PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓGICO: 2010

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1 PLANO DE ENSINO Curso: Pedagogia PROJETO PEDAGÓGICO: 2010 Disciplina: Estrutura e Funcionamento da Educação Básica II Carga Horária Semestral: 40 horas Semestre do Curso: 4º 1 - Ementa (sumário, resumo) A LDB 9394/96 e a educação na atualidade. A relação educação e trabalho. Financiamento da educação. A organização da escola de Educação Básica. O profissional da educação: formação, estatuto e plano de carreira. Dispositivos legais para a Educação Básica no Estado de São Paulo. A situação atual do ensino em nível nacional e local. 2 - Objetivo Geral Esta disciplina está inserida no Curso de Pedagogia para contribuir no desenvolvimento das seguintes competências e habilidades dos Pedagogos formados pela FAIBI: - Atuar em diferentes contextos da prática profissional, escolares (creches, escolas, apoio escolar) ou não-escolares (empresas, área da saúde, instituições sociais). - Pensar criticamente o processo educativo em suas dimensões: ética, cultural, política e social. - Elaborar projetos e trabalhos científicos que contribuam para o desenvolvimento das concepções científico-educacionais. - Adequar-se a situações novas de forma flexível e reflexiva, avaliando as implicações de suas escolhas, construindo verificações e autocorrigindo-se quando julgar necessário. -Fazer uso dos recursos tecnológicos na produção, na organização e na transmissão dos conhecimentos. - Trabalhar em equipe, com ênfase na formação da identidade do professor e do gestor. - Planejar, organizar, realizar, gerir e avaliar situações de ensino-aprendizagem e de gestão. - Adequar objetivos, conteúdos e metodologias específicas das diferentes áreas à diversidade dos alunos e à promoção da qualidade da educação. - Localizar e buscar soluções que revertam as dificuldades diagnosticadas no exercício cotidiano da atuação profissional. A disciplina Estrutura e Funcionamento da Educação Básica I, especificamente, pretende propiciar ao aluno condições para a compreensão e análise crítica e competente dos ordenamentos legislativo e normativo que regem a organização escolar e a legislação do ensino referente à Educação Básica, especialmente no que se refere às relações da escola com a sociedade e os dispositivos que regulamentam a vida intra-escolar como elementos de reflexão e intervenção na realidade educacional brasileira. 3 - Objetivos Específicos Os conteúdos a serem estudados na respectiva disciplina pretendem levar o graduando a: 1. Permitir ao aluno a compreensão das demais leis, leis complementares pareceres, decretos, deliberações e resoluções que normatizam a educação escolar no Brasil e no estado de São Paulo especificamente. Página 1 de 5

2 2. Analisar a legislação em vigor nos níveis federal e estadual no que se refere à carreira do magistério público. 4 - Conteúdo Programático Unidade I - A Lei nº 9.394/96 (LDB) e a realidade educacional Currículo para a Educação Básica Financiamento da educação no Brasil Os profissionais da Educação A Estrutura Administrativa da Educação Básica: Níveis da Administração e dos Sistemas de Ensino - Administração de Nível Federal - Administração de Nível Estadual - Administração de Nível Municipal. Unidade II - ECA Lei 8069/90: Direitos da Criança e do Adolescente Direito à Educação, à Cultura, ao Esporte e ao Lazer Conselho Tutelar. Unidade III Publicações institucionais na esfera federal e estadual. 5 - Metodologia de Ensino A metodologia utilizada pelo docente para a organização da mediação entre o sujeito (graduando) e o objeto de conhecimento (conteúdos da disciplina) se dará por meio dos seguintes procedimentos: - Tempestade de idéias (conhecimento inicial do aluno sobre o conteúdo). - Aulas expositivas dialogadas. - Leituras orientadas de textos selecionados. - Trabalhos individuais e/ou grupais. - Estudos de casos. - Pesquisas sobre o tema. - Seminários. - Entrevistas com pessoas-fonte. - Palestras. - Discussões e debates dirigidos. - Observações da realidade. - Aulas Práticas. - Tarefas de assimilação de conteúdos. - Novas tecnologias em sua forma presencial (física) e virtual (à distância). - Análise de vídeos ou filmes. - Leitura de aprofundamento (livro). 6 - Recursos Didáticos Lousa. Data-show. Equipamentos de reprodução de vídeo. Recursos de internet. 7 - Sistema de Avaliação Página 2 de 5

