Regulatory Practice 2012 Seguros

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1 Regulatory Practice 2012 Seguros Principais normativos emitidos em 2011 kpmg.com/br

2 Sumário Editorial...3 CNSP/SUSEP...5 Averbação Simplificada...6 Capital Adicional...6 Cobertura de Acidentes Pessoais...7 Coberturas por Morte e Invalidez...7 Correspondente de Instituições Financeiras...9 Corretagem...9 Depósitos a prazo Exclusão de Cobertura Investimentos...12 Liquidação Ordinária...12 Microsseguros...13 Normas Contábeis...14 Planos de Seguros...15 Resseguros...15 Riscos Diversos...17 Sanções Administrativas...17 Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Cargas (RCOTM-C)...19 Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RCF-DC)...21 Seguro de Riscos de Engenharia...23 Títulos de Capitalização...24 ANS...27 Adaptação e Migração de Contratos...28 Atendimento...31 Carência...33 Comercialização de Planos Privados de Assistência à Saúde...33 Contabilização...34 CPC...34 Cumprimento de Regulação...36 Débitos Tributários e Não Tributários...37 Margem de Solvência...38 Monitoramento Operadoras...41 Padrão TISS...44 Penalidades...44 Plano de Contas...45 Plano de Recuperação Assistencial...45 Planos Privados de Assistência à Saúde...49 Portabilidade Programas de Promoção da Saúde...52 Redes Assistenciais...53 Sistema de Informações de Beneficiários...53 Índice Cronológico de Regulamentações...55

3 Editorial

4 4 Durante o ano de 2011 foram divulgadas diversas normas com impacto significativo para as entidades regulamentadas pela Superintendência de Seguros Privados SUSEP e a Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS. Nesta edição do Regulatory Practice Seguros, a KPMG no Brasil apresenta, de forma consolidada, as principais normas divulgadas e que foram comentadas na nossa publicação mensal Regulatory Practice Insurance News em De grande repercussão, a Resolução 232/11 acrescentou aspectos relevantes à Resolução 168/07, com relação às condições para contratação do resseguro, a sociedade seguradora ou o ressegurador local não poderá transferir para empresas ligadas ou pertencentes ao mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior, mais do que 20% do prêmio correspondente a cada cobertura contratada. Em novembro de 2011 foi divulgada a Resolução 236 que referendou a Resolução 232. Sobre a continuidade no processo de convergência às International Financial Reporting Standards IFRSs, durante o ano de 2011, a SUSEP, através da Circular 424/11, determinou que as demonstrações financeiras individuais referentes as data-base de 30 de junho (intermediárias) e 31 de dezembro de 2011 fossem elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pela SUSEP. As demonstrações financeiras consolidadas deverão ser publicadas de acordo com as normas emitidas pelo International Accounting Standards Board IASB, na forma homologada pelo CPC. Para as sociedades de capitalização, a Resolução 426 determinou para o exercício de 2011 que a forma de contabilização dos produtos de capitalização deverá ser mantida como estabelecida pela Circular 379/08, devendo ser adotados os pronunciamentos e interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC no que não contrariem a SUSEP. Dentre os mais diversos normativos emitidos pela ANS, destacamos a RN 259 que dispõe sobre assuntos sobre a garantia de atendimento dos beneficiários, a IN DIOPE e DIDES 5 que trata sobre o ressarcimento ao SUS, a IN DIOPE 47 que proíbe a adoção da avaliação de ativos imobilizados e propriedades para investimento ao valor de mercado (deemed cost) e a modificação na redação relacionada à margem de solvência através da RN 246, bem como a RN 247 que divulga o Plano de Contas. Como podemos observar, não são poucas as modificações que visam alinhar nossas práticas locais com as internacionais, fortalecer os controles internos e aprimorar as exigências de capital. Para propiciar uma utilização mais amigável, as normas contidas neste documento foram organizadas e reunidas por assunto tratado, não obedecendo, portanto, a ordem cronológica; também incorporam a eventuais modificações ocorridas no texto original durante o ano. Cabe ressaltar que a consolidação está restrita aos normativos editados no período, não contemplando normas emitidas posteriormente. Ao elaborar o Regulatory Practice 2012 Seguros, a KPMG no Brasil mantém o compromisso de prestar serviços de alto padrão e contribuir para o aprimoramento e entendimento da legislação e regulamentação locais. Esperamos que a leitura e consulta a este material possa contribuir com esse nosso propósito. Luciene Teixeira Magalhães Sócia Insurance Practice José Gilberto M. Munhoz Sócio Departamento de Práticas Profissionais (DPP)

5 CNSP/SUSEP

6 6 Averbação Simplificada Carta-Circular CGPRO 01, de Informações mínimas Tendo em vista as dúvidas que surgiram em relação às informações que devem constar das Averbações Simplificadas, previstas no Título III do Anexo às Resoluções 182, 183 e 184, todas de 2008, e Resolução 219/10, que tratam dos seguros RCA-C, RCTF-C, RCTA-C e RCTR-C, respectivamente, esta Carta-Circular esclarece que para todos os embarques será necessário informar, individualmente: data da partida e previsão da data de chegada; limite máximo de responsabilidade; valor do prêmio; e identificação do veículo transportador. Vigência: não menciona. Revogação: não há. Capital Adicional Carta-Circular CGSOA 05, de Determinação do capital adicional baseado no risco de subscrição Esta Carta-Circular vem firmar o entendimento da SUSEP, em complementação aos ramos de seguro listados no artigo 3º da Circular 411/10, que também não devem ser consideradas, para fins de determinação do capital adicional baseado no risco de subscrição das sociedades seguradoras, quaisquer operações de seguros de pessoas estruturados nos regimes financeiros de capitalização ou de repartição de capitais de cobertura. Por oportuno, a SUSEP informa que o capital adicional baseado no risco de subscrição relativo a tais operações será observado quando da regulamentação do referido capital para as operações de vida individual e previdência. Ainda, salienta que, para que a SUSEP possa realizar o seu cálculo do capital adicional baseado no risco de subscrição, visando suas atividades de monitoramento e supervisão, sem considerar as operações aqui tratadas, é necessário que as sociedades seguradoras informem corretamente o volume de tais operações nos quadros 2, 6 e 14A do Formulário de Informações Periódicas. Vigência: Revogação: não há.

