PNUD: PROGRAMAÇÃO DO PAÍS E ASSUNTOS RELACIONADOS VERSÃO PRELIMINAR DO DOCUMENTO DO PROGRAMA DO PAÍS PARA O BRASIL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PNUD: PROGRAMAÇÃO DO PAÍS E ASSUNTOS RELACIONADOS VERSÃO PRELIMINAR DO DOCUMENTO DO PROGRAMA DO PAÍS PARA O BRASIL"

Transcrição

1 PNUD: PROGRAMAÇÃO DO PAÍS E ASSUNTOS RELACIONADOS VERSÃO PRELIMINAR DO DOCUMENTO DO PROGRAMA DO PAÍS PARA O BRASIL Terceiro Documento do Programa do País para o Brasil ( ) Índice Introdução I. Análise Situacional II. Cooperação passada e lições aprendidas A Redução da pobreza e aumento da inclusão social B.Desenvolvimento de capacidade e governança sustentável C.Meio ambiente sustentável e desenvolvimento da energia D. Gênero e Raça III. IV. E. Formulação de políticas e metas no marco do DHS Programa proposto A. Promoção do acesso eqüitativo aos serviços públicos B. Garantia de equidade de gênero e raça C. Redução da vulnerabilidade à violência D. Promoção de políticas transparentes e direitos humanos E. Apoio ao desenvolvimento econômico mais sustentável Gestão, monitoramento e avaliação do programa A. Gestão do programa. B. Monitoramento e Avaliação Anexo Quadro de Resultados e Recursos Anexo Matriz de Resultados do UNDAF

2 Introdução 1. O terceiro Documento de País para o Brasil (CPD) compreende o período de Foi preparado em colaboração com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), levando em conta o documento Uma leitura das Nações Unidas sobre os Desafios e Potenciais do Brasil (CCA) e o Marco Conjunto para Cooperação das Nações Unidas (UNDAF) e focalizando as áreas nas quais o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) tem uma clara vantagem comparativa no âmbito de suas atribuições. I. Análise Situacional 2. A implementação do segundo programa, válido para , ocorreu principalmente durante o mandato do governo eleito no final de 2002 e foi bastante influenciada por suas demandas e prioridades. A agenda deste governo foi fortemente orientada para programas sociais, serviços básicos e um forte compromisso com a redução da pobreza nacional e internacionalmente. 3. Uma das principais realizações do país registradas durante este período foi a consolidação da estabilidade macroeconômica. A taxa de inflação caiu de 12,5% em dezembro de 2002 para uma taxa de 3,5% prevista para o final de O crescimento do PIB alcançou uma taxa cumulativa de 12,5% para o período de , em comparação com 10,2% no período anterior 1. A taxa de desemprego ainda é elevada, em média 10%, e distribuída de forma desigual por região, raça e gênero. Este desempenho geral da economia brasileira no curto prazo, embora seja positivo, não promove uma melhoria das condições de vida de uma grande parcela da população sendo reformas econômicas necessárias Níveis altos e persistentes de desigualdade ainda constituem um obstáculo alarmante ao exercício pleno dos direitos humanos no Brasil, e a níveis de desenvolvimento humano mais altos. São necessários maiores esforços para ampliar a cobertura das políticas sociais e torná-las mais inclusivas e sustentáveis. Uma redução significativa dos níveis de desigualdade também exige reformas estruturais mais radicais que ainda não se concretizaram. Atualmente, o Brasil está classificado em 63 o lugar no Índice de Desenvolvimento Humano. O progresso na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento to Milênio (ODM) 3 é visível, e o Brasil poderá cumprir as metas dos ODM na média, como "país", mas as regiões mais pobres e a população excluída podem permanecer abaixo das metas. 6. Em termos de potencialidades nacionais, a análise situacional mostra o Brasil como um país com muitas competências e experiência profissional. Contudo, a capacidade do governo é altamente concentrada em alguns nichos do governo federal. Cooperação técnica ainda é necessária e solicitada junto aos organismos internacionais para formulação, monitoramento e avaliação de políticas sociais. No nível estadual, a capacidade existente para o desenvolvimento está aumentando lentamente, e existem deficiências consideráveis no nível municipal. A implementação bem sucedida de políticas sociais nacionais nos níveis estadual e municipal foi identificada pelo governo federal como uma prioridade para a cooperação com organismos internacionais. 1 Boletim do Banco Central Abril de 2006 (www.bcb.gov.br) 2 CCA Uma Leitura das Nações Unidas a Respeito dos Desafios e Potencial do Brasil (http://www.onu-brasil.org.br/acoes_conjuntas.php) e "Reformas Microeconômicas e Crescimento a Longo Prazo Ministério da Fazenda (www.fazenda.gov.br) 3 Dados do II Relatório Nacional dos ODM de 2004 (http://www.ipea.gov.br) 2

