Ano CXLII N o Brasília - DF, segunda-feira, 5 de dezembro de voto da relatora. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim.

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1 <!ID03796-> ISSN Ano CXLII 232 Brasília - DF, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 Sumário. PÁGINA Atos do Poder Judiciário... Atos do Poder Executivo... Presidência da República... 7 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento... 8 Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Cultura Ministério da Defesa Ministério da Educação Ministério da Fazenda Ministério da Integração Nacional Ministério da Justiça Ministério da Previdência Social Ministério da Saúde Ministério das Cidades Ministério das Comunicações Ministério de Minas e Energia Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. 09 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome... Ministério do Meio Ambiente... Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão... 2 Ministério do Trabalho e Emprego... 3 Ministério dos Transportes... 5 Ministério Público da União... 8 Tribunal de Contas da União... 9 Poder Legislativo Poder Judiciário Entidades de Fiscalização do Exercício das Profissões Liberais. 20. Atos do Poder Judiciário SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL PLENÁRIO <!ID9453-0> DECISÕES Ação Direta de Inconstitucionalidade e Ação Declaratória de Constitucionalidade (Publicação determinada pela Lei nº 9.868, de ) Julgamentos AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE.82- () PROCED. : DISTRITO FEDERAL R E L ATO R : MIN. EROS GRAU REQTE. : GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL A D V. : ALFREDO HENRIQUE REBELLO BRAN- DAO E OUTRO REQDO. : CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FE- DERAL Decisão: O Tribunal, por unanimidade, julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade do artigo 7 e seus incisos I, II, III e IV, da Lei Orgânica do Distrito Federal, nos termos do voto do relator. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso do Mello e Gilmar Mendes. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (2) PROCED. : MINAS GERAIS RELATOR ORIGINÁRIO : MIN. JOAQUIM BARBOSA R E L ATO R PARA O ACÓRDÃO : MIN. EROS GRAU REQTE. : ASSOCIAÇÃO DOS NOTÁRIOS E REGIS- TRADORES DO BRASIL - ANOREG/BR ADVDOS. : ROMEU FELIPE BACELLAR FILHO E OUTROS REQDO. : CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ES- TADO DE MINAS GERAIS Decisão: Após o voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa (Relator), que julgava improcedente a ação, e do voto do Senhor Ministro Eros Grau, julgando-a procedente, pediu vista dos autos o Senhor Ministro Carlos Britto. Falou pela requerente o Dr. Romeu Felipe Bacellar Filho. Presidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, Decisão: Renovado o pedido de vista do Senhor Ministro Carlos Britto, justificadamente, nos termos do º do artigo º da Resolução nº 278, de 5 de dezembro de Presidência do Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, Decisão: O Tribunal, por maioria, julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade do Provimento nº 55/200, do Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, vencido o Senhor Ministro Joaquim Barbosa (Relator). Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Redigirá o acórdão o Senhor Ministro Eros Grau. Ausentes, justicadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (3) PROCED. : PA R A N Á R E L ATO R : MIN. CARLOS VELLOSO REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ Decisão: O Tribunal, por unanimidade, julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade da Lei nº.766, de 04 de julho de 997, do Estado do Paraná, nos termos do voto do relator. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (4) PROCED. : DISTRITO FEDERAL R E L ATO R A : MIN. ELLEN GRACIE REQTE.(S) : GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL A D V. ( A / S ) : PGDF - MARIA DOLORES SERRA DE MEL- LO MARTINS E OUTRO(A/S) REQDO.(A/S) : CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FE- DERAL Decisão: O Tribunal, por unanimidade, julgou procedente, em parte, a ação para declarar a inconstitucionalidade da expressão "e feriado para todos os efeitos legais", contida no artigo 2º da Lei nº 3.083, de 07 de outubro de 2002, do Distrito Federal, nos termos do voto da relatora. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (5) PROCED. : SÃO PAULO R E L ATO R : MIN. CARLOS VELLOSO REQTE.(S) : GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO A D V. ( A / S ) : PGE-SP - ELIVAL DA SILVA RAMOS REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO Decisão: O Tribunal, por unanimidade, julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade da Lei nº 0.860, de 3 de agosto de 200, do Estado de São Paulo, nos termos do voto do relator. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso de Mello e Gilmar Mendes. Plenário, AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE (6) PROCED. : RIO GRANDE DO SUL R E L ATO R : MIN. MARCO AURÉLIO REQTE.(S) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA REQDO.(A/S) : GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL REQDO.(A/S) : ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INTDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS NOTÁRIOS E REGIS- TRADORES DO BRASIL - ANOREG-BR A D V. ( A / S ) : FREDERICO HENRIQUE VIEGAS DE LIMA Decisão: O Tribunal, por unanimidade, inadmitiu a intervenção no feito do Colégio Notarial e Registral - Secção do Rio Grande do Sul. Também, por unanimidade, o Tribunal julgou procedente a ação para declarar a inconstitucionalidade dos incisos I, II, III e X do artigo 6, e do inciso I do artigo 22, todos da Lei nº.83, de 29 de junho de 998, do Estado do Rio Grande do Sul. Votou o Presidente, Ministro Nelson Jobim. Quanto à eficácia da decisão de inconstitucionalidade já proclamada, propôs o Senhor Ministro Gilmar Mendes que o efeito ex nunc fosse aplicável ao atual concurso, no que foi acompanhado pelos Senhores Ministros Eros Grau, Carlos Britto, Ellen Gracie, Celso de Mello e o Presidente, divergindo da proposta os Senhores Ministros Marco Aurélio (Relator) e Sepúlveda Pertence. Em seguida, o julgamento foi suspenso para colher o voto do Senhor Ministro Joaquim Barbosa, que decidiu aguardar os votos dos Senhores Ministros Carlos Velloso e Cezar Peluso, ausentes justificadamente. Falaram, pelo Ministério Público Federal, o Dr. Antônio Fernando Barros e Silva de Souza, Procurador-Geral da República e, pela interessada, Associação dos Notários e Registradores do Brasil-ANOREG-BR, o Dr. Frederico Henrique Viegas de Lima. Plenário, Decisão: O Tribunal, por não ter alcançado o quorum, rejeitou a proposta de aplicação de efeito ex nunc à decisão, sendo, portanto, aplicável a eficácia ex tunc. Ausentes, justificadamente, os Senhores Ministros Sepúlveda Pertence, Celso de Mello e Gilmar Mendes, que proferiram voto na assentada anterior. Presidiu o julgamento o Senhor Ministro Nelson Jobim. Plenário, Secretaria Judiciária ANA LUIZA M. VERAS Secretária. Atos do Poder Executivo MEDIDA PROVISÓRIA 268, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 Abre crédito extraordinário, em favor dos Ministérios da Educação, da Saúde e da Defesa e de Operações Oficiais de Crédito, no valor global de R$ ,00, para os fins que especifica. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62, combinado com o 3 o do art. 67, da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei: Art. o Fica aberto crédito extraordinário, em favor dos Ministérios da Educação, da Saúde e da Defesa e de Operações Oficiais de Crédito, no valor global de R$ ,00 (um bilhão,

2 2 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 quatrocentos e noventa e oito milhões, trezentos e quatorze mil, cento e um reais), para atender à programação constante do Anexo I desta Medida Provisória. Art. 2 o Os recursos necessários à abertura do crédito de que trata o art. o decorrem de: I - excesso de arrecadação, no valor de R$ ,00 (novecentos e noventa e nove milhões, setenta e cinco mil, oitocentos e sete reais), sendo: a) R$ ,00 (cento e trinta e três milhões, oitocentos e dezessete mil, quatrocentos e sessenta reais) de Recursos Ordinários; b) R$ ,00 (vinte e dois milhões, quinhentos e setenta mil, seiscentos e noventa e três reais) de Recursos Destinados à Manutenção e Desenvolvimento do Ensino; c) R$ ,00 (seiscentos e setenta e oito milhões, setecentos e vinte e quatro mil, trezentos e oitenta reais) da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das Pessoas Jurídicas; d) R$ ,00 (cento e quarenta e um milhões, novecentos e oito mil, quatrocentos e noventa e sete reais) da Contribuição sobre Movimentação Financeira; e) R$ ,00 (dezessete milhões, quinhentos e trinta e quatro mil, setecentos e setenta e sete reais) de Taxas e Multas pelo Exercício do Poder de Polícia; f) R$ ,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais) de Recursos Próprios Não-Financeiros; e g) R$ ,00 (vinte mil reais) de Recursos Próprios Financeiros; e II - anulação parcial de dotações orçamentárias, no valor de R$ ,00 (quatrocentos e noventa e nove milhões, duzentos e trinta e oito mil, duzentos e noventa e quatro reais), conforme indicado no Anexo II desta Medida Provisória. Art. 3 o A programação constante do Anexo I desta Medida Provisória observará em sua execução os valores autorizados para empenho e pagamento, em consonância com a Lei Complementar n o 0, de 4 de maio de Art. 4 o Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 2 de dezembro de 2005; 84 o da Independência e 7 o da República. LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA Paulo Bernardo Silva ORGAO : MINISTERIO DA EDUCACAO UNIDADE : MINISTERIO DA EDUCACAO ORGAO : MINISTERIO DA EDUCACAO UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 062 DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO PROFISSIONAL E TECNOLOGICA DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MEDIO AT I V I D A D E S AT I V I D A D E S C7 FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO PRO- FISSIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) C7 000 FOMENTO AO DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO PRO- FISSIONAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL F C6 DISTRIBUICAO DE LIVROS DIDATICOS PARA O ENSINO MEDIO (CREDITO EXTRAORDINARIO) C6 000 DISTRIBUICAO DE LIVROS DIDATICOS PARA O ENSINO MEDIO (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL EXEMPLAR DISTRIBUIDO (MILHAR) 6800 F TOTAL - FISCAL TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL

3 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDACAO OSWALDO CRUZ ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, C20 00 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE - RS S TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E TOTAL - GERAL APOIO ADMINISTRATIVO ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : HOSPITAL FEMINA S.A. AT I V I D A D E S ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, A03 ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLOGICA AOS SERVI- DORES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES (CREDITO EXTRAORDINARIO) A ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLOGICA AOS SERVIDO- RES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES (CREDITO EX- TRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S A07 ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDINARIO) A ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDI- NARIO) - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACAO EM SAUDE P R O J E TO S E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 220 ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE AT I V I D A D E S C20 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) C20 00 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE - RS S D98 ESTRUTURACAO DE LABORATORIOS DE PESQUISAS BIO- MEDICAS DEPENDENTES (CREDITO EXTRAORDINARIO) D ESTRUTURACAO DE LABORATORIOS DE PESQUISAS BIO- MEDICAS DEPENDENTES (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEICAO S.A. ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO TOTAL - GERAL PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : HOSPITAL CRISTO REDENTOR S.A. E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 220 ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 AT I V I D A D E S E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 220 ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE C20 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) C20 00 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE - RS S S TOTAL - FISCAL 0 AT I V I D A D E S TOTAL - SEGURIDADE C20 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) TOTAL - GERAL