7 7 Cobertura de Acidentes Pessoais Carta-Circular CGPRO 02, de Riscos excluídos nas coberturas de acidentes pessoais De acordo com a recomendação jurídica contida no Parecer SUSEP Coordenadoria de Contencioso Administrativo 304/10, da Procuradoria Federal junto à SUSEP, as sociedades seguradoras e entidades de previdência complementar aberta deverão promover alterações nas condições gerais/ regulamentos de seus produtos, com base no disposto abaixo: É vedado excluir das coberturas de acidentes pessoais os casos abaixo, quando estes forem diretamente decorrentes de um acidente pessoal: qualquer tipo de hérnia e suas consequências; o parto ou aborto e suas consequências; e o choque anafilático e suas consequências. Vigência: não menciona. Revogação: não há. Coberturas por Morte e Invalidez Circular 418, de Regras e critérios complementares A Circular 213/02 dispõe sobre regras e critérios complementares de funcionamento e de operação das coberturas por morte e invalidez oferecidas em planos de previdência complementar aberta. A Circular 418 revoga o normativo supracitado, mantendo grande parte de seu texto, trazendo algumas inclusões e alterações. Para fins de remissão, considera-se: EAPC: entidade aberta de previdência complementar e sociedade seguradora autorizada a operar planos de previdência complementar aberta; e FIE: fundo de investimento especialmente constituído ou fundo de investimento em quotas de fundos de investimento especialmente constituídos, cujos únicos quotistas sejam, direta ou indiretamente, sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. Período de Cobertura O percentual de carregamento, o critério e a forma de cobrança deverão constar da proposta de inscrição, da nota técnica atuarial, do regulamento e, no caso de planos coletivos, do contrato. No caso dos planos coletivos, admite-se que o regulamento e a nota técnica atuarial estabeleçam o percentual máximo de carregamento a ser utilizado pela EAPC, devendo o percentual de carregamento efetivamente cobrado constar do contrato. Exclusivamente nos planos estruturados no regime financeiro de capitalização, o participante poderá solicitar antes da ocorrência do evento gerador e quando expressamente previsto no regulamento, o resgate total de recursos do saldo da provisão matemática de benefícios a conceder, após o cumprimento de prazo de carência, que deverá ser de, no máximo, 24 meses, a contar da data de início da vigência da proposta de inscrição. O montante da provisão matemática de benefícios a conceder, correspondente ao saldo devedor da assistência financeira, incluindo a incidência do imposto de renda e, quando for o caso, do carregamento, não poderá ser resgatado.

8 8 Exclusivamente nos planos estruturados no regime financeiro de capitalização, o participante poderá solicitar antes da ocorrência do evento gerador e quando expressamente prevista no regulamento, a portabilidade total de recursos do saldo da provisão matemática de benefícios a conceder, após o cumprimento de prazo de carência, que deverá ser de, no máximo, 24 meses, a contar da data de início da vigência da proposta de inscrição. Nos planos coletivos instituídos, deverão ser observados, também, os dispositivos do respectivo contrato. O montante da provisão matemática de benefícios a conceder correspondente ao saldo devedor da assistência financeira, incluindo a incidência do imposto de renda e, quando for o caso, do carregamento, não poderá ser portado. Fica facultado às EAPCs estabelecerem critérios no regulamento do plano para aceitação de valores oriundos de portabilidades, sendo vedadas cláusulas que prevejam qualquer tipo de discricionariedade e cujos efeitos não sejam claros e transparentes para os participantes. A EAPC cedente dos recursos deverá efetivar a portabilidade até o quinto dia subsequente às respectivas datas determinadas pelo participante. A Resolução 213/02 determinava prazo até o 15 dia. O participante deverá receber documento fornecido pela EAPC: cedente dos recursos, no prazo máximo de sete dias, a contar das respectivas datas determinadas pelo participante para as portabilidades, atestando a data de sua efetivação e o(s) respectivo(s) valor(es) e EAPC cessionária(s); e cessionária dos recursos, no prazo máximo de sete dias, a contar das respectivas datas de recepção dos recursos, atestando a data de recebimento e respectivo(s) valor(es) e plano(s). A Circular 213 determinava prazo máximo de 20 dias para ambos os casos acima. Informação aos Proponentes, Participantes e Assistidos A denominação do plano deverá constar em todos os materiais informativos do plano, além dos elementos mínimos que já eram requeridos pela Circular 213. Não serão mais requeridos os itens abaixo: percentual de gestão financeira, quando previsto no regulamento a reversão de resultados financeiros durante o período de pagamento de benefícios; e em caso de resgate e portabilidade, o percentual de encargo de saída, com consignação da possibilidade de sua alteração automática por força de determinação regulamentar baixada pelo órgão (ou órgãos) competente. Deverão constar do material publicitário do plano, no mínimo, o nome da EAPC em caractere tipográfico e a denominação do plano. Prestação de Informações Pós-contratação Das informações que a EAPC deverá colocar à disposição dos participantes mensalmente, não será mais necessário informar a discriminação do percentual de encargo de saída incidente no caso de resgate e portabilidade para outro plano (ou planos) previdenciário. Regulamento do Plano Deverá constar do regulamento, em destaque, que o participante poderá consultar a situação cadastral de seu corretor, no site por meio do número de seu registro na SUSEP, nome completo, CNPJ ou CPF. Deverá constar do regulamento dispositivo mencionando que a aprovação do plano pela SUSEP não implica, por parte da Autarquia, incentivo ou recomendação a sua comercialização. Nota Técnica Atuarial A nota técnica atuarial passa a ter em sua estrutura o capítulo Introdução. Fundo de Investimento especialmente constituído para os Planos que ofereçam Reversão de Resultados Financeiros Deverão ser observados os critérios estabelecidos pela legislação específica dos planos de previdência complementar aberta, com cobertura por sobrevivência. O descumprimento desta Circular sujeitará a EAPC e seus administradores às sanções previstas nas normas vigentes. As disposições desta Circular aplicam-se, obrigatoriamente, aos planos aprovados a partir do início de sua vigência. Aos casos não previstos nesta Circular aplicam-se as disposições legais e regulamentares em vigor, especialmente as relacionadas com operações de previdência complementar aberta. Vigência: Revogação: Circular 213/02.

