Modalidade de Apresentação: Pôster. GT 1: Biblioteconomia, Tecnologia e Redes Sociais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modalidade de Apresentação: Pôster. GT 1: Biblioteconomia, Tecnologia e Redes Sociais"

Transcrição

1 Modalidade de Apresentação: Pôster GT 1: Biblioteconomia, Tecnologia e Redes Sociais CLASSIFICAÇÃO COLABORATIVA NA WEB 2.0: VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DA FOLKSONOMIA. MACENA, Luis Guilherme G. 1 ; SILVEIRA, Thais de Souza 2 ; RIOS, Patrícia da Silva 3. RESUMO: Apresenta de maneira sucinta o histórico e as transformações em torno da classificação utilizada na organização do conhecimento, destacando o desenvolvimento no modo evolutivo e alguns métodos utilizados na classificação até a atualidade. No contexto da web 2.0, os avanços na forma de disponibilizar a informação tornou-se mais ágil devido à internet, assim a partir das necessidades individuais, como o crescimento da demanda de informação e sua conseqüente necessidade de recuperação surgiu a Folksonomia. Aborda a Folksonomia como uma modalidade de compartilhamento e organização das informações, assim como dos recursos web que se processa de maneira mais colaborativa, de forma que o próprio usuário tem a oportunidade de agilizar livremente a recuperação da informação. Em pesquisa futura com base no globo.com, delicious.com e flickr.com, sites que utilizam essa forma de indexação, discute-se a popularização da Folksonomia entre os sites, blogs e meios de transmissão da informação e de que 1 Graduando em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, Rio de Janeiro, RJ. 2 Graduando em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, Rio de Janeiro, RJ. 3 Graduando em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, Rio de Janeiro, RJ

2 maneira ela facilita a organização do conhecimento na web, visando expor as vantagens e desvantagem ao adotar esse método onde a classificação é realizada com o pensamento individual de cada classificador sem que haja a interferência do profissional da informação. Palavras-Chave: Folksonomia; Classificação do Conhecimento; Web 2.0; Tags ABSTRACT: Succinctly presents the history and the changes around the classification used in knowledge organization, highlighting the development in evolutionary and some methods used in classification to the present. In the context of Web 2.0, advances in the form of providing information has become more streamlined because of the Internet as well as individual needs, as demand growth of information and its consequent need of recovery emerged Folksonomy. Discusses Folksonomy as a means of sharing and organizing information, and web resources that takes place in a more collaborative, so that the user himself has the opportunity to expedite the retrieval of information freely. In future research based on the sites that use this form of indexation, discusses the popularity of folksonomies between sites, blogs and means of transmitting information and how it facilitates the organization of knowledge on the web in order to expose the advantages and disadvantage in adopting this method where the classification is done with the thought of each individual "classifier" without the interference of the information professional. Keywords: Folksonomy; Classification of Knowledge, Web 2.0; Tags 1. Introdução Com o surgimento da web 2.0 possibilitando ao usuário colaborar com informação, seja enviando para sites, como conteúdo para ser postado ou até mesmo por um simples comentário a respeito de algo. De acordo com as mudanças na web, surgiram novos ambientes virtuais para troca de informações, relacionamentos, idéias entre outras coisas. E esses ambientes são as redes sociais e sites que utilizam hipertexto.

3 A partir dessa mudança o seguinte trabalho abordará a trajetória da classificação que surgiu a partir das idéias Aristotélicas baseadas na lógica e traçando um paralelo com ambiente informacional anterior a era da web, onde os livros e os documentos eram os principais veículos e suportes pela qual a informação era disseminada e também como preservação do conhecimento. Com base em sites onde é utilizado tags para organizar a informação de modo que o próprio usuário é o classificador de um determinado assunto tratado e mediante ao alto índice de relevância que essa informação recebe em determinado momento. A questão que será abordada é uma reflexão diante desse novo modo de classificar a informação na web sobre a visão do próprio usuário do site. No momento da pesquisa e na reflexão sobre o tema surgiu uma problemática por causa da classificação colaborativa que os usuários proporcionam aos sites que utilizam as tags e isso de certa forma faz com que a informação seja classificada pelo pensamento do senso comum. Diante dessas problemáticas e questões para serem analisadas o papel do bibliotecário é deixado em segundo plano e o foco é nas vantagens e desvantagens que a Folksonomia proporciona para a indexação dessas informações. Com a análise do portal do Globo 4, o seguinte trabalho investigará como a informação é organizada e qual a possibilidade do bibliotecário participar como um mediador entre as opiniões levantadas pelo usuário e ao processamento de indexação das informações para o site. 2 Revisão de Literatura A classificação de fato sempre esteve presente na vida do ser humano. Percebe-se que na Grécia Antiga, os filósofos eram vistos como os pioneiros na organização do conhecimento. Isso iniciou a partir de Aristóteles quando o mesmo 4

