Calendário de Obrigações e Tabelas Práticas - Tributário CEARÁ

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1 CEARÁ AGENDA DE OBRIGAÇÕES ESTADUAL E MUNICIPAL PARA JANEIRO/2007 IMPORTANTE 1) Esta agenda contém as principais obrigações a serem cumpridas nos prazos previstos na legislação em vigor. Apesar de conter, basicamente, obrigações tributárias, de âmbito estadual e municipal, a agenda não esgota outras determinações legais, relacionadas ou não com aquelas, a serem cumpridas em razão de certas atividades econômicas e sociais específicas. 2) Agenda elaborada com base na legislação vigente em Recomenda-se vigilância quanto a eventuais alterações posteriores. Acompanhe o dia-a-dia da legislação no Site do Cliente (www.iob.com.br/sitedocliente). ICMS - PRAZOS DE RECOLHIMENTO Contribuintes Período de apuração Recolhimento dia - Estabelecimento industrial e produtor agropecuário Dezembro Demais contribuintes inscritos no CGF Dezembro Microempresa e empresa de pequeno porte (EPP) Dezembro Substituição tributária - Operações internas Dezembro ICMS retido por substituição tributária por entradas no estabelecimento, para os contribuintes substitutos a que se referem as Seções I, II, X, Subseção II da Seção XI, Seções XII, XIII, XVIII, XX e XXIII, e na Seção XXI, os contribuintes enquadrados nas CNAEs-Fiscal /01, /02 e /03, todas do Capítulo II do Título I do Livro Terceiro do Decreto n o /1997; - Contribuintes credenciados a recolher o imposto em seus domicílios fiscais (substituição tributária ou antecipação) Dezembro Dezembro Operações internas com cimento Dezembro Operações internas com aditivos e lubrifi cantes Dezembro Observações (1) Os prazos constantes do quadro supracitado estão previstos nos arts. 74, 437, 471, 2 o, e 482 do RICMS/CE, aprovado pelo Decreto n o , de , e no art. 14 do Decreto n o , de (2) Nos termos do art. 75 do RICMS/CE, o prazo para recolhimento do imposto cujo vencimento ocorra em data em que, por qualquer motivo, não funcione agência bancária localizada no domicílio fi scal do contribuinte fi ca prorrogado para o 1 o dia subseqüente, com ressalva dos vencimentos previstos para o último dia do mês, hipótese em que o recolhimento será efetuado até o dia útil anterior. ICMS - OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DIA 15 - REMESSA DE ARQUIVO MAGNÉTICO - OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS Envio às Secretarias de Fazenda, Finanças ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal de arquivo magnético com registro fi scal das operações e prestações interestaduais efetuadas no mês anterior (Convênio ICMS n o 57/1995, alterado pelo Convênio ICMS n o 69/2002). Tributário - Janeiro/2007 CE 3

2 DIA 15 - GUIA INFORMATIVA DE DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS E CANCELADOS (GIDEC) Entrega da Gidec, pelos contribuintes usuários de documentos fi scais, em meio magnético (disquete) ou por meio do Sefaznet (art. 282 do RICMS/CE e Instruções Normativas n o s 40, de , e 07, de , alteradas pelas de n o s 15, de , e 17, de ). DIA 15 - DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS (DIEF) A Dief será apresentada mensalmente por contribuintes enquadrados nos regimes de pagamento normal (NL) e empresa de pequeno porte (EPP). A Dief declarará: a) os valores relativos às operações de entrada e de saída e às prestações de serviços de transporte e de comunicação realizadas durante o período de referência, bem como os valores do correspondente imposto normal, a