Demonstrações Financeiras B2W - Companhia Global do Varejo. 31 de dezembro de 2009 e de 2008 com Parecer dos Auditores Independentes

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1 Demonstrações Financeiras B2W - Companhia Global do Varejo 31 de dezembro de 2009 e de 2008 com Parecer dos Auditores Independentes

2 Demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2009 e 2008 Índice Parecer dos auditores independentes... 1 Demonstrações financeiras auditadas Balanços patrimoniais... 3 Demonstrações dos resultados... 4 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido... 5 Demonstrações dos fluxos de caixa... 6 Demonstrações dos valores adicionados... 7 Notas explicativas às demonstrações financeiras... 8

3 Centro Empresarial Botafogo Praia de Botafogo, º Andar - Botafogo Rio de Janeiro, RJ, Brasil Parecer dos auditores independentes Tel: (5521) Fax: (5521) Aos Conselheiros e Diretores da B2W - Companhia Global do Varejo 1. Examinamos os balanços patrimoniais da B2W - Companhia Global do Varejo e os balanços patrimoniais consolidados da B2W - Companhia Global do Varejo e empresas controladas, levantados em 31 de dezembro de 2009, e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado correspondentes ao exercício findo naquela data, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos da Companhia e empresas controladas; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Administração da Companhia e empresas controladas, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 3. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da B2W - Companhia Global do Varejo e a posição patrimonial e financeira da B2W - Companhia Global do Varejo e empresas controladas em 31 de dezembro de 2009, os resultados de suas operações, as mutações de seu patrimônio líquido, os seus fluxos de caixa e o valor adicionado nas operações referentes ao exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 1

4 4. As demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2008, cujos valores são apresentados para fins comparativos, foram examinadas por outros auditores independentes, que emitiram parecer, sem ressalvas, datado de 6 de março de Estas demonstrações financeiras foram reapresentadas em decorrência do ajuste identificado e descrito na Nota 2, para a qual os outros auditores independentes emitiram novo parecer de auditoria, sem ressalvas, datado de 5 de março de 2010 para fazer referencia a referida Nota Explicativa. Rio de Janeiro, 8 de março de 2010 ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC - 2SP /O-6 - F - RJ Fernando Alberto S. de Magalhães Contador CRC - 1SP /O-0 - S - RJ 2

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6 DEMONSTRAÇÕES DOS RESULTADOS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E DE 2008 (Em milhares de reais, exceto o lucro líquido por lote de mil ações expresso em reais) Nota Controladora Consolidado explicativa Reapresentado Reapresentado RECEITA BRUTA DE VENDAS E SERVIÇOS DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA ( ) ( ) ( ) ( ) RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA CUSTO DAS MERCADORIAS VENDIDAS E SERVIÇOS PRESTADOS ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO BRUTO RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Vendas ( ) ( ) ( ) ( ) Depreciações e amortizações (63.817) (84.805) (65.495) (87.202) Gerais e administrativas (56.765) (53.068) (68.278) (64.101) Resultado de equivalência patrimonial Honorários dos administradores (3.810) (3.581) (4.460) (3.811) Outras despesas operacionais, líquidas 21 (63.071) (47.076) (63.062) (47.105) ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO ANTES DO RESULTADO FINANCEIRO RESULTADO FINANCEIRO Receitas financeiras Despesas financeiras ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL Corrente 8 d (10.361) (38.456) (17.482) (45.324) Diferido 8 d (9.224) (9.271) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO POR LOTE DE MIL AÇÕES DO CAPITAL SOCIAL NO FIM DO EXERCÍCIO, EXCLUINDO AÇÕES EM TESOURARIA - R$ 432,05 560,46 432,05 560,46 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 4

