s; Na verdade, o CFOP do cabeçalho da nota só está sendo mantido por questões de retro compatibilidade (legislação antiga), uma vez que a CFOP importante é aquela que usamos no item da nota. Mas se o usuário trocar a CFOP do cabeçalho da nota com esta checkbox selecionada, o CFOP do cabeçalho será copiado para todos os itens da nota. {Natureza de Operação} permite selecionar qual será a natureza da operação {Código da Obs} nesse campo o usuário poderá digitar o código da Observação Legal cadastrada no sistema e esta será copiada para os respectivos campos podendo ser alterada ou completada. O usuário poderá também selecionar a Observação Legal utilizando as teclas F3 (mostrando as opções por código) ou F4 (com as Observações sendo exibidas por descrição); {Movimenta Estoque} permite escolher se a venda movimentará estoque ou não, ignorando as configurações predefinidas nos CFOPs associados aos itens da nota. Porém o campo só fica disponível a usuários habilitados à rotina PMOVES. Note, porém que, se o produto do item da nota está configurado para não movimentar estoque, selecionar este checkbox não forçará a movimentação de estoque do produto. {Retenção} este recurso é para casos em que há a retenção de impostos. Utilizado principalmente para retenção de ISS em que o destinatário é responsável pelo pagamento do imposto. Em vendas normais o percentual é descontado o total da nota fiscal e para Notas referentes à prestação de serviços esse percentual é descontado do valor do serviço. Para se ter acesso a esse campo é necessário a liberação de rotina de acesso: RETCSLL; {Nota de Simples Faturamento} esta opção é utilizada para que a nota a ser emitida 14

15 seja de simples faturamento. Nesse caso, o faturamento e a geração do financeiro são realizados, entretanto o estoque não deve ser movimentado (É PRIMORDIAL QUE SE UTILIZE UM CFOP QUE NÃO MOVIMENTE O ESTOQUE). O estoque é movimentado no momento em que o usuário emitir notas de remessa referente à nota de simples faturamento (Esse procedimento será detalhado no módulo de simples remessa). Para se ter acesso a esse campo é necessário a liberação de rotina de acesso: EMITE_NF_ SIMPLESFAT; {Pedido do Cliente} esse campo é utilizado para armazenar o número do pedido do cliente referente ao pedido que está sendo faturado, para quando o cliente exige que o seu número interno de pedido seja exibido na nota fiscal. Note que este é carregado automaticamente se foi informado no pedido de venda; {Remessa Consignada} quando o usuário está fazendo um venda referente a itens que já foram enviados para o cliente em consignação o usuário deverá selecionar esta opção. O sistema não movimentará o estoque, visto que este já foi movimentado anteriormente ao fazer a remessa da mercadoria. Para ter acesso a este campo é necessário estar habilitado à rotina CONSIGNOTA; {Nota de Entrada} em determinadas situações uma empresa pode realizar serviços (beneficiamento) em determinado material. Na nota fiscal de faturamento do serviço é necessário fazer o retorno simbólico do material. Assim, no momento do faturamento, o usuário digita o número da nota fiscal de entrada para que o(s) item(s) a ser(em) devolvido(s) participe(m) da nota fiscal; Para que este campo fique disponível para digitação é necessário que o pedido a faturar seja do tipo S e ter direitos à rotina USASERVNF. {IPI} em Notas de Venda referente a uma consignação o IPI deve ser cobrado do Cliente. Como na nota fiscal de remessa não houve a geração do financeiro, o usuário deve colocar o valor IPI nesse campo para ser cobrado do Cliente; {Aplica ICMS} com esta opção definida com o valor N o sistema não irá calcular nenhum valor de ICMS. O valor padrão é sempre S. Mas este campo só fica visível se o usuário tiver direito à rotina APLICIMS. Note que ao selecionar esta opção o usuário sobrepõe todas as regras definidas nas tabelas de faturamento. Por isso, apenas habilite o uso desta rotina se tiver certeza de que gostaria de poder escolher arbitrariamente sobre a aplicação ou não de ICMS. Grade dos Itens quase todas as informações sobre itens já foram definidas no pedido de