A resposta correta é: um ir e vir de altos e baixos que requer alegria perene e coragem..

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1 Questão 1 Todo caminho da gente é resvaloso. Mas também, cair não prejudica demais A gente levanta, a gente sobe, a gente volta!... O correr da vida embrulha tudo, a vida é assim: Esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, Sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem. Ser capaz de ficar alegre e mais alegre no meio da alegria, E ainda mais alegre no meio da tristeza... De acordo com o fragmento do poema acima, de Guimarães Rosa, a vida é: a. um ir e vir de altos e baixos que requer alegria perene e coragem. b. uma queda que provoca tristeza e inquietute prolongada. c. uma prova de coragem alimentada pela tristeza. d. um caminhar de percalços e dificuldades insuperáveis. e. um caminho incerto, obscuro e desanimador. ROSA, J.G. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, A resposta correta é: um ir e vir de altos e baixos que requer alegria perene e coragem.. Questão 2 A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei n , de 2 de agosto de 2010) define a logística reversa como o instrumento caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada. A Lei n /2010 obriga fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas fluorescentes, produtos eletroeletrônicos, embalagens e componentes a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos. Considerando as informações acima, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. O retorno de embalagens e produtos pós-consumo a seus fabricantes e importadores objetiva responsabilizar e envolver, na gestão ambiental, aquele que projeta, fabrica ou comercializa determinado produto e lucra com ele. PORQUE II. Fabricantes e importadores responsabilizados, inclusive financeiramente, pelo gerenciamento no pós-consumo são estimulados a projetar, manufaturar e comercializar produtos e embalagens menos poluentes e danosos ao meio ambiente. Fabricantes são os que melhor conhecem o processo de manufatura, sendo, por isso, os mais indicados para gerenciar o reprocessamento e reaproveitamento de produtos e embalagens. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. a. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I. b. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. c. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. d. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I. e. As asserções I e II são proposições falsas. A resposta correta é: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I..

2 Questão 3 Com a globalização da economia social por meio das organizações não governamentais, surgiu uma discussão do conceito de empresa, de sua forma de concepção junto às organizações brasileiras e de suas práticas. Cada vez mais, é necessário combinar as políticas públicas que priorizam modernidade e competividade com o esforço de incorporação dos setores atrasados, mais intensivos de mão de obra. A respeito dessa temática, avalie as afirmações a seguir. Disponível em: фhtp://unpan1.un.orgх. Acesso em: 4 ago (adaptado). I. O terceiro setor é uma mistura dos dois setores econômicos clássicos da sociedade: o público, representado pelo Estado, e o privado, representado pelo empresariado em geral. II. É o terceiro setor que viabiliza o acesso da sociedade à educação e ao desenvolvimento de técnicas industriais, econômicas, financeiras, políticas e ambientais. III. A responsabilidade social tem resultado na alteração do perfil corporativo e estratégico das empresas, que têm reformulado a cultura e a filosofia que orientam as ações institucionais. Está correto o que se afirma em a. I, II e III. b. II e III, apenas. c. I e III, apenas. d. II, apenas. e. I, apenas. A resposta correta é: II, apenas.. Questão 4 Hoje, o conceito de inclusão digital está intimamente ligado ao de inclusão social. Nesse sentido, o computador é uma ferramenta de construção e aprimoramento de conhecimento que permite acesso à educação e ao trabalho, desenvolvimento pessoal e melhor qualidade de vida. FERREIRA, J. R. et al. Inclusão Digital. In: BRASIL. O Futuro da Indústria de Software: a perspectiva do Brasil. Brasília: MDIC/STI, 2004 (adaptado). Diante do cenário high tech (de alta tecnologia), a inclusão digital faz-se necessária para todos. As situações rotineiras geradas pelo avanço tecnológico produzem fascínio, admiração, euforia e curiosidade em alguns, mas, em outros, provocam sentimento de impotência, ansiedade, medo e insegurança. Algumas pessoas ainda olham para a tecnologia como um mundo complicado e desconhecido. No entanto, conhecer as características da tecnologia e sua linguagem digital é importante para a inclusão na sociedade globalizada. Nesse contexto, políticas públicas de inclusão digital devem ser norteadas por objetivos que incluam I. a inserção no mercado de trabalho e a geração de renda. II. o domínio de ferramentas de robótica e de automação. III. a melhoria e a facilitação de tarefas cotidianas das pessoas. IV. a difusão do conhecimento tecnológico. É correto apenas o que se afirma em a. II, III e IV. b. I e IV. c. I, III e IV. d. I e II.

3 e. II e III. A resposta correta é: I, III e IV.. Questão 5 Disponível em: <http://www.subsoloart.com>. Acesso em: 17 jul Assim como o break, o grafite é uma forma de apropriação da cidade. Os muros cinzentos e sujos das cidades são cobertos por uma explosão de cores, personagens, linhas, traços, texturas e mensagens diferentes. O sujo e o monótono dão lugar ao colorido, à criatividade e ao protesto. No entanto, a arte de grafitar foi, por muito tempo, duramente combatida, pois era vista como ato de vandalismo e crime contra o patrimônio público ou privado, sofrendo, por causa disso, forte repressão policial. Hoje, essa situação encontra-se bastante amenizada, pois o grafite conseguiu legitimidade como arte e, como tal, tem sido reconhecido tanto por governantes quanto por proprietários de imóveis. SOUZA, M.L.; RODRIGUES, G.B. Planejamento urbano e ativismo social. São Paulo: Unesp, 2004 (adaptado). Considerando a figura acima e a temática abordada no texto, avalie as afirmações a seguir. I. O grafite pode ser considerado uma manifestação artística pautada pelo engajamento social, porque promove a sensibilização da população por meio não só de gravuras e grandes imagens, mas também de letras e mensagens de luta e resistência. II. Durante muito tempo, o grafite foi marginalizado como arte, por ser uma manifestação associada a grupos minoritários. III. Cada vez mais reconhecido como ação de mudança social nas cidades, o grafite humaniza a paisagem urbana ao transformá-la. É correto o que se afirma em a. II, apenas. b. I e II, apenas. c. I e III, apenas. d. III, apenas. e. I, II e III. A resposta correta é: I, II e III..

