As Novas!!! Tecnologias da Informação na Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "As Novas!!! Tecnologias da Informação na Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade"

Transcrição

1 As Novas!!! Tecnologias da Informação na Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade IPT Instituto Politécnico de Tomar 20 de Novembro de 2008 Ana Sofia Ferreira - José Pedro Coutinho AMBIDATA - Digital Innovation Solutions & Consulting

2 Agenda Apresentação do SGQ-D Sistema de Gestão da Qualidade Digital Meios Necessários Apresentação de um Sistema de Gestão da Qualidade Digital Próximo Passo

3 Enquadramento Normativo Sistemas de Gestão da Qualidade Requisitos (In ISO/FDIS 9001:2008 ) 1. Campo de aplicação 1.1 Generalidades Esta Norma Internacional especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade em que uma organização: a) necessita demonstrar a sua aptidão para, de forma consistente, proporcionar produto que vá ao encontro dos requisitos do cliente e regulamentares e estatutários aplicáveis; b) visa aumentar a satisfação do cliente através da aplicação eficaz do sistema, incluindo processos para a melhoria contínua do sistema e para garantir a conformidade com os requisitos do cliente e regulamentares e estatutários aplicáveis. NOTA 1: Nesta Norma Internacional o termo "produto" aplica-se apenas: - a produto destinado a, ou requerido por, um cliente; - a qualquer saída pretendida, resultante de processos de realização do produto NOTA 2: Os requisitos regulamentares e estatutários podem ser expressos como requisitos legais.

4 Questões? Os nossos sistemas de gestão da qualidade suportados em papel, garantem os requisitos especificados pela norma? São sistemas que garantem a melhoria continua? Adaptaram-se à rápida evolução dos meios de informação? Ajustaram-se às, cada vez mais sofisticadas, exigências dos mercados nacional e estrangeiro? Conseguem garantir o envolvimento contínuo dos recursos humanos? Conseguem obter o retorno de conhecimento suficiente para garantir a melhoria continua?

5 E porque não Os sistemas de que dispomos são pouco proactivos São sistemas centralizados no Departamento/Núcleo da Qualidade Pouco dinâmicos Muito complexos para extracção de conhecimento Monitorização de metas e objectivos muito complexa e quase impossível

6 O que é um sistema de Gestão? Sistema de Gestão: conjunto de elementos inter-relacionados e interactuantes para o estabelecimento da política e dos objectivos e para a concretização desses objectivos ISO 9000:2005 Pessoas Documentos Analógicos Arquivo Analógico

7 Papel vs Digital Sistema em Suporte de Papel vs Sistema Digital

8 SISTEMA DIGITAL Um sistema de gestão digital consegue Integrar todos os seus Processos, Workflows, Equipamentos e Aplicações de software de forma a que se comportem como um Sistema Único e Digital.

9 Processo de digitalização Mas como? Existem no mercado soluções digitais que permitem controlar e gerir os sistemas de gestão da qualidade. Quando devidamente implementados, integrados e utilizados tornam possível a gestão da qualidade de um sistema seguro, dinâmico e em permanente melhoria.

10 Processo de digitalização Mas Chave para o sucesso: como? Não existe apenas uma Fórmula, Aplicação ou Software que permita criar e gerir um Sistema de Gestão Digital. Estratégia, Organização, Planeamento e Concertação é a Chave

11 Meios Necessários Melhoria/ Actualização dos Processos Equipamentos (Hardware) Equipamentos (Software) Recursos Humanos

12 Meios Necessários Melhoria / Adaptação de Processos Adaptar os processos analógicos á realidade digital é o 1º passo para a modernização dos processos e da empresa. Os processos digitais são mais eficientes, mais rastreáveis e mais produtivos. Repensar os processos como uma actividade de melhoria continua GANHOS : Processos mais adequados Maior eficiência na comunicação interna e externa Melhor comunicação B2C; C2B e B2B Redução do trabalho administrativo e consequentemente maior produtividade O ROI é garantido

13 Meios Necessários Humanos Muitos dos Recursos Humanos existentes nas empresas possuem capacidades técnicas e tecnológicas adquiridas nas Universidades que não estão a ser aproveitadas em prol da Empresa É vital que as empresas sejam capazes de avaliar o Know-How existente dentro das mesmas e aproveitar ao máximo as suas capacidades Formação Avaliação das Competências Formação GANHOS Maior pró-actividade e participação dos colaboradores Maior realização pessoal e empresarial

14 Meios Necessários Hardware Estamos a utilizar em muitos casos uma pequena % da capacidade dos equipamentos existentes Uma simples actualização de software de um equipamento muitas vezes permite aumentar em mais de 50% a sua produtividade A inter-ligação dos diversos equipamentos de uma empresa pode aumentar a produtividade em mais de 100% A Modernização dos equipamento acarreta normalmente custos facilmente quantificáveis em ROI- produzem melhoria de desempenho Produtivo Automatização é significado de maior Qualidade GANHOS Rentabilização do Hardware existente

15 Meios Necessários Software Estamos a subutilizar muito do software que temos nos nossos equipamentos A Formação em software é quase sempre acompanhada de retorno de produtividade Normalmente utiliza-se apenas menos de 20% das capacidades de cada software da nossa empresa A analise do software produtivo existente dentro da empresa é um 1º passo para a sua utilização A colocação em uso desses softwares pode ser uma forma de modernização sem custos associados GANHOS O uso e Integração entre aplicações de software é garantia de ROI

16 SGQ Digital - ETAPAS Quais as necessidades da minha empresa? Quais as áreas que necessitam de maior intervenção? Necessito de reforçar o investimento? Melhoria Actualização dos Processos Recursos Humanos Equipamentos (Hardware) Equipamentos (Software)

17 SGQ Digital - ETAPAS Fase 0 Conhecimento da organização da empresa Definir um plano de Acção Instalação e Configuração Fase 1 Formação Analise da Implementação e da Integração com outros Sistemas e Equipamentos Fase 2 Integração dos Softwares, adequando-os a realidade dos processos Fase 3 Definição e estabelecimento de Workflows (processos digitais) e sistemas de alerta e avisos Arranque em pleno com o sistema Fase 4 Validação dos Processos e início do trabalho sem papel.

