ANO XXIX - Julho a Setembro / 2000 O COMBATE ÀS DOENÇAS PROFISSIONAIS INTOXICAÇÃO PELO MERCÚRIO = HIDRAGIRISMO (2ª PARTE)

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1 SEDE - SETOR DE AUTARQUIAS SUL - SAS - QUADRA 05 - BLOCO I - LOTE 05/3 A CEP BRASÍLIA - DF - Tels.: (0xx61) / ANO XXIX - Julho a Setembro / 2000 O COMBATE ÀS DOENÇAS PROFISSIONAIS INTOXICAÇÃO PELO MERCÚRIO = HIDRAGIRISMO (2ª PARTE) VI - PATOGENIA O mercúrio absorvido pelo trabalhador é lentamente eliminado do organismo através do suor, da saliva, da urina, das fezes e da bilis, sendo os rins, o fígado e os centros nervosos, as principais regiões de acumulação. O hidragirismo se instala quando, após a fase de exposição, a taxa do tóxico excretada for inferior à taxa de absorção, havendo progressiva concentração de mercúrio no sangue. Essa concentração sanguínea em relação à concentração do tóxico no ar alveolar, quando comparadas no mesmo volume, nos fornece o coeficiente de distribuição do tóxico no sangue. Alguns aparelhos e sistemas são comprometidos, mas a eliminação pelos rins, condiciona graves lesões para os mesmos (nefrite). O hálito fétido, o sabor metálico e a sialorréia intensa relacionam-se com a excreção através das glândulas salivares. A coloração azul-violácea das gengivas e mucosas labiais é um sinal e sintoma muito característico do HIDRARGIRISMO. Jesus Miguel Tajra Adad Presidente do CFQ No organismo o mercúrio age como veneno protoplasmático, produzindo efeito sistêmico. A patologia se traduz por inibição de enzimas celulares (por combinar-se com grupos sulfidrilas), necrose da mucosa gastrointestinal, dos gromérulos e dos tubilhos congestão hepática, bronquite erosiva e pneumotite, atrofia cerebral e cerebelar. VII - SINAIS E SINTOMAS As intoxicações agudas e subagudas acontecem, em geral, em condições acidentais; já as intoxicações crônicas se constituem em regra geral da patologia industrial INTOXICAÇÃO AGUDA Este estado de intoxicação é caracterizado pelo aparecimento da nefrite tóxica mercurial típica, distinguindo-se as intoxicações agudas por ingestão e inalação INTOXICAÇÃO AGU- DA POR INGESTÃO A partir da ingestão do tóxico aparecem queimaduras na boca e garganta, rapidamente acompanhadas de náuseas e vômitos biliosos e, depois, sanguinolentos. O trabalhador é acometido de muita sede, sobrevindo dores abdominais, seguidas de fenômenos disentéricos (diarréia ensanguentada) com profunda sudorese, calafrios e tendência ao choque. Posteriormente seguem-se a oligúria, a anúria, a hematúria e a albuminúria (3º ao 6º dia). A intoxicação leva à insuficiência renal aguda por lesão tubular. À partir do segundo ou terceiro dia, nota-se o surgimento progressivo da estomatite úlceromembranosa (característica do Hidragirismo), consecutivo à eliminação do mercúrio pela saliva (estomatite mercurial). A ingestão maciça do tóxico pode provocar a morte em 24 a 36 horas, e os sintomas se reduzem a intensos transtornos digestivos. Em caso de evolução favorável da doença, a cura se manifesta pelo restabelecimento da diurese, com a eliminação maciça da uréia, a qual, pode ser eliminada completamente em 4 a 5 semanas. - O COMBATE ÀS DOENÇAS PROFISSIONAIS - INTOXICAÇÃO PELO MERCÚRIO = HIDRAGIRISMO (2ª PARTE) 01 - CONFLITO NA ÁREA DE LATICÍNIOS - PARTE FINAL 03 - DECISÃO JUDICIAL - JUSTIÇA DECIDE MAIS UMA VEZ A FAVOR DOS QUÍMICOS 05 - TRANSPORTES DE CARGAS QUÍMICAS 08 Conselho Federal de Química 1

2 INTOXICAÇÃO AGU- DA POR INALAÇÃO Conforme dissemos anteriormente (1ª parte) a Via Pulmonar é a que oferece maior área de absorção, com o agravante de que através dela, o tóxico escapa à metabólise do Fígado, resultando daí, a manifestação da toxicidade potencial do agente nocivo, com pouca ou nenhuma atenuação de efeitos. Os sinais e sintomas verificados são, ainda, a estomatite, a salivação, o sabor metálico, contorsões abdominais e diarréias; dispinéia, tosse, febre, inquietação, bronquite e pneumonia INTOXICAÇÃO CRÔNI- CA No envenenamento crônico pelo Mercúrio todos os sintomas supra-mencionados podem aparecer, via de regra, mais fracos, porém mais insidiosos. As manifestações mais características são de caráter neurológico e psíquico: o eretismo, uma forma particular da ansiedade neurótica, é praticamente específico ao Hidragirismo profissional crônico. Os processos industriais nos quais os riscos ao Hidrargirismo