venda, entretanto, em alguns campos o usuário poderá realizar alterações. Nessa grade o usuário poderá realizar alguns ajustes fiscais caso a operação em questão não obedeça aos padrões estabelecidos no sistema podendo alterar do produto o CST, CFOP, Classificação Fiscal e a CST do IPI. Um item é considerado para realizar o faturamento se sua quantidade a baixar estiver preenchida. O usuário pode realizar o faturamento parcial da nota fiscal. {A Baixar UME e A Baixar UM2} estes campos deverão ser utilizados para o usuário definir a quantidade que pretende faturar do produto. Com isso é possível que se realize faturamentos parciais do pedido de venda, deixando o controle dos saldos por conta do módulo de vendas. É possível preencher ou zerar esses campos utilizando teclas de atalho que são: <F5 Seleciona Todos> - Faz com que todos os itens tenham as quantidades a Baixar preenchidas com o saldo restante a baixar; <F6 - Desfaz Seleciona Todos> - Fazem com que todos os itens tenham as quantidades a Baixar zeradas; 15

16 <F7- Seleciona item> - Faz com que as quantidades a baixar do item selecionado sejam preenchidas com o saldo restante a baixar. {Qt. Baixa Estoque} esse campo deve ser preenchido com a quantidade que deverá ser realmente baixada do estoque. Se estiver preenchido o sistema ignora os campos A Baixar UME e A Baixar UM2 utilizando esse campo para fazer a movimentação de estoque, mas observará o seguinte comportamento. 1) Para usar este recurso, você precisará ter configurado dois almoxarifados para o controle de estoque. 2) Imaginando que o campo {Qt. Baixa Estoque} tenha sido preenchido com a quantidade 80, ao passo que o campo {A Baixar UME} tenha sido preenchido com a quantidade 100, o sistema mostrará 100 na nota, baixará 100 do almoxarifado 1 e creditará 80 no almoxarifado 2. conforme a condição de pagamento definida no pedido de venda, mas, em função de algumas rotinas comportamentais, algumas exceções podem ser aplicadas: Rotina: REDEFINEPARCELAS Descrição Vendas - Permite Definir nº Parcelas na Emissão da Nota Rotina: BLOQEDICAOPARCELAS Descrição Vendas Bloqueia Edição das Parcelas na Emissão da Nota Rotina: CRALTCOB Descrição Contas a Receber Permite Alterar Tipo de Cobrança Como o tipo de cobrança já vem definido em função do cadastro do cliente o da condição de pagamento usada no pedido de venda, o usuário que estiver habilitado a esta rotina poderá redefinir o tipo de cobrança ao editar as parcelas. Figura 12 O controle sobre os saldos nestes dois almoxarifados e sua consistência, quando é adotada esta prática, fica totalmente por conta do usuário. Depois de preenchidas as informações relevantes para a emissão da nota fiscal basta clicar sobre o botão [OK]. O sistema fará uma série de validações referente às informações da nota fiscal para garantir a consistência dos dados, mesmo alguns dados que seriam validados pela SEFAZ no envio da nota fiscal eletrônica. Em seguida, é exibido para o usuário o número interno da nota fiscal. Este número é automaticamente pelo sistema, mas pode ser alterado pelo o usuário, porém deve-se atentar para a sequência numérica correta. O próximo passo do processo de emissão da nota fiscal será exibido, sendo que se a venda não for À Vista, a tela de edição das parcelas é exibida para atenção do usuário. As parcelas são geradas automaticamente pelo sistema Cada parcela poderá ser editada conforme a necessidade: Valor, Vencimento Descrição, etc.. As principais informações alteráveis com mais relevância são: {Valor} o valor das duplicadas pode ser alterado desde que a soma total seja sempre igual ao total faturado. Portanto, sempre 16

