Dia do Investidor Programa

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2 Dia do Investidor Programa Data 23.Junho 20:00 24.Junho 8:30 Local Palácio de Xabregas Carlton Palace R. Jau, 54 Lisboa Cocktails 20:30 Concerto dos Madredeus 21:15 Jantar com a Administração 22:15 Registo 8:30 Estratégia do Grupo (Miguel Horta e Costa, CEO) 9:00 Síntese Financeira (Zeinal Bava, CFO) 9:30 Negócios de Rede Fixa (Carlos V. Cruz, Membro da CE e CEO Negócios de Rede Fixa) 10:00 Café 10:30 TMN (Iriarte Esteves, Membro da CE e CEO TMN) 11:00 PTM (Zeinal Bava, CEO PT Multimedia) 11:30 Redução de Custos e Plataformas de Serviços Centralizados (Paulo Fernandes, Membro da CE e CEO IT) 12:00 Almoço 12:30 13:30 Vivo (Francisco Padinha, CEO Vivo) 13:45 Conclusão e Perspectivas Futuras (Zeinal Bava, CFO) 14:15 Observações Finais (Miguel Horta e Costa, CEO) 14:45 Perguntas e Respostas 15:00 Fim da Sessão 16:00 2

3 Estratégia do Grupo Miguel Horta e Costa CEO do Grupo

4 Ressalva Todas as apresentações do Dia do Investidor contêm declarações viradas para o futuro ( forward looking statements ) no sentido que lhe é atribuído pela U.S. Private Securities Litigation Reform Act of Essas declarações baseiam-se nas convicções e nos pressupostos da nossa administração e nas informações ao dispor da administração no momento em que as prestou. Os forward looking statements incluem informações respeitantes aos eventuais ou supostos resultados futuros das nossas operações, ganhos, condições do sector, procura e preços dos nossos produtos, assim como outros aspectos da nossa actividade. Essas declarações não constituem garantias de desempenho futuro e envolvem riscos e incertezas difíceis de prever. Além disso, determinados forward looking statements baseiam-se em pressupostos quanto a acontecimentos futuros que podem não se revelar exactos. Consequentemente, os efeitos e resultados que efectivamente se verificarem podem ser essencialmente diferentes dos planos, objectivos, expectativas, estimativas e intenções expressas e implícitas nessas declarações viradas para o futuro. Os forward looking statements reportam-se apenas à data em que são feitas, não assumindo nós qualquer obrigação de as actualizar à luz de novas informações ou desenvolvimentos futuros nem de explicar as razões por que os resultados efectivamente verificados são eventualmente diferentes. Fica o aviso para que não seja depositada excessiva confiança em quaisquer forward looking statements, e encorajamo-los a consultar o nosso relatório anual Form 20-F, assim como as nossas actuais apresentações feitas no Form 6-K junto da Securities and Exchange Commission dos EUA. 2

5 A Comissão Executiva Miguel Horta e Costa Zeinal Bava Carlos Vasconcellos Cruz Iriarte Esteves Paulo Fernandes Funções Empresariais CEO CFO RH & Marketing I&D Desenvolvimento Empresarial Operacionais Media Multimédia Neg. de Rede Fixa Neg. Móveis IT 3

6 Programa 24.Junho 8:30 Carlton Palace R. Jau, 54 Lisbon Registo 8:30 O Grupo e a sua Estratégia (Miguel Horta e Costa, CEO) 9:00 Resumo Financeiro (Zeinal Bava, CFO) 9:30 Negócios Fixos (Carlos V. Cruz, Membro da CE e CEO Negócios de Rede Fixa) 10:00 Café 10:30 TMN (Iriarte Esteves, Membro da CE e CEO TMN) 11:00 PTM (Zeinal Bava, CEO PT Multimedia) 11:30 Redução de Custos e Plataformas de Serviços Centralizados (Paulo Fernandes, Membro da CE e CEO IT) 12:00 Almoço 12:30 13:30 Vivo (Francisco Padinha, CEO Vivo) 13:45 Conclusão e Perspectivas Futuras (Zeinal Bava, CFO) 14:15 Observações Finais (Miguel Horta e Costa, CEO) 14:45 Perguntas e Respostas 15:00 Fim da Sessão 16:00 4

7 Balanço de 2002 Alterações profundas no Governo da Sociedade Administradores Independentes no Conselho de Administração Reestruturação da PT pela criação de unidades de negócio flexíveis com tomada de decisões a nível da Comissão Executiva Criação da Vivo no Brasil Execução operacional e financeira irrepreensíveis 5