4 <!ID > 4 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDACAO NACIONAL DE SAUDE 289 VIGILANCIA SANITARIA DE PRODUTOS, SERVICOS E AMBIENTES AT I V I D A D E S ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 050 IDENTIDADE ETNICA E PATRIMONIO CULTURAL DOS POVOS INDIGENAS C23 VIGILANCIA SANITARIA EM PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS (CREDITO EX- TRAORDINARIO) C VIGILANCIA SANITARIA EM PORTOS, AEROPORTOS, FRONTEIRAS E RECINTOS ALFANDEGADOS (CREDITO EX- TRAORDINARIO) - NACIONAL S C24 PESQUISAS EM VIGILANCIA SANITARIA (CREDITO EX- TRAORDINARIO) C PESQUISAS EM VIGILANCIA SANITARIA (CREDITO EX- TRAORDINARIO) - NACIONAL S TOTAL - FISCAL 0 AT I V I D A D E S TOTAL - SEGURIDADE C2 ATENCAO A SAUDE DOS POVOS INDIGENAS (CREDITO EXTRAORDINARIO) C2 000 ATENCAO A SAUDE DOS POVOS INDIGENAS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL S TOTAL - GERAL ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : AGENCIA NACIONAL DE SAUDE SUPLEMENTAR 203 VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA E CONTROLE DE DOENCAS TRANSMISSIVEIS ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO AT I V I D A D E S PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, C22 TRABALHO DE CAMPO PARA PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS (CREDITO EXTRAORDINARIO) C TRABALHO DE CAMPO PARA PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL S S TOTAL - FISCAL 0 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 85 ASSISTENCIA SUPLEMENTAR A SAUDE AT I V I D A D E S TOTAL - SEGURIDADE A02 GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA (CREDITO EXTRAORDINARIO) A GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL S TOTAL - GERAL TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA TOTAL - GERAL ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE SAUDE PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 0750 APOIO ADMINISTRATIVO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E AT I V I D A D E S 0750 APOIO ADMINISTRATIVO A07 ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDI- NARIO) A ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDI- NARIO) - NACIONAL S S S S AT I V I D A D E S A03 ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLOGICA AOS SERVI- DORES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES (CREDITO EXTRAORDINARIO) A ASSISTENCIA MEDICA E ODONTOLOGICA AOS SERVIDO- RES, EMPREGADOS E SEUS DEPENDENTES (CREDITO EX- TRAORDINARIO) - NACIONAL S

5 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN A07 ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDI- NARIO) A ADMINISTRACAO DA UNIDADE (CREDITO EXTRAORDI- NARIO) - NACIONAL S OPERACOES ESPECIAIS: CUMPRIMENTO DE SENTENCAS JUDICIAIS OPERACOES ESPECIAIS B27 CUMPRIMENTO DE DEBITOS JUDICIAIS PERIODICOS VIN- CENDOS DEVIDOS PELA UNIAO, AUTARQUIAS E FUNDA- COES PUBLICAS FEDERAIS (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) B CUMPRIMENTO DE DEBITOS JUDICIAIS PERIODICOS VIN- CENDOS DEVIDOS PELA UNIAO, AUTARQUIAS E FUNDA- COES PUBLICAS FEDERAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL S VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA E CONTROLE DE DOENCAS TRANSMISSIVEIS P R O J E TO S D99 MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS (CREDITO EXTRAORDINARIO) D MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL S S ATENCAO BASICA EM SAUDE OPERACOES ESPECIAIS B28 INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO PARA B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO AMAPA B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DE TOCANTINS B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO MARANHAO B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO PIAUI B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO CEARA B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE S S S S S S S S S S S S S S S B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DA PARAIBA B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DE PERNAMBUCO B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DE ALAGOAS B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DE SERGIPE B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DA BAHIA B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DE MINAS GERAIS B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL S S S S S S S S S S S S S S S ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE AT I V I D A D E S C25 ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) C ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NA- CIONAL C ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE PERNAMBUCO C ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE MINAS GERAIS C ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SAO PAULO S S S S S S ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE AT I V I D A D E S C20 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) C ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE LARANJEIRAS - RJ C ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - HOSPITAL GE- RAL DOS SERVIDORES - RJ S S S S

6 6 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de C ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - HOSPITAL GE- RAL DE BONSUCESSO - RJ C ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - INSTITUTO NA- CIONAL DO CANCER - RJ C20 0 ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL (CREDITO EXTRAORDINARIO) - INSTITUTO NA- CIONAL DE TRAUMATO ORTOPEDIA - RJ C26 ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL C26 00 ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE RONDO- NIA C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO ACRE C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO AMAZO- NAS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO AMAPA C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE TOCAN- TINS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO PIAUI C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO CEARA C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DA PARAIBA C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE PERNAM- BUCO C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE ALA- GOAS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SERGIPE S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE MINAS GERAIS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO ESPIRITO S A N TO C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SAO PA U L O C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO PARANA C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SANTA C ATA R I N A C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO MATO GROSSO C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE GOIAS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO DISTRITO FEDERAL C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL C27 ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLE- NA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLE- NA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIO- NAL C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLE- NA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTA- DO DE TOCANTINS C ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS NAO-HABILITADOS EM GESTAO PLE- NA/AVANCADA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTA- DO DO ESPIRITO SANTO S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S

7 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN ASSISTENCIA FARMACEUTICA E INSUMOS ESTRATEGICOS ORGAO : MINISTERIO DA DEFESA UNIDADE : MINISTERIO DA DEFESA OPERACOES ESPECIAIS ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO B29 INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA (CREDITO EXTRAORDINARIO) B INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DA PARAIBA S PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E AT I V I D A D E S 8032 ADESTRAMENTO E EMPREGO COMBINADO DAS FORCAS ARMADAS C28 ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE RORAIMA C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE TOCANTINS C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO CEARA C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DA PARAIBA C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SAO PAULO C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE SANTA CATARINA C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DE GOIAS C ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL S S S S S S S S S S S S OPERACOES ESPECIAIS LO MISSAO DAS NACOES UNIDAS PARA O HAITI (CREDITO EXTRAORDINARIO) LO 000 MISSAO DAS NACOES UNIDAS PARA O HAITI (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL F F TOTAL - FISCAL TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL ORGAO : OPERACOES OFICIAIS DE CREDITO UNIDADE : RECURSOS SOB SUPERVISAO DA AGENCIA NACIONAL DE SAUDE SUPLEMENTAR/ANS - MI- NISTERIO DA SAUDE ANEXO I CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 85 ASSISTENCIA SUPLEMENTAR A SAUDE EDUCACAO PERMANENTE E QUALIFICACAO PROFISSIONAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE OPERACOES ESPECIAIS AT I V I D A D E S C29 FORMACAO DE PROFISSIONAIS TECNICOS DE SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL C FORMACAO DE PROFISSIONAIS TECNICOS DE SAUDE (CREDITO EXTRAORDINARIO) - NACIONAL - NACIONAL S B30 CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE OPERADORAS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTENCIA A SAUDE (LEI Nº 9.96, DE 2000) (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) B CONCESSAO DE EMPRESTIMOS PARA LIQUIDACAO DE OPERADORAS DE PLANOS PRIVADOS DE ASSISTENCIA A SAUDE (LEI Nº 9.96, DE 2000) (CREDITO EXTRAORDINA- RIO) - NACIONAL S TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL

8 <!ID > 8 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 ORGAO : MINISTERIO DA EDUCACAO ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : MINISTERIO DA EDUCACAO UNIDADE : FUNDACAO OSWALDO CRUZ ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 067 GESTAO DA POLITICA DE EDUCACAO APOIO ADMINISTRATIVO AT I V I D A D E S AT I V I D A D E S PREPARACAO PARA IMPLANTACAO DO FUNDO DE MA- NUTENCAO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO BASI- CA E DE VALORIZACAO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCA- CAO - FUNDEB PREPARACAO PARA IMPLANTACAO DO FUNDO DE MA- NUTENCAO E DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO BASI- CA E DE VALORIZACAO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCA- CAO - FUNDEB - NACIONAL F TOTAL - FISCAL ASSISTENCIA PRE-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES E EMPREGADOS ASSISTENCIA PRE-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES E EMPREGADOS - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO AUXILIO-ALIMENTACAO AOS SERVIDORES E EMPREGA- DOS AUXILIO-ALIMENTACAO AOS SERVIDORES E EMPREGA- DOS - NACIONAL S S TOTAL - SEGURIDADE 0 20 CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACAO EM SAUDE TOTAL - GERAL P R O J E TO S ORGAO : MINISTERIO DA EDUCACAO UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCACAO CONSTRUCAO DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TEC- NOLOGICO EM SAUDE CONSTRUCAO DO CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TEC- NOLOGICO EM SAUDE - NO ESTADO DO RIO DE JANEI- RO S ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO 26 ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 P R O J E TO S E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E PG REFORMA E AMPLIACAO DO INSTITUTO FERNANDES FI- GUEIRA PG 000 REFORMA E AMPLIACAO DO INSTITUTO FERNANDES FI- GUEIRA - NACIONAL S DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL ASSISTENCIA FARMACEUTICA E INSUMOS ESTRATEGICOS AT I V I D A D E S P R O J E TO S DISTRIBUICAO DE LIVROS DIDATICOS PARA O ENSINO F U N D A M E N TA L CONSTRUCAO DE PLANTA-PILOTO DE IMUNOBIOLOGI- COS DISTRIBUICAO DE LIVROS DIDATICOS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - NACIONAL CONSTRUCAO DE PLANTA-PILOTO DE IMUNOBIOLOGI- COS - NACIONAL F S TOTAL - FISCAL TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL TOTAL - GERAL

