Comprovante de Rendimentos Pagos e de IRRF

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2 0 s contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, também recebem mais cedo as restituições do Imposto de Renda - caso tenham direito a ela. Equívocos simples no preenchimento ou até mesmo pequenas omissões podem acarretar penalidades como multa e juros. A Receita Federal tem investido fortemente em sistemas de obtenção de dados para conter sonegações e supressões. Por meio de ferramentas de cruzamento entre as informações apresentada pelo contribuinte titular e os diversos prestadores de serviços, o Fisco consegue detectar incoerências de forma fácil e eficaz. Casos envolvendo omissões com gastos com cartões de crédito ou compra e venda de imóveis são descobertos com base em documentos enviados por cartórios e operadoras de cartão que comprovam as transações realizadas. De acordo com a Receita, Está obrigado a declarar em 2015 o contribuinte que, em 2014, preencheu alguma das seguintes situações: CAMPEZ CONTABILIDADE ATENDIMENTO DIGITAL CEL. VIVO CORPORATIVO CESAR FABIANO JOSÉ EDUARDO DEP CONTABIL DEP FISCAL REC HUMANOS RECEPÇÃO DEP FINANCEIRO LEGALIZAÇÃO CARLOS- ROTEIRISTA RODRIGO - ROTEIRISTA JAIRO - ROTEIRISTA Declaração de IR 2015 começa em 2 de março e vai até 30 de abril 1 - recebeu rendimentos tributáveis (salários, por exemplo) acima de R$ ,55; 2 - recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (indenizações, por exemplo), acima de R$ ,00; 3 - obteve ganho de capital ao vender bens ou direitos ou investiu em Bolsas; pessoas que tiveram, em qualquer mês, ganhos com a venda de bens ou direitos, ou realizaram operações em Bolsa de Valores e atividades similares, também devem declarar IR em em caso de atividade rural: a) obteve receita bruta acima de R$ ,75; b) vá compensar, no ano-base de 2014 (a que se refere o IR 2015) ou depois, prejuízos de anos anteriores ou do ano-base de 2014; 5 - teve, em 31 de dezembro de 2014, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor total superior a R$ 300 mil; 6 - passou a morar no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31 de dezembro de 2014; 7 - optou pela isenção do IR do ganho de capital na venda de imóveis residenciais, por ter aplicado o dinheiro na compra de outro imóvel residencial, em até 180 dias a partir venda do imóvel original. Fica dispensado de fazer a declaração do Imposto de Renda o contribuinte que esteve numa das seguintes situações em 2014: 1 - enquadrar-se apenas na hipótese prevista no item 5 (possuir bens acima de R$ 300 mil) e que, se viver em sociedade conjugal ou união estável, tenha os bens comuns declarados pelo outro cônjuge ou companheiro, desde que o valor total dos seus bens privativos não passe de R$ 300 mil; 2 - que se enquadrar em uma ou mais das hipóteses dos itens 1 a 7, caso conste como dependente em declaração de outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos. O contribuinte pode escolher o modelo completo ou o simplificado para enviar sua declaração. Na opção pelo simplificado, é aplicado o desconto padrão de 20% (independentemente de gastos com saúde e educação, por exemplo). O limite para esse desconto de 20% é de R$ ,89. Não é mais possível entregar a declaração em disquete. Assim como no ano passado, contribuintes que tiverem certificação digital também poderão usar uma declaração pré-preenchida. Nesse caso, alguns dados serão colocados automaticamente na declaração pela Receita Federal. Em todos os casos, a entrega pode ser feita até as 23h59min59seg de 30 de abril. A multa para quem entrega a declaração fora do prazo é de 1% ao mês. O valor mínimo é de R$ 165,74, e o máximo é de 20% do imposto devido. Imposto poderá ser parcelado em até oito vezes Quem tiver imposto a pagar poderá dividir o valor em até oito parcelas, contanto que cada uma tenha valor superior a R$ 50. Se o contribuinte tiver que pagar menos de R$ 100 no total, o pagamento deverá ser feito em uma única parcela. Quem escolher parcelar o pagamento deve pagar cada parcela até o último dia útil de cada mês, mas ao valor será acrescentada mensalmente a Selic proporcional (atualmente, a taxa básica de juros está em 12,25% ao ano) mais 1% no mês do pagamento. O contribuinte pode escolher antecipar o pagamento (total ou parcialmente) ou estender o número de parcelas. O pagamento pode ser feito por meio de um boleto (uma guia de recolhimento chamada Darf), que pode ser pago em qualquer banco autorizado a recebê-lo; por transferência eletrônica; ou por débito em conta. 2 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

3 Imposto de Renda Comprovante de Rendimentos Pagos e de IRRF A s Instruções Normativas nºs 698/ 06, 1.215/11 e 1.416/13 tratam do comprovante de rendimentos, físico e eletrônico, e determinam que a sua entrega aos seus beneficiários seja efetuada até o dia 27/02/2015. Dessa forma, a pessoa física ou jurídica que houver pago à pessoa física rendimentos com retenção do imposto sobre a renda na fonte durante o ano-calendário, ainda que em um único mês, deverá lhe fornecer o Comprovante de Rendimentos Pagos e de Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, conforme modelo constante na Instrução Normativa RFB nº 1.215/11. Importa destacar que é permitida a disponibilização dos Informes de Rendimentos Financeiros por meio da internet ou de outros meios eletrônicos, ficando dispensado, neste caso, o fornecimento da via impressa, para: a) os clientes que utilizem Internet Banking ou Office Banking; e b) as pessoas físicas que possuam endereço eletrônico. Penalidade A fonte pagadora que deixar de fornecer ao beneficiário no prazo legal ou fornecer com inexatidão o comprovante de rendimentos fica sujeita ao pagamento da multa de R$ 41,43, por documento. Comprovante Eletrônico de Pagamentos de Serviços Médicos e de Saúde Determina o art. 3º da Instrução Normativa nº 1.416/13 que a pessoa jurídica ou equiparada que houver recebido de pessoa física pagamentos decorrentes de serviços de saúde e planos privados de assistência à saúde durante o ano-calendário, ainda que em um único mês, poderá lhe fornecer o Comprovante Eletrônico de Pagamentos de Serviços Médicos e de Saúde, conforme leiaute constante do Anexo II da Instrução Normativa retrocitada. Neste caso a pessoa jurídica