18 CIRCUITO DA INFORMAÇÃO DIGITAL Conhecimento Saber para onde vão os dados! Saber o que fazer com a informação! Informação Base de Dados Dados

19 Vantagens O que se Ganha usando informação digital? Os Workflows, processos digitais, são mais rápidos e eficientes que em papel O Tratamento dos dados é mais simples que em papel Simplificam-se processos e procedimentos Aumenta-se a Satisfação da envolvente pela optimização de processos Aumento da Competitividade

20 Vantagens... Melhorar o acesso a todos os registos e informações. Permitir o acompanhamento dinâmico de todos os objectivos e indicadores definidos Melhorar a relação B2C( Bussiness to Client)

21 Vantagens... Eliminação dos problemas relacionados com a perda ou rasura de papéis Eliminação dos erros de transcrição

22 Vantagens... Eliminação da necessidade de arquivo de papel Simplificação da gestão dos formulários e registos durante o seu período de arquivo obrigatório

23 Apresentação de um SGQ Digital Indicadores e Monitorização Recursos Humanos Gestão de Equipamentos Gestão Documental Registos Documentos Digitais Notificações

24 Apresentação de um SGQ Digital INDICADORES E MONITORIZAÇÃO

25 Apresentação de um SGQ Digital RECURSOS HUMANOS

26 Apresentação de um SGQ Digital GESTÃO DO EQUIPAMENTOS

27 Apresentação de um SGQ Digital GESTÃO DO EQUIPAMENTO

28 Apresentação de um SGQ Digital GESTÃO DOCUMENTAL

29 Apresentação de um SGQ Digital DOCUMENTOS DIGITAIS (Registos)

30 Apresentação de um SGQ Digital DOCUMENTOS DIGITAIS (Registos)

31 Apresentação de um SGQ Digital NOTIFICAÇÕES

32 Próximos Passos Implementar / Converter o SGQ em Digital As empresas que implementam sistemas de gestão digitais apercebem-se rapidamente dos enormes benefícios que isso lhes proporciona, uma vez que eliminam custos associados à gestão dos documentos em suporte de papel, conseguem assegurar a qualidade e consistência dos resultados aumentar e melhorar o acesso aos resultados e a toda a informação produzida e armazenada, enquanto diminuem custos de produção (uma análise do ROI (Return Of Investment) para a implementação de um sistema deste tipo, permite de uma forma muito clara demonstrar as enormes vantagens da criação SGQ Digital)

33 O Futuro é Hoje! Invista no sucesso da sua empresa, não adie a actualização/modernização do seu SGQ. O tempo... depois de passado; a ocasião... depois de perdida, são coisas que nunca mais se recuperam! Ana Sofia Ferreira José Pedro Coutinho AMBIDATA - Digital Innovation Solutions & Consulting Rua Leira da Relva, S. Felix da Marinha Tel

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INFORMÁTICA - SISTEMAS

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INFORMÁTICA - SISTEMAS PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE INFORMÁTICA - SISTEMAS PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a de Informática Sistemas Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE OBJECTIVO GLOBAL SAÍDA(S)

Leia mais

Pós-graduação Lean Operations Management. Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT

Pós-graduação Lean Operations Management. Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT Pós-Graduação LEAN OPERATIONS MANAGEMENT A Learning Factory tem actualmente como parceiros: 1. Plano curricular (módulos e carga horária) Formação Inicial (4 módulos) Learning Factory Workshop Estágio

Leia mais

Certificação da Qualidade e da Inovação. Ana Oliveira Preto

Certificação da Qualidade e da Inovação. Ana Oliveira Preto Certificação da Qualidade e da Inovação Ana Oliveira Preto Tópicos Breve apresentação da APCER A norma ISO 9001 A norma NP 4457 Certificação Apresentação APCER A APCER posiciona-se como parceiro global

Leia mais

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO

FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO iniciativa CENTROS DE EXCELÊNCIA :: iniciativa :: gestão :: financiamento ÍNDICE NOTAS EXPLICATIVAS PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PRÉ-PROJECTO 3 I - INFORMAÇÃO GERAL 5 1.

Leia mais

SIG. USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio

SIG. USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio SIG USANDO A TECNOLOGIA COMO SUPORTE Tecnologias de Apoio Os Sistemas de Informações e os Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) podem ser manuais e eletrônicos. I parte SIGs eletrônicos Tecnologias

Leia mais

Novembro de 2011. O fazemos:

Novembro de 2011. O fazemos: Novembro de 2011 O fazemos: A nossa missão é por excelência acolher, atender, informar e orientar os clientes para a resolução dos seus problemas dentro ou fora da Autarquia. Pretendemos ser reconhecidos

Leia mais

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados.

