CURSO DE GESTÃO E INOVAÇÃO

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1 CURSO DE GESTÃO E INOVAÇÃO BES e Católica pioneiros a formar empreendedores Esta revista faz parte integrante do Diário Económico n.º 5125 MARÇO 2011 CASE-STUDIES Multiwave: O potencial dos lasers de fibra óptica Outsystems: Nova plataforma torna as TI mais ágeis

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3 Gestão e Inovação para Empreendedores Um curso, de cariz prático, que ensina os empreendedores a concretizar, com sucesso, uma ideia de negócio no mercado global. O BES e a Universidade Católica são pioneiros neste tipo de formação. Os participantes São 30 participantes, de 17 empresas, que integram o Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores. A análise do currículo e do potencial das ideias de negócio determinou a escolha dos candidatos. Universidade Católica O coordenador do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores e a directora da FCEE da Universidade Católica, salientam a importância desta formação para o desenvolvimento do tecido empresarial. Case-study A Multiwave continua a dar cartas no desenvolvimento de lasers de fibra óptica. O objectivo é estar entre os três primeiros a nível mundial. Este ano fica marcado por novo aumento de capital. 14 Case-study Criar soluções tecnológicas mais ágeis, que permitam às empresas se adaptarem às mudanças de negócio. É este o objectivo da Outsystems. O próximo passo é ganhar massa crítica para alavancar as receitas.

4 PROGRAMA AVANÇADO DE GESTÃO E INOVAÇÃO PARA EMPREENDEDORES BES lança curso pioneiro IMAGINE UM CURSO, DE CARIZ PRÁTICO, ONDE PODE APRENDER TUDO O QUE PRECISA PARA CONDUZIR UMA PROMETEDORA IDEIA DE NEGÓCIO, DO PAPEL AO MERCADO GLOBAL, COM SUCESSO. O BES E A UNIVERSIDADE CATÓLICA TÊM A RESPOSTA. Joaquim Goes (à direita) da Comissão Executiva do BES, também marcou presença no evento. 4 MAR 11 O Banco Espírito Santo, através da Universidade BES, e a Universidade Católica criaram um Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores. O curso é pioneiro em Portugal e tem como principal objectivo aprofundar as qualificações de quadros superiores de uma selecção de empresas portuguesas mais inovadoras. O programa vai contar, nesta fase, com 30 participantes de 17 empresas ou projectos, seleccionados através de uma avaliação global do Curriculum Vitae dos candidatos, bem como do potencial do projecto ou ideia que pretendem desenvolver. A criação deste Programa Avançado, cujo calen- dário lectivo já teve início, enquadra-se na lógica de apoio do BES à inovação e pretende proporcionar as principais ferramentas que permitam ao empreendedor concretizar, com mais sucesso, a sua ideia inovadora numa empresa. O objectivo do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores é assim formar gestores empreendedores que actuem como agentes de mudança, com capacidade de acelerar a criação, a disseminação e a aplicação de ideias inovadoras, na premissa de que a promoção de uma cultura empreendedora e da capacidade de inovar no seio das empresas funcionam como catalisadores de mudança, de competitividade e de prosperidade económica, num contexto de crescente concorrência global. Desenvolvido de raiz pela Universidade Corporativa do BES e pela Universidade Católica, este novo programa tem como público-alvo empreendedores de elevado potencial que possuam uma empresa recente. No plano curricular ajustado às necessidades dos destinatários estão incluídas disciplinas sobre Estratégia e Internacionalização, Inovação e Valorização da Tecnologia, Marketing e Vendas, Gestão Financeira e Contabilidade, bem como Liderança e Comunicação. Além das 110 horas de formação em sala, ministradas ao longo de três a quatro meses, para 20 a

5 Ricardo Salgado, Fátima Barros e Francisco Veloso à chegada ao espaço BES Arte & Finança Fotos: Bernardo S. Lobo para empreendedores 30 empreendedores, o programa contempla ainda três meses de acompanhamento individual de cerca de dez equipas empreendedoras, com sessões de trabalho para discussão de planos de desenvolvimento de negócios. Este acompanhamento será reforçado por um ciclo de seminários, com intervenções de gestores de referência como Alexandre Relvas, da Logoplaste, Diogo Vasconcelos, da Cisco e DigitalEurope, António Murta, da Pathena, Pedro Pacheco, da BERD, e José Epifânio da Franca, da Chipidea, personalidades que encabeçam empresas de sectores distintos mas que têm em comum a orientação para a inovação e para o mercado global. O programa foi apresentado ao público no dia 25 de Janeiro, no espaço BES Arte & Finança, junto ao Marquês de Pombal, num evento que contou com a presença de Ricardo Salgado, presidente da Comissão Executiva do BES, Joaquim Goes, membro da Comissão Executiva do BES, Fátima Barros, directora da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (FCEE) da Universidade Católica Portuguesa, e Francisco Veloso, coordenador do curso. Na ocasião estiveram também presentes dezenas de empreendedores, entre os quais alguns dos que irão participar nesta primeira edição do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores. 5 MAR 11