8 Objectivos e Realização em 2002 Objectivos 2002 Manter o crescimento Reduzir o Capex Maximizar o cash flow Reestruturação da PT Multimedia Maximizar os retornos da Vivo no Brasil aos accionistas Aumento dos dividendos Situação 6

9 Destaques 02/01 Destaque Clientes +14% 64% no negócio móvel Receitas -2,5% 73% excluindo o serviço fixo de telefone EBITDA +5% Negócios excl. PTC subiram +18% Capex -41% Rácio Capex/Vendas sustentável EBITDA menos Capex Dívida Líquida +80% -26% Contribuição crescente do móvel Um Balanço sólido é uma vantagem competitiva estratégica 7

10 Missão Manter a posição de liderança no sector de telecomunicações e multimédia em Portugal e alcançar uma clara situação de eficiência e qualidade de serviço de nível mundial Reter a liderança no negócio móvel e maximizar o retorno dos investimentos no Brasil 8

11 Extensão dos Serviços Telecoms Multimédia Dados Voz Soluções Empresariais ADSL Banda larga Cabo TV por Subscrição Exibição & Distribuição de Filmes Distribuição de Vídeo & Jogos Media Brasil: Móvel Portugal 9

12 Produtos e Serviços Segmento Empresa Produtos Posição no Mercado Quota de Mercado Rede Fixa Móvel em Portugal Voz & Dados n.º 1 92% Soluções Empres. n.º 1 80% ADSL Sapo n.º 1 n.º 1 80% 45% Voz & Dados n.º 1 52% Móvel no Brasil Voz & Dados n.º 1 60% Multimédia TV por Subscrição Cinema Vídeo & Jogos Jornais Rádio de Notícias n.º 1 84% n.º 1 n.º 1 n.º 1 n.º 1 10

13 Desafios Vencer o actual ambiente económico Criar economias de escala nos negócios Integrar os serviços em todo o grupo para aumentar as receitas e reduzir o churn Gerir a ameaça regulamentar 11

14 Objectivos Estratégicos Posicionar a PT como uma prestadora integrada de telecomunicações e multimédia Reter a liderança e uma significativa quota de mercado de melhores clientes móveis em Portugal e no Brasil Ser um dos três operadores de telecomunicações mais eficientes da Europa no prazo de três anos Atrair e reter os melhores talentos disponíveis 12

15 Iniciativas Operacionais Receitas Custos Rede Fixa: Estimulação do Tráfego e Retenção de Clientes TMN: Estimulação do Tráfego, Desenvolvimento de Serviços, Quota de Mercado e Fidelidade Cabo: Crescimento do ARPU através da penetração de serviços premium Vivo: Participante de nível nacional Integração de Serviços de Apoio Centralização de Compras Redução de Pessoal Controlo do Capex Cultura & Recursos Humanos Cultura de Empresa única Gestão de Carreiras e Talentos Planos de compensações baseado no desempenho Finanças ROIC Devolver excedentes aos Accionistas Manter o credit rating de Investimento 13

16 Organização para o Sucesso Produtos & Serviços Integrados PT Corporate PT Prime Unidade de Internet Unidade de Voz Fixo Holding PT Contact PT Pro PT Compras PT SI PT Inovação PT Meios TMN Cabo & Entretenimento Média Estratégia, Prest. Contas, Planeam. & Controlo, Marketing Call Centers Integração de Serviços de Apoio Compras Integração de IT Desenvolvimento de tecnologia e plataformas Aquisição de Média 14

17 Focalização da Gestão Estimulação das Receitas Redução de custos Fidelidade do cliente e redução do churn Controlo do Capex e geração de cash-flow Maximizar o retorno do investimento aos accionistas através da redução de dívida e repatriação de fundos 15

18 Síntese Financeira Zeinal Bava CFO do Grupo

19 Dados Financeiros Milhões 1T03 YoY% Notas Chave Receitas ,1 Procura interna e desvalorização do Real Custos Operacionais excl. Amort ,9 Enfoque nos custos variáveis EBITDA 520-6,9 Crescimento de 7,5% com o Real constante Margem EBITDA (%) 39,6 +0,5pp Boa performance apesar da descida das receitas Juros 32,9-15,8 Custo de dívida de 3,4% e 1,6% excluindo Brasil Resultado Líquido 85-5,9 Crescimento de 64% excl. curtailment e impacto Real Capex ,1 Gestão da afectação de capital EBITDA menos Capex 398-0,5 Enfoque permanente e utilizado para reduzir dívida Dívida Líquida ,7 1,8x dívida líquida para EBITDA anualizado * Custos com Benefícios de Reforma 2

