ERLIQUIOSE CANINA REVISÃO DE LITERATURA

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO SHARLENNE LEITE DA SILVA MONTEIRO ERLIQUIOSE CANINA REVISÃO DE LITERATURA SALVADOR - BA 2009

2 SHARLENNE LEITE DA SILVA MONTEIRO ERLIQUIOSE CANINA REVISÃO DE LITERATURA Monografia apresentada à Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), como exigência final para obtenção do título de especialização em Clínica Médica de Pequenos Animais. Orientadora: M.Sc. Maíra Santos Severo - AECF Pio Décimo. SALVADOR - BA 2009

3 SHARLENNE LEITE DA SILVA MONTEIRO ERLIQUIOSE CANINA REVISÃO DE LITERATURA Monografia apresentada à Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), como exigência final para obtenção do título de especialização em Clínica Médica de Pequenos Animais. APROVADO EM / / BANCA EXAMINADORA Eraldo B. Calado Laura Cristina Pinho de Oliveira Marcus Vinicius Froes Barbosa

4 Deus, que sempre me deu muita força e Fé para atingir os meus objetivos. DEDICO

5 AGRADECIMENTOS A Deus, o que há de mais importante na minha vida; Aos Meus pais, Valfredo Correa Monteiro e Edjane Leite da Silva Monteiro, que me concederam a vida e me proporcionaram mais esta conquista; À minha querida cunhada, Eduarda Raíssa, pela amizade, carinho e atenção; Ao meu namorado, Antonio Matos Neto, pelo apoio, dedicação, incentivo e principalmente por estar presente em minha vida; A todos os meus familiares que, de forma particular, contribuíram para meu êxito; Não poderia esquecer as minhas amigas, companheiras das viagens para as aulas da Pós Graduação, primeiramente, a Rosana por ter estimulado a me matricular, depois a Paula, Eliane e Rose pelas caronas, a cada viagem uma aventura diferente. A Karla, minha parceira de estadias, cada mês uma casa ou pousada diferente, mas sempre unidas e Emilly, que adorei conhecer, divertida e companheira; Aos meus colegas da sala, que dividimos experiências, trocamos idéias, formando um laço de amizade que sempre estará presente; Aos meus pacientes e meus filhos que, oferecendo amor, companhia, proteção e entretenimento, fazem com que os esforços na prática desta profissão sejam, verdadeiramente, recompensados, e desta especialidade uma das mais interessantes e desafiadoras para aqueles que se comprometem com ela; Por fim, Tio Jorge, Tia Sheila, Sr Ailton, Tia Rita que me puseram em seus lares, como uma verdadeira sobrinha, me dando conselhos, confiança e afeto. Adoro todos vocês.

6 Viva! Bom mesmo é ir a luta com determinação, Abraçar a vida com paixão, Perder com classe e vencer com ousadia, Porque o mundo pertence a quem se atreve E a vida é muito pra ser insignificante. Já perdoei erros quase que imperdoáveis, Tentei substituir pessoas insubstituíveis E esquecer pessoas inesquecíveis. (Charles Chaplin)

7 RESUMO A ehrlichiose canina é uma doença infecciosa severa que acomete cães, gatos e humanos, causada por bactéria do gênero Ehrlichia. Onde a principal é a Ehrlichia canis. O ciclo desta se inicia com a inoculação do agente no cão através da picada pelo carrapato, Rhipicephalus sanguineus, seu vetor, no momento do repasto sanguineo. Os sinais clínicos dependem da resposta imunológica do cão e esta doença é dividida em três fases: aguda, subaguda e crônica. A fase aguda é o inicio da infecção, o animal apresenta letargia, depressão, anorexia e febre. Na fase subaguda pode ocorrer depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez das mucosas, já na crônica são variáveis em gravidade e não específicos, incluem acentuada anorexia e perda de peso, emaciação, tendências hemorrágicas (epistaxe), infecções secundárias em decorrência da imunossupressão, glomerulopatia e falha renal, poliartrite, sinais neurológicos e manifestações oculares. O tratamento depende da precocidade do diagnóstico, mas inclue terapia de suporte, antibioticoterapia, correção da anemia e estimulantes do apetite. O combate do carrapato deve ser intensivo, pois ainda é a melhor maneira de prevenção contra a erlichiose. Muitos casos de erliquiose em humanos estavam associados à infecção por E. chaffeensis, mais recentemente, demonstraram que as amostras de Ehrlichia canis, isoladas de casos humanos de erliquiose da Venezuela, foram detectadas em cães e carrapatos Rhipicephalus sanguineus naquele país, sugerindo os autores, o alto potencial de transmissão de E. canis do cão para o homem, se tornando uma emergente zoonose. Palavras Chave: Ehrlichia canis, zoonose, Rhipicephalus sanguineus