9 9 Correspondente de Instituições Financeiras Circular 423, de Concessão de assistência financeira a participante e atuação como correspondente de instituição financeira A Circular 320/06 dispõe sobre a concessão, pelas entidades abertas de previdência complementar e sociedades seguradoras de assistência financeira a participante de plano de benefícios de previdência complementar aberta e a segurado de seguro de pessoas e sobre a atuação dessas empresas como correspondente no País de instituições financeiras. A Circular 423 traz inclusões no texto na norma supracitada, como a seguir descrito. Durante o período de vigência da assistência financeira, a EAPC ou a sociedade seguradora deverão fornecer a cada titular, pelo menos anualmente, informação sobre o saldo devedor atualizado, bem como informação sobre os procedimentos a serem observados pelo titular, caso deseje liquidar antecipadamente o valor da dívida assumida no contrato de assistência financeira. Sempre que solicitado, a EAPC ou a sociedade seguradora fornecerão ou colocarão à disposição do titular a informação acima, ou quaisquer outras relacionadas ao contrato de assistência financeira, no prazo máximo de dez dias a partir da data de seu protocolo pelo titular junto à EAPC ou à sociedade seguradora. No caso de liquidação antecipada do contrato de assistência financeira pelo titular, devem ser observados obrigatoriamente pela EAPC ou pela sociedade seguradora os seguintes procedimentos: o documento de cobrança gerado pela EAPC ou pela sociedade seguradora deverá apresentar data de vencimento com pelo menos dez dias de antecedência, contado da data de sua postagem, ou de pelo menos cinco dias, contado da data de sua efetiva entrega ao titular, nos casos de recebimento do documento de cobrança nas instalações ou representações da própria EAPC ou sociedade seguradora; e é vedado à EAPC ou à sociedade seguradora solicitar quaisquer outros documentos do titular, que não aqueles relacionados à sua identificação. As EAPCs e as sociedades seguradoras terão 60 dias para se adaptarem às disposições desta Circular. Vigência: Revogação: não há. Corretagem Resolução 233, de Entidades autorreguladoras do mercado de corretagem Esta Resolução estabelece as condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, de resseguros, de capitalização e de previdência complementar aberta, na condição de auxiliares da SUSEP. Considera-se, para efeito desta Resolução: Entidade autorreguladora: entidade constituída com personalidade jurídica de direito privado autorizada a funcionar como órgão auxiliar da SUSEP, na forma prevista nesta Resolução, com a incumbência de fiscalizar, processar, julgar e aplicar sanções por infrações a normas de conduta, por si voluntariamente estabelecidas e também àquelas previstas na legislação, praticadas por membros do mercado de corretagem. Mercado de corretagem: mercado de intermediação dos contratos de seguro, resseguro, capitalização e previdência complementar aberta, com exceção do seguro especializado em saúde. Membros do mercado de corretagem: todos os corretores, pessoas naturais e jurídicas, e seus prepostos, que atuam no mercado de corretagem. As entidades autorreguladoras terão por objetivo zelar pela observância às normas jurídicas, em especial pelos direitos dos consumidores, e fomentar a elevação de padrões éticos dos membros do mercado de corretagem, bem como as boas práticas de conduta no relacionamento profissional com segurados, corretores e sociedades seguradoras, resseguradoras, de capitalização e entidades abertas de previdência complementar. As entidades autorreguladoras do mercado de corretagem serão constituídas na forma de associação civil sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial e prazo de duração indeterminado. O funcionamento e a extinção das entidades autorreguladoras ou das atividades de autorregulação dependem de prévia autorização da SUSEP, observadas as condições constantes da Resolução. É vedada às entidades qualquer atividade relacionada com autorregulação não especificada no estatuto social. O quadro social das entidades autorreguladoras do mercado de corretagem poderá ser composto exclusivamente por membros do mercado de corretagem e por entidades que representem legalmente seus interesses. As entidades autorreguladoras não poderão recusar a inscrição em seus quadros a membro do mercado de corretagem, ressalvado quando tenha cometido, nos últimos cinco anos, crime ou infração, administrativa ou estatutária, passível de expulsão nos termos do respectivo estatuto.

10 10 Os recursos e receitas das entidades, destinados aos investimentos e ao custeio das suas atividades de autorregulação, serão constituídos de doações, contribuições, emolumentos, comissões, multas e quaisquer outras fontes previstas no estatuto. As entidades autorreguladoras do mercado de corretagem só poderão ser extintas ou deixar de executar as atividades de autorregulação mediante cumprimento de todas as suas obrigações e conclusão de todos os seus trabalhos em curso, conforme estabelecido em seu estatuto social e pela SUSEP, ressalvada a hipótese de transferência de suas atribuições à entidade autorreguladora autorizada a funcionar. Cessadas as atividades de autorregulação, os bens e recursos remanescentes a estas vinculados serão destinados a outra entidade autorreguladora ou à SUSEP. As entidades autorreguladoras observarão, dentre outros, os princípios da boa-fé objetiva, da ampla defesa, do contraditório, do devido processo legal, da economia processual, da razoabilidade, da proporcionalidade e os valores da urbanidade e da lealdade profissional, tendo como referência as regras processuais estabelecidas pelo CNSP e pela SUSEP. As entidades autorreguladoras deverão: aprovar Código de Ética que contenha normas de conduta que disponham sobre as obrigações, restrições e impedimentos na atuação dos seus associados, dirigentes e contratados, prevendo sanções para a hipótese de seu descumprimento; promover o aperfeiçoamento profissional dos seus associados e zelar pela observância da legislação, em especial pelo respeito aos direitos do consumidor; manter equilíbrio entre seus interesses, os da categoria e os interesses públicos a que devem atender, como responsáveis pela promoção de boas práticas e pela autorregulação no mercado de corretagem; fiscalizar, processar, julgar e aplicar sanções aos membros do mercado de corretagem, pelo descumprimento das normas administrativas, observando os princípios e regras processuais aplicáveis; colaborar com a fiscalização e a instrução de inquéritos e processos sancionadores no âmbito da SUSEP; observar as orientações e se submeter às regras e à supervisão da SUSEP; apresentar relatórios detalhados de suas atividades à SUSEP, com o conteúdo e a periodicidade por ela estabelecidos, dos quais deverão constar, no mínimo, os procedimentos de fiscalização realizados e os processos sancionadores abertos e concluídos no período, com os respectivos resultados; disponibilizar à SUSEP, sempre que solicitado, o acesso a todos os documentos, informações, processos, ativos ou não, livros contábeis, atos societários, entre outros, bem como o acesso a arquivos, instalações e sistemas de informática; informar ou alertar a SUSEP acerca das infrações e processos sancionadores, devidamente identificados, com risco de prescrição administrativa da pretensão punitiva, no âmbito do mercado de corretagem; e informar, imediatamente, ao Ministério Público e à SUSEP sobre indícios de crime no âmbito do mercado de corretagem. Aplicam-se às entidades autorreguladoras e aos respectivos diretores, conselheiros, ouvidor e seus contratados, por violação aos deveres previstos nesta Resolução e à legislação federal, por dolo ou erro grosseiro, ação ou omissão, as seguintes penalidades: advertência; multa, de R$ ,00 (dez mil Reais) a R$ ,00 (um milhão de Reais); suspensão do exercício de atividades ou de profissão relacionada à autorregulação, pelo prazo de 30 até 180 dias; e inabilitação, pelo prazo de dois a dez anos, para o exercício de cargo ou função no serviço público ou em empresas públicas, sociedades de economia mista e respectivas subsidiárias, entidades de previdência complementar, sociedade de capitalização, instituições financeiras, sociedades seguradoras e resseguradoras. As penalidades previstas acima poderão, sempre que couber e de forma fundamentada, ser aplicadas cumulativamente. Não há infração quando o descumprimento de norma ocorrer por motivo de caso fortuito ou força maior devidamente comprovado. Constatada a ausência de má-fé, a SUSEP, considerando a gravidade da infração e os antecedentes do infrator, poderá deixar de aplicar sanção, quando, a seu juízo, concluir que uma recomendação ao agente ou à entidade supervisionada seja suficiente ao atendimento dos objetivos da regulação. Vigência: Revogação: não há.

