DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS REDES SOCIAIS Por: Raquel Elena Monteiro dos Santos Orientador(a): Mariana de Castro Moreira DOCUMENTO PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITO AUTORAL Brasília - DF 2013

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU AVM FACULDADE INTEGRADA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS REDES SOCIAIS Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Educação Ambiental. Por: Raquel Elena Monteiro dos Santos

3 AGRADECIMENTOS Ao tutor Leonardo Silva da Costa e à minha família.

4 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a todos aqueles que acreditam que os primeiros passos para a transformação estão na educação.

5 RESUMO Este trabalho monográfico desenvolveu-se a partir da identificação de um problema levantado no plano de pesquisa: se as redes sociais são realmente ferramentas úteis para a práxis da educação ambiental. A partir daí buscou-se pesquisar como ocorre a práxis da Educação Ambiental nas redes sociais Facebook e Twitter; refletir as possibilidades da Educação Ambiental com auxílio da tecnologia; analisar a dinâmica do conhecimento no meio virtual, e verificar as redes sociais como ferramenta eficaz na Educação Ambiental. A fim de encontrar possibilidades de resolução do problema, fez-se necessária uma pesquisa bibliográfica e webgráfica em torno de três temas pertinentes ao assunto: Web 2.0, redes sociais e educação ambiental; além de observar como esses temas interagem no Facebook e Twitter ao mesmo tempo. Analisando todos esses veículos de aquisição de conhecimento, acredita-se que as redes sociais podem sim ser uma ferramenta aliada para o fomento da educação ambiental e sua prática. Palavras-chave: Web 2.0; Redes Sociais; Educação Ambiental.

6 METODOLOGIA Para embasar o presente trabalho foram realizadas: revisão bibliográfica e webgráfica com autores renomados como Genebaldo Freire Dias e Pierre Lévy, entre outros; avaliação de publicações ambientais nas redes sociais Facebook/Twitter; acompanhamento de publicações em grupos de discussão via internet ( ) e no Facebook e no Twitter; participação síncrona nos grupos e páginas que tratam das questões e educação ambientais.

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 8 CAPÍTULO I Web CAPÍTULO II Redes Sociais CAPÍTULO III Educação Ambiental CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA WEBGRAFIA

8 INTRODUÇÃO Na construção de um novo desenvolvimento é fundamental a formação de recursos humanos, universalizando a educação básica e conscientizando a população a respeito dos problemas ambientais. Mesmo convivendo com tamanho desequilíbrio ecológico, boa parte da população não interliga seus problemas do dia a dia à degradação do meio ambiente e nem mesmo se veem como multiplicadores desse processo. Há uma necessidade crescente de se promover a conscientização para se conservar o meio ambiente, a qual poderá ser adquirida por meio da educação ambiental (EA). Esta prepara os seres humanos para lidar com a natureza e obter qualidade de vida. A educação ambiental deve ser vista como uma questão inerente ao exercício da cidadania, portanto, como educação política e principalmente social. Não tem sentido opor meio ambiente e desenvolvimento, pois a qualidade do primeiro é o resultado da dinâmica do segundo. Os problemas de preservação do meio ambiente são os problemas do desenvolvimento desigual para as sociedades humanas e nocivo para os sistemas naturais. Nenhuma decisão econômica pode ser feita sem afetar o meio ambiente e nenhuma alteração ambiental pode ocorrer sem provocar impactos econômicos, por menores que eles sejam. A interação entre as pessoas e as organizações de conhecimento comuns tornam as questões ambientais foco de discussões e, assim, permite em um curto espaço de tempo definir/sugerir resoluções para os problemas/dúvidas. Para que isso seja possível o uso da internet da Web 2.0 é um recurso tecnológico muito útil, colaborando para a divulgação da educação ambiental e suas práticas, até mesmo, capaz de uma maior mobilização e engajamento, pois não é necessário se locomover para sensibilizar e agir, com apenas alguns cliques já é possível (ou deveria ser possível) conquistar e envolver um grande número de defensores de uma mesma causa. Desse ponto de vista, as redes sociais são lugares de informações rápidas capazes de abrir caminho para as práticas de EA, tendo um alcance 8

9 inimaginável. A fim de saber se as redes sociais realmente são ferramentas úteis para a práxis de educação ambiental, foi necessário pesquisar como isso ocorre no Facebook e Twitter; refletir as possibilidades da EA com auxílio da tecnologia; analisar a dinâmica do conhecimento no meio virtual; e, verificar as referidas redes sociais como ferramenta eficaz na educação ambiental. Para Lévy (2011) [...] o ciberespaço também pode ser colocado a serviço do desenvolvimento individual ou regional, usando a participação em processos emancipatórios e abertos de inteligência coletiva (p. 227). Corroborando esse pensamento Silva apud Carvalho (2012) o monitoramento nada mais é do que aplicar metodologias diversas para acompanhar e compreender o que falam de determinada marca, seja no ambiente off-line, seja no mundo virtual (p. 14). Ou seja, a formação do capital humano também é possível no universo virtual, no ciberespaço, local esse que reúne diferentes faces de um mesmo objeto/meta onde sua diferença é justamente a velocidade com que se alcança um objetivo e qual profunda pode se tornar as relações entre pessoas que nunca se viram, mas que têm o mesmo foco. Para melhor entendimento da relação entre EA e as redes sociais a presente monografia estará disposta nos seguintes capítulos: Web 2.0; Redes Sociais; Educação Ambiental. 9

