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1 Projeto TRAPP - Trabalho informal, precário e perigoso: abordagem de ação coletiva em serviços de saúde no SUS. 1 RELATÓRIO FINAL PARA O CONVÊNIO MINISTÉRIO DA SAÚDE/FUNDO NACIONAL DE SAÚDE 2762/03 FUNCAMP/UNICAMP Apresentação e Antecedentes do Projeto Piloto: Atores institucionais, seus representantes, articulações e intenções: A gênese do projeto deriva da complexidade e multiplicidade presentes nas áreas de saúde do trabalhador e ambiental. Para a formulação de ações alternativas de atuação nessas áreas, buscou-se a criação de uma rede de cooperação entre universidades, serviços de saúde, sindicatos e instituições não governamentais para o intercâmbio de informações e experiências. Com esse objetivo, foi realizada, no ano de 2000, a Primeira Conferência em Saúde Ocupacional e Ambiental na cidade de Morélia, no México, reunindo representantes de vários países americanos. O resultado concreto desta conferência foi o desenho do projeto de cooperação Observatório das Américas na área de saúde, trabalho e meio ambiente. Com o intuito de contribuir com o desenvolvimento desta rede internacional de cooperação, foi idealizado, em 2001, o projeto conjunto de pesquisa intitulado "Work and Health in México and Brazil, entre universidades dos Estados Unidos da América - Massachusetts Lowell (UMASS/Lowell); do México - Sonora, Morélia e UNAM e do Brasil - Universidade Estadual de Campinas/SP (UNICAMP), Universidade Federal de Pelotas/RS e Universidade Federal da Bahia/ BA. No âmbito das universidades brasileiras participantes do programa, desenvolvem-se pesquisas sobre trabalho informal, trabalho infantil e contaminação química de trabalhadores, respectivamente. O principal objetivo do projeto, financiado nos EUA pela Fundação Fogarty, foi desenvolver métodos de vigilância à saúde no setor de trabalho informal precário no Brasil visando à redução de doenças e acidentes vinculados a esta forma de trabalho. Em Campinas, no período de Julho a Dezembro de 2001, o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador CRST/Campinas organizava a demanda de sua equipe de Cogestão Sindical, através do Coordenador de Relações Sindicais Darci Pinheiro, para que fossem atendidas reivindicações de lideranças locais dos Distritos Industriais de Campinas, em particular do DIC-III. Era solicitada a descentralização das ações de prevenção e assistência para trabalhadores. Essa demanda chegou à Comissão Interinstitucional de Saúde do Trabalhador CIST, que se reunia quinzenalmente no CRST para discutir a descentralização das ações de vigilância e assistência à saúde dos trabalhadores no município de Campinas. Várias das lideranças locais eram ligadas aos Agentes Comunitários de Saúde ACS, que trabalham no Centro de Saúde local. _ O professor representante do Departamento de Medicina Preventiva e Social da UNICAMP foi então designado para fazer contato no Distrito Sudoeste e no DIC-III com os coordenadores para dar início a um projeto. 1 Heleno Rodrigues Corrêa Filho, Executor de Convênio FUNCAMP

