CAPA DE ACE, Okr ?C/9,f. i>1?c 6j627P3 CONFIDENCIAL FLUXO DO PROCESSO. ee (1 / ACE,30 INICIAL DOCUMENTOS COMPONENTES

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2 CONFIDENCIAL CAPA DE ACE, AGENCIA 7 Jj'g N.' N. ACE/ÁNO ENTRADA NA SE/SS PESO ARO ?C/9,f FLUXO DO PROCESSO REMESSA AO Cla ACE PROCESSADO TOTAL FL.. VALIDADE INICIAL SIGILO Okr ANOS ee (1 / ) FRAÇÃO RESPONSÁVEL ACE,30 INICIAL I, l......l. 1 i 1 i N.' ORD. 0 1 Nj,é% 6..,) 0 / c -, DOCUMENTOS COMPONENTES TIPO/NOMERO/CRGÃO/AND -, NREiNRS/ANO i>1?c 6j627P OBSERVAÇÕES E INSTRUÇÕES ADICIONAIS CONFIDENCIAL FM-148

3 r 1 L IVIINISrÉk10 DO EXÉRCITO Fl 01/05 ESTADO-MAIOR DO EXÉK:ITO SEÇÃO 2.a INFORMAÇÃO N. 0 je2.1/1/em) DATA: 29 Mar 83 ASSUNTO: FABRICAÇÃO DA BOMBA ATÔMICA ARGENTINA MM S3 PROTOCOLO REFERÊNCIA: PB n9 220/50/AC/82, de 11 Out 32, da A R T. ORIGEM: ADIEX/BUENOS AIRES ÁREA: AMÉRICA DO SUL pa e, PAIS: ARGENTINA DIFUSÃO ANTERIOR: - DIFUSÃO:f/SNI s' 7 &.4 ANEXOS: Relacionado ao final (Item 4), ç O C-Ç\ )%1 Em respos'.a ao PB referenciado, esta AI informa o seguinte: 1, Objetivo e consituição atual da COMISSÃO NACIONAL DE E- NERGIA ATÔMICA (CNEA) u. OBJETIVO "Cobnir os desenvolvimentos necessários para a ap)icação de radiosótopos e radiações ionizastes na agricultura, medicina e indústria, o fornecimento de energia elétrica de origem nuclear e a fabricação do combustível adegado para produzi-la'. (Decreto n do Poder Executivo Nacional, de 31 de maio de 1950). É um organismo autárquico, depenente da. Presidência Naão, desde sua criação. A Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEA), organismo administrativo/ centraiza as ativid 'es no pais, desenvolvendo os seguintes programas: não só a - Programa de instalação de CENTRAIS NUCLEARES, que objtiva instalação/ como as operaçoes dessas centrais nuclea- res,com uma coerente participação da ciência, engenharia, tecnologia e indústria nacionais; II - Programa de nrovisï,o às Cenrais Nucleares, para prover o abastecimento nuclear às Centrais, com a máxima participação da ciência, engenharia, tecnologia e indústria nacionais, objetivando lograr o auto abastecimento integral em matória nuclear; III - Programa de RADIOSC5TOPOS E RADIAÇÕES, destinado a produção de radiosotopos e fctes de radiações destinadas ao mercado, cilt r L"., r:, R:., t. A ll A,

4 r -4 ( NFIDENCIAL Roo (CONTINUAÇÃO INFORMAÇÃO n9 é66 -E2.1/I/EM 1:'O2/ 05 além de promover sua aplicação; IV - Programa de proteção radiológica e segurança nuclear. Prevê a segurancrá contra a poluição do meio arbiente, normas de controle, vigilância e fiscalização de todas ait" atividades ligadas ao uso do material radioativo nuclear -3 radiações ionizantes. Prepara estudos e p]anos para operação de _usinas nuclea- res e opera plantas de tratamento de resíduos (despejos) radioativos: V - Programas de investigação e desenvolvimento. Objetivam a consolidação de uma infra-estrutura científico-técnica autosuficiente,para gerar conhecimentos necessários para alcançar o autoabastecimento na área nuclear; VI - Programa de direção, capacitação e apoio destinado a orientar as atividades da CNEA, preparar pessoal capacitado e pro ver a infra-estrutura ao setor. b. CONSTITUIÇÃO ar O Decreto de criação da CNEA não deu conhecimento ao público da orgalização desta Comissão. A matéria se constitui assunto secreto e de interesse da Segurança Nacional. Entretanto, é possível se depreender das atividades e pro gramas da CNEA,o seu "modus operandi", a partir dos seguintes da dos: 1) Inicialmente, quando criada,a CNEA operava sob a direção Diretoria Colegiada. A partir da nomeação do Vice-Almirante CARLOS CASTRO MADE RO para Presidente da Comissão Nacional, este pa, ou a enfeixar todos os poderes do antigo colegiado,cujos integrantes passaram condição de assessores. Há ume cc:ordenadoria desses assessores que funciona à g i sa de Estado-Maior e,con,...3qentemente, dispõe de um Chefe, que e o substituto imediato do Presidente (Vice-Almirante, embora não haja o cargo especifico). Dispõe de uma ;erência Jurídica" liwda diretamente Presidente e de 5 (cinco) Divisões, cada uma correlata aos pro - gramas em andamento ou previstos. Em relação a essas 5 (cinco) Divisões não foi possível obter suas denominações específicas. Por esses programas, se verifica que há uma nítida c. vi - são em encargos de PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO e que esses são inter ao