se tem verificado, são principalmente, na fabricação de chapéus de feltro (*), na produção de materiais elétricos e instrumentos científicos, e na produção de compostos mercuriais orgânicos usados como preservativos, são altamente tóxicos, exceção feita ao pirocatecolfenil mercúrio, e ao fenil e tolil composto que entretanto, oferecem toxicidade ao 2 contacto com a pele, produzindo dermatite vesicante SINTOMAS DO HIDRARGIRISMO CRÔNI- CO O Hidrargirismo Crônico se manifesta, inicialmente, com transtornos digestivos; posteriormente, aparecem alterações nervosas, sendo, os TREMORES, a manisfestação mais frequente e mais típica da intoxicação crônica. Os sinais e sintomas do Hidrargirismo se manifestam através: A- DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL - (SNC) a - Eretismo b - Distúrbios Vaso-Motores c - Tremor d - Discurso Desordenado e - Alteração da Escrita f - Desordenação dos Nervos Motores e Sensitivos B - DOS ÓRGÃOS GASTRO- INTESTINAL C - DO APARELHO GÊNITO- URINÁRIO D - DO APARELHO RESPIRA- TÓRIO E - DOS OLHOS F - DA PELE SISTEMA NERVOSO CENTRAL A afecção ao SNC pelo Hidrargirismo Crônico, se manifesta através de dores de cabeça, vertigens, perturbarções vasomotoras; desassossêgo, irritabilidade, insônia; neurite periferal; ataxia, aumento dos reflexos tendinosos profundos e tremores. a - ERETISMO É uma forma de distúrbio psíquico cuja maior ocorrência se verifica nas indústrias de chapéus de feltro, onde a exposição ao mercúrio é devida à aplicação de solução de nitrato de mercúrio à pele de coelho, no processo carrotting, que visa melhorar as qualidades feltrantes da pele. Isto resulta na formação de compostos de mercúrio voláteis, com liberação de mercúrio, o qual pode ser inalado, seja como vapor, como mercúrio elementar, ou mesmo na forma de seus compostos, carreados sobre as partículas de poeira. Os distúrbios emocionais ou psíquicos, são caracterizados pela inconsciência de si próprio, timidez, confusão mental, ansiedade, indecisão, falta de concentração, depressão, desânimo, ressentimento às críticas, irritabilidade ou excitabilidade. Tais sinais e sintomas podem ser de tal intensidade que chegam até a provocar a mudança de personalidade. Dores de cabeça, fadiga, fraqueza, e mesmo, sonolência ou insônia, são queixas frequentes. Nos casos avançados, poderá haver alucinação, perda de memória e deterioração intelectual. Uma característica curiosa do Eretismo é o fato de o trabalhador por ele afetado, ao perceber em outro, alguns dos sinais que regem o seu comportamento, logo se irrita, sob a suspeita de que esteja sendo imitado pelo colega que, no seu entender estaria pretendendo ridicularizá-lo. (continua no próximo número). Conselho Federal de Química

3 ABICLOR A propósito do artigo intitulado Hidrargirismo (1ª parte), recebemos do Diretor Executivo da ABICLOR, Sr. Martim Afonso Penna, correspondência na qual nos presta algumas informações a respeito da fonte de intoxicação pelo mercúrio em Minamata, Japão; da poluição mercurial pelo setor cloro-soda, e do esforço que o referido setor tem feito, buscando a redução substancial das perdas no sistema de salmoura, sala de células, hidrogênio e soda. Dada a importância das informações destacamos aqui, os trechos principais da mensagem: Segundo a agência ambiental japonesa, a doença de Minamata é uma doença do sistema nervoso central, causada por composto de metil mercúrio, que era produzido como subproduto no processo de fabricação de acetaldeído na empresa Chisso, na cidade de Minamata, e pela empresa Shorva Denlro, localizada a montante do rio Agano, e era carregado junto com efluentes aquosos, poluindo o meio ambiente, que através da cadeia alimentar foi se acumulando nos peixes e outras criaturas marinhas. Consequentemente, a doença de Minamata ocorreu quando os residentes comeram grandes quantidades destes alimentos marinhos. Afirma, ainda, o Dr. Martim Afonso Penna: A conversão das células de mercúrio nas fábricas de cloro-soda cáustica japonesas foi fortemente incentivada a partir de 1970, como medida preventiva (os grifos não são nossos) e não porque estivessem envolvidos no triste episódio de Minamata. Informa também, o Sr. Martim Penna que o consumo de mercúrio pela indústria da clorosoda cáustica no Brasil foi reduzido drasticamente de 90g/ ton de cloro em 1984 para 1,2g/ ton de cloro em E termina