8 ABSTRACT Canine ehrlichiose is a severe infectious illness which attack dogs, cats and human beings, caused by the Ehrlichia exciter. The main bacteria is the Ehrlichia canis and its cycle begins with the agent s inoculation in the dog through the tick bite, Rhipicephalus sanguineus, its vector, at the moment of its feeding. The clinical signs depend on the dog s immunological feedback reactions. This illness has three phases: acute, subacute and chronicle. The acute phase is the beginning of the infection, when the animal presents lethargy, depression, anorexy and fever. During the subacute phase may occur depression, bleeding, edema of members, appetite loss and pale mucosa. In the chronicle phase, however, they don t vary specifically, but intensively, including nervous anorexy and weight loss, emaciation, nosebleed (epistaxis), secondary infections caused by immunosuppression, glomerulopathy and renal disease, polyarteritis, neurological signs and ocular manifestations. The treatment depends on the early diagnosis, but includes support therapy, antibioticotherapy, correction of anemia and appetite stimulators. The tick combat must be intense, because this is still the best way of prevention against ehrlichiose. Many cases of ehrlichiose in human beings were associated with infection by E. Chaffeensis,but recently, it was shown that samples of E. canis, isolated from cases of ehrlischiose in human beings in Venezuela, were detected in dogs and ticks R. sanguineus in that country, suggesting the authors, the high potential of E. canis transmission from dogs to men becoming an emerging zoonoses. Key Words: Ehrlichia canis, zoonoses, Rhipicephalus sanguineus

9 1. INTRODUÇÃO Nos últimos anos, a erliquiose tem sido identificada como causa crescente de morbimortalidade de caninos e, em alguns países, do homem, em virtude da maior exposição a locais onde é comum a presença de carrapatos. A erliquiose canina é uma doença infecciosa severa, que acomete cães (Canis familiaris), causada por bactérias do gênero Ehrlichia, sendo a principal espécie a Ehrlichia canis (LABRUNA & PEREIRA, 2001). A enfermidade é descrita mundialmente, mas os casos concentram-se nas áreas tropicais e subtropicais devido à distribuição geográfica de seu vetor, Rhipicephalus sanguineus, chamado popularmente de carrapato vermelho ou carrapato marrom do cão (HARRUS et al., 1997; COHN, 2003). A erliquiose foi descrita pela primeira vez em um cão Pastor Alemão, na Argélia, por Donatien & Lestoquard, em 1935, porém foi somente classificada como Ehrlichia canis, em 1945, por Mashkovsky. No Brasil, o primeiro relato ocorreu em Belo Horizonte (Minas Gerais) em 1973 (MACHADO, 2004), onde também foi feito o primeiro diagnóstico por Costa et al (1973). Posteriormente, a doença foi relatada acometendo aproximadamente 20 a 30% dos cães atendidos em hospitais e clínicas veterinárias dos estados do Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo (TRAPP et al., 2002; DAGNONE et al., 2003; LABARTHE et al., 2003; BULLA et al., 2004). A Erliquiose canina é uma doença recentemente confirmada como zoonose, também conhecida como doença do cão rastreador, pancitopenia canina tropical, febre hemorrágica canina e tifo canino (VINHOLI, 2000). O reconhecimento como potencial causa de doença em humanos na década de 80, estimulou as pesquisas desse agente. A detecção de outras espécies próximas, combinada com a aplicação cada vez maior de técnicas de biologia molecular, culminou num maior número de publicações e descobertas, que resultaram na reclassificação das erliquias (COHN, 2003). As espécies dentro do gênero Ehrlichia foram divididas em formas monocíticas (E. canis, E. risticii), formas granulocíticas (E. ewingii e E. equi) e formas trombocíticas (Anaplasma platys), embora essa divisão demonstre limitações, pois a infecção por uma espécie pode ocorrer em mais de um tipo celular (COHN, 2003). Uma classificação mais

