Os meus Pais já não vivem Juntos Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os meus Pais já não vivem Juntos Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados"

Transcrição

1 Os meus Pais já não vivem Juntos Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados NELLY ALMEIDA & Susana Monteiro CONGRESSO OPP: 20 de abril Introdução No âmbito da consulta clínica, o CEFIPSI tem intervindo em numerosas problemáticas. Nos últimos anos, o divórcio é uma área que surge recorrentemente e por isso o CEFIPSI tem vindo a desenvolver grupos de apoio para crianças e jovens de pais divorciados. Sabe-se que em Portugal o número de divórcios tem aumentado consideravelmente nos últimos anos. Dados do Instituto Nacional de Estatísticas deste ano confirmam que entre 1990 e 2010, o número de divórcios triplicou. Assim se justifica a pertinência de se investir em meios sociais e humanos no apoio a esta família. A intervenção do CEFIPSI com esta população deu origem à publicação de um livro intitulado Os meus Pais Já não Vivem Juntos. Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados, da autoria de Nelly Almeida e Susana Monteiro, ambas Psicólogas no CEFIPSI e responsáveis pelo desenvolvimento de intervenções clínicas com esta população, através da Editora Coisas de Ler. Processo de Divórcio Para o desenvolvimento das intervenções, um dos modelos teóricos de referência na área do divórcio é o Modelo de Wallestein e Blakeslee (1989), que apresenta o divórcio em três fases: 1. Separação: Nesta fase, a frequência das discussões conjugais é aumentada e termina com o abandono do lar por um dos pais. Verifica-se uma grande desorganização familiar na qual as crianças são muitas vezes testemunhas de agressões físicas e verbais entre os pais. O casal desorganizado está geralmente menos atento às necessidades dos seus filhos. 2. Reconstrução: Estádio transicional em que pais e filhos procuram reconstruir as suas vidas. 3. Estabilização: A família volta a encontrar alguma estabilidade. No entanto, apesar de voltarem às suas atividades diárias, estas famílias são geralmente mais vulneráveis do que as famílias ditas intatas uma vez que podem existir maiores dificuldades económicas, menos apoios externos, assim como dificuldades ligadas à monoparentalidade.

2 Outros modelos mais recentes, como é o caso do modelo de Isolina Ricci (2004), apresentam o divórcio de forma mais detalhada: ψ Estádio 1: O Lar de Sonho Mãe, pai e filhos vivem na mesma casa e existem sentimentos de respeito, confiança e amor. ψ Estádio 2: Problemas no Lar Discórdias prolongadas levam à diminuição dos sentimentos de confiança e respeito e ao aumento das tensões até níveis insustentáveis. ψ Estádio 3: O Lar que se Divide Cada vez mais existe desrespeito e desconfiança no casal. Embora o lar não esteja totalmente dividido, é iniciada a separação. ψ Estádio 4: O Lar Dividido Dá-se a separação física. ψ Estádio 5: A Casa da Mãe, A Casa do Pai Este estádio pode tornar-se o mais difícil e o mais prolongado. Surgem mudanças nos rendimentos, nas profissões, nos hábitos pessoais, nas amizades e nas rotinas. ψ Estádio 6: A Casa da Mãe e A Casa do Pai (a) O processo de reconstrução está mais claro e a estabilidade volta ao contexto familiar. ψ Estádio 7: A Casa da Mãe e A Casa do Pai (b) Nesta fase, os adultos já conseguem separar as suas vidas pessoais das suas funções parentais. Assim, verifica-se facilmente que as fases do modelo anterior estão também integradas neste último. Segundo Ricci (2004), o período de maior crise para os pais e filhos numa separação/divórcio situa-se entre os estádios 4 e 5 por corresponderem a fases de grande stress. Os conflitos inter-parentais surgem com maior frequência e intensidade nestas fases e contribuem de forma significativa para o desajustamento psicológico das crianças e jovens, prejudicando as relações entre pais e filhos (Pruett, Williams, Insabella & Little, 2003; DeLucia-Waack & Gellman, 2007). Por um lado, é comum os filhos envolverem-se nas discussões dos pais, por outro, são geralmente comprometidas as práticas educativas parentais. É ainda muitas vezes visível os progenitores dirigirem neste período as suas emoções negativas ao outro, instrumentalizando as crianças e/ou procurando nelas um apoio ou, então, tentando formar uma aliança de forma a compensar os sentimentos de desilusão, raiva, desespero, tristeza e hostilidade associados a este acontecimento de vida marcante (Grych & Fincham, 1997; Margolin, 1996). Assim, os custos emocionais podem tornar-se muito intensos para os adultos em fase de divórcio, o que os torna menos disponíveis e menos atentos às necessidades dos seus filhos. Consequentemente, os filhos encontram-se expostos a perturbações psicológicas mais ou menos profundas pelo que será de antecipar uma insatisfação destas crianças e jovens para com as suas vidas.