20 Receitas 1T03 YoY ( milhões) (%) Estrutura de Receitas Rede Fixa 541-6,0 TMN ,3 Vivo 18,5% Multimédia 12,5% Outros 4,4% VIVO ,6 Multimédia ,7 Outros ,0 TOTAL ,1 TMN 23,4% Rede Fixa 41,2% 3

21 Receitas do Grupo Vivo Multimédia (BR$constante) +11,7 Outros e Consolidação +18,7 Taxa de Câmbio BR$/ +5,4% Rede Fixa -30,0 TMN +0,3 +76,8-194,0-8,1% Milhões 1T02 1T03 4

22 Drivers das Receitas Rede Fixa (não consolidado) 613,3 Perda acessos MOU 3,5 M ARPM 6,0 M Receita líquida 0,3 M -4,9% -13,5 F-F -9,5 F-M -9,5 ADSL +7,8 Outros -5,3 583,3 Milhões 1T02 1T03 5

23 Drivers das Receitas TMN (não consolidado) 491 mil novos clientes Cresc. da base média de 12,9% 352,4 Crescim. Clientes +41,3 Diluição MOU -23,4 ARPM Fact. +6,0 Terminaç. -20,0 Outros -3,0 Vendas -0,6 +0,1% 352,7 127,7 min. no 1T02 118,4 min. no 1T03 Redução de 7,3% Milhões 1T02 1T03 6

24 Drivers das Receitas Vivo * mil novos clientes Cresc. da base média de 17,6% +12,4% Clientes +284 ARPU -138 Vendas BR$ 41 no 1T02 BR$ 37 no 1T03 Redução de 8,5% Milhões BR$ 1T02 1T03 * 100% da Vivo (não consolidado) 7

25 Drivers das Receitas Multimédia (não consolidado) 142,6 Pay-to-basic +7,2pp ARPU Premium +14.6% Clientes TV Sub. +6,7 ARPU TV Sub. +3,4 Vendas + 5,2 M Jogos Vídeo - 3,8 M Clientes Banda L. +7,2 Public. -2,1 Outros +5,7 +14,7% 163,5 Milhões 1T02* 1T03 * Valores pró-forma excluindo PTM.com e Deltapress O valor dado para 1T02 foi de 151,8 milhões implicando um crescimento no 1T03 YoY de 7,7% ( 11,7 milhões) 8

26 Custos Operacionais 1T03 YoY ( milhões) (%) Estrutura Opex Rede Fixa 307-4,6 Multimédia Outros 17,2% 6,8% TMN 153 0,0 VIVO ,3 Multimédia ,3 Outros ,6 Vivo 18,0% Rede Fixa 38,7% TOTAL excl. Amort ,9 TMN 19,3% 9

27 Custos Operacionais Ordenados e Salários 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. de Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisão p/ Créd. Duvidosos 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 Opex excl. Amort Rede Fixa Ascendeu a 79 M, representando 47,6% do total do Grupo Decresceu 4,3% no 1T03 devido à saída de 425 empregados de redução de pessoal prevista para milhões de poupança anual TMN Ascendeu a 13 M Aumentou 17,1% no 1T03 dado o UMTS ter deixado de ser capitalizado Não houve entrada de pessoal Aumento das remunerações indexado à inflação Vivo Contribuiu com 15 M Decresceu 27,3% no 1T03 pró-forma Saída de 444 trabalhadores desde lançamento Multimédia Ascendeu a 21 M Decresceu 8,3% no 1T03 Mudança do perfil de pessoal p/ aumentar QoS 10

28 Custos Operacionais Custos com Benefício de Reforma 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. de Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisão p/ Créd. Duvidosos 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 Opex excl. Amort Rede Fixa >99% é relativo aos negócios de rede fixa Ascendeu a 54 M Aumentou 9 M ou 19,7% no 1T03 Custos com Benefícios de Reforma em 2003 serão 210 M, compreendendo: Custo de juros: 110 M Para análise correcta, deve ser reclassificado como custo financeiro pois relaciona-se c/ fundo de pensão flutuante Custo de serviço: 30 M Amortização ganhos/perdas actuariais: 70 M 11