2 _ O Distrito Sudoeste realizou o I Seminário sobre Saúde do Trabalhador em 29/08/02 com a participação das ACS de todos os Centros de Saúde (CS) do Distrito, representantes sindicais e de Associação de Bairros, vereador Ângelo Barreto, COVISA, CRST e Diretor da relações sindicais Darci Pinheiro. Neste Seminário o Distrito foi dividido em três microregiões por semelhança de território e com projetos pilotos correspondentes. A 1ª microregião compreendia os CS DIC I, CS DIC III, CS Aeroporto e CS Itatinga que tinha como projeto criar um instrumento de registro para acidentes e doenças de trabalhadores informais, cujo levantamento seria realizado pelas equipes de referências dessas unidades. A 2ª microregião: CS Santa Lúcia, CS Tancredão e CS Capivari que decidiu trabalhar com o Projeto com catadores de reciclados. A 3ª microregião: CS Vista Alegre, CS São Cristóvão e CS União dos Bairros com Projeto com trabalhadores da área rural. _ A área para trabalho informal ficou destinada ao DIC-III, após reunião que excluiu a participação das áreas do CS Itatinga, CS DIC-I e CS Aeroporto. Ficou decidida a responsabilidade do Engenheiro José Fernando Loureiro e do visitador sanitário José Lucas Santana para coordenar a parceria entre as equipes da UNICAMP e as equipes locais. Na mesma oportunidade as Enfermeiras responsáveis pela equipe de Agentes Comunitárias de Saúde (ACS) do DIC-III (Lindomar Coutinho Resende Ferreira e Ivani Aparecida Braga) sugeriram consultar o Coordenador do Centro de Saúde (Dr. Anésio Corat Júnior) para trabalho em parceria com as Agentes Comunitárias de Saúde - ACS. O Dr. Anésio recebeu em março de 2002 a visita de equipe da UNICAMP e professor visitante da Universidade de Massachusetts-Lowell (Professor Dr. David Wegman) e conduziu visita aos bairros da área do CS DIC III, propiciando o início de um projeto de cooperação com o Departamento de Medicina Preventiva e Social e o Departamento de Ambientes de Trabalho da UMASS/LOWELL. Ficou então designado o Professor Dr. Carlos Eduardo Gomes Siqueira a responder pela UMASS/LOWELL para a integração com o projeto em Campinas. Após reunião com as dezoito ACS, elas assumiram o papel ativo de crítica e iniciativas para discutir e acolher o projeto no CS DIC III. A relação das ACS eram: Claudete Alecrin, Cleide Aparecida Garcia dos Santos, Denise Aparecida Murer, Edileusa dos Santos Hilário da Silva, Luciana Quirino, Luciane Xavier Silva, Maria Elisete dos Santos Gouveia, Marisa Helena Domingues Garcia, Marlene Seixas Scaramuza, Mônika Duarte Pereira, Raimunda dos Santos, Rita de Cássia Lopes Carvalho, Rita de Cássia Valente Rodrigues, Sandra Baciga, Silvana das Flores Ferreira, Simone Cristina de Resende, Sueli Yukito Ota, Sílvia Andréia Janasco. Com elas, foi decidido que seria realizado um projeto de vigilância epidemiológica em parceria com a Vigilância Sanitária do Distrito Sudoeste, representadas pelo seu Engenheiro de Segurança do Trabalho, Técnico de Vigilância, Visitador sanitário e Apoiadoras Técnicas do Distrito Sanitário Sudoeste: Denise Vieira Antunes do Amaral e Iraí Aparecida Betti.. Resolveu-se também que a partir de então o projeto contaria com a Co-autoria do Engenheiro juntamente com a equipe da UNICAMP e da UMASS/LOWELL. Interessou muito para a equipe de ACS que fosse possível trocar informações e comparar dados com os de trabalhadores informais brasileiros em outras cidades e outros países, a exemplo dos trabalhadores brasileiros nos EUA. Em prosseguimento às atividades de intercâmbio e pesquisas iniciadas no México, realizou-se a II Conferência de Saúde Ocupacional e Ambiental: Integrando as Américas, em Salvador/ Bahia, entre 17 e 20 de junho de 2002, reforçando a necessidade de viabilizar 2