6 OS PARTICIPANTES Selecção dos empreendedores A selecção dos participantes no Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores, promovido pela Universidade BES, em conjunto com a Universidade Católica Portuguesa, teve como objectivo identificar quem mais beneficiaria com o curso. A selecção dos participantes finais resultou da avaliação global do Curriculum Vitae nomeadamente habilitações, frequência de programas de empreendedorismo e participação no desenvolvimento de uma ideia de negócio, bem como do potencial do projecto, ou ideia, a desenvolver. Foram seleccionados para integrar o programa 17 empresas e 30 participantes de sectores de actividade como Tecnologias da Informação (6), Energia (3), Saúde (2), Biologia Marítima (1), Telemetria (1), Redes e Comunicações (1), Segurança Alimentar (1), Engenharia dos Materiais (1), e Pedras e Rochas Ornamentais (1). As empresas são oriundas de Aveiro, Coimbra e Lisboa. Processo de selecção Os participantes do curso foram seleccionados em função do seu currículo e do potencial da sua ideia de negócio. FEEDZAI A FeedZai, empresa de software especializada no processamento de dados em tempo real, conquistou o grande prémio da quinta edição do Concurso Nacional de Inovação BES, tendo desenvolvido também produtos com aplicabilidade nas áreas da Energia, Banca e Telecomunicações. A empresa de Coimbra conta já com um escritório em Londres. INFOGENE Depois do sistema não invasivo de detecção precoce do cancro do colo do útero, premiado pelo Concurso Nacional de Inovação BES, em 2007, a Infogene lançou o serviço OncoAlert, um teste de detecção de cancro colorectal através de uma simples análise ao sangue. Em desenvolvimento está um kit para a detecção de cancro do pulmão. ISA A ISA, empresa de base tecnológica nas áreas das comunicações M2M (machine-to-machine), gestão remota e automação e controlo, foi notícia pelo lançamento do Enerbook, um portal que permite a monitorização e gestão dos consumos energéticos ao nível doméstico, em edifícios e escolas. WI-SOCIAL A Wi-Social é uma empresa que tem como objectivo melhorar qualitativamente o quotidiano dos clientes, através da utilização de tecnologias de informação. Entre os desenvolvimentos conta-se uma rede social móvel um novo conceito de interacção interpessoal em espaços públicos comerciais que pretende trazer valor acrescentado ao espaço e fidelizar clientes. 6 MAR 11 VOICEINTERACTION A VoiceInteraction é uma empresa de base tecnológica, constituída em 2008, como spin-off do INESC-ID Lisboa, com o objectivo de desenvolver tecnologias na área do processamento da fala. Oferece soluções inovadoras, centradas nas tecnologias de processamento da fala, gerando vantagens competitivas nos produtos dos seus parceiros e clientes. I-ZONE HEALTHCARE A i.zone Care é uma área de intervenção da I.Zone Knowledge Systems, focada no desenvolvimento de projectos direccionados para os campos da Saúde, Reabilitação, Infância e Geriatria. A sua equipa multidisciplinar e especializada actua de forma transversal, cobrindo três principais eixos de intervenção: Gestão de Equipamentos, Tecnologia e Serviços. FRONTWAVE Criada em 2001 como um spin- -off do Instituto Superior Técnico, a FrontWave aposta na criação do conhecimento como ferramenta para introduzir inovação em cada um dos seus clientes. Esta empresa de engenharia e consultadoria desempenha um papel técnico e integrador nos mercados relacionados com o sector da pedra natural. PLUX A Plux é uma empresa pioneira em Portugal no desenvolvimento de soluções sem fios para aquisição de sinais electrofisiológicos e outras grandezas associadas ao corpo humano, como a acelerometria e a temperatura. Desenvolve produtos com características como a alta miniaturização, a conectividade sem fios e a usabilidade, vocacionadas para os mercados da Saúde, Desporto e Investigação.