3 Impacto nas Crianças e Jovens Os sintomas associados a tal mudança familiar podem verificar-se a curto ou a longo prazo, no domínio cognitivo, emocional e/ou comportamental e generalizar-se a vários contextos como o escolar e o social (Herbert, 1996; Margolin, 1996; Kierkus & Baer, 2002; DeGarmo & Forgatch, 2005; Rich, Molloy, Hart, Ginsberg & Mulvey, 2007): Crianças em idade pré-escolar - tristeza, - medo da rejeição e abandono, - medo de ir para a cama, - ansiedade de separação, - recusa de estar só por poucos minutos, - maior necessidade de proximidade dos pais, - agressão perante outras crianças e/ou irmãos. Crianças em idade escolar - tristeza, zanga e raiva frequentemente dirigida ao progenitor com quem vive, - idealização do outro progenitor. Pré-adolescentes - maior dificuldade em expressar o seu sofrimento, - camuflagem da dor, - investimento em jogos ou atividades fora do ambiente familiar, - comportamentos de risco. Adolescentes - depressão, - distanciamento da família, - os amigos são considerados como refúgios por promoverem um sentido de estabilidade, - preocupações acerca das suas relações pessoais, amorosas e sexualidade, - comportamentos de risco. Em particular, um estudo recente (janeiro de 2012) efetuado por Fagan e Churchill confirma o impacto negativo do divórcio nas crianças e jovens. Segundo eles: 40% das mães divorciadas sentiram a sua relação com os filhos prejudicada; 50% das crianças de pais divorciados afirmaram não ter visto o pai no último ano; os filhos de casais divorciados são 26% mais propensos a abandonar o 3º ciclo do ensino básico do que as crianças de famílias intatas ; 33% dos estudantes universitários oriundos de famílias divorciadas obtêm o diploma, em comparação com 40% dos seus colegas de famílias intatas. há um maior risco dos filhos de pais divorciados se envolverem em comportamentos delinquentes; os filhos de pais divorciados têm maior probabilidade de enfrentarem dificuldades financeiras. Assim, seguem as competências relevantes de serem trabalhadas numa intervenção (individual e/ou em grupo) com tais crianças e jovens: Expressão emocional Resolução de problemas Relações com os pares Autoconceito e questões de identidade