5 r.. t1 (CONTINUAÇÃO INFORMP.ÇÂO n9 4."It'4') -E2.1/I/ Mgt,$.1 )?) 03/ 05 "." dependentes. Na EXECUÇÃO propriamente dita, ressalta a existência da INVAP S.E., com sede em SAN CARLOS DE BARILOCHE/Provincia de RIO NEGRO, (CENTRO ATÔMICO), empresa criada em Set 76 por um acordo entre a CNEA e a Província de RIO NEGRO, encarregada de desenvel ver um programa de Investigação Nuclear Aplicada. a) Os objetivos oásicus da INVAP S.E. "apontam não só a participação no desenvolvimento do PLANO NU.,LEAR DA CNEA, senão tam bém a criação de fontes de trabalho especializado nessa Provín cia (RIO NEGRO), bem como a realizaç'iio de tarefas diretamente relp.cio nadas ao PLANO NUCLEAR ou, por associação, a outras empresas". O trabalho que realiza á a pedido e para fins específicos, incluindo-se aplicações nas áreas da METALURGIA extrativa e te - mas conexos; INSTRUMENTAÇÃu ()UCA; sistema de detecção para usos nucleai7es e industriais; ELETROMEDICINA; MATERIAIS ESPECIAIS, CE RÃMICAS INDUSTRIAIS; DROGAS UTTRA-PURAS E ENGENHARIA DE PROCEf, - SOS. Não se exclui, como é óbvio e decorrente do alto nível tecnológico que possui, o trabalho com fins militares, do que o mais marcante exenplo ó a prete. são da construção de um submarino atómico. 2) Em PTCHILEUF0 (35 km da localidade de PICALNIYEU), situado no Departamento do mesmo nome, na Província RIO NEGRO, funcio nam diversas fabricas de METALURGIA EXTRATIVA onde são obtidos rnr1 tais especiais. 41 Fazem parte das empresas produtoras virjuladas à INVAP. Aí, se pretende localizar um adiantado Ccmplexo Industrial com empresas que utilizam processos de extração desenvolvidos pela INVAP. Em fins de 1982, estava previsto colocar em operação o pri meiro módulo da fabrica que produ_nirá ZIRCÔNIO de qualidade"stan dard q e para uso em combustíveis nucleares. Devera estar concluído nos primeiros meses de 1983, em fa ce da redução de gastos/ como co-financeira que o país enfrenta. decorr5ncia da crise económi- 3) ENACE, empresa mista de Engenharia, com 75% de propriedade da CNEA, que atuara como arqu:,teto industrial da usina nuclear da ATTUCIIT II e das próximas centrais nucleares. 2. Objetivos das principais divisões da CNEA

6 t. 11 `*, S )4 Ir 9 (CONTINUAÇÃO INFORMAÇÃO n9 (!)é c!, -E2.1/I/EME J/05) Dentro dos diversos Planos ou Programas ',ue a A se pro pós a levar a termo, estão inseridos os seus objetivos, dentro de uma política e estratégia bem definidas, conforme se consta-- ta do trabalho anexo (Anexo A - Trabalho do Secretario ANTONIO FERNANDO CRUZ DE MELLO da Embaixada do BRASIL em BUENOS AIRES). 3. Localização, características e finalidade dos reato res de pesquisa (RA-0, RA-1, RA-2, RA-3, RA-4 e RA-5) a. Ver Parte III - O programa de instalação de centrais nucleares. (Anexo A). - ATUCHA T - Usina Nuclear de Atucha I, construída na localidade de LIMA, a 100 km a NE da cidade de BUENOS AIRES; - EMBALSE - Usina Nuclear de EMBALSE do RIO TERCEI- RO. Iniciatava da Empresa Provincial de CÓRDOBA, em Deverá ser ccncluída, ainda este ano (1983); - ATUCHA II - localizada em ATUCHA, Província de BUE NOS AIRES. Previsão de entrada em serviço em 1987; são em 1991; - CUYO I, localizada em MENDOZA. Previsão de conclu - NOA, NE do país. Prevista para 1994/95; - BAS, no sul da Província de BUENOS AIRES, até e, b. A finalidade da construção dessas usinas foi de, nu ma primeira fase, consolidar o plano nuclear argentino, megiante a entrada em funcionamento do primeiro reator nuclear experimental da AMÉRICA DO SUL, RA-1, em Cronologicamente, a partir de 1979, com a sanção do Decreto n9 302, e a designação do Vice-Almirante CASTRO MADERO para a presidência da CNEA. "se formulou a segunda etapa do programa, que define uma política nuclear a longo prazo para opals", Definidaáas políticas e objetivos, se previa a cons trução de mais 4 (quatro) centrais nucleares até o ano de 1997 (Ver item 11. do parágrafo 3 do Programa ruclear - Anexo A). c. Objetivos principais da CNEA Ver Anexo B. 4. Demais dados solicitados Respondidos no Anexo A. 0. ANEXOS A - "Diagnóstico Plano Nuclear Argentino' - Tra balho -_ealizado pela Embaixada do BRASIL em BUENOS

7 (CwinuAçAo INFORMAÇÃO n9 -E2.1/I/EME - Fl 05/05) AIRES/19n3 (Secretário ANTONIO FERNANDO CRUZ DE MELLO). - "Situação Nuclear Argentina" - Vice-Alm,x,te CARLOS CAS- TRO MADERO/ ESTRATÉGIA 69. 1:V e C O AIL