título de substituição tributária, antecipação, importação e outras; b) os créditos e os débitos do ICMS lançados em decorrência das operações e prestações; c) o crédito do ICMS a ser transferido para o período seguinte; d) o valor do ICMS do período a recolher; e) os documentos fi scais utilizados ou cancelados no período; f) os produtos, as mercadorias ou os serviços referentes às operações de entrada e saída quando realizadas por: f.1) usuário do sistema de emissão por Processamento Eletrônico de Dados (PED), que emitam documentos fi scais por meio de formulários contínuos ou de segurança, exceto o estabelecimento varejista, usuário de ECF; f.2) celebrante de regime especial de tributação, mediante termo de acordo; g) a relação dos produtos e das mercadorias constantes do livro Registro de Inventário. (Decreto n o /2005 e Instrução Normativa n o 14/2005) 4 CE Tributário - Janeiro/2007

3 ISSQN - PRAZOS DE RECOLHIMENTO MUNICÍPIO DE FORTALEZA Os prazos de recolhimento do ISS do Município de Fortaleza são os indicados no quadro a seguir (*) : Contribuintes - Serviços de diversões públicas não permanentes ou exercidos de forma eventual, tais como shows, exposições e outros - Empresas e pessoas a estas equiparadas Período de apuração Dezembro Prazo de recolhimento Diariamente - Estabelecimentos de diversões públicas não compreendidos no quadro anterior - Sociedades de profi ssionais - Contribuintes permanentes sujeitos ao imposto por estimativa - Responsáveis pela retenção na fonte - Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado (Sindiônibus), relativamente aos serviços objeto de retenção Dezembro Novembro Empresas de transporte coletivo de passageiros Dezembro (*) Os prazos constantes desse quadro estão previstos no art. 71 do Decreto n o /2004. Nos termos do 3 o do referido artigo, o prazo estabelecido para pagamento do imposto, quando coincidir com dia não útil, fi ca prorrogado para o 1 o dia útil imediatamente seguinte ao vencimento. ISSQN - DECLARAÇÃO DIGITAL DE SERVIÇOS (DDS) - PRAZO DE ENTREGA Todas as pessoas jurídicas estabelecidas no Município, contribuintes ou não do ISSQN, mesmo as que gozem de isenção, imunidade ou regime especial de tributação, inclusive órgãos, empresas e entidades da Administração Pública Direta ou Indireta de quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, deverão apresentar a Declaração Digital de Serviços (DDS). O programa da DDS pode ser obtido no site da Secretaria Municipal de Finanças, no endereço n.fortaleza.ce.gov.br (art. 255 do RISS/Fortaleza - Decreto n o /2004). A DDS será entregue nos seguintes prazos: a) dia 10 - pessoas jurídicas ou equiparadas - Referência Dezembro/2006 b) dia 10 - Sindiônibus - Referência Novembro/2006 c) dia empresa de transporte coletivo de passageiros - Referência Dezembro/2006. O prazo estabelecido para a entrega da declaração, quando coincidir com dia não útil, fi ca prorrogado para o primeiro dia útil seguinte à data estabelecida para entrega. (RISS/2004-Fortaleza, art. 257, 3 o, na redação dada pelo Decreto n o /2006, art. 1 o ) Tributário - Janeiro/2007 CE 5

