CFM proíbe médico de atuar como perito

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1 INFORMATIVO Nº IMPRESSO E ON-LINE TIRAGEM: JUNHO CFM proíbe médico de atuar como perito O Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) de 17/5/2013, a Resolução nº 2.015, de 16/4/2013, que deu nova redação ao artigo 12 da Resolução nº 1.488, de 11/2/1998, proibindo o médico da empresa, o responsável pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) e o médico participante do serviço especializado em Segurança e Medicina do Trabalho de atuarem como peritos judiciais, securitários ou previdenciários nos casos que envolvam a firma contratante e/ou seus assistidos (atuais ou passados). CONFIRA A medida foi determinada em razão das frequentes demandas judiciais que questionavam a proibição de atuação do médico de empresa em processos judiciais como assistente técnico, já que este emite parecer e não laudos periciais. Perfurocortantes Seleção de Materiais - Etapa 4 Com isso, foi revogado o art. 12 da Resolução CFM nº 1.488/1998. Pág. 02 Pág. 02 Lei garante estabilidade a gestante durante aviso prévio

2 NR 32 De acordo com a descrição dada pelo Manual de Implementação - Programa de Prevenção de Acidentes com Materiais Perfurocortantes em Serviços de Saúde, distribuído pela Fundacentro, a etapa 4 da Seleção de Materiais determina os critérios para a seleção de produto e a identificação de outros aspectos relevantes. A seleção do produto é baseada em dois tipos de critérios: - Design, que especifica as atribuições físicas de um perfurocortante, incluindo características exigidas com relação às necessidades clínicas e características desejadas do dispositivo de segurança; e DE OLHO NA NOTÍCIA A lei nº , de 16/5/2013, acrescentou o artigo 391-A na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), garantindo estabilidade provisória à gestante durante o período do aviso prévio. O artigo diz: A confirmação do estado de gravidez advindo no curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio trabalhado ou indenizado, PERFUROCORTANTES SELEÇÃO DE MATERIAIS ETAPA 4 - Desempenho, que especifica o quanto um dispositivo funciona bem para seus fins propostos de atendimento ao paciente e segurança ao trabalhador. Outras questões a serem consideradas incluem: - Impacto sobre o volume de resíduo - algumas características de segurança (por exemplo, barreiras de proteção contra acidentes adicionadas à seringa ou ao holder/adaptador de agulha de coleta a vácuo de uso único) aumentam o volume de resíduo e exigem alterações correspondentes no uso de coletores de descarte para perfurocortantes, incluindo seu tamanho e a frequência de sua substituição; e LEI GARANTE ESTABILIDADE A GESTANTE DURANTE AVISO PRÉVIO garante à empregada gestante a estabilidade provisória prevista na alínea b do inciso II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias". Essa questão já vinha sendo amplamente debatida no judiciário trabalhista, cujas decisões garantiam a estabilidade da gestante no curso do aviso prévio. - Embalagem - alterações ou diferenças no acondicionamento do material podem afetar o volume de resíduo, facilitar a abertura e a capacidade em manter a assepsia da técnica. Deve-se também verificar se as instruções escritas na embalagem ou dentro dela são claras e úteis para orientar os trabalhadores da saúde na ativação do dispositivo de segurança. O manual inclui uma planilha para ajudar as equipes de seleção e padronização a pré-selecionarem materiais, usando critérios de design e desempenho e outras considerações, além de auxiliar as instituições a documentarem o processo de seleção ou rejeição de um produto específico. Com a lei, havendo confirmação da gravidez, inclusive durante o aviso prévio cumprido ou indenizado, a empregada gestante terá garantido o seu contrato de