4 buscou na lógica os seus argumentos para a elaboração das cinco predicáveis, mais conhecida como categorias da lógica aristotélica. Elas se dividem em: Gênero: classe que contêm elementos com características em comum. Espécie: coisa que possui uma diferença específica. Está relacionado ao Gênero Diferença: característica que tem a função de gerar algo novo. O acréscimo de cada diferença gera algo novo. Propriedade: algo próprio que pertence a uma determinada classe. Acidente: qualidade que não precisa ser obrigatório ao elemento de uma determinada classe. Essas categorias evoluíram e originaram 10 categorias que foram ampliadas com base nas cinco já existentes. Aristóteles descreveu como substância; qualidade e quantidade; relação; lugar; tempo; situação; posse; ação; sofrimento ou passividade. Com a grande quantidade de informação que ao longo do tempo foi existindo a Classificação obteve um papel importantíssimo na sociedade. Segundo Langridge (2006) Sem classificação não poderia haver nenhum pensamento humano, ação e organização que conhecemos. A classificação transforma impressões sensoriais isoladas e incoerentes em objetos reconhecíveis e padrões recorríveis. [...] O filósofo americano John Dewey chegou mesmo a sugerir que Conhecimento é classificação. Essa pode não ser uma definição muito precisa de conhecimento, mas enfatiza efetivamente significativo o papel da classificação (p.11). Devido ao crescimento do conhecimento humano e respectivamente a grande quantidade de informação circulando no âmbito científico, a classificação passa de uma arte para uma ciência e com isso surgem diversos modos e estruturas de classificação.

5 A arte se dá através de como ela é organizada, ou seja, a forma do arranjo sistemático por uma idéia que foi pré-concebida (construída). E a ciência por relacionar áreas do conhecimento e assim organizar uma divisão estruturada com os assuntos que pertencem a essa área. Os esquemas de classificação eram divididos em dois grandes grupos. Um era voltado para organização do conhecimento (divisão de assuntos) sem notação - e outro para descrever os assuntos contidos nas fontes de informações, por exemplo, o livro com notação. No grupo de sem notação se encontram os seguintes esquemas de classificações: Classificação de Edwards (1859), Classificação de Smith (1882), Classificação de Oagle (1895), Classificação do Museu Britânico ( ), entre outros. Dentro do grupo com notação, se encontram as principais organizações de classificação que serviram de base para um estudo aprofundado e compreensão da organização do conhecimento. Neste grupo se encontram a Classificação Expansiva de Cutter, ( ), a Classificação da Library of Congress (1902), Classificação Decimal Universal (1902), Classificação Decimal de Dewey (1876). Posterior a estes esquemas surgiu um dos esquemas que contribuiu para estudos, Classificação de Dois Pontos, elaborada por Ranganathan. Diante das mudanças tecnológicas e com o advento da web 2.0, a classificação também conquistou o seu espaço, porém de uma forma diferenciada. A partir disso surgiu a questão da folksonomia, um hipertexto que colabora para uma descrição de determinado item na web e ele é mais utilizado em sites (ambientes) de redes sociais (AQUINO, 2008). 2.1 A Web 2.0 e a Folksonomia Nos séculos XVI e XVII era possível ver uma prática de leitura hipertextuais, nas quais sempre trouxeram como característica a coletividade para a sua construção. Em 1965, esse hipertexto ganhou importância como forma de registro, organização e recuperação da informação, e vinte anos depois os documentos poderiam ser alterados, comentados, e ficariam armazenadas para posteriores. O

6 hipertexto passou por três fases: a primeira com a evolução da escrita (textos impressos); a segunda como o surgimento da web e a terceira como que chamam de Web 2.0. Já em 1989 com a criação da web, a potência do hipertexto foi diminuída por causa das limitações da linguagem HTML, tornado-se assim o principal suporte do hipertexto eletrônico. A Internet veio se desenvolvendo com a cooperação entre pesquisadores, acadêmicos, hackers, e hoje mais do que nunca, graças a esses cooperadores, vem se fortalecendo esse caráter coletivo A web 2.0 pode ser considerada como: Uma nova concepção, que passa agora a ser descentralizada, e na qual o sujeito torna-se a ser ativo e participante sobre a criação, seleção e troca de conteúdo postado em um determinado site por meio de plataformas abertas. Nesses ambientes, os arquivos ficam disponíveis on-line, podendo ser acessados em qualquer lugar e momento, ou seja, não existe a necessidade de gravar em um determinado computador os registros de uma produção ou nas alterações feitas na estrutura de um texto. As alterações são realizadas automaticamente na própria Web, pelo próprio usuário e em tempo hábil. (SILVA; BLATEMANN,2007, p. 198) Tim O Reilly foi o criador do termo web 2.0, na qual encara como uma plataforma, em que os próprios usuários controlam seus dados, em que não dependem de softwares (pacotes fechados) e sim de serviços que rodam no browser, online. A arquitetura é edificada sob cooperação, chamada arquitetura de participação, na qual os dados podem ser remixável e transformados, na busca de uma inteligência coletiva, uma memória coletiva. A principal característica da web 2.0 é a colaboração, pois com essa nova web, as ações são realizadas pelos próprios usuários, de acordo com as necessidades de cada usuário, em que cada usuário colabora com a implementação dos conteúdos disponíveis na internet. Assim, nesse contexto, nasce um novo conceito para a organização do conhecimento: a folksonomia, na qual é a tradução do termo folksonomy, um neologismo criado em 2004 pelo arquiteto Thomas Vander Wal, a partir da junção de folk (povo, pessoas) com taxonomy.