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8 DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E DE 2008 (Em milhares de reais) Atividades operacionais: Nota Controladora Consolidado explicativa Reapresentado Reapresentado Lucro líquido do exercício Ajustes ao lucro líquido: Ajuste a valor presente 3 o (16.281) (16.281) Depreciações e amortizações Imposto de renda e contribuição social diferidos (8.635) (9.421) Juros, variações monetárias e cambiais Equivalência patrimonial 9 (6.667) (3.888) - - Outros Lucro líquido ajustado (Acréscimo) decréscimo em ativos: Contas a receber de clientes (14.606) (8.714) ( ) Estoques ( ) (24.373) ( ) (47.780) Impostos a recuperar correntes e diferidos, líquido (30.562) (12.261) (28.724) (17.576) Despesas antecipadas (3.334) (35.828) (4.794) (35.828) Depósitos judiciais (5.913) (3.437) (6.114) (3.456) Demais contas a receber (circulante e não circulante) (18.234) (73.292) (14.456) (68.076) ( ) ( ) ( ) ( ) Acréscimo (decréscimo) em passivos: Fornecedores Salários, encargos e contribuições sociais (17) (5.524) (497) (6.287) Tributos a recolher (circulante e não circulante) (19.247) (12.890) Dívidas com pessoas ligadas (5.493) (5.493) Outras obrigações (circulante e não circulante) (68.187) (12.077) (52.336) (72.941) (55.630) Geração de caixa nas atividades operacionais Atividades de investimento: Investimentos em controladas e controlada em conjunto (1.000) (4.415) - - Ativo permanente ( ) ( ) ( ) ( ) Caixa usado nas atividades de investimento ( ) ( ) ( ) ( ) Atividades de financiamento: Empréstimos e financiamentos Adições Pagamentos ( ) ( ) ( ) ( ) Debêntures (51.082) (51.082) Títulos e valores mobiliários ( ) ( ) Desconto de recebíveis (30.934) (9.314) Aumento de capital em dinheiro 19 a Recompra de ações de emissão da Companhia 19 b (818) ( ) (818) ( ) Dividendos (18.012) (14.774) (18.012) (14.774) Caixa gerado (usado) nas atividades de financiamento (8.882) (56.171) Acréscimo (redução) líquido em disponibilidades (55.089) (45.880) Caixa e bancos no início do exercício Caixa e bancos no fim do exercício As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 6

9 DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 E DE 2008 (Em milhares de reais) Descrição Controladora Consolidado Reapresentado Reapresentado RECEITAS Vendas de mercadorias, produtos e serviços Provisão para créditos de liquidação duvidosa (1.611) (2.888) (8.069) (4.729) MERCADORIAS ADQUIRIDAS DE TERCEIROS ( ) ( ) ( ) ( ) Custos dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos ( ) ( ) ( ) ( ) Materiais, energia, serviços de terceiros e outros ( ) ( ) ( ) ( ) RETENÇÕES (63.817) (84.805) (65.495) (87.202) Depreciação e amortização (63.817) (84.805) (65.495) (87.202) VALOR ADICIONADO LÍQUIDO PRODUZIDO PELA ENTIDADE VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA Resultado de equivalência patrimonial Receitas financeiras VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Empregados Salários, encargos e benefícios Honorários dos administradores Tributos Federais Estaduais Municipais Remuneração de capitais de terceiros Juros Aluguéis Outras Remuneração de capitais próprios Dividendos Lucro retidos As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 7