10 CAPÍTULO I Web 2.0 A Web 2.0 é a evolução dos meios de comunicação e tecnologia (chamadas de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação NTIC s) que auxiliam na interação entre as pessoas e empresas em todo o mundo. Nesse ambiente virtual há várias ferramentas que completam o processo de aquisição de conhecimento pessoal, profissional e/ou educacional. Entre essas ferramentas encontramos: diários virtuais (blogs); Youtube; páginas e/ou diários de fotos; mapas conceituais e, nosso objeto de estudo, as redes sociais Twitter e Facebook. Portanto, a Web 2.0 tem como objetivo ser uma plataforma aberta de multimídias focada na participação do usuário, fortalecendo a inteligência coletiva. [...] Atualmente temos criado espaços de convivência virtualizados ciberespaços. Estes sugerem a necessidade de nos abrirmos às leituras pluri/multifocalizadas. Mais do que nunca somos criadores e criaturas de apelos multimidiáticos e de formulações poliparadigmáticas. Novas territorialidades, que encerram diferentes e inéditas geografias, se desenham e se abrem constantemente sob nossos olhares perplexos. Vivemos uma temporalidade vertiginosa. (CASCINO, 2000, p. 75). A inserção no cotidiano de máquinas que desenvolveram sobremaneira os sistemas de comunicação (computadores, telefones, rádios e televisores), ao lado de meios de transporte velozes, possibilitou uma radical transformação da representação de território, que até então o ser humano experimentara. (Idem, 2000), ou seja, O que a gente conhece como sendo a Internet hoje é parte a infraestrutura tecnológica que a faz funcionar e parte o conjunto de ideias que vem sendo associadas a ela ao longo dos anos. (BRAMBILLA & SPYER, 2011, p. 18). 10

11 Observa-se que o espaço social não é mais somente (re)construído no meio físico, mas também no chamado ciberespaço, cujo alcance é mundial e em várias esferas. Conforme Lévy (2011) [...] se trata de uma interação no centro de uma situação, de um universo de informações, onde um contribui explorando de forma própria, modificando ou estabilizando (p. 231). Cooperar é atuar junto, de forma coordenada, no trabalho ou nas relações sociais para atingir metas comuns. As pessoas cooperam pelo prazer de repartir atividades ou para obter benefícios mútuos. (CAMPOS et al. apud ARGYLE, 2003). As informações chegam a todo instante, nos bombardeando e nos colocando em uma situação bastante difícil, pois é preciso filtrar todas essas informações e checá-las para evitarem-se equívocos, o que nem sempre é possível. A construção coletiva é que fortalece/encoraja as pessoas a dar suas opiniões, a ter uma fonte baseada em fatos, a ir além do que lhe é proposto. Então, A internet, antes vista como apenas mais um meio de comunicação, hoje possui papel fundamental na vida das pessoas, seja para se comunicar, buscar informação, criticar, reclamar ou até mesmo realizar compras. (OLIVEIRA, s.d.) Assim, caracteriza-se a inteligência coletiva como sendo a capacidade de construção colaborativa que um grupo de pessoas/usuários tem para modificar seu futuro e cumprir junto metas em um contexto de alta complexidade (LÉVY, 2011). Para que essa colaboração aconteça é necessário o uso de várias ferramentas tecnológicas que favoreçam a utilização do tempo e do espaço abertos para que pessoas interajam com outras pessoas dando-lhes empoderamento. Un colaboratorio es la más fiel representación de la tecnología social en la cual el conocimiento humano potencia sus capacidades hasta multiplicarse de manera 11