9 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : HOSPITAL CRISTO REDENTOR S.A. ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO APOIO A GESTAO DOS SISTEMAS DE SANEAMENTO BA- SICO EM MUNICIPIOS DE ATE HABITANTES APOIO A GESTAO DOS SISTEMAS DE SANEAMENTO BA- SICO EM MUNICIPIOS DE ATE HABITANTES - NA- CIONAL S PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 AT I V I D A D E S E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E FOMENTO A EDUCACAO EM SAUDE VOLTADA PARA O SANEAMENTO AMBIENTAL FOMENTO A EDUCACAO EM SAUDE VOLTADA PARA O SANEAMENTO AMBIENTAL - NACIONAL S ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE IDENTIDADE ETNICA E PATRIMONIO CULTURAL DOS POVOS INDIGENAS AT I V I D A D E S P R O J E TO S ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL ATENCAO A SAUDE NOS HOSPITAIS DA REDE PUBLICA FEDERAL - NO MUNICIPIO DE PORTO ALEGRE - RS S TOTAL - FISCAL ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE SAUDE PARA ATEN- DIMENTO A POPULACAO INDIGENA ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE SAUDE PARA ATEN- DIMENTO A POPULACAO INDIGENA - NACIONAL AT I V I D A D E S S S TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA - NACIONAL S APOIO ADMINISTRATIVO ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDACAO NACIONAL DE SAUDE ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 AT I V I D A D E S AUXILIO-ALIMENTACAO AOS SERVIDORES E EMPREGA- DOS AUXILIO-ALIMENTACAO AOS SERVIDORES E EMPREGA- DOS - NACIONAL S DRENAGEM URBANA SUSTENTAVEL E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E P R O J E TO S 006 GESTAO DA POLITICA DE SAUDE AT I V I D A D E S IMPLANTACAO E MELHORIA DE SERVICOS DE DRENA- GEM E MANEJO AMBIENTAL PARA PREVENCAO E CON- TROLE DA MALARIA IMPLANTACAO E MELHORIA DE SERVICOS DE DRENA- GEM E MANEJO AMBIENTAL PARA PREVENCAO E CON- TROLE DA MALARIA - NACIONAL S CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO - NA- CIONAL S VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA E CONTROLE DE DOENCAS TRANSMISSIVEIS P R O J E TO S MODERNIZACAO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMACAO DA FUNASA MODERNIZACAO E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS DE INFORMACAO DA FUNASA - NACIONAL S SANEAMENTO AMBIENTAL URBANO MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS - NACIONAL S S S OPERACOES ESPECIAIS 287 SANEAMENTO RURAL APOIO AO CONTROLE DE QUALIDADE DA AGUA PARA CONSUMO HUMANO APOIO AO CONTROLE DE QUALIDADE DA AGUA PARA CONSUMO HUMANO - NACIONAL S S AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL S

10 0 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA - NACIONAL S TOTAL - FISCAL 0 ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : FUNDO NACIONAL DE SAUDE ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, 00 TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 006 GESTAO DA POLITICA DE SAUDE AT I V I D A D E S ORGAO : MINISTERIO DA SAUDE UNIDADE : AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA ANEXO II CREDITO EXTRAORDINARIO PROGRAMA DE TRABALHO (CANCELAMENTO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$, SERVICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO SISTEMA UNICO DE SAUDE - DATASUS SERVICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS DO SISTEMA UNICO DE SAUDE - DATASUS - NACIONAL S S E G R M I F FUNC P R O G R A M AT I C A P R O G R A M A / A C A O / S U B T I T U L O / P R O D U TO S N P O U T V A L O R FD D E 006 GESTAO DA POLITICA DE SAUDE AT I V I D A D E S CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO - NA- CIONAL S VIGILANCIA SANITARIA DE PRODUTOS, SERVICOS E AMBIENTES CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO CAPACITACAO DE SERVIDORES PUBLICOS FEDERAIS EM PROCESSO DE QUALIFICACAO E REQUALIFICACAO - NA- CIONAL FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE ANALISE DE SI- TUACAO DE SAUDE NO SUS FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE ANALISE DE SI- TUACAO DE SAUDE NO SUS - NACIONAL QUALIFICACAO DA GESTAO DESCENTRALIZADA DO SIS- TEMA UNICO DE SAUDE QUALIFICACAO DA GESTAO DESCENTRALIZADA DO SIS- TEMA UNICO DE SAUDE - NACIONAL S S S S GESTAO DA PARTICIPACAO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS OPERACOES ESPECIAIS AT I V I D A D E S CONTRIBUICAO A ORGANIZACAO PAN-AMERICANA DE SAUDE - OPAS CONTRIBUICAO A ORGANIZACAO PAN-AMERICANA DE SAUDE - OPAS - NACIONAL S PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA PUBLICIDADE DE UTILIDADE PUBLICA - NACIONAL S P R O J E TO S CONTRIBUICAO A ORGANIZACAO MUNDIAL DE SAUDE - OMS CONTRIBUICAO A ORGANIZACAO MUNDIAL DE SAUDE - OMS - NACIONAL S APOIO ADMINISTRATIVO CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA AGENCIA NACIO- NAL DE VIGILANCIA SANITARIA CONSTRUCAO DO EDIFICIO-SEDE DA AGENCIA NACIO- NAL DE VIGILANCIA SANITARIA - NO DISTRITO FEDE- RAL S S S S AT I V I D A D E S ASSISTENCIA PRE-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES E EMPREGADOS ASSISTENCIA PRE-ESCOLAR AOS DEPENDENTES DOS SERVIDORES E EMPREGADOS - NACIONAL S TOTAL - FISCAL 0 86 PREVENCAO E CONTROLE DAS DOENCAS IMUNOPREVENIVEIS P R O J E TO S TOTAL - SEGURIDADE TOTAL - GERAL ADEQUACAO DA REDE DE FRIO DE IMUNOBIOLOGICOS ADEQUACAO DA REDE DE FRIO DE IMUNOBIOLOGICOS - NACIONAL S

11 <!ID > Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 ISSN CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACAO EM SAUDE OPERACOES ESPECIAIS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO DISTRITO FEDERAL S APOIO A PESQUISAS NA AREA DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA APOIO A PESQUISAS NA AREA DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA - NACIONAL AT I V I D A D E S FOMENTO A PESQUISA EM VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS A SAUDE FOMENTO A PESQUISA EM VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DE DOENCAS E AGRAVOS A SAUDE - NACIO- NAL S S P R O J E TO S MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS MODERNIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE VIGILAN- CIA EM SAUDE - VIGISUS - NACIONAL AT I V I D A D E S S S S S S VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICA E CONTROLE DE DOENCAS TRANSMISSIVEIS OPERACOES ESPECIAIS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIO- LOGIA E CONTROLE DE DOENCAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NACIONAL INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE TO- CANTINS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DO MA- RANHAO INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DA PARAI- BA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE PER- NAMBUCO INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE MINAS GERAIS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DO ESPI- RITO SANTO INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE SAO PA U L O INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DO PARA- NA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE SANTA C ATA R I N A INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS CERTIFICADOS PARA A EPIDEMIOLO- GIA E CONTROLE DE DOENCAS - NO ESTADO DE GOIAS S S S S S S S S S S S S S CONTROLE DE SURTOS, EPIDEMIAS, CALAMIDADES PU- BLICAS E EMERGENCIAS EPIDEMIOLOGICAS CONTROLE DE SURTOS, EPIDEMIAS, CALAMIDADES PU- BLICAS E EMERGENCIAS EPIDEMIOLOGICAS - NACIO- NAL VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DAS HEPATI- TES VIRAIS VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DAS HEPATITES VIRAIS - NACIONAL S S S S ATENCAO BASICA EM SAUDE OPERACOES ESPECIAIS INCENTIVO FINANCEIRO PARA A EXPANSAO E A CON- SOLIDACAO DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA NOS MUNICIPIOS COM POPULACAO SUPERIOR A 00 MIL HABITANTES INCENTIVO FINANCEIRO PARA A EXPANSAO E A CON- SOLIDACAO DA ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA NOS MUNICIPIOS COM POPULACAO SUPERIOR A 00 MIL HABITANTES - NACIONAL INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - NO ESTADO DE RONDO- NIA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - NO ESTADO DE RORAIMA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - NO ESTADO DE SAO PAU- LO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA A SAUDE DA FAMILIA - NO DISTRITO FEDERAL AT I V I D A D E S S S S S S S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL S MONITORAMENTO E AVALIACAO DA ATENCAO BASICA MONITORAMENTO E AVALIACAO DA ATENCAO BASICA - NACIONAL S S

12 2 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ATENCAO A SAUDE BUCAL ATENCAO A SAUDE BUCAL - NACIONAL S ATENCAO HOSPITALAR E AMBULATORIAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE AT I V I D A D E S PREVENCAO E DETECCAO PRECOCE DAS DOENCAS NAO TRANSMISSIVEIS PREVENCAO E DETECCAO PRECOCE DAS DOENCAS NAO TRANSMISSIVEIS - NACIONAL S ALIMENTACAO SAUDAVEL REGULACAO, CONTROLE E AVALIACAO DE PROCEDI- MENTOS ASSISTENCIAIS DE SAUDE NO SISTEMA UNICO DE SAUDE REGULACAO, CONTROLE E AVALIACAO DE PROCEDI- MENTOS ASSISTENCIAIS DE SAUDE NO SISTEMA UNICO DE SAUDE - NACIONAL S AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL MONITORAMENTO DA SITUACAO NUTRICIONAL DA PO- PULACAO BRASILEIRA MONITORAMENTO DA SITUACAO NUTRICIONAL DA PO- PULACAO BRASILEIRA - NACIONAL S S ATENCAO ESPECIALIZADA EM SAUDE AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL IMPLEMENTACAO DA ATENCAO DOMICILIAR E DE OU- TRAS MODALIDADES ALTERNATIVAS A INTERNACAO H O S P I TA L A R IMPLEMENTACAO DA ATENCAO DOMICILIAR E DE OU- TRAS MODALIDADES ALTERNATIVAS A INTERNACAO HOSPITALAR - NACIONAL ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE ESTRUTURACAO DE UNIDADES DE ATENCAO ESPECIA- LIZADA EM SAUDE - NO ESTADO DE SAO PAULO SERVICOS DE REFERENCIA EM SAUDE INTEGRADOS A REDE DE COOPERACAO TECNICA SERVICOS DE REFERENCIA EM SAUDE INTEGRADOS A REDE DE COOPERACAO TECNICA - NACIONAL S S S S DOACAO, CAPTACAO E TRANSPLANTE DE ORGAOS E TECIDOS AT I V I D A D E S OPERACIONALIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES OPERACIONALIZACAO DO SISTEMA NACIONAL DE TRANSPLANTES - NACIONAL P R O J E TO S IMPLANTACAO DE REDE DE INFORMACOES EM TRANS- PLANTES IMPLANTACAO DE REDE DE INFORMACOES EM TRANS- PLANTES - NACIONAL AT I V I D A D E S FOMENTO A ESTUDOS E PESQUISAS NA AREA DE TRANS- PLANTES FOMENTO A ESTUDOS E PESQUISAS NA AREA DE TRANS- PLANTES - NACIONAL S S S ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA - NO ESTADO DE RORAIMA ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA - NO ESTADO DO PARA ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA - NO ESTADO DO MARANHAO ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO NOS MUNICIPIOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA DO SISTEMA E NOS ESTADOS HABILITADOS EM GESTAO PLENA/AVANCADA - NO ESTADO DA BAHIA S S S S VIGILANCIA SANITARIA DE PRODUTOS, SERVICOS E AMBIENTES OPERACOES ESPECIAIS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DE RONDONIA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DO ACRE INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DO AMAZONAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DE RORAIMA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DO PARA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DO AMAPA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S S S S S S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DE TOCANTINS S