ou equiparada deverá emitir, por meio de processamento eletrônico de dados, o comprovante cujo leiaute deverá conter todas as informações nele previstas, dispensada a assinatura eletrônica. Importante mencionar que são considerados serviços de saúde, neste contesto: a) os prestados por psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, dentistas, hospitais, laboratórios e clínicas médicas de qualquer especialidade; b) os serviços radiológicos, de próteses ortopédicas e dentárias; c) os prestados por estabelecimento geriátrico, desde que classificado como hospital pelo Ministério da Saúde; e d) os prestados por entidades de ensino destinadas à instrução de deficiente físico ou mental. Falsidade de Informações Importante ressaltar que à fonte pagadora dos rendimentos que prestar informação falsa sobre rendimentos pagos, deduções ou valor do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte, bem como à pessoa jurídica ou equiparada recebedora dos pagamentos que prestar informação falsa sobre pagamentos recebidos, será aplicada a multa de 300% sobre o montante que for indevidamente utilizado para reduzir o imposto a pagar ou aumentar o imposto a restituir ou a compensar, independentemente de outras penalidades administrativas ou criminais. Na mesma penalidade incorrerá aquele que se beneficiar da informação, sabendo ou devendo saber ser falsa Receita aperta o cerco contra dependentes e passa a exigir CPF a partir de 16 anos A Receita Federal passará a exigir, já na Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) deste ano, o número do CPF das pessoas a partir de 16 anos declaradas como dependentes. Até o ano passado, a obrigatoriedade era válida apenas para maiores de 18 anos. A nova regra foi fixada na Instrução Normativa 1548, publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. Segundo o chefe da Divisão de Cadastro de Pessoa Física da Receita, Valdimir Castro Filho, a medida vai melhorar os controles do Fisco, impedindo, por exemplo, que o mesmo dependente conste em mais de uma declaração de IRPF. A Receita também espera criar uma estatística de dependentes a partir da informação do CPF. As pessoas que ainda não têm o documento precisam correr para fazer o cadastro, porque a entrega da declaração de IR este ano começa dia 2 de março. Filho acredita que isso não vai ser problema. Dá tempo. A inscrição no CPF tem muita capilaridade, afirmou. Atualmente, qualquer pessoa pode fazer o CPF nas agências dos Correios, do Banco do Brasil ou da Caixa. A Instrução Normativa também abre a possibilidade de a Receita firmar novos convênios para emissão de CPF. Filho disse que há um projeto em andamento para permitir que os cartórios de São Paulo possam emitir CPF junto com a Certidão de Nascimento. A ideia, segundo ele, é ampliar a capilaridade para inscrição no CPF. A Instrução Normativa também consolida várias normas que tratam sobre a emissão do documento e permite que o contribuinte apresente como comprovante de inscrição no CPF o recibo acessado por meio do aplicativo APP Pessoa Física para dispositivos móveis. Atualmente, o comprovante deve ser impresso no site da Receita na Internet ou emitido pelas entidades conveniadas com o Fisco. Fonte: O Estado de S. Paulo INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR

4 Como tributar seus investimentos no exterior Lucas Issa Halah - Advogado e mestrando pela USP em tributação do agronegócio - F indo o ano de 2014, aproxima-se o prazo para a elaboração da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF), bem como da Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE), e, para que o que parecia um bom investimento não se transforme em um pesadelo, alguns cuidados devem ser tomados. Nos últimos anos, o Brasil vem observando intensa migração de investimentos para o exterior, motivada pela busca de maior estabilidade econômica e proteção contra a depreciação do Real. Nada comparado com nosso passado de Dólar a 4 vezes o Real, mas ainda assim, nos últimos anos a moeda sofreu forte valorização em virtude, dentre outros fatores, da perda da confiança dos investidores estrangeiro no Brasil, acompanhada de uma taxa básica de juros que mal compensava a inflação. A proximidade das eleições presidenciais, que indicavam grandes chances de reeleição da candidata do PT, deixou os investidores ainda mais ressabiados e propensos a transferir seus investimentos ao exterior. Muitos abarrotaram as salas de espera de agências de intercâmbio, pensando inclusive em deixar o país. Não é de se espantar que tais acontecimentos recentes tenham gerado um movimento que há alguns anos era viável a poucos: a compra acentuada de imóveis no exterior e o investimento em aplicações financeiras estrangeiras como forma proteção patrimonial e de diversificação de investimentos. Contudo, sinais de uma política econômica mais conservadora marcada pela elevação da Selic podem tornar vantajosa a liquidação de investimentos no exterior para sua repatriação e consequente aplicação local, o que deve ser feito respeitando-se alguns critérios sobre os quais iremos tratar. As formas mais comuns de investimento de pessoas físicas no exterior são a compra de imóveis e a realização de aplicações financeiras (como a aquisição de quotas de fundos ou de ações) com recursos originariamente em Reais, ou seja, transferidos do Brasil ao exterior para a realização do investimento. Tanto os imóveis alugados quanto as aplicações financeiras costumam remunerar periodicamente o capital investido, mas também podem gerar ganhos em virtude de sua venda ou resgate por um valor maior do que o custo empregado para sua aquisição, situações essas tributadas de maneiras distintas. Os rendimentos de aluguéis de imóveis localizados no exterior são tributáveis independentemente de sua transferência ao Brasil e até mesmo de seu creditamento ao proprietário (por exemplo, quando os aluguéis são pagos diretamente à imobiliária e depois transferidos ao proprietário). Respeitando essa regra, o proprietário deve recolher o imposto devido por meio do Carnê-Leão até o último dia útil do mês seguinte ao do pagamento do aluguel pelo locatário, de acordo com a aplicação da tabela progressiva do Imposto de Renda, com alíquotas que chegam a até 27,5%, sujeitando-se ainda a ajuste na DIRPF. O