Sumário. Expediente. Panorama...4. Estatísticas e Mercado...5. Relatório ABEGÁS - Mercado e Distribuição Ano IV - Nº 32 - Abril-Maio/10

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2 Sumário Panorama Expediente Diretoria Executiva ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado Presidente: Armando Laudorio Diretor Vice-Presidente: Gerson Salomão Maranhão da Fonseca Diretores: Carlos Eduardo de Freitas Brescia; José Carlos de Salles Garcez; Fernando Akira Ota; Márcio Augusto Vasconcelos Nunes; Luiz Carlos Meinert. Secretário Executivo: Augusto S. Salomon Coordenador Jurídico: Antônio Luis de M. Ferreira Coordenador Técnico: Gustavo Galiazzi Produção e Editoração Gás Brasil Mídia Editorial 02

3 A UNIÃO DO GÁS NATURAL MOVIMENTANDO O BRASIL 03

4 Panorama COMEÇOU A COPA DO MUNDO! Como a sustentabilidade ambiental é um dos compromissos assumidos pelo Brasil com a FIFA, o gás natural passa a ter um importante papel como uma das principais fontes de energia durante a Copa do Mundo no Brasil em Focada na preparação para a realização deste mundial, nossa Associação está trabalhando, junto ao governo federal, em prol da elaboração de projetos energéticos para uso do gás natural. Para a gestão deste grande evento, foi criado, no governo federal, o Grupo Executivo GECOPA 2014, e a ABEGÁS está engajada neste projeto, através do Comitê de Meio Ambiente, gerido pelo ministério do Esporte no Consórcio Copa Como eventos do porte de uma Copa do Mundo não podem depender do fornecimento convencional de energia elétrica, são necessários sistemas de backup devido ao risco de sobrecarga, além da obtenção de eficiência energética e, principalmente, da redução dos níveis de emissões de poluentes. A FIFA tem feito exigências em relação à infraestrutura das cidades selecionadas para sediar os eventos da Copa, bem como infraestrutura elétrica, redundância na transmissão de energia para as cidades, sistemas de emergência com grupos gerados. Haverá ainda a necessidade da modernização dos aeroportos, que seguramente irão demandar grandes investimentos em geração e climatização. Somente em infra-estrutura do país serão investidos R$ 33 bilhões, já os impactos econômicos potenciais resultantes da realização da Copa do Mundo podem chegar a R$ 183,2 bilhões, dos quais R$ 47,5 bilhões (26%) são diretos e R$ 135,7 bilhões indiretos (74%), conforme o estudo Impactos econômicos da realização da Copa 2014 no Brasil, desenvolvido pela consultoria Value Partners Brasil Ltda. Para garantir a concretização do resultado macroeconômico potencial com a realização do evento do porte de uma Copa do Mundo, nossa proposta é a utilização de cogeração e climatização a gás natural de modo a garantir energia e preservar o sistema convencional, além de desenvolver um amplo programa de conversão de veículos de frotas cativas e de transportes urbanos. Estas ações serão concentradas nas cidades-sede, entretanto servirão para incentivar e compartilhar as evoluções com todas as distribuidoras. A ABEGÁS está conjugando esforços para incentivar as distribuidoras ainda mais na ampliação das redes e no atendimento a localidades ainda não atendidas pelo insumo. Em parceria com a ABGNC, estamos buscando alternativas para o modal de transportes; e, junto com o BNDES, formas de financiamento para o mercado. E, claro, com SENAI e CTGÁS, continuamos a promover a formação e o aperfeiçoamento de recursos humanos, de serviços técnicos e tecnológicos para o mercado de gás natural. Nosso papel neste cenário, enquanto defensores deste mercado, é facilitar a implementação do uso do gás natural, em uma possibilidade de gerar emprego e renda para o setor. O setor de energia será um dos mais beneficiados pela Copa do Mundo, em conjunto com construção civil, alimentos e bebidas e serviços. A Copa do Mundo é uma grande vitrine mundial para o Brasil e para nosso energético limpo e renovável. Será uma grande oportunidade para desenvolver uma eficiente gestão de imagem, mostrando as vantagens e disseminando a cultura do gás natural. Com certeza, teremos um grande avanço no desenvolvimento do mercado e para a economia do País! Antes do início da copa do mundo na África do Sul, a ABEGÁS já havia se engajado na preparação da copa do mundo a ser realizada no Brasil em Estamos convictos que, com a participação das nossas associadas, estaremos contribuindo com a copa verde defendida pelo Presidente da República, além de difundir ainda mais a utilização do Gás Natural no cotidiano das famílias brasileiras. A ABEGÁS estará engajada nos projetos de infraestutura da Copa do Mundo 2014 nos quais o gás natural possa ser utilizado. Participe e opine. Vamos em frente! Armando Laudorio Presidente 04