3 7. A ABC reforçou que este novo ciclo programático que começa em 2007 deverá consolidar a transição do apoio operacional aos programas para uma abordagem baseada em conhecimento, com um aumento significativo de serviços técnicos. Neste sentido, o governo também enfatizou o importante papel que o PNUD e outras agências das Nações Unidas podem desempenhar atuando em iniciativas triangulares com o Brasil para promover a cooperação Sul-Sul. 8. Durante a preparação deste documento, foram realizadas consultas com as contrapartes e com autoridades nacionais 4, que confirmaram a necessidade de um reposicionamento do PNUD no Brasil, e apoiaram fortemente a mudança de foco para o trabalho com os estados e municípios. O fornecimento de produtos e serviços baseados em conhecimento, em particular a experiência internacional das extensas redes das Nações Unidas e monitoramento e avaliação, também foi solicitado. 9. Recente reestruturação do escritório para aperfeiçoar competências técnicas em áreas prioritárias organizou as funções do Escritório do PNUD no Brasil em quatro grupos de atividades: advocacy, assessoria para formulação de políticas públicas, projetos especiais para desenvolver novos produtos de conhecimento e serviços de desenvolvimento. Espera-se que as atividades baseadas em conhecimento assumam uma parcela crescente da carteira do país, e que os serviços de desenvolvimento tenham um papel decrescente, começando no nível federal. Os serviços de desenvolvimento continuarão a ser fornecidos onde e quando necessário. Uma estratégia de descentralização também foi introduzida para atender necessidades mais específicas no nível local, que culminou em parcerias com governos estaduais para a abertura de cinco escritórios descentralizados. 10. Esta abordagem traz desafios e oportunidades para rever a forma tradicional de realização de cooperação técnica, e aumenta a importância do PNUD no alcance de impacto sustentável de longo prazo. É contra este pano de fundo que o PNUD deve definir sua trajetória futura no Brasil. II. A Cooperação Técnica no Período Anterior e as Lições Aprendidas 11. O programa do PNUD no País ainda é um dos maiores do mundo, executado nacionalmente, com custo quase exclusivamente compartilhado com recursos nacionais. Os programas apoiados no Brasil tiveram uma redução de US$ milhões em 2002 para US$ 141 milhões em A principal lição aprendida foi que o fornecimento de serviços de desenvolvimento de maneira tradicional, por agências das Nações Unidas, como nos últimos 18 anos, não é mais relevante para o governo federal no Brasil. A. Redução da pobreza e aumento da inclusão social 12. A intervenção do PNUD em políticas sociais enfocou (i) a implementação de políticas que visam fortalecer setores críticos para o desenvolvimento humano; (ii) o apoio às políticas de descentralização e empoderamento no nível local, especialmente nos setores da saúde e da educação; (iii) promoção dos conceitos relacionados de ODM e de desenvolvimento humano sustentável (DHS) através de projetos; (iv) desenvolvimento institucional e capacitação em todos os níveis de governo; e (v) a construção de novas redes e parcerias com o setor privado e a sociedade civil. A proteção dos direitos humanos, a segurança humana, a incorporação da dimensão de gênero, raça, transparência, e governança local são questões inovadoras que se beneficiaram da cooperação intensa e da alta qualidade do Sistema das Nações Unidas. 4 Presidência da República, Ministério do Desenvolvimento Social, Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Ministério do Planejamento, Banco Mundial, Comitê do Pacto Global. 3

4 13. Devido à relevância do sistema de justiça como uma condição para o desenvolvimento social e econômico e consolidação da democracia, o Escritório do PNUD no Brasil começou a investir na área a partir de Algumas das iniciativas mais importantes financiadas pelo PNUD foram: (i) a implementação de experiências piloto em justiça restaurativa e penas alternativas, (ii) a aplicação da tecnologia como uma ferramenta para facilitar o acesso à justiça para comunidades pobres, e (iii) o desenvolvimento de uma série de estudos sobre gestão do sistema judiciário. Em questões de segurança pública, vários estudos foram desenvolvidos para subsidiar a elaboração do Sistema Unificado de Segurança Pública (SUSP), um instrumento nacional de política importante para a coordenação dos esforços das várias esferas de governo. 14. Um esforço importante foi empreendido visando o estabelecimento de novas parcerias e redes para fortalecer as atividades de responsabilidade social sob a égide do Pacto Global (Global Compact) 5 com empresas privadas. Esta será uma área importante para o próximo ciclo. 15. O PNUD forneceu assessoria técnica na elaboração e implementação de ferramentas de monitoramento e avaliação de programas de transferência de renda com condicionalidades, uma área importante para reduzir a pobreza que continuará a receber apoio deste Programa do País. B. Desenvolvimento de capacidade e governança sustentável 16. Durante este ciclo programático, o PNUD Brasil apoiou intervenções governamentais para atingir a estabilidade macroeconômica, tal como a Reforma da Administração Fiscal Estadual (PNAFE) baseada em gestão eficiente e transparente das receitas e despesas. Estas iniciativas foram extremamente bem sucedidas e replicadas nos níveis estadual e municipal. A utilização de tecnologias da informação e comunicação para o desenvolvimento (TICD) também foi introduzida com sucesso como uma ferramenta para melhorar a governança e para reduzir o hiato digital nas comunidades pobres. Programas ambiciosos foram desenvolvidos para integrar as câmaras legislativas nos níveis municipal, estadual e federal através de uma comunidade virtual e de um sistema que integra as Receitas Estaduais. 17. A presença ativa do PNUD, e sua assessoria técnica oferecida aos programas estaduais e municipais para viabilizar a modernização equivalente, foram intensamente demandadas, especialmente através dos escritórios descentralizados. Portanto, conforme determina o mandato do PNUD, a capacitação institucional nos níveis estadual e municipal estará entre as prioridades para o próximo ciclo. C. Meio ambiente sustentável e desenvolvimento de energia 18. Os projetos do PNUD na área ambiental visam a integração da população humana à natureza, ampliando o desenvolvimento sustentável e melhorando a qualidade de vida, e ao mesmo tempo protegendo a biodiversidade e os serviços ecológicos. O PNUD também apoiou a consolidação institucional e técnica de agências reguladoras independentes no setor de serviços públicos (serviços de água, saneamento e eletricidade), reduzindo os riscos gerais para o investimento privado, mas protegendo os consumidores de renda mais baixa. O PNUD apoiou ativamente os elos entre energia e alívio da pobreza, através do emprego de energia renovável na eletrificação rural D. Gênero e raça 19. A preparação do Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano com foco no Racismo, na Pobreza e na Violência contribuiu para a incorporação de metas específicas de redução da pobreza 5 4