7 A Folksonomia se baseia no conceito de web 2.0, pois é realizada de maneira colaborativa, funciona através de atribuições de tags (etiquetas), pelos próprios usuários da web, a arquivos disponibilizados on-line. A etiquetagem significa atribuir etiquetas com aos recursos da Web. Trata-se de uma indexação livre em linguagem natural, não são adotadas regras e/políticas de indexação e nem controle de vocabulários, ou seja, não há efetivamente a tradução dos termos para uma linguagem artificial. Os conteúdos são indexados livremente pelos usuários do recurso, podendo representar assunto ou quaisquer elementos de metadados tais como tipo ou formato. (CATARINO; BAPTISTA, 2007, p.3) Existem termos que se referem à ação de adquirir etiquetas aos recursos da web: Etiquetagem e Classificação. Outros termos se relacionam diretamente a etiquetagem dos marcadores (favoritos): Bookmarking. Há dois outros termos pouco utilizados que são de Ontologias Sociais e Taxonomia Dinâmica. Com isso é o usuário que recupera e representa a informação através das tags que ele mesmo cria. Catarino e Batista (2007, p.3) destacam três fatores essenciais: o resultado de uma indexação livre; objetiva a recuperação posterior da informação; é desenvolvida em um ambiente aberto que possibilita o compartilhamento. A Folksonomia tem como finalidade ordenar o caos existente, facilitar a recuperação da informação. Pode ser traduzida como classificação feita pelas pessoas, pois o resultado para quem faz a pesquisa é uma maior facilidade para encontrar termos que as demais linguagens de indexação não conseguem acompanhar em suas tabelas hierárquicas, fazendo assim o usuário um estudo e classificação sistemática. Assume uma característica de feedback imediato, pois depende de uma necessidade, na qual uma nova tag pode ser criada, por qualquer usuário, que a cria de acordo com o significado a informação que está sendo etiquetada. Em alguns sistemas que a utilizam, é possível até mesmo discutir sobre a construção de tags e assim ordenar os dados de um determinado grupo de usuários. A web possui um problema, na qual muitas vezes o usuário realiza uma busca e no final a considera inútil, por causa da pluralidade de formas como a informação é organizada, tendo assim diversas formas de encontrá-la, e pela ordenação dos resultados, pois muitas vezes o termo digitado pelo usuário no

8 campo de busca nem sempre está de acordo com o abrangido pelo mecanismo. A partir desses problemas, alguns sistemas começaram a facilitar as buscas, na qual o usuário tem a possibilidade de fazer buscas por tags, refinando sua pesquisa, outros sistemas oferecem as tags mais utilizada e permite q o usuário crie pacotes e assine tags, sempre recebendo informações sobre o que lhe interessa. 2.3 Vantagem e Desvantagens Criação de tags próprias: o que tornou o uso popularizado entre os usuários nos sites que adotam a folksonomia como a principal vantagem, é a possibilidade de atribuir tags aos itens de maneira própria, individual, criando termos que melhor representa o documento de acordo com os conhecimentos, forma de pensar e interesses próprios de cada usuário. Nesse caso o usuário dos sites com esse serviço poderá recuperar os assuntos de seu interesse de forma tranqüila e rápida, dessa forma o usuário se sente livre para atribuir, procurar documentos sem depender de sistemas que traduzam a ele os termos que representam os documentos de seu interesse modificando a forma antiga quando houver necessidade da busca, haja a necessidade ou gravar a forma de representação imposta ao usuário, ao adicionar tags que representam de maneira adequada a sua forma de pensamento, o usuário tem a possibilidade de encontrar pessoas e criar grupos que tem o mesmo interesse, e forma de pensamento, aumentando assim a ligação com pessoas com os mesmos interesses. Visualizando o site globo.com, a nuvem de tags mostra as palavras em destaque que são as mais visitadas. O site globo.com é um exemplo de nuvens de tags com controle, ele é um exemplo de tags gerenciadas por um grupo de pessoas, esse não segue o principio da folksonomia que é o da colaboração, nele apenas as palavras mais buscadas são destacadas para uma busca mais rápida pela relevância da busca ou assuntos de interesse comum.

9 Figura 1 - Página Inicial do site globo.com Fonte: A liberdade na representação oferece muitas vantagens aos usuários, porém a partir dessa que encontramos umas das desvantagens mais citadas, todos têm experiências individuais e coletivas que podem ser diferentes umas das outras, a partir disso, podemos ter formas de representação iguais, porém na maioria das vezes, sempre há uma maneira que achamos um pouco melhor que a maneira já criada, na criação das tags ocorre algo semelhante, o termo que para uma pessoa melhor é representado por um termo para outra pode não fazer sentido, essa diferença de pensamento implica nas inúmeras tags criadas a partir de usuários diversos, pode causar um congestionamento de tags. A falta de monitoramento ou de vocabulários controlados acaba ocasionando uma repetição de termos semelhantes, ou termos individuais onde a representação só faz sentido para quem criou. Esse método de criação de etiquetas ou tags que por serem tão individuais podem ser adotadas caso haja pessoas com a mesma linha de

10 pensamento, e podem não ser adotadas, essa ultima é a mais freqüente. Em seu texto Aquino (2007 ) chama a folksonomia de o vocabulário descontrolado. Os sites delicious e flickr são os mais citados como exemplo que utilizam a folksonomia, neles o uso não tem gerenciamento de inclusão de tags. Figura 2 - Página Inicial do site delicious Fonte:

11 ]Figura 3 - Página Inicial do site Flickr Fonte: Apesar desse grande número de palavras-chave e tags diferenciadas o uso da folksonomia trás a vantagem de recuperação rápida, e a possibilidade de criação de textotecas disponíveis a todos em qualquer lugar que possa acessar a internet, dispensando a utilização de dispositivos de armazenamento. [...] a liberdade de criação das tags não poderia causar um crescimento absurdo do número de informações na web? Prefere-se acreditar que as informações não estariam aumentando em função das tags, mas mais, ou melhor, do que isso, estariam sendo mais bem organizadas. (AQUINO, 2007, p.13)