3 a cooperação internacional entre diversas instituições, com vistas à melhoria do meio ambiente e das condições de trabalho e saúde nas Américas. Como parte de contribuição a este fórum, foi apresentado o projeto de Pesquisa Epidemiológica Populacional, conduzido no Distrito Sudoeste da Secretaria de Saúde do Município de Campinas, denominado TRAPP - Trabalho informal, precário ou perigoso: abordagem de ação coletiva em serviços de saúde no SUS. Eram objetivos do projeto: detectar riscos de Acidentes e doenças no Trabalho e de modalidades identificáveis de PERIGO ou de PRECARIEDADE no trabalho indocumentado (informal), na área de atuação do Centro de Saúde do DIC-3, Distrito Sudoeste, Campinas, SP.; difundir informação epidemiológica para promover ações sociais que busquem construir a solidariedade coletiva no universo do trabalho, a seguridade social e formas de trabalho sustentável que não agridem o meio ambiente; e, trocar informações epidemiológicas e sociais sobre trabalho informal precário ou perigoso, com outros grupos sociais e pesquisadores interessados na temática. Nesta oportunidade houve estímulo para o pedido de financiamento, do citado projeto, ao Fundo Nacional de Saúde/Ministério da Saúde, efetivado em outubro de 2003 (FNS /2003 TRAPP). Início da capacitação local: Estratégias adotadas pedagógicas, políticas e institucionais. A partir de março de 2003, incorporou-se à equipe de preparação do projeto, o Professor Octávio Henrique de Oliveira Pavan, do Instituto de Biologia da UNICAMP, que juntamente com sua co-orientanda de mestrado em Saúde Coletiva, a Enfermeira Karla Fabiana Begosso Sampaio da Fonseca, organizaram a abordagem pedagógica para mobilizar as ACS sobre a problemática do trabalho precário ou perigoso. Foi desenvolvido de junho de 2002 a maio de 2003 um jogo pedagógico sobre a temática utilizando conceitos das ACS. O jogo foi denominado Jogo do Saber em sua primeira edição em Português. Ao ser enviado o jogo para a UMASS/LOWELL, foi traduzido e adaptado para o Indonésio por Pia Markaanen, e para o Inglês visando ser utilizado em projetos na Indonésia, nas províncias de Java e Sumatra, com o nome de Sehat Bingo. A intenção do grupo ao fazer jogo era de que o mesmo se convertesse em instrumento local de mobilização popular para discussão e aprendizado sobre condições de trabalho, saúde e promoção da saúde nos ambientes de trabalho. Poderia ser utilizado em festas populares, escolas, teatros e reuniões locais. Como parte das reuniões de preparação do Jogo do Saber foi discutida e simplificada com as ACS uma ficha epidemiológica de coleta de dados sobre grupos de trabalhadores em situação precária ou perigosa nos bairros abrangidos pelo CS DIC III. As ACS pretendiam colher os dados, analisar e discutir os resultados com os profissionais de saúde e com os moradores. Além disso, se pretendia também levar os resultados locais para outros pontos do país e para comparações com informações sobre migrantes brasileiros que fossem encontrados em outros países. A esse respeito, deu-se muita ênfase na possibilidade 3