4 ICMS - RECOLHIMENTO EM ATRASO 1. FATOS GERADORES OCORRIDOS ATÉ Os débitos fi scais, quando não pagos na data do seu vencimento, estão sujeitos aos seguintes acréscimos legais: a) correção monetária: será efetuada mediante a multiplicação do valor do débito em cruzeiro, na data do vencimento, pelo coefi ciente obtido com a divisão do valor da Ufi r, do dia do efetivo pagamento, pelo valor da Ufi r do dia em que o débito deveria ter sido pago; b) acréscimos moratórios: serão aplicados os seguintes percentuais de acréscimos moratórios sobre o valor do imposto atualizado monetariamente: - até 15 dias da data prevista para o recolhimento...10% - de 16 a 45 dias...15% - depois de 45 dias...20% c) juros moratórios: o débito tributário, inclusive o decorrente de multa, atualizado monetariamente, será acrescido de 1% de juro ao mês ou fração de mês, mesmo quando decorrente de parcelamento ou denúncia espontânea. (Decreto n o /1992 e arts. 59 e 60 da Lei n o /1989, alterada pela Lei n o /1992) Nota Por intermédio da Lei n o , de , foi criada a Unidade Fiscal de Referência do Estado do Ceará (Ufi rce). Nos termos do art. 1 o da Instrução Normativa n o 41, de , todos os valores e índices expressos em uma Unidade Fiscal de Referência (Ufi r) deverão corresponder a uma Ufi rce. O valor da referida unidade para o exercício de 2001 foi fi xado em R$ 1,1739 pela mencionada Instrução Normativa n o 41/ FATOS GERADORES OCORRIDOS A PARTIR DE 1 o ATÉ Conforme a Lei n o , de , em vigor a partir de 1 o , os débitos fi scais, quando não pagos na data do seu vencimento, serão apurados em moeda vigente e acrescidos de: a) juros de mora: equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulada mensalmente, ou a qualquer outra taxa equivalente utilizada para títulos federais, nos termos das normas regentes. O percentual dos juros de mora relativo ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado será de 1%; b) acréscimos moratórios: o pagamento espontâneo do imposto ficará sujeito aos seguintes acréscimos moratórios, sem prejuízo, se for o caso, da atualização monetária: - até 15 dias da data prevista para o pagamento...10% - de 16 a 45 dias...20% - depois de 45 dias...30% 3. FATOS GERADORES OCORRIDOS A PARTIR DE ATÉ Conforme os arts. 61 e 62 da Lei n o , de (DOE CE de ), em vigor a partir de 1 o , e os arts. 76 e 77 do RICMS/1997, o recolhimento espontâneo do imposto, fora dos prazos regulamentares e antes de qualquer procedimento do Fisco, fi cará sujeito aos seguintes acréscimos legais: a) juros de mora: equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulada mensalmente, ou a qualquer outra taxa que vier a substituí-la que incidirão a partir do primeiro dia após o vencimento do débito. O percentual de juros de mora relativo ao mês, ou sua fração, em que o pagamento estiver sendo efetuado será de 1%; b) acréscimos moratórios: de 0,30%, por dia de atraso até o limite máximo de 21%, sem prejuízo da atualização monetária. 4. FATOS GERADORES OCORRIDOS A PARTIR DE Conforme arts. 61 e 62 da Lei n o , de , na redação da Lei n o , de (DOE CE de ), em vigor a partir de , o recolhimento espontâneo do imposto, fora dos prazos regulamentares e antes de qualquer procedimento do Fisco, fi cará sujeito aos seguintes acréscimos legais: a) juros de mora: equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulada mensalmente, ou a qualquer outra taxa que vier a substituí-la que incidirão a partir do primeiro dia após o vencimento do débito; b) multa: de 0,15%, por dia de atraso até o limite máximo de 15%, calculada sobre o valor originário do imposto. 6 CE Tributário - Janeiro/2007