13 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE MEDIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUA- DA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ESTADO DO MARANHAO INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE MEDIO E AL- TO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PAC- TUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ESTADO DO PIAUI INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE MEDIO E AL- TO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PAC- TUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ESTADO DO CEARA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S S S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DA PARAIBA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DE PERNAMBUCO S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DE ALAGOAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DE SERGIPE INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DA BAHIA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S S S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DE MINAS GERAIS S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DE SAO PAULO S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DO PARANA INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DE SANTA CATARINA S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO MATO GROSSO S INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO ES- TADO DE GOIAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS NA PROGRA- MACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITARIA - NO DISTRITO FEDERAL INCENTIVO FINANCEIRO AOS ESTADOS, DISTRITO FEDE- RAL E MUNICIPIOS PARA EXECUCAO DE ACOES DE ME- DIO E ALTO RISCO SANITARIO INSERIDOS S S NA PROGRAMACAO PACTUADA DE VIGILANCIA SANITA- RIA - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL S INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DIS- TRITO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA S A N I TA R I A INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE RONDONIA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO ACRE INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO AMAZONAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE RORAIMA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO PARA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO AMAPA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE TOCANTINS INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO MARANHAO INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO PIAUI INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO CEARA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DA PARAIBA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE PERNAMBUCO S S S S S S S S S S S S S

14 <!ID > 4 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE ALAGOAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE SERGIPE INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DA BAHIA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE MINAS GERAIS INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO ESPIRITO SANTO INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE SAO PAULO INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO PARANA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE SANTA CATARINA INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO MATO GROSSO INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DE GOIAS INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO DISTRITO FEDERAL INCENTIVO FINANCEIRO AOS MUNICIPIOS E AO DISTRI- TO FEDERAL HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA PARA ACOES DE VIGILANCIA SA- NITARIA - NO ESTADO DO MATO GROSSO DO SUL S S S S S S S S S S S S S S SEGURANCA TRANSFUSIONAL E QUALIDADE DO SANGUE AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL REDE NACIONAL DE INFORMACOES EM SANGUE E HE- M O D E R I VA D O S REDE NACIONAL DE INFORMACOES EM SANGUE E HE- MODERIVADOS - NACIONAL CAPACITACAO DE PROFISSIONAIS EM SERVICOS DE HE- MOTERAPIA CAPACITACAO DE PROFISSIONAIS EM SERVICOS DE HE- MOTERAPIA - NACIONAL S S S S P R O J E TO S ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NACIONAL ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NO ESTADO DO AMAPA ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NO ESTADO DA BAHIA ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NO ESTADO DE SAO PAULO ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ESTRUTURACAO DOS SERVICOS DE HEMATOLOGIA E HE- MOTERAPIA - NO ESTADO DE GOIAS S S S S S S S S ASSISTENCIA FARMACEUTICA E INSUMOS ESTRATEGICOS OPERACOES ESPECIAIS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PAR- TE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSIS- TENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTADO DE RONDONIA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PAR- TE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA AS- SISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTADO DO ACRE INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO AMAZONAS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE RORAIMA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO PARA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO AMAPA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE TOCANTINS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO MARANHAO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO PIAUI INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO CEARA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO RIO GRANDE DO NORTE S S S S S S S S S S S S S S

15 Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE PERNAMBUCO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE ALAGOAS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE SERGIPE INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DA BAHIA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE MINAS GERAIS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO ESPIRITO SANTO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO RIO DE JANEIRO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PAR- TE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSIS- TENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTADO DE SAO PAULO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PAR- TE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA AS- SISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTADO DO PARANA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE SANTA CATARINA INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO RIO GRANDE DO SUL INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO MATO GROSSO INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DE GOIAS INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO DIS- TRITO FEDERAL INCENTIVO FINANCEIRO A MUNICIPIOS HABILITADOS A PARTE VARIAVEL DO PISO DE ATENCAO BASICA - PAB PARA ASSISTENCIA FARMACEUTICA BASICA - NO ESTA- DO DO MATO GROSSO DO SUL AT I V I D A D E S S S S S S S S S S S S S S S S S S S S ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTA- DO DO MARANHAO ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTA- DO DO RIO GRANDE DO NORTE ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTA- DO DE SERGIPE ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO DIS- TRITO FEDERAL S S S S INVESTIMENTO PARA HUMANIZACAO E AMPLIACAO DO ACESSO A ATENCAO A SAUDE AT I V I D A D E S CARTAO NACIONAL DE SAUDE CARTAO NACIONAL DE SAUDE - NACIONAL CADASTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS E ESTABELE- CIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAUDE CADASTRO NACIONAL DE PROFISSIONAIS E ESTABELE- CIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAUDE - NACIONAL P R O J E TO S INVESTIMENTO NO DESENVOLVIMENTO DO COMPLEXO PRODUTIVO DA SAUDE - QUALISUS INVESTIMENTO NO DESENVOLVIMENTO DO COMPLEXO PRODUTIVO DA SAUDE - QUALISUS - NACIONAL AT I V I D A D E S FOMENTO A PROJETOS DE MELHORIA DA GESTAO E HU- MANIZACAO DOS SERVICOS DE SAUDE FOMENTO A PROJETOS DE MELHORIA DA GESTAO E HU- MANIZACAO DOS SERVICOS DE SAUDE - NACIONAL 303 ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO EM SITUACOES DE URGENCIAS, VIOLENCIAS E OU- TRAS CAUSAS EXTERNAS OPERACOES ESPECIAIS APOIO A CENTROS COLABORADORES PARA A ATEN- CAO A SAUDE DAS PESSOAS EM SITUACOES DE VIOLEN- CIAS E OUTRAS CAUSAS EXTERNAS APOIO A CENTROS COLABORADORES PARA A ATENCAO A SAUDE DAS PESSOAS EM SITUACOES DE VIOLENCIAS E OUTRAS CAUSAS EXTERNAS - NACIONAL S S S S S S S S S S CONTROLE DA TUBERCULOSE E ELIMINACAO DA HANSENIASE AT I V I D A D E S ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTA- DO DO ACRE ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRI- BUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTA- DO DO AMAZONAS ASSISTENCIA FINANCEIRA PARA AQUISICAO E DISTRIBUICAO DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAIS - NO ESTADO DO PARA S S S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL S VIGILANCIA, PREVENCAO E CONTROLE DA MALARIA E DA DENGUE AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIONAL S

16 6 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de EDUCACAO PERMANENTE E QUALIFICACAO PROFISSIONAL NO SISTEMA UNICO DE SAUDE OPERACOES ESPECIAIS FOMENTO A CONSTITUICAO DE EQUIPES PARA MELHO- RIA DO AMBIENTE E REDUCAO DE RISCOS NO TRABA- LHO - NACIONAL S APOIO A CAPACITACAO DE FORMULADORES DE POLI- TICAS EM AREAS TECNICAS ESPECIFICAS DOS ESTA- DOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPIOS APOIO A CAPACITACAO DE FORMULADORES DE POLITI- CAS EM AREAS TECNICAS ESPECIFICAS DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPIOS - NACIONAL APOIO A MUDANCA NA GRADUACAO E POS-GRADUA- CAO NA AREA DA SAUDE APOIO A MUDANCA NA GRADUACAO E POS-GRADUA- CAO NA AREA DA SAUDE - NACIONAL AT I V I D A D E S CAPACITACAO DE PROFISSIONAIS DE SAUDE E AGEN- TES SOCIAIS A DISTANCIA CAPACITACAO DE PROFISSIONAIS DE SAUDE E AGEN- TES SOCIAIS A DISTANCIA - NACIONAL S S S S S S S S FOMENTO A ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE A SAUDE DE GRUPOS POPULACIONAIS ESTRATEGICOS E EM SI- TUACOES ESPECIAIS DE AGRAVO FOMENTO A ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE A SAUDE DE GRUPOS POPULACIONAIS ESTRATEGICOS E EM SITUA- COES ESPECIAIS DE AGRAVO - NACIONAL SERVICOS DE ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO DO SISTEMA PENITENCIARIO NACIONAL SERVICOS DE ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO DO SISTEMA PENITENCIARIO NACIONAL - NACIONAL SERVICOS EXTRA-HOSPITALARES DE ATENCAO AOS PORTADORES DE TRANSTORNOS MENTAIS E DE TRANS- TORNOS DECORRENTES DO USO DE ALCOOL E OUTRAS DROGAS SERVICOS EXTRA-HOSPITALARES DE ATENCAO AOS PORTADORES DE TRANSTORNOS MENTAIS E DE TRANS- TORNOS DECORRENTES DO USO DE ALCOOL E OUTRAS DROGAS - NACIONAL UNIDADES E SERVICOS DE REABILITACAO NO SISTEMA UNICO DE SAUDE UNIDADES E SERVICOS DE REABILITACAO NO SISTEMA UNICO DE SAUDE - NACIONAL S S S S PARTICIPACAO POPULAR E INTERSETORIALIDADE NA REFORMA SANITARIA E NO SISTEMA UNICO DE SAUDE SERVICO CIVIL PROFISSIONAL EM SAUDE SERVICO CIVIL PROFISSIONAL EM SAUDE - NACIONAL APOIO AS ESCOLAS TECNICAS DE SAUDE, ESCOLAS DE SAUDE PUBLICA, CENTROS FORMADORES E CENTROS COLABORADORES APOIO AS ESCOLAS TECNICAS DE SAUDE, ESCOLAS DE SAUDE PUBLICA, CENTROS FORMADORES E CENTROS COLABORADORES - NACIONAL FORMACAO DE RECURSOS HUMANOS EM EDUCACAO PROFISSIONAL E DE POS-GRADUACAO STRICTO E LATO SENSU EM SAUDE FORMACAO DE RECURSOS HUMANOS EM EDUCACAO PROFISSIONAL E DE POS-GRADUACAO STRICTO E LATO SENSU EM SAUDE - NACIONAL S S S S S S S S S S AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO NAL S VIGILANCIA E PREVENCAO DE DOENCAS E AGRAVOS NAO TRANSMISSIVEIS AT I V I D A D E S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO NAL S SISTEMA NACIONAL DE VIGILANCIA DE DOENCAS E AGRAVOS NAO-TRANSMISSIVEIS SISTEMA NACIONAL DE VIGILANCIA DE DOENCAS E AGRAVOS NAO-TRANSMISSIVEIS - NACIONAL S VIGILANCIA AMBIENTAL EM SAUDE ATENCAO A SAUDE DE POPULACOES ESTRATEGICAS E EM SITUACOES ESPECIAIS DE A G R AVO S AT I V I D A D E S OPERACOES ESPECIAIS APOIO A IMPLANTACAO DA REDE DE CENTROS COLA- BORADORES PARA ATENCAO A SAUDE DE POPULACOES ESTRATEGICAS E EM SITUACOES ESPECIAIS DE AGRA- VO S APOIO A IMPLANTACAO DA REDE DE CENTROS COLA- BORADORES PARA ATENCAO A SAUDE DE POPULACOES ESTRATEGICAS E EM SITUACOES ESPECIAIS DE AGRA- VOS - NACIONAL AT I V I D A D E S S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO- NAL S GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA GESTAO E ADMINISTRACAO DO PROGRAMA - NACIO NAL S SISTEMA NACIONAL DE VIGILANCIA AMBIENTAL EM SAUDE SISTEMA NACIONAL DE VIGILANCIA AMBIENTAL EM SAUDE - NACIONAL VIGILANCIA AMBIENTAL EM SAUDE RELACIONADA A QUALIDADE DA AGUA PARA CONSUMO HUMANO VIGILANCIA AMBIENTAL EM SAUDE RELACIONADA A QUALIDADE DA AGUA PARA CONSUMO HUMANO - NA- CIONAL S S TOTAL - FISCAL 0 TOTAL - SEGURIDADE FOMENTO A CONSTITUICAO DE EQUIPES PARA MELHO- RIA DO AMBIENTE E REDUCAO DE RISCOS NO TRABA- LHO TOTAL - GERAL