8 7 N 10 " 0 et g9.k í / :3, 10, :' - o p [-Embaixada em Buenos Aires I) Plano Nuclear P :centino DEM/D AM-I/ _ PARTE I - O contexto de geração de energia O fornecimento de energia elétrica Diversificação de fontes; o plano nucleoelé- 01 trico e o programa nuclear; a primeira etapa. 3 - O programa nuclear; a segunda etapa; a constru 02 ção de usinas após o ano PARTE II - Os objetivos do Plano Nuclear; as políticas: 03 os subprogramas.,parte III - O subprograma 4de instalação de centrais nucle 04 res. 1 - A Usina Nuclear Atucha I A Usina Nuclear de Embalse do Rio Terceiro As demais Centrais Nucleares do Programa; a 08 Usina Nuclear de Atucha II. PARTE IV - O subprograma de fornecimento às centrais 11 atômicas; o ciclo do combustível. 1 - As atividades de exploração de urânio As atividades de exploração de t'irio A produção de concentrado de urânio A produção de dióxido de urânio A fabricação dos elementos combustíveis; os 17 sete prejetos A fábrica de elementos combustíveis O complexo para produção de tubos de zircaioi A planta-piloto de esponja de zirc8nio O circuito experimental de alta pressão O laboratório de análises de pós- irradiação A plantapilotc de reprocessamento A planta-piloto e a unidade industrial para.22 produção de água pesada. Secretário Antonio Fernando Cruz de Mello

9 e ' I 1 4.*"*.Z n,,"""- \*** tewbcida ern '.:_enos Aires I 1 1 é r- 1 1 DEM/D7kM-I/ n PARTE V - O subprograt de radio?s.stopos e radiç3os PARTE VI - O suproc=o de proteção radiol5gica e se gurançc7; nuclear. PARTE VII - O suloproma de pesquis;1 e dcsenvolvimento *PARTE VIII - O subprograma de diroç.ão, capacitação e apoio. 25 PARTE IX - O or;amento. 27 PARTE X - A CNEA e o próximo Governo constitucional do 28 país, a continuidade. to PARTE XI - A ceoporação internacional A cooperação vertical A. relações com c.. Estados Unidos As relacaes com o Canadá As relaçoes com a RFA e a Suiça As relações com a URW As eventuais relações com Israel A cooperação horizontal As rel ;aes com a Amrica Latina As relaç5s com o Peru. 33, As :,:elaçoes com o Uruçuai. 3S As relações com o Brasil Acordos com outros países h CNEA e o movimento nso alinhdo. 34 ^ *r - Z" - Antonio Fernando Cru= de Mello

10 ,, Ltv7IMSTÉRIC I I,) t?, 1 44 (,-,) h. I., D I G Ni S TiC(^) 1 I, Plano Araentino,Embaixada em Buenos Aires H -- - I D;2,M/DA4-I / è 1-- i 1 ""' r". PARTE XII - A orientação política Os objetivos pacíficos As suspeitas internacionais O TNP Tlatelolco As salvaguardas e a AIEA Os usos não prosc-fitos da energia nuclear. 39 ANEXOS: 3 a) Ficha técnica de Atucha I. b) Research reactors in Argentina. c) Nuclear power plants in Argentina. Secretario Antonio Fernando Cruz de Mello

11 4 /11 I f r 's Kmbeieeee Jm Buenos :\ir En. Nuclear 1101 Perte 1. - O cont=ee ee 1.- O fornecimente de enes ia el" 1. Ate L930, a onergi el,strica er. Jele na Arjentina ora, em sua..-íueee totalidede, de oriem te'rraica, fone reeponeãvl,ene, por 9W, da produção..acione',. d. cetro areoe;-ne,i.,:cee te r,o inicio dos ano:-:, rel.,(;ao se 11.'z'71. _71 41t,Jrado - tencialmente, predeminande uma estrutere de jeração tár:eioa, em que pese c segnificatieo avençe de '.I'dree'e*- e:eidi-',- que já passava a representar cerca de 12..('; da petúncia total instel:.da. 2. A partir de 1977, contudo, mcdieieaçes estruturais de magnitude, ocorridas desde o início do deen.:..0, cemereram a ser observadas de forma mais nítida no setor,ire, eeo de um tpelo impulso dado à produção de energia de origem hidreielice (neste a- no, já correspondia a 23,5 dos totais gerados) devido 2 atribuída a esta fonte e, de out.ro, tela incor:oração, ao sistema de geraçao de eletricidade do país, da primeira central etmica Atucha I, verdadeiro marco inicial de um programa de desenvolvimento nu - olear, de não menor priorideje, que irrejlica, entre outros, ú cense - quente:, cons+.rueãe ds,, uma se';rie de centreis at.5 o final dc presente século. 2.- DiversfLoa;ac do fontes; o plano nucleoplétrico e o programa nuclear; a prtmeire 3. Ne= panorama de diver--. Çwço de fontes produtoras de eletricidade insere-se basicamente o programa nuclef.-»el3tricoar:en tino, vértice prine de um pr=rema nuo2eee de..z Ler_. braruicr que não 5(3 engloba a produção de eletricidade, ser:;.c t::m.b5:e a utiliza ção da energia at3mc_-1 para mjilt::.mloz: empra,,:os am - pulsão, medicina, agrer)ecuãria, ird í. rie, entre outros. 4. Trata-se de um vasto pleno, que inc? :ui deee o desen volvimento cient1::ice e teonel(seice, att5 o Jomlnio dc ciclo completo da energia nuclear, constrf'c a rji_lr:lr de ama atioa do crescente par ticipaçao nacional. 5. O proer= neclear argentino tem seus prim6rdios em 1950, preciseente em 31 de maio daquele ano, quanuo pele Deere:o 10.93G do Poder cr'ede a Lj1ll330 Nacienai de Enerrri Je "cobrir nec series para a aplica radios5topos e ienizantes na a- gricultura, 'reet ie, o fornoci:=to,n 1,-, co pcjr MeiJS fa'-rca.;:ao do ocr.7:1 adjuadc) para pro- duzi-lar