por informar que as suas associadas já atendem aos requisitos da lei (nº 9976/2000) tendo o compromisso de produzir, armazenar e transportar de acordo com os melhores padrões internacionais de qualidade, segurança e higiene. O Conselho Federal de Química agradece as informações fornecidas e se congratula com a ABICLOR pelo esforço que a indústria brasileira do setor vem fazendo no sentido de alcançar os melhores índices de rendimento do processo, com o mínimo de perda de mercúrio para o meio ambiente. Isto de fato, é um esforço necessário e elogiável, pois a necessidade deste empreendimento chegou até a exigir do Governo Federal a edição de lei específica conforme citado por V. Sa. No caso de Minamata, conquanto não tenhamos o menor interesse de incriminar a indústria da eletrólise do cloreto de sódio com células de mercúrio, tratouse de menção feita em literatura. Examinando o assunto verificamos que também são atribuídas outras causas além da indústria de cloro-soda e do aldeído acético, como por exemplo, à fabricação de cloreto Jesus Miguel Tajra Adad Presidente do CFQ de vinila que, na ocasião, estaria se utilizando do Hg 2 Cl 2. Folgamos, entretanto, em saber que a própria agência ambiental japonesa concluiu que a causa daquele fenômeno teria sido a fabricação de acetaldeído, o que, sem dúvida, nos merece todo o crédito. Fica, pois, registrado o devido reparo. Por oportuno, e tendo em vista a gentil oferta de novos esclarecimentos adicionais, solicitamos que, se possível nos forneçam as seguintes informações: alguns técnicos afeitos ao problema, aludem a que o mercúrio estaria presente no cloro liberado e, até, na soda cáustica produzidos na eletrólise do cloreto de sódio, e até se fala em ambiente de trabalho. Muitos ambientalistas se tem preocupado com tais comentários, particularmente porque tais componentes são usados na fabricação de hipoclorito, o qual tem ampla aplicação no tratamento de águas de abastecimento e de piscinas. Muito agradeceremos se V. Sa. nos fornecesse alguns dados atualizados sobre os eventuais teores de Hg presentes nesses produtos, e, até mesmo no arambiente de trabalho e nos efluentes de tais indústrias. Tais dados seriam de grande valia para desanuviar o ambiente de preocupação que existe, nos setores do Meio Ambiente e de Segurança do Trabalho, já que faremos publicar tais informações. Conselho Federal de Química 3

4 O CONFLITO NA ÁREA DE LATICÍNIOS - PARTE FINAL FABRICAÇÃO DO LEITE CONDENSADO É muito similar a fabricação do doce de leite. A sua produção consiste em concentrar o leite por evaporação, até se obter uma redução de volume, geralmente, de 3:1 ou 2:1, com adição de açúcar, não só para melhorar o seu sabor como, também, para aumentar o seu tempo de armazenamento. O produto, uma vez envasado, faz-se a sua esterilização com um posterior resfriamento. Temos, portanto, neste procedimento, as bases para 2 produtos comercialmente conhecidos: O creme de leite (sem açúcar). O leite condensado (com adição de açúcar). A sua homogeneização é feita antes da pasteurização, e o açúcar é colocado imediatamente após a condensação. Esta evaporação pode ser feita em processos simples ou utilizando de processos mais complexos como os de múltiplos efeitos. Desses últimos são mais frequentes os de duplo e triplo efeitos. LEITE EM PÓ É o produto resultante da concentração, por evaporação da água, do leite condensado (sem açúcar) até que se chegue a um teor de H 2 O próximo a 5%. Antes de secar o produto, remove-se, por centrifugação, a gordura a fim de se evitar o ranço. Quando a destinação é o ser humano, o leite em pó deve ser secado antes da pasteurização. 4 Roberto Hissa Vice-Presidente do CFQ Leite em pó instantâneo: é feito através do vapor d água e a aglomeração em partículas grosseiras, o que torna o leite em pó em um produto de fácil solubulização. Leite em pó sem gordura: é em função de diferentes graus de desnaturação da proteína, obtidos através da alta ou baixa temperatura. Leite em pó integral: é obtido guardando uma proporção de 1:2,8 entre gorduras e sólidos não gordurosos. Os principais passos de processamento para a obtenção do leite em pó integral podem ser considerados os seguintes: - O leite integral deve ser homogeneizado antes da condensação. - É introduzido no secador a nebulização à uma pressão de 170 atm (2500 psi), e a saída do ar de descarga do secador está em redor de 82ºC. - A fim de se manter as propriedades do leite em pó integral durante o armazenamento, o produto é envasado à vácuo e cheio por nitrogênio. SORVETES De um modo geral, estes produtos pesam cerca de 480g/l, com um aumento de volume (50% de ar, volume a volume). Dependendo de sua composição, podem ser congelados entre - 7 a -3ºC. Os sorvetes podem encerrar em sua composição uma variedade de matérias-primas, tais como o leite, adoçantes, estabilizadores, emulsificadores, frutas e outras. Conselho Federal de Química