29 Custos Operacionais Custos de Telecoms 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. de Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisão p/ Créd. Duvidosos 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 Opex excl. Amort Rede Fixa Ascendeu a 114 M, representando 77,4% do total do Grupo Decresceu 8,5% no 1T03 devido a um decréscimo dos volumes e dos preços de interligação fixo-móvel Quota de mercado TMN é crucial p/ maior redução de custos devido ao efeito da rede TMN Ascendeu a 74 M Decresceu 13,7% no 1T03 devido à redução dos preços de interligação móvel-móvel Estimulação do tráfego PTC / TMN é ponto essencial Vivo Impacto da migração para SMP Multimédia Ascendeu a 6 M Mas 95% desaparecem com consolidação 12

30 Custos Operacionais Custos das Mercadorias Vendidas 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. de Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisão p/ Créd. Duvidosos 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 Opex excl. Amort Rede Fixa Ascendeu a 7 M Aumentou 7,1% no 1T03 devido ao aumento de vendas TMN Ascendeu a 35 M Decresceu 10,1% no 1T03 devido à diminuição de vendas e subsidiação de equipamentos Vivo 10,5% de subsídios contra 15% em 2002 Multimédia Ascendeu a 14 M Decresceu 31,5% no 1T03 devido ao decréscimo das vendas e do preço do modem cabo 13

31 Custos Operacionais Marketing e Provisões 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. De Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisões (Créd. Duvidosos e Outras) 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 Opex excl. Amort Marketing e Publicidade Baixos custos de marketing reflectem redução dos custos unitários de GPR s Pode ser necessário reforçar o marketing Provisões (Créditos Duvidosos e Outras) Política de acordo com melhores práticas Apesar do ambiente económico desfavorável, as provisões não têm crescido em resultado de uma política de contas a receber rigorosa: % das Receitas T03 2,3% 2,4% 1,9% 14

32 Custos Operacionais Outros Fornecimentos e Serviços 1T03 Estrut. (milhões ) (%) Ordenados e Salários ,0 Custos Benef. De Reforma 55 6,9 Custos de Telecoms ,6 Custo das Merc. Vendidas 92 11,6 Marketing e Publicidade 27 3,4 Provisão p/ Créd. Duvidosos 25 3,1 Outros Fornec. e Serviços ,1 Outros 56 7,3 PT Pro PT Compras PT SI Integração dos Sist. de Informação PT Inovação Desenvolvimento tecnológico PT Meios Aquisição de Media PT Contact Integração dos Serv. de Apoio Compras Call Centers Opex excl. Amort

33 Estrutura de Receitas e Custos Perfil das Receitas Nacionais Perfil de Custos 17,0% 3,3% 14,9% 52,2% 50,2% T03 5,3% Outros Móvel Dados Tráfego 6,8% Banda Larga 30,8% 34,8% Taxas Fixas 26,2% 55,1% 43,6% 27,5% 17,4% 30,2% Custos com Pessoal Variáveis Outros Centrado nas receitas de rede fixa com maiores margens brutas Garantindo uma estrutura de custos flexível 16

34 EBITDA 558,4 Rede Fixa -19,4 TMN +6,8-7,6% +4,6% Vivo -39,3 PTM +8,6-28,2% +45,6% Outros +4,7-6,9% 519,8 Estrutura EBITDA Vivo Multimédia 19,3% 5,2% Outros 0,7% Milhões TMN 29,6% Rede Fixa 45,2% 1T02 1T03 39,1% 40,3% 43,7% 41,3% 16,7% - 39,6% Margem 17

35 Capex Estrutura Capex 158,4 Rede Fixa -21,5-43,9% TMN Vivo -21,7 +5,8-31,8% +35,0% PTM +0,7 +4,4% Outros +0,1-23,1% 121,9 Vivo 18,5% Multimédia 13,0% Outros 7,7% Rede Fixa 22,5% Milhões 1T02 1T03 11,1% 5,1% 15,2%* 9,3% 9,7% - 9,3% * Incluindo a aquisição de um conjunto de activos da OniWay % das Vendas TMN 38,3% 18

36 EBITDA menos Capex 400,0 Rede Fixa +2.1 TMN +28,5 +1,0% +36,1% Vivo -45,0-36,7% PTM +7,9 Outros +4,4-0,5% 397,9 Estrutura EBITDA menos Capex Vivo Multimédia 19,5% 2,9% Outros - 1,5% TMN 27,0% Milhões Rede Fixa 52,1% 1T02 1T03 19