7 Bernardo S. Lobo BUBBLE NET O Bubble Net é um projecto desenvolvido por quatro biólogos marinhos e que consiste num novo conceito de tecnologia de pesca mais ecológica e sustentável, que vem substituir o tradicional cerco, permitindo assim capturar apenas a quantidade de peixe que as embarcações podem legalmente descarregar em lota, bem como os peixes com o tamanho mínimo legal. WIT A WIT-Software é uma empresa criada em 2001 como spin-off do Instituto Pedro Nunes e da Universidade de Coimbra. Desenvolve produtos de software para operadores de telecomunicações móveis e empresas de outros sectores que pretendam fornecer serviços móveis a clientes ou colaboradores, e opera em sectores como as Telecomunicações Móveis, Banca, Media e Transportes. TELBIT A Telbit foi fundada em 1998 como um spin-off da PT Inovação. A empresa desenvolve soluções de software para os seus clientes, prestando também serviços a outras empresas de software. Focada na excelência dos seus produtos, a Telbit está alinhada com as melhores práticas e metodologias no âmbito do Software Development Lifecycle (SDLC). EMOVE A Emove é uma start-up que compete no emergente sector das energias alternativas, criando soluções tecnológicas para este recente mercado. A equipa desenvolveu um conceito inovador de produção eléctrica: o ESG (Electric Spherical Generator) é um gerador único, esférico e portátil que absorve movimentos e oscilações (como andar ou correr) e os converte em energia eléctrica. CONTROLVET A Controlvet é uma marca de referência na prestação de serviços de segurança alimentar, contando com mais de empresas clientes em todo o país. Possui uma unidade laboratorial acreditada pelo IPAC, equipada com o mais moderno equipamento e, apostando na investigação aplicada, oferece um alargado leque de serviços inovadores. EIDT O projecto Zypho foi premiado em vários concursos de inovação, como o EDP Inovação Richard Branson 2009, o E-day 2009 e o Nova-Idea Competition É um sistema que aproveita a energia térmica contida na água quente que é utilizada e escoada durante o banho para o esgoto, de modo a pré-aquecer a água fria da rede utilizada no banho. A EIDT foi criada há pouco mais de um ano para comercializar este inovador produto. ZUVINOVA A Zuvinova é uma empresa tecnológica ibérica de B2B (business-to- -business) que, através da solução inovadora TTR Transactional Track Record, fornece uma plataforma de investigação e análise de dados transaccionais e financeiros para empresas, bancos de investimento, firmas de private equity, assessores financeiros e jurídicos. ACTIVE SPACE TECHNOLOGIES A Active Space Technologies é uma empresa que actua nos mercados das indústrias espacial, da defesa, automóvel, fusão nuclear e outros sectores científicos. A empresa fornece tecnologia e soluções de engenharia, numa abordagem multidisciplinar aos projectos, e tem clientes como a Agência Espacial Europeia (ESA), a Critical Software e a Efacec. CRITICAL MATERIALS A Critical Materials surgiu em 2009, pela mão do Grupo Critical e dois investigadores da Universidade do Minho, com larga experiência no campo dos materiais avançados e estruturas. A empresa focou- -se na tecnologia de diagnóstico e prognóstico de materiais, e movimenta-se em indústrias como a Aeronáutica, Espacial e Automóvel, contando com clientes como a Boeing, a Lockheed Martin, a ESA ou a Auto-Europa. 7 MAR 11