5 ESTATÍSTICAS E MERCADO 05

6 Consumo Abril Consumo de Gás Natural cresce no primeiro quadrimestre do ano A média diária no quadrimestre subiu de 33,6 para 39,4 milhões de m³ em um ano. O consumo de gás natural no Brasil encerrou o primeiro quadrimestre de 2010 com expressivo crescimento, ao ser comparado com o mesmo período de O levantamento feito pela ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado aponta que foram consumidos diariamente no mês de abril, em média, 40,1 milhões de metros cúbicos de gás, a rede de distribuição soma ,8 km de extensão e há clientes em todos os segmentos de atuação das distribuidoras. A comercialização de gás natural teve um aumento de 17,31% de um quadrimestre ao outro, em razão da retomada do segmento industrial que apresentou um crescimento de 33,62%. As indústrias consumiram 25,6 milhões de metros cúbicos por dia, representando 63,82% do consumo total de gás natural no quarto mês do ano. Notório também foi o crescimento do setor de co-geração: 53,57%, saltando de 1,7 para 2,6 milhões de metros cúbicos por dia. Os setores comercial e residencial também apresentaram crescimento de, respectivamente, 3,52% e 1,16%. Em contrapartida, o consumo dos segmentos automotivo e termoelétrico apresentou retração de, respectivamente, 5,35% e 24,77%. Comparando-se abril de 2010 com abril de 2009, o crescimento também é expressivo: 22,21%, puxado pelo aumento de 33,08% na comercialização de gás natural pelas indústrias e de 45,26% em cogeração. Quando comparado com março, à exceção dos segmentos automotivo e elétrico, todos os outros apresentaram crescimento na comercialização, levando o consumo total a aumentar 1,36% de um mês ao outro. A região Sudeste continua sendo a região que mais consome gás natural no país, com 27,2 milhões de metros cúbicos consumidos por dia em abril. Na seqüência, estão as regiões Nordeste com 8,2 milhões m³/dia e Sul com 4,1 milhões. Já as Regiões Centro-Oeste e Norte consumiram, respectivamente, 455 mil m³/dia e 2,5 mil m³/dia. 06

7 Comercialização de Gás Natural no Brasil Comercialização Histórica de Gás Natural no Brasil a 2010 e Comparativo de Abril de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 em milhões de m³/dia Fonte: ABEGÁS 07

8 Comercialização de Gás por Região Acumulada por Região Abril em Mil de m³/dia Industrial - Abril em Mil de m³/dia Automotivo - Abril em Mil de m³/dia Residencial - Abril em Mil de m³/dia Comercial - Abril em Mil de m³/dia Geração Elétrica - Abril em Mil de m³/dia Cogeração - Abril em Mil de m³/dia GNC e Outros - Abril em Mil de m³/dia 08

9 Competitividade Para a composição do Estudo de Competitividade do Gás Natural foram consideradas as seguintes premissas: Preços: Como fonte de consulta foram utilizadas as estruturas tarifárias das distribuidoras analisadas; Critérios: Foram utilizadas como base de levantamento duas distribuidoras, respeitando os maiores volumes comercializados nos seguintes segmentos: Residencial, Comercial, Automotivo e Industrial; Geração Térmica: Este segmento não foi analisado neste estudo, devido às diferentes condições comerciais de fornecimento dos energéticos; Apresentação: Os números utilizados como base de avaliação por região seguiram os seguintes critérios de análise: Gráficos em R$/MMBtu; Gráfico R$ preços médios. 09