5 Um maior detalhamento sobre a produção de sorvete e o seu envolvimento com a área da química será apresentado em um outro número do INFORMATIVO CFQ. A Lei Federal 8078/90 - Lei de Defesa do Consumidor é bastante explícita quanto as suas exigências para que essas propriedades sejam honradas com produtos conformes pela empresa que os fabrica. Em caso de algum conflito quanto as características envolvidas, o Decreto-Lei 5.452/43 (CLT), em seu artigo 340 é bastante taxativo: Somente os químicos habilitados, nos termos do art. 325, alíneas a e b, poderão ser nomeados exofficio para os exames periciais de fábricas, laboratórios e usinas e de produtos aí fabricados. O artigo 335 do mesmo diploma legal é extremamente pacífico quanto ao enquadramento da matéria: É obrigatória a adminssão de químicos nos seguintes tipos de indústria: a) de fabricação de produtos químicos; b) que mantenham laboratório de produtos químicos; c) de fabricação de produtos industriais que são obtidos por meio de reações químicas dirigidas, tais como cimento, açúcar e álcool, vidro, curtume, massas plásticas artificiais, explosivos, derivados de carvão ou de petróleo, refinação de óleos vegetais ou minerais, sabão, celulose e derivados. A CLT em seu art. 339 faz menção da responsabilidade do profissional quando cita: O nome do químico responsável pela fabricação dos produtos de uma fábrica, usina ou laboratório, deverá figurar nos respectivos rótulos, faturas e anúncios, compreendida entre estes últimos a legenda impressa em cartas e sobrecartas. Tem sido muito comum o conflito envolvendo a responsabilidade nesta área de laticínios. Como já foi dito no início da presente análise, podem cohabitar diversas atividades, com diversas responsabilidades, em uma determinada empresa, porém, somente uma delas é a básica perante a Lei 6.839/ 80, cabendo o seu registro no Conselho Profissional pertinente de sua jurisdição. Quanto ao enquadramento da área ora em estudo é pacífico ser ela a da química, conforme já demonstrado anteriormente. Mas como esta interpretação entra em choque com a Lei 5.517, de 23 de outubro de 1968, dos Veterinários? Analisemos referida Lei quanto ao seu conteúdo. Em seu art. 5º, item f, onde faz referências às atividades privativas do Médico Veterinário: a inspeção e a fiscalização sob o ponto de vista sanitário e higiênico e tecnológico dos Matadouros, Frigoríficos, Usinas e Fábricas de Laticínios, Entrepostos de Carne, Leite, Peixe, é bastante explicito e transparente quanto a responsabilidade envolvida de dito profissional perante a Lei na área da saúde, atingindo as etapas supracitadas. Pareceres Judiciais corroborando com esta apreciação têm sido prolatados em diversas Varas, das quais, entre outras, pode-se citar algumas: Apelação Cível nº , MG, Relator Ministro Dias Trindade - Tribunal Federal de Recursos, em que figuraram como apelante o Conselho Regional de Química e como apelado Laticínios Boa Nata Ltda. Trecho da Sentença Judicial prolatada, em ação intentada por diversas produtoras de laticínios em litisconsórcio contra o CRQ- IV: Na verdade a fiscalização industrial e sanitária, a cargo do Ministério da Agricultura, não exclui de modo algum, a fiscalização do exercício da profissão de químico, cuja atribuição é do Conselho Regional (art. 1º e 13, letra c da Lei 2.800/56). Processo 50/75-5ª Vara Federal - MG. Fábrica de Laticínios Biasi e outros X CRQ- II Região. Este fato, não exclui a responsabilidade da Medicina Veterinária nesta área de fiscalização. Não é a da industrialização, que é a atividade fim da empresa, e pertencente ao profissional da química, mas sim a nobre função de fiscalizar o segmento sanitáriohigiênico desta atividade. Em perfeita harmonia, neste casamento de imposições legais, pode-se citar a compreensão da Lei 2.800/56 sobre este fato ao rezar, em seu art. 13, letra c : fiscalizar o exercício da profissão, impedindo e punindo as infrações à lei, bem como enviando às autoridaded competentes relatórios documentados sobre fatos que apuraram e cuja solução não seja de sua alçada, como uma das atribuições dos Conselhos Regionais de Química. REFERÊNCIAS TÉCNICAS 1. LEITE - Obtenção, Controle de Qualidade e Processamento - João Gustavo Brasil Caruso e Antônio Joaquim de Oliveira - Dep. de Tecnologia Rural, ESALQUE/USP. 2. HUMPHREYS, C. L. e PLUNKETT, M., Yoghurt. 