10 objetiva tem utilizado a seqüência homóloga do RNA ribossomal (rrna) em genes, para determinar o parentesco genético de vários organismos. Muitos organismos previamente incluídos no gênero Ehrlichia têm sido reclassificados e dirigidos para outros grupos genéricos e distribuídos dentro das famílias Anaplasmataceae e Rickettsiaceae. A família Anaplasmataceae possui quatro gêneros: Ehrlichia, Anaplasma, Neorickettsia e Wolbachia. Conforme a reclassificação realizada, o genogrupo 1 mantém o nome genérico Ehrlichia, enquanto membros do genogrupo 2 mudaram de Ehrlichia para Anaplasma, e membros do genogrupo 3 tornaram-se Neorickettsia. (DUMLER et al., 2001). O ciclo da E. canis, começa com a inoculação do agente no cão pelo carrapato R. sanguineus, no momento do repasto sanguíneo. A E. canis penetra nas células mononucleares sob a forma de corpúsculos elementares. Posteriormente, multiplica-se nos fagolisossomos celulares desenvolvendo seguidamente em dois estágios, os corpúsculos iniciais e as mórulas (POPOV et al., 1998; SANTÁREM, 2003). Tanto os animais com infecção crônica, como os carrapatos que permanecem infectados por longos períodos podem ser considerados reservatórios da Ehrlichia canis (ANDREREG & PASSOS, 1999). Gatos jovens são suceptíveis ao agente, manifestando enfermidade semelhante à dos cães apesar de serem poucos os relatos na espécie. Na África do Sul, foram identificados gatos que possuíam anticorpos anti-ehrlichia canis (ALMOSNY et al., 1998; ALMOSNY & MASSARD, 2002). Além dos gatos, outros mamíferos, como roedores, podem exercer papel de reservatório, justificando a característica epizóotica da erliquiose canina (ANDEREG & PASSOS, 1999). O carrapato se infecta ao ingerir leucócitos circulantes contendo o agente. Isto geralmente ocorre na segunda ou terceira semana de infecção do cão (fase aguda), pois no início há maior quantidade de leucócitos infectados. A E. canis se multiplica nas células epiteliais do intestino, hemócitos e nas células das glândulas salivares. Ocorre transmissão transestadial, mas não transovariana, fazendo do cão o principal reservatório do agente. Dessa forma, a transmissão para o hospedeiro vertebrado ocorre pelos estágios de ninfa e adulto (GROVES et al., 1975). Recentemente, Bremer et al. (2005) demonstraram experimentalmente que machos adultos de R. sanguineus, sem a presença da fêmea, podem se infectar e transmitir (transmissão intraestadial) a doença a diferentes cães de um mesmo local. Os sinais clínicos observados são resultado da resposta imunológica do cão por conseqüência da infecção. Esta doença é dividida em três fases: aguda, subaguda e crônica. Seu tratamento depende essencialmente de um diagnóstico precoce, pois a doença debilita o

11 animal gradativamente. Várias drogas são utilizadas, sendo a doxiciclina o antibiótico de escolha dos clínicos veterinários de pequenos animais no tratamento desta infecção (DAGNONE, 2001). O exame clínico acompanhado do histórico e de exames complementares representam a tríade fundamental para uma abordagem inicial segura do paciente. Exames laboratoriais rotineiros são utilizados como importante ferramenta diagnóstica (MEYER et al., 1995). Conforme Ewing et al., (1996) para se realizar o diagnóstico da doença o parasita deve ser detectado em microscopia óptica, através de hematoscopia, utilizando-se esfregaços sangüíneos corados pelo método May-Grunwald-Giemsa. Kakoma et al. (2000) consideraram que não existe uma padronização internacional para o diagnóstico da Erliquiose canina e que o desenvolvimento de novas técnicas, com baixos custos operacionais e de fácil execução pelo clínico torna-se importante para a confirmação da doença em sua fase inicial, aumentando as chances de tratamento e cura dos animais. Este trabalho tem como objetivo expor sobre a Erliquiose canina, discorrendo de maneira compreensiva sobre seus aspectos epidemiológicos, os sinais clínicos, formas de diagnóstico, etiopatogenia e tratamento desta doença, a qual atualmente vem sendo classificada sob o ponto de vista clínico veterinário e da saúde pública como uma importante e emergente zoonose.