11 11 Depósitos a prazo Carta-Circular CGSOA 03, de Depósitos a Prazo com Garantia Especial do FGC (DPGE) A Resolução CMN 4.026/11 altera o Regulamento anexo à Resolução 3.308/05, que dispõe sobre a aplicação dos recursos das reservas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização e das entidades abertas de previdência complementar, bem como a aceitação dos ativos correspondentes como garantidores dos respectivos recursos, na forma da legislação e da regulamentação em vigor. Com a publicação da 4.026, não serão aceitos como garantidores de provisões técnicas os recursos aplicados em DPGEs. Assim, as sociedades que, na data de publicado desta Carta- Circular, possuírem DPGEs em suas carteiras vinculadas, deverão substituí-los por ativos aceitos pela Resolução 3.308/05 e suas alterações. Todavia, as sociedades que, no cumprimento desta Carta- Circular, tornarem-se insuficientes na cobertura de suas provisões técnicas, poderão apresentar Plano de Adequação à SUSEP visando à eliminação gradual destes papéis de suas carteiras vinculadas. As determinações desta Carta-Circular se aplicam igualmente aos Fundos de Investimento Especialmente Constituídos (FIEs). Exclusão de Cobertura Carta-Circular CGPRO 05, de Alteração de Regulamento A Carta comunica que, conforme recomendação jurídica contida no Parecer PF SUSEP Coordenação da Subprocuradoria de Consultoria 157/11, da Procuradoria Federal junto à SUSEP, as entidades abertas de previdência complementar e as sociedades seguradoras que prevejam a exclusão de cobertura quando o evento (morte ou invalidez) decorre direta ou indiretamente de quaisquer alterações mentais consequentes do uso de álcool, de drogas, de entorpecentes ou de substâncias tóxicas deverão promover, de imediato, as alterações nos regulamentos de seus produtos, com base no disposto a seguir: Nos planos de previdência complementar aberta, é vedada a exclusão de cobertura quando o evento (morte ou invalidez) decorre direta ou indiretamente de quaisquer alterações mentais consequentes do uso do álcool, de drogas, de entorpecentes ou de substâncias tóxicas. Vigência: não menciona. Revogação: não há. Vigência: Revogação: não há.

12 12 Investimentos Carta-Circular CGSOA 02, de Registro de aplicações e resgates De acordo com o inciso I do art. 4º da Resolução 226/10, os investimentos das sociedades supervisionadas pela SUSEP devem ser registrados em contas específicas e individualizadas abertas no SELIC; em sistemas de registro e de liquidação financeira de ativos autorizados pelo BACEN ou em instituições ou entidades autorizadas a prestar esses serviços pela referida Autarquia ou pela CVM. No caso de operação com cotas de fundo de investimento registradas na CETIP, o valor financeiro da aplicação ou do resgate deve ser registrado naquela Câmara na data da realização da operação, independente da data de especificação do valor da cota. Para movimentação cuja especificação do valor da cota ocorra na mesma data da operação, o valor financeiro da aplicação ou do resgate é convertido em quantidade de cotas, pelo sistema da CETIP, no próprio dia. No caso de movimentação cuja especificação do valor da cota ocorra em data posterior à da operação, o valor financeiro da aplicação ou do resgate fica registrado no sistema da CETIP, como pendente de especificação do valor da cota, quando ocorre a conversão em quantidade de cotas. Em qualquer situação, adotando o procedimento mencionado acima, a SUSEP possui acesso, com base nas informações disponibilizadas pela CETIP, ao valor financeiro da aplicação ou do resgate, na própria data de realização da operação. As sociedades supervisionadas cujos valores financeiros de aplicação ou de resgate de cotas de fundos de investimento estejam sendo registrados na CETIP em data posterior à data de realização da operação deverão adequar seus mecanismos de controle, adotando providências cabíveis junto às instituições financeiras que lhes prestam serviços perante aquela Câmara, visando à conformidade com o procedimento determinado nessa Carta-Circular, até 31 de março de Vigência: não menciona. Revogação: não há. Liquidação Ordinária Resolução 234, de Homologação da SUSEP Dispõe sobre as condições, critérios e requisitos para a homologação no âmbito da SUSEP da deliberação da sociedade pela liquidação ordinária. Para que haja a homologação, a requerente deverá atender às seguintes condições e requisitos: não estar inserida em qualquer das situações que ensejem a decretação de liquidação extrajudicial; ausência de indícios de condutas definidas como crimes por parte dos acionistas controladores; apresentação de relação detalhada de todos os créditos e respectivos credores, especificando o valor e a natureza; apresentação de relação detalhada de todos os ativos da sociedade, especificando a existência de eventuais ônus ou constrições que incidam sobre esses bens; e apresentação de cronograma minucioso de pagamento dos credores, dentro do intervalo máximo de dois anos, prorrogável por uma única vez a critério da SUSEP. O pagamento dos credores, bem como seu cronograma de pagamentos, deverá ser aprovado previamente pela SUSEP e seguido fielmente pela sociedade liquidanda. Enquanto houver credores a serem pagos, a alienação ou o gravame de qualquer de seus bens dependerá de autorização prévia da SUSEP. Nas hipóteses de credor não identificado ou não localizado, caberá à sociedade publicar edital em jornal de grande circulação por, no mínimo, duas vezes, em datas diversas, indicando o montante e o respectivo titular do crédito, bem como o local para a retirada do numerário que lhe for devido no prazo de 30 dias. A SUSEP poderá autorizar o retorno da operação de sociedade em fase de liquidação ordinária, mediante o cumprimento das regras relativas à capital e solvência e desde que não estejam presentes os pressupostos para decretação de liquidação extrajudicial. A SUSEP expedirá normas complementares ao disposto nesta Resolução. Esta Resolução aplica-se no que couber, às liquidações ordinárias e extrajudiciais que já estavam em curso. Vigência: Revogação: não há.