trabalho pelo prazo de 120 dias ou em prazo maior, caso haja prorrogação dessa garantia através de acordo ou convenção coletiva de trabalho. MPF RECOMENDA FORNCECER PRONTUÁRIO DE PACIENTE FALECIDO O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) publicou, em sua página na internet, a Recomendação do Ministério Público Federal (MPF) nº 3, de 31/5/2013, que orienta os diretores de hospitais ou àqueles que vierem ocupar tal função, que a instituição hospitalar forneça os prontuários médicos dos pacientes falecidos ou que vierem a óbito, quando solicitada por ex-cônjuge, ex-companheiros (as), ou sucessor legítimo do paciente morto em linha reta ou colateral até o quarto grau, observada a ordem de vocação hereditária, mediante comprovação do vínculo familiar, independentemente de decisão judicial. Mais informações estão disponíveis no link: RESOLUÇÃO DO CFFa ESPECIFICA ATRIBUIÇÕES DO RESPONSÁVEL TÉCNICO Resolução nº 331/2006. e de outras atribuições do profissional. O Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) de 2 de maio de 2013, a Resolução nº 430, de 19 de março de 2013, que dispõe sobre o responsável técnico em Fonoaudiologia, e revoga a A nova resolução, além de especificar as atribuições do responsável técnico, também dispõe sobre o tempo de permanência do mesmo dentro da empresa A íntegra da norma pode ser solicitada à biblioteca do SINDHOSP, pelo e- -mail: EXPEDIENTE EDITORA: Ana Paula Barbulho (MTB 22170) REDAÇÃO E REVISÃO: Ana Paula Barbulho, Fabiane de Sá, Aline Moura e Rebeca Salgado EDITORAÇÃO ELETRÔNICA: Carlos Eduardo e Thiago Alves - depto. de Marketing COLABORARAM NESTA EDIÇÃO: Eriete Ramos Dias Teixeira, superintendente Jurídica; Durval Silverio de Andrade, Lucinéia Nucci e Carlos Tomanini, advogados; Patrícia Molina, assistente do depto. de Administração Médica; Silvia Maria Garcia de Lucca, bibliotecária; Bruno Vianna, Cadastro. FOTO MATÉRIA CAPA: Thinkstock CORRESPONDÊNCIAS PARA: Assessoria de Imprensa R. 24 de Maio, 208-9º andar CEP: São Paulo - SP Tel. (11) Fax: (11)

3 JURISPRUDÊNCIA COMENTADA TRABALHISTA Empregada admitida grávida não obtém estabilidade durante contrato de experiência O caso foi decidido pelo juiz da 3ª Vara do Trabalho de Uberlândia (MG), no julgamento do processo nº Ao analisar as provas da ação judicial, o juiz Erdman Ferreira da Cunha entendeu que havia apenas uma expectativa de que a reclamante seria chamada para compor uma turma a ser treinada. Porém, na avaliação de desempenho necessária ao perfil do cargo a ser assumido, a trabalhadora não atingiu a finalidade para que assumisse o cargo pretendido, sendo essa a justificativa do magistrado. Ele ainda entendeu que o direito à estabilidade da gestante não se aplicaria ao caso, apresentando uma distinção entre o contrato de experiência dos demais contratos por prazo determinado, frisando: Não se trata a hipótese de funcionária que já exercia amplamente a função para a qual foi contratada, restrita tão somente pelo prazo inicialmente determinado para sua atuação, como acontece com os empregados temporários contratados em razão do aumento extraordinário dos serviços, mas, como já fundamentado, tratava-se de funcionário em treinamento. Fez um destaque interessante a respeito da súmula 244, III, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que reconhece o direito à estabilidade da gestante mesmo na hipótese de contratos por prazo determinado, enfatizando que isso poderia criar uma via única para efetivação de indenizações, pois os empregadores não irão bancar a continuidade do contrato de quem não foi aprovado para a função experimentada. E acrescentou: Se o escopo de estender-se a garantia é restritamente de cunho social, então o custo não deveria ser amplamente atribuído ao empregador. Para o departamento Jurídico do SIN- DHOSP, trata-se de uma decisão