8 JOAQUIM GOES Membro da Comissão Executiva do BES Combinar a estratégia empresarial com o conhecimento científico OS PROMOTORES TÊM UMA FORMAÇÃO ALTAMENTE ESPECIALIZADA, O QUE SE TRADUZ EM EMPRESAS COM FUNDAMENTOS TECNOLÓGICOS MUITO SÓLIDOS, MAS COM DÉFICES NAS DIMENSÕES ASSOCIADAS À GESTÃO. É UMA DAS LACUNAS A QUE O CURSO LANÇADO PELO BES E A UNIVERSIDADE CATÓLICA PRETENDE DAR RESPOSTA. 8 MAR 11 O lançamento do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores, em parceria com a Universidade Católica (UC), resultou de um levantamento realizado junto de um conjunto de empreendedores, no sentido de identificar as suas principais necessidades, explicou Joaquim Goes, membro da Comissão Executiva do BES, durante a apresentação do curso, no espaço BES Arte & Finança. Entre as sugestões dos participantes no Concurso Nacional de Inovação BES e dos clientes do banco, o responsável enumerou a importância de combinar a estratégia empresarial com o conhecimento científico, as sérias dificuldades em fazer o plano de negócio, ou ainda a utilidade de ter alguém que ajude a ultrapassar as dificuldades de gestão. Um dos inquiridos revelou mesmo que um curso de pós-graduação seria fantástico, desde que as aulas fossem dadas por alguém que entenda a linguagem dos empreendedores, relembrou Joaquim Goes, na ocasião. É a este tipo de carências, identificadas junto dos empreendedores, que o Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores pretende dar resposta, proporcionando conhecimentos básicos para lançar e desenvolver o negócio, com reflexos no aumento da taxa de sucesso das empresas inovadoras. Joaquim Goes lembrou que as empresas inovadoras assentam, por natureza, em negócios de elevado risco, e deu como exemplo o mercado norte- -americano, onde cerca de 40% das empresas apoiadas por venture capital não sobrevivem. Os promotores tendem a ter uma formação altamente especializada, o que se traduz em empresas com fundamentos tecnológicos muito sólidos, mas com défices nas dimensões associadas à gestão, justificou o responsável, perante uma plateia de dezenas de jovens empreendedores. Entre as temáticas a abordar no Programa Avançado, destacam-se Conceitos e Práticas de Gestão, Elaboração de Plano de Negócios, Soft Skills (onde se incluem conceitos como liderança e gestão de equipas), Protecção da Propriedade Intelectual e Fontes de Financiamento. Estas necessidades traduzem igualmente a visão do BES sobre as principais valências que é necessário assegurar para fazer face aos desafios do mundo actual, destacou este membro da Comissão Executiva do BES. De entre essas valências, Joaquim Goes salientou a importância de possuir uma visão estratégica, que permita desenvolver um posicionamento competitivo que assegure uma proposta de valor sustentável e, por isso, uma capacidade de criação de valor económico a partir da inovação. Para o responsável, revela-se igualmente importante desenvolver capacidades de marketing, identificando de forma concreta as necessidades do mercado e estabelecendo iniciativas de carácter comercial que permitam tirar partido das oportunidades de mercado. Em paralelo, considera revestir-se de grande importância apostar desde muito cedo na internacionalização da actividade na óptica comercial mas também via parcerias tecnológicas em face de um enquadramento competitivo cada vez mais global. Por último, mas não menos importante, Joaquim Goes salientou a necessidade de definir e implementar uma estratégia de financiamento que tire partido dos vários instrumentos financeiros disponíveis e assegure os fundos necessários ao desenvolvimento da empresa. A título de exemplo, o responsável destacou a importância de dominar os diferentes instrumentos de financiamento mais adequados para cada fase do ciclo de vida da empresa, onde tradicionalmente a banca de investimento e o crédito bancário só entram na fase final, enquanto na fase inicial a que regista também taxas de mortalidade mais elevadas os