4 Questão 6 Instruções: Leia o texto abaixo e responda a Questão a seguir. Poema do beco Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte? O que eu vejo é o beco. (Manuel Bandeira, Antologia Poética) No primeiro verso, a sequência de sintagmas nominais a Glória, a baía, a linha do horizonte exemplifica o uso de que recurso linguístico? a. Coordenação que, incluindo um vocativo e dois complementos verbais, se refere ao sintagma antecedente a paisagem e cria uma gradação do mais especificado para o menos especificado. b. Enumeração, que, incidindo sobre o sintagma nominal antecedente a paisagem, apresenta, em cada um dos seus elementos e no seu conjunto, uma particularização do sentido, o que permite classificá-la como um aposto. c. Sequência resumitiva, em que a oração predicativa começa por uma designação individual e segue com definições descritivas até produzir a relação de antonímia entre o primeiro e o último elementos da sequência. d. Arranjo por contiguidade, que, ao excluir o sintagma nominal antecedente a paisagem, resulta em construção sintática pouco adequada aos padrões cultos da língua, sugerindo o desconforto do eu lírico em relação ao espaço que ocupa. e. Justaposição, em que a combinação de um nome próprio com nomes comuns rompe com os padrões normativos, segundo os quais só se coordenam partes da oração que tenham funções equivalentes. A resposta correta é: Enumeração, que, incidindo sobre o sintagma nominal antecedente a paisagem, apresenta, em cada um dos seus elementos e no seu conjunto, uma particularização do sentido, o que permite classificá-la como um aposto.. Questão 7 Considerada a negação seguida da expressão correlativa tão... assim em Não é tão simples assim me despir do dr. Lambada, é correto afirmar que, no texto, esse enunciado contradiz a suposição de que: a. a vida de palhaço é tão difícil quanto a de outros trabalhadores. b. a vida familiar de um médico é tão difícil como a de um artista. c. é difícil se desfazer das roupas que compõem a personagem. d. a vida de médico é mais difícil do que a vida de palhaço. e. é fácil se desfazer da personagem. A resposta correta é: é fácil se desfazer da personagem.. Questão 8 Instruções: Leia o texto abaixo e responda a Questão a seguir. Na produção das primeiras palavras e frases (incorporadas como um bloco do discurso do interlocutor básico), (...) a criança incorpora, junto com a sequência fônica, o contexto específico que deu origem àquele enunciado, como se vê no exemplo a seguir, selecionado da fala de uma criança de 1 ano e 7 meses:

5 Tatente ( tá quente ) para denotar café. Assim, as formas maduras aparecem, num primeiro momento, em contexto de especularidade imediata de algum item da fala adulta. Num momento posterior, ou a forma desaparece para reaparecer adaptada ao sistema fonológico da criança muito tempo depois, ou sua forma menos madura, variável, percorrerá vários meses de mudança até se tornar estável. A forma desviante indica reorganizações que a criança empreende na sua trajetória linguística. (Adaptado de E. M. Scarpa, Aquisição de linguagem ) É correto afirmar que o texto: a. confere ao sujeito um papel passivo diante da própria linguagem, na medida em ele permanece, nas diferentes fases de sua aprendizagem, atrelado aos modelos oferecidos por seus interlocutores básicos. b. condiciona o desenvolvimento da linguagem ao provimento de informações corretas por parte dos adultos, porque os usos paternos, de tão reproduzidos pelo aprendiz, fixam-se como padrão. c. concebe o processo de aquisição da linguagem como mecanismo não linear, já que as fases previstas admitem variantes decorrentes da atuação da criança como reorganizadora de formas anteriormente copiadas. d. equipara a linguagem infantil à adulta, pois, embora menores, as mesmas dificuldades articulatórias do falante maduro são vivenciadas pela criança que inicia sua trajetória linguística. e. descreve o desencadeamento natural de diferentes fenômenos, nos quais a interferência da criança e dos interlocutores é mínima, já que o afloramento das habilidades linguísticas depende da faculdade inata da linguagem. A resposta correta é: concebe o processo de aquisição da linguagem como mecanismo não linear, já que as fases previstas admitem variantes decorrentes da atuação da criança como reorganizadora de formas anteriormente copiadas.. Questão 9 Instruções: Para responder à Questão seguinte, considere o fragmento do romance Os Maias, de Eça de Queirós. Pobre Alencar! O naturalismo; (...) essas rudes análises, apoderando-se da Igreja, da Realeza, da Burocracia, da Finança, de todas as coisas santas, dissecando-as brutalmente e mostrando-lhes a lesão, (...) apanhando em flagrante (...) a palpitação mesma da vida; tudo isso (...), caindo assim de chofre e escangalhando a catedral romântica, sob a qual tantos anos ele tivera altar e celebrara missa, tinha desnorteado o pobre Alencar (...). O naturalismo, com as suas aluviões de obscenidade, ameaçava corromper o pudor social? Pois bem. Ele, Alencar, seria o paladino da Moral (...); então o romancista de Elvira que, em novela e drama, fizera a propaganda do amor ilegítimo, representando os deveres conjugais como montanhas de tédio, dando a todos os maridos formas gordurosas e bestiais, e a todos os amantes a beleza, o esplendor e o gênio dos antigos Apolos; então Tomás Alencar, que (...) passava ele próprio uma existência medonha de adultérios, lubricidade, orgias (...) de ora em diante austero, incorruptível, (...) passou a vigiar atentamente o jornal, o livro, o teatro. No trecho acima, quem relata é o narrador em terceira pessoa que se aproveita, dentre outros recursos, do discurso indireto livre. Considerado o contexto cultural em que a obra foi produzida, é correto afirmar que, nesse relato, o uso da ironia:

6 a. permitiu que o narrador, aderindo aos sentimentos de Tomás Alencar, criticasse a estética realista/ naturalista, traduzindo a visão de Eça de Queirós. b. propiciou que fossem citadas, pela voz da personagem, as razões do juízo desfavorável de Eça de Queirós acerca das propostas da geração das Conferências do Cassino Lisbonense. c. produziu uma inversão: o narrador, caracterizando o Realismo/Naturalismo sob a perspectiva de Tomás Alencar, deixa transparecer as convicções do realista Eça de Queirós sobre o Romantismo. d. criou referências (tédio no casamento, maridos como figuras bestiais, amantes apolíneos) que aproximam Tomás Alencar do autor de Madame Bovary, o que justifica sua aversão ao Realismo/Naturalismo. e. criou um discurso de natureza metalinguística: o tema é a arte de Tomás Alencar, que, embora romântico, procura compor segundo o estilo das obras de Zola. A resposta correta é: produziu uma inversão: o narrador, caracterizando o Realismo/Naturalismo sob a perspectiva de Tomás Alencar, deixa transparecer as convicções do realista Eça de Queirós sobre o Romantismo.. Questão 10 Instruções: Para responder à Questão seguinte, considere o fragmento do romance Os Maias, de Eça de Queirós. Pobre Alencar! O naturalismo; (...) essas rudes análises, apoderando-se da Igreja, da Realeza, da Burocracia, da Finança, de todas as coisas santas, dissecando-as brutalmente e mostrando-lhes a lesão, (...) apanhando em flagrante (...) a palpitação mesma da vida; tudo isso (...), caindo assim de chofre e escangalhando a catedral romântica, sob a qual tantos anos ele tivera altar e celebrara missa, tinha desnorteado o pobre Alencar (...). O naturalismo, com as suas aluviões de obscenidade, ameaçava corromper o pudor social? Pois bem. Ele, Alencar, seria o paladino da Moral (...); então o romancista de Elvira que, em novela e drama, fizera a propaganda do amor ilegítimo, representando os deveres conjugais como montanhas de tédio, dando a todos os maridos formas gordurosas e bestiais, e a todos os amantes a beleza, o esplendor e o gênio dos antigos Apolos; então Tomás Alencar, que (...) passava ele próprio uma existência medonha de adultérios, lubricidade, orgias (...) de ora em diante austero, incorruptível, (...) passou a vigiar atentamente o jornal, o livro, o teatro. O crítico José Guilherme Merquior, ao analisar a Questão da literatura na Modernidade, afirma:... a partir de Flaubert e Baudelaire, instala-se nas letras o senso da vacuidade do ideal ; emerge a tradição moderna como literatura crítica. O ideal esvaziado de conteúdo, assinalado pelo crítico, no texto de Eça de Queirós, a. constitui a busca do paladino da moral. b. está tomado como sinônimo de palpitação mesma da vida. c. é considerado causa da ação de celebrar missa durante tantos anos. d. é tido como consequência da propaganda do amor ilegítimo. e. pode ser associado a escangalhada catedral romântica. A resposta correta é: pode ser associado a escangalhada catedral romântica..

7 Questão 11 Em meados do século passado, o pintor brasileiro Candido Portinari fez uma série de desenhos para ilustrar uma edição nacional do Dom Quixote, de Cervantes. Posteriormente, o poeta Carlos Drummond de Andrade compôs uma série de poemas, referidos a cada um desses desenhos de Portinari. Atente para este desenho de Portinari e os versos de Drummond que o interpretam. Antefinal noturno Dorme, Alonso Quejana. Pelejaste mais do que a peleja (e perdeste). Amaste mais que amor se deixa amar. O ímpeto o relento a desmesura fábulas que davam rumo ao sem-rumo de tua vida levada a tapa e a coice d armas, de que valeu o tudo desse nada? Vilões discutem e brigam de braço enquanto dormes. Neutras estátuas de alimárias velam a areia escura de teu sono despido de todo encantamento. Dorme, Alonso, andante petrificado cavaleiro-desengano. Os versos do poema Antefinal noturno têm fortes pontos de contato com estes versos de um outro poema de Carlos Drummond de Andrade, Consolo na praia : A injustiça não se resolve. À sombra do mundo errado murmuraste um protesto tímido. Mas virão outros. Tudo somado, devias

8 precipitar-te de vez nas águas. Estás nu na areia, no vento... Dorme, meu filho. (A rosa do povo) Entre os poemas, há em comum a expressão dos sentimentos: a. da hipocrisia social e da culpa pessoal. b. da indignação inútil e do consolo na fé. c. da impotência do indivíduo e do malogro do ideal. d. do ideal religioso e da perseverança inútil. e. da amargura amorosa e da vingança reparadora. A resposta correta é: da impotência do indivíduo e do malogro do ideal.. Questão 12 Leia a seguinte proposta de Paulo Freire (A importância do ato de ler) sobre a função do professor. A Questão da coerência entre a opção proclamada e a prática é uma das exigências que educadores críticos se fazem a si mesmos. É que sabem muito bem que não é o discurso que ajuíza a prática, mas a prática que ajuíza o discurso. Nem sempre, infelizmente, muitos de nós, educadoras e educadores que proclamamos uma opção democrática, temos uma prática em coerência com nosso discurso avançado. Daí que o nosso discurso, incoerente com a prática, vire puro palavreado. Considere os trechos transcritos abaixo, adaptados de Pérez Gómez ( A função e a formação do professor/a no ensino para a compreensão: diferentes perspectivas ). I. Perspectiva enciclopédica: de acordo com a concepção de ensino como transmissão de conteúdos da cultura e da aprendizagem como acumulação de conhecimentos; propõe a formação do professor como especialista num ou vários ramos do conhecimento, quanto mais conhecimento ele possua melhor poderá desenvolver sua função de transmissão. II. Perspectiva técnica: a qualidade do ensino é evidenciada na qualidade dos produtos e na eficácia e economia de sua realização; forma-se o professor como um técnico que domina as aplicações do conhecimento científico produzido por outros e transformado em regras de atuação. III. Perspectiva de reconstrução social: o professor reflete criticamente sobre a prática cotidiana para compreender tanto as características dos processos de ensino-aprendizagem quanto as do contexto em que o ensino ocorre; a formação do professor pressupõe o ensino como uma prática social saturada de opções de caráter ético cujos valores se traduzem coerentemente em procedimentos que facilitem o desenvolvimento emancipador dos que participam do processo. Contempla a prática pedagógica recomendada por Paulo Freire o que evitaria a crítica feita pelo pedagogo APE- NAS o que se afirma em: a. II e III. b. I e III. c. III.