5 desagregadas por gênero e raça. Nesse particular, o desenvolvimento da capacidade em planejamento estratégico e formulação de políticas no âmbito da recém-criada Secretaria de Promoção da Igualdade Racial também foi uma etapa importante para a formulação de políticas avançadas, incluindo ações afirmativas no setor da educação. No ciclo atual a questão racial tornouse um dos itens proeminentes na agenda nacional. E. Formulação de políticas e metas no marco do desenvolvimento humano sustentável (DHS) 20. Na última década, o conceito de desenvolvimento humano sustentável consolidou-se na formulação, monitoramento e avaliação de políticas no Brasil, e o IDH foi empregado para estabelecer o foco das políticas públicas e da destinação orçamentária, para apoiar a atuação da sociedade civil e até mesmo para orientar empresas privadas em seus processos decisórios envolvendo a alocação de investimentos privados. 21. O PNUD também intensificou seu trabalho em DHS e investiu em pesquisa e desenvolvimento de novas ferramentas que permitiram avaliações e relatórios mais qualitativos sobre as condições sociais nos níveis nacional, estadual e municipal, testados em um projeto-piloto realizado na cidade de Recife. Os relatórios dos ODM nos níveis nacional e sub-nacional também ofereceram às autoridades ferramentas muito valiosas para a mensuração do impacto das políticas públicas. Um Relatório Nacional dos ODM foi preparado anualmente pelo governo com apoio das agências das Nações Unidas, sob a coordenação do PNUD. Além disso, o PNUD estabeleceu novas parcerias com o setor privado especialmente para apoiar a campanha dos ODM, que teve um impacto significativo sobre a opinião pública e recebeu o Prêmio 2005 de Inovação e Compromisso do Administrador do Organismo. 22. O compromisso com a divulgação e a consecução dos ODM gradualmente concentrou os esforços do Escritório local. Durante o ciclo atual, o Escritório do PNUD no Brasil desenvolveu suas potencialidades de assessoria e advocacy em políticas testando ferramentas inovadoras com sucesso, o que também permitirá intervenções baseadas em conhecimento no próximo ciclo. III. Programa proposto 23. O programa proposto baseia-se nos Resultados Esperados para Programa do País acordados no Marco de Cooperação Conjunta (UNDAF), e os adapta às especificidades do mandato do PNUD e dos objetivos do Marco Plurianual de Financiamento (MYFF). O PNUD pretende fazer diferença prestando apoio para que o país otimize o uso de seus recursos na busca da redução das desiguladades e melhoria da qualidade de vida das populações excluídas e vulneráveis, que enfrentam sistematicamente restrições ao atendimento de suas necessidades e acesso limitado à justiça para garantir seus direitos. 24. Para enfrentar as desigualdades, é preciso desenvolver a capacidade do governo, da sociedade civil e dos detentores de direitos de monitorar e influenciar o montante, o foco e a eficiência dos gastos sociais, assegurando a devida priorização dos recursos e seu emprego efetivo em programas sociais. Também é preciso fortalecer a governança democrática e a capacidade dos detentores de direitos de participar na vida política e em processos de tomada de decisão. 25. Este Programa do País enfatizará dois temas transversais: alcançar os ODM não somente como uma média do país, mas principalmente para todos os grupos excluídos e vulneráveis; e promover a governança democrática. Devido ao forte federalismo do estado brasileiro, e para maximizar a eficácia das intervenções do PNUD, o foco será no nível local. Além disso, a incorporação de objetivos de governança na implementação dos ODM é um meio importante para expandir as oportunidades e liberdades para todos. 5