12 2. REVISÃO DE LITERATURA 2.1 ETIOPATOGENIA O gênero Ehrlichia, pertencente à família das Rickettsiaceae, constitui bactérias intracelulares obrigatórias dos leucócitos (monócitos e polimorfonucleares) ou trombócitos. Estas rickettsias infectam essencialmente os animais, existindo espécies que acometem naturalmente os canídeos, eqüídeos, ruminantes, e o homem (VIGNARD, 2003). A Ehrlichia canis é um microorganismo intracelular obrigatório, que pode ser encontrado isolado, em colônias compactas ou formando mórulas em leucócitos mononucleares (BULLA et al., 2004), gerando uma bactéria que apresenta tropismo por células hematopoiéticas (SKOTARCZAK, 2003). A Ehrlichia contempla cinco espécies: E. canis, E. chaffeensis, E. ewingii, E. muris e E. ruminantium (DUMLER et al., 2001). Uma possível sexta espécie foi identificada recentemente por Shibata et al. (2000) no Japão, onde foi isolada de carrapatos Ixodes ovatus, sendo designada como Ehrlichia OIE. São bactérias gram-negativas, parasitas intracelulares obrigatórios de células hematopoiéticas maduras ou imaturas, especialmente do sistema fagocitário mononuclear, tais como monócitos e macrófagos, e para algumas espécies, neutrófilos e células endoteliais (DUMLER et al., 2001). A única espécie descrita até o momento no Brasil é E. canis, agente etiológico da erliquiose monocítica canina (EMC). Seu primeiro relato no país foi feito por Costa et al. (1973) em Belo Horizonte. A doença vem sendo relatada em vários estados, acometendo aproximadamente 20 a 30% dos cães atendidos em hospitais e clínicas veterinárias (TRAPP et al. 2002; DAGNONE et al., 2003; LABARTHE et al., 2003; BULLA et al., 2004). Nos carrapatos a E. canis tem transmissão transestadial. As larvas e ninfas se infectam quando se alimentam em um cão com a fase aguda da doença, pela ingestão de leucócitos infectados (DAGNONE, 2001). Tais ricketsias se disseminam pelos organismos do carrapato através dos hemócitos do intestino, indo para a glândula salivar (TILLEY & SMITH, 2003). No carrapato, as erliquias se disseminam por hemócitos do intestino para a glândula salivar. Durante a alimentação, os carrapatos inoculam a secreção salivar contaminada com

13 erlíquias no interior do sítio de alimentação no hospedeiro. Todos os três estágios podem transmitir a doença (larva, ninfa e adulto) (SMITH et al., 1976). Os carrapatos sobrevivem como adultos sem se alimentar de 155 a 568 dias, e podem transmitir a infecção por até 155 dias após se tornarem infectados (DAGNONE, 2001). Os hospedeiros vertebrados mais comuns são os da família Canidae (cães, coiotes, raposa e chacal). Cães em áreas endêmicas e aqueles que são transportados para estas regiões são susceptíveis à doença (KEEFE et al., 1982). Nelson e Couto (1992) confirmam que o principal vetor e reservatório da E. canis é o Rhipicephalus sanguineus, o qual pode transmitir os microorganismos por mais de cinco meses após o ingurgitamento com o sangue infectado. A E. canis passa por um período de incubação de uma a três semanas levando aos três estágios da doença (TILLEY & SMITH, 2003). A fase aguda (início da infecção), subclínica (geralmente assintomática) e crônica (nas infecções persistentes) (STADES, 1999). A fase aguda por E. canis ocorre aproximadamente de 8 a 20 dias após a infecção, e dura de duas a quatro semanas (TROY & FORESTER, 1990; ANDEREG & PASSOS, 1999; STILES, 2000; NELSON & COUTO, 2001). Durante este período, o microorganismo replica-se nas células mononuleares da circulação, e o parasita dissemina-se para órgãos como baço, fígado e linfonodos, infectando os fagócitos mononucleares. Nesta fase ocorre trombocitopenia entre 10 a 20 dias pós-infecção e um aumento no número de plaquetas imaturas circulantes, que persiste por toda doença na maioria dos animais. A trombocitopenia deve-se à diminuição da meia-vida das plaquetas, resultante da sua destruição, decorrente da estimulação do sistema imunológico, da cascata de coagulação e, em parte, devido a resposta inflamatória. A própria infecção por E. canis causa lise de plaquetas, porém casos sem trombocitopenia podem ocorrer. Na fase aguda raramente observa-se leucocitose. (ANDEREG & PASSOS, 1999; STILES, 2000). Quando o cão sobrevive à fase aguda, instala-se a fase subclínica que dura aproximadamente de seis a nove semanas, progredindo para a fase crônica, com trombocitopenia devido a disfunção da agregação plaquetária, leucopenia seguida de leucocitose e monocitose. (TROY & FORESTER, 1990; ANDEREG & PASSOS, 1999; STILES, 2000; NELSON & COUTO, 2001). Segundo Dagnone, (2001) nesta fase os sinais clínicos desaparecem, mas a riquétsia se mantém no organismo, podendo persistir por anos. A fase crônica instala-se devido a ineficiência do sistema imune do hospedeiro. A principal característica desta fase é a hipoplasia da medula óssea resultando em anemia