9 d. I. e. I e II. A resposta correta é: III.. Questão 13 A partir da interpretação do texto acima, assinale a opção correta a respeito dos processos de aquisição de língua materna. a. A apreensão de significados na língua materna se dá, já nas primeiras palavras, pela relação não-ambígua entre significado e significante, ao passo que a indeterminação semântica é inerente aos textos visuais. b. Tanto o domínio da língua materna quanto o de códigos visuais decorrem da inserção do sujeito da linguagem em mundos simbólicos, em uma interação em que a fala do outro imprime significados à própria fala. c. Os erros e desvios da norma na aquisição da língua materna retardam o domínio completo do código; mas, para o domínio dos códigos visuais, os erros constituem o processo de amadurecimento da leitura. d. A interpretação dos códigos visuais ocorre por especulação, ao passo que a aquisição das regras gramaticais que permitem o domínio do código linguístico se dá pela sistematização que se ensina à criança. e. O domínio da língua materna distingue-se do domínio da leitura de textos visuais, entre outros fatores, porque a aprendizagem de signos visuais se dá espacialmente e a interpretação dos signos linguísticos se dá linearmente. A resposta correta é: Tanto o domínio da língua materna quanto o de códigos visuais decorrem da inserção do sujeito da linguagem em mundos simbólicos, em uma interação em que a fala do outro imprime significados à própria fala..

10 Questão 14 Qual é a opção incorreta a respeito das relações semânticas do texto verbal? a. O desenvolvimento do texto permite depreender o significado da palavra linhas-galhos (R.12-13) a partir dos significados de galho e de linha. b. Mudando-se o foco da ênfase, que está na autora, Shirley Paes Leme (R.1), para a ênfase na obra, desenho (R.1), a alteração da primeira oração do texto ficaria adequada da seguinte forma: Está no desenho a alma da obra de Shirley Paes Leme. c. A noção de reflexividade, ou seja, a de que agente e paciente de um verbo reportam-se ao mesmo referente, está presente tanto em Shirley conta ter se inspirado (R.7) como em linhas-galhos que se movem (R.12-13). d. Depreende-se do emprego do conector ora (...) ora em ora em feixes escultóricos, ora em instalações (R.3-4), que feixes escultóricos se transformam em instalações e instalações se transformam em feixes escultóricos. e. Na linha 5, a preposição com tem a função semântica introduzir uma característica para delicados desenhos. A resposta correta é: Depreende-se do emprego do conector ora (...) ora em ora em feixes escultóricos, ora em instalações (R.3-4), que feixes escultóricos se transformam em instalações e instalações se transformam em feixes escultóricos.. Questão 15 Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é sua visão de mundo. Leonardo Boff. A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997, p. 9. Considerando o fragmento de texto acima apresentado, analise o seguinte enunciado. Na leitura, fazemos mais do que decodificar as palavras

11 porque a imagem impressa envolve atribuição de sentidos a partir do ponto de vista de quem lê. Assinale a opção correta a respeito desse enunciado. a. As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda não é justificativa correta da primeira. b. As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira. c. A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda é uma proposição falsa. d. A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda é uma proposição verdadeira. e. Tanto a primeira asserção quanto a segunda são proposições falsas. A resposta correta é: As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.. Questão 16 Canção 1 Nunca eu tivera querido Dizer palavra tão louca: bateu-me o vento na boca, 4 e depois no teu ouvido. Levou somente a palavra, 6 Deixou ficar o sentido. O sentido está guardado 8 no rosto com que te miro, neste perdido suspiro que te segue alucinado, 11 no meu sorriso suspenso como um beijo malogrado. 13 Nunca ninguém viu ninguém que o amor pusesse tão triste. Essa tristeza não viste, 16 e eu sei que ela se vê bem... Só se aquele mesmo vento fechou teus olhos, também. Cecília Meireles. Poesias completas. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993, p De acordo com abordagens da análise do discurso, a significação não se restringe apenas ao código linguístico. Que versos evidenciam essa noção? a. Só se aquele mesmo vento fechou teus olhos, também (v.17-18) b. Nunca eu tivera querido Dizer palavra tão louca (v.1-2) c. bateu-me o vento na boca, e depois no teu ouvido (v.3-4)

12 d. Levou somente a palavra, deixou ficar o sentido (v.5-6) e. Nunca ninguém viu ninguém que o amor pusesse tão triste (v.13-14) A resposta correta é: Levou somente a palavra, deixou ficar o sentido (v.5-6). Questão 17 Se todo ser humano, ao praticar alguma ação, pensa sobre ela, que dizer dos professores que, comprometidos com o sucesso de todos os alunos e alunas, procuram soluções e assumem uma postura investigativa? Praticar o ensinopesquisa-que-procura significa superar tanto o ensino feito sem pesquisa quanto uma pesquisa feita sem ensino. Maria Teresa Esteban e Edwiges Zaccur (Orgs.). Professora-pesquisadora: uma prática em construção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002 (com adaptações). Esse fragmento expressa uma reorientação na relação pesquisa-ensino que: a. prioriza, na atividade docente, o saber teórico decorrente da pesquisa sobre o saber prático. b. permite tomar a prática como fonte de informação para a construção do conhecimento, e este como sistematizador da prática. c. postula que, na formação do professor, as disciplinas-do- saber devem preceder as disciplinas-do-fazer. d. sustenta a dicotomia entre o fazer e o pensar, a qual legitima a divisão do trabalho e os processos de hierarquização do saber. e. torna mais econômico o trabalho docente ao separar teoria e prática, pensar e fazer. A resposta correta é: permite tomar a prática como fonte de informação para a construção do conhecimento, e este como sistematizador da prática.. Questão 18 Ao reconhecer o conjunto de sinais acima como várias realizações de uma mesma letra, um usuário da língua revela estratégias psicolinguísticas capazes de: a. sistematizar combinações de diferentes sinais que formam signos linguísticos. b. reconhecer a identidade de um sinal linguístico, apesar dos diferentes formatos das letras. c. mostrar seu conhecimento linguístico inato a respeito da escrita alfabética. d. interpretar um sinal linguístico como componente de sinais mais complexos. e. identificar diferenças da oralidade que não são registradas no sistema alfabético da escrita. A resposta correta é: reconhecer a identidade de um sinal linguístico, apesar dos diferentes formatos das letras..