5 MUNICÍPIO DE FORTALEZA - RECOLHIMENTO EM ATRASO Os débitos fi scais, quando não pagos na data do seu vencimento, estão sujeitos aos seguintes acréscimos legais: 1) fatos geradores ocorridos até : a) correção monetária: a atualização do débito para com a Fazenda Pública Municipal é feita tendo como base a Tabela Prática de Correção Monetária, publicada por meio de Instruções Normativas do Secretário de Finanças, corrigida pela variação da Ufir. Por meio do art. 29, 3 o, Lei n o /2002, foi extinta a Unidade Fiscal de Referência (Ufir), instituída pelo art. 1 o da Lei n o 8.383/1991, fixada para o ano de 2000 em R$ 1,0641; b) acréscimos moratórios: na hipótese de recolhimento espontâneo, serão aplicados os seguintes percentuais de multa, calculados sobre o valor dos tributos: - até 30 dias de atraso...10% - depois de um mês e até 60 dias de atraso...20% - após 60 dias de atraso...30% c) juros moratórios: incidem à razão de 1% (um por cento), ao mês ou fração. (Arts. 359, 370, 376 e 377 do Decreto n o 9.757/1995) 2) fatos geradores ocorridos a partir de 1 o : a) serão acrescidos de multa de mora, calculada à taxa de 0,33%, por dia de atraso, a partir do primeiro dia subseqüente ao do vencimento do prazo previsto para pagamento do tributo, até o dia em que ocorrer o recolhimento. O percentual de multa a ser aplicado é limitado a 20%; b) sobre os débitos a que se refere a letra a quando não pagos na data de seu vencimento, serão acrescidos de juros de mora equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), acumulada mensalmente. (Arts. 372, I e 5 o, e 383 do Decreto n o , de ) Tributário - Janeiro/2007 CE 7

6 ICMS - ALÍQUOTAS DO IMPOSTO Neste tópico tratamos das alíquotas das mercadorias referentes às operações internas e interestaduais. Não foram considerados tratamentos fi scais específi cos, como, por exemplo, benefícios fi scais (isenção, redução de base de cálculo), diferimento, suspensão e substituição tributária, bem como os casos de não-incidência e imunidade. 1. OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES INTERNAS Alíquotas Operações/Prestações Fund. legal 25% 17% 12% 27% Operações/prestações internas com as seguintes mercadorias: - fogos de artifício; - jóias; - querosene de aviação, óleo diesel, álcool anidro e hidratado para fi ns combustíveis. Para as demais mercadorias ou bens e serviços de transporte intermunicipal. Operações internas com: - microcomputadores, peças e partes componentes; - impressora para microcomputadores: matriciais, com velocidade de impressão até 500 cps; a jato de tinta, laser, com velocidade de impressão de até 20 páginas por minuto; - interface de comunicação de dados para microcomputadores e redes locais; - monitores de vídeo; - terminais de vídeo; - scanner; - mouse e trackballs; - dispositivos de leitura ótica; - adaptadores de impressão; - computadores de impressão; - dispositivos de armazenamento de dados para microcomputadores; - estabilizadores, shirt-breaks e no-breaks monofásicos de até 2.5 KVA; - unidades para leitura e gravação de compact disc laser (CD-laser); - disquetes e fitas magnéticas, DAT, streamer, em cartucho e em rolo para armazenamento de dados; - cartuchos de tinta para impressoras a jato de tinta e tonner para impressora a laser; - formulários contínuos e sanfonados para uso em impressoras; - formulários contínuos e sanfonados de etiquetas auto-adesivas; - ECF; - fi tas para impressora; - contadores líquidos; - medidor digital de vazão. Operações/prestações com: - bebidas alcoólicas; - armas e munições; - fumo, cigarros e demais artigos de tabacaria; - aviões ultraleves e asas-delta; - energia elétrica; - gasolina; - serviços de comunicação. 