14 aplásica, assim como monocitose, linfocitose e leucopenia. (TROY & FORESTER, 1990; ANDEREG & PASSOS, 1999; STILES, 2000). 2.2 SINAIS CLÍNICOS Diversos sinais clínicos são associados à erlichiose monocítica canina. Estes sinais são influenciados pela cepa infectante, imunidade individual, idade e raça do cão, reexposição ao agente, presença de co-infecções e provavelmente também a fatores ainda desconhecidos (KUEHN & GAUNT, 1985; GREENE & HARVEY, 1990; BREITSCHWERDT et al., 1998; COHN, 2003). Após o período de incubação, que varia de 7 a 21 dias, os achados consistem em: letargia, depressão, anorexia e perda de peso, febre, sangramento espontâneo (espirros e epistaxe), desconforto respiratório, ataxia, inclinação da cabeça, dor ocular (TILLEY et al., 2003). Na fase aguda os sinais clínicos e os achados do exame físico resultam principalmente da hiperplasia linforreticular disseminada e das anormalidades hematológicas. Por conseguinte, hipertermia, linfoadenopatia generalizada, esplenomegalia, hepatomegalia, dispnéia, sinais neurológicos causados por meningoencefalite, uveíte anterior, coriorretinite, petéquias e equimoses devidas à trombocitopenia (BIRCHARD & SHERDING, 2003). Ocasionalmente, a forma aguda pode não ser percebida pelo proprietário, pois é temporária e comumente em pacientes imunocompetentes resolve-se em uma a duas semanas sem tratamento (NELSON & COUTO 1994; BREITSCHWERDT 1997, VIGNARD-ROSEZ et al 2001). A fase sub-clínica é geralmente assintomática, podendo ocorrer algumas complicações como depressão, hemorragias, edema de membros, perda de apetite e palidez de mucosas (WOODY, 1991). Um animal imunocompetente pode eliminar o microorganismo nesta fase, que pode durar meses ou anos, sem a utilização de antibióticos. Caso o cão seja submetido a estímulos estressantes ou tratamentos imunossupressores, ocorrerá a progressão para fase crônica. (COUTO 1992; IRWIN 2000). A fase subclínica ocorre entre 40 e 120 dias, podendo durar até alguns anos sem sinais clínicos ou com leve trombocitopenia (SKOTARCZAK, 2003).