10 Notas explicativas às demonstrações financeiras 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto quando mencionado de outra forma) 1. Contexto operacional A B2W - Companhia Global do Varejo ( B2W ou Companhia ), com sede no município e Estado do Rio de Janeiro, é uma Sociedade Anônima de capital aberto, resultante da fusão entre a Americanas.com S.A. - Comércio Eletrônico (Americanas.com) e a Submarino S.A. (fusão aprovada em 13 de dezembro de 2006 pelos seus acionistas). A Companhia e suas controladas têm como objeto social a comercialização varejista e atacadista de bens e produtos em geral por diversos meios de comercialização, em especial a Internet; aluguel de filmes e correlatos; intermediação e distribuição de ingressos, passagens e tíquetes para atrações públicas, parques e eventos em geral; importação de produtos para revenda; prestação de serviços de promoção, desenvolvimento mercadológico e oferecimento de produtos de crédito; e diversos outros produtos e serviços dedicados ao consumidor em geral. A B2W possui em seu portfólio as marcas Americanas.com, Shoptime, Submarino, Submarino Finance, B2W Viagens, Ingresso.com e Blockbuster on-line, que oferecem centenas de milhares de produtos e serviços em diversas categorias por intermédio dos canais de distribuição internet, catálogos, TV e quiosques. A B2W também oferece serviços de comércio eletrônico terceirizado para algumas das empresas líderes na área de bens de consumo (business to business to consumer - B2B2C). 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras a) Demonstrações financeiras As demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas e estão apresentadas em conformidade com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os pronunciamentos, orientações e interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, alterada pela Lei nº de 28 de dezembro de 2007, pela Medida Provisória nº 449, de 03 de dezembro de 2008, posteriormente convertida pela Lei nº , de 27 de maior de A autorização para conclusão da preparação destas demonstrações financeiras pela Administração ocorreu em 05 de março de

11 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto quando mencionado de outra forma) 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras --Continuação a) Demonstrações financeiras--continuação Reapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de Continuação A Companhia utiliza swaps tradicionais com o propósito de anular o risco cambial de suas captações de recursos em moedas estrangeiras, transformando o custo destas dívidas para moeda e taxa de juros locais. A contraparte destes swaps tradicionais usualmente é a instituição financeira provedora dos empréstimos em moeda estrangeira (dólares americanos ou ienes), geralmente consoante a Resolução nº 2770 do Conselho Monetário Nacional. Estas operações de swaps estão perfeitamente casadas em termos de valor, prazos e taxas de juros, sendo a intenção da Companhia liquidar tais contratos sempre simultaneamente com os respectivos empréstimos objeto de hedge. Estas operações de swap e os respectivos empréstimos objeto de hedge qualificam-se para a aplicação da contabilidade de hedge ( hedge accounting ), conforme previsto no Pronunciamento Técnico CPC 14 - Instrumentos Financeiros e foram designadas desta maneira quando da aplicação inicial das novas práticas contábeis adotadas no Brasil (Lei nº /07 e CPCs) na preparação de suas demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2008, publicadas em 18 de março de 2009, no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no Valor Econômico de edição nacional, com parecer de auditoria sem ressalva. Na contabilidade de hedge, as variações no valor justo dos derivativos utilizados como instrumentos de hedge são reconhecidas no resultado de acordo com o reconhecimento dos itens objetos de hedge. Desta forma, os impactos contábeis das operações de hedge equivalem aos seus impactos econômicos. No entanto, uma revisão adicional dos procedimentos adotados no âmbito da nova sistemática de padrões contábeis em vigor no Brasil demonstrou que, quando da aplicação inicial da contabilidade de hedge, a Companhia, corroborada por seus então auditores independentes, que, como conseqüência, emitiram parecer sem ressalva, reconheceu impactos contábeis entendidos agora como desalinhados com a sua intenção ao contratar tais operações e que não corresponderam adequadamente aos seus respectivos impactos econômicos, à luz das análises técnicas contábeis desenvolvidas sobre a matéria, de cunho particularmente complexo. Cabe ressaltar que os impactos contábeis mencionados anteriormente se anulariam completamente ao final do prazo contratado e não representam ou representariam entradas ou desembolsos adicionais de caixa, tendo criado descasamento apenas temporário no resultado da Companhia. 9