imposto deve ser calculado sobre o valor dos aluguéis convertido para reais, sendo que a conversão deve se dar da moeda em que foi feito o investimento para dólares americanos na data do pagamento e, após, de dólares para reais pela cotação de compra divulgada pelo Banco Central, vigente para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao mês do creditamento dos rendimentos. Da mesma maneira são tratados os rendimentos de aplicações financeiras (como os rendimentos de quotas de fundos de investimento e os dividendos), que devem obedecer a mesma sistemática aplicável aos aluguéis, sendo irrelevante se foram reinvestidos automaticamente em novas aplicações no exterior, ou se ainda não foram transferidos ao Brasil. No atual cenário político e econômico, é de se esperar que alguns daqueles que diversificaram seus investimentos com aportes em ativos estrangeiros decidam vender os imóveis adquiridos no exterior, resgatar suas aplicações financeiras e repatriar os recursos para aplicá-los localmente, de maneira a aproveitar as altas taxas de juros nacionais. Nessas situações, a tributação segue uma lógica diversa. Os ganhos eventualmente apurados em decorrência da valorização desses ativos estão sujeitos ao Imposto de Renda de 15%, nesse caso em caráter definitivo, incidente sobre a diferença positiva entre o preço de venda e o preço de compra (ganho de capital). Para o cálculo do imposto devido, contudo, deve-se atentar para a influência da variação cambial entre o momento da compra do imóvel, ou da aplicação financeira, e o momento de sua respectiva venda ou resgate. Isso, porque, para os investimentos adquiridos com recursos em Reais transferidos para o exterior, a apuração do ganho de capital tributável é feita comparando-se o valor do investimento em reais na data de sua aquisição (preço pago na data da compra de um apartamento, por exemplo) e o valor de venda em reais na data da liquidação do investimento (valor recebido na data da venda do apartamento). Por exemplo, suponha-se que um apartamento em Miami seja adquirido pelo valor de US$ ,00 que na data da compra correspondiam a R$ ,00 e, posteriormente, seja vendido por US$ ,00. Se na data da venda o Real tiver passado por uma desvalorização e for cotado a 3 reais para cada dólar, então o ganho a ser apurado será de R$ ,00 (R$ ,00 - R$ ,00). Assim, na apuração do Imposto de Renda sobre os ganhos de capital auferidos no resgate de aplicações ou na venda de bens adquiridos em reais, a variação cambial poderá aumentar muito o valor do imposto a ser pago, sendo portanto um fator relevante no planejamento da venda. Já no caso daqueles bens adquiridos originariamente em moeda estrangeira, o impacto da variação cambial é menor. Suponha-se que um investidor tenha adquirido quotas de um fundo de investimento e autorizado que os rendimentos de tal fundo fossem automaticamente reinvestidos na aquisição de mais quotas. Em uma situação como essa, bastante comum, não há dúvidas de que parte das quotas foram adquiridas com recursos auferidos em moeda estrangeira e pagos ao investidor no exterior. Por isso, a apuração de eventual ganho de capital deve ser feita a partir da diferença em dólares entre o valor de venda e o valor de compra do bem. Recorrendo ao exemplo anteriormente dado, supondo a compra de um apartamento apenas com recursos auferidos originariamente em dólares, o apartamento adquirido por US$ ,00 e vendido por US$ ,00 irá gerar um ganho de capital de US$ ,00. Esse ganho deverá então ser convertido para reais pela cotação para compra divulgada pelo Banco Central para a data da venda, o que, supondo uma cotação de 3 reais para cada dólar na data da venda, resultaria em um ganho de capital de R$ ,00, contra R$ ,00 no caso anterior. Sobre esse ganho deverá ser recolhido o Imposto de Renda de 15%, que deverá ser pago até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento do preço pela venda ou do resgate da aplicação financeira. A despeito de toda essa complexidade, a tributação em bases universais adotada pelo Brasil autoriza que o Imposto de Renda pago no exterior seja compensado com o Imposto de Renda brasileiro incidente sobre os mesmos valores, de maneira a evitar ou ao menos 4 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

5 mitigar a dupla tributação. Essa possibilidade existe em algumas situações, por exemplo, caso o país no qual se realizou o investimento tenha firmado com o Brasil um Acordo de Bitributação prevendo a possibilidade de compensação, como acontece com Portugal. Outros mecanismos para evitar a bitributação também podem ser acordados entre os países, como ocorre no tratado com a Espanha, que determina que a venda de imóveis só pode ser tributada no país em que se situa o imóvel. O imposto pago no exterior também pode ser compensado caso o outro país ofereça DIMOB - Sua Empresa precisa entregá-la? Por Mauricio Alvarez da Silva No meio de tantas obrigações acessórias, a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias - Dimob, por não estar associada a nenhuma obrigação principal (pagamento de tributo), muitas vezes acaba caindo no esquecimento, podendo causar significativos prejuízos e grandes dores de cabeça aos administradores. A Dimob é de apresentação obrigatória para as pessoas jurídicas e equiparadas: i) que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim; ii) que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis; iii) que realizarem sublocação de imóveis; iv) que se constituírem para construção, administração, locação ou alienação de patrimônio próprio, de seus condôminos ou de seus sócios. Deve ser apresentada pelo estabelecimento matriz até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, com as informações sobre: a) as operações de construção, incorporação, loteamento e intermediação de aquisições/alienações, no ano em que foram contratadas; b) os pagamentos efetuados no ano, discriminados mensalmente, decorrentes de locação, sublocação e intermediação de locação, independentemente do ano em que essa operação foi contratada. A omissão de informações ou a prestação de informações falsas na declaração configura hipótese de crime contra a ordem tributária prevista no art. 2º da Lei 8.137/1990, sem prejuízo das demais sanções cabíveis. Ocorrendo a situação descrita, poderá