13 13 Microsseguros Resolução 244, de Operações de microsseguro no Brasil Esta Resolução dispõe sobre as operações de microsseguro, os corretores e os correspondentes de microsseguro e dá outras providências. Para fins desta Resolução, define-se como microsseguro a proteção securitária destinada à população de baixa renda ou aos microempreendedores individuais na forma estabelecida pela Lei Complementar 123/06, com alterações produzidas pela Lei Complementar 128/08, fornecida por sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar autorizadas a operar no país, mediante pagamentos proporcionais aos riscos envolvidos. Consideram-se planos de microsseguro aqueles que contenham a definição objetiva do público-alvo do segmento de baixa renda ou do grupo de microempreendedores individuais a que estão destinados e que observem o plano de negócios da sociedade ou entidade e, entre outros, os seguintes parâmetros: tipos de produtos e coberturas oferecidos, isoladamente ou em conjunto; limite máximo de garantia e/ou de capital segurado; prazo máximo para pagamento da indenização ou do capital segurado; prazo de vigência; formas de comercialização, inclusive com a utilização de meios remotos; formas de contratação por apólices, bilhetes ou certificados individuais, simplificados. Os planos de microsseguros, na forma determinada pela SUSEP, poderão contemplar a prestação de serviços de assistência e a cessão de direitos de títulos de capitalização. Consideram-se também como planos de microsseguro os de previdência complementar aberta que atendam ao disposto na presente Resolução e cujos benefícios sejam iguais ou inferiores ao capital segurado máximo estabelecido pela SUSEP para planos de microsseguro de pessoas. A SUSEP definirá os ramos que poderão ser comercializados em planos de microsseguro, bem como os critérios mínimos a serem observados pelos planos de negócios específicos, com definição objetiva do público-alvo a que se destinam. Ela também fixará as condições para as contratações por apólices, bilhetes ou certificados individuais, simplificados, bem como para a comercialização por meios remotos, estabelecendo as informações obrigatórias a cada modalidade específica. O capital base para as sociedades que operem exclusivamente em microsseguro será de 20% do valor definido na legislação vigente. Adicionalmente, a SUSEP estabelecerá as condições específicas para o funcionamento das sociedades e entidades que operam em microsseguro. Não se aplica ao correspondente de microsseguro a legislação especial aplicável aos representantes comerciais. Este também não poderá ter como atividade principal a comercialização de seguros. As sociedades e entidades poderão ofertar planos de microsseguro por intermédio de correspondentes de instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, na forma disciplinada pela SUSEP. Vigência: Revogação: não há.

14 14 Normas Contábeis Circular 424, de Alteração das normas contábeis Dispõe sobre as alterações das Normas Contábeis a serem observadas pelas entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização, sociedades seguradoras e resseguradores locais, instituídas pela Resolução 86/02. Os anexos I, II, IV e V, aprovados pela Resolução 86/02, passam a vigorar, respectivamente, na forma dos anexos I, II, III e IV a essa Circular. Fica revogado o anexo III da Resolução 86, que contém o modelo de contabilização das operações de seguros, resseguros, de capitalização e entidades abertas de previdência complementar. As entidades abertas de previdência complementar, as sociedades de capitalização, as sociedades seguradoras e os resseguradores locais tiveram até o dia para encaminhar para a SUSEP as demonstrações financeiras consolidadas, relativas ao exercício findo em , e ficaram dispensadas da publicação na imprensa. As entidades abertas de previdência complementar, as sociedades de capitalização, as sociedades seguradoras e os resseguradores locais tiveram o prazo até , para concluírem a adaptação dos seus sistemas às novas codificações contidas no anexo II - Elenco de Contas desta Circular. Esta Circular entrou em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos relativamente aos procedimentos contábeis, a partir de Vigência: Revogações: Circulares 379/08, 385/09, 387/09, 406/10 e 408/10. Circular 426, de Alteração das normas contábeis Dispõe sobre a nova redação dos artigos 4º e 5º da Circular 424/11, que aborda as alterações das Normas Contábeis a serem observadas pelas entidades abertas de previdência complementar, sociedades de capitalização, sociedades seguradoras, especificamente de sua vigência e suas revogações. Esta Circular determina que a vigência de do normativo supracitado não deve ser aplicada para as sociedades de capitalização. Determina também que as Circulares 379/08, 385/09, 387/09, 406/10 e 408/10 ficam revogadas, exceto para as sociedades de capitalização. Desta forma, para as sociedades de capitalização, deverá ser mantida a forma de contabilização estabelecida pela Circular 379/08, para o exercício de 2011, devendo ser adotados os pronunciamentos e interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis CPC no que não contrariem a SUSEP. As sociedades de capitalização deverão adotar os pronunciamentos emitidos pelo CPC na forma referendada pela SUSEP no anexo IV Normas Recepcionadas da Circular 424/11. As sociedades de capitalização poderão encaminhar à SUSEP suas demonstrações financeiras intermediárias, abrangendo o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração de Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração dos Fluxos de Caixa, as Notas Explicativas e o correspondente relatório dos auditores independentes, para divulgação em seu site na Internet, sendo, nessa hipótese, dispensada sua publicação em mídia impressa. Vigência: , produzindo efeitos relativamente aos procedimentos contábeis para as sociedades de capitalização, a partir de Revogação: não há.