15 Na fase crônica os sinais desenvolvem-se de um a quatro meses após a inoculação do organismo e refletem hiperplasia linforreticular e anormalidades hematológicas (BIRCHARD & SHERDING, 2003). São variáveis em gravidade e não específicos, incluindo acentuada anorexia e perda de peso, emaciação, tendências hemorrágicas (epistaxe), infecções secundárias em decorrência da imunossupressão, glomerulopatia e falha renal, poliartrite, sinais neurológicos (meningoencefalite) e manifestações oculares (opacidade da córnea, uveíte anterior, hemorragias retinianas). (BREITSCHWERDT, 1997; IRWIN, 2000). A E. canis possui predileção por células encontradas na micro vascularização dos pulmões, rins e meninges de cães (HOSKINS, 1997; HARRUS et al., 1997) sendo a epistaxe causada por hemorragias características dos pulmões ou da mucosa nasal (RIKIHISA et al., 1993). 2.3 DIAGNÓSTICO O diagnóstico da erlichiose canina é feito baseado na associação dos achados clínicos, provas laboratoriais e sorologia. Quando realizado no estágio inicial da infecção, oferece um bom prognóstico para os animais. A ehrlichiose canina pode ser detectada através de esfregaços de amostras de sangue periférico coradas pelo método de Gemsa ou Wright, onde são evidenciadas inclusões citoplasmáticas denominadas mórula (ALVES et al., 1994; SEIBERT et al., 1997; ANDEREG & PASSOS, 1999; IRWIN, 2000; ARISTIZABAL & OCHOA, 2008). Na fase aguda encontram-se: trombocitopenia (antes do início dos sinais clínicos), anemia, leucopenia ou leucocitose e monocitose, mórulas e alterações inespecíficas (aumentos leves na alanina aminotransferase (ALT), fosfatase alcalina (FA), uréia sanguínea, creatinina e bilirrubina total), hiperglobulinemia, hipoalbuminemia (geralmente decorrente de perda renal), proteinúria (com ou sem azotemia). Já na fase crônica encontram-se: pancitopenia, hiperglobulinemia, hipoalbuminemia, uréia sanguínea e creatinina elevadas (decorrentes da nefropatia primária devido à glomerulonefrite). (CORRÊA & CORRÊA, 1992). Trombocitopenia é o mais proeminente e consistente achado hematológico que ocorre na erliquiose monocítica (HARRUS et al., 1997). De acordo com MEYER et al., (1995) a trombocitopenia é clinicamente seguida pelo achado de hemorragias petequiais

16 eequimóticas nas membranas, mucosas ou pele, sendo confirmada pela contagem de plaquetas. Outras alterações laboratoriais que podem ser observadas nas três fases são hipoalbuminemia; azotemia; elevação das enzimas séricas ALT, FA, proteínas C-reativas (CRP) e alfa-1-ácido-glicoproteínas (AAG); e aumento da bilirrubina total (GREENE & HARVEY, 1990; COHN, 2003). O teste sorológico é o clinicamente mais útil e confiável para diagnóstico. Segundo Bichard e Sherding (1998), o teste sorológico para E. canis é altamente sensível, embora seja possível uma reatividade cruzada suave com outros microorganismos rickettisiais, considerando-se diagnósticos títulos maiores que 1:10. Podem-se não detectar títulos diagnósticos em até duas a três semanas após a inoculação do agente. Como no caso de outras doenças infecciosas, os títulos altos não conferem proteção contra reinfecção. Outro método de diagnóstico é o aspirado da medula óssea como mostra o trabalho feito por Silva (2001), onde a presença de mórulas intracitoplasmáticas de E. canis foi evidenciada em esfregaços corados da punção aspirativa da medula óssea em cães naturalmente e experimentalmente infectados. O cultivo de E. canis foi realizado em células DH82 (TORRES et al., 2002) e em monócitos de sangue periférico canino (SAITO, 2003), sendo um método sensível na detecção de infecção aguda precoce e crônica, porém laboriosa e com resultados positivos a partir de 14 até 40 dias de cultivo. Dessa forma, a detecção molecular do agente da Erliquiose Monocítica Canina (EMC) tem sido realizada pela reação em cadeia da polimerase (PCR) e nested PCR (npcr), identificando cães experimentalmente (fase aguda precoce) e naturalmente infectados, em fase crônica e em vetores ixodídeos, com maior sensibilidade e especificidade no diagnóstico da EMC (ALVES et al., 2002; BULLA et al., 2002; DAGNONE et al., 2001). Harrus et al. (1996a) descreveram algumas possíveis causas de alterações nas frações das proteínas do soro. Para a hipoalbuminemia, os autoresdescreveram como possíveis causas a: anorexia, vasculite e proteinúria. As globulinas α1 e α2 podem se apresentar aumentadas devido a inflamações agudas, afecções hepáticas, necrose e até neoplasias. Com relação as globulinas β1 e β2 o mesmo autor citou que não possuem uma explicação exata para suas alterações séricas, entretanto Kaneko et al, (1997) e Trhall, (2007) descreveram que estas podem estar elevadas quando ocorre doença crônica. 2.4 TRATAMENTO