6 26. Dada a dualidade com relação ao desenvolvimento de capacidade entre diferentes esferas de governo, a cooperação técnica terá dois escopos: (i) um escopo nacional com atuação nas áreas com menos capacidade, com foco no atingimento dos ODM no nível local e o fortalecimento da governança e todos ems níveis de governo; e, (ii) um escopo internacional nas áreas onde a capacidade já está desenvolvida, enfocando a cooperação Sul-Sul através do compartilhamento de conhecimento, e apoiando as iniciativas brasileiras. Escopo Nacional 27. Trazer os ODM para o nível local permitirá a priorização no uso de recursos públicos e sua eficácia para reduzir desigualdades. A transferência de conhecimento e a assessoria para formulação de políticas serão baseadas principalmente nas melhores práticas e na análise diagnóstica a partir de ferramentas como Atlas Municipais de Desenvolvimento Humanos, Relatórios Estaduais e Municipais dos ODM. Expertise Técnica de alta qualidade, combinada com um componente claro de capacitação, será oferecida onde e sempre que necessário. O advocacy contribuirá para o desenvolvimento de parcerias visando o alcance dos ODM. 28. Fortalecer a governança como um meio para apoiar a modernização do estado para aperfeiçoar o arcabouço legal, a responsabilização externa, a participação e os mecanismos de transparência, e garantir a qualidade institucional em todas as áreas de governo. A geração conjunta de conhecimento enfocará a disseminação das melhores práticas e das lições aprendidas derivadas do monitoramento e avaliação de projetos, programas e políticas. A expertise técnica será fornecida para desenvolver e multiplicar a capacidade para o desenvolvimento nos níveis individual, institucional e societal. O advocacy será exercido com a participação das agências e redes das Nações Unidas através de um diálogo de política principalmente em questões sensíveis como direitos humanos, segurança humana, transparência, a raça e gênero. Escopo Internacional 29. Cooperação técnica Sul-Sul com a sistematização e o compartilhamento de melhores práticas. O governo, conjuntamente com o Escritório do PNUD no Brasil, identificará mecanismos inovadores e melhores práticas nas diversas áreas temáticas de intervenção do PNUD, e promoverá intercâmbio de informações entre países em desenvolvimento, principalmente com Programação Conjunta com as Agências das Nações Unidas. 30. A ênfase em trazer os ODM para o nível local, no fortalecimento da governança e na cooperação Sul-Sul, será transversal em todos os Resultados do Programa do País 6 conforme indicado abaixo: A. Promoção do acesso eqüitativo aos serviços públicos 31. É dada ênfase específica a quatro dimensões que devem ser reforçadas a fim de melhorar as capacidades do governo, da sociedade civil e dos detentores de direitos na utilização dos serviços públicos: (i) acesso, já que a universalização dos serviços públicos ainda é limitada pelas restrições que os vulneráveis e excluídos enfrentam; (ii) qualidade, dada a importância de garantir que o serviço seja oferecido de acordo com padrões estabelecidos em planos nacionais e instrumentos internacionais; (iii) participação, como meio de mobilizar os beneficiários e suas organizações para que exijam os serviços e lutem por seus direitos; e (iv) controle social, que sustentará a apropriação dos resultados e promoverá a transparência. 6 Os resultados do programa do país do estão detalhados no anexo da matriz da estrutura dos recursos 6

7 B. Promoção de equidade de gênero e raça 32. A estratégia para alcançar a redução das desigualdades de gênero, raça e etnia selecionada para este Programa do País é, junto com outras agências das Nações Unidas, fortalecer as capacidades para incorporação das dimensões de gênero e de raça na legislação, nas políticas e nos programas. Os produtos do Programa do País incluem um forte conteúdo de advocacy e de assessoria para políticas públicas. C. Redução da vulnerabilidade à violência 33. Os produtos incluem advocacy para parcerias multi-setoriais, mobilização de agentes e instituições governamentais e não-governamentais; capacitação, replicação de iniciativas locais bem sucedidas comunitárias e do governo; e transferência de conhecimento nacionalmente e internacionalmente através da cooperação Sul-Sul. A exclusão e a desigualdade social, que estão entre as causas fundamentais da violência, serão abordadas por meio do aumento das capacidades do governo de integrar diversas políticas que incluam a construção de uma cultura de paz, inclusão social, espaços urbanos públicos seguros, acesso à justiça e modernização institucional dos órgãos responsáveis pela segurança pública. 34. Para garantir o acesso à justiça para as comunidades pobres, o PNUD continuará a testar e ampliar novos modelos de sistemas de justiça alternativa, e também contribuirá para a modernização do sistema judiciário e a estruturação de órgãos de fiscalização, como o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional de Promotores. A expertise técnica para usar tecnologia para ampliar o acesso à justiça também está na lista de prioridades. D. Promoção de políticas transparentes e dos direitos humanos 35. Os principais produtos estão relacionados à capacitação para reforma da administração pública e à transparência em todos os níveis do governo. Neste sentido, o PNUD continuará a contribuir com assessoria para formulação de políticas, em apoio à execução de projetos voltados para a modernização do governo federal e de estudos e pesquisas para desenvolver uma estrutura operacional para Parcerias em Políticas Públicas. 36. Na estratégia para trazer os ODM para o nível local através de transferência de conhecimento e provisão de assessoria técnica, o ponto de entrada para a intervenção do PNUD será o apoio à reforma da Administração Fiscal nos Municípios (PNAFM). A partir do uso de ferramentas diagnósticas, o PNUD fornecerá assessoria técnica para a formulação, implementação e monitoramento do projeto, visando desenvolver capacidade no nível local para a consecução dos ODM, e melhores práticas para aumentar as receitas. Poderão ser fornecidos serviços de desenvolvimento onde e sempre que necessário. Ainda no nível local, o PNUD apoiará o fortalecimento da governança, principalmente para melhorar o desempenho gerencial e a capacidade de planejamento dos serviços públicos estaduais. A transparência será abordada no nível local no contexto do apoio ao desenvolvimento de capacidade dos Tribunais de Contas Estaduais. 37. O PNUD também trabalhará junto aos detentores de direitos para desenvolver capacidades nos níveis individual e institucional. Será utilizada advocacy para estimular o setor privado a desempenhar um papel maior na implementação do Pacto Global. Usando a cultura e os esportes, o PNUD promoverá a conscientização dos direitos humanos principalmente entre os jovens. 7