12 3 Materiais e Métodos A pesquisa teve como base os livros, artigos e sites da internet, que abordam a Classificação, Folksonomia, Tags e assuntos relacionados ao tema, tendo em vista um maior conhecimento dos estudantes do curso de biblioteconomia e profissionais que não refletiram sobre as variáveis do assunto. 4 Resultados Parciais/Finais Avaliando o uso da folksonomia, surge a hipótese da utilização em centros de documentação e bibliotecas, sendo possível unir a colaboração dos usuários com a supervisão de profissionais especializados e a inclusão de vocabulários controlados para o auxilio no momento da escolha por uma representação, com os termos mais adequados para a instituição e para o usuário. 5 Considerações Parciais/Finais Com isso podemos concluir que o uso da folksonomia é uma ferramenta que colabora com a integração dos usuários. A folksonomia e o hipertexto 2.0 libertam os usuários da web dos mecanismos estreitos da taxonomia, através da possibilidade de uso de um vocábulo descontrolado, que atende aos formatos originais do hipertexto, permitindo além do armazenamento conectado de informações, o registro de informações ou não, da memória coletiva da web.

13 Referências: AQUINO, Maria Clara. A Folksonomia como hipertexto potencializador de memória coletiva: um estudo dos links e tags no Del.icio.us e no Flikcr. Liinc. em Revista, v.4, n. 2, set. 2008, p AQUINO, Maria Clara. Hipertexto 2.0, folksonomia e memória coletiva: um estudo das tags na organizazão da web. Revista E-Compós, v. 18, n.18, ago Disponível em: Acesso em 17 ago CATARINO, Maria Elisabete; BAPTISTA, Ana Alice. Folksonomia: um novo conceito para a organização dos recursos digitais na Web. Revista Data Grama Zero, v.8, n. 3, jun Disponível em: Acesso em: 17 ago LANGRIDGE, Derek. Classificação: abordagem para estudantes de biblioteconomia. Rio de Janeiro: Interciência, p. RUFINO, Airtiane; SILVA, Roosewelt Lins. Folksonomia: a classificação colaborativa facilitando a organização do conhecimento. In.: ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE BIBLIOTECONOMIA, DOCUMENTAÇÃO, CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO, 31 Maceió. Anais...Maceió: UFAL, 2008.

FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO I SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FOLKSONOMIA: LIBERDADE DE INDEXAÇÃO PARA O INTERNAUTA

FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO I SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FOLKSONOMIA: LIBERDADE DE INDEXAÇÃO PARA O INTERNAUTA FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO I SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA FOLKSONOMIA: LIBERDADE DE INDEXAÇÃO PARA O INTERNAUTA Bárbara Cristina A. UEHARA barbarauehara@gmail.com; Denise

Leia mais

HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP

HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP 1 HASHTAGS: ROMPIMENTOS COM DIZERES SEDIMENTADOS* Autora: Vânia Lúcia Coelho- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto- FFCLRP/USP RESUMO: Há muito que áreas como a Biblioteconomia e

Leia mais

MOFI: Um Modelo para Recuperação de Informação baseado em Ontologias, Folksonomia e Indexação Automática de Conteúdo

MOFI: Um Modelo para Recuperação de Informação baseado em Ontologias, Folksonomia e Indexação Automática de Conteúdo MOFI: Um Modelo para Recuperação de Informação baseado em Ontologias, Folksonomia e Indexação Automática de Conteúdo Uedson Santos Reis (SENAI) uedsonreis@gmail.com Eduardo Manuel de Freitas Jorge (UNEB)

Leia mais

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 13 2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 2.1. Páginas, Sites e Outras Terminologias É importante distinguir uma página de um site.

Leia mais

LÉA MARIA DE SOUZA BARROS. A Folksonomia como prática de classificação colaborativa para a recuperação da informação

LÉA MARIA DE SOUZA BARROS. A Folksonomia como prática de classificação colaborativa para a recuperação da informação LÉA MARIA DE SOUZA BARROS A Folksonomia como prática de classificação colaborativa para a recuperação da informação Dissertação de mestrado Fevereiro de 2011 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 3.4 1º de julho de 2013 Novell Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

A Estrutura da Web. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti

A Estrutura da Web. Redes Sociais e Econômicas. Prof. André Vignatti A Estrutura da Web Redes Sociais e Econômicas Prof. André Vignatti A Estrutura da Web Até agora: redes onde unidades eram pessoas ou entidades sociais, como empresas e organizações Agora (Cap 13, 14 e

Leia mais

Keywords: Folksonomy, Social indexing, Web 2.0, Tags, Library catalogs. A folksonomia no contexto das bibliotecas: exemplos do WorldCat

Keywords: Folksonomy, Social indexing, Web 2.0, Tags, Library catalogs. A folksonomia no contexto das bibliotecas: exemplos do WorldCat Folksonomy in the library context: WorldCat's examples Bruna Pacheco Marques (Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes. Departamento de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, Brasil)

Leia mais

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Centro de Documentação e Informação da FAPESP São Paulo 2015 Sumário Introdução... 2 Objetivos...

Leia mais

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 4.0 Março de 2015 Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho de equipe.