ainda ser aplicado o regime especial de fiscalização, previsto no art. 33 da Lei 9.430/1996. Portanto, os administradores devem estar atentos a eventuais enquadramentos que ensejem a obrigatoriedade de apresentação da Dimob, sob pena de sujeitar a empresa a severas penalidades. Esta é uma dentre as diversas declarações acessórias a serem entregues à Receita Federal no primeiro semestre de cada ano. tratamento recíproco, ou seja, caso ele permita a seus nacionais a compensação do imposto pago no Brasil em uma situação equivalente, como ocorre com os Estados Unidos. Por fim, cabe chamar a atenção para uma obrigação geralmente esquecida: a necessidade de realizar a declaração de Capitais Brasileiros no Exterior, do Banco Central. Essa declaração é obrigatória para os residentes no Brasil que tenham, no dia 31 de dezembro, ativos no exterior em valor igual ou superior a US$ ,00, sendo que para aqueles que possuam ativos no exterior em valor igual ou superior a US$ ,00 a declaração deve ser feita trimestralmente. Por ser pouco conhecida, essa declaração é fonte de muita dor de cabeça ao contribuinte mal orientado, já que sua não elaboração dentro do prazo, bem como eventual erro podem gerar multa de até R$ ,00, além de implicarem a presunção de que os valores não declarados possuem origem ilícita. Assim, a aplicação de recursos no exterior é uma interessante medida de proteção patrimonial e diversificação de investimentos, mas deve ser acompanhada de cuidados e orientação qualificada para não tirar o sono do investidor. Receita inicia autuações sobre erros no preenchimento do SPED A Receita Federal já está aplicando multas de até 200% do valor das operações de envio do Sistema Público de Escrituração digital (SPED). A informação é da advogada tributarista Ana Paula Siqueira Lazarreschi de Mesquista, titular do SLM Advogados. "Recentemente, tivemos dois casos de clientes que receberam notificações via portal do contribuinte (DEC), por parte da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. A presente comunicação, trata do cruzamento de blocos do SPED FISCAL, semelhante ao que apresentamos pessoalmente. Nestes, os contribuintes são obrigados a apresentar no prazo de 15 dias uma relação contendo notas explicativas sobre cada uma das inconsistências apresentadas nos autos". O SLM Advogados está comunicando todos os clientes que nos contataram para fazer as análises de SPED, pois, caso haja notificação não haveria, tempo hábil para fazer as correções e consequentemente poderão ocorrer autuações, que variam entre 10 a 200% sobre das operações (caso não haja justificativa). Verificação de auditoria eletrônica realizado pelo time de digital tributário do escritório apurou em 95% de empresas dos setores industrial e comercial de grande e médio porte quantidades entre 800 a 6000 erros nas informações fiscais encaminhadas à Receita Federal por meio do SPED. "Embora pouco divulgado, as penalidades e ou aplicação de multas por erros nas escrituração digital podem chegar a até duas vezes o valor das operações. O empresário precisa estar muito atento a estas operações, validar preventivamente todo o processo, de forma a minimizar riscos e evitar surpresas, como o auto de infração". O problema existe por causa de duas situações. Primeira, a publicação de diversas novas obrigações fiscais todos os dias. "Os trabalhos dos profissionais da área tributária e fiscal tem se intensificado, gerando a preocupação nos empresários em absorver o conhecimento necessário atinente a estas novas obrigações e repassá-las à Receita Federal da forma correta. Em regra, dentro de uma empresa, não existe tempo hábil para que todo esse processo seja filtrado, analisado e, principalmente, validado antes que essas informações sejam repassadas de forma qualificada ao Fisco". E segundo, os contribuintes carregam gargalos e podem incorrer em futuros passivos tributários porque o validador da Receita Federal denominado PVA, somente valida a estrutura dos arquivos e não realiza o cruzamento de blocos internos do SPED. "Esta ação é crucial para se evitar pesadas multas", diz Ana Paula Siqueira. O método é uma máquina de arrecadação por vias transversas, destaca. Elas estima que o valor das multas pode chegar à casa de centenas de milhões de reais em Fonte: Contabilidade na TV INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR

6 Perguntas frequentes feitas à Contabilidade Em caso de venda de qualquer bem que esteja em nome da empresa, enviar à contabilidade a nota de venda do mesmo ou documento hábil para baixa do ativo imobilizado e consequente apuração do lucro ou prejuízo da operação. 1) Quais são os documentos que devo enviar à Contabilidade? Enviar mensalmente os extratos de todas as contas bancárias (contas correntes, aplicações financeiras) de todos os bancos com os quais a Empresa transaciona; Sempre que forem realizados empréstimos bancários, enviar a cópia simples dos respectivos contratos; Enviar uma cópia simples do contrato do aluguel, caso o imóvel em que a empresa esteja instalada seja locado; Enviar Comprovantes de pagamento de água, luz, telefone e demais despesas que estejam em nome da Empresa. Havendo transações com o Exterior, enviar cópia dos respectivos comprovantes, principalmente contratos de fechamento de câmbio. 2) Devo enviar o comprovante de pagamento das contas? Sim. Qualquer pagamento efetuado pela Empresa com devido comprovante de aquisição deve ser enviado para Contabilidade, para os devidos registros, não importando a forma de pagamento: cheque, débito bancário, transferência bancária, dinheiro, cartão de crédito, etc. 3) Quando faço adiantamentos de cartão de crédito devo enviar os comprovantes da operações? Sim. Bancos emitem no momento da antecipação do crédito o documento referente à operação, o qual deve ser contabilizado para apropriação das devidas despesas. 4) Quais documentos não devo enviar à contabilidade? Documentos particulares, ou que não estejam em nome da empresa. 5) Cupons fiscais são contabilizados? Sim, porém, somente serão lançados como despesa se houver identificação da empresa compradora, com nome e CNPJ destacados no cupom fiscal. 6) Notas fiscais de venda a consumidor são contabilizadas? Não. Para ser contabilizado, deve ser solicitada a Nota Fiscal M1. 