10 Industrial - Preço s/ ICMS Industrial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias Óleo Combustível A1: Preço Distribuidoras GLP: ANP e Preço Distribuidoras Preço Médios nas Refinarias + Frete Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Industrial) Lenha e Carvão: AMS - Associação Mineira de Silvicultura - Preços Médios Poder Calorífico GN: kcal/m³ OC A1: kcal/kg GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Lenha: kcal/kg Carvão kcal/kg Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 10

11 Residencial - Preço s/ ICMS Residencial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias GLP: ANP Preço Médios - Revenda P13 Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Residencial) Poder Calorífico: GN: kcal/m³ GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 11

12 Comercial - Preço s/ ICMS Comercial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias GLP: ANP Preço Médios nas Refinarias + Frete Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Comercial, Serviços e Outras) Poder Calorífico: GN: kcal/m³ GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 12

13 Automotivo - Preço s/ ICMS Automotivo - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: ANP - Preço Revenda Álcool: ANP - Preço Revenda Diesel: ANP - Preço Revenda Gasolina: ANP - Preço Revenda Poder Calorífico: GNV: kcal/m³ Álcool: kcal/l Diesel: kcal/l Gasolina: kcal/l Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 13

14 Automotivo - Variação de Preços x Conversões 14

15 Energia 15

16 Energia Geração de Energia: Térmica a Gás Geração de Energia: Hidráulica Fonte: ONS Fonte: ONS Comparativo Geração de Energia Térmica a Gás em Mwmed % Janeiro 2.161, ,39-27,66% Fevereiro 1.820, ,41 27,04% Março 2.246, ,26-14,90% Abril 1.703, ,89 6,78% Fonte: ONS Comparativo Geração de Energia Hidráulica em Mwmed % Janeiro , ,52 12,44% Fevereiro , ,65 9,44% Março , ,46 7,01% Abril , ,80 6,86% Fonte: ONS Níveis dos Reservatórios Energia Armazenada por Região em Abril/2010 REGIÃO ABRIL N 99,34% NE 77,11% SE/CO 82,08% S 89,35% Fonte: ONS 16

17 Consumo Maio Aumenta o consumo de gás natural Com o aumento do consumo pelas indústrias, a demanda por gás natural cresceu 6,3% de um ano ao outro, atingindo a média de 44 milhões de metros cúbicos por dia. O levantamento feito pela ABEGÁS - Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado aponta que o consumo de gás natural no Brasil encerrou maio batendo recorde. Foram consumidos no mês diariamente, em média, 44,1 milhões de metros cúbicos de gás, a rede de distribuição soma ,3 km de extensão e há clientes em todos os segmentos de atuação das distribuidoras. De maio de 2009 a maio de 2010, a comercialização de gás natural teve um aumento de 6,33%, em razão da retomada de 22,08% no consumo do segmento industrial. As indústrias consumiram 25,5 milhões de metros cúbicos por dia, representando 57,85% do consumo total de gás natural no mês de maio. No mesmo período, notórios também foram os crescimentos dos segmentos residencial, comercial e de co-geração: respectivamente, 6,68%, 6,17% e 8,24%. Em contrapartida, o consumo automotivo retraiu 1,17%, ao passo que a comercialização do setor elétrico reduziu seu consumo em 20,17%, pelo menor acionamento das termoelétricas. A região Sudeste continua sendo a região que mais consome gás natural no país, com 31,2 milhões de metros cúbicos consumidos por dia em maio. Na seqüência, estão as regiões Nordeste com 8,4 milhões m³/dia e Sul com 4 milhões. Já as Regiões Centro-Oeste e Norte consumiram, respectivamente, 251,9 mil m³/dia e 2,5 mil m³/dia. 17