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 Adriana Nascimento Flamino 1, Juliana de Souza Moraes 2 1 Mestre em Ciência

Leia mais

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012. GT 2: Organização e Representação do Conhecimento

XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012. GT 2: Organização e Representação do Conhecimento XIII Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação - XIII ENANCIB 2012 GT 2: Organização e Representação do Conhecimento TAXONOMIA E ETIQUETAGEM: análise dos processos de organização e recuperação

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER

RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER RECUPERANDO INFORMAÇÃO SOBRE TEXTOS PUBLICADOS NO TWITTER Autores: Miguel Airton FRANTZ 1 ;; Angelo Augusto FROZZA 2, Reginaldo Rubens da SILVA 2. Identificação autores: 1 Bolsista de Iniciação Científica

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

CURSO SOBRE ACESSO ÀS BIBLIOTECAS ON-LINE DA MEDLINE/PubMed

CURSO SOBRE ACESSO ÀS BIBLIOTECAS ON-LINE DA MEDLINE/PubMed TUTORIAL PARA ACESSO BIBLIOTECA ON-LINE da MEDLINE/PUBMED CURSO SOBRE ACESSO ÀS BIBLIOTECAS ON-LINE DA MEDLINE/PubMed Este tutorial faz parte do curso de extensão da UNIFESP sobre acesso on-line às publicações

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Participação política na internet: o caso do website Vote na web

Participação política na internet: o caso do website Vote na web Participação política na internet: o caso do website Vote na web Lívia Cadete da Silva 1 Lucas Arantes Zanetti 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP RESUMO

Leia mais

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 1: Introdução à Disciplina Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar os princípios que se destacam como características da Web 2.0. INTRODUÇÃO

Leia mais

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5

Sistemas de Informação James A. O Brien Editora Saraiva Capítulo 5 Para entender bancos de dados, é útil ter em mente que os elementos de dados que os compõem são divididos em níveis hierárquicos. Esses elementos de dados lógicos constituem os conceitos de dados básicos

Leia mais

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente Documentos formam a grande massa de conhecimentos de uma organização seja ela privada ou pública, esses documentos em sua maioria são parte do seu patrimônio. A Gestão

Leia mais

Desenvolvimento em Ambiente Web. HTML - Introdução

Desenvolvimento em Ambiente Web. HTML - Introdução Desenvolvimento em Ambiente Web HTML - Introdução O que é HTML? HTML é uma linguagem para descrever a estrutura de uma página WEB. Ela permite: Publicar documentos online com cabeçalhos, texto, tabelas,

Leia mais

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE Eliane Apolinário Vieira Priscila Marylin de Almeida Arlete Inocencia Menezes Roni

Leia mais

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará :

CAPÍTULO 2. Este capítulo tratará : 1ª PARTE CAPÍTULO 2 Este capítulo tratará : 1. O que é necessário para se criar páginas para a Web. 2. A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web 3. Navegadores 4. O que é site, Host,

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação Daniela Sardá da Conceição Juliana Ribeiro Letícia Jansen Gonçalves IMPLEMENTAÇÃO SOFTWARE EMPRESA

Leia mais

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos Novell Teaming 2.0 29 de julho de 2009 Novell Início Rápido Quando você começa a usar o Novell Teaming, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional. Tecnologia. Tecnologia. Tecnologia 29/07/2009

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional. Tecnologia. Tecnologia. Tecnologia 29/07/2009 Núcleo de Pós Graduação Pitágoras A Tecnologia da Informação no contexto Organizacional MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Professor: Fernando Zaidan Agosto - 2009 Tecnologia

Leia mais

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente

SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente SIMARPE Sistema de Arquivo Permanente Documentos formam a grande massa de conhecimentos de uma organização seja ela privada ou pública, esses documentos em sua maioria são parte do seu patrimônio. A Gestão

Leia mais

Proposta de Implantação do Software MULTIACERVO no Arquivo do DEINFRA

Proposta de Implantação do Software MULTIACERVO no Arquivo do DEINFRA Proposta de Implantação do Software MULTIACERVO no Arquivo do DEINFRA Acadêmicos: CÁSSIA REGINA BATISTA - cassiareginabatista@grad.ufsc.br CLARISSA KELLERMANN clarissakel@gmail.com IVAN MÁRIO DA SILVEIRA

Leia mais

Biblioteca Virtual do NEAD/UFJF GOOGLE APPS EDUCATION: FERRAMENTA DE EDIÇÃO, COMUNICAÇÃO E PESQUISA

Biblioteca Virtual do NEAD/UFJF GOOGLE APPS EDUCATION: FERRAMENTA DE EDIÇÃO, COMUNICAÇÃO E PESQUISA GOOGLE APPS EDUCATION: FERRAMENTA DE EDIÇÃO, COMUNICAÇÃO E PESQUISA Módulo de Acolhimento UAB/UFJF 2008 PrezadoCursista, Baseado na perspectiva de que você terá que se familiarizar com alguns recursos

Leia mais

Organizaçãoe Recuperação de Informação GSI521. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU

Organizaçãoe Recuperação de Informação GSI521. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Organizaçãoe Recuperação de Informação GSI521 Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Introdução Organização e Recuperação de Informação(GSI521) Tópicos Recuperação de informação (RI); Breve histórico; O