Prof. Cleber Ricardo Paiva. Sistemas de Gestão Integrados Pós-graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial. Sistemas de Gestão Integrados. 1 Sistemas de Gestão Integrados Gestão da Qualidade Pós graduação Latu Sensu em Gestão Empresarial Ribeirão Preto E-mail: crpaiva@faap.br CONTEÚDO Motivações Fundamentos de Gestão da Qualidade Evolução

Leia mais

Monitorização de Energia

Monitorização de Energia Implementação de um Sistema de A definição de uma estratégia otimizada para a implementação de um sistema de gestão de energia é um dos grandes desafios para a obtenção da eficiência energética, determinante

Leia mais

Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática

Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática Avaliação da Satisfação do Cliente de Informática JULIANO MAIA ARINS Orientador: Everaldo Artur Grahl Roteiro de Apresentação Introdução Objetivos Qualidade de Software Qualidade Princípios da Qualidade

Leia mais

a m b i d a t a José Pedro Coutinho Mestre em Tecnologias Multimédia CTO da Ambidata

a m b i d a t a José Pedro Coutinho Mestre em Tecnologias Multimédia CTO da Ambidata a m b i d a t a José Pedro Coutinho jpcoutinho@ambidata.pt Mestre em Tecnologias Multimédia CTO da Ambidata Quem Somos ambidata Digital Innovation Solutions & Consulting, Lda. Empresa fundada em 1999.

Leia mais

Encontros Regionais de Educação

Encontros Regionais de Educação Encontros Regionais de Educação Princípios e regulamentação da avaliação Ensino básico Abril de 2016 Decreto-Lei n.º 17/2016, de 4 de abril (terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho)

Leia mais

BIM Plano de Marketing Internacional

BIM Plano de Marketing Internacional Solução Plano de Marketing Internacional Quer Exportar Pergunte-nos Como? parceria de futuro ÍNDICE DA APRESENTAÇÃO 1 O QUE É O? 2 PARA QUE SERVE O? 3 QUAL A METODOLOGIA DO? 4 QUEM INTERVÉM NO? 5 QUANTO

Leia mais

Modelo CMMI em Fábrica de Software

Modelo CMMI em Fábrica de Software Modelo CMMI em Fábrica de Software Carol Passos Gerente de Conhecimento - BRAXIS Março/2007 Assuntos Motivação Modelo CMMI Melhoria de Processo de Software Fábrica de Software Processo de Produção de Software

Leia mais

Soluções de gestão de clientes e de impressão móvel

Soluções de gestão de clientes e de impressão móvel Soluções de gestão de clientes e de impressão móvel Manual do utilizador Copyright 2007 Hewlett-Packard Development Company, L.P. Microsoft é uma marca comercial registada da Microsoft Corporation nos

Leia mais

Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart

Gestão de Processos: Ciclo PDCA. Profa. Reane Franco Goulart Gestão de Processos: Ciclo PDCA Profa. Reane Franco Goulart O que é PDCA? É uma ferramenta da qualidade utilizada no controle do processo para a solução de problemas. É também chamado de Roda de Deming

Leia mais

Na definição da Política de Gestão de Recursos Humanos da OPWAY são factores determinantes:

Na definição da Política de Gestão de Recursos Humanos da OPWAY são factores determinantes: A Política de Gestão de Recursos Humanos é definida em relação directa com a Visão, Missão e Valores da OPWAY, no sentido de garantir a existência de um conjunto de procedimentos e ferramentas que contribuam

Leia mais

1. Nome da Empresa. 2. Sector de Actividade. 3. Responsável pelo preenchimento do questionário. 4. Formação/Habilitações literárias. Page 1.

1. Nome da Empresa. 2. Sector de Actividade. 3. Responsável pelo preenchimento do questionário. 4. Formação/Habilitações literárias. Page 1. Outro Projecto do Mestrado em Ambiente, Saúde e Segurança IMPLEMENTAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO DE AMBIENTE E DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO AO NÍVEL DAS GRANDES EMPRESAS DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

Leia mais

(baseado nas sugestões do IATF)

(baseado nas sugestões do IATF) Polvo e Tartarugas Método de mapeamento de processos (identificação e determinação da seqüência e interação dos processos) (baseado nas sugestões do IATF) Princípios de Gestão da Qualidade Um dos oito

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL Melhoria contínua

PROCEDIMENTO GERAL Melhoria contínua Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável em toda a estrutura funcional da ESEP. II OBJETIVOS Definir a metodologia, as responsabilidades e a documentação necessárias à implementação do controlo de não conformidades

Leia mais

Já conhece o ciclo de Eficiência Energética nos edifícios?

Já conhece o ciclo de Eficiência Energética nos edifícios? Já conhece o ciclo de Eficiência Energética nos edifícios? Encontramo-nos perante o dilema da energia, em que temos de reduzir para metade as emissões de CO2, de modo a evitar o aquecimento global do planeta,

Leia mais

Anexo A Estrutura de intervenção

Anexo A Estrutura de intervenção Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

PROCEDIMENTO INTERNO

PROCEDIMENTO INTERNO 1. Objectivo Regulamentar a actividade do Gabinete de Auditoria Interna do Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE. 2. Aplicação Gabinete de Auditoria Interna do Centro Hospitalar Cova da Beira, EPE. 3. Definições

Leia mais

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI

KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI Desenvolvimento Sustentado da Inovação Empresarial Outubro de 2008 KEY FACTORS NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE GESTÃO IDI José Nina de Andrade Índice 1. Adequabilidade do SGIDI à empresa 2. A implementação

Leia mais

Direção-Geral do Orçamento Ministério das Finanças

Direção-Geral do Orçamento Ministério das Finanças Direção-Geral do Orçamento Ministério das Finanças Desmaterialização de processos e de documentos 28-6-2016 Portugal Digital Awards AGENDA Missão Situação inicial Solução implementada Benefícios da solução

Leia mais

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA

APRESENTAÇÃO CORPORATIVA APRESENTAÇÃO CORPORATIVA Apresentação Soluções de Futuro A TwoSoft Systems é uma empresa angolana que se dedica ao Desenvolvimento de Software, Consultoria Informática e Assistência Técnica Especializada.