8 E. Apoio ao desenvolvimento econômico mais sustentável 38. Os principais produtos estão relacionados à provisão de assessoria para formulação de políticas e geração de conhecimento para a formulação e execução dos projetos nos estados e municípios, com foco na consecução dos ODM e melhorias no desenvolvimento humano. Os serviços de assessoria serão baseados em ferramentas diagnósticas, tais como relatórios de ODM e Atlas Municipais de Desenvolvimento Humano. Á medida que as melhores práticas e lições aprendidas forem sistematizadas em parceria com a rede acadêmica, elas serão disseminadas e disponibilizadas para replicação. 39. No contexto do programa de transferência de renda, os atores sociais no nível municipal serão qualificados para participarem no controle social da elegibilidade e da qualidade do serviço prestado e na avaliação do programa. A capacitação para o planejamento participativo em programas públicos e em mecanismos de coordenação também será fornecida no âmbito da descentralização das políticas públicas. 40. Melhorar a vida somente para os cidadãos de hoje pode comprometer os direitos das gerações futuras. Portanto, há um outro grupo de produtos relacionados a advocacy, capacitação e assessoria técnica para para a incorporação de aspectos ambientais e de sustentabilidade na formulação, implementação, monitoramento e avaliação de projetos, programas e políticas públicas e a sistematização e compartilhamento de experiências e mecanismos bem sucedidos. 41. Será prestado apoio a metodologias inovadoras voltadas para a promoção do desenvolvimento e da inclusão social. As principais áreas de intervenção são os caminhos alternativos pelos quais o meio ambiente pode contribuir para o desenvolvimento, promovendo a geração de emprego e renda e melhorando a qualidade de vida. Ao proporcionar oportunidades para as populações mais pobres, estas iniciativas promovem sua participação e inclusão nas parcerias, além de contribuírem para a aprendizagem mútua. Desta forma, contribuem para a redução da pobreza e promovem a sustentabilidade ambiental. 42. No próximo ciclo programático, o PNUD poderá desempenhar um papel no desenvolvimento de capacidade para a expansão de mercados ambientais como o de carbono. No médio e longo prazo, o PNUD poderá continuar a ter um papel importante apoiando o país no período pós-protocolo de Kyoto no desenvolvimento de capacidades para novos mecanismos de comércio, políticas de adaptação e também em pesquisa. Merecem destaque as áreas de novas tecnologias para a geração de energia renovável; os sistemas eficientes e ambientalmente seguros de transmissão de energia, a biomassa e a geração de energia térmica solar, e o projeto piloto para testar um sistema de transporte público baseado em célula combustível a hidrogênio. IV. Gestão, Monitoramento e Avaliação do Programa A. Gestão do Programa 43. A intervenção do PNUD terá que ser qualificada, visto que o Brasil já construiu capacidade significativa no nível federal para a implementação de políticas, programas e projetos. Em conformidade com esta nova abordagem, o Escritório do PNUD no País já desenvolveu conhecimento interno em áreas de desenvolvimento humano e social, e cada vez mais concentrará sua atuação na oferta de assessoria e recomendações para ações, além de ferramentas e metodologias para produtos baseados em conhecimento e desenvolvimento de capacidade. 8

9 44. Considerando o apoio continuado necessário para o desenvolvimento de capacidade no nível local, o Escritório do PNUD no Brasil continuará a investir na consolidação de seus escritórios descentralizados a fim de apoiar os níveis estadual e municipal de governo e da sociedade, com base em recuperação de custo. Com o apoio da equipe de Brasília, o pessoal descentralizado será capacitado para desenvolver serviços com grandes possibilidades de ter um impacto positivo em termos dos ODM. Também será prestado apoio aos esforços nacionais para aproveitar os resultados do programa para promover ainda mais a disseminação das lições aprendidas e das melhores práticas nas diversas regiões do país, especialmente através dos novos escritórios descentralizados do PNUD no Brasil, e para fortalecer as atividades da cooperação Sul-Sul 45. A prioridade dada à cooperação Sul-Sul exigirá uma abordagem inovadora. Também representa um desafio interessante para que o Escritório do PNUD no Brasil trabalhe mais intensivamente com a rede mundial de Escritórios do PNUD e adapte procedimentos para lidar com diferentes países e culturas. O Ministério das Relações Exteriores terá um papel importante na definição de diretrizes para este tipo de cooperação, em conjunto com o Escritório do PNUD no Brasil. B. Monitoramento e Avaliação (M&A) 46. Monitoramento e avaliação serão fundamentais na implementação do Programa do País. O sucesso da estratégia proposta para o período de está diretamente ligado à habilidade do Escritório do PNUD no Brasil de reunir boas práticas e lições aprendidas. A função de M&A é o principal meio para colher informações a serem sistematizadas em produtos e ferramentas de conhecimento. É importante mencionar que a melhoria da capacidade de M&A do governo para projetos e programas foi uma demanda recorrente de todos os parceiros como meio de melhorar a qualidade das políticas públicas. 47. Ainda no nível federal, o PNUD continuará a apoiar o fortalecimento da competência nacional em M&A, melhorando a capacidade de levantamento de dados, análise, formulação de indicadores, nas áreas onde dados oficiais regulares estão ausentes ou fragmentados, sem sistemas de monitoramento confiáveis, como aqueles relacionados a direitos humanos e aplicação da lei, governança, democracia, justiça e segurança. 48. Será realizada uma revisão especial em 2007 para garantir que o Documento do Programa do País continue relacionado às prioridades nacionais expressas no Plano Plurianual de Revisões de rotina ocorrerão em 2008 e em 2010, a fim de avaliar o progresso na consecução dos resultados previstos. O PNUD buscará desenvolver programas e avaliações conjuntas com outras agências das Nações Unidas para consolidar esforços, reduzir custos e produzir melhores resultados. 9