12 ilimitada al expandirse a través de las tecnologías digitales de interacción. El mejor ejemplo de un colaboratorio es un repositorio (ver repositorio en Wikipedia25). (ROMANÍ & KUKLINSKI, 2007, p. 52). De acordo com Romaní & Kuklinski (2007) aplicam-se os quatros pilares da Web 2.0: Social Networking (redes sociais) ferramentas que auxiliam na criação de comunidades e níveis de intercâmbio social. Ex.: Facebook, Twitter; MySpace. Conteúdos (gerados pelos usuários) promovem a leitura e a escrita online, sua distribuição e troca. Ex.: Youtube, blogs, Wikipédia. Organização Social e Inteligente da Informação auxilia no armazenamento de informações e de outros recursos disponíveis na internet. Ex.: Buscadores, Feeds de Notícias (RSS, Atom), Marcadores Sociais de Favoritos, entre outros. Aplicações e Serviços de Mashup recursos criados para fornecer serviços de valor acrescentado para o usuário final. Ex.: serviços que funcionam ao mesmo tempo, Google Maps em um site imobiliário. A relevância é a principal razão para que as pessoas utilizem as Tecnologias de Informação (TI) nas suas atividades de informação. Na Web coexistem dois complexos sistemas informativos interagindo, um construído através dos sistemas computacionais e o outro que movimenta todo o aparato tecnológico: a sociedade (o ser humano interagindo). (BRAMBILLA & LIMA, 2011, p. 25). Na era da informação para saber o básico, a fim de viver na Sociedade do Conhecimento, vai muito além da capacidade de ler e escrever. Saber como usar os computadores de forma produtiva é uma ferramenta de sobrevivência; é preciso aprender a navegar e familiarizar-se com o assunto. (LÉVY, 2010, p. 71). Por muito tempo, abordar a gestão do conhecimento" era tratar quase que exclusivamente de Tecnologia da Informação. Nos últimos anos, a demanda social por processos mais abertos, tanto com seus colaboradores quanto com as pessoas que compunham o ambiente profissional, também se refletiu na gestão do conhecimento empresarial, que precisou dar maior atenção aos ativos humanos envolvidos no processo, 12

13 capacitando-os para estabelecerem trocas mais profundas entre si. (SILVA & FURTADO, 2012, p. 130). Para que isso seja possível alguns componentes críticos para a alfabetização digital do século XXI são necessários, como o uso das TIC s (Tecnologias da Informação e Comunicação) para acessar, gerenciar, integrar, avaliar e criar informação, ou seja, Cabe pensar na Internet como uma grande e ainda pouco explorada mata atlântica digital, com dimensões expansíveis. A Web é o território, as mídias sociais seriam as vilas e comunidades povoando essa nova terra. (BRAMBILLA & VALADARES, 2011, p. 62). Para Lévy (2010) o desenvolvimento do ciberespaço ocorreu por ser embasado, participativo, descentralizado e espontâneo e por causa da ajuda dos poderes econômico, científico e político; na verdade, foi justamente esse empoderamento que deu à internet a sua grandeza atual. O autor ainda pontua: Acrescentemos que esse novo espaço de comunicação é suficientemente vasto e tolerante para que projetos que pareçam ser mutuamente exclusivos sejam executados simultaneamente ou mostrem-se também complementares. (Idem, 2010, p. 216). Corroborando a ideia quanto ao uso do ambiente virtual, Romaní & Kuklinski (2007) indicam que a interatividade é a peça-chave das origens da internet, proporcionando os mecanismos necessários para o desenvolvimento do conhecimento da sociedade/comunidade de maneira organizada e horizontal. Cabe, ainda, ressaltar os três efeitos, segundo Sancho et al. (2006), sobre as NTIC s, são eles: alteram a estrutura de interesses, mudam o caráter dos símbolos, modificam a natureza da comunidade (p. 16). [...] a comunidade virtual é um conjunto de atores e suas relações que, através da interação social em um determinado espaço constitui laços e capital social em uma estrutura de cluster, através do tempo, associado a 13

14 um tipo de pertencimento. Assim, a diferença entre a comunidade e o restante da estrutura da rede social não está nos atores, que são sempre os mesmos, mas sim nos elementos de conexão, nas propriedades das redes. (RECUERO, 2009, p. 144). Em outras palavras, o ciberespaço é o meio mais rápido, e muitas vezes o único, de comunicação e aprendizagem, capaz de transformar os processos de relacionamento social e profissional, proporcionando outro olhar sobre um mesmo processo; O conhecimento é considerado um construtor social, e desta forma o processo educativo acaba sendo beneficiado pela participação social em ambientes que propiciem a interação, a colaboração e a avaliação. Espera-se que os ambientes de aprendizagem cooperativos sejam ricos em possibilidades e proporcionem o desenvolvimento do grupo. (CAMPOS et al., 2003, p. 26). Os elementos formadores da comunidade virtual seriam: as discussões públicas; as pessoas que se encontram e reencontram, ou que ainda mantêm contato através da Internet (RECUERO, 2009, p. 137), Assim, o computador e suas tecnologias associadas, sobretudo a internet, tornaram-se mecanismos prodigiosos que transforma o que tocam, ou quem os toca, e são capazes, inclusive, de fazer o que é impossível para seus criadores. [...] Daí vem a fascinação exercida por essas tecnologias sobre muitos educadores, que julgam encontrar nelas a pedra filosofal que permitirá transformar a escola atual. (SANCHO et al., 2006, p. 17). O caráter transformador das TIC s não pode permitir que seja esse o único elo entre a aquisição da informação e a prática de ensino-aprendizagem, assim cria-se um grande vácuo pedagógico constituindo uma falsa realidade dos processos educativos, portanto, As potencialidades educativas das redes informáticas obrigam a repensar muito seriamente a dimensão individual e coletiva dos processos de ensino- 14

