A Ética Médica na Informatização da Relação Humana Médico-Paciente

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1 A Ética Médica na Informatização da Relação Humana Médico-Paciente Jaqueline Luvisotto Marinho 1, Reginaldo Teixeira Mendonça 2 1, 2 Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) Resumo - Devido à atual possibilidade de consultas médicas por , discutimos neste trabalho aspectos éticos e relacionados ao paciente a respeito desta condição, salientando a importância da valorização do corpo humano, não o transformando em comparação a uma máquina, algo que este realmente não o é, ou sua mente a um computador, pois há mecanismos intrinsecamente não copiáveis pela tecnologia com relação ao dito subjetivo lado humano. A informática, portanto, torna-se um acessório, útil e crescente, na prática do ser médico (ou ser profissional de saúde), porém não deve substituir o contato físico, emocional e social entre o paciente e o médico (que por vezes também se torna um paciente), apesar do distanciamento humano organizado pelas transformações científica e tecnológica. Palavras-chave: Aspectos Éticos, Internet, Relação Médico-Paciente, Computadores. Abstract - Due to current possibility of medical consultations by , in this work we discussed ethical and related to patient aspects about this condition, emphasizing the importance to value the human body, not transforming him into a machine in comparison, something that the human body is not; or his mind into a computer, because there are mechanisms intrinsically not able to be copied by technology, with reference to the called subjective human side. Therefore the computer science become an useful and growing acessory to practise to be a physician (or to be a health professional), but this science must not substitute the physical, emotional and social contact between patient and physician (who sometimes also become a patient), despite the human distancing, organized by scientific and technological transformations. Key-words: Ethical Aspects, Internet, Physician-Patient Relationship, Computers. Introdução Devido à crescente e útil participação da informática no cotidiano, considera-se atualmente a possibilidade de uma relação através de entre médico e paciente substituir as consultas face-aface [1-5]. Além disto, nota-se uma transformação da relação médico-paciente conseqüente à facilidade de informação em saúde pela Internet, informações estas muitas vezes e infelizmente questionáveis [5-8]. Também se torna preocupante a venda de medicamentos por este meio, facilitando ainda mais a medicalização e a colateralização da doença e por vezes da saúde. Apesar desta posssibilidade computacional, deve-se salientar que, segundo resolução do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo [9], a informação médica via Internet pode complementar, mas nunca substituir a relação pessoal entre o paciente e o médico. Além disto, pelas suas limitações, não deve ser instrumento para consultas médicas, diagnóstico clínico, prescrição de medicamentos ou tratamento de doenças e problemas de saúde. A consulta pressupõe diálogo, avaliação do estado físico e mental do paciente, sendo necessário aconselhamento pessoal antes e depois de qualquer exame ou procedimento médico [9]. No entanto, esta resolução não ignora a importância desta via de informação: A Internet pode ser uma ferramenta útil, veiculando informações e orientações de saúde genéricas, de caráter educativo, abordando a prevenção de doenças, promoção de hábitos saudáveis, bem-estar, cuidados pessoais, nutrição, higiene, qualidade de vida, serviços, utilidade pública e solução de problemas de saúde coletiva [9]. O Código de Ética Médica Brasileiro [10] deixa claro, em seu artigo 62, que é vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente cessado o impedimento. Deste modo, esta resolução do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo deixou mais evidente a importância, já promulgada no Código de Ética Médica, de as relações entre médico e paciente serem humanas, abrangendo aspectos psicológicos, sociais e ambientais, além dos científicos.