Leia mais

Filipe Silva filipe.silva@ambidata.pt Ana Sofia Ferreira asferreira@ambidata.pt

Filipe Silva filipe.silva@ambidata.pt Ana Sofia Ferreira asferreira@ambidata.pt Filipe Silva filipe.silva@ambidata.pt Ana Sofia Ferreira asferreira@ambidata.pt Agenda O que é o B-Quality Requisitos da Norma(17025) Vs Soluções Áreas de Acção do B-Quality Colaboradores e responsabilidades

Leia mais

GEPE MAT - Modelo de Monitorização e Reporte do MAT Breakfast com GEPEs

GEPE MAT - Modelo de Monitorização e Reporte do MAT Breakfast com GEPEs REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO DO TERRITÓRIO Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística GEPE MAT - Modelo de Monitorização e Reporte do MAT Breakfast com GEPEs Dr. Nazário Vilhena,

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL (PAP)

REGULAMENTO ESPECIFICO PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL (PAP) REGULAMENTO ESPECIFICO PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL (PAP) Lisboa outubro 2013 REGULAMENTO ESPECIFICO DA PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL (PAP) Faz parte integrante dos Cursos Profissionais a realização de

Leia mais

Título do Slide Máximo de 2 linhas

Título do Slide Máximo de 2 linhas Título do Slide Máximo de 2 linhas 13ª Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos Gestão de Projetos de Tecnologia da Ecorodovias Afranio Lamy Spolador Junior, Set, 17, 2013 Título Agenda do

Leia mais

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS AUDITORIAS ENERGÉTICAS. Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho

Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS AUDITORIAS ENERGÉTICAS. Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho Evento REABILITAÇÃO ENERGETICAMENTE EFICIENTE DE EDIFÍCIOS URBANOS Inspecção, Debilidades e Optimização de Desempenho Paulo Santos www.itecons.uc.pt Objetivos Missão das auditorias energéticas no projeto

Leia mais

MANUAL DE Gestão da. Qualidade

MANUAL DE Gestão da. Qualidade MANUAL DE Gestão da Qualidade Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia de S. Sebastião ADCS Aldeia de S. Sebastião, Largo da Igreja nº6 6355-041 Aldeia

Leia mais

Documento de Processo

Documento de Processo Documento de Processo versão 1.0 Desenvolvimento do Sistema de Gestão de Documentos Doc Manager Cliente: São José Agroindustrial Representante do cliente: Paulo José de Souza 2 Histórico de Alterações

Leia mais

ROFF Drops 22/27 Setembro 2011

ROFF Drops 22/27 Setembro 2011 ROFF Drops 22/27 Setembro 2011 Agenda ROFF Drop #3: Promptar - Integração SAP / Telefonia ROFF Drop #4: Business Process Monitoring com SAP SM Próximos Drops 2 ROFF Drop #3 Integração SAP / Telefonia Promptar:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO 2013/2014

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO 2013/2014 Plano de Intervenção Avaliadores Apresentam-se algumas especificidades do processo de Avaliação do Desempenho do biénio 2013/2014 visando o esclarecimento da abordagem a prosseguir pelos Avaliadores. Para

Leia mais

BALANÇO DA QUALIDADE. Jorge Dantas. Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço. Dezembro de 2011 ELABORADO POR: UNIDADE ORGÂNICA: DATA:

BALANÇO DA QUALIDADE. Jorge Dantas. Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço. Dezembro de 2011 ELABORADO POR: UNIDADE ORGÂNICA: DATA: ELABORADO POR: UNIDADE ORGÂNICA: DATA: Jorge Dantas Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço Dezembro de 2011 GMS-04/01 Rev. 0 / 2008-07-09 Págª 1 de 9 INDICE 1. Adequação da Política da Qualidade

Leia mais

Empreendedorismo e Empresas de Base Tecnológica

Empreendedorismo e Empresas de Base Tecnológica Empreendedorismo e FEUP 25 de Novembro 2005 NET Novas Empresas e Tecnologias, S.A. Desde 1987 Business and I nnovation Centre do P orto Á rea de intervenção: Região Norte de P ortugal 1 NET Novas Empresas

Leia mais

Recursos Humanos 2007. Recursos Humanos 2007

Recursos Humanos 2007. Recursos Humanos 2007 Recursos Humanos 2007 Descritivo completo Optimize a selecção e recrutamento, proceda à correcta descrição de funções, execute as avaliações de desempenho e avalie as acções de formação. Tenha uma gestão

Leia mais

Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica

Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica _ Assistência Técnica CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data Descrição N. de Página 1ª 2008.05.15 5 Pág. 1 de 5 Objectivo Assegurar as condições adequadas para a gestão, acompanhamento, avaliação, monitorização