13 Questão 19 A literariedade, conceito que remete à especificidade da linguagem literária, vem sendo discutida por teóricos e críticos, tal como se verifica nos textos a seguir. Texto 1 A literariedade, como toda definição de literatura, compromete-se, na realidade, com uma preferência extraliterária. Uma avaliação (um valor, uma norma) está inevitavelmente incluída em toda definição de literatura e, consequentemente, em todo estudo literário. Os formalistas russos preferiam, evidentemente, os textos aos quais melhor se adequava sua noção de literariedade, pois essa noção resultava de um raciocínio indutivo: eles estavam ligados à vanguarda da poesia futurista. Uma definição de literatura é sempre uma preferência (um preconceito) erigida em universal. Antoine Compagnon. O demônio da teoria: literatura e senso comum. Trad. Cleonice P. Barros e Consuelo F. Santiago. Belo Horizonte: UFMG, 2003, p. 44. Texto 2 Literariedade: termo do formalismo russo ( ), que significa observar em uma obra literária o que ela tem de especificamente literário: estruturas narrativas, rítmicas, estilísticas, sonoras etc. Foi a tentativa de especificar o ser da literatura, propondo um procedimento próprio diante do material literário. Os formalistas trabalharam, portanto, um novo conceito de história literária, e foram, digamos assim, a base para o comportamento estruturalista surgido na França. Samira Chalub. A metalinguagem. 4.ª ed. São Paulo: Ática, 1998, p. 84 (com adaptações). A partir da interpretação dos textos acima, assinale a opção correta. a. Compangnon questiona a concepção dos formalistas russos de que há especificidade universal na linguagem literária. b. Para os dois autores, a literariedade revela o ser da literatura, algo que a diferencia da linguagem cotidiana. c. Chalub, em seu texto, discute o conceito de literariedade, seu alcance e seus possíveis limites. d. Os dois autores afirmam que o conceito de literariedade é histórico, marcado pelo momento em que foi formulado. e. Infere-se dos dois fragmentos que literariedade é um conceito que está acima de escolhas subjetivas, culturais ou sociais. A resposta correta é: Compangnon questiona a concepção dos formalistas russos de que há especificidade universal na linguagem literária.. Questão 20 Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas uma infinidade de portas e janelas alinhadas. (...) Sentia-se naquela fermentação sanguínea, naquela gula viçosa de plantas rasteiras que mergulham o pé na lama preta e nutriente da vida, o prazer animal de existir, a triunfante sensação de respirar sobre a terra. Da porta da venda que dava para o cortiço iam e vinham como formigas, fazendo compras. Aluísio Azevedo. O cortiço. São Paulo: Ática, 1989, p

14 Aliás, o cortiço andava no ar, excitado pela festa, alvoroçado pelo jantar, que eles apressavam para se dirigirem a Montsou. Grupos de crianças corriam, homens em mangas de camisa arrastavam chinelos com o gingar dos dias de repouso. As janelas e as portas escancaradas por causa do tempo quente deixavam ver a correnteza das salas, transbordando em gesticulações e em gritos o formigueiro das famílias. Émile Zola. Germinal. São Paulo: Nova Cultural, 1996, p Aluísio Azevedo certamente se inspirou em L Assommoir (A Taberna), de Émile Zola, para escrever O Cortiço (1890), e por muitos aspectos seu texto é um texto segundo, que tomou de empréstimo não apenas a ideia de descrever a vida do trabalhador pobre no quadro de um cortiço, mas um bom número de pormenores, mais ou menos importantes. Mas, ao mesmo tempo, Aluísio quis reproduzir e interpretar a realidade que o cercava e sob esse aspecto elaborou um texto primeiro. Texto primeiro na medida em que filtra o meio; texto segundo na medida em que vê o meio com lentes de empréstimo. Se pudermos marcar alguns aspectos dessa interação, talvez possamos esclarecer como, em um país subdesenvolvido, a elaboração de um mundo ficcional coerente sofre de maneira acentuada o impacto dos textos feitos nos países centrais e, ao mesmo tempo, a solicitação imperiosa da realidade natural e social imediata. Antonio Candido. De cortiço a cortiço. In: O discurso e a cidade. São Paulo / Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2004, p.106-7/128-9 (com adaptações). Assinale a opção em que a relação intertextual entre O Cortiço e Germinal é interpretada pelos parâmetros críticos apresentados no texto de Antonio Candido acerca da relação entre a obra de Aluísio Azevedo e a de Émile Zola. a. A relação de proximidade entre o texto de Azevedo e o de Zola evidencia que o diálogo entre os textos desassociaos da realidade social em que foram produzidos. b. O texto de Aluísio Azevedo é um texto primeiro em relação ao de Zola porque foi escrito anteriormente e influenciou a produção naturalista do escritor francês. c. A presença de elementos do naturalismo francês em O Cortiço é indicativo da troca cultural que ocorre no espaço do intertexto, independentemente das realidades locais de produção. d. O Cortiço é um texto segundo em relação ao texto de Zola porque é, sobretudo, a duplicação do modelo literário francês e da realidade social das classes operárias europeias. e. O texto de Aluísio Azevedo, por suas condições de produção, está submetido ao modelo naturalista europeu, ao mesmo tempo em que atende a demandas da realidade nacional. A resposta correta é: O texto de Aluísio Azevedo, por suas condições de produção, está submetido ao modelo naturalista europeu, ao mesmo tempo em que atende a demandas da realidade nacional.. Questão 21 Considerando, para além do aspecto temático, a associação entre a forma e o estilo de representação dos textos literários e dos quadros apresentados a seguir, assinale a opção em que não se verifica uma inter-relação de semelhança entre literatura e pintura. a.