37 RoIC 13,4% 14,3% 15,0% 17,6% 16,3% 16,8% 19,0% RoIC excl. Goodwill 12,9% 13,7% 11,6% 11,9% 9,7% 8,8% RoIC 10,3% * * Excluindo a aquisição da rede fixa em 2002; com base em valores trimestrais. 20

38 RoIC por Área de Negócio 2002 % total NOPLAT %total Cap. Investido RoIC PT Comunicações 45% 62% 13,7% TMN 35% 14% 47,9% TCP 21% 22% 18,2% PT Multimedia 0% 6% 1,5% PT 100% 100% 19,0% PT incluindo Goodwill ,3% NOPLAT = EBIT x (1-33%), ascendendo a 849 milhões para o Grupo PT Total do Capital Investido: Média do Capital Investido calculada com base em valores trimestrais, ascendendo a milhões para o Grupo PT incluindo o goodwill e milhões excluindo o goodwill 21

39 Disciplina de Balanço Dívida De-leveraging: Dívida líquida de 3,8mM e 1,8x EBITDA anualizado Hedging do passivo brasileiro Taxas de juro: 80% da dívida total a taxa fixa Prazo de vencimento mais alargado: 92% da dívida total era de M/L prazo, vencendo-se a 4,7 anos Reestruturação de activos sob gestão em fundo de Pensões Activo Libertação de imobilizado incorpóreo Goodwill como % do activo total diminuiu de 26,1% em 2001 para 17% no 1T03 Activos de Internet e dot.com diminuiu de 1,4% em 2001 para 1,3% no 1T03 Revisão independente do justo valor Provisão conducente a créditos fiscais Revisão dos activos non-core Capital próprio Alteração legal para permitir top up de perdas transitadas das reservas de ágios, o que permitiu o pagamento de dividendos relativos a 2002 Goodwill redenominado na Vivo para BR$ para reduzir o risco de outros impairments no futuro 22

40 Evolução da Dívida Líquida Drivers 1T03 (milhões ) Fundos Gerados pelas Operações 530 EBITDA 520 Aumento Não Corrente em Provisões 6 Decréscimo Fundo Maneio ( rel. EBITDA) 4 Pagamentos a Fornecedores de Activo Fixo (232) Capex (122) Decréscimo A/P Fornecedores Capex (110) Função Financeira e Outros Impactes (95) Aquisições de Investimentos Financeiros (27) Juros Pagos (95) 6 48 Conversão da dívida US$ e BR$ Ganhos em instrumentos FX Outros (27) Redução de Dívida Líq. no 1T03 de 203 milhões Dívida Líq. no final do 1T03 ascendia a 3,834 milhões 23

41 Exposição ao Risco do Brasil Exposição líquida dos montantes do Brasil (activo menos passivo) para BR$ M ( 2mM com uma taxa de juro BR$/ de 3,6589) 95% é representado pelo investimento de 50% da PT na Vivo Os activos da PT denominados em BR$ ascendiam a milhões, equivalente a 26% do total dos activos 12,7% da dívida líquida era denominada em BR$ Toda a dívida da Vivo é expressa em BR$ ou com cobertura de risco (hedging) em BR$ nos termos de contratos derivados PT não procede ao hedging da exposição de acções no Brasil 24

42 Fundo de Pensões PT Dezembro 2002 Cuidados de Saúde 639 M Dívida subordinada Passivo Total M Unfunded M Activos Fundo de Pensões M Pensões M Acções Rendimento fixo Imobiliário Caixa Nem toda é senior debt Taxa de desconto de 6% 16 anos p/ financiar 22% 56% 10% 12% 25

43 Perspectivas para 2003 As receitas deverão manter-se sob pressão mas o EBITDA deverá ser suportado pela redução dos custos Financials da Vivo auxiliados pela perspectiva estável do Real, mantendo o auto-financiamento Reestruturação do balanço concluída incluindo a amortização do goodwill Forte geração de fundos, representando os negócios em Portugal mais de 90% do cash flow Enfoque crescente na repatriação de fundos; a PT terá uma ampla flexibilidade financeira em 2004 Cumprimento com o Sarbanes Oxley: monitorização activa dos impactos na PT está em pleno cumprimento, tendo sido já feitos progressos significativos 26