Leia mais

ESTUDO DA MELHOR METODOLOGIA PARA A DIFUSÃO DE VÍDEOS EXPLICATIVOS DE FENÔMENOS METEOROLÓGICOS

ESTUDO DA MELHOR METODOLOGIA PARA A DIFUSÃO DE VÍDEOS EXPLICATIVOS DE FENÔMENOS METEOROLÓGICOS Ana Beatriz Mesquita (CPTEC/INPE) ESTUDO DA MELHOR METODOLOGIA PARA A DIFUSÃO DE VÍDEOS EXPLICATIVOS DE FENÔMENOS METEOROLÓGICOS Metodologia do trabalho realizado referente a gravação e expansão dos vídeos

Leia mais

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br

Gestão em Sistemas de Informação. Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Profa.: Me. Christiane Zim Zapelini E-mail: christianezapelini@nwk.edu.br Gestão em Sistemas de Informação Cloud Computing (Computação nas Nuvens) 2 Cloud Computing Vocês

Leia mais

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião

BVS Site. Aplicativo para geração de portais BVS. Cláudia Guzzo Patrícia Gaião BVS Site Aplicativo para geração de portais BVS Cláudia Guzzo Patrícia Gaião Gerência de Produção de Fontes de Informação / Projetos e Instâncias da BVS BIREME/OPAS/OMS Biblioteca Virtual em Saúde (BVS)

Leia mais

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET

CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 1 CADERNO DE ORIENTAÇÃO DIDÁTICA PARA INFORMÁTICA EDUCATIVA: PRODUÇÃO COLABORATIVA VIA INTERNET 04/2007 Mílada Tonarelli Gonçalves CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula.

Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Mídia e educação: O uso das novas tecnologias em sala de aula. Sabrine Denardi de Menezes da Silva Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha - Campus São Vicente do Sul RESUMO: A

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

Editor de Questões E24H

Editor de Questões E24H Editor de Questões E24H Conteúdo: Apresentação O que é o Editor de Questões Objetivos Potencialidades Vantagens adicionais Visualização no site (Quem acessa o Editor de Questões) (não Para quem o Editor

Leia mais

O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma

O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO BLOG DO CONHECIMENTO APRESENTAÇÃO O Blog do Conhecimento (http://blog.df.sebrae.com.br/ugc), desenvolvido pela UGC, é uma ferramenta de COLABORAÇÃO que tem como objetivo facilitar

Leia mais

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3

DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 DESENVOLVIMENTO WEB DENTRO DOS PARADIGMAS DO HTML5 E CSS3 Eduardo Laguna Rubai, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR- Brasil eduardorubay@gmail.com, bonetti@unipar.br Resumo.

Leia mais

Biblioteca Virtual de Soluções Assistivas

Biblioteca Virtual de Soluções Assistivas 264 Biblioteca Virtual de Soluções Assistivas Maria Helena Franciscatto 1 Adriana Soares Pereira 1 Roberto Franciscatto 1 Liliana Maria Passerino 2 1 Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Colégio

Leia mais

definição, conceitos e passo a passo

definição, conceitos e passo a passo Sites e blogs: definição, conceitos e passo a passo Ana Paula Bossler Pedro Zany Caldeira Diego Venturelli Introdução O suporte de comunicação mais utilizado em todo o mundo é a Internet, um repositório

Leia mais

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS

REFLEXÕES PEDAGÓGICAS REFLEXÕES PEDAGÓGICAS A forma como trabalhamos, colaboramos e nos comunicamos está evoluindo à medida que as fronteiras entre os povos se tornam mais diluídas e a globalização aumenta. Essa tendência está

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA Cássia Regina Batista Clarissa Kellermann de Moraes Ivan Mário da Silveira Márcia Dietrich Santiago Proposta

Leia mais

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202

Web 2.0. Amanda Ponce Armelin RA 052202 Amanda Ponce Armelin RA 052202 Americana, 2007 Tópicos Introdução Web 1.0 Definição Comparativo Web1.0 x Web2.0 Web 3.0 Definição Conclusão Definição Principais características Discórdia Termos Essenciais

Leia mais

Manual do Usuário Publicador

Manual do Usuário Publicador Manual do Usuário Publicador Portal STN SERPRO Superintendência de Desenvolvimento SUPDE Setor de Desenvolvimento de Sítios e Portais DEDS2 Versão 1.1 Fevereiro 2014 Sumário Sobre o Manual... 3 Objetivo...

Leia mais

TUTORIAL AUTODESK 360 COLABORAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE ARQUIVOS

TUTORIAL AUTODESK 360 COLABORAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE ARQUIVOS TUTORIAL AUTODESK 360 COLABORAÇÃO E ARMAZENAMENTO DE ARQUIVOS Autodesk 360 é a nuvem da Autodesk, podendo ser acessada pela sua conta da Autodesk Education Community (estudantes) ou Autodesk Academic Resource

Leia mais

Expandindo o conceito de biblioteca: interoperabilidade, personalização, curadoria digital e novos documentos

Expandindo o conceito de biblioteca: interoperabilidade, personalização, curadoria digital e novos documentos II ENCONTRO DE BIBLIOTECÁRIOS DA AERONÁUTICA - FAB Expandindo o conceito de biblioteca: interoperabilidade, personalização, curadoria digital e novos documentos ou a Biblioteca na Porta da Geladeira Luana

Leia mais

O BLOG NA ERA DA INFORMAÇÃO COMO FERRAMENTA DE COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E PARA A PROMOÇÃO PROFISSIONAL. Paula Carina de Araújo