15 b. c. d. e. A resposta correta é:.

16 Questão 22 Tomando por base o trecho escrito que representa a fala de Nhinhinha: Mas, não pode, ué..., assinale a opção correta a respeito dos processos de transposição da linguagem oral para a linguagem escrita. a. Os sinais de pontuação marcam, na escrita, a organização dos fragmentos lingu ísticos, que são marcados, na linguagem oral, pela entonação. b. Os signos do código escrito são mais complexos que os signos do código falado; por isso, as interjeições, como ué, são características de oralidade. c. Em língua portuguesa, a relação entre a letra e o som, como [e] no exemplo, é regular: mantém-se a mesma em qualquer palavra. d. Por serem usadas em início de frases ou nomes próprios, as letras maiúsculas correspondem, na fala, a maior impacto e força sonora. e. As letras do alfabeto do português representam palavras da língua portuguesa. A resposta correta é: Os sinais de pontuação marcam, na escrita, a organização dos fragmentos lingu ísticos, que são marcados, na linguagem oral, pela entonação..

17 Questão 23 Disponível em: <http://www.laerte.com.br/>;. Acesso em: 19 ago A conjunção é um fator indicativo da natureza das relações entre orações. Quando se trata de conjunções coordenadas, pode-se, então, falar não só de uma classificação sintática, mas de um valor semântico subjacente que estabelece o vínculo das orações. Dessa forma, é correto afirmar que a conjunção coordenativa presente no quadrinho: a. funciona com valor expletivo e pode ser extraída das sentenças sem alteração no modo de conexão sintática e semântica do período. b. funciona como elo conclusivo entre as ideias contidas nas orações e expressa a conclusão a que chegou um dos personagens do quadrinho. c. funciona com valor de explicação e justifica o sentido tanto da primeira quanto da segunda oração. d. tem valor semântico de soma, pois agrega duas orações sem estabelecer relações semânticas entre elas. e. funciona com valor adversativo nas ideias expressas na sentença e poderia ser substituída por uma conjunção dessa natureza. A resposta correta é: funciona com valor adversativo nas ideias expressas na sentença e poderia ser substituída por uma conjunção dessa natureza.. Questão 24 Qual é a primeira coisa que você faz quando entra na Internet? Checa seu , dá uma olhadinha no Twitter, confere as atualizações dos seus contatos no Orkut ou no Facebook? Há diversos estudos comprovando que interagir com outras pessoas, principalmente com amigos, é o que mais fazemos na Internet. Só o Facebook já tem mais de 500 milhões de usuários, que, juntos, passam 700 bilhões de minutos por mês conectados ao site que chegou a superar o Google em número de acessos diários. (...) e está transformando nossas relações: tornou muito mais fácil manter contato com os amigos e conhecer gente nova. Mas será que as amizades online não fazem com que as pessoas acabem se isolando e tenham menos amigos offline, de verdade? Essa tese, geralmente citada nos debates sobre o assunto, foi criada em 1995 pelo sociólogo americano Robert Putnam. E provavelmente está errada. Uma pesquisa feita pela Universidade de Toronto constatou que a Internet faz você ter mais amigos dentro e fora da rede. Durante a década passada, período de surgimento e ascensão dos sites de rede social, o número médio de amizades das pessoas cresceu. E os chamados heavy users, que passam mais tempo na Internet, foram os que ga-

18 nharam mais amigos no mundo real 38% mais. Já quem não usava a Internet ampliou suas amizades em apenas 4,6%. Como a Internet está mudando a amizade. Superinteressante, n. 288, fev./ 2011 (com adaptações). No texto, o trecho entre parênteses foi suprimido. Assinale a opção que contém uma frase que completa coerentemente o período em que o trecho omitido estava inserido. a. A Internet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade. b. A Internet raramente cria amizades do zero na maior parte dos casos, ela funciona como potencializadora de relações que já haviam se insinuado na vida real. c. A Internet garante que as diferenças de caráter ou as dificuldades interpessoais sejam obscurecidas pelo anonimato e pela cumplicidade recíproca. d. A Internet faz com que você consiga desacelerar o processo, mas não salva as relações, acredita o antropólogo Robin Dunbar. e. A Internet inova (e é uma enorme inovação, diga-se de passagem) quando torna realidade a cauda longa, que é a capacidade de elevar ao infinito as possibilidades de interação. A resposta correta é: A Internet é a ferramenta mais poderosa já inventada no que diz respeito à amizade.. Questão 25 Nos textos comuns, não literários, o autor seleciona e combina as palavras geralmente pela sua significação. Na elaboração do texto literário, ocorre uma outra operação, tão importante quanto a primeira: a seleção e a combinação de palavras se fazem muitas vezes por parentesco sonoro. Por isso se diz que o discurso literário é um discurso específico, em que a seleção e a combinação das palavras se fazem não apenas pela significação, mas também por outros critérios, um dos quais, o sonoro. Como resultado, o texto literário adquire certo grau de tensão ou ambiguidade, produzindo mais de um sentido. Daí a plurissignificação do texto literário. GOLDSTEIN, N. Versos, sons, ritmos. 5. ed. São Paulo: Ática, 1988, p. 5. Os símbolos, as metáforas e outras figuras estilísticas, as inversões, os paralelismos e as repetições constituem outros tantos meios de o escritor transformar a linguagem usual em linguagem literária. AGUIAR E SILVA, V. M. Teoria da literatura. 3. ed. Coimbra: Almedina, 1979, p.58 (com adaptações). Tomando como referência os textos acima, avalie as afirmações que se seguem. I. A plurissignificação de um texto literário é construída pela combinação de elementos que vão além da significação das palavras que o compõem. II. A construção do texto literário envolve um processo de seleção e combinação de palavras baseados, necessariamente, no uso de metáforas. III. A ambiguidade do texto literário resulta de um processo de seleção e combinação de palavras. IV. O texto literário se diferencia do não literário por não depender de significação, mas, sim, de outros recursos no processo de seleção e combinação das palavras.