19% Embarcações esportivas. Art. 44, I, a, e II, da Lei n o /1996, alterado pelas Leis n o s /1997, /1998 e /1999, e art. 55, I, a, e II, a, do RICMS/1997 Art. 44, I, a, da Lei n o /1996 e art. 55, I, b, e II, b, do RICMS/1997 Arts. 55, I, c, e 641 do RICMS/1997, alterado pelos Decretos n o s /1998, /1999, /2000, /2001, /2002 e /2003 Lei Complementar n o 37/2003 Lei Complementar n o 37/ OPERAÇÕES/PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS 2.1 Destinadas a contribuintes As alíquotas a seguir descritas são aplicáveis nas operações/prestações interestaduais realizadas entre contribuintes, ainda que destinadas a uso ou consumo do adquirente da mercadoria (ou do tomador do serviço): a) realizadas por contribuintes das Regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste e do Estado do Espírito Santo: - aplicar a alíquota de 12%, qualquer que seja a região em que estiver localizado o destinatário; b) realizadas por contribuintes das Regiões Sudeste e Sul: - aplicar a alíquota de 12%, quando o destinatário também estiver localizado na Região Sudeste ou Sul; - aplicar a alíquota de 7%, quando o destinatário estiver localizado na Região Norte, Nordeste ou Centro-Oeste, ou no Estado do Espírito Santo. As regiões retromencionadas são compostas, para fins do ICMS, pelas seguintes Unidades da Federação: Região Norte: Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins; Região Nordeste: Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe; Região Centro-Oeste: Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal; Região Sudeste: Estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo; Região Sul: Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul Serviço de transporte aéreo Nos termos da Resolução n o 95, de , do Senado Federal (DOU de ), na prestação de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro, carga e mala postal, a alíquota do ICMS é de 4%. 8 CE Tributário - Janeiro/2007

7 Nota O Plenário do Supremo Tribunal Federal julgou parcialmente procedente o mérito da Ação Direta de Inconstitucionalidade n o proposta pela Procuradoria-Geral da República (DOU de , Seção 1, pág. 1). A decisão manifesta o seguinte entendimento: não-incidência do ICMS na prestação de serviço de transporte aéreo intermunicipal, interestadual e internacional de passageiros. 2.2 Destinadas a não-contribuintes Neste caso, aplicar-se-á a alíquota prevista para as operações/prestações internas (art. 155, 2 o, VII, b, da Constituição Federal). TABELA DE CODIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE POR NATUREZA JURÍDICA, TIPO, CAE E REGIME DE RECOLHIMENTO Nat. Jurídica Cód. Tipo Tipo de Contribuinte CAE Regime de Recolhimento Observações 1 a 8 e Industrial 00 a Reg. Especial de Tributação (RET) 5 - Substituição (ST) 6 - Outros (OU) 7 - Microempresa (ME) 9 - Emp. Peq. Porte (EPP) - Somente se perder a condição de ME - Somente CAE 29 - Exceto NJ=7 e 10 - Exceto NJ=7 e Produtor Agropecuário Microempresa (ME) 9 - Emp. Peq. Porte (EPP) - Exceto NJ=7 e 10 - Exceto NJ=7 e Produtor Rural Outros (OU) - CAE e sem CGC, inscrito no CEI (pessoa física) - CAE e sem CGC (pessoa física) Prestador de Serviço de Transporte e Comunicação 50 e Outros (OU) 7 - Microempresa (ME) 9 - Emp. Peq. Porte (EPP) - Somente CAE Somente CAE , exceto NJ=7 e 10 - Somente CAE , exceto NJ=7 e 10 1 a 8 e Prestador de Outros Serviços 52 a Substituição (ST) 6 - Outros (OU) 7 - Microempresa (ME) 9 - Emp. Peq. Porte (EPP) - CAEs 53 (facultativo) e (obrigatório) - Somente CAE CAEs 54, 55 (exceto ), 56, 57, 58 e 59 - CAEs 52, 53, 55 e 56, exceto , , , , NJ=7 e 10 - CAEs 52, 53, 55 e 56, exceto , , , , NJ=7 e Comerciante Atacadista Substituição (ST) Comerciante Varejista Reg. Especial de Tributação (RET) 7 - Microempresa (ME) 9 - Emp. Peq. Porte (EPP) - Exceto CAEs , , , NJ=7 e 10 - Exceto CAEs , , , NJ=7 e Sociedade Civil 70 e Outros (OU) 9 22 Órgão Público Órgão Público (OP) (Instrução Normativa n o 19, de ) Tributário - Janeiro/2007 CE 9