12 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras --Continuação 10 a) Demonstrações financeiras--continuação Reapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de Continuação De forma a refletir corretamente a essência econômica das operações contratadas à luz dos padrões contábeis de hedge accounting, a Companhia ajustou, após a sua publicação, as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de A prática da contabilidade de hedge é detalhada nas notas explicativas 2 b, 3 e 20. Conforme descrito na tabela a seguir, os ajustes, basicamente, resultaram no aumento dos saldos de empréstimos e financiamentos nos passivos circulante e não circulante, correspondido por um aumento nas despesas financeiras nas demonstrações de resultado individuais e consolidadas. Adicionalmente, os saldos de imposto de renda e contribuição social diferidos registrados no ativo circulante foram ajustados para refletir os efeitos tributários sobre as correções mencionadas anteriormente, correspondidos por uma redução das despesas com imposto de renda e contribuição social nas demonstrações de resultado. Como consequência, o patrimônio líquido foi reduzido pelo montante de R$ nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, respectivamente. Os saldos das contas afetadas pela reapresentação em 31 de dezembro de 2008 estão demonstrados a seguir: Controladora Consolidado Publicado Ajustado Publicado Ajustado Ativo Imposto de renda e contribuição social diferidos - circulante Passivo Empréstimos e financiamentos Circulante Não circulante Patrimônio líquido Resultado Despesas financeiras Imposto de renda e contribuição social diferido Lucro líquido do exercício Lucro ação - por lote de mil ações (R$) 702,68 560,46 702,68 560,46

13 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras --Continuação a) Demonstrações financeiras--continuação Reapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de Continuação Adicionalmente, as demonstrações das mutações do patrimônio liquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, bem como a Nota 8 (Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos), a Nota 13 (Empréstimos e Financiamentos), a Nota 20 (Patrimônio Líquido - Destinação do Lucro Líquido) e a Nota 21 (Instrumentos Financeiros) estão sendo reapresentadas para demonstrar os saldos contábeis e divulgações ajustadas após as correções mencionadas no parágrafo e tabela anterior. No período abrangido pelas demonstrações financeiras reapresentadas, a Companhia não possui contratos a termo, opções, swaptions, swaps com opção de arrependimento, opções flexíveis, derivativos embutidos em outros produtos, operações estruturadas com derivativos e os chamados derivativos exóticos. A Companhia e suas controladas não operam com instrumentos financeiros derivativos com propósitos de especulação. b) Alterações nas práticas contábeis brasileiras Com o advento da Lei nº /07, que atualizou a legislação societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade (IFRS), novas normas e pronunciamentos técnicos contábeis vêm sendo expedidos em consonância com os padrões internacionais de contabilidade pelo CPC. 11

14 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras --Continuação 12 b) Alterações nas práticas contábeis brasileiras--continuação Até a data de preparação destas demonstrações financeiras, 40 novos pronunciamentos técnicos haviam sido emitidos pelo CPC e aprovados por Deliberações da CVM, para aplicação mandatória a partir de Os pronunciamentos que poderão ter impacto nas demonstrações financeiras da Companhia, considerando-se suas operações, são: CPC 16 - Estoques CPC 18 - Investimento em Controlada e Coligada CPC 20 - Custos de Empréstimos CPC 19 - Investimento em Empreeendimento Conjunto CPC 21 - Demonstração Intermediária CPC 22 - Informação por Segmento CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de Erro CPC 24 - Evento Subsequente CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis CPC 27 - Ativo Imobilizado CPC 30 - Receitas CPC 32 - Tributos sobre o Lucro CPC 36 - Demonstrações Consolidadas CPC 37 - Adoção Inicial das Normas Internacionais de Contabilidade CPC 38 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração CPC 39 - Instrumentos Financeiros: Apresentação CPC 40 - Instrumentos Financeiros: Evidenciação CPC 43 - Adoção Inicial dos Pronunciamentos Técnicos CPC 15 a 40 OCPC 03 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação ICPC 08 - Contabilização da Proposta de Pagamento de Dividendos ICPC 10 - Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento dos Pronunciamentos Técnicos CPCs 27, 28, 37 e 43 ICPC 12 - Mudanças em Passivos por Desativação, Restauração e Outros Passivos Similares A Administração da Companhia está analisando os impactos das alterações introduzidas por esses novos pronunciamentos que irão vigorar a partir de 1º de janeiro de A Companhia irá mensurar os efeitos que serão eventualmente produzidos em suas demonstrações financeiras de 2009, para fins de comparação com as demonstrações financeiras do exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, caso esses novos pronunciamentos já estivessem em vigor desde o início do exercício findo em 31 de dezembro de 2009.