15 aprendizagem. [...] não podemos esquecer que a tecnologia, em si mesma, não significa uma oferta pedagógica como tal. O que acontece é que sua validez educativa se sustenta no uso que os agentes educativos fazem dela. (SANCHO et al., 2006, p. 73). Das diversas mudanças trazidas pelo advento da internet a mais significativa é a possibilidade de expressão e socialização através das ferramentas de comunicação mediada pelo computador (CMC). (RECUERO, 2009). Ainda para a autora (2009) Redes sociais na Internet possuem elementos característicos, que servem de base para que a rede seja percebida e as informações a respeito dela sejam apreendidas (p. 25). É como se fosse uma espécie de transferência da rede social física/offline para a online, com suas diferenças e alcance inerentes. Observa-se que Três principais características distinguem as comunidades das redes sociais: são unidas por interesses comuns de um grupo grande de pessoas e, embora existam relações interpessoais préexistentes, isso não é necessário, pois novos membros normalmente não conhecem a maioria das pessoas de uma comunidade; qualquer pessoa pode fazer parte de muitas comunidades; elas se sobrepõem ou são contidas em outras comunidades. (BRAMBILLA & TARGA, 2012, p. 20). Nesse ambiente virtual, percebe-se que as tecnologias disponíveis são ferramentas que auxiliam a cooperação no sentindo em que aguça o olhar sobre as coisas e as pessoas, modifica o modo de agir em relação a elas e, principalmente, como se adquire e compartilha o conhecimento; [...] a aprendizagem cooperativa amplia as capacidades sociais de interação e comunicação efetivas, promove o desenvolvimento do pensamento crítico, amplia a autoestima e a integração no grupo e fortalece o sentimento de solidariedade e respeito mútuo, com base nos resultados do trabalho em grupo. (CAMPOS et al., 2003, p. 47). Na internet o conteúdo é fragmentado e a partir daí criam-se laços permitindo ao usuário/ator escolher exatamente o que quer ler e aonde quer 15

16 chegar a suas pesquisas (BRAMBILLA et al., 2012). É também na internet que os códigos vão se transformando o tempo todo e com isso, exigindo maior interatividade entre as diferentes culturas ali presentes. Por isso, a intensificação de relações pelas mídias digitais são sinais de uma reestruturação das identidades perante a globalização e a interculturalidade (BRAMBILLA & GONZATTO, 2012, p. 244). Aprender cooperativamente implica a troca entre pares, a interação entre iguais e o intercâmbio de papéis, de forma que diferentes membros de um grupo ou comunidade podem assumir diferentes papéis (aprendiz, professor, pesquisador de informação, facilitador) em momentos diferentes, dependendo da necessidade. (CAMPOS et al. apud KAYE, 2003, p. 27). Para Silva & Furtado (2012) Gerir conhecimento é, assim, integrante de uma realidade complexa em que mobilizar e compreender expectativas é essencial para vincular e engajar os sujeitos para as trocas (p. 131); A internet é feita de conteúdo. E de pessoas. Pessoas que consomem, compartilham e produzem uma infinidade desse conteúdo. Imagem, texto, vídeo, som, histórias, frases, conversas, fotos, tweets, posts, praticamente tudo que encontramos online é conteúdo. [...] No final, a grande questão é criar envolvimento entre o seu público e o seu conteúdo, o monitoramento e o seu planejamento é apenas uma forma de chegar lá. (SILVA & MUNIZ, 2012, p. 121 e 123). Para Tomaél et al. (2005) o maior desafio da Era da Informação: criar uma organização capaz de compartilhar o conhecimento (p. 94). Por outro lado O contexto em que estamos inseridos desencadeia uma série de mudanças na rotina dos indivíduos, e uma delas evidencia as redes como ponto de convergência da informação e do conhecimento. (Idem, 2005, p. 95). Nas redes sociais, cada indivíduo tem sua função e identidade cultural. Sua relação com outros indivíduos vai formando um todo coeso que representa a rede. De acordo com a temática da organização da rede, é 16

17 possível a formação de configurações diferenciadas e mutantes. (Idem, 2005, p. 93). A autora afirma que a informação está no domínio pessoal do receptor, isto é, é ele quem define se a mensagem recebida acrescenta algum valor ao estado anterior, estabelecendo sentido e modificando atitudes (p. 96). E que se a informação é percebida e aceita como tal, colocando o indivíduo em um estágio melhor, consciente consigo mesmo e dentro do mundo onde se realiza a sua odisséia individual, então essa relação de fato se realizou. (TOMAÉL et al. Apud BARRETO, 2005, p. 96). Reconhecendo-se como certo que a informação e o conhecimento são inerentes às redes sociais, sua importância social e econômica é conseqüência do efeito que causam nas pessoas e nas organizações. Nesse âmbito, constatamos a necessidade de compartilhá-los para que possam trazer mudanças no contexto em que estão inseridos. (TOMAÉL et al., 2005, p. 97). Infere-se, de acordo com Silva & Tori apud Hine (2012) que Os modelos de cultura e de artefato cultural são utilizados para fornecerem uma estrutura para pensar sobre dois aspectos do ciberespaço que podem ser observados como campos para um etnógrafo (p. 136) e que A etnografia virtual deve ser compreendida em seu caráter qualitativo em que a análise da internet pode ser observada sob duas óticas em seus efeitos: como cultura e como artefato cultural (p. 136). E é nesse enfoque que as redes são mais valorizadas; ao mesmo tempo que contribuem para o aprimoramento dos ativos organizacionais, possibilitam que as organizações, distinguindo as características das redes e valendo-se delas, tornem o compartilhamento mais profícuo. (p. 94). Para Lévy (2011) A importância e a realidade de um conhecimento já não se medem pela altura de sua origem, mas por seu grau de acuidade, de encarnação e de prática por indivíduos vivo (p. 02). Portanto, O mundo virtual, por sua vez, ilumina os indivíduos e as equipes que contribuíram para seu 17