4 futura de trocar informações com a UMASS/LOWELL sobre trabalhadores migrantes brasileiros na região de Boston, Massachusetts. Em outubro de 2003 incorporou-se à equipe que delineava o projeto, a Professora Lílian Vieira Magalhães, que também participava das atividades do CRST-Campinas, coordenando atividades de seus alunos de graduação em Terapia Ocupacional, pela Pontifícia Universidade de Campinas PUCCAMP. A Professora Lílian participou das discussões para montagem do projeto quanto aos aspectos de epidemiologia, educação popular, mobilização de lideranças locais e sindicais. Seu nome foi incorporado na equipe quando o projeto foi apresentado ao Comitê de Ética da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP ( IRB ). No ano seguinte (2004), ainda antes do início das atividades, a professora deixou o projeto devido a sua mudança para o Canadá. Os pesquisadores associados iniciais designados por acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Campinas foram os integrantes da equipe técnica do Distrito de Saúde Sudoeste: José Fernando Loureiro e José Lucas Santana. O projeto inicialmente foi descrito como: _ CORRÊA FILHO, H.R.; MAGALHÃES, L. V.; LOUREIRO, J.F; SANTANA, J.L. TRAPP - Trabalho informal, precário e perigoso: abordagem de ação coletiva em serviços de saúde no SUS. [Mimeo] Comunicação pessoal 34.p, Projeto de Pesquisa apresentado à Comissão de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UNICAMP FCM, Campinas, SP, Setembro de Pedido de financiamento ao Ministério da Saúde (2003) Em Outubro de 2003, após a aprovação do projeto de pesquisa pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNICAMP/FCM, apresentou-se ao Fundo Nacional de Saúde um pedido de financiamento para as atividades epidemiológicas locais, com previsão de execução de um ano. O projeto foi aprovado pelo Ministério da Saúde em Dezembro de 2003 e seu desembolso e execução foram iniciados após comunicação efetiva em março de Os pesquisadores que passaram a atuar associados nesse projeto na UNICAMP foram: Prof. Dr.Octávio Henrique de Oliveira Pavan, coordenador do Laboratório de Difusão Científica e Tecnológica, Departamento de Engenharia Genética, Instituto de Ciências Biológicas, Profª. Dra. Emilia Rutkowski, coordenadora do Laboratório Fluxus da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo; José Fernando Loureiro e José Lucas Santana da equipe técnica do Distrito Sudoeste da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas e Carlos Eduardo Gomes Siqueira da Universidade de Massachusetts Lowell (UMASS/Lowell)/U.S.A. Articulações Institucionais. Ainda antes do início das atividades de campo foi feito acordo de cooperação com o Departamento de Saneamento da Faculdade de Engenharia Civil da UNICAMP Laboratório FLUXUS, coordenado pela Professora Doutora Emília Wanda Rutkowsky. A Professora apoiou o projeto com a designação de uma aluna de doutorado (Ana Luiza Roma Couto Serra) para acompanhar e executar um subprojeto envolvendo as ACS e pesquisadores do projeto inicial. O subprojeto foi denominado TRAPP Catadores (envolvendo recicladores de material descartado) e contribuiu para as visitas locais e organização das equipes de visita semanal aos bairros da área do CS DIC III. Alunos e 4

5 estagiários internacionais do Laboratório Fluxus estiveram presentes na área do projeto desde então. O projeto atraiu, como era esperada, a cooperação técnica internacional para formação de recursos humanos para pesquisa em saúde de trabalhadores. Com apoio financeiro da UMASS/LOWELL, foram realizadas missões de apoio e cursos de curta duração no Brasil desde 2001, ministrados por professores visitantes da Universidade de Massachusetts/Lowell ligados ao projeto. O intercâmbio iniciou-se com as visitas dos professores Charles Levenstein e do Professor Rafael Moure-Eraso, em que se realizaram reuniões técnicas e apresentação das equipes envolvidas. A seguir ocorreu uma seqüência de cursos de curta duração para estudantes de pós-graduação, lideranças sindicais, pesquisadores e profissionais de saúde do SUS da Região de Campinas. O primeiro curso foi ministrado pelo professor David Wegman, PhD ao Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp de 12 a 14 de junho de No período de 21 a 23 de maio de 2003, os professores Dra. Margaret Quinn, PhD e Dr. David Kriebel, PhD, ministraram o curso intitulado Course on Environmental Epidemiology and Worker s Health, realizado no auditório da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. O curso Custo Efetividade das Intervenções em Saúde do Trabalhador e Meio Ambiente, foi realizado no período de 15 a 18 de março de 2004 na sede da FUNDACENTRO em São Paulo, com os professores Dr. Charles Levenstein, PhD, Dra. Supriya Lahiri, PhD e Dra. Judith Gold, PhD. Em 19 de julho de 2004, na sede regional do sindicato dos químicos unificados em Campinas, além de mnistrar curso na Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, foi proferida a palestra "Pela Aplicação de uma Visão de Precaução sobre as Substâncias Tóxicas" foi proferida pelo professor Dr. Rafael Moure-Eraso, PhD. Encerrando esta série de eventos realizou-se de 18 a 24 de julho de 2005, na Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP o Workshop Cost-Effectiveness of Preventive Intervention and Preliminary Design for a Collaborative Group for a Knowledge Network on Working Conditions conduzido pelos professores Charles Levenstein, PhD e Supriya Lahiri, PhD, época na qual foi delineado assinado um convênio para Cooperação UNICAMP/UMASS_LOWELL, que veio a ser assinado em novembro de A iniciativa da proposição do convênio pela Faculdade de Ciências Médicas recebeu forte apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da UNICAMP, em especial na pessoa do Pró-Reitor, o Professor Mohamed Ezz El Din Mostafa Habib, que recebeu na UNICAMP e promoveu articulação com os professores do Departamento de Ambientes do Trabalho da UMASS/LOWELL. Como contrapartida, no mesmo período, o coordenador do Projeto designou a aluna de Mestrado em Saúde Coletiva, Advogada Luciana Cugliari, para trabalhar com os elementos do projeto e as ACS na mobilização local, coletas dos dados, compilação e análise, tendo como objetivo realizar sua Dissertação de Mestrado. Ainda no primeiro semestre de 2004, o projeto enfrentou dificuldades de execução pela saída do Coordenador do CS DIC III. A falta de um coordenador fixo fez com que o Centro de Saúde passasse a contar com a designação de coordenação externa pró-tempore de apoiadora técnica do Distrito Sudoeste (Denise Vieira Antunes do Amaral) e posteriormente do Odontólogo Dr. José Armando Abdalla Júnior, que foi temporariamente designado representante da Coordenação do CS DIC III.. Essa situação de falta de chefia local permanente durou 5 meses. Ao final de maio de 2004 foi designada uma nova 5