interessante por aparentar uma visão justa e razoável à luz do novo entendimento trazido pela súmula 244. Houve recurso da parte prejudicada, porém, sem novo resultado até o momento. Membro de Conselho Fiscal não obtém estabilidade garantida A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reiterou entendimento que os membros de Conselhos Fiscais de sindicatos não detêm a estabilidade garantida ao dirigente sindical nos artigos 543, parágrafo 3º, da CLT, e 8º, inciso VIII, da Constituição Federal. A decisão unânime que negou provimento ao recurso de empregado dispensado da Atende Bem Soluções Atendimento Informação Comunicação e Informática Ltda. manteve entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS). Recurso de Revista nº RR Mantida justa causa de trabalhadora pelo uso indevido de prontuários médicos Por ocasião do julgamento de um recurso no Tribunal Superior do Trabalho (TST) - AIRR , a Sétima Turma manteve a decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT-RS), que validou a dispensa por justa causa de uma ex-enfermeira, por ter utilizado prontuários médicos de pacientes como prova em ações trabalhistas movidas contra o hospital. Nas ações em que eram pedidas diferenças de adicional de insalubridade, os prontuários serviriam para comprovar a exposição a agentes insalubres pelo contato com pacientes portadores de doenças infectocontagiosas. O relator na turma, ministro Pedro Paulo Manus, observou que ficou comprovado que a enfermeira tinha conhecimento de que os prontuários médicos, que continham informações sigilosas de pacientes, eram utilizados em ações contra o hospital. O relator acrescentou que, contrariamente ao afirmado pela enfermeira, ela não só utilizou os prontuários em ação movida com outros colegas (plúrima), mas também em outra ação individual em que somente ela figurou no polo ativo. CÍVEL Hospital não pode receber valores do DPVAT O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), ao apreciar o recurso de apelação nº , decidiu que um hospital não pode receber, por cessão de direitos, valores do seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT) em nome dos beneficiários, confirmando a sentença do juiz do fórum da comarca de São Bento do Sul. A entidade hospitalar havia apresentado procuração com a cessão de direitos de 26 vítimas de acidente de trânsito, atendidas no período de agosto a novembro/2009. A decisão do TJ-SC foi no sentido de tornar nulas as cessões dadas por procuração, aplicando as disposições da lei nº , publicada em 4 de junho de 2009, que proíbe tal conduta pelos estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, já que se constitui um direito do segurado, vítima de acidente de trânsito. TRIBUTÁRIO Hospitais não são beneficiados pela alíquota zero no fornecimento de medicamentos A 7ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Distrito Federal), por unanimidade de votos, deu provimento ao recurso apresentado pela Fazenda Nacional, por ocasião do julgamento da apelação nº , decidindo que não cabe a aplicação da alíquota zero aos medicamentos fornecidos por hospitais ou clínicas na prestação de seus serviços essenciais. A ação foi proposta pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Mato Grosso (Sindessmat), que obteve decisão em primeira instância, assegurando a seus filiados a exclusão da base de cálculo do PIS/Cofins no valor dos medicamentos utilizados em suas atividades, conforme regime de alíquota zero previsto no art. 2º da lei nº /2000. A Fazenda Nacional sustentou, em seu recurso, que o fornecimento de medicamentos por hospitais e clínicas não caracteriza venda ou comercialização. Analisando o recurso, o relator, desembargador Luciano Tolentino Amaral, centrou o caso na orientação jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece: Esta Corte possui o entendimento