empreendedores se fazem valer dos prémios de inovação, fundos de seed- -capital e business angels. Adicionalmente, lembrou Joaquim Goes, a globalização da economia mundial exige que as empresas repensem a abordagem ao mercado e que apostem nos mercados mais relevantes. Para pensar o mercado de forma diferente é fundamental assegurar uma lógica de abordagem que não se confine ao contexto local, e que considere como mercado natural um conjunto alargado de geografias. Neste contexto, deverão cada vez mais ser adoptadas lógicas comerciais que assegurem uma abordagem simultânea a diversas geografias, versus uma abordagem sequencial, explicou.

9 DA TEORIA À PRÁTICA Bernardo S. Lobo A elaboração do curso obedeceu a quatro princípios-chave. Pretende responder às necessidades concretas dos empreendedores em termos de competências de gestão, bem como partilhar a experiência de quem já viveu e se confrontou com os desafios da inovação e da gestão empresarial. Assenta ainda no objectivo de articular uma base conceptual com uma visão prática e uma abordagem concreta às questões, bem como tirar partido, de forma sinérgica, do know-how e da experiência tanto da Universidade Católica como do BES. O curso formativo é composto por um plano curricular com um conjunto de conteúdos com forte pendor prático, que pretende responder às principais necessidades identificadas sessões de coaching no desenvolvimento de planos de negócio e seminários de empreendedorismo. 9 MAR 11

10 UNIVERSIDADE CATÓLICA Portugal tem um atraso importante em empreendedorismo 10 MAR 11 FRANCISCO VELOSO E FÁTIMA BARROS, O COORDENADOR DO PROGRAMA AVANÇADO DE GESTÃO E INOVAÇÃO PARA EMPREENDEDORES E A DIRECTORA DA FCEE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA, MARCARAM PRESENÇA NA APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA. EM NOME DO APOIO À INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO. Precisamos de acelerar iniciativas empreendedoras, que são as mais importantes do ponto de vista da criação de emprego, e ainda bem que o BES aposta nisso. Portugal tem um atraso importante em empreendedorismo, especialmente na geração de gazelas, afirmou Francisco Veloso, coordenador do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores, promovido pelo Banco Espírito Santo em parceria com a Universidade Católica (UC), durante a apresentação do mesmo. No Espaço BES Arte & Finança, junto ao Marquês de Pombal, o responsável explicou a importância de promover o ambiente adequado à formação das empresas a que, metaforicamente, designou de gazelas : Empresas jovens, que crescem mais de 20% ao ano durante três a quatro anos seguidos, que criam quase todos os novos empregos duradouros numa economia e possuem uma base de conhecimento avançado que lhes permite explorar uma nova oportunidade de mercado, com forte potencial reprodutor. O responsável lembrou que a presença das gazelas se faz sentir, sobretudo, em países como os Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Finlândia, Itália, Suécia e Bélgica, com Portugal a ocupar o décimo terceiro lugar neste ranking. Francisco Veloso falava das gazelas, por oposição ao que designou de ratinhos iniciativas empreendedoras, que começam pequenas, com pouca ambição, quase não crescem, são a maioria do emprego, mas não criam novo emprego sustentado e aos elefantes grandes empresas, já estabelecidas, tipicamente as cotadas, com uma importante percentagem do emprego, mas com contributo reduzido para a criação de novos empregos. Segundo Francisco Veloso, é às gazelas por serem o tipo de iniciativa empresarial que apresenta também uma elevada taxa de mortalidade que se dirige o Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores, um