12 akm, om da. $ C r A e. e, 0, 1, -, 1 --: En. N prodla". 6. A p,...*-»r ent3o, o p1..:...anra2znta2.7 um indisouti Vel car5.tar de continuiddj JC contraatã, com o ocorrido et, outro zet=s da ativijadas ArjantIna. 7. Ps'sr:,, na mes.tia dáoada de risaltaao tos já se faziam cps,, rvar no cr,g'nc:rar a dc Cemias: como a entrada em funo:onamento do primeiro :cator nuclar da Am4Srica do sul, RA 1, em Na d3cada sa:uinta, em 1966, pa!_ij.f,, a oerar o r::at:a RA-2, e em maio de 1967.era - inaugurado tcocoiro reator, o RA-3,destinado a fabricação de radios3topos. Em 1972, passava tamm a Jpera o RA-4, um reator do 1=inamento para programas de estudo, ins talado na Universidade Nacional da Roaário. Ainda ness úl timo decanio ara construído, destinado à e=caac:e para j Poru, outro reator experimental, que marcava decisnta. a entra a:\r. tira no restrito= cado dos forner_edors de tecnolc7ia e equi,:saman aaolaars. 8. Era 1965, foram iniciados de viabilidade para a primeira central nucl,,, ar do país,atucha 1, canoa:bjala parn a c.a.aa;ao 3o eletricidade para a área metoor;olitana da Grande Buenes Em firmava-se o contrato para a sej,..:nda central, Embalse do Rio Tercairo, a ser localizada na 2rovíncia de C6rdoba. 9. Paralelamonte ao proa-rama de cent,- ais ateacas, a Lomis são Nacional de Ena,-ar:, (C=', daac. sua criaa5.o, no cuidou de estabelecimant.. de um pr:g=a de. apoio desainajo a dotar o sistamanucleceltrizo da os ins=as neoess5.o5os. Asam é qu2, ate 1973, foram assentadas as baoes para a produ,.;ão 3.c água pesada, de elementos combustíveis, de tubos de zircaloi, outros, num com ple:-o de atividaces desenvolvidas a partir da instalaçào de usinas sva perimentair, ou plantas-piloto. 10. Tais seriar as linhas b3.z _as o que se podaria conside rar como a primeira etapa do p:.ano nuclear argontino. 3.- O programa nuclear; a secundact cont:tr'lçfjo de usinas ap5s o a.,o Cranc'_oaicamaa:. poja-se dizar aue, a partir de 1979, com a sanção do, Decreto n9 302, so formulou a sc2oa2a ataja o progr,. ma, que define uma política nuclear a longo prazo para o país. 12. O Deorao, ao raisrar poll.tiaas e objetivos, prava a construo de mais quatro cantrio nua.1»aas ate 1997, bem =o sobra O,ast:_tLal..zimaato da pasa., o foona meei ~o de insumos, como ama fj.bri_ca do água pesada e *as d,,, mais usinas a nível cl _e prodao industr'al, neoassjrlas para o ciclo lo combst:- vel. 13. S,, qundo as p:_ a_.is3es L:overnamenta»s, os r.,2c'j.jsk-ds hijrlé,-4 cos do pais astariam esgotadoa at5 o final -;1 - sza záculo (c= a cor

13 "mor,,_,,,...,_,..., ,, 4..., r 0" t , "e : 4 N...,,... 1.,... LI ,... '.. Nu,:1?or 03 conclusão de projetos co - Co: tendo em vista o apr., it pansào do sistoma cl,..elétrica. Pa.: t.jin:_:.,..,.1 n=ir,2,e1 1,1,.) 2:,:'..,, L--- t :urdas tantas c...:..a..s '" r _ elétrica do para. Ur- A ultar', - nu- 0 PAP.TE II - Os objetivo do?lan os subprogramas. 14. Uma anj,lise do plano nuc'f,ar ar7untino deina tro objetivos principais: a) Desenvolver, com fins pazificos, um programa continuado da -a.3. ui e emp=dimentos nucloa -res; b) Ampliar o número de pessoal científico e técnico especializado, garantir a sua permanente caltscitaçào ocupaçào e promover a sua permanéncia no país; c) Contribuir para o desenvelviento crescente da ciência e ttteni ca nacionais utilizando, para tanto, os énitos obtidos na área nuclear; d) Incrementar a produção de energia nuclecelétrica, propiciando uma conseente poupança nos recurso 2:71 'aidrocarburos. 15. a alcaar t 4 s o a CNE, formulou um elenco de políticas clue consistem em: a) Considers, com carj.ter de intrasse national e de alta prioricl.tde,o des.anvelvimnto, produção, us,., e corrtrole da energia nu olear; b) Promover um inc::=nto na aplicação da tecnologia nuclear, em vários setores de atividades; c) Formular os planos de pesquisa e desenvolvimento na área nu - olear, a curto, médio e longo prazos, garantindo a continuidade na sua execao, e buscand:., obter a tez:-.-acjia de re atores nucleres J de uma gera:;ão mais avançaja; d) Promover o desenho construçàe de centrais nulear,'=, com o aumento aceler -tdo da parti:...pc, da técnica indtletria nado nais a fim de satisfaaer a fut.ara dertlanda de aner:gia elétr'ca; e) Desonvolver UM.? estrutura cintífico-técnelorrica com capacidade pr5pia de realizaç5o, tlue gern os cenecimentes nocesslrios par:. alcançar uri alto nível de participa,;jo nacional cm maté - ria nuclear; f) Difundir os programas de pe :uisa e as reali:açaet's nucleares para médio e lont, pra:os, garantindo sua e'ontinuidade e atendendo às n'ecossidades de penso :l. ciwitnioo e técnico; g) Proniciar o di,2an7ol.f -Lmcnt7 da capiadi nacional de desen,j, projeto, con=çéo a opera(;:ic d instals do pr.-.)- grama nuclear; ti) Incluir a particia17:o da energia nuç:lo2itstrica no Plan EnJr gãtico Nacionl; i) Optar pela tecnologia do urânio natural para as contraia nuclea res, orovendo, contudo, una :,-.)rova,.431 :Iltara de outros bus7.í:ieis nucleares, de acordo com o interesse nacional. 2s