pacífico de que é inaplicável a alíquota zero prevista no art. 2º da lei /2000 a entidades hospitalares ou clínicas médicas, pois a venda de medicamentos, seja no atacado ou no varejo, não constitui sua atividade essencial (STJ, AgRg-REsp nº /PR, relator ministro Napoleão Nunes, T1, DJ-e 17/09/2012). Ainda completou o relator que os hospitais e clínicas não se dedicam à comercialização de medicamentos. Estes não são vendidos ao paciente, mas utilizados na prestação dos serviços médicos, integrando o seu preço. São insumos necessários ao desenvolvimento das atividades da sociedade. O Sindessmat ingressou com recurso especial, que seguirá para o STJ. 3

4 ACORDOS E CONVENÇÕES Convenções Coletivas de Trabalho firmadas com os Sindicatos: Negociações Coletivas em discussão com os Sindicatos: 01/12 01/12 01/03 01/06 01/06 01/07 Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São Paulo e Região Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de São José do Rio Preto e Região Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Sorocaba e Região Fisioterapeutas, Terapeutas Ocupacionais, Auxiliares em Fisioterapia e Auxiliares de Terapia Ocupacional no Estado de São Paulo Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado de São Paulo Técnicos e Auxiliares em Radiologia de São José do Rio Preto Odontologistas do Estado de São Paulo Odontologistas de Piracicaba Único dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Osasco e Região Empregados em Estabelecimentos Privados e de Saúde e em Empresas que prestam Serviços de Saúde e Atividades Afins de São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá e Ribeirão Pires Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Ourinhos e Região Empregados em Estabelecimentos de Serviços Saúde de São José dos Campos e Região Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Campinas e Região Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Guarulhos e Região Profissionais de Secretariado dos Municípios de Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra Secretárias do Município de Campinas e Região Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Santos, São Vicente, Guarujá, Cubatão, Praia Grande, Litoral Norte e Sul Nutricionistas no Estado de São Paulo 2011/ /2012 LEGISLAÇÃO LEGISLAÇÃO FEDERAL MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO Portaria MS-GM nº 941, de 17/5/13, publicada no DOU nº 97, de 21/5/13, Seção 1, página 103 Altera e acresce dispositivo ao art. 8º da Portaria nº 529/ GM/MS, de 1º de abril de 2013, que institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP). Portaria MS-GM nº 868, de 16/5/13, publicada no DOU nº 94, de 17/5/13, Seção 1, página 129 Estabelece recursos do Bloco de Atenção de Média e Alta Complexidade a ser disponibilizado ao Estado de São Paulo, destinados às ações de saúde para o enfrentamento da Influenza Portaria MS-GM nº 874, de 16/5/13, publicada no DOU nº 94, de 17/5/13, Seção 1, página 129 Institui a Política 4 Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Portaria MS-GM nº 875, de 16/5/13, publicada no DOU nº 94, de 17/5/13, Seção 1, página 132 Estabelece as regras e os critérios para apresentação e aprovação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD). Portaria MS-GM nº 876, de 16/5/13, publicada no DOU nº 94, de 17/5/13, Seção 1, página 135 Dispõe sobre a aplicação da lei nº /12, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna comprovada, no âmbito do SUS. Portaria MS-GM nº 3.088, de 23/12/12, republicada no DOU nº 96, de 21/5/13, Seção 1, página 37 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo aquelas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Portaria MS-GM nº 121, de 25/1/12, republicada no DOU nº 96, de 21/5/13, Seção 1, página 40 Institui a Unidade de Acolhimento para pessoas com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas (Unidade Acolhimento), no componente de atenção residencial de caráter transitório da rede de Atenção Psicossocial. Portaria MS-GM nº 130, de 26/1/12, republicada no DOU nº 96, de 21/5/13, Seção 1, página 41 Redefine o Centro de Atenção Psicossocial, Álcool e outras Drogas 24 horas (CAPS AD III) e os respectivos incentivos financeiros. Portaria MS-GM nº 961, de 22/5/13, publicada no DOU nº 98, de 23/5/13, Seção