17 <!ID > Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de ISSN DESPACHOS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM Presidência da República Nº 824, de 2 de dezembro de Encaminhamento ao Congresso Nacional do texto da Medida Provisória nº 268, de 2 de dezembro de S E C R E TA R I A - G E R A L, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 <!ID0378-0>INSTRUÇÃO NORMATIVA A MINISTRA DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA- GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, interina, no exercício da competência que lhe é outorgada pelo art. 3º da Medida Provisória nº 259, de 2 de julho de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 57 do Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004, resolve: Da utilização dos recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual Art. º A partir da publicação desta Instrução Normativa, o recurso da janela com intérprete de Libras deverá ser utilizado nos pronunciamentos oficiais transmitidos por intermédio de concessionárias dos serviços de radiodifusão de sons e imagens, geradoras e retransmissoras da programação televisiva, quando gravados previamente. º Quando os recursos técnicos disponíveis permitirem, serão também utilizadas a subtitulação por meio de legenda oculta e a descrição em voz de cenas e imagens. 2º Para efeito desta Instrução Normativa, são considerados oficiais os pronunciamentos destinados à divulgação de atos, programas, obras, serviços e campanhas realizados pelo Presidente da República, Ministros de Estado, Secretários Especiais e outras autoridades do Poder Executivo Federal. Art. 2º Na produção e uso dos recursos de janela com intérprete de Libras, subtitulação por meio de legenda oculta e descrição em voz de cenas e imagens, deverão ser observados os critérios e requisitos técnicos especificados na Norma Brasileira NBR Acessibilidade em Comunicação na Televisão, editada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Art. 3º No prazo de seis meses a contar da regulamentação do art. 53 do Decreto nº 5.296/2004, pelo Ministério das Comunicações, será editada Instrução Normativa para regulamentar, na publicidade governamental, a utilização: I - dos recursos de acessibilidade previstos no 2º daquele artigo, a serem utilizados na veiculação de ações de publicidade; II - de outros recursos além dos previstos no art. º desta Instrução, a serem utilizados nos pronunciamentos oficiais. Art. 4º Até a edição da Instrução prevista no artigo anterior: I - as informações relevantes constantes dos filmes publicitários para cinema e televisão, nas ações de Publicidade de Utilidade Pública dos órgãos e entidades integrantes do Poder Executivo Federal, deverão ser reproduzidas em letreiros; II - é recomendado que as ações de Publicidade Institucional e de Publicidade de Utilidade Pública dos órgãos e entidades integrantes do Poder Executivo Federal sejam veiculadas por meio de emissoras de radiodifusão sonora e que as informações relevantes da comunicação sejam divulgadas no sítio eletrônico acessível do respectivo órgão ou entidade Parágrafo único. São consideradas Publicidade Institucional e Publicidade de Utilidade Pública as ações publicitárias assim classificadas e conceituadas no item, incisos III e IV, da Instrução Normativa nº 28, de 6 de junho de 2002, da Secretaria de Estado de Comunicação de Governo da Presidência da República. Art. 5º Cabe aos órgãos e entidades do Poder Executivo Federal adotar as medidas que assegurem a adoção dos recursos de acessibilidade previstos nesta Instrução. IRANETH RODRIGUES MONTEIRO SUBSECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS <!ID0456-0>PORTARIA N o - 36, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 O SUBSECRETÁRIO DE DIREITOS HUMANOS DA SECRETARIA-GERAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições e de acordo com o inciso V do Decreto n.º 3.74, de 6 de setembro de999 e do Decreto nº 5.49, de 8 de julho de 2005, resolve: Art. º Renovar o credenciamento do organismo ASEFA - Asociación Espanõla de Atención y Apoyo a Familia y Adopción com sede em Calle Trafalgar, 4 - º Ext. Izq., 2800, Madrid, Espanha, para atuar na cooperação em adoção internacional no Brasil, de acordo com a Convenção Relativa à Proteção das Crianças e à Cooperação em Matéria de Adoção Internacional, concluída em Haia, em 29 de maio de 993, aprovada pelo Decreto Legislativo n.º, de 4 de janeiro de 999, e promulgada pelo Decreto n.º de 2 de junho de 999. Art. 2º A organização deverá observar, durante todo o período de seu credenciamento, os estritos termos do Decreto nº 5.49, de 8 de julho de 2005, da Subsecretaria de Direitos Humanos, em especial o disposto no artigo 5º daquele diploma. Art. 3º O descumprimento do disposto no anterior acarretará o descredenciamento da organização, nos moldes do artigo 2º do Decreto nº 5.49, de 8 de julho de Art. 4º Deverá a organização solicitar, a cada dois anos, a renovação de credenciamento junto a Autoridade Central Administrativa Federal, nos 30 (trinta) dias que antecedem ao seu vencimento. Art. 5º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIO MAMEDE ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO <!ID > PORTARIA.7, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2005 O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos I e XVIII do art. 4º e art. 23 da Lei Complementar nº 73, de 0 de fevereiro de 993, tendo em vista o disposto no art. 8º F da Lei nº 9.028, de 2 de abril de 2002, e nos Atos Regimentais nº, de 22 de janeiro de 2002, e nº 3, de 0 de abril de 2002, resolve: Art. determinar que as atividades de assessoramento jurídico aos órgãos e autoridades da Administração Federal direta sediados em Palmas/TO sejam realizadas pelo Núcleo de Assessoramento Jurídico em Goiânia/GO, pelo prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. ALVARO AUGUSTO RIBEIRO COSTA