7) Qual o prazo máximo de envio dos documentos à contabilidade? Nos primeiros dias após o encerramento de cada mês, pois há muitos prazos a serem cumpridos relacionados à apuração dos tributos, retenções de tributos na fonte e elaboração de inúmeras Obrigações Acessórias 8) Quando adquiro um bem (veículos, máquinas, imóveis, etc) devo enviar os documentos de aquisição ao escritório? Sim. Qualquer bem adquirido pela Empresa será objeto de registro contábil, pois vai fazer parte do Ativo da empresa. É importante enviar cópia dos documentos. 9) Qual o destino dos documentos enviados à Contabilidade? Após a recepção dos documentos pelo Departamento Fiscal, é feita uma triagem para verificação do conjunto das operações que foram praticadas, com vistas à análise quanto aos aspectos legais e apuração de tributos. Após esse processo, os mesmos são encaminhados ao Departamento de Contabilidade para elaboração da escrituração contábil, levantamento de balancete e Relatório Gerencial contendo a evolução das Receitas, Despesas, Custos, Tributos e apuração dos Lucros/ Prejuízos. Após os registros contábeis, os mesmos são devolvidos ao Cliente, com a indicação do mês e ano de referência, os quais deverão ser arquivados pelo próprio Cliente. 10) Qual a função dos documentos enviados à Contabilidade? A contabilização das operações é feita com base em documentação contábil e fiscal hábil e idônea. Após os passos acima, são levantados balancetes periódicos e Relatórios Gerenciais para análise da Administração, inclusive para fornecimento a fornecedores e instituições de crédito, quando solicitados. Os Balancetes e Relatórios Gerenciais se constituem em documentos importantes para a tomada de decisões por parte da Administração e Sócios ou Diretores das Empresas. Posteriormente é feita a emissão dos Livros contábeis obrigatórios (Diário e Razão) referente a cada exercício social. O Livro Diário, após assinatura do Contador e do Sócio/Administrador responsável, deve ser registrado no órgão de registro competente (Junta Comercial, Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou OAB) o e Diário). 6 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

7 Tabu entre as famílias, planejamento de herança evita burocracia e diminui gastos Advogados e custas judiciais oneram as famílias que não organizam a transmissão do patrimônio; doação em vida é mais barata do que inventário ensar na morte e falar de herança não são temas fáceis. Ainda assim, P entre não tocar no assunto ou organizar a transmissão dos bens para os herdeiros, a segunda opção é sempre a mais indicada por especialistas em finanças, pois evita burocracia. Na hora de planejar o caminho da herança, os custos e prazos envolvidos devem ser analisados. A doação de patrimônio em vida é mais simples e barata do que o inventário. Imóveis e aplicações financeiras podem ser doados. O que mais pesa na diferença são os gastos com advogados, que podem representar de 5% a 6% do valor real do patrimônio inventariado, contra 1% na doação, segundo levantamento do escritório Choaib, Paiva e Justo Advogados. Ainda que realizar uma doação em vida seja um procedimento relativamente simples - basta ir a um cartório e pagar o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) -, o advogado Roberto Justo, sócio do escritório, lembra que é interessante detalhar a doação em um contrato com cláusulas restritivas. "O público com nível de renda menor geralmente faz uma doação simples. Mas, e se ocorrer uma tragédia e o filho morrer antes do pai? O bem doado pode ir, por exemplo, para o genro ou nora, mas esse é o real desejo da família?" No leque de cláusulas restritivas estão o usufruto (até sua morte, os rendimentos são do doador), a incomunicabilidade (o herdeiro casado, caso se separe, continua a ser dono do bem recebido via doação), inalienabilidade (o bem não pode ser vendido, dentro de um prazo estipulado), impenhorabilidade (o bem não pode ser usado como garantia para pagar dívidas) e reversibilidade (no caso de morte prematura do herdeiro, o bem volta para o doador). Planejar. Antes de optar pela doação, é bom ter em mente as necessidades da família, diz a planejadora financeira certificada pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF) Natalia Zimmermann. "Cada estrutura familiar tem uma característica. Um filho é perdulário? Existem filhos menores de idade? Tudo deve ser considerado", diz. Além disso, a especialista diz que a doação "por impulso" pode trazer problemas. "No caso do testamento, é possível mudar de ideia e refazer o texto. Já com a doação, o patrimônio já é de outra pessoa", ressalta. Por isso, Natalia considera que não é adequado analisar a questão da herança somente sob a ótica dos custos. "Às vezes a diferença de custos não é tão significativa", afirma. O pior cenário no caminho da herança, segundo o diretor de gestão de recursos de terceiros da Ativa Wealth Management, Arnaldo Curvello, é aquele em que a família não fez nenhum planejamento sucessório, não há testamento e, ainda, os herdeiros discordam entre si. A lei brasileira diz que, obrigatoriamente, pelo menos 50% do patrimônio deve ser dividido entre os herdeiros legítimos (descendentes - filhos, netos, bisnetos -, cônjuge e ascendentes - pais, avós, bisavós). O restante pode ser distribuído livremente via testamento. Para a transmissão de valores líquidos, o plano de previdência VGBL é uma opção que garante o repasse para os herdeiros em até um mês e que não entra no inventário. "O VGBL garante que famílias muito dependentes do patriarca ou da matriarca não passem necessidade após a morte deste", diz Curvello. Uma pesquisa do banco suíço UBS realizada nos EUA mostra que, por lá, os investidores estão mais preocupados em planejar a sucessão e não deixar a questão para o leito de morte. A maioria faz e mantém o testamento atualizado desde a fase adulta (83%). Por outro lado, conversar sobre os planos com a família ainda é tabu. Somente 34% dos investidores informam aos herdeiros detalhes sobre o patrimônio acumulado. Decisão exclui empresa do refis por atrasar pagamento de tributos Inadimplência de tributos por três meses consecutivos ou seis meses alternados de tributos é motivo para exclusão de pessoa jurídica do Programa de Recuperação Fiscal (Refis). Esse foi o