8 ICMS - RECOLHIMENTO DO IMPOSTO - SISTEMA RECEITA ELETRÔNICO A Secretaria da Fazenda, por meio do endereço eletrônico desenvolveu o Sistema Receita com o objetivo de aprimorar o controle da arrecadação dos tributos estaduais e prestar um melhor serviço aos seus contribuintes. Foram efetuadas diversas alterações na sistemática de arrecadação, visando conseguir maior confi abilidade nas informações e agilidade no processamento dos pagamentos. As principais mudanças que afetam os usuários são as seguintes: 1 - O Documento de Arrecadação (DAE) teve seu modelo alterado, passando a ser impresso exclusivamente por meio eletrônico. O antigo formulário do DAE, que era vendido nas livrarias e preenchido manualmente ou mecanicamente pelo contribuinte, não pode ser mais utilizado. O novo DAE pode ser obtido pela Internet (no site da Sefaz), nos núcleos de execução da Secretaria da Fazenda e nos balcões de atendimento de prefeituras do interior do Estado. 2 - Todos os documentos de arrecadação devem ser emitidos com código de barras ou identifi cação equivalente, permitindo ao usuário utilizar as modernas tecnologias que já estavam disponíveis, por exemplo, na rede bancária (Internet, centrais de auto-atendimento etc.). 3 - A lista de bancos autorizados a receber receitas estaduais também foi alterada. 4 - Todos os códigos de receita foram modifi cados com a intenção de reduzir o número de códigos e simplifi car o preenchimento do DAE. COMO IMPRIMIR SEU DAE ELETRÔNICO As informações contidas nesta seção descrevem os requisitos mínimos para a emissão do DAE (Documento de Arrecadação Estadual) pela Internet. Recomendações * Para que o procedimento de emissão do DAE Eletrônico seja bem sucedido, é necessário que o seu navegador seja Internet Explorer 4.0 ou superior, ou Netscape Navigator 4.0 ou superior. * Para a correta impressão, verifi que se as confi - gurações da impressora utilizada conferem com as seguintes especifi cações: Papel - carta (8,5 11 pol.) ou A4 (210 mm 297 mm) Cabeçalho - deverá fi car em branco Rodapé - deverá fi car em branco Orientação - a opção retrato (portrait) deve estar habilitada Margens - todas 0,00 * Se a impressora for remota (em rede), verifi que se as confi gurações de impressão do computador no qual a impressora está conectada obedecem às recomendações descritas anteriormente. 10 CE Tributário - Janeiro/2007

9 TABELA DE CÓDIGOS DE RECEITA Código Descrição 1015 ICMS Regime Mensal de Apuração 1023 ICMS Antecipado 1031 ICMS Substituição Entrada Interestadual 1040 ICMS Auto de Infração 1058 ICMS Substituição Saída 1066 ICMS Dívida Ativa 1074 ICMS Parcelamento 1082 ICMS Importação 1090 ICMS Diferencial de Alíquota 1104 ICMS Substituição Entrada Interna 1112 ICMS Estoque Final 1120 ICMS Outros 3018 IPVA 3026 IPVA Parcelamento 3034 IPVA Auto de Infração 3042 IPVA Dívida Ativa 4014 ITCD 4022 ITCD Parcelamento 4030 ITCD Auto de Infração 4049 ITCD Dívida Ativa 5010 Contribuição de Melhoria 6017 Taxa de Administração Fazendária 6025 Taxa de Segurança Pública 6033 Taxa Anual de Segurança c/ Incêndio 