6 coordenadora (Dra. Maria Lúcia Ribeiro), que lá permaneceu até dezembro de Sob a Coordenação da Dra. Maria Lúcia ocorreram reuniões com o Conselho Local de Saúde para rediscussão e organização das atividades do projeto TRAPP. A Coordenadora deu ênfase à participação de representantes locais que solicitaram ação para contenção de danos entre catadores de areia, que realizam a mineração clandestina para venda de areia para revendedores de material de construção civil. Foram adotadas, na época de sua coordenação, várias estratégias de envolvimento local para promoção da saúde entre aqueles trabalhadores, a saber: _ reunião com Núcleo de Saúde Coletiva do CS DIC III; _ Vacinação contra Hepatite B e tétano; _ reunião com distribuição de botas impermeáveis para os trabalhadores clandestinos; _ retorno das ACS aos locais de trabalho para avaliação; _ manutenção do apoio técnico distrital através dos técnicos da Vigilância Sanitária. O período de outubro de 2004 a fevereiro de 2005 caracterizou-se por conturbação administrativa local pela troca e falta ocasional de coordenadores e por grande agitação política na cidade de Campinas devida ao período de eleições gerais para prefeito e vereadores. Isso gerou sucessivas dificuldades de atuação das equipes chegando a criar dúvidas sobre a capacidade daquela equipe em continuar realizando o projeto. Essa condição tornou instável o trabalho de coleta que, tendo começado em junho de 2004 não conseguiu completar-se em dezembro, como era inicialmente previsto. Por essas razões, solicitou-se ao MS/FNS o adiamento, por um ano, do término da execução do projeto, o que afinal foi concedido. Dessa maneira, a coleta de dados epidemiológicos conseguiu completar 12 meses em maio de Ainda em março de 2005 ocorreu a designação da Enfermeira Sanitarista Rosana Aparecida Garcia como nova Coordenadora local para o CS DIC III. O projeto recebeu então grande reforço institucional para sua execução, garantindo-se a continuidade do apoio do Distrito Sudoeste, em especial através da Coordenadora da Vigilância Sanitária e Ambiental - VISA, Élen Fagundes Costa Telli, e das apoiadoras técnicas do Distrito Denise Vieira Antunes do Amaral e Iraí Aparecida Betti. Foi possível então concluir adequadamente a fase de coleta de dados. Houve novas reuniões com o Conselho Local de Saúde (lideranças populares), com os profissionais de saúde do Núcleo de Saúde Coletiva do CS DIC III, e também novos estímulos para que as ACS reforçassem suas atividades no projeto. Houve verificação repetitiva de todos os locais de trabalho notificados, acrescida de entrevistas nas salas de espera do Centro de Saúde e entrevistas com os familiares e trabalhadores notificados em suas próprias casas. O projeto teve como pontos altos a apresentação de seus dados preliminares em congressos e simpósios nacionais e duas reuniões nacionais de Agentes Comunitários de Saúde, a saber: _ Apresentação em Oficina sobre Saúde do Trabalhador e Comunicação Coordenada no VI Congresso Brasileiro de Epidemiologia em Recife, 19 a 23 de junho de (coordenador do projeto) _ VII Seminário Nacional de Resíduos Sólidos, Projetos Sócio Econômicos, realizado em São Paulo, SP, de 22 a 24 de novembro de 2004, pela ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. (coordenador) 6