5 LEGISLAÇÃO 1, página 61 Inclui e altera valores dos procedimentos relacionados aos Bancos de Leite Humano na Tabela do SUS. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Resolução MS-Anvisa-RDC nº 26, de 15/5/13 publicada no DOU nº 93, de 16/5/13, Seção 1, página 63 Altera a RDC nº 10, de 21/3/2011, que dispõe sobre a garantia da qualidade de medicamentos importados, e dá outras providências. Resolução MS-Anvisa-RE nº 1.843, de 22/05/13 publicada no DOU nº 99, de 23/5/13, Seção 1, página 65 Habilita na Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (Reblas) os laboratórios relacionados. SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE Portaria MS-SAS nº 505, de 6/5/13, publicada no DOU nº 86, de 7/5/13, Seção 1, página 88 Aprova as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas adenocarcinoma de estômago. Portaria MS-SAS nº 522, de 13/5/13, publicada no DOU nº 92, de 15/5/13, Seção 1, página 43 Aprova o protocolo de uso do palivizumabe. Portaria MS-SAS nº 498, de 3/5/13, republicada no DOU nº 94, de 17/5/13, Seção 1, página 146 Define o fluxo e prazos para disponibilização dos Sistemas de Informação de Atenção à Saúde e envio das bases de dados do SCNES, SIA, SIH e CIHA para o ano de SECRETARIA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INSUMOS ESTRATÉGICOS Portaria MS-SCTIE nº 17, de 7/5/13, publicada no DOU nº 87, de 8/5/13, Seção 1, página 101 Torna pública a decisão de incorporar a cadeira de rodas motorizada na tabela de órteses, próteses e materiais especiais não relacionados ao ato cirúrgico do SUS. Portaria MS-SCTIE nº 18, de 7/5/13, publicada no DOU nº 87, de 8/5/13, Seção 1, página 101 Torna pública a decisão de incorporar a cadeira de rodas tipo monobloco e a cadeira de rodas (acima de 90 kg) na tabela de órteses, próteses e materiais especiais não relacionados ao ato cirúrgico do SUS. Portaria MS-SCTIE nº 19, de 7/5/13, publicada no DOU nº 87, de 8/5/13, Seção 1, página 101 Torna pública a decisão de incorporar a adaptação postural em cadeiras de rodas na tabela de órteses, próteses e materiais especiais não relacionados ao ato cirúrgico do SUS. Portaria MS-SCTIE nº 20, de 7/5/13, publicada no DOU nº 87, de 8/5/13, Seção 1, página 101 Torna pública a decisão de incorporar as cadeiras de rodas para banho em concha infantil, para banho com encosto reclinável e para banho com aro de propulsão na tabela de órteses, próteses e materiais especiais não relacionados ao ato cirúrgico do SUS. Portaria MS-SCTIE nº 21, de 7/5/13, publicada no DOU nº 87, de 8/5/13, Seção 1, página 101 Torna pública a decisão de incorporar o sistema de frequência modulada pessoal (FM) que possibilita a acessibilidade da criança e/ou jovem com deficiência auditiva no SUS. Portaria MS-SCTIE nº 22, de 23/5/13, publicada no DOU nº 99, de 24/5/13, Seção 1, página 126 Torna pública a decisão de não incorporar o esfíncter urinário artificial para tratamento da incontinência urinária masculina grave pós prostatectomia no SUS. LEGISLAÇÃO ESTADUAL Decreto nº , de 9/5/13, publicado no DOE nº 87, de 10/5/13, Seção I, página 3 Institui o Programa Estadual de Enfrentamento ao Crack, denominado Programa Recomeço. Resolução Conjunta SJDC-SEDS-SES 1, de 17/5/13, publicada no DOE nº 93, de 18/5/13, Seção I, página 32 Dispõe sobre as diretrizes e normas operacionais do Programa Estadual de Enfrentamento ao Crack. Projeto