17 O tratamento da erliquiose consiste no uso de agentes anti-rickettsiais e terapia de suporte. Existem várias drogas utilizadas eficientemente, tais como os antibióticos da classe das tetraciclinas e seus derivados. Estes constituem drogas de eleição no tratamento de infecções para todas as espécies de Ehrlichia, mostrando serem bastante efetivas em todas as fases da doença (ANDEREG & PASSOS, 1999). Segundo Tilley et al. (2003), a terapia de suporte deve incluir a correção da desidratação com solução eletrolítica balanceada e se necessário transfusão sanguínea, indicada no caso de anemia ou transfusão de plasma rico em plaquetas, indicado em casos de hemorragia resultante de trombocitopenia. A transfusão sangüínea está indicada quando há carência de algum componente do sangue. A indicação clínica para a transfusão se baseia no exame clínico acompanhado da determinação do hematócrito ou volume globular (VG), da dosagem de hemoglobina e da contagem do número de hemácias (ANDRADE, 1997). Quando se realiza uma transfusão de sangue completo, é necessário o uso de filtros e kits de administração apropriados para reter o sangue coagulado ou resíduos. O sangue deve ser aquecido antes da administração e nos primeiros 30 minutos deve-se manter a velocidade lenta (0,25ml/kg) para observar qualquer reação de incompatibilidade. A velocidade de infusão depende do estado de hidratação do paciente (BIRCHARD & SHERDING, 2003). A doxiciclina é a tetraciclina mais usada pela praticidade de administração e baixa toxicidade. Doxiciclina (10mg/kg B.I.D) via oral, durante 28 dias, é o tratamento de eleição, embora o dipropionato de imidocarb (5mg/kg) via subcutânea, em duas aplicações com intervalo de 15 dias também seja eficaz (MORAES et al., 2004). Segundo Harrus et al. (2001), o tratamento longo de 28 a 42 dias com doxiciclina oral, eliminou a rickettsia em três dos quatro cães infectados estudados. O imidocarb é uma carbanilida, cuja ação baseia-se na alteração morfológica e funcional do núcleo e do citoplasma do parasito. É altamente efetivo em cães com erliquiose refratária e cães com infecções mistas com E. canis e B. canis (SOUZA, 2004). Glicocorticóides como prednisolona ou prednisona na dose de 1-2 mg/kg, VO, a cada 12 horas durante 5 dias; podem ser indicados nos casos de anemia e trombocitopenias de caráter imunomediado. Os esteróides androgênicos são utilizados para estimular a produção da medula óssea em cães afetados cronicamente. Já as oximetolona (2 mg/kg, cada 24 horas, VO, até a resposta) ou decanoato de nandrolona (1,5 mg/kg IM, semanalmente) utilizados para estimular a eritropoiese (CORRÊA & CORRÊA 1992).

18 Pode-se utilizar vitaminas do complexo B como estimulantes inespecíficos do apetite ou diazepam, intravenoso ou oral, a 5 mg/kg, dez minutos antes de oferecer o alimento, com o intuito de estimular o apetite e combater a anorexia (CORRÊA e CORRÊA, 1992). Com o inicio do tratamento no tempo adequado, a resposta clínica ocorre geralmente 48 horas após o uso da doxiciclina, mas na forma crônica pode levar 3 a 4 semanas (BIRCHARD & SHERDING, 2003). Devido à falta de imunidade protetora e latência de E. canis, em muitos animais, torna-se necessária e recomendável a avaliação da eliminação terapêutica do agente para evitar agravamentos ou o estado de portador crônico (IQBAL & RIKIHISA, 1994). Existem relatos de isolamento do DNA de E. canis 34 meses após a inoculação experimental e os cães encontravam-se aparentemente sadios (HARRUS et al., 1998a). A contagem de plaquetas é considerada um indicador seguro da recuperação do animal, pois a plaquetometria geralmente se normaliza dentro de duas a quatro semanas de tratamento (IQBAL & RIKIHISA, 1994b). A PCR pode determinar se um antibiótico é eficiente na eliminação de E. canis ao demonstrar a presença de seu DNA antes e ausência depois do tratamento. Os resultados obtidos com a PCR podem ser complementados com resultados de outros testes e também com o perfil hematológico do animal, especialmente a plaquetometria (BREITSCHWERDT et al., 1998; HARRUS et al., 1998b). 2.5 PROFILAXIA E CONTROLE A prevenção da doença é muito importante nos canis e nos locais de grande concentração de animais. Devido à inexistência de vacina contra esta enfermidade, a prevenção é realizada através do tratamento dos animais doentes e do controle do vetor da doença: o carrapato. Para tanto, produtos carrapaticidas ambientais e de uso tópico são bastante eficazes. (WOODY, 1991). O controle da infestação por carrapato pode ser feito através de banhos de imersão ou spray que contenham diclorvós, clorfenvinfós, dioxationa, propoxur ou carbaril, amitraz e piretróides. Ainda existem coleiras anti-pulga e anti-carrapatos que podem reduzir a reinfestação, mas ainda não se comprovou sua confiabilidade (TILLEY & SMITH, 2003). Quando o animal é submetido a banhos de imersão, deve-se repetir a cada 15 dias, em casos de grandes infestações. Um dos produtos mais utilizados para banhos é o Amitraz.