14 I...,1 i...,,...),,,,,...- CIAC.:,`,0.3"-,..r.,C i.. e.rn Nuclear--I 04 A nacianal. 15. Para :3 ati' r.. no nuclear, a CNEA ectr.:=. seis se:.7proramas ge: I. Instala ;-o de -:enrais nucleares - centrais nueln.-r2s cra lat2a pa:tienenharia, trrole..jia e iniliaaasian.is; II. Fornecientespara centrais atsmiesàs d.istinc.-s:, a yromover a fabricação des r,e'!eares às usinas do par3, co:' a ennharia, to=leji2 e in.stri.a nacionais,tendendo a lo, nar o autzabasteiment,:, integral na ria; Fabrica,;ão de radioir.stcpos e fonts de tm pot meta :produzir rai:21,:s e fontes de radiaão der:,and..,'.as melo mer cado, promover sua aplir,açao no pais e gerar excelentes exporta veis; IV. Prot;lo radiol,4ica e seuurança nuclear. - visa a assegurar a proteção.4a população e prser-:ar o meie.wab..arlte dc possrveis efeitos nocivos de origem nuclar; V. Pesquisa e desenvolvia to - teu por finalidade consolidar uma infraeratur clentifico-t-scnica, com capacidade pr:spria de rea lizaçao, que J2r.: es conhecim.:ntos necessrios para lograr o 4,1tcabastecia= mata nuclear; VI. Direção, capacito, e apoio - oljeciva orientar as atividades de gestão da CNEA, caeazicar pessoal e fzrnecer a infraestrutura necessãria. I, PARTE III - O subprograma de instalação de centrais nucleares. 1.- A Usina Nuclear de Atucha I. 17. O subp c(jrama de instalação de centrai::: nucleares teve i 40 raci, conforme ja assinal.ado, em jaa&ro de 1963, quando o Gwrerno nacional encomendou à WE:, um estudo de viabilidade para a construção da primeira central nuclear,para fcrnecsr 'a a arca da Grande Buenos Aires. 18. ' Doiz ano,: deoe's, o projeto era aprovada e se abria uma internaci-nel para a consecução dos tra'ealhes. No tolal, foram recebidas 17 ofertas _vie r sem 4mcação, as.-:- :uuravam a participação da indústria argentina na reá' izaçãa da obra, condisinamento bãsica que a CNEA impunha.1 a. 19. No que diz rerp ito à concorrncia para essa.canse. a CNEA receb,au prccztaz, seja na linha de reaarres 1 urriaje natral, ja na li i de urãnio já clue, em princrp:., ef:t1mjva ce mu não cenvenion cle.:ir "a priori", mas 3iM, conerte.a de ambos as tipes. 20. A cons'- ru..it.s5'à =atrai, se,junda a pr5pria CNE::, deve ria ser= passo sig.nificari-,d na d-''nj) de ama nolr'- ica mais duradoura pa ra o setor, c= foi a escolha, oor do urini_ nat=1., *V e