18 <!ID0838-0> <!ID0245-> 8 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento GABINETE DO MINISTRO <!ID0266-0> DESPACHOS DO MINISTRO Em 30 de novembro de 2005 REFERÊNCIA: Proc. nº / INTERESSADOS: Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração - SPOA Coordenação-Geral de Administração de Recursos Humanos - CGRH Ex-empregados do extinto Centro Nacional de Engenharia Agrícola - CENEA/SP (Márcio José Camargo de Oliveira e Outros) ASSUNTO: Anistia. Reintegração de ex-empregados do extinto CE- NEA ao serviço público federal. Considerando o que consta dos autos epigrafados, e a vista das manifestações da Comissão Especial Interministerial - CEI de Anistia, da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Consultoria Jurídica deste Ministério, que acolho como fundamentos desta decisão, conheço dos pedidos de anistia dos ex-servidores do Centro Nacional de Engenharia Agrícola - CENEA, relacionados nos presentes autos e anexos, dou-lhes provimento e, por conseguinte, determino sejam enquadrados no Quadro de Pessoal deste Ministério, em cargos equivalentes aos empregos anteriormente ocupados no extinto CENEA, com inclusão no nível inicial correspondente, do Plano de Classificação de Cargos da Lei nº 5.645, de 970, conforme Anexo I da Portaria editada a seguir, ressalvando que o efetivo retorno ao serviço estará condicionado à existência de dotação orçamentária específica, para atendimento das respectivas despesas, bem como, às necessidades do serviço, demonstradas pela Administração. <!ID0268-0> REFERÊNCIA: Proc. N.º / e apensos /2005-5; / ; /003-82; /994-34; /996-49; / ; / ; / ; /2004-4; /2004-5; /2004- ; /2005-4; /2004-6; /2004-0; / ; / ; /2004-8; / ; /994-72; /993-9; /993-3; /2005-3; /2004-7; / ; / ; / ; / ; /2004-0; / ; /2004-4; / ; / ; / ; /2004-2; / ; / ; /2004-5; /2004-2; /994-50; /994-56; /2004-6; / ; / e / INTERESSADOS: Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração Coordenação Geral de Administração de Recursos Humanos Ex-empregados do Convênio FAEPE (Alda Ferreira de Sousa e outros) ASSUNTO: Revisão de anistias, anuladas por Portaria Interministerial. Comissão Especial Interministerial - CEI. Considerando o que consta dos autos epigrafados, e à vista da manifestação da Consultoria Jurídica deste Ministério, acolho as recomendações da Comissão Especial Interministerial - CEI quanto à revisão da anistia, aprovo a readmissão no Serviço Público Federal dos ex-empregados da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão - FAEPE, relacionados nos autos e, por conseguinte, em cumprimento do disposto no art. 4º, do Decreto nº 5.5, de 24 de junho de 2004, determino sejam tais servidores enquadrados no Quadro de Pessoal deste Ministério, em cargos equivalentes aos empregos anteriormente ocupados no extinto Convênio, com inclusão Classe e Padrão inicial correspondente ao Plano de Classificação de Cargos da Lei nº 5.645/70, conforme Anexo I da Portaria editada a seguir, submetendo-se o feito, em seguida, à homologação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. ROBERTO RODRIGUES COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO D E S PA C H O S. Com fulcro no inciso IV, do art. 24, da Lei nº 8.666/993, dispenso a licitação para a contratação da empresa Guardsecure - Segurança Empresarial Ltda, para prestação de serviços de vigilância e de segurança física do material, dos equipamentos, veículos e instalações da Superintendência Regional no Estado da Bahia, pelo valor mensal de R$ ,63 (trinta e cinco mil, trezentos e quarenta reais e sessenta e três centavos), de conformidade com as justificativas apresentadas pela SUREG BA (fl. 40) e a devida análise consignada pela Procuradoria Geral, através do PARECER PROGE/SUMAD nº 772/2005, aprovado pelo Sr. Procurador Geral, conforme fls. 52 a À consideração do Senhor Presidente, para se de acordo, ratificar a presente dispensa de licitação, na forma do art. 26 do precitado diploma legal. Brasília, 29 de novembro de 2005 JOSÉ CARLOS DE ANDRADE Diretor de Gestão Administrativa e Financeira Ratifico a decisão Sr. Diretor de Gestão Administrativa e Financeira e determino, na forma do art. 26 da Lei 8.666/93, a publicação dos atos no Diário Oficial da União, como condição de eficácia legal. Brasília, 30 de novembro de 2005 JACINTO FERREIRA Presidente SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE RISCO RURAL COORDENAÇÃO-GERAL DE ZONEAMENTO AGROPECUÁRIO PORTARIA Nº 68, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO - SUBSTITUTO, no uso de suas atribuições legais, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 9, de 5 de outubro de 2004, da Secretaria da Comissão Especial de Recursos, publicada no Diário Oficial da União de 8 de outubro de 2004, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de feijão caupi (Vigna unguiculata L. Walp) no Estado do Ceará, ano safra 2005/2006, conforme anexo. Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no art. º e entra em vigor na data de sua publicação. RONIR CARNEIRO <!ID0245-2> ANEXO. NOTA TÉCNICA O feijão-caupi, feijão-de-corda ou feijão macassar é cultivado para produção de grãos para alimentação humana nas regiões de clima quente, úmido ou semi-árido, do Norte e Nordeste brasileiro. A cultura do caupi tolera ocorrências de déficits hídricos no início de seu desenvolvimento, sendo considerada resistente à seca, condição esta variável de cultivar para cultivar. Os períodos fenológicos críticos da cultura são o florescimento e o enchimento de grãos, sendo importante nessa época um adequado nível de umidade para uma boa produção. Baixas temperaturas, menores que 9 0 C, influenciam negativamente na produtividade do feijão-caupi, aumentando o ciclo da cultura, retardando o florescimento. Temperaturas elevadas, acima dos 35 0 C, também influenciam negativamente a produção, provocando abortamento das flores, retenção das vagens na planta e diminuição do número de sementes por vagem. Definiu-se época de plantio para os ciclos precoce e médio 70 e 90 dias, em dois tipos de solos principais (2 e 3). As datas favoráveis para o plantio são aquelas que atenderam aos seguintes requisitos: a) índice de satisfação das necessidades de água (ISNA) igual ou superior a 0,50 na fase de florescimento e produção para uma freqüência de ocorrência igual ou superior a 80% dos casos analisados; b) temperatura média durante todo o ciclo igual ou superior a 0 C; c) temperatura máxima média na fase de florescimento e produção igual ou inferior a 30 C; d) probabilidade de ocorrência de excesso de chuvas na colheita (50 mm em pelo menos 3 a cada 5 dias) igual ou inferior a 25%. Os valores do ISNA foram determinados a partir da simulação de um balanço hídrico que tem como principais dados de entrada a precipitação pluviométrica diária, a evapotranspiração potencial, os coeficientes de cultura, a duração do ciclo da cultura e das fases. 2. TIPOS DE SOLO APTOS AO CULTIVO O zoneamento de risco climático para o Estado do Ceará contempla como aptos à semeadura de feijão caupi os solos Tipos 2 e 3, especificados na Instrução Normativa nº 0, de 4 de junho de 2005, publicada no DOU de 6 de junho de 2005, Seção, página 2, alterada para Instrução Normativa nº. 2, através de retificação publicada no DOU de 7 de junho de 2005, Seção, página.6, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 5 e 35% e menos de 70% areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 5% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm. Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.77 do Código Florestal; solos que apresentem teor de argila inferior a 0% nos primeiros 50 cm de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 5% da massa e/ou da superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE PLANTIO Período Datas a 0 a 20 2 a 3 a 0 a 20 2 a 28 a 0 Mês J a n e i ro F e v e re i ro Março 4. CULTIVARE INDICADAS EMBRAPA: Patativa; EPACE: EPACE 0; Universidade Federal do Ceará: Setentão; IPA: IPA 205 e IPA RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA PLANTIO A relação de municípios do Estado do Ceará aptos à semeadura, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. <!ID0245-3> A época de semeadura indicada para cada município, não será prorrogada ou antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça o plantio nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra. MUNICÍPIOS CICLOS: PRECOCE/MÉDIO Solo 2 Solo 3 Abaiara a 6 a 7 Acarapé 3 a 8 3 a 9 Acaraú 4 a 9 3 a 9 Acopiara 3 e 4 2 a 8 Alcântaras 4 a 8 3 a 9 Altaneira 3 a 6 a 8 Amontada 3 a 9 3 a 9 Antonina do Norte 2 a 7 Apuiarés 4 a 8 Aquiraz 3 a 8 3 a 9 Aracati 4 a 5 Aracoiaba 4 a 6 4 a 8 Ararendá 4 a 7 2 a 8 Araripe a 7 a 8 Aratuba 3 a 9 3 a 9 Assaré 3 a 5 a 8 Aurora 3 e 4 a 6 Baixio 3 e 4 a 6 Barbalha a 6 a 7 Barreira 4 a 6 4 a 8 Barro 3 e 4 a 7 Barroquinha 2 a 9 2 a 9 Baturité 4 a 8 3 a 9 Beberibe 4 a 7 Bela Cruz 3 a 7 3 a 9 Brejo Santo a 6 a 7 Camocim 3 a 9 3 a 9 Campos Sales 3 a 7 Canindé 4 e 5 3 a 9 Capistrano 4 a 8 3 a 9 Caridade 4 e 5 4 a 9 Cariré 4 a 7 3 a 8 Caririaçu a 6 a 8 Cariús 3 e 4 a 7 Carnaubal 3 a 9 3 a 9 Cascavel 4 a 7 Catarina 4 2 a 8 Catunda 4 a 7 Caucaia 3 a 8 3 a 9 Cedro a 4 a 7 Chaval 2 a 9 2 a 9 Choro 4 a 9 Chorozinho 5 e 6 4 a 7 Coreaú 3 a 9 2 a 9 Crateús 4 a 7 Crato a 6 a 7 Croata 4 a 7 3 a 9 Cruz 3 a 9 3 a 9 Ererê 3 a 5 2 a 8 Eusébio 3 a 8 3 a 9 Farias Brito 3 e 4 a 7 Forquilha 4 a 8 Fortaleza 3 a 9 3 a 9 Fortim 4 a 5 a 20 2 a 3