15 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 2. Base de elaboração e apresentação das demonstrações financeiras --Continuação c) Reclassificações A Companhia visa melhorar continuamente a apresentação das demonstrações financeiras mantendo ao mesmo tempo conformidade com os princípios contábeis geralmente aceitos. Neste contexto, efetuou reclassificação contábil de valores a receber de fornecedores, classificados anteriormente como contas a receber, para uma conta redutora do saldo de fornecedores em 2008 no montante de R$ com o objetivo de melhor comparabilidade. Essas reclassificações não alteraram o capital circulante líquido. 3. Principais práticas contábeis a) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações financeiras é necessário utilizar estimativas e julgamentos para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. Sendo assim, nestas demonstrações financeiras são incluídas várias estimativas referentes às vidas úteis do ativo imobilizado, ao retorno dos benefícios a serem auferidos com os ativos intangíveis e diferidos, as provisões para vendas em contas a receber de clientes e estoques, as taxas e prazos aplicados na determinação do ajuste a valor presente de certos ativos e passivos, à expectativa de realização de imposto de renda e de contribuição social diferidos, às provisões necessárias para passivos contingentes, a mensuração do valor do benefício concedido através do plano de opção de compras de ações, do valor justo dos instrumentos financeiros, à determinação de provisão para imposto de renda e as estimativas para divulgação do quadro de analise de sensibilidade dos instrumentos financeiros derivativos conforme Instrução CVM nº 475/08, as quais, apesar de refletirem a melhor estimativa e julgamento possível por parte da Administração da Companhia e de suas controladas, podem apresentar variações em relação aos dados e valores reais, quando realizados. b) Apuração do resultado O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência, destacando-se o seguinte: (i) As receitas de vendas de mercadorias e serviços, que incluem o frete cobrado de clientes, são reconhecidas quando da transferência da propriedade e dos riscos a terceiros pelos seus valores brutos e deduzidas de devoluções, abatimentos e impostos sobre vendas. 13

16 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 3. Principais práticas contábeis--continuação b) Apuração do resultado--continuação Os pedidos de venda aprovados pelas administradoras de cartões de crédito, cujos produtos ainda não foram faturados nem entregues aos clientes, e as vendas de vales-presentes que se encontram em poder dos clientes e que serão utilizados futuramente, são registrados como Outras obrigações classificadas no passivo circulante; (ii) Os custos de mercadorias vendidas e dos serviços prestados incluem o custo de aquisição de mercadorias e custos com serviços, deduzido das bonificações em produtos recebidas dos fornecedores; (iii) As despesas com publicidade são reconhecidas quando da sua efetiva veiculação deduzidas da participação dos fornecedores; (iv) As despesas com fretes relacionados à entrega de mercadorias ao consumidor são classificadas como despesas com vendas. c) Moeda estrangeira Em função da definição da moeda funcional como sendo o Real, os ativos e passivos indexados em moeda estrangeira foram convertidos para reais, pela taxa de câmbio da data de fechamento dos balanços e as diferenças decorrentes de conversão de moeda foram reconhecidas nos resultados dos exercícios na rubrica e variação cambial. d) Instrumentos financeiros (i) Classificação e mensuração: Os ativos e passivos financeiros mantidos pela Companhia e suas controladas são classificados sob as seguintes categorias: (1) ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo através do patrimônio líquido; e (2) passivos financeiros mantidos até o vencimento e mensurados ao valor justo. A classificação depende da finalidade para a qual os ativos e passivos financeiros foram adquiridos ou contratados. A Administração da Companhia e de suas controladas classificam seus ativos e passivos financeiros no momento inicial da contratação. 14