18 surgimento, enriquecendo-os com sua diversidade e abrindo-lhes novas possibilidades. (LÉVY, 2011, p. 92). O intelectual coletivo é uma espécie de sociedade anônima para cada acionista traz como capital seus conhecimentos, suas navegações, sua capacidade de aprender e de ensinar. O coletivo inteligente não submete nem limita as inteligências individuais; pelo contrário, exalta-as [...[. Ela faz florescer uma forma de inteligência qualitativamente diferente, que vem se acrescentar às inteligências pessoais, uma espécie de cérebro coletivo ou hipercórtex. (Idem, 2011, p. 96). A maior contribuição das TIC s é a possibilidade de mediação quando aplicada nos processos de ensino-aprendizagem (SANCHO et al., 2006, p. 74). Assim como a internet [...] propiciam mudanças sobre muitas concepções preexistentes a respeito da maneira de nos comunicarmos e, portanto, de conhecermos e entendermos o mundo (Idem, 2006, p. 80). As TIC permitem a interação, a construção do conhecimento, a colaboração e a atividade social. [...] Um dos aspectos mais interessantes das TIC é sua natureza acultural, pois não estão enraizadas em nenhuma cultura, mas podem ajudar a transmissão da cultura de maneira significativa. (SANCHO et al. apud GUILLERAN, 2003, p. 106). É justamente essa abrangência que torna as ferramentas da web 2.0 extremamente úteis, independentemente do seu objetivo; é o que se pretende discutir no próximo capitulo: As Redes Sociais. 18

19 CAPÍTULO II Redes Sociais As redes sociais são vistas pelas pessoas/usuários como um espaço onde podem se comunicar com amigos, criar novas relações, um lugar livre. E, também, são ferramentas da Gestão do Conhecimento fomentando a inovação e reutilização de conhecimento explícito, ou seja, são lugares de interação do capital social. (SILVA et al., 2010). Essas interações são, de certo modo, fadadas a permanecer no ciberespaço, permitindo ao pesquisador a percepção das trocas sociais mesmo distante, no tempo e no espaço, de onde foram realizadas. (RECUERO, 2009, p. 30). Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: atores (pessoas, instituições ou grupos; os nós da rede) e suas conexões (interações ou laços sociais) (Idem, apud WASSERMAN & FAUST; DEGENNE & FORSE, 2009, p. 24). A abordagem de rede tem, assim, seu foco na estrutura social, onde não é possível isolar os atores sociais e nem suas conexões (RECUERO, 2009, p. 24). Entretanto, é preciso compreender que estudar redes sociais na Internet é estudar uma possível rede social que exista na vida concreta de um indivíduo, que apenas utiliza a comunicação mediada por computador para manter ou criar novos laços. Não se pode reduzir a interação unicamente ao ciberespaço, ou ao meio de interação. A comunicação mediada por computador corresponde a uma forma prática e muito utilizada para estabelecer laços sociais, mas isso não quer dizer necessariamente que tais laços sejam unicamente mantidos no ciberespaço. (Idem, 2009, p. 143). Assim, surgiram várias redes sociais que foram se modificando e se transformando como, por exemplo, o Facebook. Este é um serviço de rede social que foi lançada em 2004, onde o usuário cria um perfil pessoal e/ou empresarial e a partir dele pode adicionar outros usuários como amigos, trocar 19