15 \ I raoutorar surstr sodr 'rrtc!n r '',61 pp otru ua ipnb nortput v r lop t;tnsaa c. )D - r.-)t;a5;oua of)r.pcad rns ap orbrzt=tyrm r e vage Cp oguom -ro.:.,tr;apdr cr opursta ary sonu3-:r= pp c7,7çqc: Tc;,i L61 ar) oatjuu:: U cuomtuctoung nes ap c..=iut c 7,7,7.E,Da 9Z "Irs1:4 upp tp c:,taaes mp osrnb pp o;urar;p G Z?p atg.ard r anb sor,upwata - rut5tar orluasrp ou op.-2z P-3ap ruptgoad wn (q a s a SOIL ST ar: r3uouodmor op rar. r=t-1:1:-t enb O lorssaad rp a-2,uptjtoe2 op t p;uranp - (E :=Tuoaa sog. -DGCEST' sanutnas SOL irpn;aagos 4 1.1=-=p GS onb ocra2r r pp sour stop WOD r lcmrr-...-,oa:_.us 'CL6i r5aa;ua ap orstaoad uoo p.9,51 ap ouunç wp rprtrtut TO: Tra;uan rztamtad r-- sg SE c;rutosprto ap wn r7.ị uesaadr stro o- T rtarupf,up a rtnuato up orbrdtot;ard r apuo lo-:;ur. ;pr strw SW1GJGA OITI C- D sun.;nj srp or..na7 ṙsuno r raed utourodwl opura5 ap es-no GAGJ ortsod Try.c.=.rr,T-,.uPT...) a sortwo4 eu op 04uemTAToA u- asap c =.1urdwoor rara sopror;sap mosso; 'T.r.Tzuao e rtaraado anb otrç -uo5ar Tr:).ssod O' o)rsupdstp asso; onb 'O;Ui, UTPZ-1 cp str.,:apr 'anb C n W W air soana;suor SC m D =TroLau noz5ot 'ern;ueo y f7e, ap si:acto srp 07.2C= G-4. OU 3uroTJTu572uT er-c:itjt-e rum 'w.:-",rssa Tr=2,ru :Iz?2 -pxnoaq TaAlop-;suoard a :.:T.1)aTc.--Joa.:1 rprí,ato ap srago rard TrTarsead - wa er5r:,drprut e utouatada op r;trl r onb no.=eoo structoru rta-4snp ut rp orbrdtot;.ard r rpuansesṣr Pssog. j ru.on;v mo aor.,:ws CE saart9p ap seolit - 07, 14i'a u 'srpumtgso ran:rn=isor:-..tut pp sraqo sr srpridmauoo urao; oru.cturar ap urprtouo.; g' es wrzttrg.o; onb staaj -snowoo se;r1puato Esz aprf.aro 11.5:TemTJd r mog 1 (r..,aosea ap struoto Tpe srprtauog íz o srputauog 00E) rprod rn5r as,p P;uour5ozaro o ntntoxa 1110 cbaad a7,sa.trnur r,c1 - nr, soan tc ap run r a 'orbna.4suoo up or Trnb -T rfirab op wn UiOO 'scur oz wa soprpttr-4o; rns ma isoprtdurutg scoarm ap saouxtul ou 'ctriut Pp r;uamtpuaradma c rard opu. -ra;uco 0 a (=i1t,.. ruuruet rp Trapa:, rrt- ndou rp cuatueacad raa ortr 111P ri1112-go, Tr;uao r7.,sop rt5otc)uoe.-4. ' Tazaa a opraapou, Tr,7.n;ru oturan r..7.o:roar um 1:: Co - rprsad rn5r r opu_tal alsw 61E JTz - npead rard rptg=on To; '1 rti0n-2..v rpr-utul-cuap y 'EE saatv sruene Pp ogracaou or 11: 00T r 'rmtu ep ppuptiroot rwtnoad :;Tnauco 'r-jtcosa o IE c.cp a.-;j:rd :oa optoanbtaua CU'; O ir- O t. nooa pego optocuo 111G Try ar.r.tp atr.r. - 1.:p o: acd srp cr;:rttr.f.r N or;tnsaa Tran.;ru - s' 0 II are TonN - uw ---) tnti souan,e uo mma,., +em *o...saj

16 e r [-- Embaixada em Buenos :ires E. Nuclear A5 melhoramentos havia alcançado a potência elétrica bruta de 367 Mw, cor respondendo a uma potência térmica de 1179 Mw, ou seja, 8,167, surerior à estabelecida no projeto orijinal. 27. A CNEA tem divulaado que Atucha I vem ob3- en um rendimento amplamente satislal3rio, o que a coloca no rol das ctntrais mais eficientes do mundo. Tal afirmação, feita por seu atuajjár esidente Vice-Almirante Carlos Castro Madero, decorre da "elevada Párcentagem de energia realmente gerada com relação ao máximo da neralia Capaz de gerar". É sabido, todavia, que, por vezes, a central fg::i posta fora de operação por deficiências técnicas. (perdas de água pesada, ror exemplo). 28. Atucha I, contribui, heje, com cerca de ln do total da eletricidade prnduzida no pais. Em 1982, contudo, tev?. um fator de carga de apenas 59%, alcançando um nível de produtividade de 81A do pro jramado, 29. Segundo Castro Madero, esta menor geração energética não se deveu a falhas na central, refletindo, tão somente, a menor demanda do sistema consumidor. Neste período, registrou-se um aumento na pro- dução da energia hidraúlica, bem como uma redução no consumo do sistema interconectado da Grande Buenos Aires, devido à queda na produtividade industrial e à diminuição do consumo domãstico. 30. Para a CNEA, Atucha i é a unidade do sistema interconectado que gera energia ao menor custo, "comparando seus US$24/Awh com o de outras estaç5es': 2. - A Usina Nuclear de Embalse do Rio Terceiro. 31. A esta primeira usina, seguiu-se urna segunda, a central nuclear Em'aalse do Ric Terceiro, cuja iniciativa derivou da Empresa Pra) vincial de Energia de Côrdoba, no ano de Ap6s estudos preliminares de viabilidade, decidiu-se que a central de Embalse seria localizada às margens da rer=?.sa do Rin Ter- ceiro, na referida Província. Em 1971, abria-se a licitação e, tal co mo no caso de Atucha I, a CNEA impunha, como objeeivo,a maior participação possível da engenharia e indústria argentinas. 33. O tipo de combustivel escolhido foi o urãnio natural, e a oferta vencedora -proveio de duas empresas que se associaram para o de senvolvimento do projeto: a "Atomic Energy of Canada Limited" (AECL) e a "Italim.t)ianti Societã Italiana" (IT), sendo que a primeira forneceria o sistema nuclear de geração e a segunda, c turbogrupo e eauipamento com vencionais. 34. Ademais, corno parte integrante da negociação, a AECL ais punha-se a firmar um acordo de transferência de tecnologia que possi- bilitaria à CNEA e às empresas de engenharia araentinas ad,:iuirir a capacidade tecnolõgica para a contrução da "ilha nuclear",conatituida de