15 15 Planos de Seguros Resolução 246, de Comercialização Foi delegada à SUSEP a competência para normatizar a comercialização e a estruturação de seguros comercializados por meio de bilhete de seguro. Nos normativos expedidos poderão constar critérios específicos inerentes a determinado ramo de seguros. Vigência: Revogação: não há. Resseguros Resolução 232, de Contratação de resseguro Acrescenta disposições à Resolução 168/07, que dispõe sobre a atividade de resseguro, retrocessão e sua intermediação. Com relação às condições para contratação do resseguro, a sociedade seguradora ou o ressegurador local não poderá transferir, para empresas ligadas ou pertencentes ao mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior, mais de 20% do prêmio correspondente a cada cobertura contratada. Entende-se por empresas ligadas ou pertencentes a um mesmo conglomerado financeiro o conjunto de pessoas jurídicas relacionadas, direta ou indiretamente, por participação acionária de 10% ou mais no capital, ou por controle operacional efetivo, caracterizado pela administração ou gerência comum, ou pela atuação no mercado sob a mesma marca ou nome comercial. Sem prejuízo das atribuições do órgão fiscalizador, os comitês de auditoria das sociedades seguradoras e dos resseguradores locais, bem como seus auditores independentes, deverão verificar o cumprimento do percentual acima e indicar expressamente o resultado por meio de relatório circunstanciado sobre o descumprimento de dispositivos legais e regulamentares. O limite máximo de 20% não se aplica aos ramos garantia, crédito à exportação, rural, crédito interno e riscos nucleares para os quais ficam permitidas cessões em resseguro ou retrocessão para empresas ligadas ou pertencentes ao mesmo conglomerado financeiro sediadas no exterior, observadas as demais exigências legais e regulamentares. Os contratos automáticos já firmados serão considerados, para efeito do limite disposto acima, na sua renovação ou a partir de , o que ocorrer antes. A Resolução 225/10 alterou a Resolução 168, determinando que a sociedade seguradora contratará, com resseguradores locais, pelo menos 40% de cada cessão de resseguro em contratos automáticos ou facultativos. A Resolução 232 dispõe que os contratos automáticos já firmados serão considerados, para efeito deste percentual, na data de sua renovação ou a partir de , o que ocorrer antes. Vigência: Revogação: Resolução 224/10.

16 16 Resolução 241, de Transferência de riscos Dispõe sobre transferências de riscos, em operações de resseguro e de retrocessão, com pessoas não abrangidas na Lei Complementar 126/07, e sobre os critérios para comprovação da insuficiência de oferta de capacidade do mercado ressegurador. Ficam autorizadas as transferências de riscos nos termos do 4o do art. 9º da Lei Complementar 126/07, com as alterações introduzidas pela Lei Complementar 137/10, exclusivamente quando ficar comprovada a insuficiência de oferta de capacidade dos resseguradores locais, admitidos e eventuais, independentemente dos preços e condições oferecidos por todos esses resseguradores. Fica caracterizada a situação de insuficiência de oferta de capacidade quando, consultados todos os resseguradores locais, admitidos e eventuais, tenham esses, em seu conjunto, recusado total ou parcialmente o risco objeto de cessão. Havendo aceitação parcial do risco por quaisquer dos resseguradores locais, admitidos ou eventuais, somente a parcela do risco que não encontrar cobertura poderá ser cedida a pessoas não abrangidas pelos incisos a seguir, conforme Lei Complementar 126/07: de resseguro com resseguradores locais, admitidos ou eventuais; e de retrocessão com resseguradores locais, admitidos ou eventuais, ou sociedades seguradoras locais. As cedentes do risco só poderão realizar operações com pessoas que atendam aos seguintes requisitos mínimos: autorização, segundo as leis do país de origem, para subscrever resseguro ou retrocessão nos ramos em que pretenda atuar; classificação de solvência, emitida por agência classificadora de risco, com pelo menos um dos seguintes níveis mínimos: Agência Classificadora de Risco Standard & Poors Nível Mínimo Exigido BBB- Fitch BBB - Moody s Baa3 AM Best B+ não ser empresa estrangeira sediada em paraísos fiscais, assim considerados países ou dependências que não tributam renda ou que a tributam à alíquota inferior a 20% ou, ainda, cuja legislação interna oponha sigilo relativo à composição societária de pessoas jurídicas ou à sua titularidade. que a legislação vigente no seu país de origem permita a movimentação de moedas de livre conversibilidade, para cumprimento de compromissos no exterior. Fica expressamente proibida qualquer transferência de risco a pessoas que não atendam ao disposto nos incisos I e II do art. 9º da Lei Complementar 126/07, nem ao disposto nesta Resolução, sem a prévia autorização da SUSEP. A comprovação da situação de insuficiência de oferta de capacidade dos resseguradores locais, admitidos e eventuais, a que preços e condições forem, dar-se-á pela negativa para a cobertura do risco, obtida mediante consulta formal efetuada a todos os resseguradores locais, admitidos e eventuais que operem no ramo ao qual pertence o risco a ser cedido. Os resseguradores disporão de prazo de cinco dias úteis, no caso dos contratos facultativos, e de dez dias úteis, no caso dos contratos automáticos, para formalizar a aceitação total ou parcial do risco, sendo que a ausência de sua manifestação no prazo mencionado será considerada como recusa. O prazo será computado a partir do envio, por meio eletrônico, das consultas para os endereços eletrônicos informados pelos resseguradores à SUSEP, devendo a cedente dispor de procedimentos operacionais que garantem seu efetivo envio. As sociedades seguradoras ficam autorizadas a contratar com resseguradores locais percentual inferior ao disposto no art. 15 da Resolução 168/07, com as alterações promovidas pela Resolução 225/10, exclusivamente quando ficar comprovada a insuficiência de oferta de capacidade dos resseguradores locais, independentemente dos preços e condições oferecidos por estes, observados os mesmos critérios estabelecidos no art. 5º da referida Resolução. As cedentes do risco deverão efetuar, no prazo máximo de 30 dias, a contar do aceite da data da cessão de risco de que trata esta Resolução, comunicação à SUSEP nos termos do seu anexo. As cedentes deverão encaminhar à SUSEP o contrato de resseguro ou de retrocessão relativos à cessão, no prazo de 15 dias contados do final do prazo previsto na legislação para formalização contratual das operações de resseguro. As cedentes deverão manter à disposição da SUSEP a documentação referente a cada transferência de riscos e a cada cessão de resseguro de que trata esta Resolução, pelo prazo de cinco anos contados do término da vigência do respectivo contrato, sem prejuízo dos demais prazos definidos na legislação em vigor. Vigência: Revogação: não há.