44 Cumprimento com o Sarbanes Oxley Prazos Progresso PT Secção Norma Data Cumprim. 301 Comissões de Auditoria 31/Jul/ Certificações CEO e CFO 404 Relatórios de Gestão relativos a Controlos Internos 406 Código de Ética para Administradores Financeiros 29/Ago/ /Apr/ /Jul/2003 Definição e avaliação de controlos e procedimentos de divulgação de informação Implementação de um modelo de certificação do Grupo PT para apoiar a certificação do CEO e CFO nos termos da secção 302 do SarbOx Estabelecimento de uma Comissão de Informação que será responsável pela supervisão dos controlos e procedimentos de divulgação de informação Definição de um modelo de controlo interno empresarial e implementação de controlos internos para a prestação de contas nas principais subsidiárias do grupo PT nos termos da secção 404 do SarbOx Planeamento da avaliação dos controlos internos da prestação de contas nos termos da secção 404 Estabelecimento de uma função de auditoria interna a nível empresarial, responsável pela avaliação dos controlos internos de prestação de contas Estabelecimento de uma Comissão de Auditoria com funções de consultoria ao Conselho de Administração relativamente a prestação de contas, controlos internos e relação com os auditores externos 27

45 Negócios de Rede Fixa Carlos Vasconcellos Cruz Membro da CE e CEO Negócios Fixos

46 Sumário O Negócio de Rede Fixa em Portugal: Antecedentes Dados Financeiros Actualização de Maio: Dados Operacionais Volumes Preços Quota de Mercado Estratégia Reinventar o Negócio 7.1 Acções sobre as Receitas 7.2 Acções sobre os Custos 7.3 Capex e Qualidade de Serviço Conclusão 2

47 O Negócio de Rede Fixa no Grupo PT Receitas 41.2% EBITDA 45.2% EBITDA menos CAPEX 52.1% 1T03 0.0% 10.0% 20.0% 30.0% 40.0% 50.0% 60.0% 3

48 Antecedentes Contexto Europeu Desafios Actuais Forte Performance Baixa Penetração do Fixo Alta Penetração do Móvel Baixo Rácio das Tarifas Fixas vs. Tarifas Móveis Economia Quota de Mercado Margens Intensidade do Capex Produtividade Retorno de Investimento: 14% RoIC 4

49 Dados Financeiros Principais Destaques Financeiros Milhões de 2002 YoY % 1T03 YoY % Receitas , ,9 Custos Operacionais (excl. Amort.)* , ,0 EBITDA 985-7, ,6 Margem EBITDA (%) 40,4-1,6pp 40,3-1,2pp Capex , ,9 Capex/Receitas (%) 10,5-5,2pp 4,7-3,3pp EBITDA menos Capex 729 9, ,0 * Excluindo os Custos com Benefícios de Reforma, o Opex decresceria 4,5% em 2002 e 6,2% no 1T03 5

50 Valores de Maio: Dados Operacionais 2002 YoY % 1T03 YoY % YTD YoY % Clientes ( 000) , , ,1 PSTN , , ,9 RDIS 826 3, ,9 821* -0,6 ADSL, dos quais: 53 n.m. 78 n.m. 98 n.m. Retalho 42 n.m. 61 n.m. 78 n.m. Linhas Desligadas Líquidas 158,0 n.m. 44,4-3,5 56,3-25,5 Total de Tráfego (min.10 6 ) , , ,9 Retalho , , ,1 F2F , , ,1 Grossista , , ,4 MoU Originado (min./linha/dia) 10,6-3,2 10,5-2,5 10,3-4,5 * Penetração RDIS: 20% 6

51 Volumes Alteração de Tráfego Originado e F2F Y.o.Y T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 1% -6% -4% -15% -16% -6% -7% -6% -9% -9% -10% -17% -17% -18% -19% -6% -0% -7% Tráfego Originado exc. Internet: estável F2F: decréscimo de 6% no 4T02 e 7% no 1T03 (menos de metade do declínio de ) Tráfego Originado exc. Internet Tráfego F2F 7

52 Preços do Serviço Fixo Telefónico Regime de preços máximos para 2003 (já implementado): CPI menos 2,75% 2,5% - 2,75% = -0,25% nominal A entidade reguladora portuguesa declarou que os preços se encontram ao nível dos seus congéneres europeus Alteração nominal do cabaz de preços acumuláveis desde a liberalização (2000) -9,1% em termos nominais -19,5% em termos reais As taxas de interligação já estão abaixo da média da UE Terminação: -24,6% Origem: -26,9% Trânsito: -19,8% An average decrease of 25% in 1Q03 8