3 O processo de avaliação obedece ao Sistema Formal de Avaliação Discente da instituição, a partir do qual, a avaliação do rendimento escolar é composta basicamente por dois instrumentos: Avaliação Livre e Avaliação Final. Avaliação Livre A Avaliação Livre é o resultado da média aritmética simples das notas atribuídas pelo professor no 1º bimestre e no 2º bimestre de cada Semestre Letivo, conforme a equação abaixo: N 1 + N A 2 L = (1) 2 em que: A L = Nota da Avaliação Livre (0,0 a 10,0 pontos); N 1 = Nota do 1º Bimestre (0,0 a 10,0 pontos); N 2 = Nota do 2º Bimestre (0,0 a 10,0 pontos). Para compor as notas de cada bimestre o professor é quem definirá quantos e quais instrumentos de avaliação serão utilizados para a sua disciplina, bem como o critério de cálculo para cada nota bimestral N 1 e N 2. Como instrumentos de avaliação podem ser utilizados provas escritas e orais, trabalhos, visitas técnicas, exercícios em classe, pesquisas, relatórios, seminários, estudos de casos, trabalhos interdisciplinares, projetos experimentais e outros, realizados individualmente ou em grupo. Entretanto, os instrumentos escolhidos e os critérios adotados para o cálculo das Notas Bimestrais devem ser divulgados e discutidos com os alunos no início do período letivo. Avaliação Final A Avaliação Final (A F ) corresponde a uma prova escrita individual, a ser aplicada, sem consulta, no final do Semestre Letivo para cada disciplina. A prova será elaborada e aplicada conforme as regras estabelecidas no Sistema Formal de Avaliação Discente da Instituição. Prova Substitutiva A Prova Substitutiva é uma prova escrita individual a ser aplicada caso o aluno não atinja, após a realização da Avaliação Final, a pontuação mínima exigida para aprovação (6,0 pontos). Neste caso, a nota da Prova (N s ) substituirá a menor nota obtida pelo aluno no respectivo semestre, entre as opções A L ou A F. O Quadro 1 apresenta um resumo do sistema de avaliação: Quadro 1 Tipos de Avaliação empregados e objetivos principais a serem alcançados Avaliação Livre 0,0 a 10,0 pontos Objetivos Principais Promover um acompanhamento contínuo do desempenho dos alunos na disciplina; Verificar, de maneira diagnóstica, se os objetivos propostos Página 3 de 5

4 Peso 5 Final (0,0 a 10,0 pontos) Peso 5 estão sendo ou não alcançados; Estimular a criatividade e proporcionar flexibilidade ao professor no processo de avaliação. Possibilitar que o aluno se familiarize com questões dissertativas e de múltipla escolha do tipo situações-problema; Estimular a assiduidade e a participação do aluno desde o início até o final de cada aula; Verificar, de maneira interdisciplinar e conjunta, o nível de assimilação dos conteúdos estudados durante o período letivo. Critério de Avaliação A Nota Final do aluno no Semestre (N F ) é o resultado da média aritmética ponderada entre a Avaliação Livre (peso 5) e a Avaliação Final (peso 5), de acordo com a seguinte equação: N F = 0,5 AL + 0, 5 AF em que: N F = Nota final do aluno no semestre; A L = Nota da Avaliação Livre; A F = Nota da Avaliação Final. Se após a realização da Prova Substitutiva (quando for o caso), a nota final do semestre (N F ) for igual ou superior a 6,0 (seis) e a freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária da disciplina, o aluno está aprovado na disciplina. Se a nota final do semestre (N F ) for maior ou igual a 4,0 (quatro) e inferior a 6,0 (seis) e a freqüência igual ou superior a 75%, o aluno está reprovado por nota na disciplina e poderá se matricular na Dependência Especial. Se a nota final do semestre (N F ) for inferior a 4,0 (quatro) e/ou a freqüência for inferior a 75% da carga horária da disciplina (qualquer que seja o valor de N F ), o aluno está reprovado na disciplina e deverá cursá-la novamente em regime de Dependência (Normal). 8 Bibliografia Básica BRANDÃO, C. R. Estrutura e Funcionamento do Ensino. São Paulo: AVERCAMP, BRANDÃO, C. R. LDB: Passo a Passo. São Paulo: AVERCAMP, BRZEZINSKI, I (org.) LDB Interpretada: diversos olhares se entrecruzam. São Paulo: Cortez, OLIVEIRA, Romualdo Portela de & Adrião, Theresa. O ensino fundamental In Oliveira, R. P. de & Adrião, T. (orgs.) Organização do ensino no Brasil: níveis e modalidades na Constituição Federal e na LDB. São Paulo: Xamã, SILVA, E. B. da (org.) A Educação Básica Pós-LDB. São Paulo: Pioneira, Página 4 de 5

5 9 Bibliografia Complementar SAVIANI, Dermeval. Da Nova LDB ao Novo Plano Nacional de Educação: Por Uma Outra Política Educacional. Campinas/SP: Autores Associados, MELCHIOR, José Carlos de Araújo. Mudanças no financiamento da educação no Brasil. São Paulo, Autores Associados (Coleção Polêmicas do Nosso Tempo). SILVA, E. B. da (org.) A Educação Básica Pós-LDB. São Paulo: Pioneira, Publicações e atualizações na legislação educacional na esfera federal e estadual. Publicações da Secretaria Estadual de Educação SEE/SP. Declaração Mundial sobre a educação para todos (Aprovada pela Conferência Mundial sobre Educação para todos satisfação das necessidades básicas de aprendizagem). Jomtiem, Tailândia, 5 a 9 de março de Página 5 de 5

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