17 que um título é alterado, o valor restante é rateado para as parcelas restantes; {Vencimento} o vencimento das parcelas é calculado automaticamente de acordo com o prazo definido no cadastro de Condições de Pagamento. A data usada como base para calcular o vencimento das parcelas pode ser a Data de Entrega do pedido, a Data de Emissão da Nota (que pode ser alterada no momento da emissão da nota fiscal) ou a partir da data do computador (que normalmente deveria ser a data de emissão da nota). Para as datas de Entrega ou Emissão da Nota é necessário ter acesso as rotinas DTENTRLANCACR ou DTEMISSLANCACR, respectivamente. Na ausência dessas rotinas o padrão é a data do computador (que por padrão também deveria ser a data de emissão da nota fiscal); {Plano de Contas} é o Plano de Contas gerencial. Apenas contas analíticas de crédito podem classificar lançamentos financeiros. E é importante que os gestores tenham definido como é que os usuários classificarão os lançamentos, em função das análises que desejarão fazer mais tarde. Um plano de contas precisa ser bem definido e bem utilizado, caso contrário, um conjunto importante de informações gerenciais é perdido. {Tipo de Cobrança} o tipo de cobrança também pode ser definido título a título. Supondo que o cliente irá fazer o pagamento em duas parcelas sendo uma com boleto do Bradesco e outra com cartão de crédito o usuário deve definir para cada parcela seus respectivos tipos de cobrança. Se o tipo de cobrança for uma carteira com as configurações definidas para realizar a transferência eletrônica de cobrança (CNAB), o sistema irá questionar o usuário se deseja imprimir o boleto bancário após a geração da nota fiscal; 1) APLICASIMPLES: Faturamento Força a alíquota de ICMS a 3,1008% Quando habilitada e a empresa for optante pelo simples, a alíquota de todos os produtos será 3,1008%; 2) CONFERENCIA: Vendas Habilita Lançar Conferência de Balança Quando habilitada, o sistema preenche automaticamente a coluna Qt. Baixa Estoque dos itens da nota fiscal com o valor preenchido na coluna Qtd. Real do item do Pedido de Venda. Só é importante caso o vendedor tenha optado por colocar sobrepeso ao valor apurado pela conferência. 3) DTEMISSLANCACR: Faturamento Define o Vencimento a Partir da Data Emissão Quando habilitada, faz com que o sistema utilize como base a data de emissão da nota fiscal para definir o vencimento dos títulos. Essa rotina só é verificada na emissão da nota fiscal; 4) DTENTRLANCACR: Faturamento Define o Vencimento a Partir da data Entrega do Pedido de Venda - quando habilitada, faz com que o sistema utilize como base a data de entrega do Pedido de Venda para definir o vencimento dos títulos. Essa rotina só é verificada na emissão da nota fiscal; 5) FISCAL: Fiscal - Fiscal Menu - Habilita o menu referente aos Módulos Fiscais; 6) FORCACHAPA: Faturamento Força na espécie da Nota a desc. Chapa essa rotina deve ser habilitada para todos que vendem apenas Chapas. 7) FORCAMARCA: Faturamento Fixa a espécie e a marca da nota fiscal quando habilitada fixa a espécie como VOLUMES e a marca com o nome curto da empresa; Rotinas Comportamentais: 17 8) FORCAREMDEST: Faturamento Força Campo Emitente/Destinatário como Remetente.

18 9) IMPRIMEBOLLASER: Contas a Receber - Habilita impressão de boletos em laser - Quando habilitada, o sistema irá questionar o usuário ao final da emissão da nota fiscal se deseja emitir os boletos vinculados caso o título tenha sido gerado relacionado a um Tipo de Cobrança que tenha o boleto laser configurado; 10) LIMPAQUANTIDADE: Faturamento Limpa o cálculo da quantidade calculada pelo sistema; 11) MANTEM_OBS_PED: Faturamento - Mantém observações vindas do Pedido de Venda - Se habilitada, na tela de faturamento, mesmo que o usuário escolha uma observação legal da tabela de observações legais, mantém até as três primeiras linhas de observação vindas do pedido de venda; 12) MOSTRAALERTA: Vendas - Exibe alerta ao selecionar cliente Quando habilitada, o sistema exibirá o alerta definido no cadastro do cliente no campo Alerta especial para tela de vendas ao selecionar o Pedido para o faturamento; 13) RECADONF: Notas Fiscais - Permite receber recado de faturamento - Quando habilitada, o usuário receberá um recado sempre que for feito o faturamento de um Pedido de Venda; 14) USASERV: Vendas - Habilita o uso de Serviços na emissão da nota fiscal interfere no cálculo da base de cálculo de ICMS (zera a base de cálculo se o pedido for de serviço) e na geração do título no contas a receber quando o Pedido é de Serviço (considera-se o valor do serviço e não o valor total da Nota); 