7 _ O II Simpósio Brasileiro e I Panamericano de Vigilância Sanitária, ocorrido em Caldas Novas GO, em abril de 2005, onde foi aceito como pôster sob o protocolo (técnicos do DS Sudoeste) _ O I Seminário Nacional de Vigilância em Saúde do Trabalhador, ocorrido no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina - Florianópolis/SC em 25 a 28 de julho de (técnicos do DS Sudoeste) _ Apresentação em grupos de discussão pré-congresso da 3ª. Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador, ocorrida em Brasília, em novembro de (aluna de pós-graduação envolvida no projeto e sua replicação em Uberaba-MG) _ Apresentação de quatro representantes das Agentes Comunitárias de Saúde envolvidas no Projeto em duas reuniões nacionais das ACS em Brasília, DF, em 27 a 29 de agosto e outubro de (Agentes Comunitárias do DS Sudoeste). _ Congresso Brasileiro de Ensino Médico, Natal RN, (Coordenadora do CS DIC-III). Trabalho que resulta da articulação com o projeto: Como conseqüência da realização conjunta do projeto, ocorreu a criação e manutenção de novos compromissos, além da vigilância epidemiológica que era objetivo inicial. A partir de agosto de 2005 tornou-se rotina para a atuação conjunta entre professores, pós-graduandos, alunos de medicina e pesquisadores da UNICAMP e profissionais do Distrito Sanitário Sudoeste de Campinas. Alguns deles podem ser enumerados: _ Criação de página e portal de Internet para difusão de dados utilizando os questionários formatados pelo projeto, permitindo, a partir de maio de 2006, que outros grupos possam reproduzir a pesquisa com a mesma metodologia e analisando das mesmas maneiras. Denominou-se esse portal de grupo de interesse comum em epidemiologia aplicada à saúde do trabalhador no SUS. A programação foi feita para manter compatibilidade com as bases de dados da UNICAMP/FCM em softwares abertos de padrão LINUX, com vínculos de rede a partir da página da FCM; _ Criação e manutenção de um vínculo informatizado de circulação rápida entre o DISTRITO SUDOESTE, o Centro de Saúde do DIC-III e a UNICAMP, aproveitando a ligação de rede de banda larga existente na Secretaria de Saúde do Município de Campinas; _ Permanência de médicos residentes de Medicina Preventiva e Social da UNICAMP (R-1) em fluxo contínuo na UNIDADE do CS DIC III; _ Realização de projeto de formação continuada de alunos do 5º Ano de graduação em Medicina da UNICAMP em grupos de rodízio e sob supervisão docente permanente no CS DICIII; 7