6041 Taxa de Aprovação de Projetos de Construção 6050 Taxa de Saúde 6068 Taxa de Educação 6076 Taxa de Insp. Indl. Sanitária 6084 Taxa de Bingo 6092 Taxa de Serviço Gráfi co 6106 Taxa da Semace 7013 Aluguéis Código Descrição 7021 Arrendamentos 7030 Multas de Obrigações Acessórias 7048 Multas de Obrigações Acessórias Dívida Ativa 7056 Multas do Funpece 7064 Multas de Inspeção Industrial Sanitária 7072 Multas do TCE 7080 Multas s/ Prestação de Serviços de Arrecadação 7099 Multas Sirepasse Financeiro 7102 Outras Multas Contratuais 7110 Devolução de Suprimento de Fundos 7129 Saldo de Exercícios Anteriores 7137 Restituições da Folha de Pagamento 7145 Restituições de Convênios 7153 Custas Judiciais 7161 Equipamentos Turísticos - Centro de Convenções 7170 Equipamentos Turísticos - Centro de Turismo 7188 Equipamentos Turísticos - Hotel Escola de Guaramiranga 7196 Equipamentos Turísticos - Teleférico de Ubajara 7200 Certidão do Arquivo Público 7218 Serviços de Laboratório 7226 Programa Hora de Plantar 7234 Teatro José de Alencar 7242 Inscrição de Concursos 7250 Receita Judiciária - Tribunal de Justiça 7269 Edital 7277 Rendas 7285 Ressarcimento 7293 Contribuição do Fermoju 7307 Honorários Advocatícios 7323 Multas Espontâneas de Obrigações Acessórias (Instrução Normativa n o 5, de ) Tributário - Janeiro/2007 CE 11

10 TRIBUTOS ESTADUAIS - UNIDADE FISCAL DO ESTADO DO CEARÁ (UFECE) - TABELA DE VALORES A PARTIR DE JANEIRO/1992 Mês Valor em Ufece Janeiro/1992 Cr$ 5.209,30 Fevereiro/1992 Cr$ 6.542,88 Março/1992 Cr$ 8.250,57 Abril/1992 Cr$ ,17 Maio/1992 Cr$ ,69 Junho/1992 Cr$ ,86 Julho/1992 Cr$ ,66 Agosto/1992 Cr$ ,02 Setembro/1992 Cr$ ,04 Outubro/1992 Cr$ ,67 Novembro/1992 Cr$ ,79 Dezembro/1992 Cr$ ,85 Janeiro/1993 Cr$ ,00 Fevereiro/1993 Cr$ ,43 Março/1993 Cr$ ,00 Abril/1993 Cr$ ,38 Maio/1993 Cr$ ,94 Junho/1993 Cr$ ,53 Julho/1993 Cr$ ,56 Agosto/1993 CR$ 373,46 Setembro/1993 CR$ 492,93 Outubro/1993 CR$ 662,40 Novembro/1993 CR$ 895,30 Dezembro/1993 CR$ 1.198,81 Mês Valor em Ufece Janeiro/1994 CR$ 1.638,65 Fevereiro/1994 CR$ 2.280,51 Março/1994 CR$ 3.185,87 Abril/1994 CR$ 4.575,87 Maio/1994 CR$ 6.463,42 Junho/1994 CR$ 9.320,90 Julho/1994 R$ 4,90 Agosto/1994 R$ 4,90 Setembro/1994 R$ 4,90 Outubro/1994 R$ 4,90 Novembro/1994 R$ 5,13 Dezembro/1994 R$ 5,40 Janeiro/1995 R$ 5,91 Fevereiro/1995 R$ 5,91 Março/1995 R$ 5,91 Abril/1995 R$ 6,17 Maio/1995 R$ 6,17 Junho/1995 R$ 6,17 Julho/1995 R$ 6,61 Agosto/1995 R$ 6,61 Setembro/1995 R$ 6,61 Outubro/1995 R$ 6,95 Novembro/1995 R$ 6,95 Dezembro/1995 R$ 6,95 SUBSTITUIÇÃO DA UNIDADE FISCAL DO ESTADO DO CEARÁ (UFECE) PELA UFIR Nos termos do art. 1 o da Lei n o /1995, desde 1 o , foi adotada a Unidade Fiscal de Referência (Ufi r) no Estado do Ceará. Para efeito de conversão, fi cou mantida a mesma relação percentual quantitativa da Ufi r. Por meio do art. 29, 3 o, da Lei n o /2002, foi extinta a Unidade Fiscal de Referência, instituída pelo art. 1 o da Lei n o 8.383/1991. Por intermédio da Lei n o , de , foi criada a Unidade Fiscal de Referência do Estado do Ceará (Ufi rce). Nos termos do art. 1 o da Instrução Normativa n o 41, de , todos os valores e índices expressos em uma Unidade Fiscal de Referência (Ufi r) deverão corresponder a uma Ufi rce. O valor da referida unidade para o exercício de 2001 foi fi xado em R$ 1,1739 pela mencionada Instrução Normativa n o 41/2000. UNIDADE FISCAL DO ESTADO DO CEARÁ (UFIRCE) Ano Valor R$ , , , , , , CE Tributário - Janeiro/2007

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