O BLOG NA ERA DA INFORMAÇÃO COMO FERRAMENTA DE COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E PARA A PROMOÇÃO PROFISSIONAL. Paula Carina de Araújo O BLOG NA ERA DA INFORMAÇÃO COMO FERRAMENTA DE COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÃO, CONHECIMENTO E PARA A PROMOÇÃO PROFISSIONAL Paula Carina de Araújo Resumo Apresenta um relato de experiência da utilização

Leia mais

1 Inicie um novo. Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007. projeto

1 Inicie um novo. Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007. projeto Guia de Referência Rápida de Gerenciamento de Projeto para o Project 2007 1 Inicie um novo Antes de começar um novo, uma organização deve determinar se ele se enquadra em suas metas estratégicas. Os executivos

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Ciência da Computação 5ª série Sistemas Operacionais A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

MANUAL DO ALUNO. Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA. http://www.fgf.edu.br

MANUAL DO ALUNO. Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA. http://www.fgf.edu.br MANUAL DO ALUNO Ambiente Virtual TelEduc FACULDADE INTEGRADA DA GRANDE FORTALEZA http://www.fgf.edu.br Sala Virtual TelEduc O TelEduc é um ambiente virtual desenvolvido Unicamp para apoiar professores

Leia mais

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS Conectt i3 Portais Corporativos Há cinco anos, as empresas vêm apostando em Intranet. Hoje estão na terceira geração, a mais interativa de todas. Souvenir Zalla Revista

Leia mais

Afinal o que é HTML?

Afinal o que é HTML? Aluno : Jakson Nunes Tavares Gestão e tecnologia da informacão Afinal o que é HTML? HTML é a sigla de HyperText Markup Language, expressão inglesa que significa "Linguagem de Marcação de Hipertexto". Consiste

Leia mais

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Alessandro Mueller alessandro@univali.br UNIVALI Luiz Gonzaga Ferreira

Leia mais

Tópicos Especiais em Informática. Msc. Márcio Alencar

Tópicos Especiais em Informática. Msc. Márcio Alencar Tópicos Especiais em Informática Msc. Márcio Alencar Recursos Certamente, um dos atrativos do chamado e- Learning (ou ensino á distância com uso de ferramentas computacionais/eletrônicas), são os novos

Leia mais

05/05/2015. Recuperação de Informação

05/05/2015. Recuperação de Informação Recuperação de Informação Recuperação de Informação Recuperar consiste em identificar, em um conjunto de documentos (corpus), quais atendem à necessidade de do usuário. O usuário de um sistema de recuperação

Leia mais

Filme: O Lobisomem e o Coronel

Filme: O Lobisomem e o Coronel Filme: O Lobisomem e o Coronel Gênero: Animação Diretor: Elvis K. Figueiredo, Ítalo Cajueiro Ano: 2002 Duração: 10 min Cor: Colorido Bitola: 35mm País: Brasil Disponível no Porta Curtas: www.portacurtas.com.br/curtanaescola/filme.asp?cod=1518

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Professora conteudista: Cida Atum Sumário Administração de Banco de Dados Unidade I 1 INTRODUÇÃO A BANCO DE DADOS...1 1.1 Histórico...1 1.2 Definições...2 1.3 Importância

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: primeiros passos

Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: primeiros passos Congresso Humanidades Digitais em Portugal: construir pontes e quebrar barreiras na era digital FCSH (UNL) - Lisboa - 8 e 9 out 2015 Preservação de periódicos eletrônicos no Brasil: Dr. Miguel Angel Arellano/Dra.

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde

Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): Instrumento para a gestão da informação em Saúde Objetivo: Apresentar o Modelo da BVS: conceitos, evolução, governabilidade, estágios e indicadores. Conteúdo desta aula

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO E NOVAS E NOVAS MÍDIAS Trabalho final da disciplina Computadores, Redes, IP e Internet Professor: Walter Freire Aluno:

Leia mais

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info

Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com. http://www.tiagodemelo.info Bancos de dados distribuídos Prof. Tiago Eugenio de Melo tiagodemelo@gmail.com Última atualização: 20.03.2013 Conceitos Banco de dados distribuídos pode ser entendido como uma coleção de múltiplos bds

Leia mais

O SERPRO E A GESTÃO DO CONHECIMENTO: UMA LIÇÃO A SER APRENDIDA VIVIANNE VERAS SERPRO JUNHO 2013

O SERPRO E A GESTÃO DO CONHECIMENTO: UMA LIÇÃO A SER APRENDIDA VIVIANNE VERAS SERPRO JUNHO 2013 VIVIANNE VERAS SERPRO JUNHO 2013 O SERPRO MELHORES PRÁTICAS LIÇÕES APRENDIDAS PRÓXIMOS PASSOS... O SERPRO ORGANOGRAMA A EMPRESA ESTRUTURA LINHAS DE NEGÓCIO CLIENTES E SERVIÇOS -Política de Propriedade

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

Museu virtual e redes sociais: Uma possibilidade de interação com a comunidade

Museu virtual e redes sociais: Uma possibilidade de interação com a comunidade 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares

AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares AMBIENTE VIRTUAL DE APOIO AO ALUNO Pesquisa em andamento: resultados preliminares Denis Lacerda Paes 1 ; Angelo Augusto Frozza 2 RESUMO O trabalho apresentado visa desenvolver uma aplicação baseada em

Leia mais

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido

INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA. Guia rápido INTRODUÇÃO AO AMBIENTE MOODLE DA UFPA Guia rápido A PLATAFORMA MOODLE Moodle (Modular Object Oriented Distance LEarning) é um Sistema para Gerenciamento de Cursos (SGC). Trata-se de um programa para computador