Leia mais

Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação

Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação de Sistemas de Gestão da Segurança de Informação Sub-título da Apresentação Data Seminário Anual 2013 A NP ISO/IEC 27001:2013 e a certificação

Leia mais

Qualidade de Software Normatização

Qualidade de Software Normatização Qualidade de Software Normatização Norma ISO/IEC 12207 processo do ciclo de vida de software Norma criada em 1995 com o objetivo de fornecer uma estrutura comum para adquirente, fornecedor, desenvolvedor,

Leia mais

Participação nacional e guia para o estabelecimento de um Nó Nacional GBIF

Participação nacional e guia para o estabelecimento de um Nó Nacional GBIF Workshop: Importância da participação de Moçambique no Sistema Global de Informação Sobre Biodiversidade (GBIF) Participação nacional e guia para o estabelecimento de um Nó Nacional GBIF Rui Figueira Nó

Leia mais

BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA)

BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA) BONCRED LEASING S/A. - Arrendamento Mercantil MANUAL DE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (PRSA) BONCRED LEASING S/A. ARRENDAMENTO MERCANTIL Manual de Política de Responsabilidade Socioambiental

Leia mais

NBR ISO9001 versão 2008 Conheça as mudanças propostas. Breve Histórico. Dificuldades enfrentadas com a ISO 9001:1994:

NBR ISO9001 versão 2008 Conheça as mudanças propostas. Breve Histórico. Dificuldades enfrentadas com a ISO 9001:1994: As mudan udanças da NBR ISO9001 / 2008 Referenciado em: 1 Breve Histórico Dificuldades enfrentadas com a ISO 9001:1994: Sistema de Garantia da Qualidade; Visão departamentalizada e a abordagem por requisito

Leia mais

Metodologias de alinhamento PETI. Prof. Marlon Marcon

Metodologias de alinhamento PETI. Prof. Marlon Marcon Metodologias de alinhamento PETI Prof. Marlon Marcon Introdução O Alinhamento Estratégico tem por objetivo: alinhar os recursos organizacionais com as ameaças e as oportunidades do ambiente; Obter melhoria

Leia mais

1.1. Definição do Problema

1.1. Definição do Problema 13 1 Introdução Uma das principais preocupações de área de engenharia de software diz respeito à reutilização [1]. Isso porque a reutilização no contexto de desenvolvimetno de software pode contribuir

Leia mais

Desenvolvimento Organizacional

Desenvolvimento Organizacional Desenvolvimento Organizacional O desenvolvimento Organizacional nasceu na década de 1960 devido as mudanças no mundo das organizações e em função das estruturas convencionais serem inadequadas a essas

Leia mais

Público Alvo: Critérios de admissão para o curso:

Público Alvo: Critérios de admissão para o curso: A Faculdade AIEC, mantida pela Associação Internacional de Educação Continuada AIEC, iniciou, em 2002, o curso de Bacharelado em Administração, na metodologia semipresencial. Foi pioneira e até hoje é

Leia mais

Tecnologia de computadores. Alexandre Pontes nº27340 Wilson Roque nº27636

Tecnologia de computadores. Alexandre Pontes nº27340 Wilson Roque nº27636 Tecnologia de computadores Alexandre Pontes nº27340 Wilson Roque nº27636 Objectivos A implementação de sistemas de informação na saúde tem os seguintes objectivos: Administrativos e financeiros dados de

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014 Programa da Unidade Curricular COMPLEMENTOS DE PROJECTO APLICADO Ano Lectivo 2013/2014 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Contabilidade 3. Ciclo de Estudos 1º 4.

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS ESTRATÉGIAS DE TI

INTRODUÇÃO ÀS ESTRATÉGIAS DE TI 11/05/011 INTRODUÇÃO ÀS ESTRATÉGIAS DE TI Prof. Carlos Faria (adaptação) 011 O CONCEITO DE TI A Tecnologia da Informação abrange todos os aspectos envolvidos no gerenciamento das informações de uma organização.

Leia mais

Monitoramento do I Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Monitoramento do I Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Monitoramento do I Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional Metodologia em Construção V Reunião Plenária do CONSEA 15 de agosto de 2012 NORMATIZAÇÃO DO MONITORAMENTO NO ÂMBITO DA PNSAN Decreto

Leia mais

ANEXO: Índice de Correspondência GRI

ANEXO: Índice de Correspondência GRI ANEXO: Índice de Correspondência GRI 1. Estratégia e Análise 1.1 Mensagem do Presidente Capítulo Mensagem do Presidente Capítulo Ética e Corporate Governance»» Modelo de Gestão Capítulo Estratégia e Sustentabilidade

Leia mais

Monitorização e Controle de Projeto

Monitorização e Controle de Projeto Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Monitorização e Controle de Projeto Ricardo Pereira e Silva, D.Sc. www.inf.ufsc.br/ricardo Disponível em www.inf.ufsc.br/~ricardo/download/projetonpd Treinamento

Leia mais

Manutenção total aplicada em ferramentarias

Manutenção total aplicada em ferramentarias Manutenção total aplicada em ferramentarias Por: Sérgio Borcato Roberto Mariotti A medição da eficiência dos equipamentos de manufatura vem se tornando essencial para a resolução de problemas e para melhoria

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Página 1 de 15 IV 4.1 Competências no Âmbito do Sistema de Gestão da Qualidade As funções e responsabilidades no domínio específico da qualidade, necessárias para assegurar a implementação, manutenção

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO 2014 ECOSAÚDE, S. A.