17 17 Riscos Diversos Circular 417, de Planos de seguro Os planos de seguro do ramo Riscos Diversos suas condições contratuais, nota técnica atuarial e as coberturas oferecidas deverão ser elaborados observando a legislação e a regulamentação em vigor, em especial aquelas aplicáveis a seguro de danos. Somente podem ser caracterizados como seguro de Riscos Diversos os planos não padronizados cujas coberturas principais sejam relativas aos seguros de danos e não sejam típicas de outros ramos de seguro. As sociedades seguradoras tiveram o prazo até para solicitar o encerramento dos processos referentes a planos padronizados de seguro elaborados com menção às Circulares revogadas por esta norma. A ausência de manifestação formal por parte da sociedade seguradora implicará a automática suspensão da comercialização e encerramento dos respectivos planos, quando do término do prazo. Fica vedada qualquer emissão ou renovação de apólice com base em processo citado acima, a partir da data de seu encerramento. As sociedades seguradoras deverão, previamente à comercialização de seguros no ramo Riscos Diversos, protocolar na SUSEP plano não padronizado para abertura de novo processo administrativo, caso ainda não possuam plano desta natureza. Vigência: Revogações: Circulares 26/69, 60/70, 13/73, 46/74, 14/75, 24/75, 34/75, 53/75, 58/75, 59/75, 22/76, 25/76, 33/76, 35/76, 43/76, 19/77, 65/77, 09/78, 04/80, 20/80, 27/80, 39/80, 54/80, 59/80, 72/80, 06/81, 12/81, 34/81, 45/81, 03/82, 15/82, 28/82, 35/82, 38/82, 52/82, 30/83, 47/83, 04/84, 16/84, 17/84, 24/85, 15/87, 25/88 e 22/91. Sanções Administrativas Resolução 243, de Definição de novas disposições Dispõe sobre sanções administrativas no âmbito das atividades de seguro, cosseguro, resseguro, retrocessão, capitalização, previdência complementar aberta, de corretagem e auditoria independente; disciplina o inquérito e o processo administrativo sancionador no âmbito da SUSEP e das entidades autorreguladoras do mercado de corretagem e dá outras providências. O disposto nesta Resolução também se aplica às entidades autorreguladoras do mercado de corretagem, aos liquidantes e aos estipulantes de seguros. A prática das infrações previstas nesta Resolução sujeitará a pessoa natural ou jurídica responsável às seguintes sanções administrativas, cumulativamente ou não, conforme fundamentação: advertência; multa de R$ 5 mil a R$ 1 milhão; multa no valor igual à importância segurada ou ressegurada, no caso das operações de seguro, cosseguro ou resseguro sem autorização; suspensão do exercício de atividade ou profissão abrangida por esta Resolução, pelo prazo de 30 até 180 dias; inabilitação para o exercício de cargo ou função no serviço público ou em empresa pública, sociedades de economia mista e respectivas subsidiárias, entidades de previdência complementar, sociedade de capitalização, instituições financeiras, sociedades seguradoras e resseguradoras, pelo prazo de dois a dez anos; e cancelamento de registro de corretor de seguros, pessoa natural ou jurídica. Ao corretor de seguros, pessoa natural ou jurídica, são aplicáveis as penalidades previstas nos incisos II, IV e VI, sem prejuízo daquelas estabelecidas no âmbito da autorregulação. Qualquer indivíduo que detenha ciência e poder de decisão em relação à infração verificada poderá ser considerado como responsável independente da titularidade de seu cargo ou função.

18 18 As multas deverão ser pagas no prazo de 30 dias, contados a partir da data de recebimento da intimação, por meio da Guia de Recolhimento da União GRU e, quando não forem recolhidas no prazo, serão atualizadas monetariamente e sofrerão os acréscimos previstos no art. 30 e art. 37-A da Lei /02, combinado com os artigos 389 e 486 da Lei /02, bem como os encargos previstos no art. 1º do Decreto-Lei 1.025/69. O não pagamento da multa no prazo previsto nesta Resolução acarretará a inscrição do correspondente crédito na Dívida Ativa da SUSEP e no Cadastro de Inadimplentes CADIN, sem prejuízo de sua inscrição nos demais cadastros de inadimplentes. Extingue-se a punibilidade: pela morte do infrator; pela prescrição administrativa; ou pela retroatividade de lei que deixe de considerar determinada conduta como infração. Vigência: Revogações: Resoluções 60/01 e 186/08 Circular 427, de Definição de pendência De acordo com esta Circular, são consideradas pendências: não apresentação ou apresentação incompleta do formulário de informações periódicas (FIP/SUSEP), da avaliação atuarial ou de outros documentos exigidos na forma da legislação aplicável; não encaminhamento da documentação referente a assembleias gerais e nomeações de administradores; constituição incorreta de provisões técnicas, de fundos especiais garantidores das operações e de outras provisões exigidas; insuficiência de ativos garantidores de provisões técnicas, de fundos especiais das operações e de outras provisões exigidas; patrimônio líquido ajustado (PLA) menor que o capital mínimo requerido (CMR); não pagamento da taxa de fiscalização; não atendimento às solicitações formuladas pela SUSEP, no prazo de 15 dias, a contar da data de aviso de recebimento da carta que contém a solicitação; e decretação de regime especial de liquidação ordinária ou extrajudicial. O PLA menor que o CMR não será considerado como pendência quando a entidade ou sociedade tiver apresentado plano corretivo de solvência (PCS) ou plano de recuperação de solvência (PRS) conforme norma vigente. As sociedades seguradoras, as sociedades de capitalização, as entidades abertas de previdência complementar e os resseguradores locais que tiverem alguma pendência, serão comunicados por correspondência oficial de que serão incluídos no cadastro de pendências da SUSEP e após dez dias, a entidade ou sociedade que não tiver sua regularidade comprovada, será, efetivamente, inscrita no cadastro de pendências da SUSEP. A entidade ou sociedade com PLA inferior ao CMR que tiver apresentado PCS ou PRS conforme norma vigente terá o respectivo plano analisado pelo Conselho Diretor da SUSEP e, em caso de não aprovação do mesmo, será seguido o disposto nesta Circular. O deferimento de pleitos relacionados a ato societário de investidura ou desinvestidura de administradores; definição de unidades da federação em que a sociedade ou entidade pretende operar; modificação do estatuto social, em todas as suas espécies; transferência de controle acionário, cisão, fusão ou incorporação, constituição e extinção; e reavaliação de imóveis fica liberado da exigência mencionada nesta Circular. Incluem-se nos pleitos aqui referidos a abertura de processos administrativos relativos ao registro de produtos na SUSEP. Verificada a existência objetiva de pendência, o deferimento de qualquer pleito somente poderá ser autorizado pelo Conselho Diretor da SUSEP, mediante fundamentada solicitação da parte interessada. Para solicitar a retirada do cadastro de pendências da SUSEP, a entidade ou sociedade, após normalizar sua condição, deverá protocolar correspondência na autarquia, demonstrando ter regularizado sua situação e requerendo a baixa do referido cadastro. Vigência: Revogação: Circular 325/06.