Leia mais

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento

O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto Metodista Granbery: uma ferramenta de acompanhamento e relacionamento Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Sistemas de Informação - N. 7, JUL/DEZ 2009 O Sistema de Controle de Egressos utilizado pelo Instituto

Leia mais

Como agilizar a produção científica com pesquisas bem sucedidas nas melhores fontes on-line

Como agilizar a produção científica com pesquisas bem sucedidas nas melhores fontes on-line Mini-curso 2 Como agilizar a produção científica com pesquisas bem sucedidas nas melhores fontes on-line 8/11/11-08h30 às 12h30 http://www.abecbrasil.org.br DAMIANO, L. C. C., nov/2011 Apresentação licenciada

Leia mais

// Questões para estudo

// Questões para estudo // Questões para estudo 2 // Ferramentas Básicas de Internet e Web 2.0 1. Sobre a internet, marque a opção correta: A) A internet poder ser definida como uma rede mundial, composta por mihões e milhões

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DÉBORA DE MEIRA PADILHA PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DO SOFTWARE PERGAMUM NA ESCOLA BÁSICA DR. PAULO FONTES Florianópolis

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Aline Passos Amanda Antunes Ana Gabriela Gomes da Cruz Natália Neves Nathalie Resende Vanessa de Morais EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA UFMG: EAD E O CURSO DE LETRAS Trabalho apresentado à disciplina online Oficina

Leia mais

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente

10. Defina Sistemas Distribuídos: Um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único e coerente 1. Quais os componentes de um sistema cliente-servidor? Clientes e servidores 2. Na visão do hardware, defina o que é cliente e o que é servidor: Clientes. Qualquer computador conectado ao sistema via

Leia mais

Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso

Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso Computação Móvel para Contribuir à Educação e Sustentabilidade - Estudo de Caso COSTA, P. M. a,a*, MONTEIRO, R. L. a,b* a. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte b. Universidade Federal de

Leia mais

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG

ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG ENSINO DE MATEMÁTICA PONTO BLOG Moema Gomes Moraes 1 RESUMO: Este trabalho faz uma reflexão sobre os aspectos relacionados ao uso de Blogs no ensino de Matemática. Para isto, ele inicia fazendo uma reflexão

Leia mais

AS BASES DE DADOS EM SAÚDE COMO FERRAMENTAS DE BUSCA DA INFORMAÇÃO: um relato de experiência da Biblioteca Central Julieta Carteado

AS BASES DE DADOS EM SAÚDE COMO FERRAMENTAS DE BUSCA DA INFORMAÇÃO: um relato de experiência da Biblioteca Central Julieta Carteado PÔSTER IMPACTO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA Uso estratégico das tecnologias em informação documentária AS BASES DE DADOS EM SAÚDE COMO FERRAMENTAS DE BUSCA DA INFORMAÇÃO:

Leia mais

Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil

Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil lacerda e franze Escritório de Advocacia Lacerda e Franze obtém economia significativa em custos de impressão com ECM/GED da SML Brasil CLIENTE Lacerda e Franze Advogados Associados V I S Ã O G E R A L

Leia mais

Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva². Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC. renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail.

Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva². Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC. renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail. Renan Borges Pereira¹, Rodrigo Rodrigues da Silva² Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC renanzaum_1@hotmail.com¹, rodrigues_fatec@hotmail.com² Há algum tempo o termo computação em nuvem ou Cloud Computing

Leia mais

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED

Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Justificativa do uso da Linguagem XML no Projeto RIVED Índice Introdução... 1 Sobre a linguagem XML... 2 O que é XML (extensible Markup Language)?... 2 Características da Linguagem...3 Sobre o seu uso...

Leia mais

Compendex Ei. www.ei.org

Compendex Ei. www.ei.org Compendex Ei www.ei.org Opções de Busca Diferentes formas de busca disponíveis, de acordo com a experiência e a preferência do usuário: Quick Search Busca rápida Expert Search Busca avançada Thesaurus

Leia mais

Mídias sociais: novo modelo de marketing e comunicação

Mídias sociais: novo modelo de marketing e comunicação Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Mídias sociais: novo modelo de marketing e comunicação Maria Fazanelli Crestana (USP) - crestana@usp.br Eidi Raquel Franco Abdalla (FMUSP) - eidi@biblioteca.fm.usp.br Fabiola

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

REDES SOCIAIS: ferramenta de recrutamento

REDES SOCIAIS: ferramenta de recrutamento REDES SOCIAIS: ferramenta de recrutamento Daniela Partzsch Köpp 1 Adair Mendes De Paula 2 Juliano Regiani Olbrzymek 3 Centro Universitário Leonardo da Vinci UNIASSELVI Graduação Tecnológica em Gestão de

Leia mais

Alfabetização Digital

Alfabetização Digital Ferramentas de interação e sua utilização pedagógica nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem evidenciando o papel do professor e do estudante Prof. Ana Carolina de Oliveira Salgueiro de Moura Prof. Antônio

Leia mais

DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE

DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE DESAFIOS DO SKYPE NA COLETA DE DADOS NA PESQUISA EM EDUCAÇÃO ONLINE Mayara Teles Viveiros de Lira (UFAL) Maria Helena de Melo Aragão (UFAL) Luis Paulo Leopoldo Mercado (UFAL) Resumo Este estudo analisa

Leia mais