4 Questões escolares Relações familiares Programa de Intervenção Tendo em conta todo o referencial teórico, o CEFIPSI desenvolveu um programa de intervenção para crianças e jovens de pais divorciados que envolve sessões em grupo e sessões individuais. A intervenção em grupo tem alguns benefícios em relação à intervenção individual, entre os quais, a rentabilização de recursos, a normalização do acontecimento entre os pares (que facilita o sentido de compreensão mútuo) e a maior facilidade em identificar e potenciar os recursos do grupo na mudança individual. No entanto, é importante a manutenção de sessões individuais para trabalhar questões pessoais, divergentes dos objetivos do grupo, e/ou que os participantes não queiram partilhadas em contexto de grupo. Ainda, as sessões individuais ajudam na avaliação contínua da integração e bem-estar de cada elemento no grupo. O programa apresentado está preparado para ser aplicado a duas populações: as crianças em idade escolar e adolescentes, e foi posto em prática nas instalações da Junta de Freguesia do Forte da Casa, entidade parceira do CEFIPSI. Em termos logísticos, as sessões têm a duração de 90 minutos, sendo este considerado pelas técnicas o timing ideal para abordar temáticas-chave e promover o insight terapêutico. No entanto, as sessões são programadas para duas horas, facultando 30 minutos para um lanche-convívio, utilizado como estabilizador emocional depois de sessões que podem tornar emocionalmente intensas. A avaliação inicial baseia-se na informação recolhida através de entrevistas aos progenitores e à criança, assim como nas respostas a um questionário qualitativo criado pelas autoras do livro (Almeida & Monteiro, 2012) sobre as reações dos participantes à separação. Com as crianças, o recurso a atividades lúdicoterapêuticos, para além de facilitarem a construção de uma relação de confiança entre a criança e o dinamizador do grupo, promovem a partilha e ventilação emocional. Em contexto do divórcio, a avaliação inicial tem então como objetivos principais: Fazer a anamnese da criança ou do jovem avaliação desenvolvimentista; Conhecer a história da família; Explorar as dinâmicas familiares e aferir a existência de conflitos atuais ou persistentes entre os progenitores; Avaliar as relações entre cada progenitor e os filhos; Conhecer a fase do processo de divórcio em que a família se encontra; Recolher informações sobre a reação de cada membro da família nuclear à situação de separação, com especial destaque para as manifestações comportamentais ou emocionais da criança/jovem e respetivo impacto no seu funcionamento individual, escolar e social;

5 Explorar estratégias educativas dos pais e perceber como reagem às manifestações emocionais e comportamentais dos seus filhos; Perceber as expectativas de cada progenitor e da criança/jovem por participar no grupo de apoio. Para uma correta avaliação é necessário proceder à entrevista clínica junto de cada um dos progenitores (e se possível, caso o relacionamento entre ambos seja cordial o suficiente, numa sessão com ambos presentes), junto da criança/jovem e em sessões conjuntas da criança/jovem com cada um dos seus progenitores. Com estas informações recolhidas em sessões de triagem, é desenvolvida uma baseline, que será comparada com os resultados obtidos após conclusão da intervenção. O programa inclui nove sessões, mais uma opcional. A sessão opcional só é aplicada se, durante o tempo de aplicação do programa de intervenção, se passar por uma data simbólica (aniversário, Natal, Dia do Pai, Dia da Mãe) pois é uma sessão que inclui atividades estritamente relacionadas com as dificuldades em vivenciar tais dias nos primeiros anos após a separação. Na tabela seguinte encontram-se os temas principais das sessões associados os objetivos terapêuticos: Sessão Tema Objetivo geral 1 Integração no grupo Promover a coesão de grupo 2 A separação dos meus pais Facilitar a expressão de emoções associadas ao conceito de família 3 Mudanças vividas Facilitar a aceitação da perda da união familiar 4 As emoções que sinto recursos emocionais Estimular o desenvolvimento de recursos emocionais 5 6 Os pensamentos que tenho recursos cognitivos Os comportamentos que faço - recursos comportamentais Estimular o desenvolvimento de recursos cognitivos Estimular o desenvolvimento de recursos comportamentais

6 7 Novos familiares: padrasto/madrasta, irmãos por afinidade e meiosirmãos Preparar para a aceitação de novos relacionamentos amorosos dos progenitores e de meios-irmãos 8 Aceitação da situação familiar Facilitar a integração da situação familiar nas suas histórias de vida 9 Os meus amigos no grupo Facilitar o reconhecimento de recursos criados com a participação no grupo. Adicional/opcional Datas festivas/simbólicas Promover a aceitação da mudança no festejo de datas especiais Como exemplo de dinâmicas utilizadas na concretização destes objetivos, existe a Balança das Mudanças que permite aos participantes pesar os aspetos positivos e negativos que decorrem da separação dos pais. Esta dinâmica facilita a interiorização da noção de que nem tudo o que advém de um divórcio é necessariamente negativo, e por isso é a consciencialização da melhoria do ambiente familiar que muitas vezes surge associado ao distanciamento e redução dos conflitos inter-parentais. Uma outra atividade proposta mais perto do final da intervenção, vem na perspetiva de facilitar a integração de tal acontecimento nas suas histórias de vida: as Pegadas. Os participantes devem, nesta atividade, escrever nas pegadas aquilo que esperavam para o futuro, os seus planos, objetivos, etc. Deste modo, pretendese orientar os participantes para o futuro na perspetiva de os ajudar a desenvolverem um projeto de vida, integrando a separação dos seus progenitores como parte integrante. Na última sessão, todos os participantes podem reencontrar todas as atividades desenvolvidas no grupo sob a forma do Diário de Grupo, incluído no Saquinho do Bem-Estar. Tal ferramenta é entregue aos participantes de modo a poderem relembrar após o término do grupo as aprendizagens aí vividas e assim consolidálas. Um cuidado importante a atender é que este programa não deve ser visto como um manual universal a utilizar com todas as crianças e jovens de pais divorciados. Trata-se apenas da compilação das estratégias consideradas mais eficazes para o alcance dos objetivos que a literatura justifica como sendo os mais importantes de serem trabalhados com esta população.