3. ROBINSON, R. K. e TAMIME, A. Y., Yoghurt. 4. PROCESSOS INDUSTRIAIS - SHREEVE. Conselho Federal de Química 5

6 TRANSPORTES DE CARGAS QUÍMICAS Esta matéria teve no Brasil um trato mais consistente, na tentativa de se alcançar uma regulamentação, considerando os problemas inerentes a mesma, no início da década de 70, quando da implantação do Pólo Petroquímico do Nordeste em Camaçari. Na ocasião, várias entidades foram instaladas a cooperar, através de Normas e Resoluções, no procedimento de uma execução disciplinadora e segura no trasporte de cargas químicas. Destacaram dentre essas entidades: Instituto Brasileiro de Petróleo - IBP Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Instituto Nacional de Metodologia - INM. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Insdustrial - INMETRO. Associação Brasileira da Indústria Química - ABIQUIM. Conselho Federal de Química - CFQ De uma maneira geral, iniciouse, primeiramente, em se eleger os equipamentos para transporte de produtos químicos em sua especificidade, sejam eles perigosos ou não. Desta forma, houve uma adequação dos veículos às características do que se pretendia transportar, com segurança, dando espaço a uma normalização. Uma dessas normalizações diz respeito a massa de conformidade que viesse a garantir uma qualidade desejável de terceiros eixos nesses veículos. A incumbência da qualidade desses equipamentos foi entregue a INMETRO (Decreto n ). A responsabilidade de sua utilização no transporte de uma carga de produtos químicos é integralmente do profissional da química, não podendo ser fragmentada. Pode-se até compará-la, para efeito de uma compreensão lógica do que está se analisando, com a de um cirurgião que utiliza um bisturi numa operação. A responsabilidade nessa cirurgia não é do fabricante do bisturi, mas sim, do cirurgião que qualificou e permitiu a sua utilização. Cabe portanto, ao CFQ, por imposição legal, a responsabilidade em assegurar, não só a manutenção da qualidade do que se está transportando, mas, também de sua segurança desde a origem até o destino final. De fato, é importantíssima a supervisão de um profissional da química naquilo que se está transportando, pois, só ele, em sua função precípua, cochece a natureza de uma carga química e a ação desta sobre os materiais, riscos de explosões e outros indesejáveis ao humano e ao meio ambiente. A abordagem desse profissional com líquidos inflamáveis, considerados perigosos, é importantíssima, exigindo cuidados especiais, já que os mesmos podem ensejar explosões numa operação mal cuidada. Os líquidos inflamáveis podem ser considerados: De Classe I: possuem ponto de fulgor até 37,7ºC. De Classe II: com o ponto de fulgor localizado na faixa de 37,7ºC-70ºC. De Classe III: são aqueles que possuindo o ponto de fulgor acima de 70ºC, ao serem aquecidos em temperatura acima de seu ponto de fulgor, comportam-se como líquidos inflamáveis. Dentro desta possibilidade explosiva não se pode esquecer também do transporte do GLP. Todo cuidado deve também ser tomado ao se lidar com produtos corrosivos, técnicos e pirofóricos. Os produtos combustíveis retromencionados podem ainda conter substâncias diluídas como aditivos, corantes, benzeno e outros produtos. O benzeno é um produto aromático que pode interferir nas características do combustível prejudicando as partes do motor onde venha a possuir juntas contendo a borracha. Tem sido muito divulgado em Jornais a prática de certos postos de serviços venderem gasolina batizada com um solvente aromático, de baixo custo, cujo comportamento quanto a queima não diverge das características do combustível, porém, é extremamente prejudicial quando em contato com as partes de vedação do motor. Acresce-se, ainda, o fato de que aludido Roberto Hissa Vice-Presidente do CFQ contaminante dificilmente