2 Também apresenta-se no Código de Ética [10], em seu artigo 134, que é vedado ao médico dar consulta, diagnóstico ou prescrição por intermédio de qualquer veículo de comunicação de massa, dentre os quais pode-se com certeza incluir a Internet. No entanto, de acordo com resolução do Conselho Federal de Medicina [11], considerando uma relação de troca de informações entre médicos, o médico que exerce a Medicina à distância, sem ver o paciente, deve avaliar cuidadosamente a informação que recebe e o médico que emitir o laudo à distância poderá prestar o devido suporte diagnóstico, sendo que a responsabilidade profissional do atendimento cabe ao médico assistente do paciente. Deste modo, a presença de um médico no zelo para com o paciente não é negligenciada. Para o exercício deste tipo de atendimento, estes deverão estar inscritos nos respectivos Conselhos Regionais de Medicina de todos os estados em que atuarem e estiverem presentes, exceto em caso de orientações ou opiniões remotas [12, 13]. Por considerarmos de extrema importância a abordagem crítica deste impasse entre a ética e a informatização nas relações humanas entre médicos e pacientes, discutimos neste artigo os fundamentos para que esta informatização seja cuidadosa e eticamente avaliada. Metodologia Analisamos diversos trabalhos relacionados ao tema abordado, fundamentando-se em aspectos éticos e relacionados ao paciente como indivíduo, para compreender e analisar a relação médicopaciente, humana e informatizada, e tecendo argumentos para a ideal localização do papel da informática no processo saúde/doença. Esta fundamentação na estabelecida ética, enquanto teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade [14, p.12] mostra-se importante porque, como já demonstrado na história humana, a ética serve como instrumento preventivo e prudencial contra abusos e futuros que venham trazer lucros abusivos para poucos, em detrimento do alijamento e sofrimento da maioria da sociedade e do próprio desequilíbrio planetário [15, p. 224]. Deste modo, a prática médica exercida de acordo com as regras éticas contribui para o respeito da personalidade humana e de seus direitos fundamentais [16, p. 49]. Partindo do conceito de Segre (2002), de que a Bioética é a parte da Ética, ramo da filosofia, que enfoca as questões referentes à vida humana (e, portanto, à saúde) [17, p.27], e que, de acordo com Garrafa (2003), a bioética está baseada na multidisciplinaridade, na irreversível secularização dos costumes e na necessidade de respeito ao pluralismo moral constatado nas sociedades modernas [15, p. 214], utilizamos portanto aqui uma abordagem multidisciplinar. Abordagem esta que envolve diversos campos relacionados ao enfoque bioético, como, além das ciências médicas e biológicas, também a filosofia, o direito, a antropologia, a ciência política, a teologia, a comunicação, a sociologia, a economia [15, p.215]. Um olhar mais amplo, não restrito aos interesses da informática (e de seu mercado) e da medicina, faz-se necessário para compreender esta complexa relação médico, paciente e informática. Assim, a bioética interessa a todos os componentes que auxiliam o cuidar, que vão desde os componentes técnicos (como os computadores) até as relações que os profissionais de saúde têm com os pacientes, visto que este relacionamento não diz apenas respeito à atividade do médico, mas a todas as outras ligações entre os pacientes e os profissionais de saúde [17, p.30]. Estes conceitos justificam a utilização da bioética, numa visão afinal multidisciplinar, no entendimento das relações atualmente informatizadas entre médicos e pacientes. Resultados Histórica e anti-humanisticamente descrito como uma máquina composta por engrenagens de fenômenos químicos e biológicos, sendo regido por leis mecânicas, regulares, rígidas e universais, o corpo humano fora colocado à disposição da medicina e das demais áreas científicas com a finalidade de desvendar seus mecanismos considerados maquinários [18, 19]. Com as descobertas ligadas à biologia molecular e è engenharia genética, o corpo humano torna-se um conjunto de programas de computador que devem ser decifrados. Nesse código aparentado com o software, uma diferença mínima nas instruções da seqüência um erro na programação genética pode determinar a presença ou a ausência de uma determinada doença ou de um certo traço da subjetividade [18, p. 76]. A doença como deficiência de uma engrenagem ou um defeito de programação. O vírus no computador ou no corpo humano. O tratamento transforma-se em correções no sistema digital do complexo corpo-alma, percebido como um feixe de informação codificada [20, p. 186] e medicalização rápida [21], esquecendo-se da importância de uma simples conversa e do conhecimento psicossocial do paciente, demorado demais para a rapidez das