19 <!ID0245-4> Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 ISSN Frecheirinha a 9 a 9 General Sampaio 4 a 8 Graça 3 a 7 2 a 9 Granja 2 a 9 a 9 Granjeiro 3 e 4 a 8 Groaíras 4 a 7 4 a 8 Guaiúba 3 a 8 3 a 9 Guaraciaba do Norte 3 a 8 3 a 9 Guaramiranga 2 a 9 a 9 Hidrolândia 4 e 5 4 a 7 Horizonte 3 a 7 3 a 9 Ibaretama 4 a 5 e 8 Ibiapina a 9 a 9 Ibicuitinga 3 a 5 Icapuí 4 3 a 5 ICÓ 3 a 5 Iguatu 3 e 4 a 5 Ipaporanga 4 e 5 3 a 7 Ipaumirim 3 e 4 a 6 Ipu 4 a 7 3 a 9 Ipueiras 4 a 8 2 a 9 Iracema 3 a 8 Irauçuba 4 a 8 Itaiçaba 4 a 8 Itaitinga 3 a 8 3 a 9 Itapagé 4 a 8 4 a 9 Itapipoca 3 a 9 3 a 9 Itapiúna 4 a 5 e 8 3 a 9 Itarema 4 a 9 3 a 9 Itatira 5 a 7 Jaguaruana 4 e 5 4 a 8 Jardim a 6 a 8 Jati a 6 a 7 Jijoca de Jericoacoara 3 a 8 3 a 9 Juazeiro do Norte a 6 a 7 Jucás 3 e 4 a 6 Lavras da Mangabeira 3 a 4 a 6 Limoeiro do Norte 4 a 6 Maracanaú 3 a 9 2 a 9 Maranguape 3 a 9 2 a 9 Marco 4 a 7 3 a 9 Martinópole 2 a 9 2 a 9 Massapé 3 a 8 3 a 9 Mauriti 3 e 4 a 7 Meruoca 4 a 8 3 a 9 Milagres a 6 a 7 Miraima 4 e 5 4 a 8 Missão Velha a 6 a 7 Mombaça 3 a 8 Morada Nova 4 a 5 Moraújo 3 a 9 2 a 9 Morrinhos 4 a 6 3 a 9 Mucambo 3 a 8 2 a 9 Mulungu 3 a 9 2 a 9 Nova Olinda a 6 a 8 Nova Russas 4 e 5 3 a 7 Ocara 4 a 5 Orós 3 a 5 Pacajus 4 a 6 3 a 8 Pacatuba 3 a 8 2 a 9 Pacoti a 9 a 9 Pacujá 3 a 7 2 a 9 Palhano 4 a 7 Palmácia 2 a 9 a 9 Paracuru 4 a 7 3 a 9 Paramoti 4 a 8 Paraipaba 4 a 8 3 a 9 Penaforte a 6 a 7 Pentecoste 4 a 8 Pereiro 2 a 7 a 8 Pindoretama 3 a 6 3 a 8 Piquet Carneiro 4 a 7 Pires Ferreira 3 a 8 3 a 9 Poranga 2 a 8 a 9 Porteiras a 7 a 8 Potengi a 7 a 8 Quixadá 4 a 5 e 8 a 9 Quixelô 3 a 5 Quixeré 4 a 6 Redenção 3 a 8 2 a 9 Reriutaba 3 a 8 3 a 9 Russas 4 a 8 Saboeiro 2 a 6 Salitre 3 a 7 a 8 Santa Quitéria 4 4 a 7 Santana do Acaraú 4 a 6 3 a 9 Santana do Cariri a 7 a 8 São Benedito 2 a 9 2 a 9 São Gonçalo do Amarante 4 3 a 8 São Luis do Curu 4 a 7 4 a 8 Senador Sá 3 a 8 3 a 9 Sobral 4 a 8 Ta m b o r i l 4 a 7 Ta r r a f a s 3 a 4 a 8 Te j u ç u o c a 6 4 a 8 Ti a n g u á a 9 a9 Tr a i r i 3 a 8 3 a 9 Tu r u r u 3 a 8 3 a 9 Ubajara a 9 a 9 Umari 3 e 4 a 6 Umirim 4 a 8 4 a 8 Uruburetama 3 a 8 3 a 9 Uruoca 2 a 9 2 a 9 Va r j o t a 3 a 7 3 a 9 Várzea Alegre 3 e 4 a 7 Viçosa do Ceara a 9 a 9 Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas, região de adaptação, reação a fatores adversos das cultivares indicadas de feijão caupi, estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP Brasília - DF e no site <!ID0246->PORTARIA Nº 69, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO - SUBSTITUTO, no uso de suas atribuições legais, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 5 de 3 de janeiro de 2003, da Secretaria da Comissão Especial de Recursos, publicada no Diário Oficial da União de 4 de fevereiro de 2003, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de sorgo granífero não irrigado, no Estado de Pernambuco, ano safra 2005/2006, conforme anexo. Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no art. º e entra em vigor na data de sua publicação. RONIR CARNEIRO <!ID0246-2> ANEXO. NOTA TÉCNICA O sorgo é cultivado em situações ambientais secas e/ou muito quentes, onde a produtividade de outros cereais se torna antieconômica. Sua reconhecida versatilidade em seu uso se estende desde grãos como alimento humano e animal, como matéria prima para produção de álcool anidro, bebidas alcoólicas, colas, tintas e uso de vassouras, de acordo com sua classificação agronômica. Sendo originário de região tropical, a cultura se adapta bem em regiões quentes e secas, devido a sua grande tolerância ao déficit hídrico. Embora seja uma cultura que tem um bom desenvolvimento na região nordeste do Brasil devido sua grande adaptabilidade às condições ambientais da região, está sujeita a riscos climáticos, principalmente no que se refere ao estresse hídrico. As regiões produtoras em Pernambuco localizam-se no Sertão e Agreste, onde se concentram baixos e irregulares índices pluviométricos. Conseqüentemente, é de grande importância conhecer os fatores de riscos climáticos para que se possa estabelecer um manejo adequado de forma a reduzir as perdas de produção e obter maiores rendimentos. Os riscos climáticos para o cultivo do sorgo granífero, foram definidos a partir da análise da distribuição freqüencial das chuvas e do balanço hídrico da cultura para períodos de dez dias. No modelo de balanço hídrico utilizado, foram considerados os seguintes dados: a) precipitação pluviométrica diária, onde utilizaram-se séries históricas com, no mínimo, 5 anos de dados diários; b) evapotranspiração de referência; estimada para períodos de decendiais; c) coeficientes culturais, determinados a partir das pesquisas e adotados para períodos de 0 dias, durante o ciclo da cultura, assumindo ciclos de 0 dias (precoce) 20 dias (médio) e 30 dias (tardio); e. d) disponibilidade de água: nesse caso, os solos foram agrupados segundo a sua capacidade de armazenamento de água em Tipo 2 e Tipo 3. As classes de solos que se enquadram nesses grupos estão apresentados no quadro abaixo. O balanço hídrico foi simulado para quatorze datas de plantio, espaçadas de 0 dias, entre os meses de dezembro e maio. As datas favoráveis ao plantio foram definidas a partir dos seguintes requisitos: a) índice de satisfação das necessidades de água (ISNA) igual ou superior a 0,55 considerando-se a freqüência de ocorrência de 80% dos casos observados na fase de florescimento e enchimento de grãos, que acontece entre 55 dias e 65 dias após o plantio; e b) temperatura máxima média na fase de florescimento e enchimento de grãos igual ou inferior a 32 C. No modelo agroclimático, assume-se que não há limitações quanto à fertilidade e danos por pragas e doenças. A análise dos dados permitiu identificar que as datas de plantio com menor risco climático para a cultura do sorgo granífero foram idênticas para as variedades de ciclos precoce, médio e tardio. 2. TIPOS DE SOLOS APTOS À SEMEADURA O zoneamento de risco climático para o Estado de Pernambuco contempla como aptos à semeadura de sorgo granífero os solos TIPO 2 e TIPO 3, especificados na Instrução Normativa nº 0, de 4 de junho de 2005, publicada no DOU de 6 de junho de 2005, Seção, página 2, alterada para Instrução Normativa nº. 2, através de retificação publicada no DOU de 7 de junho de 2005, Seção, página.6, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 5 e 35% e menos de 70% areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 5% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm. Nota - áreas/solos não indicados para o plantio: áreas de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.77 do Código Florestal; solos que apresentem teor de argila inferior a 0% nos primeiros 50 cm de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 5% da massa e/ou da superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE PLANTIO Períodos Dias 2 a 3 º a 0 Meses Dezemb ro a 20 2 a 3 º a 0 a 20 2 a 28 º a 0 a 20 J a n e i ro F e v e re i ro Março Períodos Dias º a 0 a 20 2 a 30 º a 0 Meses Abril Maio 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Precoce: EMBRAPA: BR 304; MONSANTO: AG 08, DKB 50, DKB 599 e SARA; PIONEER: PIONEER 849 e PIONEER 85G79; SANTA HELENA: SHS 400; Ciclo Médio: DOW: DOW 822, DOW 740, DOW 74, IP 400 e DOW G200; EM- BRAPA: BRS 30; MONSANTO: DKB 57; IPA: IPA 7300 e IPA ; PIONEER: PIONEER 88 e PIONEER 82G55. Ciclo Tardio: DOW: F 305 <!ID0246-3> 5. RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS E PERÍODOS INDICA- DOS PARA A SEMEADURA A relação de municípios do Estado de Pernambuco aptos à semeadura, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada, foi calcada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado um novo em razão de emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações são idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. A época de semeadura indicada para cada município, não será prorrogada ou antecipada. No caso de ocorrer algum evento atípico que impeça o plantio nas épocas indicadas, recomenda-se aos produtores não efetivarem a implantação da lavoura nesta safra. MUNICÍPIOS CICLOS: PRECOCE/MÉDIO/TARDIO PERÍODOS Solo Tipo 2 Solo Tipo 3 Afogados da Ingazeira 2 a 6 a 6 Afrânio a 3 Agrestina 7 a 3 7 a 3 Águas Belas a 2 7 a 2 Alagoinha 7 a 2 7 a 2 Altinho 7 a 3 7 a 3 Angelim 6 a 3 6 a 3 Araripina 36 + a 4 Arcoverde 7 a 9 5 a 9 Barra de Guabiraba 6 a 3 6 a 3 Belo Jardim 7 a 2 7 a 2 Betânia 2 a 4 2 a 6 Bezerros 9 a 2 6 a 2 Bodocó a a 4 Bom Conselho 7 a 2 7 a 2 Bom Jardim 6 a 3 6 a 3 Bonito 6 a 3 6 a 3 Brejão 6 a 3 5 a 3 Brejinho 2 a 6 a 6 Brejo da Madre de Deus 6 a 9 Buíque 4 a 0 Cabrobó 3 a 5 Cachoeirinha 7 a 2 7 a 2 Caetés 7 a 3 7 a 3 Calçado 7 a 3 7 a 3 Calumbi 2 a 6 a 6 Camocim de São Félix 6 a 3 6 a 3 Canhotinho 6 a 3 6 a 3 Capoeiras 7 a 2 7 a 2 Carnaíba 2 a 6 a 6 Carnaubeira da Penha 3 a 5 2 a 3