19 19 Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Cargas (RCOTM-C) Circular 421, de Regras de comercialização Estabelece as regras básicas para a comercialização do Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga (RCOTM-C) e disponibiliza, no site da SUSEP, as condições contratuais do Plano Padronizado deste seguro. No âmbito do Mercosul, as condições contratuais para o Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga são reguladas por normas próprias. As sociedades seguradoras que desejarem operar com o Plano Padronizado de que trata esta Circular deverão apresentar à SUSEP, previamente, o seu critério tarifário, por meio de Nota Técnica Atuarial, observando a estruturação mínima prevista em regulamentação específica. Observadas as normas em vigor e as demais disposições deste normativo, as sociedades seguradoras poderão, em relação às condições padronizadas disponibilizadas por esta Circular, submeter alterações pontuais e propor a inclusão de novas Coberturas Adicionais e/ou de novas Cláusulas Específicas não conflitantes com as normas em vigor. Após analisar as alterações propostas pelas sociedades seguradoras, a SUSEP poderá aceitá-las, recusá-las, ou, ainda, aceitá-las parcialmente, para fins de enquadramento do produto submetido como Plano Padronizado do Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga (RCOTM-C). Se a sociedade seguradora optar por manter qualquer alteração que, embora não contrária aos normativos em vigor, tenha sido considerada, pela SUSEP, inadequada para que o produto submetido venha a ser enquadrado como padronizado, então este será analisado como Plano Não-Padronizado do Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga. As sociedades seguradoras poderão submeter produtos próprios, Planos Não-Padronizados, contemplando o Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga, respeitadas as normas vigentes e demais disposições previstas nesta Circular. No Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga (RCOTM-C), a sociedade seguradora garante ao segurado, quando responsabilizado por perdas ou danos causados aos bens ou mercadorias que lhe foram entregues para transportar, o reembolso a que for obrigado, a título de reparação, por sentença judicial transitada em julgado ou por acordo com os terceiros prejudicados, com a anuência da sociedade seguradora, desde que atendidas às disposições do contrato. Alternativamente ao reembolso ao segurado, a sociedade seguradora poderá oferecer a possibilidade de pagamento direto ao terceiro prejudicado. A garantia prevalece até o valor da Importância Segurada averbada previamente ao início de cada viagem, respeitado o Limite Máximo de Garantia por veículo/acúmulo contratado. O Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga cobre, também, as despesas emergenciais efetuadas pelo segurado ao tentar evitar e/ou minorar os danos causados à carga, atendidas as disposições do contrato. As disposições dos Planos Não-Padronizados para o Seguro de Responsabilidade Civil do Operador de Transporte Multimodal Carga devem se apresentar subdivididas em três partes, denominadas Condições Gerais, Condições Especiais e Condições Particulares, cujas características são a seguir descritas.

20 20 As Condições Gerais reúnem as disposições comuns aplicáveis à cobertura principal do Plano, sendo obrigatória a presença de: a. cláusulas previstas em normativos específicos, inclusive, quando cabível, aqueles que regulamentam as apólices à base de reclamações; b. cláusula versando sobre a defesa em juízo civil. As Condições Especiais estipulam as disposições específicas de cada uma das Coberturas Adicionais presentes no Plano, eventualmente inserindo alterações nas Condições Gerais. As Condições Particulares alteram as Condições Gerais e/ou as Condições Especiais, sendo classificadas como Coberturas Adicionais ou Cláusulas Específicas, conforme a natureza da alteração promovida: a. as Coberturas Adicionais cobrem riscos excluídos implícita ou explicitamente nas Condições Gerais e/ou Especiais; b. as Cláusulas Específicas alteram disposições das Condições Gerais, das Condições Especiais e/ou de Coberturas Adicionais. Os Planos Não-Padronizados submetidos deverão obrigatoriamente incluir, na íntegra, os subitens 2.1.1, 12.1, 12.2 e 21.3 das Condições Gerais do produto padronizado, na forma constante do site da SUSEP. Desde , as sociedades seguradoras não poderão comercializar novos contratos de Seguro de Responsabilidade Civil Geral do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga em desacordo com as disposições desta Circular. Os contratos em vigor, de planos padronizados ou não-padronizados, que estejam em desacordo com as disposições desta Circular e que tenham seu término de vigência: antes do prazo estabelecido, poderão ser renovados, uma única vez, pelo prazo máximo de um ano; após o prazo, poderão vigorar, apenas, até o término de sua vigência ou até um ano depois da data de publicação desta Circular, prevalecendo o que primeiro ocorrer. Vigência: Revogações: Circular 216/02.

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