10 QUADRO DE RESULTADOS E RECURSOS 10

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Princípios ref. texto nº de votos N

Princípios ref. texto nº de votos N Princípios N G A E Estimular os processos de articulação de políticas públicas nos territórios, garantindo canais de diálogo entre os entes federativos, suas instituições e a sociedade civil. Desenvolvimento

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011

TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 TERMO DE REFERÊNCIA SE-001/2011 Objeto da contratação Consultor sênior Título do Projeto Projeto BRA 07/010 Designação funcional Duração do contrato Consultoria por produto 04 meses Data limite para envio

Leia mais

Projeto de Desenvolvimento de Capacidade de Governança no Brasil 2008-2011

Projeto de Desenvolvimento de Capacidade de Governança no Brasil 2008-2011 Projeto de Desenvolvimento de Capacidade de Governança no Brasil 2008-2011 Plano de Implementação do Projeto Maio de 2008 Março de 2011 Índice Plano de Implementação do Projeto (PIP): i. Sumário Executivo

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro, Brasil - 21 de outubro de 2011 1. Convidados pela Organização Mundial da Saúde, nós, Chefes de Governo, Ministros e representantes

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária

Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE TRIBUTAÇÃO IMOBILIÁRIA Iniciativas para o Fortalecimento da Ação Fiscal dos Municípios em Tributação Imobiliária Salvador, 21 e 22 de novembro de 2007 SESSÃO III Inovação,

Leia mais

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar

Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar março de 2012 Introdução Com o objetivo de continuar aprimorando o modelo de gestão de Minas Gerais, foi lançado, em 2010, o projeto Agenda de Melhorias caminhos para inovar na gestão pública. A criação

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Todos pela Equidade Organização Mundial da Saúde Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro Brasil De 19 a 21 de Outubro de 2011 Declaração Política do Rio sobre Determinantes

Leia mais

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido

ICC 114 8. 10 março 2015 Original: inglês. Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido ICC 114 8 10 março 2015 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 114. a sessão 2 6 março 2015 Londres, Reino Unido Memorando de Entendimento entre a Organização Internacional do Café, a Associação

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude

Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011. 66/121. Políticas e programas voltados à juventude Organização das Nações Unidas A/RES/66/121 Assembleia Geral Distribuição: geral 2 de fevereiro de 2012 65 a sessão Item 27 (b) da pauta Resolução adotada pela Assembleia Geral em 19 de dezembro de 2011

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS)

DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) PARA OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (ODS) INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas (ONU) está conduzindo um amplo debate entre governos

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

Os Princípios do IDFC para Promover um Desenvolvimento Sustentável 1

Os Princípios do IDFC para Promover um Desenvolvimento Sustentável 1 Os Princípios do IDFC para Promover um Desenvolvimento Sustentável 1 I. Histórico O Clube Internacional de Financiamento ao Desenvolvimento (IDFC) é um grupo de 19 instituições de financiamento ao desenvolvimento

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000

BR/2001/PI/H/3. Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 BR/2001/PI/H/3 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO), Dakar, 25 de Abril de 2000 2001 Declaração das ONGs Educação para Todos Consulta Internacional de ONGS (CCNGO),

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE

Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE Experiência do Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) Fortalecendo Infraestruturas de Voluntariado em CABO VERDE RELATÓRIO NACIONAL O Programa dos Voluntários das Nações Unidas (VNU) é a organização

Leia mais

PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente)

PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente) PROGRAMA DO: Governo da República Federativa do Brasil (Ministério das Cidades Ministério do Meio Ambiente) COM APOIO DO: Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-HABITAT) e o Programa

Leia mais

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE

O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE O Programa de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego - GRPE Marcia Vasconcelos - OIT Reunión de Especialistas Género, Probreza, Raza,

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II

Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II Número 7/junho 2013 O PROGRAMA URBACT II PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL O URBACT permite que as cidades europeias trabalhem em conjunto e desenvolvam

Leia mais

DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414

DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414 DOCUMENTO INFORMATIVO SOBRE O PROJETO (DIP) FASE DE AVALIAÇÃO 4 de novembro de 2013 Relatório Nº: AB7414 Nome da Operação Acre: Fortalecimento de Políticas Públicas para a Melhoria da Prestação de Serviços

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff

PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

4. Trata-se de uma estratégia complementar à cooperação Norte-Sul e que não tem o objetivo de substituí-la.

4. Trata-se de uma estratégia complementar à cooperação Norte-Sul e que não tem o objetivo de substituí-la. VI REUNIÃO PARDEV 17/5/2012 Fala abertura Laís Abramo 1. A Cooperação Sul Sul é um importante e estratégico instrumento de parceria (partnership) para o desenvolvimento, capaz de contribuir para o crescimento

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL

PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL MINISTÉRIO DA CULTURA SECRETARIA DA CIDADANIA E DA DIVERSIDADE CULTURAL PROJETO SEMANA CULTURA VIVA 10 ANOS DE CIDADANIA E DIVERSIDADE CULTURAL Brasília, Novembro de 2014. APRESENTAÇÃO A primeira Semana