8 _ Participação da nova coordenadora do CS DIC III nos projetos de e reformulação didática da formação continuada de profissionais de graduação para a saúde coletiva; _ Defesa de Dissertação de Mestrado em Saúde Coletiva decorrente do trabalho de pesquisa desenvolvido no DIC-III pela Advogada Luciana Cugliari; _ Compromisso de publicação em co-autoria de um artigo sobre o projeto com o Engenheiro Supervisor de Vigilância Sanitária do Distrito Sudoeste. _ Replicação do projeto em UBERABA MG com realização de outra dissertação de mestrado para defesa na UNICAMP pela Enfermeira Sanitarista especialista em Enfermagem do Trabalho Aidë Amábile Coelho dos Santos. RESUMO TÉCNICO DOS RESULTADOS. Para não acumular leitura repetitiva na análise dos resultados do projeto TRAPP encontra-se a seguir um resumo preliminar e o texto integral da Dissertação de Mestrado que contém resultados, discussão e conclusões. Atenciosamente. Heleno Rodrigues Corrêa Filho Professor Doutor Epidemiologia Executor do Convênio 2954/FUNCAMP-FNS. Matrícula UNICAMP CREMESP (EM 07/FEVEREIRO/2006). 8

9 Anexo I: Resumo enviado ao II SIMBRAVISA CALDAS NOVAS GO. TRABALHO INFORMAL, PRECÁRIO E PERIGOSO TRAPP: ABORDAGEM DE AÇÃO COLETIVA EM SERVIÇOS DE SAÚDE NO SUS Heleno Rodrigues Corrêa Filho UNICAMP FCM/DMPS Carlos Eduardo Gomes Siqueira UMASS/LOWELL DEPT. WORK ENVIRONMENT José Fernando Loureiro; José Lucas Santana PREFEITURA DE CAMPINAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE VIGILÂNCIA EM SAÚDE SUDOESTE Luciana Culhari - UNICAMP FCM/DMPS Karla Fabiana S. Fonseca UNICAMP FCM/DMPS Os acidentes e doenças do trabalho informal, precário e perigoso apresentam índices de freqüência e gravidade, de magnitude igual ou maior que o registrado na literatura para o trabalho formal.os objetivos do Projeto TRAPP são: detectar riscos de acidentes e doenças do trabalho e de modalidades identificáveis de PERIGO e de PRECARIEDADE no trabalho informal; difundir informação epidemiológica para promover ações sociais; trocar informações com outros grupos sociais e pesquisadores e prevenir a exploração da mão-deobra infantil. Método: são investigados local e eventos-sentinela em base populacional; delineamento das informações, procedimentos de coleta e intervenção por meio de grupos focais com trabalhadores de saúde e lideranças locais. Utiliza-se estratégia de envolvimento das instituições de saúde e outros setores além dos grupos técnicos gestores da Unidade Básica de Saúde. Planeja-se intervir segundo consenso dos trabalhadores das equipes de referência de Saúde da Família. São contabilizados os eventos para numeradores definidos em discussão coletiva no grupo dos Agentes Comunitários de Saúde que escolheram iniciar pelos acidentes com lesão, preenchendo fichas de entrevista com os eventos-sentinela escolhidos. Os resultados esperados são: indicadores de freqüência e gravidade de acidentes e de incapacidade por doença; análise qualitativa das modalidades de trabalho encontradas e implicações sobre a seguridade social dos trabalhadores e a sustentabilidade do ambiente; discutir com outros grupos nacionais e internacionais interessados no tema. A elaboração do 1º protocolo de investigação levou 10 meses, mobilizou mais de 30 horas de reuniões e dependeu de articulações institucionais com igrejas e associações para acomodar as reuniões pedagógicas e de decisão coletiva. Essa desvantagem é compensada pela disponibilidade de instrumento epidemiológico e pedagógico trabalhados com a iniciativa local. 15 Saúde do Trabalhador Apresentação Oral Apresentador: José Fernando Loureiro R. Mogi Mirim, 1005 Jd. Novo Campos Elíseos CEP: Campinas/SP 9

10 10

11 Anexo II: Dissertação de mestrado que contém as conclusões técnicas e epidemiológicas do projeto. LUCIANA CUGLIARI TRAPP - TRABALHO INFORMAL, PRECÁRIO OU PERIGOSO: abordagem de ação coletiva para vigilância de acidentes e doenças do trabalho, em Campinas-SP. CAMPINAS 2006 i