PLANO DE FORMAÇÃO 2014 ECOSAÚDE, S. A. Segurança e Higiene no Trabalho para Representante do Empregador e Trabalhador Designado PLANO DE FORMAÇÃO 2014 ECOSAÚDE, S. A. Todos os cursos se destinam a realização para Grupos, em empresas. Condições

Leia mais

Pág. 1 de 48 MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS*

Pág. 1 de 48 MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS* MAPA DE PESSOAL 2015 - TURISMO DE PORTUGAL - 1ª ALTERAÇÃO LISTA DE ATIVIDADES/PROCEDIMENTOS E POSTOS DE TRABALHO NECESSÁRIOS* existentes 1ª Alteração Funções Dirigente superiores 1 1 Presidente Conselho

Leia mais

Gabinete do Procurador-Geral da República. 3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna

Gabinete do Procurador-Geral da República. 3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna 3 Procedimento de Sistema de Auditoria Interna Este procedimento tem como objetivo estabelecer diretrizes para a preparação e a realização de auditoria interna, a fim de garantir que o Sistema de Gestão

Leia mais

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial

Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial COMPETIR + O Sistema de Incentivos para a Competitividade Empresarial tem por objetivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional,

Leia mais

Pedro Coutinho jpcoutinho@ambidata.pt Paulo Rego paulorego@ambidata.pt. LABWAY ROAD SHOW 2007 - Sessão #2

Pedro Coutinho jpcoutinho@ambidata.pt Paulo Rego paulorego@ambidata.pt. LABWAY ROAD SHOW 2007 - Sessão #2 Pedro Coutinho jpcoutinho@ambidata.pt Paulo Rego paulorego@ambidata.pt Agenda O Que é um Laboratório Digital? Áreas de Actuação Vantagens e Dificuldades O Circuito da Informação Digital Assinatura Digitalizada

Leia mais

Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes. APFCertifica. (Licença C014488)

Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes. APFCertifica. (Licença C014488) Associação dos Produtores Florestais do Concelho de Coruche e Limítrofes APFCertifica (Licença C014488) 1. A Certificação Florestal FSC A Certificação Florestal FSC é uma garantia escrita, dada por uma

Leia mais

Plano de Aça o para 2015

Plano de Aça o para 2015 Lar Adventista para Pessoas Idosas Uma outra ideia da idade Plano de Aça o para 2015 O plano de ação aplica-se a todas as estruturas nacionais da ASA, onde existem respostas sociais para idosos, LapiSul,

Leia mais

FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENFERMEIROS CHEFES NA GUINÉ-BISSAU EIXO I. De 8 a 12 de Novembro

FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENFERMEIROS CHEFES NA GUINÉ-BISSAU EIXO I. De 8 a 12 de Novembro FORMAÇÃO EM GESTÃO PARA ENFERMEIROS CHEFES NA GUINÉ-BISSAU EIXO I De 8 a 12 de Novembro Gestão Estratégica das Organizações de Saúde Conceitos Gerais Coordenação Global Dra. Maria Celeste Nicolau Horas

Leia mais

Certificação de Sistemas (Seminário Lipor)

Certificação de Sistemas (Seminário Lipor) Certificação de Sistemas (Seminário Lipor) Outubro 2006 Direcção Comercial e Gestão de Clientes www.apcer.pt Gonçalo Pires Índice: Certificação de S.G.: Qualidade (NP EN ISO 9001:2000); Ambiente (NP EN

Leia mais

Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer

Qualidade de Produto. Maria Cláudia F. P. Emer Qualidade de Produto Maria Cláudia F. P. Emer Introdução Qualidade diretamente ligada ao produto final Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção Software Atividades

Leia mais

Procedimento de Gestão

Procedimento de Gestão Índice 1.0. Objectivo... 2 2.0. Campo de aplicação.. 2 3.0. Referências e definições......... 2 4.0. Responsabilidades. 3 5.0. Procedimento. 3 5.1. Auditorias ao Sistema da Qualidade. 3 5.1.1. Preparação.

Leia mais

Sistema de Informação IPS SIIPS

Sistema de Informação IPS SIIPS Sistema de Informação IPS SIIPS Relatório Abril 2008 Objectivos: Disponibilizar portais de interface com o público em cada unidade orgânica e um portal integrador ao nível dos serviços da presidência;

Leia mais

Plano de Curso Não Regulamentado - Metodologia SENAI de Educação Profissional

Plano de Curso Não Regulamentado - Metodologia SENAI de Educação Profissional PERFIL PROFISSIONAL/IDENTIFICAÇÃO DA OCUPAÇÃO: Ocupação: OPERADOR DE COMPUTADOR CBO: 3172-05 Educação Formação Inicial e Continuada Carga Horária Profissional: Qualificação Profissional Mínima: 160 h Nível

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO FINANCEIRA Ano Lectivo 2010/2011

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular GESTÃO FINANCEIRA Ano Lectivo 2010/2011 Programa da Unidade Curricular GESTÃO FINANCEIRA Ano Lectivo 2010/2011 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Gestão de Empresa 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Formação COMPETÊNCIAS FORMAÇÃO PARA A PRODUTIVIDADE. Consultoria SERVIÇOS SOLUÇÕES À MEDIDA DE CADA CLIENTE PARA AUMENTO DE EFICIÊNCIA