entendimento do desembargador federal Nery Júnior, da Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), para negar apelação de uma empresa de São Bernardo do Campo que pedia imediata reinclusão no programa. A decisão confirmou a sentença de primeira instância que havia negado mandado de segurança e o pedido de liminar contra ato do delegado da Receita Federal no município paulista, objetivando a imediata reinclusão no Refis, afastando a decisão do Comitê Gestor que a excluiu do programa. A empresa alegava que não ocorreu a inadimplência, mas atraso no pagamento de algumas parcelas. No entendimento do desembargador, o ato que excluiu a apelante do Refis foi legal. "Nos autos, é possível verificar que a empresa incorreu em tal hipótese (inadimplência), sendo os documentos acostados provas do pagamento de parcelas realizado a destempo, meses e anos após, segundo corrobora a própria impetrante", afirmou. Programa A sistemática do Programa de Recuperação Fiscal, instituído pela Lei 9.964, de 10 de abril de 2000, é fomentar o adimplemento dos créditos tributários. O objetivo é a regularização de todos os débitos fiscais do contribuinte, desde que observadas determinadas condições perante a Secretaria da Receita Federal (SRF), o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN). "Cumpre ressaltar que as condições impostas pelo programa de benefício fiscal não violam qualquer princípio constitucional, uma vez que no momento da adesão são levadas a conhecimento da pessoa jurídica, sendolhe facultada a aceitação dos requisitos e dos ônus. No entanto, ao aderir ao programa, não mais se torna possível ao contribuinte eximir-se das exigências legais", acrescentou o magistrado. Ao negar seguimento à apelação, o desembargador federal Nery Júnior se baseou em precedentes do TRF3 e no artigo 5º da Lei 9.964/00 que dispõe sobre inadimplência como causa de exclusão do Refis, por três meses consecutivos ou seis meses alternados, relativamente a qualquer dos tributos e das contribuições abrangidos pelo programa. "Dessa maneira, não há que se falar em ilegalidade do ato realizado pelo Comitê Gestor que a excluiu a apelante do Programa de Recuperação Fiscal", finalizou. Fonte: COAD e TRF3 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR

8 Vantagens (e desvantagens) da Escrituração Contábil Por Júlio César Zanluca Muito se comenta sobre a burocracia no Brasil, e neste tempo de debate eleitoral, muitos candidatos se comprometem a reduzir os trâmites necessários para abertura, manutenção e fechamento de um negócio no Brasil. Independentemente dos debates e das "promessas", considero que contabilidade não é burocracia, é necessidade empresarial. As vantagens da escrituração contábil completa de um negócio superam, em muito, as eventuais desvantagens. Listo apenas algumas das vantagens mais óbvias: 1. Oferece maior controle financeiro e econômico à entidade. 2. Comprova em juízo fatos cujas provas dependam de perícia contábil. 3. Contestação de reclamatórias trabalhistas quando as provas a serem apresentadas dependam de perícia contábil. 4. Imprescindível no requerimento de recuperação judicial (Lei /2005). 5. Evita que sejam consideradas fraudulentas as próprias falências, sujeitando os sócios ou titulares ás penalidades da Lei que rege a matéria. 6. Base de apuração de lucro tributável e possibilidade de compensação de prejuízos fiscais acumulados. 7. Facilita acesso ás linhas de crédito. 8. Distribuição de lucros como alternativa de diminuição de carga tributária. 9. Prova a sócios que se retiram da sociedade a verdadeira situação patrimonial, para fins de apuração de haveres ou venda de participação. 10. Prova, em juízo, a situação patrimonial na hipótese de questões que possam existir entre herdeiros e sucessores de sócio falecido. 11. Para o administrador, supre exigência do Novo Código Civil Brasileiro quanto á prestação de contas (art ). Eventuais desvantagens ficam por conta da necessidade de organização e arquivo de documentos - o que, convenhamos, não é uma desvantagem real, pois se o empreendimento não possui controles e arquivos sobre suas operações, será vítima, cedo ou tarde, de fraudes e erros. Outra suposta desvantagem é o custo da equipe contábil - mas aí também contraponho, afirmando: - o contabilista é um custo ou investimento? Sabemos que a ausência de informações fidedignas (geradas, por exemplo, por balancetes ou análises contábeis) podem levar um empreendimento à ruína financeira. A tomada de decisões exige, além de informações, opiniões de pessoas abalizadas (como o contabilista). Então, para aqueles que acham a contabilidade "coisa cara", porque não integrar a equipe contábil na tomada de decisões empresariais? Em síntese: não consegui vislumbrar, de fato, nenhuma desvantagem real de uma escrituração contábil completa e fidedigna de um negócio. As aparentes desvantagens (arquivos, trâmites de papeis e informações, custo) são superadas, em larga escala, pelas vantagens geradas pela escrituração contábil. IPI - De acordo com a Lei nº 7.798/89, quais são as condições em que os estabelecimentos atacadistas poderão ser equiparados a industrial? Equiparam-se a estabelecimento industrial os estabelecimentos atacadistas que adquirirem produtos nos seguintes códigos: , 2202, 2203, 2204, 2205, 2206, 2208, , 3303, 3304, 3305, 3306, 3307, 4011, 4012, 4013, 9612 (exceto ) e A partir do dia 04/05/2015, ficam acrescentados à lista supracitada, os seguintes códigos: , , , , , , , , , , , Não alcançará os destaques "Ex" existentes nestes novos códigos. Esta aquisição deverá ser feita de estabelecimentos industriais ou dos estabelecimentos equiparados a industriais descritos abaixo: I - estabelecimentos importadores de produtos de procedência estrangeira; II - filiais e demais estabelecimentos que exerçam o comércio de produtos importados ou industrializados por outro estabelecimento da mesma firma; III - estabelecimentos comerciais de produtos cuja industrialização haja sido realizada por outro estabelecimento da mesma firma ou de terceiros, mediante a remessa, por eles efetuadas, de matériasprimas, produtos intermediários, embalagens, recipientes, moldes, matrizes ou modelos; e IV - estabelecimentos comerciais de produtos do capítulo 22 da TIPI, cuja industrialização tenha sido encomendada