20 mensagens públicas e/ou privadas, compartilhar publicações, criar páginas de fãs (fanpages) e grupos temáticos e, até mesmo, criar uma loja virtual; incluindo notificações automáticas quando atualizar o seu perfil. Atualmente tem mais de 900 milhões de usuários, tornando-se uma das redes sociais mais ativas no mundo virtual. O Facebook tem crescido a medida que a rede social evolui como uma espécie de habitat completo, onde os aplicativos, jogos e recursos tem proporcionado aos usuários um leque cada vez maior de atividades possíveis dentro da rede social. (OLIVEIRA, s.d.). É uma ferramenta bem completa, pois permite ao usuário conectar-se a outras redes sociais, entre elas o Twitter, participar de grupos de discussões e seguir, curtir páginas e conteúdos. O ponto forte dessa rede social é o compartilhamento, seja ele qual for. Seu alcance é bem amplo, aproximando pessoas com interesses comuns em todo o planeta, capaz de transformá-lo no caminho mais rápido para impulsionar uma ideia, ou seja, o indivíduo para se informar, não depende mais apenas da ótica dos tradicionais veículos, mas da ótica dos usuários da rede, ou melhor, do cruzamento das informações que são postadas por eles. (BRAMBILLA & REIS, 2012, p. 210). Já o Twitter é um serviço de microblogging que suporta textos de até 140 caracteres, permitindo aos usuários enviar e receber atualizações, seguir e serem seguidos por outros usuários/contatos. Foi criado em 2006, e tem sido usado para diversos fins: pessoais, educacionais, jornalísticos, pois permite interatividade em tempo real com outros usuários. Uma característica bem interessante dessa rede social é o uso da hashtag (#) Trending Topics (TT s) - marcação utilizada para definir uma lista dos assuntos mais falados em tempo real, [...] percebe se que a indexação de idéias ao redor das tags permite que a reunião de tweets isolados possibilite a construção de movimentos onde os indivíduos atuam 20

21 coletivamente, bem como traz a possibilidade da criação de novos laços sociais formados ao redor de temas específicos e permite a construção de comunidades baseadas no interesse da coletividade. (BRAMBILLA & REIS, 2012, p. 208). E claro, o fato de se conectar com outras redes sociais, entre elas o Facebook, e aumentar o compartilhamento das publicações e, assim, sincronizando uma rede a outra por apenas uma delas. É um alcance muito grande de informações que podem ser trocadas por todo e qualquer tipo de usuário da ferramenta. Após o grande Boom das redes sociais em 2010/2011 entramos no ano de 2012 com um novo cenário onde as redes sociais deixaram de ser vistas como algo passageiro, para desempenhar um papel fundamental como ferramenta de comunicação em tempo real. Empresas, usuários, profissionais ou não eles estão na internet e acessando as redes sociais. (OLIVEIRA, s.d.). Um dos elementos mais relevantes para o estudo da apropriação dos sites de redes sociais é a verificação dos valores construídos nesses ambientes (RECUERO, 2009, p. 107). Percebe-se que a aprendizagem se dá, também, pela interação e participação online, em tempo real, mesmo porque as pessoas tendem buscar conhecimento na internet de maneira informal e não formal, procurando por grupos de ideias afins. O que é diferencial nos sites de redes sociais é que eles são capazes de construir e facilitar a emergência de tipos de capital social que não são facilmente acessíveis aos atores sociais no espaço offline (Idem, 2009, p. 107), em outras palavras, A mídia social conectada é um formato de comunicação mediada por computador (CMC) que permite a criação, o compartilhamento, comentário, avaliação, classificação, recomendação e disseminação de conteúdos digitais de relevância social de forma descentralizada, colaborativa e autônoma tecnologicamente. Possui como principal característica a participação ativa (síncrona e/ou assíncrona) da comunidade de usuários na integração de informações (LIMA JR apud BRAMBILLA, 2011, p. 26). 21

22 Em uma adaptação quase livre dos quatro pilares da educação/aprendizagem pode-se indicar o Aprender fazendo uso das ferramentas que permitem a leitura e escrita na Web 2.0. Aprender pela interação troca de ideias com outras pessoas/usuários. Aprender pela pesquisa processo de investigação, seleção e adaptação do assunto pesquisado, favorecendo a leitura e a escrita, bem como a síntese. Aprender pelo compartilhamento processo de troca de conhecimentos e experiências fortalecendo a aprendizagem colaborativa. (ROMANÍ & KUKLINSKI, 2007), assim, A interação constante ocasiona mudanças estruturais e, em relação às interações em que a troca é a informação, a mudança estrutural que pode ser percebida é a do conhecimento, quanto mais informação trocamos com o ambiente que nos cerca, com os atores da nossa rede, maior será nossa bagagem de conhecimento, maior será nosso estoque de informação, e é nesse poliedro de significados que inserimos as redes sociais. (TOMAÉL et al., 2005, p. 95). Alguns itens devem ser observados e perseguidos para se conseguir o tão sonhado envolvimento no ciberespaço: geração de conteúdo, saber o que as pessoas procuram/desejam e claro, agregar valor àquilo com que se quer trabalhar. A experiência virtual só é construída quando há engajamento na criação da interatividade, portanto, É um momento de hiperconexão em rede, onde estamos não apenas conectados, mas onde transcrevemos nossos grupos sociais e, através do suporte, geramos novas formas de circulação, filtragem e difusão dessas informações. (BRAMBILLA & RECUERO, 2011, p. 14). Recuero (2009) infere que o capital social apropria-se das ferramentas disponíveis na internet para formar seu tipo de construção aquele mais voltado ao indivíduo e aos atores sociais. Estudos já apontam que as mídias sociais, ao contrário de uma visão comum, estão expondo mais pessoas a questões humanitárias e sociais (BRAMBILLA & BARRETO, 2011, p. 163). E porque não ambiental?! 22

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica

Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Novas Tecnologias no Ensino de Física: discutindo o processo de elaboração de um blog para divulgação científica Pedro Henrique SOUZA¹, Gabriel Henrique Geraldo Chaves MORAIS¹, Jessiara Garcia PEREIRA².