17 I ( ---, iji4c3nestw 1 Ertaixa.da em Suenos ;ir S lien. Nuclear de um reator tipo CANDU (Canadian Deuterium). O instrumento teria uma viger-leia de 10 anos. 35. Embora se prevesse uma maior participaaão nacional no t,.ro feto, Embalse seria, ainda, uma central "chave em lao-. Em 1973, firmava-se, assim o contrato para a construção da central, de 600 Aw, er - tre a Argentina, Canad:, e Itália. 36. O prazo para o término dos trabalhos foi fixado em 6 ses a partir de abril de 1974, ou seja, cinco anos e nove meses. A pra visão de concluir a obra no primeiro trimestre de 1930, contudo, não se cumpriu e a entrada em operação de Embalse é esperada para o iníciodes te ano,jà que o Governo atribuiu prioridade a esa.s trabalhos e deci - diu alcear, em 1932, todos os recursos necessários a sua finalzação. 37. De acordo com a CNEA, os atrasos registrados se deveram fundamentalmente, ã adversa cso,iuntura econômica internacional e à difi cil situação econômico-financeira argentl.a a partir de Ademais desses inconvenientes econômicos, tornou-se necessário renegociar o con trato para transfereneia de tecnologia com a empresa canadense, pois a mesma le,rantou questões de salvaguardas que considerou não estarem vistas no contrato inicial, fato este que, além.e afetar o cronograma geral do empreendimento, se refletiu, igualmente, no nível de participa ção do pessoal técnico-científico argentino no projeto, limitando, em parte, e alcance do treinamento que a CNEA pretendia para seus técnicos. 38. Mesmo considerando tais problemas, a CNEA teria logrado -fim elevado grau de participação 'Ui engenharia nacional no projeto, ter de sido possível destacar pessoal especializado para acompanhar, junto às empresas fornecedoras, a preparação de componentes como calandria, tubos de press5o, aspectos físicos do núcleo, sistemas de manuseio do 411, combustível, ciclo térmico,turbigrupo, transformador principal, bombas de água de circulação, bomba de condensado, entre outros. Ainda nesse contexto, vale mencionar que a Comissão reservou para si a quase totali dada_ das tarefas de montagem da usina. 39. Tal elenco de fatores, ao possibilitar um maior conhecimento tecnolégico, tornou viãvel à CNEA dar mais um passe adiant:e no oro cesso de implementação de seu programa de instalação de centrais, visando obter índices mais elevados de nacionalização. 40. A central nuclear de Embalse está prevista para entrar em funcionamento em março de 1983, ou seja, tras anos apôs a previsão i nicial. A partir desta data terá início um período de testes que, segundo o Vice-Presidente da Atcmic Enerqv of Canada Limited, levara al - guns meses, operando a central com baixa potncia, att- ser tecaicamente possível elevá-la à operação plena. 41. A usina adnta coim,.:ral-xle número de cwrponentes fabricados na Ar gentina, sob licença canadense e taliana, e utilizará, em sua primeira _ carga de uranio, combustível de,rocedencia canadense,?assando a ser

18 I\ In ; =';5"1"7. ';')--"C Embaixada em Suenos Aires S." s...7' En. Nuclear ser, posteriormente, 'alimentada com combustível nacional. 42. De acordo com dados divulgados pela ':NEA, o riucleo do reator *é composto de 4560 elementos combustíveis de dióxido de urânio, colocados em tubos de zircaloi. Estes tubos medem 50 centímetros cie comprimento por 10,4 centrimatros de diâmetro, com um peso total de 23 quilogramos dos quais 21 correspondem ao dióxido de urânio. O re ferido núcleo contem 95,76 toneladas de dioxido e a pot3ncia eletrlca líquida da central atinge 600 Mwe. 43. Um elemento combustívelde Embalse pode gerar Kw/h, o equivalente a 291 toneladas de óleo combustível ou 315 tonela das de carvão. 44. Segundo o Vice-Almirante Castro Madero, a construção de Embalse, apesar de certos percalços, resultou num importante oasso pa ra a autosuficiãncia do programa nucleoer,strico, já que a participa - ção nacional representou 33% dos trabalhos de engenharia, 100 da o - bra civil, 959J da montagem e 33% dos fornecimentos eletromecãnicos. 45. As usinas de Atucha I e Embalse compreendem o que se po deria considerar como a primeira etapa do plano nucleoel,strico argentino. 46. Uma segunda etapa, que se estende até o final deste século, tem efetivo início com a sanção do Decreto 302, de 1979 e, va le recordar, prevê a instalação de quatro novas centrais atômicas além de incluir urna ampla infraestrutura de apoio que permitirá ao país o domínio sobra o ciclo completo do combustível As demais Centrais Nucleares do programa; a Usina Nuclear de Atucha II. 47. Esta segunda etapa, que tem início operacional com. a a bertura da licitação para a compra de equipamentos paria usina de Atu cha II e para a constituiçôo de uma empresa de engenharia para atuar na construção de centrais, foi concebida para cobrir um período de 10 a- nos, a partir da entrada em funcionamento da referida usina, prevista para O plano proposto, compatibirzado com os demais projetos energéticos da Secretaria de Energia, definiu assim, a construção das quatro centrais nucleares na linha do urânio natural e água pesa- da, com uma pota,ncia entre 600/700 Mwe por unidade. riam: Tais centrais se a) Atucha II, localizada em Atucha, ProvíncLa de Buenos Aires com previsâc e entrada em serviço em 1987; b) Cuyo I, localizada em Mendoza, a ser concluída ate 1991; c) NOA, localizada no Noroeste, prevista para 1994/95 d) BAS, a ser construída no sul da Província de Buenos Aires, ate 1997.