53 Estimativas para Quotas de Mercado 100% 95% 94,8% (quota de acessos) 90% 85% 91,7% Total Tráfego Orig. (acesso indirecto) 88,4% Local 88,1% F2M 85,1% Internacional 84,6% DLD 84,4% Regional 80% 4T00 1T01 2T01 3T01 4T01 1T02 2T02 3T02 4T02 1T03 Maio03 Linhas da Concorrência (K) Cabovisão (K) Quota de Mercado % 9

54 Concorrência no Negócio de Rede Fixa Interveniente Accionistas Total de Receitas (1T03) Mercado Alvo ONI EDP 56% BCP 22,8% Voz 7 milhões de Euros Dados 34 milhões de Euros Operador Global com forte presença no Mercado Empresarial BRISA 17% GALP 4,2% NOVIS France Telecom 43,33% Sonae.Com 56,7% NOVIS 37 Milhões de Euros CLIX 10 milhões de Euros NOVIS: Dirige-se ao mercado global, maior presença em PME s CLIX: Segundo maior ISP a seguir à Telepac VODAFONE VODAFONE Plc 100% - Centrado em PME s e SOHO CABOVISÃO Cable Satisfaction International Inc. 100% Voz 7 milhões de Euros Internet 6 milhões de Euros Residencial JAZZTEL JAZZTEL Plc. 100% - Centrado em PME s e SOHO 10

55 Estratégia Retenção de clientes Receitas Estimulação de tráfego Desenvolvimento do ADSL Redução de custos Racionalização do Capex Reinvenção do Negócio fixo Custos Free Cash Flow 11

56 Receitas Prioridades Inverter a tendência de perda de acesso Estimular o uso do tráfego de voz Potenciar crescimento de novos serviços Iniciativas Retenção dos clientes pela redefinição dos processos proactivos e reactivos Instalação de novos acessos Novos produtos e serviços Gestão da percepção de preços face à telefonia móvel Definição de nova estratégia de fixação de preços assente na promoção agressiva de planos familiares flat - rate Reforço do conforto/facilidade no uso da telefonia fixa pela promoção de novos terminais (nomeadamente, sem fios e vídeo) e VAS destinados a estimular o MoU Liderança no desenvolvimento da banda larga (ADSL) acesso e conteúdo Reestruturação do portfolio de produtos em torno de soluções Aumento da penetração dos serviços de dados nos segmentos empresariais do mercado 12

57 Retenção de Clientes 24 Acréscimo líq. Negócio móvel em 2002: 975 K 158 K desligados em 2002 ou 3.7% do total 26 Velocidade de cruzeiro exc. Janeiro: 8K Objectivo para 2003: 100K desligados Acréscimo líq. neg. móvel no 1T03: 139 K Redução de 12K dos clientes em pré-selecção nos 2 últimos 12 meses Jan Fev Mar Abr Maio Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Maio Desconexões (K) Progressão média 12 meses 13

58 Retenção de Clientes Retenção de Clientes Retenção proactiva Retenção reactiva unidade de saída centro de entrada Novas Linhas programa de lojas 50% de Melhoria na Retenção de Clientes Equipas específicas de vendas Novos canais directos: força de vendas porta-aporta Parceria com bancos e agentes imobiliários Instalações imediatas 14

59 Novos Produtos e Serviços VOICE PLUS VOICE EXTRA ADSL ADSL PLUS ADSL EXTRA Necessidade: Solução económica Alvo ou audiência: residência permanente/jovens casais/idosos Linha de rede analógica Telefone fixo Sapo gratuito Necessidade: Solução económica e mobilidade de voz Alvo ou audiência: jovens casais/pequenas famílias Linha de rede analógica Telefone móvel Sapo gratuito Necessidade: Solução económica, acesso internet rápido Alvo ou audiência: grandes utilizadores da internet, jovens/famílias Necessidade: Solução de mobilidade total Alvo ou audiência: Famílias VIP/professionais liberais Linha de rede analógica Telefone fixo ADSL Linha de rede analógica Telefone movel ADSL Necessidade: Solução integral p/a profissões liberais c/ mobilidade total Alvo ou audiência: empresas de tecnologia avançada/soho em geral Linha de rede analógica Telefone móvel ADSL Central sem fios 15