Leia mais

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal

Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal SECRETARIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS SUBCHEFIA DE ASSUNTOS FEDERATIVOS Agenda Nacional de Apoio à Gestão Municipal Mapa de obras contratadas pela CEF, em andamento com recursos do Governo Federal 5.048

Leia mais

Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de

Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de TERMO DE REFERÊNCIA Título do Projeto Gênero, Raça e Etnia Designação funcional Tipo de contrato Duração do contrato Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Consultoria por produto SSA 5 meses

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

EDITAL ONU MULHERES 2011

EDITAL ONU MULHERES 2011 EDITAL ONU MULHERES 2011 O Escritório Sub-Regional da ONU Mulheres para Brasil e países do Cone Sul (Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai) convida organizações da sociedade civil a apresentarem projetos

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1

AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 AUDIÊNCIA PÚBLICA PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO jun/15 GRUPO I META 1 Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta

Leia mais

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS

PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS PROGRAMA CIDADES SUSTENTÁVEIS 2014 1 Índice 1. Contexto... 3 2. O Programa Cidades Sustentáveis (PCS)... 3 3. Iniciativas para 2014... 5 4. Recursos Financeiros... 9 5. Contrapartidas... 9 2 1. Contexto

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015

PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios. Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 PLANO DE EDUCAÇÃO DA CIDADE DE SÃO PAULO: processo, participação e desafios Seminário dos/as Trabalhadores/as da Educação Sindsep 24/09/2015 Ação Educativa Organização não governamental fundada por um

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI)

ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) - 1 - ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS Conselho Interamericano de Desenvolvimento Integral (CIDI) ANEXO I PRIMEIRA REUNIÃO INTERAMERICANA DE MINISTROS OEA/Ser./XLIII.1 E ALTAS AUTORIDADES DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS

DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS 1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

OBJETO DA CONTRATAÇÃO

OBJETO DA CONTRATAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA Título do Projeto Designação funcional Tipo de contrato Duração do contrato Programa Interagencial de Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia (F079) Consultora SSA 5 meses Data

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005. O CONGRESSO NACIONAL decreta: COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 6.047-D, DE 2005 Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN com vistas em assegurar o direito

Leia mais

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão

V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Mudanças na Cultura de Gestão 1 V Encontro das Agências no Brasil 18 e 19 de março de 2001. Painel: Desenvolvimento Institucional Mudanças na Cultura de Gestão Roteiro: 1. Perfil das organizações do PAD. 2. Desenvolvimento Institucional:

Leia mais

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS. Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS Data: 10 a 13 de Dezembro de 2013 Local: Brasília Nome do Evento: Fórum Mundial de Direitos Humanos Tema central: Diálogo e Respeito às Diferenças Objetivo: Promover um

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA

TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA TERMO DE REFERÊNCIA DADOS DA CONSULTORIA Função no Projeto: Contratação de consultoria especializada para desenvolver e implementar estratégias de impacto e sustentabilidade da Campanha Coração Azul no

Leia mais

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil

Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Declaração de Brasília sobre Trabalho Infantil Nós, representantes de governos, organizações de empregadores e trabalhadores que participaram da III Conferência Global sobre Trabalho Infantil, reunidos

Leia mais

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO

154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO Washington, D.C., EUA 16 a 20 de junho de 2014 CE154.R17 Original: inglês RESOLUÇÃO CE154.R17 ESTRATÉGIA PARA COBERTURA UNIVERSAL DE SAÚDE A 154 a SESSÃO DO COMITÊ EXECUTIVO,

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia,

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia, ANGOLA NO CONTEXTO DA INTEGRAÇAO ECONÓMICA REGIONAL 29 de Setembro, 2015 Intervenção do Doutor Paolo Balladelli, Representante Residente do PNUD em Angola Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro

Leia mais

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012

Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012 Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Er REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art 1º O Fórum da Agenda 21 Local Regional de Rio Bonito formulará propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável local, através

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas

Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Minuta do Capítulo 10 do PDI: Relações Externas Elaborada pela Diretoria de Extensão e pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR

Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE. Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR 1 Anexo PROPOSTA DOCUMENTO BASE Versão Consulta Pública SISTEMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL - SINAPIR A Definição e organização do sistema: 1 O Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 30 FORTALECIMENTO DO PAPEL DO COMÉRCIO E DA INDÚSTRIA INTRODUÇÃO 30.1. O comércio e a indústria, inclusive as empresas transnacionais,

Leia mais

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências.

LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA - e adota outras providências. LEI Nº 13.558, de 17 de novembro de 2005 Procedência: Governamental Natureza: PL. 332/05 DO. 17.762 de 17/11/05 Fonte: ALESC/Div. Documentação Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental - PEEA

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.346, DE 15 DE SETEMBRO DE 2006. Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SISAN com vistas em assegurar

Leia mais

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil)

RELATÓRIO DA OFICINA DE PAÍSES FEDERATIVOS E DA AMÉRICA DO NORTE. (Apresentado pelo Brasil) TERCEIRA REUNIÃO DE MINISTROS E AUTORIDADES DE OEA/Ser.K/XXXVII.3 ALTO NÍVEL RESPONSÁVEIS PELAS POLÍTICAS DE REDMU-III/INF. 4/05 DESCENTRALIZAÇÃO, GOVERNO LOCAL E PARTICIPAÇÃO 28 outubro 2005 DO CIDADÃO