19 É correto apenas o que se afirma em: a. II, III e IV. b. I e II. c. I, III e IV. d. I e III. e. II e IV. A resposta correta é: I e III.. Questão 26 Para se formar e poder exercer bem sua profissão, um médico precisa dominar os saberes científicos, obtidos no curso universitário, e os saberes da ação, aprendidos durante o trabalho em hospitais, onde ele compartilha com médicos e enfermeiros o atendimento a pacientes. Se ele tiver somente o saber científico, pode até se tornar um bom conhecedor da medicina, mas jamais será um bom médico. Com os professores, ocorre situação semelhante: sem a prática, o educador não será eficiente em sala de aula. CHARTIER, Anne-Marie. Nova Escola. São Paulo: Abril. n. 236, out./2010. Estabelecendo a analogia entre as ideias manifestadas pela especialista francesa no texto acima e a formação e prática do professor de literatura em sala de aula, depreende-se que este deve: a. relacionar os saberes científicos aos saberes da ação, o que lhe permite fazer opções pedagógicas, e, ao aplicar domínios disponibilizados pela teoria, interferir nos objetivos definidores do conhecimento literário. b. atualizar sua competência, ao discutir, por exemplo, obras com as quais não teve contato em sua formação, o que permite uma relação simétrica entre professor e aluno, condição indispensável na análise crítica de obras literárias. c. usar com competência, durante o ano, todo o livro didático, o qual proporciona o domínio teórico necessário para abordar o historicismo literário, indispensável ao entendimento de obras de quaisquer gênero e época. d. reconhecer as diferenças entre o domínio das teorias e os métodos de ensino de literatura, mas concebê-los como irrelevantes frente ao acompanhamento do progresso e das dificuldades dos alunos em leitura de obras literárias. e. conceber a formação teórica como instância de abstrações, composta de generalizações e conceitos obrigatórios nos curriculares universitários, mas distanciada da prática escolar. A resposta correta é: relacionar os saberes científicos aos saberes da ação, o que lhe permite fazer opções pedagógicas, e, ao aplicar domínios disponibilizados pela teoria, interferir nos objetivos definidores do conhecimento literário..

20 Questão 27 Nos excertos I e II a seguir, encontram-se algumas atividades propostas em livros didáticos de língua portuguesa. Excerto I Atividade com trecho do poema O operário em construção, de Vinícius de Moraes. Proposta: (...) 2. Aponte todos os substantivos presentes no texto. 3. Aponte um substantivo abstrato presente no texto. 4. Aponte um substantivo concreto presente no texto. 5. Qual é o único substantivo presente no texto que admite uma forma para o masculino e outra para o feminino? 6. Há, no texto, algum substantivo próprio? Em caso afirmativo, aponte-o. Excerto II Atividade com o poema Os dias Felizes, de Cecília Meireles. Proposta: 1. Reescreva os versos substituindo as palavras destacadas por suas formas plurais. a) A doçura maior da vida/flui na luz do sol b) formigas ávidas devoram/ a albumina do pássaro frustrado. AZEVEDO, D. G. Palavra e criação: língua portuguesa. São Paulo: FTD, v.8, p. 102 (com adaptações). As atividades em I e II: a. são coerentes com os Parâmetros Curriculares Nacionais, principalmente por obedecerem o princípio de que não se formam bons leitores oferecendo materiais de leitura empobrecidos. b. exploram o sentido dos poemas, a partir de tópicos de gramática, o que está em consonância com os Parâmetros Curriculares Nacionais, que propõem, para o ensino fundamental, o desenvolvimento das habilidades linguísticas básicas. c. permitem a aproximação do aluno com a linguagem de poema, atendendo, assim, a um dos objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, o de conhecer e analisar criticamente os usos da língua como veículo de valores e preconceitos de classe, credo, gênero ou etnia. d. usam os poemas como recurso e pretexto para trabalhar com os alunos tópicos de gramática, ignorando aspectos mais relevantes. e. enfatizam a relação lúdica do leitor com o poema, o que permite o aprofundamento da leitura. A resposta correta é: usam os poemas como recurso e pretexto para trabalhar com os alunos tópicos de gramática, ignorando aspectos mais relevantes.. Questão 28

21 Com base na projeção da população brasileira para o período apresentada nos gráficos, avalie as seguintes asserções. Constata-se a necessidade de construção, em larga escala, em nível nacional, de escolas especializadas na Educação de Jovens e Adultos, ao longo dos próximos 30 anos. PORQUE Haverá, nos próximos 30 anos, aumento populacional na faixa etária de 20 a 60 anos e decréscimo da população com idade entre 0 e 20 anos. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. a. Tanto a primeira quanto a segunda asserções são proposições falsas. b. As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa da primeira. c. A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira. d. As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira. e. A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa. A resposta correta é: A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.. Questão 29