15) USASERVNF: Faturamento Ativa importar produtos em Notas de Serviço quando a nota fiscal é referente a um pedido do tipo serviço habilita o campo Nota de Entrada que permite informar uma Nota de Entrada e importar seus itens para o retorno do material; 16) VENDA_RAPIDA: Venda Rápida - Acesso ao módulo - Habilita usuário a entrar no módulo externo de venda rápida. Na emissão de Notas Fiscais sua função é realizar o teste se o Pedido que se está tentando faturar já não tem um pedido e uma nota fiscal vinculado (casos em que mesmo se imprimindo o cupom tira-se uma nota fiscal vinculada). Restritivas: 1) MNFEmi: Faturamento - Emissão de Notas de Venda Habilita o acesso ao módulo de emissão de Notas Fiscais pelo menu principal e pelo Pedido de Venda; 2) APLICIMS: Faturamento - Permite alterar aplicação de ICMS - Se habilitada, permite ao usuário escolher se deve ou não aplicar ICMS na nota a despeito de qualquer outra regra; 3) BENEF_BLOQFAT: Beneficiamento - Bloqueia o faturamento irregular Bloqueia o faturamento de itens que sejam beneficiados, mas que não possuem quantidades apontadas suficientes para atender a baixa. 4) B L O Q _ C F O P _ N G E R A C R : Faturamento Bloqueio de emissão sem gerar contas a receber se habilitada, bloqueia o usuário de fazer uma venda com CFOP que não gera Contas a receber; 5) BLOQ_LOTES: Faturamento - Permite faturar sem rastreabilidade seu efeito é ao contrário; ao habilitar permite o faturamento do item sem o preenchimento do campo Lote no item mesmo sendo rastreável; 6) CLI_DEVENF: Faturamento - Permite faturar clientes devedores - permite ao faturista emitir a nota de venda mesmo que o cliente esteja com títulos atrasados no contas a receber; 18

19 7) CLICREDNF: Faturamento - Permite faturar cliente com crédito estourado permite ao faturista emitir a nota de venda mesmo que o cliente esteja com o limite de crédito excedido; 8) CONSIGNOTA: Faturamento - Habilita emitir nota em consignação - Esta rotina habilita usuário a emitir notas em consignação permitindo o acesso ao campo Remessa Consignada. 9) E M I T E _ N F _ S I M P L E S F A T : Faturamento - Permite emitir nota de simples faturamento - Permite configurar uma nota de venda como simples faturamento para controle de entrega futura; 10) F A T B E N E F V A L I D A S T A T U S : Faturamento - Validar status do beneficiamento - Ao faturar um item de pedido vinculado a beneficiamento, valida o faturamento pelo status do beneficiamento e não pela quantidade produzida. 11) FORCA_DEST_SUBS: Força Destaque de Subst. Tributária. Força o destaque da substituição tributária simplesmente por estar habilitada, independente de qualquer outra configuração. Só existe por questão de retro-compatibilidade, uma vez que o sistema possui atualmente uma série de configurações que não apenas destacam a substituição tributária, como fazem todos os cálculos automaticamente. 12) FORCAFATREAL: Pedidos - Força o Faturamento Pela Quant. Real Quando habilitada, força o usuário a informar a quantidade real do item a ser faturado; Se esta não for informada, o sistema não deixa faturar o pedido. Isso ocorre porque há empresas que trabalham com conferência de peso e duas unidade de medida, precisam informar o peso da balança antes de faturar um pedido que obviamente foi preenchido com os pesos teóricos. Se este ainda não foi preenchido e esta rotina estiver habilitada para o usuário, o sistema não libera o faturamento. 13) ITENSDIVERGENTES: Pedidos Trava itens em caso de diferença de quantidade e peso Se a diferença entre quantidade e peso das peças que um item gerou que esteja acima ou abaixo da tolerância o sistema trava a baixa do pedido; 14) PMOVEST: Faturamento - Habilita optar por usar ou não a integração de Estoque quando habilitada o usuário poderá selecionar se o faturamento em questão irá movimentar o estoque ou não; 15) RETCSLL: Faturamento - Retenção de impostos quando habilitada o usuário poderá inserir um percentual para retenção. Habitualmente isso acontece quando será retido o ISS, mas podem ocorrer em outras situações. 