17 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 3. Principais práticas contábeis--continuação d) Instrumentos financeiros--continuação (ii) Ativos e passivos financeiros mensurados ao valor justo através do resultado e do patrimônio líquido: Nessa categoria estão incluídos as aplicações financeiras da Companhia e de suas controladas (os quais são classificadas como disponível a venda e estão registradas no ativo circulante), bem como os instrumentos financeiros derivativos e respectivas dívidas objeto de proteção ( hedge ) quando atendidas as condições de hedge accounting. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo são registrados nas rubricas Receitas financeiras ou Despesas financeiras no caso dos instrumentos financeiros derivativos e as respectivas dívidas de proteção e, no caso das aplicações financeiras, na rubrica ajuste de avaliação patrimonial, classificada no patrimônio líquido até sua efetiva realização, quando a variação é refletida no resultado e o efeito registrado no patrimônio Líquido revertido. (iii) Passivos financeiros mantidos até o vencimento: No caso da Companhia e de suas controladas, compreendem, basicamente determinados empréstimos e financiamentos bancários de moeda nacional (não protegidos por instrumentos financeiros) e debêntures. São mensurados ao custo amortizado considerando o método da taxa efetiva de juros, sendo registrados ao resultado dos exercícios de acordo com o período de competência sobre as rubricas de Receitas Financeiras ou Despesas Financeiras. (iv) Instrumentos financeiros derivativos: São reconhecidos pelo valor de custo de aquisição na data em que são contratados e são, subseqüentemente, remensurados ao seu valor justo de mercado, com as variações registradas contra o resultado do exercício (resultado financeiro). Tendo em vista a Companhia e suas controladas fazerem uso de derivativos com o objetivo de proteção ( hedge ), é adotada a prática contábil de contabilização de instrumentos de proteção ( hedge accounting ). 15

18 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 3. Principais práticas contábeis--continuação e) Contas a receber As contas a receber de clientes, representadas basicamente por vendas parceladas com cartões de crédito, estão registradas, líquidas de descontos por antecipações. As vendas efetuadas por meio de operações corporativas, projetos de fidelidade e acordos comerciais, estão registradas na rubrica Outras contas a receber. As transações registradas nas contas a receber foram ajustadas a valor presente, conforme melhor explicado na Nota 3o. A provisão para créditos de liquidação duvidosa foi constituída em montante considerado suficiente para cobrir prováveis perdas na realização desses créditos considerando o histórico de perdas monitorado pela Administração. f) Estoques Os estoques estão demonstrados ao custo médio de aquisição, ajustados pelo efeito do ajuste a valor presente calculado sobre fornecedores (compras a prazo), que não excedem o valor de sua realização. A provisão para perdas nos estoques é constituída com base em estimativas, considerando-se dados históricos monitorados pela Administração. g) Investimentos Os investimentos em empresas controladas e controlada em conjunto são avaliados pelo método da equivalência patrimonial, sendo as práticas contábeis utilizadas pelas controladas bem como a data-base para aplicação do método da equivalência patrimonial são uniformes em relação às utilizadas pela Controladora. h) Imobilizado Os ativos imobilizados são registrados ao custo de aquisição. A depreciação é calculada pelo método linear às taxas mencionadas na Nota 10. A amortização das benfeitorias em imóveis alugados tais como centros de distribuição é calculada com base nos respectivos prazos dos contratos de locação. 16