será detectado pelos métodos físicos convencionais de análise. Pergunta-se de quem é a culpa? - Da distribuidora?: possibilidade remotíssima. - Do transportador, que batizaria o combustível no trajeto Distribuidora Posto de Serviço? - O dono do posto de serviço mancomunado com o transportador? Quem sabe? - Quem perderia? Desnecessário responder a esta pergunta! - Como evitar? Entregando ao profissional da química legalmente habilitado a responsabilidade desta atividade da empresa, indubitavelmente na área da química e que poderá acarretar sérias consequências. Essas perguntas encontram as suas respostas no Decreto nº , de 18 de maio 1988 que aprova o Regulamento para o Transporte Rodoviário de produtos perigosos, com destaque nos itens que se seguem: CAPÍTULO I SEÇÃO II Artigo 6º - O produto perigoso fracionado deverá ser acondicionado de forma a suportar os riscos de carregamento, transporte, descarregamento e transbordo, sendo o expedidor responsável pela adequação do acondicionamento segundo especificações do fabricante.(grifos nossos) SEÇÃO VI Artigo 22 Item c - declaração assinada pelo expedidor de que o produto está adequadamente acondicionado para suportar os riscos normais de carregamento, descarregamento e transporte, conforme a regulamentação em vigor. SEÇÃO VII Artigo 23 o transporte rodoviário de produto perigoso que, em função das características do caso, seja considerado como oferecendo riscos por demais elevado, será tratado 6 Conselho Federal de Química

7 como caso especial, devendo seu itinerário e sua execução serem planejados e programados previamente, com participação do expedidor, do contratante do transporte, do transportador, do destinatário, do fabricante ou importador do produto, das autoridades com jurisdição sobre as vias a serem utilizadas e do competente órgão do meio ambiente, podendo ser exigido acompanhamento técnico especializado. (grifos nossos) 1º O acompanhamento técnico especializado disporá de viaturas próprias, tripuladas por elementos devidamente treinados e equipados para ações de controle de emergência e será promovido, preferencialmente, pelo fabricante ou importador do produto, o qual em qualquer hipótese, fornecerá orientação e consultoria técnica para o serviço. CAPÍTULO IV SEÇÃO I Art. 30 O fabricante de produto perigoso fornecerá ao expedidor: I - informações relativas aos cuidados a serem tomados no transporte e manuseio do produto, assim como as necessárias ao preenchimento da Ficha de Emergência; e II - especificações para o acondicionamento do produto e, quando for o caso, a relação do conjunto de equipamentos a que se refere o artigo 3º. Art No caso de importação, o importador do produto perigoso assume, em território brasileiro, os deveres, obrigações e responsabilidades do fabricante. SEÇÃO II Art O expedidor é responsável pelo acondicionamento do produto a ser transportado, de acordo com as especificações do fabricante. Art No carregamento de produtos perigosos o expedidor adotará todas as precauções relativas à preservação dos mesmos, especialmente quanto à compatibilidade entre si. Art São da responsabilidade: I - do expedidor, as operações de carga; II - do destinatário, as operações de descarga. SEÇÃO III Art Constituem deveres e obrigações do transportador: XII - assegurar-se de que o serviço de acompanhamento técnico especializado preenche os requisitos deste Regulamento e das instruções específicas existentes (artigo 23). Art O transportador é solidariamente responsável com o expedidor na hipótese de receber, para transporte, produtos cuja embalagem apresente sinais de violação, deterioração, mau estado de conservação ou de qualquer forma infrinja o preceituado neste Regulamento e demais normas ou instruções aplicáveis. Não só a segurança no transporte deve ser garantida mas como, também, as características de qualidade pré-compromissadas, a fim de não se entregar ao consumidor produtos não conformes. Todos estes produtos têm características químicas, físicas e físico-químicas que devem ser preservadas com a responsabilidade de sua manutenção resguardada pelo profissional da química que, certamente, responderá perante a um Código de Ética, mediante um descuido desta vigilância, traindo uma comunidade que confia e muito se espera dele. Ao responsável por esta operação terá que ter em mente, como uma obrigação, o conhecimento de suas características acima citadas. No caso de combustíveis, considerados produtos perigosos, o Ministério de Minas e Energia se preocupou em controlá-los através da supervisão das características préestabelecidas para os mesmos ao estabelecer Resoluções e Portarias bem delineadas que dão suporte legal na fiscalização dessa atividade pertencente a área da química: Portaria n.