curso que visa minimizar as dificuldades inerentes ao arranque destas empresas, cujos promotores tipicamente possuem um elevado conhecimento científico na área em que se movimentam, mas apresentam relevantes lacunas ao nível da gestão. Precisamos de acelerar iniciativas empreendedoras, que são as mais importantes do ponto de vista da criação de emprego, e ainda bem que o BES aposta nisso, salientou o responsável, lembrando que aquelas empresas, que crescem 20% ao ano, são também as mais frágeis. De acordo com Francisco Veloso, o Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores foi estruturado de forma a ir ao encontro das necessidades daqueles empreendedores, apresentando-se, por esse motivo, com duas dimensões: um plano curricular e sessões de coaching para apoio aos participantes no desenvolvimento do negócio. O plano curricular é composto por 115 horas de formação, um dia por semana, e assenta em áreas- -chave para a nova empresa, como Estratégia e Internacionalização, Inovação, Valorização da

11 O nosso eixo estratégico passa por contribuir para a inovação e competitividade das empresas, e temos todo o potencial para ser uma referência nesta área. Fotos: Bernardo S. Lobo Tecnologia, Liderança e Comunicação, Marketing e Vendas, Contabilidade e Análise Financeira, culminando com um ciclo de seminários a cargo de um conjunto de personalidades com larga experiência no mundo empresarial. O objectivo do plano curricular passa por adquirir conhecimentos teóricos e práticos, bem como instrumentos de aplicação ao projecto de empresa. Quanto à componente de apoio ao plano de desenvolvimento de negócio, está consubstanciada em 30 horas de coaching dadas ao longo de três a seis meses a cada equipa de projecto associada aos participantes no curso (10 equipas), bem como em sessões de trabalho em áreas críticas para o desenvolvimento do negócio (Estratégia e Inovação, Marketing, Finanças e Contabilidade) e ainda acompanhamento por consultores. Esta segunda dimensão do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores tem como objectivos ajudar a delinear planos de desenvolvimento do negócio para cada equipa, bem como criar uma rede de contactos e acessos para apoio ao negócio. CATÓLICA QUER SER REFERÊNCIA EM INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO A Universidade Católica Portuguesa (UCP) quer ser uma escola de referência na Europa, na área da inovação e empreendedorismo, uma área crucial para aquela universidade, afirmou Fátima Barros, directora da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (FCEE) da UCP, salientando o grande desafio que representa a confiança que o BES depositou na Universidade Católica para a realização do Programa Avançado de Gestão e Inovação para Empreendedores. O nosso eixo estratégico passa por contribuir para a inovação e competitividade das empresas, e temos todo o potencial para ser uma referência nesta área, explicou, fazendo uma alusão ao capital humano especializado e ao trabalho realizado em parceria com o MIT e a Carnegie Mellon University em projectos de investigação na área da inovação. São estas as competências que trazemos para este curso, acrescentou a responsável. Fátima Barros deixou ainda uma nota positiva ao trabalho de equipa realizado pelo BES e a Universidade Católica no desenvolvimento do Programa, e que procurou ter presente a estreita ligação entre empresas e universidade, uma relação que a estrutura do curso evidencia. MÓDULOS DO PLANO CURRICULAR Estratégia e Internacionalização (17,5h) Inovação e Valorização da Tecnologia (12h) Marketing e Vendas (17,5h) Contabilidade e Análise Financeira (28h) Liderança e Comunicação (31,5h) CORPO DOCENTE Andrei Villarroel Céline Abecassis-Moedas [coach] Francisco Veloso [coach] João César das Neves Pedro Oliveira Joana Domingues [coach] João Ferreirinho João Matos Sílvia Cortês [coach] Luís Janeiro Teresa Oliveira Paulo Cardoso do Amaral Pedro Celeste [coach] Dimitri Dagot [coach] Jack Kaplan Rajiv K. Sinha Filipa Salazar Leite Francisca Ferreira Pinto Miguel Calado Mário Valente [coach] Nuno Melo