22 Na escola em que João é professor, existe um laboratório de informática, que é utilizado para os estudantes trabalharem conteúdos em diferentes disciplinas. Considere que João quer utilizar o laboratório para favorecer o processo ensino-aprendizagem, fazendo uso da abordagem da Pedagogia de Projetos. Nesse caso, seu planejamento, o professor deve: a. propor o estudo dos projetos concorrentes que foram desenvolvidos pelo governo ao uso de laboratório de informática, relacionando o que consta no livro didático com as tecnologias existentes no laboratório. b. relacionar os conteúdos previamente instituídos no início do período letivo com os que estão no banco de dados disponível nos computadores do laboratório de informática. c. estabelecer como eixo temático uma problemática significativa para os estudantes, considerando as possibilidades tecnológicas existentes no laboratório. d. listar os conteúdos que deverão ser ministrados durante o semestre, considerando a sequência apresentada no livro didático e os programas disponíveis nos computadores do laboratório. e. definir os conteúdos a serem trabalhados, utilizando a relação dos temas instituídos no projeto pedagógico da escola e o banco de dados disponível nos computadores do laboratório. A resposta correta é: estabelecer como eixo temático uma problemática significativa para os estudantes, considerando as possibilidades tecnológicas existentes no laboratório.. Questão 30 QUINO. Toda a Mafalda. Trad. Andréa Stahel M. da Silva et al. São Paulo: Martins Fontes, 1993, p. 71. Muitas vezes, os próprios educadores, por incrível que pareça, também vítimas de uma formação alienante, não sabem o porquê daquilo que dão, não sabem o significado daquilo que ensinam e, quando interrogados, dão respostas evasivas: é pré-requisito para as séries seguintes, cai no vestibular, hoje você não entende, mas daqui a dez anos vai entender. Muitos alunos acabam acreditando que aquilo que se aprende na escola não é para entender mesmo, que só entenderão quando forem adultos, ou seja, acabam se conformando com o ensino desprovido de sentido. VASCONCELLOS, C. S. Construção do conhecimento em sala de aula. 13 ed. São Paulo: Libertad, 2002, p Correlacionando a tirinha de Mafalda e o texto de Vasconcellos, avalie as afirmações a seguir.

23 I. O processo de conhecimento deve ser contemplar a reflexão e ser encaminhado a partir da perspectiva de uma prática social. II. Saber qual conhecimento deve ser ensinado nas escolas continua sendo uma Questão nuclear para o processo pedagógico. III. O processo de conhecimento deve possibilitar compreender, usufruir e transformar a realidade. IV. A escola deve ensinar os conteúdos previstos na matriz curricular, mesmo que sejam desprovidos de significado e sentido para determinados professores e alunos. É correto apenas o que se afirma em: a. I e III. b. II, III e IV. c. II e IV. d. I, II e III. e. I e IV. A resposta correta é: I, II e III.. Questão 31 Além de auxiliar no aprendizado, a tecnologia faz circular os textos de forma intensa, aberta e universal e, acredito, vai criar um novo tipo de obra literária ou histórica. Dispomos hoje de três formas de produção, transcrição e transmissão de texto: a mão, por impressão e por meio eletrônico e elas coexistem. Disponível em: <http://revistaescola.abril.uol.com.br/lingua-portuguesa/ fundamentos/roger-chartier> Acesso em: 20 ago. 2011(com adaptações). A partir da citação de Roger Chartier, reproduzida acima, o que se pode afirmar em relação ao uso das tecnologias da informação e da comunicação no ensino da escrita e da leitura? a. A transformação da técnica de produção, reprodução e circulação da cultura escrita, provocada pela tecnologia, reforça possibilidades diversas de acesso à leitura, mas não descaracteriza outras formas e outros suportes. b. Os instrumentos digitais móveis cada vez mais modernos, como, por exemplo, os aparelhos celulares, favorecem a mobilidade da leitura, proporcionando aos seus usuários a liberdade tão cerceada pelas convenções que a leitura impressa impõe. c. Os livros eletrônicos e os textos digitalizados, além de oferecerem inúmeras facilidades para a leitura e para a pesquisa, detêm a primazia sobre a cultura impressa. d. A extinção da leitura em livros impressos no Brasil é inevitável, haja vista os leitores hoje conviverem com repositórios digitais de leitura cada vez mais modernos, como os tablets. e. A tecnologia, ao fazer circular os textos de forma intensa, aberta e universal, acaba instaurando outra linguagem, o internetês, que, devido ao grande alcance entre os usuários em formação escolar, vai substituindo, pouco a pouco, a variante culta da língua portuguesa. A resposta correta é: A transformação da técnica de produção, reprodução e circulação da cultura escrita, provocada pela tecnologia, reforça possibilidades diversas de acesso à leitura, mas não descaracteriza outras formas e outros suportes..

24 Questão 32 Muito se tem falado sobre o ensino linguístico-discursivo da Língua Portuguesa desde a publicação dos PCN-LP (BRA- SIL, 1998). Essa visão é extremamente adequada às novas concepções de ensino de línguas no mundo, que precisa, cada vez mais, de um ser humano apto a atuar socialmente em termos de linguagem. Essa forma de ver também se afina aos novos estudos do letramento, que enfatizam a necessidade de trazer, para dentro da escola,as demais práticas sociais. Essa perspectiva é a. recorrente na tese inatista de Chomsky, segundo a qual a faculdade da linguagem é um esquema formal e abstrato b. inerente à tese inatista expressa em Lennemberg, que postula que falar é natural como andar e considera natural a aprendizagem da leitura e da escrita. c. contrária à explicação sistêmica-funcionalista de Halliday, para quem a linguagem, ao ser proferida em contexto, possui sempre uma função social. d. divergente da tese construtivista de Piaget, segundo a qual o conhecimento é resultado de atividades estruturadoras dos indivíduos. e. complementar aos ensinamentos vygotskyanos, que revelam evidências de que a língua é uma atividade social, global e cooperativa. A resposta correta é: complementar aos ensinamentos vygotskyanos, que revelam evidências de que a língua é uma atividade social, global e cooperativa.. Questão 33 Na literatura de cordel, o texto narrativo funciona como um recurso de sociabilização dos "causos" populares contados através da oralidade e transcritos, com engenhosidade artesanal, pelos "poetas do povo", os quais procuram evidenciar situações que levam tanto à reflexão quanto ao riso, transformando a mentalidade das pessoas e tornando-as mais humanas. O texto a seguir ratifica essa ideia. O poeta é um repórter De pensamento ligado Ouvindo o que o povo diz Fazendo o todo apanhado E sai contando na rua Tudo quanto foi passado. SILVA, M. C. Manoel Caboclo. São Paulo: Hedra, Com base no exposto, avalie as afirmações a seguir. I. A literatura de cordel apresenta estrutura forma bem articulada. II. No excerto, o poeta de cordel é comparado ao repórter por trazer informações sobre os fatos cotidianos. III. Por apresentar elementos narrativos, os recursos poéticos são pouco explorados na literatura de cordel. É correto o que se afirma em:

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