º 71, de 20 de maio de 1988, da Agência Nacional de Petróleo, que anexa o Regulamento Técnico ANP 003/98, aplicado às gasolinas comum (tipos A e C) e Premiun (tipos A e C). Portaria n.º 72, de 20 de maio de 1988, da ANP, exigindo, em seu art. 1º, das empresas petroquímicas informações mensais sobre a produção, a destinação, os clientes e as quantidades por elas comercializadas referentes aos produtos rafinado de pirólise, rafinado de reforma, solvente C9/ C9 dihicrogenado, tolueno, reformado pesado, xilenos mistos e benzeno. A exigência do Art. 2º desta portaria visa controlar os seguintes produtos susceptíveis de uso como combustíveis: hexanos, solventes alifáticos, aguarrás, mineral, benzeno e tolueno. E, de fato, esses produtos se não fiscalizados por uma mente profissional responsável, sabedora que suas adições em combustível poderão acarretar sérios prejuízos em diversas partes do carro, danificando-as, o consumidor ficará desprotegido. É muito comum em uma adulteração o aparecimento de consequências com depósito de carvão (carbonização) no topo dos pistões, danos na bomba de gasolina e bóia dos carburadores, corrosão abaixo do tempo estimado em mangueiras e borrachas, goma e borras nas válvulas e partes móveis, e outras, que, sem sombra de dúvida, acarretarão despesas ao consumidor no reparo de seu veículo. O Decreto /81 retrocitado, que regulamenta a Lei 2.800/56, ainda estabelece com bastante clareza, em seu item IV, letras d e e, do art. 2º, no elenco das atividades privativass dos químicos o seguinte: b) mistura, ou adição recíproca, acondicionamento, embalagem e reembalagem de produtos químicos e seus derivados, cuja manipulação requeira conhecimento de química (e) comercialização e estocagem de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos, ressalvados os casos de venda a varejo; o artigo 340 do Dec. Lei n.º 5452/43 (CLT) é taxativo quando diz: Somente os químicos habilitados, nos termos do art. 325 alíneas a e b poderão ser nomeados (ex offício) para os exames periciais de fábrica, laboratório e usinas e de produtos aí fabricados. Isto mostra que somente os químicos habilitados e registrados em CRQ podem responder por perícias em caso de necessidade da comprovação de qualidade de produtos químicos diante da Lei 8.078/90 - CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR. Como se vê, para produzir, derivados de petróleo, como no caso, da mistura da gasolina com o álcool anidro, transportá-los e Conselho Federal de Química 7

8 comercializá-los, bem como armazená-los adequadamente e com segurança e garantia de qualidade de acordo com as especificações exigidas pela ANP e cobradas pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor, é necessária e obrigatória a admissão do profissional da química habilitado e registrado no CRQ da respectiva região. Com a fabricação acima citada, comercialização de derivados de petróleo, bem como armazenagem de inflamáveis, a empresa encontra a sua atividade básica na área da química e, portanto, de acordo com o art. 1º da Lei 6.839/80; art. 28 da Lei 2.800/56, art. 2º da RN n.º 105 do CFQ de 17/09/87, item 20, sub-item fabricação e mistura de combustíveis e lubrificantes: gasolina, querosene, óleo combustível, gás liquefeito de petróleo e óleos lubrificantes (Código de Atividades instituído pelo Ministério da Fazenda e usado para preenchimento do DARF do imposto de Renda da pessoa jurídica e nas estatísticas do IBGE), a empresa também é obrigada ao registro no CRQ de sua jurisdição. Decreto-Lei n.