a estabelecimento industrial, sob marca ou nome de fantasia de propriedade do encomendante, de terceiro ou do próprio executor da encomenda. É importante destacar que, o acima exposto, aplica-se apenas nas hipóteses em que adquirente e remetente sejam empresas interdependentes, controladoras, controladas ou coligadas (Lei nº 6.404, art. 243, 1º e 2º) ou interligadas. Base legal: Lei nº 7.798/1989, art. 7º, incisos de I a IV, 1º e 2º e anexo III, alterado pelo Decreto nº 8.393/2015. Movimentação Fiscal e física dos itens através dos arquivos XML Como é de conhecimento da classe empresarial, o Governo está monitorando toda a movimentação fiscal e física dos itens através dos arquivos XML para obter informações mais precisas do estoque das empresas, através da utilização do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). E, para isso, contamos com a sua compreensão e colaboração em manter um controle rigoroso de seu estoque que envolve o código do produto, NCM, unidade, valor unitário, quantidade e valor total para que não acarrete prejuízos fiscais com o cruzamento das informações contidas no Sped Fiscal, Sped Contábil e a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (DIPJ). Assim, solicitamos que o levantamento do estoque realizado em seja enviado ào escritorio, para fins de elaboração para apresentação das respectivas obrigações. Solicitamos que entre em contato com o seu programador para que ele gere seu estoque no formado exigido pelo Sped Fiscal com o bloco H e bloco 0200 (blocos obrigatórios para inventário). Tais informações estão link:http://www1.receita.fazenda.gov.br/sistemas/sped-fiscal/default.htm. Contamos com a compreensão e colaboração de todos, sendo que em caso de dúvidas, estamos à disposição. "Este comunicado deve-se em função de que com essas mudanças aquele tradicional jeitinho no estoque não funcionará mais." "Faça sua prevenção contra uma ação fiscal que poderá resultar auto de infração com valores elevados." 8 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

9 Retirada Mensal do Pró-Labore e Reflexos nos Benefícios Previdenciários A fixação do valor da retirada mensal dos Sócios e Diretores das Empresas deve levar em consideração o reflexo dessa decisão para o cálculo dos benefícios da Previdência Social. O INSS é uma verdadeira "companhia de seguro", cujos benefícios serão pagos em função dos valores recolhidos. Não custa lembrar que o Futuro, um dia, chegará! Os benefícios da Previdência Social (salário maternidade, auxilio doença e, em especial, a aposentadoria) são calculados tomando por base os valores de recolhimento mensal. Portanto, é necessário decidir o valor conforme as expectativas de recebimento dos benefícios. O INSS, para cálculo de qualquer benefício aos segurados, leva em consideração a média dos salários de contribuição de julho/1994 até a data de entrada do benefício. Portanto, caso o recolhimento esteja sendo feito sobre o salário mínimo (R$ 788,00), esse valor entrará para o cálculo da média e consequentemente do benefício. Sugerimos que, conforme a expectativa de recebimento dos benefícios de cada Sócio ou Diretor, seja o valor da retirada mensal fixado levando em consideração as informações acima. Caso decida alterar o valor atualmente fixado, solicitamos informar ao nosso Departamento Pessoal a nova base desejada (entre o mínimo de R$ 788,00 e máximo de R$ 4.663,75 ou superior), para procedermos à alteração na Folha de Pagamento Mensal de Pró-Labore. Vale esclarecer que a despesa, de responsabilidade da Empresa, sobre o valor da retirada mensal do pró-labore dos Sócios e Diretores continua sendo de 20% (vinte por cento) sobre o valor total da retirada. As empresas optantes pela sistemática do Simples Nacional e as que estão no regime da desoneração da Folha de Pagamento estão isentas dessa contribuição. Os Sócios ou Diretores, por sua vez, sofrem desconto de 11% sobre o valor da retirada, além do desconto do Imposto de Renda na Fonte calculado com base na tabela progressiva, caso esse valor seja superior ao limite mínimo, após as deduções permitidas (INSS, Dependentes, etc.). Na ausência de sua manifestação, manteremos os valores constantes do nosso cadastro, com exceção do valor do salário mínimo, que foi corrigido para R$ 788,00 a partir de janeiro de Nossos Sócios do Departamento Pessoal estão, como sempre, à sua inteira disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais, porventura necessários. O PLANETA PRECISA DE NÓS... Significado de Desperdício:- Ação ou efeito de desperdiçar ou de gastar em excesso. Ação de não aproveitar, alguma coisa, da maneira como se deveria; falta de proveito; perda: desperdício de água; desperdício de alimentos. Tudo aquilo que não se consegue aproveitar; sobras. a regrinha do 3 Rs... Crise hídrica afeta 5 das 10 maiores regiões metropolitanas do país Principal lição que se tira da situação é que não dá para negligenciar um tema tão importante que é a água. A falta de água não é um problema somente em São Paulo. Há uma crise de abastecimento que já castiga cinco das dez maiores regiões metropolitanas do país. Estima-se que 884 milhões de pessoas (12% da população mundial) vivem sem água potável e 2,5 bilhões (dois quintos da população) não têm acesso a saneamento básico. O coordenador do Programa Água para a Vida do WWF-Brasil, Glauco Kimura de Freitas, diz que para debater alternativas para uso sustentável da água, primeiro tem que fazer valer a lei. A legislação prevê a implementação dos comitês de bacias hidrográficas, a implementação de instrumentos da política e entre a cobrança pelo uso da água e a lei deve ser implementada e monitorada de forma transparente pela sociedade. Glauco fala que é preciso ainda um olhar diferente para a crise, porque governantes e setor privado falam muito em ampliar a oferta de água, com a construção de novos reservatórios, mas tem que olhar a bacia hidrográfica. Só assim é que se pode saber de onde vem a água que vai para os reservatórios e para as torneiras. E não basta somente chover, é importante ter vegetação, florestas, nascentes, mananciais e sem essas coisas estamos fadados ao fracasso. INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR

10 35 ANOS DE CAMP 10 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