3 fibras ópticas da economia mundial. Segundo Carvalho (2000), a racionalidade e a racionalização padronizaram as relações humanas com velocidade máxima [22, p. 28-9]. A subjetividade humana não pode ser negada em detrimento das técnicas, pois o cuidar envolve afeto, compreensão e interpretação desta subjetividade. O tratamento não pode se restringir às intervenções corretivas e explicações técnicas. Crenças, valores, desejos e afetos devem ter suas reais importâncias [20, p. 185]. Mas o paciente e sua família têm suas dúvidas individuais, eles precisam de informações e de fazer decisões relacionadas à sua doença que não serão obtidas pela internet, mas possivelmente através de uma comunicação com seu médico e com sua própria família [23]. Além disto, a relação médico paciente pode aliviar ou exacerbar as ansiedades, conforme seja boa ou não [24, p.24], e as palavras, a postura e as expressões fisionômicas do médico constituem-se, implicitamente, em psicoterapia para o paciente [24, p.23]. O paciente por vezes (retirando-se a tendência ao autoritariamo presente em certos profissionais) prefere o médico de família à antiga: menos dotado de instrumentos diagnósticos, porém mais humano; menos equipado de meios terapêuticos eficazes, porém mais disponível; menos capaz (nem sempre) de tratar, porém mais disposto a tentar o tratamento, a aconselhar e prevenir [25, p.61-2]. Afinal, muitas vezes a medicina não consegue a cura, apenas tenta avaliar (nem sempre aliviar) sofrimentos não apenas físicos. Segundo Meyer (2002), a tecnomedicina desviou o médico do comportamento individual de seu paciente, de sua personalidade e alma [16, p. 31]. Esta nova medicina é definida por este autor através de três qualificativos: ela é técnica, molecular e informatizada. (...) A responsabilidade do médico corre o risco de ser contornada pela informática, e o humanismo que comenda fundamentalmente as relações dos médicos com seus doentes está evidentemente ameaçado. (...) Uma diminuição da responsabilidade médica (...) priva o doente da ajuda moral necessária à superação da angústia [16, p ]. Deste modo, o alívio mental que deve trazer uma consulta médica pode ser gravemente prejudicado por sua informatização [16, p. 46], pois o médico se retira e cede seu lugar a um doente que interroga uma máquina [16, p. 47], num contexto social em que esta relação já se torna lamentavelmente alterada pela atitude de certos médicos, já distantes dos pacientes mesmo sem a participação da informática, sendo importante causa de reclamações dos usuários dos serviços de saúde a comunicação entre doentes e médicos [26]. Deve-se, segundo Abdo (1996) trocar, no exercício da Medicina, imunidade e onipotência por participação e humanidade [24, p. 171]. Nesta era informatizada, o corpo, carne mortal, torna-se então um obstáculo à mente humana, transformada no espírito da máquina, numa possibilidade de imortalidade através da inteligência artificial. Através da internet, se o longínquo está infinitamente próximo, a comunicação fora do corpo distancia o imediato, inscreve-se no afrouxamento dos vínculos sociais, no alargamento do espaço pessoal. As comunidades virtuais desenham um universo abstrato geralmente mais íntimo que a família ou a vizinhança. (...) A supressão do corpo favorece os contatos com numerosos interlocutores [27, p.128-9]. Através desta supressão do corpo [28], ao estar superequipado com meios que lhe permitem comunicar-se sem precisar deslocar-se (telefone celular, , internet etc.), o indivíduo não precisa mais, necessariamente, se encontrar fisicamente com outros. (...) No entanto, na verdade, as incontáveis conversas virtuais, frágeis e efêmeras, são hoje sintomas das carências do vínculo social, indicam uma sede de contato e, ao mesmo tempo, uma preocupação de preservar-se, de não se comprometer demais [27, p. 129]. O tipo de máquina se altera, mas a visão do ser um ser humano continua restrita e reduzida a um regime mecânico-geométrico e informáticomolecular, um regime racional de cálculos, abstrações e raciocínio lógico que não consegue explicar e imitar a subjetividade das emoções, sentimentos, sensações e paixões. A complexa lógica da mente humana, as maneiras com que pensamos e sentimos ainda são desconhecidas para a tecnociência [18, p.105] e para a própria medicina. Segundo Garrafa (2003), temos o compromisso de aproveitar a abrangência e oportunidade que a bioética proporciona em se tratando de uma nova disciplina que estuda a ética das situações de vida, ampliando seu campo de influência teórica e prática desde as situações persistentes ou cotidianas (como a fome, o abandono, a exclusão social, a má distribuição de recursos escassos, o racismo, o tratamento discriminatório dispensado aos excepcionais, o aborto, a eutanásia...) até as situações emergentes [15, p ]. Deste modo, torna-se de crucial relevância discutir a posição elitista do contato médico-paciente via internet, no Brasil e em diversos outros países. Apesar do incentivo para a informatização das comunidades mais pobres e, segundo dados do IBGE, do aumento da proporção de domicílios com