12 CASE-STUDY O potencial dos lasers de última geração A MULTIWAVE CONTINUA A DAR CARTAS NO DESENVOLVIMENTO DE LASERS DE FIBRA ÓPTICA. O OBJECTIVO É ESTAR ENTRE OS TRÊS PRIMEIROS A NÍVEL MUNDIAL. ESTE ANO FICA MARCADO POR NOVO AUMENTO DE CAPITAL. José Salcedo o fundador da Multiwave 12 MAR 11 Os lasers são caros e complexos de utilizar, inconvenientes a que a tecnologia de fibra óptica disruptiva, de custo inferior e sem manutenção pode dar resposta. Foi desta constatação que nasceu a Multiwave, uma empresa da Maia, fundada por José Salcedo, ex-professor da Faculdade de Engenharia do Porto e três antigos alunos, que inventa, desenvolve, industrializa e comercializa equipamentos de laser de última geração de fibra óptica para aplicações industriais e ambientais. Em causa está a produção de lasers pulsados de elevada potência, recorrendo à tecnologia de fibra óptica, cujo desempenho ultrapassa o de lasers baseados noutras tecnologias, como cristais e gases. Os lasers de fibra óptica de nova geração (designados de tipo MOPA Master Oscillator Power Amplifier) traduzem-se em elevada performance, grande flexibilidade e uma fiabilidade que elimina custos de manutenção. Adicionalmente, mostram-se electricamente eficientes, compactos e robustos, abrindo oportunidades de utilização em aplicações onde o espaço ou a energia sejam escassos, ou caros, ou onde a performance e a flexibilidade exigidas sejam elevadas. Para além do custo competitivo que apresentam, são ainda programáveis, podendo ser rapidamente configurados e optimizados através de software para aplicações específicas. Mas o que representam, em última instância, todas estas vantagens? Sabemos que o laser está presente a toda a hora no quotidiano. É a tecnologia que faz funcionar os telemóveis, o fax, e a internet, ou sofisticados aparelhos utilizados na indústria e na medicina. Ao melhorar as soluções laser, a Multiwave está a contribuir para evolução dos aparelhos que dela se servem, para o progresso tecnológico e da própria sociedade. Com a actividade assente na inovação contínua, a Multiwave lançou, em Janeiro deste ano e a nível internacional, o modelo MOPA-DY. O que tem de novo? Elimina efeitos térmicos indesejáveis no processamento de materiais sensíveis, como os semicondutores ou as cerâmicas finas. Por outro lado, o modelo MOPA-M-HP permite aumentar a taxa de furação de diamantes industriais para extrusão de fio de cobre por um factor de três, explica José Salcedo. Simplificando, a nova solução traduz-se em maior qualidade, mais produtividade e menores custos, aqueles que são os desígnios da investigação e desenvolvimento realizados no seio da empresa, e que sustentam o objectivo máximo que pretende Fotos: Bruno Barbosa ESTRUTURA MULTILÍNGUE A estrutura accionista da Multiwave com sede em Portugal (Tecmaia) e escritório de vendas nos Estados Unidos (Silicon Valley) é composta por fundadores e investidores individuais, nacionais e estrangeiros, pela Bullnet Capital (Espanha), Espírito Santo Ventures (Portugal), GP Bullhound (Inglaterra) e InovCapital (Portugal). A equipa principal é constituída por quadros internacionalmente reconhecidos e o conselho consultivo por alguns dos mais reputados especialistas mundiais em fibra óptica, lasers e ópticas.