Formação COMPETÊNCIAS FORMAÇÃO PARA A PRODUTIVIDADE. Consultoria SERVIÇOS SOLUÇÕES À MEDIDA DE CADA CLIENTE PARA AUMENTO DE EFICIÊNCIA OFERECEMOS SERVIÇOS DIFERENCIADOS, EM PARCERIA COM OS NOSSOS CLIENTES, DE FORMA A ULTRAPASSAR AS SUAS EXPECTATIVAS E A PRODUZIR RESULTADOS TRANSFORMATIVOS Ao unir o talento dos profissionais de todo o

Leia mais

PROPOSTA DE OBJECTIVOS PARA O SIADAP 2012

PROPOSTA DE OBJECTIVOS PARA O SIADAP 2012 PROPOSTA DE OBJECTIVOS PARA O Exemplos de objectivos para as carreiras de Técnico Superior, Assistente Técnico, Assistente Operacional, Especialista de Informática e Técnico de Informática 1. Cumprir os

Leia mais

Termos de referência

Termos de referência REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE Ministério da planificação e desenvolvimento GABINETE DAS ZONAS ECONÓMICAS DE DESENVOLVIMENTO ACELERADO -GAZEDA Termos de referência elaboração da estratégia de comunicação e marketing

Leia mais

Aplicações Informáticas A

Aplicações Informáticas A Curso Tecnológico de Informática 11º Ano Aplicações Informáticas A - PLANIFICAÇÃO ANUAL - SETEMBRO 2006 UNIDADE 1 TEMA: INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE SISTEMAS OBJECTIVOS Aferir sobre a análise de sistemas Reconhecer

Leia mais

A gestão da água no TROIA GOLF

A gestão da água no TROIA GOLF A gestão da água no TROIA GOLF A gestão da água no TROIA GOLF O TROIA RESORT é um espaço de lazer privilegiado, situado na península de Tróia, a 45 minutos de Lisboa. Foi inaugurado em setembro de 2008,

Leia mais

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira

Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas. Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Planejamento e Controle da Utilização e das Compras de Matérias-Primas Amanda Ribeiro José Maciel Neto Renê Oliveira Nov/2012 Para que serve? Definir as quantidades de cada matéria prima necessária para

Leia mais

OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento

OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL OTIC- IPS Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento 28 de Novembro de 2006 Agenda Como surgiu Missão Objectivos Estrutura organizativa Principais linhas de

Leia mais

Gestão de pessoas e desempenho organizacional

Gestão de pessoas e desempenho organizacional Aula 12 Gestão de pessoas e desempenho organizacional Agenda 1 Seminário 2 Medindo a performance do RH 1 Seminário 5 Competing on talent analytics. Davenport, Harris & Shapiro. Harvard Business Review,

Leia mais

Treinamento e Desenvolvimento

Treinamento e Desenvolvimento Aula 8 Treinamento e Desenvolvimento Agenda 1 Seminário 2 Treinamento e Desenvolvimento 3 Desenvolvimento de Lideranças 1 Seminário 3 The Young and the Clueless Bunker, K. A.; Kram, K. E.; Ting, S. HBR,

Leia mais

ASSESSORIA, CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA O UP DA START-UP

ASSESSORIA, CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA O UP DA START-UP ASSESSORIA, CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO DE EMPRESAS DE BASE TECNOLÓGICA O UP DA START-UP Temas Introdução a Inovação O que é Inovação? Quais os tipos de Inovação? Por que Inovar? Como Inovar? O ciclo

Leia mais

Desenvolvimentos Regulatórios na área do Empreendedorismo Social

Desenvolvimentos Regulatórios na área do Empreendedorismo Social Desenvolvimentos Regulatórios na área do Empreendedorismo Social Lisboa, 01 de fevereiro de 2016 Gabriela Figueiredo Dias Contexto as necessidades Modelos tradicionais de financiamento de projetos e empresas

Leia mais

Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas

Introdução. Qualidade de Produto. Introdução. Introdução ISO/IEC 9126. Normas Qualidade de Produto Maria Cláudia F.P. Emer Introdução z Qualidade diretamente ligada ao produto final z Controle de qualidade Adequação do produto nas fases finais no processo de produção z Software

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PARA IMPLEMENTAR A CAF - PROJECTO PILOTO

PLANO ESTRATÉGICO PARA IMPLEMENTAR A CAF - PROJECTO PILOTO Ministério do Turismo, Indústria e Energia Direcção Geral da Indústria e Comércio PLANO ESTRATÉGICO PARA IMPLEMENTAR A CAF - PROJECTO PILOTO Cidade da Praia, 19 de Abril de 2013 1. OBJETIVOS DA AUTO-AVALIAÇÃO

Leia mais

PLANO ANUAL AUDITORIA. Serviço de. Auditoria Interna. Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro

PLANO ANUAL AUDITORIA. Serviço de. Auditoria Interna. Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro PLANO ANUAL DE AUDITORIA Serviço de Auditoria Interna Aprovado na reunião n.º 54/2015 do Conselho de Administração, realizada a 30 de dezembro PLANO ANUAL DE AUDITORIA INTERNA Introdução O presente Plano

Leia mais

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente

O Impacto das Energias Limpas no Ambiente República de Angola Ministério do Ambiente Seminário Energias Limpas em Angola: Ministério da Energia e das Águas O Impacto das Energias Limpas no Ambiente Direcção Nacional de Tecnologias Ambientais 7

Leia mais

o Aluno : qualquer aluno do 3 o ano do MIEI que se encontre nas condições expressas neste documento para inscrição na disciplina;

o Aluno : qualquer aluno do 3 o ano do MIEI que se encontre nas condições expressas neste documento para inscrição na disciplina; Normas de Funcionamento da Disciplina Actividade Prática de Desenvolvimento Curricular Vertente de Estágio Mestrado Integrado em Engenharia Informática Preâmbulo Este documento destina-se a regulamentar