3. Notas de Simples Remessa / Devoluções (-> Fiscal -> Notas de Saída -> Devoluções e Remessas) esse módulo é utilizado para emitir notas que não tenham uma venda associada sendo esta uma remessa simples de mercadoria sem movimentação de estoque ou outra operação incluindo devolução, remessa para beneficiamento, etc.. Este tipo de nota fiscal não gera lançamentos em contas a receber. As únicas exceções em que há geração de títulos em contas a receber com notas emitidas neste módulo se dá quando o tipo de nota emitida é do tipo complementar de IPI, complementar de substituição tributária ou complementar de preço. Notas de remessa ou devolução podem ser emitidas para fornecedor ou cliente, por isso existe uma opção para selecionar o tipo de destinatário. Para se remeter uma mercadoria para conserto, beneficiamento, transferência entre filiais, triangulação, complementar (IPI, ICMS, Subst. Tributária e Preço), etc. é esse o módulo que deverá ser utilizado. 19

20 3.1 Recursos Importantes: Importação de Itens do Pedido: O campo Pedido, na parte superior do módulo, é um recurso utilizado para importar itens de um pedido de venda. É apenas um facilitador caso o usuário necessite fazer uma Nota de Remessa com os mesmo itens de determinado pedido de venda. Ao se utilizar esse recurso não é definida NENHUMA relação entre o Pedido de Venda e a Nota de Simples Remessa; Emissão de Nota Triangular (->Operações -> Triangular) Essa opção é utilizada quando no Pedido de Venda o usuário definiu que o produto vendido seria enviado para um terceiro (Fornecedor), geralmente para executar um beneficiamento no material. Assim, o usuário seleciona essa opção e digita o número da nota fiscal que deseja Triangular. O sistema preenche a nota fiscal de remessa com todos os dados pertinentes advindos da nota fiscal de Venda já completando automaticamente os dados adicionais com as informações sobre o objetivo da remessa. Após a importação o usuário não poderá alterar os valores dos itens nem tão pouco adicionar ou excluí-los com o intuito de garantir a integridade entre a Nota de Faturamento e a Nota de Remessa para beneficiamento; Importação de Nota de Simples Faturamento (-> Operações -> Importar NF de Simples Faturamento) Esse recurso é utilizado para controlar a quantidade de material que será remetido para o cliente a partir de uma NF de Simples Faturamento de materiais que são vendidos, faturados e posteriormente entregues sob demanda. Ao realizar o faturamento do Pedido de Venda o usuário identifica que a Nota será de Simples Faturamento, assim o sistema não movimenta o estoque porque ele será feito à medida que as remessas forem sendo efetuadas (sempre que o cliente requisitar do material). Esse recurso foi criado para que o usuário possa acompanhar o quanto já foi entregue de determinada venda que foi faturada para entrega futura. Ao clicar sobre essa opção o usuário deverá fornecer o número da nota fiscal de simples faturamento e preencher as quantidades a entregar de acordo com o saldo restante. Ao selecionar a opção [Importar] o sistema trará todas as informações pertinentes para o módulo de Simples Remessa; Importação de Ordens de Transformação (-> Operações -> Importar O.T.) Esse é recurso utilizado em situações que é necessário enviar material para beneficiamento externo [NF-e Referenciadas] Quando a empresa emite NF-e existem situações que se a emissão de uma determinada nota é para corrigir falhas em outras notas. Esse é o caso de Notas Fiscais de Complemento de ICMS, por exemplo. Notas de complemento, para a NF-e, possuem um tratamento específico e exigem que se especifique qual nota fiscal a que está sendo emitida está complementando. Por isso criou-se esse recurso; o usuário clica sobre essa opção e no módulo que se abre ele relaciona tantas quanto forem necessárias as notas o qual a nota que está sendo emitida está referenciando bastando para isso ele digitar o número da NF-e e clicar no botão [+] (Figura 13). Essa nota deve ser especificamente uma NF-e emitida pelo estabelecimento, ou seja, não é possível referenciar notas com modelo diferente de 55 (NF-e). Figura 13 20

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