19 , ,.. I\ 1 ''''-: 1, ----'7" "----- a_.._ ::;IACiNC,.:37-:2',..Eltaixada eai -eaenes Al a s 1Tn. Nuclear Segundo o Presidente da Comissão Nacional de Energia Ata mica, a eleição da linha de reatores, sua potánc,ia e o cronograma instalações teve que ser minuciosamente definida, de modo a possibili tar "no tempo e em megnitude uma serie de açáes paralelas que acomoa nham o objetivo de autosuficiáncia do programa argentino, como a expiotação de urãnio, fabricação de elementos combustíveis, produção de água lesada. 50. O Vice-Almirante Castro Madero assinala, ademais, que c cronograma, ao prever um intervalo de quatro anos entre a construção de cada usina, tem por objetivo propiciar a continuidade de intervenção das empresas privadas nacionais, permitindo-lhes maiores possibilidades de adaptação às necessidades do programa nuclear. 51. Ao finalizar o período, nota-se que o intervalo á reduzi do de um ano, fato que decorre das previsões de maior dermarda energática, devido à esperada redução dos recursos hidrelétricos disponíveis, re cursos estes que se tornariam cada vez mais escasos, diante da implemen tação eletiva do programa de usinas hidrelétricas. 52. A experiáncia adquirida em Atucha I e Embalse do Rio Ter ceiro permitiram que, para a construção de Atucha II,os estudos de loca lização, de engenharia da obra civil, a construção,e a montagem ficassem a cargo da CNEA. Na licitação internacional para a aquisição dos sofisticados equipamentos da "ilha nuclear" foi selecionada a empresa alemã KWU, subsidiária da Siemens, a quem se solicitou um projeto de cen trai similar ao de Atucha I, mas de uma potência superior, no caso, de 692 MWe. 53. Com vistas ao prosseguimento do programa nucleoelétrico e especificamente a partir deste Ultimo empreendimento, foi criada a Em presa Nuclear Argentina de Centrais Elétricas (ENACE). Trata-se de uma sociedade mista, com paricipação de CNEA e KWU e maioria acionária (753) da primeira A ENACE, assim, dirige a construção de Atucha II, tem a seu cargo a arquitetura industrial, dispõe da faculdade de abrir licita çães e suhcontratar, bem como á responsável pelo controle de qualidade dos trabalhos. A KWU proverá os elementos do setor nuclear e do turbo grupo, transferindo tecnologia e eperiencia. n justamente função da ENACE ser receptáculo desta tecnologia para capacitar o país em ativida des de desenho, construção e administração de projetos desta envercradura. A participação alemã diminuirá no decorrer do tempo, de modo que as centrais que se seguirão no PlenoNucicar deverão ser dirigidas por uma empresa totalmente nacional. 55. A principio, o projeto de Atucha II avançou de asarão com os cronogramas previstos. Assinados os contratos comerciais com a KWU e os financeiros com os bancos alemães, se procedeu a colocar as or- das

20 7 Embaixada em Buenos Aires e:^e7 r. Nuclear rio ordens de compra relacionadas com diversos dos grandes= ponentes, preparando-se a engenharia para a obra civil, após o que se iniciou a construção. 56. Apesar de o ritmo.d.e construção de Atucha II ter acompa nhado as previsóes iniciais, as recentes crises por que esta: paesando a economia argentina se refletiram rias dotaç3es orçamentárias da CNEA, impondo um arrefecimento no curso dos trabalhos, fato que, diretamente, afetou o projeto, pois a Comissão decidiu, como assinalado, atribuir prioridade máxima à conclusão das obras de Embalse do Rio Terceiro. 57. Assim, segundo o próprio Vice-Almirante Castro Madero, Atucha II cumpriu, e.: apenas 52% do cronegrama programado para sua etapa inicial de construção, o que representou 19% do total global do empreendimento, e ao finalizar 1982, a CNEA havia começado a montagem da esfera de contenção da Central Nuclear de Ateaha II. 58. Cabe registrar, com respeito a esta usina, que a participação de empresas nacionais no projeto, será igualmente significativa, do que é prova o contrato com a firma Pescarmona S.A. para a construção de C.ois geradores de vapor, trés unidades de resfriamento para o moderador e o pressurizador. 59. No quadro do subprograma de instalação de centrais nucleares, cabe assinalar que a Argentina, com efeito, está logrando um significativo progresso. Atucha II, segunde as últimas previsces, cen tarã com uma participação nacional de 30,2% nos fornecimentos eletiome cãnicos, de 100'ú na obra civil, de 16, 1% rios trabalhos de engenharia, de 71% nas tarefas de direção, montagem e colocação em funcionamento. Ademais, 100% do primeiro núcleo de combustível e a primeira carga de água pesada serão de origem nacional. 60. As estimativas iniciais indicavam que Atucha II deveria começar a operar em julho de 1987, com 692 megawatts líquidos de po- tência. Para avaliar a sua importãncia cabe assinalar que Atucha I tem 345 megawatts e está fornecendo aproe:imadamente 10 do total gerado pelo parque elétrico nacional. Todavia, a usina de Ntucha II, devi do aos problemas econômico-financeiros do pais, teve a conclusão de seus trabalhos postergada para fins de Com a experiência obtida nesta central, se prevê realizar lon da engenharia e da obra civil, quando da amstruç5.o da 4A central atômica, que atualmente, se encontra em estudos. A e2:periência alcan sada até o momento, de acordo com especialistas na mataria, permite a- firmar que a Argentina tem condições de atingir, até o ano 2000, um grau de nacionalizacão na construção de centrais nucleares da ordem de 8n. 1

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