19 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 3. Principais práticas contábeis--continuação h) Imobilizado--Continuação A Companhia e suas controladas estão analisando os impactos da revisão do prazo de vida útil econômica dos bens corpóreos e incorpóreos. A referida revisão será concluída durante o exercício social de 2010 e eventuais mudanças na estimativa da vida útil econômica dos ativos, decorrentes dessa avaliação, se relevantes, serão tratadas como mudança de estimativas contábeis a serem reconhecidas de forma prospectiva a partir de 01 de janeiro de 2010, conforme dispensa prevista no parágrafo 7 do ICPC 10. i) Intangível Os ágios apurados nas aquisições de investimentos, inclusive de incorporação, decorrentes de expectativa de rentabilidade futura, foram amortizados até 31 de dezembro de 2008 utilizando os prazos de 5 a 10 anos, conforme proporção dos resultados futuros esperados nas investidas. Os valores de ágios por expectativa de rentabilidade futura não são mais amortizados a partir de 1º de janeiro de 2009 e têm o seu valor recuperável testado anualmente ou sempre que julgado necessário. Durante o exercício de 2008 e de 2009, a Companhia avaliou, para determinar eventual necessidade de impairment, estes ágios apurados em aquisições de investimentos e incorporações, decorrentes da expectativa de rentabilidade futura, com base em projeções de resultados futuros e concluiu que não existe nenhum ajuste para perda a ser registrado. Os gastos relacionados com o desenvolvimento de web sites (principal canal de vendas da Companhia), tais como desenvolvimento de aplicativos operacionais e infra-estrutura tecnológica (compra e desenvolvimento interno de softwares e instalação de aplicativos nos sites), bem como o desenvolvimento gráfico, são registrados como intangível, conforme previsto no Pronunciamento CPC 04 - Ativo Intangível, aprovado pela Deliberação CVM nº 553, de 12 de novembro de 2008, sendo amortizados de forma linear considerando-se o prazo estipulado de sua utilização e benefícios a serem auferidos (Nota 11). Os gastos incorridos com aquisição de softwares para uso interno tais como sistemas ERP e sistemas modulares, são capitalizados conforme previsto no Pronunciamento CPC 04 e amortizados de forma linear considerando-se o prazo estimado de sua utilização e benefícios a serem auferidos (Nota 11). 17

20 Notas explicativas às demonstrações financeiras--continuação Referentes aos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 (Em milhares de reais, exceto valores por ação) 3. Principais práticas contábeis--continuação j) Diferido Em conexão com a Lei nº /09, a Companhia optou em manter até sua realização no grupo Diferido os saldos relacionados com despesas pré operacionais que apresentam evidência de recuperabilidade (Nota 12) durante o prazo dos benefícios auferidos. k) Passivos circulante e exigível a longo prazo (não circulante) As provisões são reconhecidas no balanço quando a Companhia e suas controladas possuem uma obrigação legal como resultado de um evento passado e quando um recurso econômico seja provável de ser requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. l) Imposto de renda e contribuição social Constituídos com base nos lucros tributáveis, pelas alíquotas vigentes conforme legislação específica. O imposto de renda e a contribuição social diferidos registrados no ativo e no passivo não circulantes decorrem de prejuízos fiscais e base negativa da contribuição social e de despesas e receitas apropriadas ao resultado, entretanto, indedutíveis ou não tributadas temporariamente (Nota 8). Os impostos ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, de base negativa da contribuição social e de diferenças temporárias e os ajustes decorrentes da adoção das novas práticas contábeis advindas da Lei nº /07 e Lei nº /09, foram constituídos em conformidade com as Normas e Procedimentos de Contabilidade 25 (NPC 25) - Contabilização do Imposto de Renda e da Contribuição Social, emitidas pelo IBRACON em maio de 1998, e com a Instrução CVM nº 371, de 27 de junho de 2002, e levam em consideração o histórico de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros fundamentada em estudo técnico de viabilidade, aprovado, anualmente, pelo Conselho de Administração. m) Outros ativos e passivos de curto prazo As demais contas estão demonstradas por valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações monetárias ou cambiais incorridos até a data dos balanços. 18

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