4 computador e a daqueles ligados à internet, o acesso aos mesmos e aos serviços de saúde ainda continuam distantes da grande maioria. Afinal, em 2002, apenas 14,2% dos domicílios apresentavam computador, dos quais mais de 80% tinham rendimento mensal familiar acima de cinco saláriosmínimos [29]. Num país em que 12,7% da população adulta pode ser considerada analfabeta [29], esta elitização tecnológica da medicina deve ser observada atentamente. É importante salientar que a prática médica consegue alcançar seus objetivos quando analisa integralmente o ser humano. Concordando com Lima-Gonçalves (2002) ela deve, além de procurar enxergar os componentes físicos, químicos e biológicos, enxergar os componentes mentais, psicológicos, emocionais e afetivos, sociais e espirituais. Pois, o tempo que o médico dedica a seu doente, além do comprometimento profissional, em busca de diagnóstico que permita estabelecer a conduta terapêutica adequada, já é em si mesmo terapêutico, tal é o significado que o contato com ele assume para o doente [30, p. 63]. Assim, deve-se analisar os reais benefícios que a internet pode proporcionar à prática médica, não fazendo dela instrumento que restrinja o saber e o fazer. Discussão e conclusão Portanto, somente um médico humanizado, mesmo informatizado, pode compreender o outro ser humano, o paciente. A relação entre médico e paciente não é apenas uma relação profissional e racional, não podendo deste modo ser substituída por máquinas computadorizadas, mas assessorada por desenvolvimento consciente da tecnologia. Segundo Meyer (2002), a memória ilimitada da informática veio em auxílio da memória falha do clínico [16, p.44]. Neste e em outros recursos, a informática pode e deve ser um acessório importante para o médico e o paciente. Afinal, segundo Lima-Gonçalves (2002), é óbvio que humanismo e tecnologia não são necessariamente antagônicos, podendo ser até complementares; o mau uso de um e de outra é que pode colocá-los em oposição, quando o ideal seria conseguir o hibridismo de uma tecnologia humanizada [30, p. 66]. Pois a relação médico-paciente não deve responder apenas aos avanços tecnológicos e a seu papel no mercado, através de seus possíveis lucros financeiros. Afinal, o consumo impulsivo de tecnologias aumenta ainda mais o custo dos serviços de saúde sem melhoria prorporcional [19], afastando-os progressivamente da parte populacional não elitizada. Adicionalmente, nota-se um inadequado investimento e interesse em pesquisas relacionadas às doenças concentradas em países mais pobres [31]. Deve-se lembrar que estas tecnologias podem mudar as percepções, as relações pessoais e os tipos de contato. O uso da internet como consulta não muda apenas a estrutura das relações entre o médico e o paciente, mas pode anular a sensibilidade e a capacidade de expressão. A internet não respeita fronteiras, permitindo que um paciente em qualquer lugar do mundo possa consultar-se com um médico em qualquer outro lugar. Assim, o contexto local onde o paciente estaria inserido poderia ser então anulado, o corpo seria transformado em seu caráter de representação social e cultural. Como refere Castiel (1999), na luta contra o adoecer e a morte, a medicina precisa desenvolver um entendimento sobre o sofrimento humano [32, p. 173]. E este sofrimento abrange tantos aspectos que uma consulta através de , sem aquele olhar na face do paciente, sem aquele aperto de mão, sem aquele ouvir paciente de problemas, intensamente esquecidos atualmente nas relações entre médicos e pacientes (mesmo sem a interface de um computador), não parece ser capaz de identificá-los, contorná-los ou confortá-los. Deste modo, o respeito à ética e à moral nas relações entre médicos e pacientes, sejam estas informatizadas ou não, deve superar interesses individuais de distanciamento psicológico ou social, ou mesmo interesses econômicos ou políticos, freqüentemente implícitos neste tipo de relações: humanas, mesmo que informatizadas. Referências bibliográficas [1] Al-Shahi R, Sadler M, Rees G, Bateman D. (2002) The internet, J Neurol Neurosurg Psychiatry, v. 73, p [2] Borowitz SM, Wyatt JC. (1998) The origin, content, and workload of consultations, JAMA, v. 280, p [3] Kane B, Sands DZ. (1998) Guidelines for the clinical use of eletronic mail with patients. J Am Med Inform Assoc, v.5, p [4] Spielberg AR. (1998) On call and online: sociohistorical, legal, and ethical implications of e- mail for the patient-physician relantionship, JAMA, v. 280, p [5] Wechsler R, Anção MS, Campos CJR, Sigulem D. (2003) Computing in medical practice, J Pediatr (Rio J), v. 79 Suppl 1, p. S03-S12.

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