60 Estímulo do Tráfego de Voz 3. Gestão de percepção de preços Lógica Uma percepção de preços errónea dificulta o negócio fixo - Fixo percebido como mais caro que móvel, embora este seja 3 a 4 vezesmaiscaro - Inquéritos mostram que o preço do fixo é percebido como 2 a 3 vezes superior ao que é na realidade Descrição Lançamento de campanhas de marketing centradas numa melhor percepção do preço do fixo face ao móvel Monitorizar o impacto das campanhas na percepção assim como no tráfego 4. Evolução de estratégia de pricing com o objectivo da promoção de serviços flat-rate 5. Evolução para uma estratégia de terminais telefonicos que promovam a comodidade/facilidade da telefonia fixa Aumento das componentes fixas das receitas Alterações na concorrência do fixo face ao móvel Maximização do impacto de comunicação para o cliente final Telefonia fixa percebida como menos comoda e menos funcional que a móvel Utilização de terminais sem fios estimula o tráfego Desenvolvimento de um pacote de planos de preços com base no conceito de flat - rate, destinado a responder às necessidades dos clientes, sendo simultaneamente fácil de comunicar ao mercado de massas Redesenhar a carteira de terminais telefónicos Lançar novas funçionalidades (ex., SMS e vídeo) 16

61 Comparação de Preços Preço médio por minuto. Cêntimos Uma chamada móvel é 3-4 vezes mais cara que uma fixa mas é percebida como 10% mais barata Campanhas dirigidas à percepção de preço -Dezembro2002 x3.4 x x x2.3 - Fevereiro 2003 Diferença real Diferença percebida Fonte: Inquérito telefónico 17

62 Planos de Preços Conceito de família PT Preços para si Subfamília Descrição Planos Lançamento de planos com minutos diários não acumuláveis de tráfego específico contra pagamento de Minutos diários não acumuláveis em períodos económicos para um destino específico contra uma mensalidade Minutos diários não acumuláveis de tráfego local e regional com a rede PT em períodos específicos contra uma mensalidade Portugal França Alemanha Reino Unido Espanha EUA e Canadá Noites e fins-de-semana Fora de horas Parte da manhã Parte da tarde Destinos Horários uma mensalidade Minutos diários não acumuláveis para 1 a 10 números específicos em períodos económicos contra uma mensalidade Amigos 1 para 1 Amigos 1 para 3 Grupos 18

63 Planos Vendidos Até Esta Data Em 31 de Maio Destinos Horários Grupos Total 250, Impacte significativo em ARPU ( ) Plano Portugal +3,6 Fora de horas +5,8 Noite e Fins-desemana +3,9 Parte da manhã +4,1 Parte da tarde +7,1 Objectivo 19

64 Estratégia relativa a Terminais Resultados preliminares da campanha PT Free (telefone sem fios) Análise de clientes que activaram o telefone entre 23/12/2002 e 14/02/2003 Lançamento de uma nova carteira de terminais organizada em famílias de seis produtos (PT Basic, PT Fun, PT Classic, PT Image, PT Evolution, PT Design) Equipmentos com estimuladores de ARPU via SVAs SMS Caller ID Voice mail Evolução do tráfego Percentagem -7,6 PT Free 4,2 Cliente médio 11,8 pp 55 mil telefones sem fios vendidos até 31 de Maio Objectivo de vendas de 2003 de telefones sem fios impacto nas receitas potenciais de 3,3 a 4,7 M Evolução das receitas de tráfego Percentagem -10,9 1,6 12,5 pp 20

65 SMS Fixo Campanha de lançamento Campanha de lançamento do produto apoiado no Dia da Mãe de 24 de Abril a 4 de Maio Campanha publicitária (TV, imprensa.) SMS enviado a clientes TMN Audiodifusão para clientes PT Agora o telefone fixo de sua casa pode enviar e receber SMS Envie um SMS para qualquer terminal da rede PT Em 31 de Maio ~ 3 mil SMS activados ~ 125 mil SMS enviados e recebidos 21

66 Penetração da ADSL Alavancas Produto Actuação comercial Provisioning Descrição Desenvolvimento de ofertas diferenciadas para segmentos distintos de clientes Residencial PMEs Desenvolvimento de pacotes destinados a maximizar a penetração da ADSL ADSL + voz ADSL + PC Desenvolvimento de um programa destinado a aumentar a agressividade comercial dos canais de vendas Redesenho do processo de instalação do ADSL para reduzir o período de activação para 3 dias Forte potencial de crescimento 35 mil acréscimos líq. de ADSL em Maio 2003 Serviço pós-venda Redesenho do serviço pós-venda para melhorar os níveis de serviço e minimizar queixas 22

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