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES)

REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) REALIZAÇÃO DE TRABALHOS INTERDISCIPLINARES GRUPOS DE LEITURA SUPERVISIONADA (GRULES) 1 APRESENTAÇÃO Este manual é um documento informativo visando orientar a comunidade acadêmica quanto ao processo de

Leia mais

Resenha. Fernanda Gabriela Gadelha ROMERO 1

Resenha. Fernanda Gabriela Gadelha ROMERO 1 Resenha As redes sociais na internet: instrumentos de colaboração e de produção de conhecimento (Redes Sociais na Internet. Raquel Recuero. Porto Alegre: Sulina, 2009) Fernanda Gabriela Gadelha ROMERO

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

Intranets e Capital Intelectual

Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual As mídias sociais ultrapassaram os limites da vida privada. Os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente. É possível estabelecer

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE O USO DA INTERNET NO PROCESSO EDUCACIONAL: O DESAFIO PARA OS PROFESSORES

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução

Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Introdução Educação a Distância: uma alternativa para a UFBA? Nicia Cristina Rocha Riccio nicia@ufba.br Introdução Com o advento das tecnologias de informação e comunicação (TICs) a Educação a Distância (EAD) ganha

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Aline de Souza Santiago (Bolsista PIBIC-UFPI), Denis Barros de Carvalho (Orientador, Departamento de Fundamentos da Educação/UFPI).

Aline de Souza Santiago (Bolsista PIBIC-UFPI), Denis Barros de Carvalho (Orientador, Departamento de Fundamentos da Educação/UFPI). A Produção de pesquisas sobre Educação dos Programas de Pós-graduação (Mestrados e Doutorados) cadastrados na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações BDTD. Aline de Souza Santiago (Bolsista PIBIC-UFPI),

Leia mais

As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil

As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil As Comunidades Virtuais e a Produção do Capital Social: 1 Uma análise sob a comunidade Lollapalooza Brasil Samira NOGUEIRA 2 Márcio Carneiro dos SANTOS 3 Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA.

MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. 1 MINIWEB EDUCAÇÃO - A EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DE UM PORTAL EDUCACIONAL E CURSOS A DISTÂNCIA. Profa. Arlete Embacher MiniWeb Educação S/C Ltda webmaster@miniweb.com.br Resumo Este relato descreve como surgiu

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat

Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local. Cleonice Alexandre Le Bourlegat Os territórios e suas abordagens de desenvolvimento regional / local Cleonice Alexandre Le Bourlegat Complexidade sistêmica e globalização dos lugares A globalidade (conectividade em rede) do planeta e

Leia mais

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações Comunidades de Prática Experiências e Contribuições da Tecnologia para a Educação Profissional Lane Primo Senac Ceará 2012 Sumário 1. Introdução 2. Conceitos 3. Metodologia 4. Resultados 5. Considerações

Leia mais

O que é educação a distância (*)

O que é educação a distância (*) O que é educação a distância (*) José Manuel Moran Professor da Universidade Bandeirante e das Faculdades Sumaré-SP Assessor do Ministério de Educação para avaliação de cursos a distância jmmoran@usp.br

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online

Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Revisitando os Desafios da Web: Como Avaliar Alunos Online Neide Santos neide@ime.uerj.br 2º Seminário de Pesquisa em EAD Experiências e reflexões sobre as relações entre o ensino presencial e a distância

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL

Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. INCLUSÃO DIGITAL Artigo Publicado na revista Eletrônica F@pciência, Apucarana-PR, v.1, n.1, 61-66, 2007. Resumo INCLUSÃO DIGITAL Leandro Durães 1 A inclusão digital que vem sendo praticada no país tem abordado, em sua

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS

Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA

PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA PROJETO MEIO AMBIENTE NA SALA DE AULA Conceito: PROJETO: -Proposta -Plano; Intento -Empreendimento -Plano Geral de Construção -Redação provisória de lei; Estatuto Referência:Minidicionário - Soares Amora

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP

Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP Movimentos sociais e internet: uma análise sobre as manifestações de 2013 no Brasil Lucas Arantes Zanetti 1 Lívia Cadete da Silva 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista,

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS A INTERNET COMO RECURSO PEDAGÓGICO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Jacqueline Liedja Araujo Silva Carvalho Universidade Federal de Campina Grande (UFCG CCTA Pombal) jliedja@hotmail.com

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento

As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento Nirave Reigota Caram Universidade Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: nirave.caram@usc.br Comunicação Oral Pesquisa em Andamento