º 5452/43 (CLT) Art O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO DE QUÍMICA COMPREENDE: a) a fabricação de produtos e subprodutos químicos em seus diversos graus de pureza; b) a análise química, a elaboração de pareceres, atestados e projetos da especialidade e sua execução, perícia ou judiciária sobre a matéria, a direção e a responsabilidade de laboratórios ou departamentos químicos, de indústrias e empresas comerciais; c) o magistério nas cadeiras de química dos cursos superiores, especializados em química; Art É obrigatória a admissão de químicos nos seguintes tipos de indústria: a) de fabricação de produtos químicos; b) que mantenham laboratório de controle químico; c) de fabricação de produtos industriais que são obtidos por meio de reações químicas dirigidas, tais como cimento, açúcar e álcool, vidro, curtume, massas plásticas artificiais, explosivos, derivados de carvão ou de petróleo, refinação de óleos vegetais ou minerais, sabão, 8 celulose e derivados. Este art. 335 da CLT nem sempre é compreendido porque ele é apenas exemplificativo. Porém, o legislador não omitiu este fato ao utilizar a técnica legislativa conhecida como Norma de Resto que é aquela mediante a qual o legislador, após haver feito uma enumeração, previne qualquer falha da mesma, estabelecendo regra que alcance as hipóteses acaso não previstas. E de fato, isso está muito bem exemplificado no art do presente diploma legal (CLT): Art do presente diploma legal citado (CLT): Cabe aos químicos habilitados, conforme estabelece o artigo 325, alíneas a e b, a execução de todos os serviços que, não especificados no presente regulamento, exijam por sua natureza o conhecimento de química (grifos nossos). O CFQ dentro da incumbência legal a que está submetido quanto a sua responsabilidade, também não se omitiu ao expedir a sua RN n.º 105, de 17/09/97, com a finalidade de identificar as empresas cuja atividade básica está na área da química que, em seu artigo 2º, estabelece: Art. 2º - É obrigatório o registro em Conselho Regional de Química, consoante o artigo 1º, das empresas e suas filiais que tenham atividades relacionadas à área da química listadas a seguir: 50 SERVIÇOS DE TRANSPORTES Transportes de produtos químicos (aquaviários, rodoviários, ferroviários e aéreos). Não faltam outros diplomas legais de apoio, senão vejamos: Lei 2.800/56 Art Todas as atribuições estabelecidas no Decreto-Lei n.º 5452, de 01 de maio de Consolidação das Leis do Trabalho referente ao registro, à fiscalização e à imposição de penalidade, quanto ao exercício da profissão de químico, passam a ser de competência dos Conselhos Regionais de Química. Lei 6839/80 Todas estas exigências legislativas são também corroboradas através da Lei supracitada, de determina: Art. 1º - O registro de empresas e a anotação dos profissionais legalmente habilitados, delas encarregados, serão obrigatórios nas entidades competentes para a fiscalização do exercício das diversas profissões, em razão da atividade básica ou em relação àquela pela qual prestem serviços a terceiros. Decreto /81 IV - o exercício das atividades abaixo discriminadas, quando exercidas em firmas ou entidades públicas e privadas, respeitando o disposto no artigo 6º. a) análises químicas e físicoquímicas; b) pedronização e controle de qualidade, tratamento prévio de matéria-prima, fabricação e tratamento de produtos industrais. c) Tratamento químico, para fins de conservação, melhoria ou acabamento de produtos naturais ou industriais; d) Mistura, ou adição recíproca, acondicionamento, embalagem e reembalagem de produtos químicos e seus derivados, cuja manipulação requeira conhecimentos de Química; e) Comercialização e estocagem de produtos tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos, ressalvados aos casos de venda a varejo; Pelo discorrido, é fácil de notar que a operação envolvida no transporte de produtos químicos exige, por sua natureza, de um acompanhamento profissional desde a sua origem até o destino final. Nesta trajetória de responsabilidades, ninguém melhor do que um profissional da química se adequar apropriadamente a esta incumbência, aliás, corroborada pela legislação atual. Aludido profissional saberá aquilatar a ação dos produtos químicos sobre os materiais, qualificar os equipamentos, a inspeção preliminar destes por elementos humanos e sempre conscientizado da viabilidade de acidentes durante o transporte (seja por falhas mecânicas no veículo ou das condições da estrada) tendo, porém, um plano pre-estabelecido de contenção do agravamento para essas ocorrências para a carga química que está transportando. O químico gera o produto e, como um bom pai, ninguém melhor do que ele saberá orientá-lo e encaminhá-lo com segurança. Conselho Federal de Química

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