11 EZ CONTABILIDADE INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR

12 AGENDA DE OBRIGAÇÕES JAN FEV MAR JANEIRO FEVEREIRO MARÇO SALÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS GFIP/FGTS - TRANSMISSÃO ELETRÔNICA E RECOLHIMENTO CAGED - TRANSMISSÃO ELETRÔNICA GPS - INSS (AFIXAR CÓPIA NO QUADRO DE AVISO) GPS - INSS (ENVIAR COPIA P/ SINDICATO) CSLL,COFINS, PIS ICMS DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA - ME/EPP SINTEGRA (ENTREGA ARQUIVO MAGNÉTICO) INSS/GPS - CARNÊ ( FACULTATIVO E EMPREGADO DOMÉSTICO) / ENVIO DA PLANILHA P/ ELABORAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTO IRRF GPS/INSS - EMPREGADOS, SOBRE FOLHA DE PAGAMENTO-CONT INDIVIDUAIS/AUTONOMOS /EMPRESARIOS PIS-ENTIDADES FINANCEIRAS E EQUIPARADAS (CORRETORES DE SEGUROS) COFINS-ENTIDADES FINANCEIRAS E EQUIPARADAS (CORRETORES DE SEGUROS) SIMPLES NACIONAL - ME/EPP DCTF COFINS - 3% SOBRE O FATURAMENTO BRUTO COFINS (NÃO CUMULATIVO): LUCRO REAL (7,60% DA APURAÇÃO DÉBITO/CRÉDITO) PIS - LUCRO PRESUMIDO/ENTIDADES (0,65% S/FATURAMENTO BRUTO MENSAL; 1,0% S/SALÁRIOS) PIS (NÃO CUMULATIVO): LUCRO REAL (1,65% DA APURAÇÃO DÉBITO/CRÉDITO) IPI CSLL,COFINS, PIS (FONTE) IRPF (CARNE LEÃO) IRPF - GANHOS DE CAPITAL (ALIENAÇÃO DE BENS) IRPJ - SIMPLES - GANHOS DE CAPITAL (ALIENAÇÃO DE ATIVO) IRPJ - CSLL (ESTIMATIVA) IRPJ - CSLL (LUCRO REAL- PRESUMIDO) 30 IMPOSTO SINDICAL PATRONAL 27 IMPOSTO SINDICAL AUTONOMOS ICMS MENSAL - CONSULTAR O CÓDIGO PRAZO DE RECOLHIMENTO (CPR) ATENÇÃO OS IMPOSTOS COM VENCIMENTOS AOS SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS, DEVERÃO TER ANTECIPADO OS PAGAMENTOS INFLAÇÃO - FONTES DIVERSAS - REFERÊNCIA ATUALIZADA: JANEIRO/ 2015 ÍNDICES OUT/14 NOV/14 DEZ/14 JAN/15 12MESES INPC / IBGE IPCA / IBGE IPCA ESP / IBGE ICV / DIEESE IPC / FIPE CLASMÉD/ORDEM IGP-DI / FGV IPA -DI / FGV IPC-DI / FGV INCC-DI / FGV IGP-M / FGV IPA-M / FGV IPC-M / FGV INCC-M / FGV CUB-SINDUSCON 0,38 0,42 0,48 0,50 0,37 0,40 0,59 0,73 0,43 0,17 0,28 0,23 0,46 0,20 0,12 0,53 0,51 0,38 0,52 0,69 0,77 1,14 1,44 0,65 0,44 0,98 1,26 0,53 0,30 0,02 0,62 0,78 0,79 0,52 0,30 0,45 0,38 0,30 0,75 0,08 0,62 0,63 0,76 0,25 0,03 1,48 1,24 0,89 1,62 0,76 0,56 1,35 0,70 0,33 7,13 7,14 6,69 6,73 5,91 6,31 3,78 2,15 6,87 6,95 3,98 2,38 7,27 6,74 6,66 FONTE: FOLHA ONLINE, VALOR ECONÔMICO, ORDEM DOS ECONOMISTAS ÍNDICES FIPE IGP-DI IGP-M INPC FONTE: FOLHA ONLINE REAJUSTE DE ALUGUEL E OUTROS CONTRATOS ACUMULADO % ATÉ DEZEMBRO/ 14 TRIMESTR QUADRIM SEMESTR ANUAL 1,36 1,57 2,08 5,20 2,13 2,15 1,65 3,78 1,89 2,10 1,21 3,69 1,54 2,04 2,35 6,23 ACUMULADO ATÉ DEZEMBRO REAJUSTA A PARTIR DE JANEIRO/15, PARA PAGAMENTO EM FEVEREIRO/15. IRPF - TABELA PROGRESSIVA DO IMPOSTO DE RENDA DA PESSOA FÍSICA (IRPF) COM AS ALTERAÇÕES DA LEI N /11 - JANEIRO/ TABELA PROGRESSIVA MENSAL BASE DE CÁLCULO MENSAL ALÍQUOTA A DEDUZIR DO IMPOSTO ATÉ 1.868,22 DE 1.868,23 ATÉ 2.799,86 DE 2.799,87 ATÉ 3.733,19 DE 3.733,20 ATÉ 4.664,68 ACIMA DE 4.664,68 INDICADORES - 7, ,5 27,5-140,12 350,11 630,10 863,33 2. TABELA PROGRESSIVA ANUAL O PARÁGRAFO ÚNICO DO ART. 1º DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 614/14 DETERMINA QUE O IMPOSTO SOBRE A RENDA ANUAL DEVIDO, INCIDENTE SOBRE OS RENDIMENTOS PAGOS ÀS PESSOAS FÍSICAS EM 2015, SERÁ CALCULADO DE ACORDO COM TABELA PROGRESSIVA ANUAL CORRESPONDENTE À SOMA DAS TABELAS PROGRESSIVAS MENSAIS VIGENTES NOS MESES DE CADA ANO-CALENDÁRIO. DESSA FORMA, CASO NÃO SOFRA ALTERAÇÃO DURANTE O ANO DE 2015, A TABELA PROGRESSIVA ANUAL SERÁ A SEGUINTE: BASE DE CÁLCULO MENSAL ALÍQUOTA A DEDUZIR DO IMPOSTO ATÉ ,64 DE ,65 ATÉ ,32 DE ,33 ATÉ ,28 DE ,29 ATÉ ,16 ACIMA DE ,16-7, ,5 27, , , , ,96 TABELA DE CONTRIBUIÇÃO DOS SEGURADOS EMPREGADO, EMPREGADO DOMÉSTICO E TRABALHADOR AVULSO, PARA PAGAMENTO DE REMUNERAÇÃO A PARTIR DE 01/01/2015 SALÁRIO-DE-CONTRBUIÇÃO (R$) ALÍQUOTA PARA FINS DE RECOLHIMENTO AO INSS ATÉ 1.399,12 8% DE 1.399,13 ATÉ 2.331,88 9% DE 2.331,89 ATÉ 4.663,75 11% SALÁRIO MÍNIMO: A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2015 R$ 788,00/ MÊS R$ 26,27 / DIA R$ 3,58 / HORA FONTE: DECRETO Nº 8.381, DE 29/12/14 - DOU, DE 30/12/14 COTA SALÁRIO-FAMÍLIA: A PARTIR DE 1º DE JANEIRO/ 2015 O VALOR DA COTA DO SALÁRIO-FAMÍLIA POR FILHO OU EQUIPARADO DE QUALQUER CONDIÇÃO, ATÉ QUATOR- ZE ANOS DE IDADE, OU INVÁLIDO DE QUALQUER IDADE, É DE: LIMITES I - R$ 37,18, PARA O SEGURADO COM REMUNERAÇÃO MENSAL NÃO SUPERIOR A R$ 725,02 II - R$ 26,20, PARA O SEGURADO COM REMUNERAÇÃO MENSAL SUPERIOR A R$ 725,02 E IGUAL OU INFERIOR A R$ 1.089,72. FONTE: PORTARIA INTERMINISTERIAL MPS/MF Nº 13, DE 10/01/ DOU DE 12/01/2015. FERIADOS 2015 / RIBEIRÃO PRETO DATA DIA DA SEMANA FERIADO 01/01/2015 QUINTA-FEIRA ANO NOVO 02/01/2015 SEXTA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 19/01/2015 SEGUNDA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 20/01/2015 TERÇA-FEIRA SÃO SEBASTIÃO (PADROEIRO DE RIBEIRÃO PRETO) FERIADO MUNICIPAL LEI 11919/09-10/03/ /02/2015 SEGUNDA-FEIRA CARNAVAL PONTO FACULTATIVO 17/02/2015 TERÇA-FEIRA CARNAVAL PONTO FACULTATIVO 18/02/2015 QUARTA-FEIRA, EXPEDIENTE QUARTA-FEIRA DE CINZAS A PARTIR DAS 12H PONTO FACULTATIVO 03/04/2015 SEXTA-FEIRA SEXTA FEIRA DA PAIXÃO 20/04/2015 SEGUNDA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 21/04/2015 TERÇA-FEIRA TIRADENTES 01/05/2015 SEXTA-FEIRA DIA DO TRABALHO 04/06/2015 QUINTA-FEIRA CORPUS CHRISTI FERIADO MUNICIPAL LEI 11919/09-10/03/ /06/2015 SEXTA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 19/06/2015 SEXTA-FEIRA ANIVERSÁRIO DA CIDADE FERIADO MUNICIPAL LEI 11919/09-10/03/ /07/2015 QUINTA-FEIRA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA 10/07/2015 SEXTA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 07/09/2015 SEGUNDA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 12/10/2015 SEGUNDA NOSSA SENHORA APARECIDA 28/10/2015 QUARTA-FEIRA DIA DO SERVIDOR PÚBLICO PONTO FACULTATIVO 02/11/2015 SEGUNDA-FEIRA FINADOS 15/11/2015 DOMINGO PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA 20/11/2015 SEXTA-FEIRA DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA FERIADO MUNICIPAL DECRETO /11/ /12/2015 QUINTA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 25/12/2015 SEXTA-FEIRA NATAL 31/12/2015 QUINTA-FEIRA PONTO FACULTATIVO 01/01/2016 SEXTA-FEIRA ANO NOVO 12 INFORMATIVO CAMPEZ - JAN/FEV/MAR 2015

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