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA

EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA BR/2001/PI/H/4 EDUCAÇÃO PARA TODOS DECLARAÇÃO DE COCHABAMBA Os Ministros da Educação da América Latina e do Caribe, reunidos a pedido da UNESCO, na VII Sessão do Comitê Intergovernamental Regional do Projeto

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações

Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br

PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE. www.ucp.fazenda.gov.br COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS E PROJETOS DE COOPERAÇÃO COOPE www.ucp.fazenda.gov.br PROGRAMAS EM ANDAMENTO Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros - PNAFM

Leia mais

Capacitação de Recursos Humanos para o Planejamento e Gestão do Desenvolvimento Regional

Capacitação de Recursos Humanos para o Planejamento e Gestão do Desenvolvimento Regional Programa 0757 Gestão da Política de Integração Objetivo Apoiar o planejamento, avaliação e controle dos programas da área de integração nacional. Público Alvo Governo Ações Orçamentárias Indicador(es)

Leia mais

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS

Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS Taxonomias para orientar e coordenar a formulação, execução, acompanhamento e avaliação das políticas de APLS José E Cassiolato Coordenador da RedeSist, IE-UFRJ Marcelo G P de Matos Pesquisador da RedeSist,

Leia mais

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental

Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental Plataforma de Cooperação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) na Área Ambiental I. Contexto Criada em 1996, a reúne atualmente oito Estados Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

Leia mais

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012)

DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS. (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) DIRETRIZES DO FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/NÓS PODEMOS (aprovada em 2010 e 1ª revisão em agosto de 2012) Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós

Leia mais

Reforma institucional do Secretariado da SADC

Reforma institucional do Secretariado da SADC Reforma institucional do Secretariado da SADC Ganhamos este prémio e queremos mostrar que podemos ainda mais construirmos sobre este sucesso para alcançarmos maiores benefícios para a região da SADC e

Leia mais

Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa

Os fundos de confiança como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa Os "fundos de confiança" como mecanismo de financiamento para a agricultura urbana participativa César Jaramillo Avila - aurbana@quito.gov.ec Coordenador do Programa Municipal de Agricultura Urbana da

Leia mais

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE

GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE GUIA PARA A COOPERAÇÃO SUL-SUL E TRIANGULAR E O TRABALHO DECENTE Conteúdo Introdução Definição de Cooperação Sul-Sul e Cooperação triangular Cooperação Sul-Sul e triangular Princípios da Cooperação Sul-Sul

Leia mais

Desenvolvimento da Agenda da Educação Pós-2015

Desenvolvimento da Agenda da Educação Pós-2015 Desenvolvimento da Agenda da Educação Pós-2015 Histórico Educação para Todos (Dakar, Senegal, Abril de 2000) Seis objetivos de EPT: Expandir e melhorar a educação e os cuidados na primeira infância Universalizar

Leia mais

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337.

Tabela 1 Total da população 2010 Total de homens Total de mulheres Homens % Mulheres % Distrito Federal 2.562.963 1.225.237 1.337. PROGRAMA TÉMATICO: 6229 EMANCIPAÇÃO DAS MULHERES OBJETIVO GERAL: Ampliar o acesso das mulheres aos seus direitos por meio do desenvolvimento de ações multissetoriais que visem contribuir para uma mudança

Leia mais

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho

SOMOS TOD@S UFRB. Síntese da Proposta de Trabalho SOMOS TOD@S UFRB Síntese da Proposta de Trabalho Chapa SOMOS TOD@S UFRB Reitor: Silvio Soglia Vice-Reitora: Georgina Gonçalves "Aquele que quer aprender a voar um dia precisa primeiro aprender a ficar

Leia mais

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986

CARTA DE OTTAWA. PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 CARTA DE OTTAWA PRIMEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE PROMOÇÃO DA SAÚDE Ottawa, novembro de 1986 A Primeira Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde, realizada em Ottawa, Canadá, em novembro

Leia mais

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios

O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios O movimento de modernização da gestão pública no Brasil e seus desafios 10 de Novembro de 2011 2º Congresso de Gestão do Ministério Público Informação confidencial e de propriedade da Macroplan Prospectiva

Leia mais

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições

A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições A preparação do Brasil para a Conferência Rio+20 Sugestões para contribuições I. Informações preliminares sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ( Rio+20 ) De 28 de maio

Leia mais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais

PROGRAMA. Brasil, Gênero e Raça. Orientações Gerais PROGRAMA Brasil, Gênero e Raça Orientações Gerais Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho Secretário-Executivo Marco Antonio de Oliveira Secretário

Leia mais

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL

TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL TEXTO BASE PARA UM POLÍTICA NACIONAL NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL Eixos Temáticos, Diretrizes e Ações Documento final do II Encontro Nacional de Educação Patrimonial (Ouro Preto - MG, 17 a 21 de julho

Leia mais

WP Council 242/13 Add. 1

WP Council 242/13 Add. 1 WP Council 242/13 Add. 1 1 julho 2014 Original: inglês P Conselho Internacional do Café 113. a sessão 22 26 setembro 2014 Londres, Reino Unido Atividades de rotina Programa de Atividades da Organização

Leia mais

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO

NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO NOTA TÉCNICA 44 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO OPERATIVO Brasília, 28 de outubro de 2013 A POLÍTICA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E INFORMÁTICA EM SAÚDE E SEU PLANO

Leia mais