19 Ele possui alta segurança, pois é pouco absorvido pela pele do animal a menos que haja algum tipo de ferida. Possui como mecanismo de ação a depressão do sistema nervoso do parasito. Ele pode ser usado no ambiente ou como banho nos animais (SCHERING- PLOUGH, 2009). Um dos grandes avanços nos últimos anos na prevenção da infestação por carrapatos é a utilização do Fipronil. Ele pode ser usado de forma tópica aplicando na linha do dorso ou como spray no corpo todo do animal. O fabricante garante proteção contra carrapatos durante 35 dias na forma spray e de 30 dias na forma tópica. Ele pode ser usado em filhotes a partir de oito semanas de idade, em cadelas prenhas ou em lactação e animais idosos. (MERIAL BRASIL, 2007). De acordo com Bichard e Sherding (1998), em áreas endêmicas, podem-se utilizar doses baixas de tetraciclinas ou de doxiciclina durante a estação dos carrapatos (tetraciclinas, 3mg/kg, VO, cada 24h; ou doxiciclina, 1 a 2 mg/kg, VO, cada 24h). Uma forma de prevenção e tratamento das infestações de carrapatos é o uso da ivermectina. A grande maioria dessas zoonoses parasitárias pode ser controlada, com o uso de antiparasitários, como a ivermectina. Derivada da avermectina B, a ivermectina é produzida pela fermentação do Streptomyces avermetilis. As avermectinas foram desenvolvidas com as lactonas macrocíclicas produzidas pela fermentação de vários actinomicetos (SCOTT et al., 1996). A ação das avermectinas dá-se pela potencialização da liberação dos efeitos do ácido gama-aminoburítico (GABA), tornando difícil a neurotransmissão dos estímulos nervosos para os músculos, impedindo, desse modo, a contração das células musculares. O GABA está limitado ao sistema nervoso central (SNC) (ROBERSON, 1992). A ivermectina não ultrapassa a barreira hematoencefálica, na maioria dos animais adultos. É relativamente segura e apresenta ampla margem de eficácia e baixa toxicidade para os mamíferos. Seu uso em filhotes e nas raças collie, shetland sheepdog, old english sheepdog, borzi, border collie, afghand hound, australian shepherd e raças similares é contra-indicado (SCOTT et al., 1996). A toxicidade da ivermectina nessas raças foi descrita pela primeira vez por Nessel em Apesar de numerosas investigações, a causa não tinha sido esclarecida. Recentemente, pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Washington descobriram a causa numa mutação do gene MDR1. Este gene codifica um P-glicoproteina que tem função de bombear os medicamentos para fora do cérebro, de volta para a corrente sanguínea onde eles serão

20 metabolizados com segurança, nos Collies em que esta P-glicoproteina está incompleta o medicamento não pode ser bombeado para fora do cérebro, causando neurotoxidade. (PARODI, 2006). A ivermectina tem aprovação da Food and Drugs Admnistration (FDA) dos Estados Unidos, para cães, em dose mensal baixa de 0,006 mg/kg, por via oral, na profilaxia da dirofilariose. No entanto, nem essa dose nem essa freqüência de administração são eficientes contra os ectoparasitas (ROBERSON, 1992; SCOTT et al., 1996). Quando usadas em doses maiores, vários artrópodes são susceptíveis ao tratamento com a ivermectina (ROBERSON, 1992). O combate ao carrapato deve ser intensivo e durante um longo período de tempo. Nos meses mais quentes, a infestação pode voltar e os cuidados devem ser redobrados. Nas áreas em que há carrapatos em qualquer época do ano, o tratamento deve ser constante (PARISI, 1998).

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