18 Comercialização de Gás Natural no Brasil Comercialização Histórica de Gás Natural no Brasil a 2010 e Comparativo de Maio de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 em milhões de m³/dia Fonte: ABEGÁS 18

19 Comercialização de Gás por Região Acumulada por Região Maio em Mil de m³/dia Industrial - Maio em Mil de m³/dia Automotivo - Maio em Mil de m³/dia Residencial - Maio em Mil de m³/dia Comercial - Maio em Mil de m³/dia Geração Elétrica - Maio em Mil de m³/dia Cogeração - Maio em Mil de m³/dia GNC e Outros - Maio em Mil de m³/dia 19

20 Competitividade Para a composição do Estudo de Competitividade do Gás Natural foram consideradas as seguintes premissas: Preços: Como fonte de consulta foram utilizadas as estruturas tarifárias das distribuidoras analisadas; Critérios: Foram utilizadas como base de levantamento duas distribuidoras, respeitando os maiores volumes comercializados nos seguintes segmentos: Residencial, Comercial, Automotivo e Industrial; Geração Térmica: Este segmento não foi analisado neste estudo, devido às diferentes condições comerciais de fornecimento dos energéticos; Apresentação: Os números utilizados como base de avaliação por região seguiram os seguintes critérios de análise: Gráficos em R$/MMBtu; Gráfico R$ preços médios. 20

21 Industrial - Preço s/ ICMS Industrial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias Óleo Combustível A1: Preço Distribuidoras GLP: ANP e Preço Distribuidoras Preço Médios nas Refinarias + Frete Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Industrial) Lenha e Carvão: AMS - Associação Mineira de Silvicultura - Preços Médios Poder Calorífico GN: kcal/m³ OC A1: kcal/kg GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Lenha: kcal/kg Carvão kcal/kg Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 21

22 Residencial - Preço s/ ICMS Residencial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias GLP: ANP Preço Médios - Revenda P13 Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Residencial) Poder Calorífico: GN: kcal/m³ GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 22

23 Comercial - Preço s/ ICMS Comercial - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: Tarifas das Concessionárias GLP: ANP Preço Médios nas Refinarias + Frete Energia Elétrica: ANEEL Tarifas Médias por Classe de Consumo (Comercial, Serviços e Outras) Poder Calorífico: GN: kcal/m³ GLP: kcal/kg E.E.: kcal/mwh Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 23

24 Automotivo - Preço s/ ICMS Automotivo - Evolução dos Preços s/ ICMS Fontes: Gás Natural: ANP - Preço Revenda Álcool: ANP - Preço Revenda Diesel: ANP - Preço Revenda Gasolina: ANP - Preço Revenda Poder Calorífico: GNV: kcal/m³ Álcool: kcal/l Diesel: kcal/l Gasolina: kcal/l Fonte: CTGÁS - Dados de Unidades de Conversão 24

25 Automotivo - Variação de Preços x Conversões 25

26 Energia 26

27 Energia Geração de Energia: Térmica a Gás Geração de Energia: Hidráulica Fonte: ONS Fonte: ONS Comparativo Geração de Energia Térmica a Gás em Mwmed % Janeiro 2.161, ,39-27,66% Fevereiro 1.820, ,41 27,04% Março 2.246, ,26-14,90% Abril 1.703, ,89 6,78% Maio 3.209, ,65-12,31% Fonte: ONS Comparativo Geração de Energia Hidráulica em Mwmed % Janeiro , ,52 12,44% Fevereiro , ,65 9,44% Março , ,46 7,01% Abril , ,80 6,86% Maio , ,30 8,74% Fonte: ONS Níveis dos Reservatórios Energia Armazenada por Região em Maio/2010 REGIÃO MAIO N 99,26% NE 73,40% SE/CO 78,86% S 95,34% Fonte: ONS 27

28 Rua Sete de Setembro, 99-16º andar CEP: Centro - Rio de Janeiro - RJ Tel. (21) / Fax. (21)

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