13 Múltiplas aplicações Os telemóveis, o fax e a internet funcionam com tecnologia laser. A indústria, a medicina, a área militar ou mesmo a energia eólica, são campos onde os lasers também têm uma aplicação prática. MULTIWAVE EM NÚMEROS atingir nos próximos cinco anos: estar entre os três fornecedores para equipamentos laser de fibra óptica mais importantes a nível internacional. O principal desafio está em conseguir a alavancagem financeira necessária para crescer nos mercados internacionais tão rapidamente como está ao nosso alcance, explica o fundador da empresa. Para já, a Multiwave tem previsto um aumento de capital de cinco milhões de euros em 2011, bem como a possível aquisição de uma empresa tecnológica estrangeira, para eliminar um risco importante na cadeia de fornecimento e propiciar condições de entrada em novos mercados: os lasers contínuos de alta potência para processamento de metais, revela ainda José Salcedo. A empresa tem como objectivo crescer acima de 100% ao ano nos próximos cinco anos. Para 2001, as previsões apontam para um crescimento da facturação superior a 100% e a aposta recairá na consolidação dos mesmos mercados e parcerias estabelecidas, o que envolve a contratação de dois comerciais para reforçar a penetração de vendas na Europa e na Ásia, bem como de novos técnicos para fortalecer a capacidade de produção e a área de engenharia de produto. Em curso está também o processo de obtenção das certificações ISO 9001:2008 e NP 4457:2007, que deverá estar concluído em Junho próximo. UM MERCADO DE MILHÕES A Multiwave movimenta-se em mercados de grande dimensão e potencial de crescimento. O mercado das aplicações industriais de lasers de fibra óptica industrial está avaliado em cerca de 500 milhões de dólares e o de monitorização ambien- tal em 250 milhões de dólares, registando ambos um crescimento médio anual superior a 20%. A empresa está focada no fornecimento de lasers que integram máquinas, ferramentas, ou sistemas para processamento sofisticado e muito preciso de materiais metálicos, semicondutores e cerâmicos, incluindo fotovoltaicos de última geração e CIGS (seleneto de cobre-índio-gálido), com aplicações como a micromaquinação, marcação de precisão e furação. Mas não é só. A Multiwave tem vindo também a entrar em oportunidades civis e militares de medição de distâncias, guiamento por laser e detecção de vento para optimização de turbinas eólicas. Nesta última área, estamos a mobilizar um consórcio nacional que possa merecer o apoio de empresas como a EDP, para o desenvolvimento de uma nova família de produtos para o mercado nacional e internacional, explica o responsável. Em desenvolvimento está ainda uma nova família de lasers de alta potência para aplicações de elevado rendimento, e um novo tipo de laser para detecção de vento para optimização de turbinas eólicas. Na área de prestação de serviços de design, desenvolvimento de produto e engenharia a que a Multiwave também se dedica, José Salcedo destaca o início de colaborações estratégicas com três grandes grupos industriais internacionais, dois sediados no Japão e o terceiro na Alemanha. Objectivos? Essencialmente dois: Desenvolver tecnologia laser específica para sua utilização exclusiva, sob seu financiamento, e industrializar e vender os novos produtos, como seus fornecedores, conclui o líder da empresa empenhada em caminhar rumo à liderança do mercado. Inovando. 1 milhão de euros de investimento anual em I&D; 8 patentes registadas e em vias de registo; 15 artigos publicados; 50% de crescimento da facturação em 2010 face a 2009; 100% de crescimento da facturação previsto para 2011; 100% de exportação para a Europa, Estados Unidos e Ásia; 30 colaboradores de cinco nacionalidades, nove dos quais com doutoramento; 27 colaboradores trabalham a partir de Portugal (Maia) e três a partir do escritório em Silicon Valley (San Jose, Califórnia); 100 clientes, de entre os quais se destacam nomes como a Rofin-Sinar, LPKF, Nanosec, MBDA, Thales, Sagem, NASA, Los Alamos National Lab, Livermore National Lab, Furukawa, Fujikura, Mitsubishi, Disco, Sumitomo, Hortek e LaserTek. 13 MAR 11

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