Leia mais

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria

C,T&I e a Defesa Nacional: a Visão da Indústria C, T & I e a Defesa Nacional: A visão da indústria C,T&I e a Defesa: a visão da indústria A indústria e a Defesa Nacional Os desafios de C,T&I no País e a visão da CNI para a Política de Inovação Os desafios

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO AULA 02

ADMINISTRAÇÃO AULA 02 AULA 02 FILIPE S. MARTINS ROTEIRO ORGANIZAÇÕES E ORGANIZAÇÕES : VISÃO PANORÂMICA PRODUÇÃO / MARKETING / PESQUISA E DESENVOLVIMENTO / FINANÇAS / RH PLANEJAMENTO / ORGANIZAÇÃO / LIDERANÇA / ECUÇÃO / CONTROLE

Leia mais

Sistemas de Informação e Desempenho Portuário Brasília - DF

Sistemas de Informação e Desempenho Portuário Brasília - DF Sistemas de Informação e Desempenho Portuário Brasília - DF Rodolfo Monteiro Aquarela: PAULO MARTORELLI SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SEP/PR AGOSTO-2015 AGENDA Sistemas de Informação

Leia mais

ALTERAÇÕES 13-24. PT Unida na diversidade PT 2011/0384(COD) 19.7.2012. Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00)

ALTERAÇÕES 13-24. PT Unida na diversidade PT 2011/0384(COD) 19.7.2012. Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00) PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Comissão dos Orçamentos 19.7.2012 2011/0384(COD) ALTERAÇÕES 13-24 Projeto de parecer Ivars Godmanis (PE491.287v01-00) sobre a proposta de regulamento do Parlamento Europeu

Leia mais

ANEXO D. Guião de entrevista à Directora da Escola Formulário de questões

ANEXO D. Guião de entrevista à Directora da Escola Formulário de questões ANEXO D Guião de entrevista à Directora da Escola Formulário de questões Tema Auto-avaliação numa escola secundária Objectivos gerais Recolher informação relevante que contribua para caracterizar a implementação

Leia mais

Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA.

Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA. Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham) POA http://www.amcham.com.br/ Missão do Comitê de Sustentabilidade Promover o diálogo e a mobilização sobre sustentabilidade por meio de diferentes

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Assistente Administrativo

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico. Qualificação: Assistente Administrativo .. Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Prof Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação:

Leia mais

RESUMO DE MUDANÇAS ENTRE ISO 9001:2008 & ISO 9001:2015. A Norma agora possui texto e terminologia comum usada em várias normas de sistemas de gestão.

RESUMO DE MUDANÇAS ENTRE ISO 9001:2008 & ISO 9001:2015. A Norma agora possui texto e terminologia comum usada em várias normas de sistemas de gestão. RESUMO DE MUDANÇAS ENTRE ISO 9001:2008 & ISO 9001:2015 A Norma agora possui texto e terminologia comum usada em várias normas de sistemas de gestão. O produto agora passa a ser bens e serviços Remoção

Leia mais

Metodologia de Investigação Educacional I

Metodologia de Investigação Educacional I Metodologia de Investigação Educacional I Desenhos de Investigação Isabel Chagas Investigação I - 2004/05 Desenhos de Investigação Surveys (sondagens) Estudos Experimentais Estudos Interpretativos Estudos

Leia mais

Globalização e Internacionalização. Prof. Doutora Maria José Sousa

Globalização e Internacionalização. Prof. Doutora Maria José Sousa Globalização e Internacionalização 1 Prof. Doutora Maria José Sousa Globalização A globalização é um processo de interação e integração entre as pessoas, empresas e governos de diferentes nações. Processo

Leia mais

ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA

ARTICULAÇÃO PEDAGÓGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO ORGANOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ARTICULAÇÃO PARA O TRIÉNIO 2010-13 MARÇO 2013 ORGANOGRAMA DE DESENV. DA ARTICULAÇÃO 2010-2013 ARTICULAÇÃO 2010/11 2011/12 2012/13

Leia mais

Google AdWords. Sobre o curso. Criatividade - Marketing Digital. Promoção: 10% Desconto

Google AdWords. Sobre o curso. Criatividade - Marketing Digital. Promoção: 10% Desconto Google AdWords Criatividade - Marketing Digital Promoção: 10% Desconto Localidade: Braga Data: 24 Oct 2016 Preço: 400 ( Os valores apresentados não incluem IVA. Oferta de IVA a particulares e estudantes.

Leia mais

BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1

BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 A concretização do Processo de Bolonha em Portugal teve início com a publicação dos Decretos- Lei n. os 42/2005, de 22 de Fevereiro, e 74/2006, de 24 de Março. Para além

Leia mais

Revista Viajar. 1 Quais as grandes vantagens da certificação?

Revista Viajar. 1 Quais as grandes vantagens da certificação? Dra. Carla Pinto Mais de 80 Certificados emitidos no sector do Turismo publicada na Revista Viajar, nº 187, dossier especial Certificação, em Junho 2006 Revista Viajar 1 Quais as grandes vantagens da certificação?

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação

UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação UNESCO Brasilia Office Representação da UNESCO no Brasil Angola e as novas tecnologias de informação Victor Nataniel Narciso Brasília 2004 Artigo publicado, em 04 de novembro de 2004, no Observatório da

Leia mais