20 <!ID0246-4> <!ID0247-3> 20 ISSN Nº 232, segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 Caruaru 0 a 2 7 a 2 Casinhas 7 a 3 7 a 3 Cedro a 4 a 5 Correntes 6 a 2 5 a 2 Cumaru 7 a 3 7 a 3 Cupira 6 a 3 6 a 3 Custódia 3 a 4 2 a 6 Dormentes a 3 Exu a a 4 Feira Nova 7 a 2 7 a 2 Flores 2 a 6 a 6 Floresta 3 a 5 Frei Miguelinho 7 a 2 7 a 2 Garanhuns 6 a 3 6 a 3 Granito a a 4 Gravatá 7 a 2 7 a 2 Iati 7 a 2 7 a 2 Ibirajuba 7 a 3 7 a 3 Iguaraci a 6 a 6 Ingazeira a 6 a 6 Ipubi 36 + a a 4 Itaíba a 2 7 a 2 Itapetim a 6 a 6 Jataúba 6 a 9 João Alfredo 7 a 3 7 a 3 Jucati 7 a 3 7 a 3 Jupi 7 a 3 7 a 3 Jurema 6 a 3 6 a 3 Lagoa do Ouro 7 a 2 7 a 2 Lagoa dos Gatos 6 a 3 6 a 3 Lajedo 7 a 3 7 a 3 Limoeiro 7 a 3 7 a 3 Machados 6 a 3 6 a 3 Manari a 2 Mirandiba 2 a 5 2 a 6 Moreilândia a a 4 Orobó 6 a 3 6 a 3 Ouricuri a 3 Palmeirina 6 a 3 6 a 3 Panelas 6 a 3 6 a 3 Paranatama 7 a 3 7 a 3 Parnamirim a 3 Passira 7 a 3 7 a 3 Pedra 5 a 0 Pesqueira 7 a 2 7 a 2 Poção 7 a 2 7 a 2 Quixaba 2 a 5 a 6 Riacho das Almas 9 a 2 7 a 2 Sairé 7 a 2 7 a 2 Salgadinho 7 a 3 7 a 3 Salgueiro 3 a 4 2 a 5 Saloá 7 a 3 6 a 3 Sanharó 7 a 2 7 a 2 Santa Cruz a 3 Santa Cruz da Baixa Verde 2 a 6 a 6 Santa Cruz do Capibaribe 7 a 9 Santa Filomena a 3 Santa Maria do Cambucá 7 a 2 7 a 2 Santa Terezinha a 6 a 6 São Bento do Una 7 a 2 7 a 2 São Caitano 0 a 2 7 a 2 São João 6 a 3 6 a 3 São Joaquim do Monte 6 a 3 6 a 3 São José do Belmonte a 5 a 6 São José do Egito a 6 a 6 São Vicente Ferrer 6 a 3 6 a 3 Serra Talhada a 5 a 6 Serrita a 4 a 5 Sertânia 3 a 4 a 6 Solidão 2 a 6 a 6 Surubim 7 a 2 7 a 2 Ta b i r a 2 a 6 a 6 Ta c a i m b ó 7 a 2 7 a 2 Taquaritinga do Norte 7 a 2 7 a 2 Te r e z i n h a 6 a 2 6 a 2 Terra Nova a 4 To r i t a m a 0 a 2 7 a 2 Tr i n d a d e a a 4 Tr i u n f o 2 a 6 a 6 Tu p a n a t i n g a a 2 5 a 2 Tu p a r e t a m a a 6 a 6 Ve n t u r o s a a 2 7 a 2 Ve r d e j a n t e a 4 a 6 Vertente do Lério 7 a 3 7 a 3 Ve r t e n t e s 7 a 2 7 a 2 Nota: Informações complementares sobre as características agronômicas, região de adaptação, reação a fatores adversos das cultivares de sorgo granífero indicadas, estão especificadas e disponibilizadas na Coordenação-Geral de Zoneamento Agropecuário, localizada na Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 6º andar, sala 646, CEP Brasília - DF e no site <!ID0247->PORTARIA Nº 70, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2005 O COORDENADOR-GERAL DE ZONEAMENTO AGRO- PECUÁRIO - SUBSTITUTO, no uso de suas atribuições legais, e observado, no que couber, o contido na Instrução Normativa nº 5, de 3 de janeiro de 2003, da Secretaria da Comissão Especial de Recursos, publicada no Diário Oficial da União de 4 de fevereiro de 2003, resolve: Art. º - Aprovar o Zoneamento Agrícola para a cultura de sorgo granífero não irrigado, no Estado do Ceará, ano safra 2005/2006, conforme anexo. Art. 2º - Esta Portaria tem vigência específica para o ano safra definido no art. º e entra em vigor na data de sua publicação. RONIR CARNEIRO <!ID0247-2> ANEXO. NOTA TÉCNICA O sorgo embora seja uma cultura que tem um bom desenvolvimento na região nordeste do Brasil devido sua grande adaptabilidade às condições ambientais da região, esta sujeita riscos climáticos, principalmente no que se refere à disponibilidade hídrica. Em todo o Estado do Ceará o sorgo é uma cultura de sequeiro. Conseqüentemente, é de grande importância conhecer os fatores de riscos climáticos para que se possa estabelecer um manejo adequado de forma a reduzir as perdas de produção e obter maiores rendimentos. O objetivo desse trabalho é caracterizar áreas de menor risco climático para essa cultura assim como definir as melhores épocas de plantio para o Estado do Ceará. Definiram-se os riscos climáticos para as diferentes regiões por meio de uma análise de distribuição frequencial das chuvas e do balanço hídrico para períodos de 5 dias. Nos modelos usados foram considerados os seguintes dados: a) precipitação pluvial diária onde utilizou series históricas de no mínimo 5 anos; b) evapotranspiração de referencia c) coeficientes culturais determinados a partir da pesquisas desenvolvidas em diversas regiões e de dados apresentados na literatura assumindo a cultura com um ciclo de 20 dias. Foi considerado apenas um ciclo uma vez que no período em que se fez a simulação, a diferença entre cultivares era pouco variável e pouco significativa; d) Disponibilidade de água: sendo os solos agrupados quanto ao seu armazenamento de água em 40 e 60 mm. As classes de solos que se enquadram nesses grupos estão apresentados no quadro em anexo. Simularam-se as épocas de plantio para cada 0 dias a partir de 0 de janeiro até a época em que não havia mais possibilidade de plantio. Para espacialização dos resultados cada valor do índice de satisfação da necessidade de água (ISNA) foi associado à localização geográfica da respectiva estação pluviometrica, e na elaboração dos mapas utilizou-se o Sistema de Informações Geográficas (SIG). Três classes de ISNA foram definidas para diferenciar agroclimática o Estado: ISNA > 0,65 = região agroclimática favorável com pequeno risco climático; 0,65> ISNA > 0,50 = região agroclimática intermediária com médio risco climático e ISNA < 0,50 = região agroclimática desfavorável com alto risco climático. Uma vez que é um modelo agroclimático, assume-se que não limitações quanto à fertilidade e danos por pragas e doenças. As datas de plantio estão relacionadas na tabela correspondente. A análise dos dados permitiu identificar que as datas de plantio com menor risco climático para cultura do sorgo granífero foram idênticas para as variedades de ciclos precoce, médio e tardio. A seguir, apresentam-se os tipos de solos, os períodos e os municípios aptos para o plantio. 2. TIPOS DE SOLO APTOS AO CULTIVO O zoneamento de risco climático para o Estado do Ceará contempla como aptos ao cultivo de sorgo granífero, os solos Tipo 2 e 3, que apresentam as seguintes características: Tipo 2: solos com teor de argila entre 5 e 35% e menos de 70% areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm; Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm; e b) solos com menos de 35% de argila e menos de 5% de areia (textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm. NOTA: áreas/solos não indicados para o plantio: áreas: de preservação obrigatória, de acordo com a Lei 4.77 do Código Florestal; solos que apresentem teor de argila inferior a 0% nos primeiros 50 cm de solo; solos que apresentem profundidade inferior a 50 cm; solos que se encontram em áreas com declividade superior a 45%; e solos muito pedregosos, isto é, solos nos quais calhaus e matacões (diâmetro superior a 2 mm) ocupam mais de 5% da massa e/ou da superfície do terreno. 3. TABELA DE PERÍODOS DE PLANTIO Períodos Dias º a 0 a 20 2 a 3 º a 0 Meses j a n e i ro F e v e re i ro Março a 20 2 a 28 º a 0 a 20 2 a 3 4. CULTIVARES INDICADAS PELOS OBTENTO- RES/MANTENEDORES Ciclo Precoce: EMBRAPA: BR 304; MONSANTO - AG 08, DKB 50, DKB 599 e SARA; SANTA HELENA - SHS 400. Ciclo Médio: DOW - DOW 822, DOW 740, DOW 74, DOW G200 e IP 400; EMBRAPA - BRS 30; IPA - IPA 7300 e IPA ; MONSANTO: DKB 57; Ciclo Tardio: DOW: IF RELAÇÃO DE MUNICÍPIOS APTOS AO CULTIVO E PERÍODOS INDICADOS PARA PLANTIO A relação dos municípios aptos para o plantio, suprimidos todos os outros onde a cultura não é recomendada neste zoneamento, foi baseada em dados disponíveis por ocasião da sua elaboração. Se algum município mudou de nome ou foi criado pela emancipação de um daqueles da listagem abaixo, todas as recomendações serão idênticas às do município de origem até que nova relação o inclua formalmente. MUNICÍPIOS Ciclos: PRECOCE/MÉDIO/TARDIO PERÍODOS Solo Tipo 2 Solo Tipo 3 Abaiara a 6 a 7 Acarapé 3 a 8 3 a 9 Acaraú 4 a 8 3 a 9 Acopiara 3 a 4 2 a 8 Aiuaba 4 a 5 Alcântaras 4 a 8 3 a 9 Altaneira 3 a 6 a 8 Alto Santo 4 a 5 Amontada 3 a 8 3 a 9 Antonina do Norte 4 a 7 Apuiarés 4 a 7 Aquiraz 3 a 8 3 a 9 Aracati 4 a 5 Aracoiaba 4 a 6 4 a 8 Ararendá 4 a 7 2 a 8 Araripe a 7 a 8 Aratuba 3 a 9 3 a 9 Assaré 3 a 5 a 8 Aurora 3 a 4 a 6 Baixio 3 a 4 a 6 Banabuiú 4 Barbalha a 6 a 7 Barreira 4 a 6 4 a 8 Barro 3 a 4 a 7 Barroquinha 2 a 9 2 a 9 Baturité 4 a 8 3 a 9 Beberibe 4 a 7 Bela Cruz 3 a 7 3 a 9 Boa Viagem 8 Brejo Santo a 6 a 7 Camocim 3 a 9 3 a 9 Campos Sales 3 a 7 Canindé 4 a 5 3 a 9 Capistrano 4 a 8 3 a 9 Caridade 4 a 5 4 a 9 Cariré 4 a 7 3 a 8 Caririaçu a 6 a 8 Cariús 3 a 4 a 7 Carnaubal 3 a 9 3 a 9 Cascavel 4 a 7 Catarina 4 2 a 8 Catunda 4 a 7 Caucaia 3 a 8 3 a 9 Cedro a 4 a 7 Chaval 2 a 9 2 a 9 Choró 4 a 9 Chorozinho 5 a 6 4 a 7 Coreaú 3 a 9 2 a 9 Crateús 4 a 7 Crato a 6 a 7 Croatá 4 a 7 3 a 9 Cruz 3 a 9 3 a 9 Ererê 3 a 5 2 a 8 Eusébio 3 a 8 3 a 9 Farias Brito 3 a 4 a 7 Forquilha 4 a 8 Fortaleza 3 a 9 3 a 9 Fortim 4 a 5 Frecheirinha a 9 a 9 General Sampaio 4 a 7 Graça 3 a 7 2 a 9 Granja 2 a 9 a 9 Granjeiro 3 a 4 a 8 Groaíras 4 a 7 4 a 8 Guaiúba 3 a 8 3 a 9 Guaraciaba do Norte 3 a 8 3 a 9 Guaramiranga 2 a 9 a 9 Hidrolândia 4 a 5 4 a 7 Horizonte 3 a 7 3 a 9 Ibaretama 4 a 5 e 8 Ibiapina a 9 a 9

ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00

ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) RECURSOS DE TODAS AS FONTES - R$ 1, 00 UNIDADE : 36201 - FUNDACAO OSWALDO CRUZ ANEXO I CREDITO SUPLEMENTAR PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTACAO) 1201 CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACAO EM SAUDE 17602000 P R O J E TO S 489000 10 571 1201 11PJ ESTRUTURACAO

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