de Lei nº 328, de 2013, publicado no DOE nº 98, de 28/5/13, Seção Leg., página 23 Dispõe sobre a implantação do selo amigo do idoso, destinado às entidades que atendam idosos na modalidade casa de repouso. LEGISLAÇÃO MUNICIPAL Lei nº , de 30/4/13, publicada no DOC nº 82, de 1/5/13, página 1 Institui o Programa Municipal de Equoterapia como opção terapêutica de saúde pública para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida e/ou com outras necessidades específicas, no âmbito da cidade de São Paulo. CONSELHOS PROFISSIONAIS CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA Resolução CFF nº 571, de 25/4/13 publicada no DOU nº 82, de 30/4/13, Seção 1, página 106 Dá nova redação ao parágrafo único, do artigo 1º da Resolução CFF nº 542, de 19/1/2011, que dispõe sobre as atribuições do farmacêutico na dispensação e no controle dos antimicrobianos. Resolução CFF nº 572, de 25/4/13 publicada no DOU nº 85, de 6/5/13, Seção 1, página 143 Dispõe sobre a regulamentação das especialidades farmacêuticas, por linhas de atuação. Resolução CFF nº 573, de 22/5/13 publicada no DOU nº 99, de 24/5/13, Seção 1, página 180 Dispõe sobre as atribuições do farmacêutico no exercício da saúde estética e da responsabilidade técnica por estabelecimentos que executam atividades afins. Resolução CFF nº 574, de 22/5/13 publicada no DOU nº 99, de 24/5/13, Seção 1, página 181 Define, regulamenta e estabelece atribuições e competências do farmacêutico na dispensação e aplicação de vacinas, em farmácias e drogarias. CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA Resolução CFFa nº 429, de 19/4/13 publicada no DOU nº 83, de 2/5/13, Seção 1, página 103 Dispõe sobre a entrega das conclusões diagnósticas, ao paciente, nas diversas áreas de atuação fonoaudiológica. Resolução CFFa nº 430, de 19/4/13 publicada no DOU nº 83, de 2/5/13, Seção 1, página 103 Dispõe sobre o responsável técnico em Fonoaudiologia e suas atribuições, revoga a Resolução 331/2006, e dá outras providências. Resolução CFFa nº 431, de 19/4/13 publicada no DOU nº 83, de 2/5/13, Seção 1, página 103 Dispõe sobre o trabalho do fonoaudiólogo, pessoa física ou jurídica, que atua com aparelho de amplificação sonora individual, e revoga a Resolução CFFa nº 338/2006. CONSELHO FEDERAL DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL Resolução Crefito nº 423, de 3/5/13, publicada no DOU nº 98, de 22/5/13, Seção 1, página 69 Estabelece o Código de 5

6 LEGISLAÇÃO Processo Ético-Disciplinar da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional. Resolução Crefito nº 424, de 3/5/13, publicada no DOU nº 99, de 23/5/13, Seção 1, página 142 Estabelece o Código de Ética e Deontologia da Fisioterapia. Resolução Crefito nº 425, de 3/5/13 publicada no DOU nº 99, de 23/5/13, Seção 1, página 142 Estabelece o Código de Ética e Deontologia da Terapia Ocupacional. CURSOS E EVENTOS Campinas - Tel. (19) /7 - Gestão e Negociação: Recursos de Glosas, Bauru - Tel. (14) /7 - Gestão e Negociação: Recursos de Glosas, São José dos Campos - Tel. (12) /7 - Gestão e Negociação: Recursos de Glosas, Santos - Tel. (13) /7 - Gestão Financeira para Clínicas (Curso) São José do Rio Preto - Tel. (17) /7 - Gestão e Negociação: Recursos de Glosas, ÍNDICES INFLACIONÁRIOS FONTE DO MÊS DO ANO 12 MESES 6 MESES SINDHOSP 0,66% 0,35% 2,23% 2,59% 8,26% 6,97% 3,45% 3,33% INPC/IBGE 0,59% 0,35% 2,66% 3,04% 7,16% 6,95% 3,97% 3,8% IPC/FIPE 0,28% 0,1% 1,47% 1,57% 5,37% 5,11% 2,96% 2,36% FIPE/SAÚDE 1,31% 0,94% 2,57% 3,54% 6,49% 6,68% 3,32% 3,79% FIPE/SERVIÇOS MÉDICOS 0,12% 0,98% 1,77% 2,77% 4,45% 4,94% 2,24% 2,91% CONTRATO ASS. MÉDICA 0,84% 0,52% 2,62% 3,16% 8,44% 8,43% 3,86% 3,61% REMÉDIOS E P. LABORAT. 2,52% 1,63% 2,94% 4,63% 5,3% 5,59% 3,09% 4,6% IPCA/IBGE 0,55% 0,37% 2,51% 2,89% 6,49% 6,5% 3,93% 3,7% 6

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