12 LUCIANA CUGLIARI TRAPP - TRABALHO INFORMAL, PRECÁRIO OU PERIGOSO: abordagem de ação coletiva para vigilância de acidentes e doenças do trabalho, em Campinas-SP. Dissertação de Mestrado apresentada à Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, para obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva ORIENTADOR: Prof. Dr. HELENO RODRIGUES CORRÊA FILHO CAMPINAS 2006 ii

13 FICHA CATALOGRÁFICA ELABORADA PELA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA UNICAMP. iii

14 LUCIANA CUGLIARI BANCA EXAMINADORA DISSERTAÇÃO PARA OBTENÇÃO DO TÍTULO DE MESTRE EM SAÚDE COLETIVA Prof. Dr. HELENO RODRIGUES CORRÊA FILHO (ORIENTADOR/PRESIDENTE) 1º. EXAMINADOR: Professora Associada Maria Inês Monteiro 2º. EXAMINADOR: Professor Doutor Rodolfo Andrade Vilela Campinas, 15 de fevereiro de iv

15 v Resumo Geral

16 TRAPP Trabalho informal, precário ou perigoso: abordagem de ação coletiva para vigilância de acidentes e doenças do trabalho, em Campinas-SP O projeto denominado TRAPP - Trabalho informal, precário e perigoso: abordagem de ação coletiva em serviços de saúde no SUS. Teve como objetivos: _ Detectar riscos de Acidentes e doenças no Trabalho e de modalidades identificáveis de PERIGO e de PRECARIEDADE no trabalho indocumentado (informal), na área de atuação de equipes de Agentes Comunitários de Saúde (ACS). Foram combinados métodos de investigação epidemiológica por local e eventos-sentinela em base populacional e o delineamento das informações e dos procedimentos de coleta e intervenção foi feito através de grupos focais com trabalhadores de saúde e lideranças locais. A informação epidemiológica e social foi subsídio para discutir os problemas encontrados em grupos focais denominados 'Núcleos de Saúde Coletiva'(NSC) com objetivo de intervir localmente de modo adequado. Nos 12 meses de coleta os 115 trabalhadores encontrados relataram cargas horárias semanais de trabalho com média e mediana de 30 horas e erro padrão de 1,267. Estimou-se o total de horas trabalhadas em 52 semanas. A freqüência de acidentes com e sem afastamento no grupo foi de 10,4% ao ano ou 6,5 por 100 mil horas trabalhadas. Houve 670 horas perdidas resultando na vi

17 proporção de tempo perdido de 0,36%. O trabalho das ACS baseou-se em relações de vínculo familiar e confiança de que as informações confidenciais das famílias não seriam repassadas para instituições repressoras do aparelho do estado. Isso gerou conflito não resolvido com a intenção de fazer vigilância de acidentes no trabalho. Palavras-chave: Saúde pública, Acidentes de trabalho, Saúde do trabalhador. vii

18 viii

19 ix General Abstract

20 TRAPP - Informal, precarious or dangerous work: A collective action approach to the surveillance of labor accidents and injuries in South-eastern Brazil. The TRAPP Project meant to address the non-documented, precarious or dangerous jobs in the informal market with the collective approach of health services workers in the Brazilian Unified Health System (SUS). The objectives were to detect risks of work related diseases and accidents besides identifiable forms of danger and precariousness in the sector, through the action of teams of Community Health Agents (ACS). A combination of epidemiologic and focus groups intervention was set, using sentinel events and places of a population based team and designing data collection forms and intervention proposals together with local community leaders. The epidemiologic and social information subsidized focus groups of multi-professional health workers teams (NCS) to discuss and find out adequate means for intervention. A twelve months prospective inquiry detected 115 workers that reported working the median and mean time of 30 hours/week (standard error of 1.267). There were 184,444 estimated yearly worked/hours during the 52 weeks period. The accidents frequency rate was 10.4% a year or 6.5 per 100 thousand worked hours. The proportion of lost work time was 0.36% (670/184,444 h). The ACS strategy was based in building x

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