Leia mais

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet

Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Cinco pontos sobre redes sociais na Internet Por Raquel Recuero (*) Nos últimos anos, assistimos a um crescimento espantoso das chamadas tecnologias de comunicação. Essas tecnologias tornaram-se mais rápidas,

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA UTILIZANDO TECNOLOGIAS

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA UTILIZANDO TECNOLOGIAS I Mostra de Iniciação Científica I MIC 23 e 24 de setembro de 2011 Instituto Federal Catarinense Campus Concórdia Concórdia SC INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS CONCÓRDIA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA DE ENSINO EM UM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA A DISTÂNCIA Telma Aparecida de Souza Gracias Faculdade de Tecnologia Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP telmag@ft.unicamp.br

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de Alagoas Conteúdos

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO

A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² RESUMO 1 A Utilização de Softwares Livres no Desenvolvimento de Cursos de Educação a Distância (EAD) nas Universidades e a Inclusão Digital² Bruna Barçante¹ Aylla Barbosa Ribeiro¹ Fernanda Teixeira Ferreira Leite¹

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor

Gestão 2013-2017. Plano de Trabalho. Colaboração, Renovação e Integração. Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Gestão 2013-2017 Plano de Trabalho Colaboração, Renovação e Integração Eduardo Simões de Albuquerque Diretor Goiânia, maio de 2013 Introdução Este documento tem por finalidade apresentar o Plano de Trabalho

Leia mais

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II

PROPOSTA PEDAGOGICA CENETEC Educação Profissional. Índice Sistemático. Capitulo I Da apresentação...02. Capitulo II Índice Sistemático Capitulo I Da apresentação...02 Capitulo II Dos objetivos da proposta pedagógica...02 Capitulo III Dos fundamentos da proposta pedagógica...02 Capitulo IV Da sinopse histórica...03 Capitulo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Lei n o 9.795, de 27 de Abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

O blog no processo de ensino e aprendizagem em Ciências: horizontes e possibilidades

O blog no processo de ensino e aprendizagem em Ciências: horizontes e possibilidades O blog no processo de ensino e aprendizagem em Ciências: horizontes e possibilidades Rodolfo Fortunato de Oliveira Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho UNESP, Bauru/SP rodolfo_fdeoliveira@hotmail.com

Leia mais

UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL

UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL UM PRODUTO EDUCATIVO PARA FAZER EDUCAÇÃO AMBIENTAL Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele me adaptar, mas para transformá-lo [...] devo usar toda possibilidade que tenha para não apenas

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet

Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet Resenha A conversação em rede: comunicação mediada pelo computador e redes sociais na Internet (RECUERO, Raquel. Porto Alegre, RS: Editora Sulina, 2012) Vinicius Paiva Cândido dos SANTOS 1 Diante de uma

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Palestras e Cursos da Área Pedagógica

Palestras e Cursos da Área Pedagógica Portfólio Palestras e Cursos da Área Pedagógica Pedagogia dos Projetos Construir um cenário para demonstrar que os projetos podem ser uma solução e não um serviço a mais para o professor. Enfatizar a necessidade

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA

CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias novembro/2011 página 1 CURSOS PRECISAM PREPARAR PARA A DOCÊNCIA Elba Siqueira de Sá Barretto: Os cursos de Pedagogia costumam ser muito genéricos e falta-lhes um

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. SÉRIES INDICADAS 8.º e 9.º ano do Ensino Fundamental e Ensino Médio. RESUMO Nós, jovens brasileiros, é uma continuidade do conhecido Este jovem brasileiro, sucesso do portal por 6 edições consecutivas.

Leia mais

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009)

(Publicada no D.O.U em 30/07/2009) MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS RESOLUÇÃO N o 98, DE 26 DE MARÇO DE 2009 (Publicada no D.O.U em 30/07/2009) Estabelece princípios, fundamentos e diretrizes para a educação,

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Introdução USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho EEEFM Agenor Clemente dos Santos paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO

Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO 148 Eixo Temático ET-02-002 - Gestão de Áreas Protegidas RESERVA DE FLORESTA URBANA MATA DO PASSARINHO: EXPERIÊNCIAS DE UMA ÁREA PROTEGIDA EM MEIO URBANO Wellington Lima Pereira; Cleide Amorim Leite RESUMO

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

O futuro da educação já começou

O futuro da educação já começou O futuro da educação já começou Sua conexão com o futuro A 10 Escola Digital é uma solução inovadora para transformar a sua escola. A LeYa traz para a sua escola o que há de mais moderno em educação, a

Leia mais

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA PRODEB-UFBA PRODEB/DSS Diretoria de Sistemas e Serviços UFBA/LCAD

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do

introdução Trecho final da Carta da Terra 1. O projeto contou com a colaboração da Rede Nossa São Paulo e Instituto de Fomento à Tecnologia do sumário Introdução 9 Educação e sustentabilidade 12 Afinal, o que é sustentabilidade? 13 Práticas educativas 28 Conexões culturais e saberes populares 36 Almanaque 39 Diálogos com o território 42 Conhecimentos

Leia mais