7 Para a avaliação da eficácia deve-se recorrer a metodologias semelhantes àquelas utilizadas na avaliação inicial. Assim, os técnicos devem centrar-se na informação recolhida junto dos progenitores e dos próprios participantes, tal como foi feito nas sessões de triagem. Nomeadamente, devem estar atentos a: Nível de compreensão e aceitação da realidade de separação; Facilidade em abordar o tema da separação e em falar do outro progenitor; Forma como se relaciona com ambos os progenitores, irmãos, meios-irmãos, novos companheiros dos pais; Disposição geral (e.g. alegria, boa-disposição, tristeza, revolta); Nível de preocupação com assuntos relacionados com a separação e capacidade de envolvimento noutras tarefas (escola, saídas, relações com amigos, tempos livres...); Indicadores comportamentais associados a uma maior ou menor facilidade na aceitação da realidade familiar (são indicadores positivos a facilidade em abordar o tema da separação, a existência de relações pacíficas com cada progenitor, a vontade de estar com ambos os progenitores ); Aquisição de estratégias adaptativas para ultrapassar sentimentos negativos (por exemplo: pedir ajuda a um adulto significativo, adotar estratégias de relaxamento, conseguir refletir sobre a situação e gerir emoções associadas à mesma ); Entusiasmo e envolvimento demonstrado para ir às sessões de grupo. Para as crianças mais novas, foram criadas escalas mais atrativas e de fácil compreensão de modo a facilitar a recolha do seu feedback ( Quanto é que eu gostei do grupo? e Quanto é que o grupo me ajudou? a consultar em Almeida & Monteiro). Ainda, para além da comparação dos resultados em função da avaliação inicial (questionários e entrevistas), o programa inclui uma dinâmica em todas as sessões que permite fazer uma avaliação contínua a Caixinha dos Bons Momentos, na qual os participantes têm que colocar um papelinho no final de todas as sessões com o que tinham gostado mais de fazer durante aquela sessão. E, para isso, podem remeter para uma atividade ou para um momento específico (ter dito algo, ter recebido ajuda de X, etc.). Esta dinâmica permite aos dinamizadores recolherem o feedback dos participantes sobre o impacto das sessões nos próprios. Apresentação de Resultados Na impossibilidade de apresentar neste texto os resultados da avaliação da eficácia deste programa uma vez que foi aplicado em diferentes versões, pelas adaptações necessárias às populações/grupos e por existirem sessões individuais em simultâneo que tornariam complexo o exercício de distinguir os resultados oriundos de um tipo de intervenção e de outro, opta-se por apresentar os resultados

8 de uma adolescente que nos parecem exemplificativos dos indicadores a atender aquando a avaliação da eficácia neste tipo de intervenções. Deste modo, foram criadas várias categorias em função dos objetivos iniciais do grupo, nas quais foram ordenados os resultados recolhidos em entrevistas e nas verbalizações das próprias sessões: Categorias Compreensão do acontecimento familiar: Respostas Os progenitores reconhecem em entrevistas pós-grupo uma maior compreensão do sucedido. Desenvolvimento de estratégias de coping para lidar com o divórcio: Como eu estava sempre a chorar, resolvi dançar, cantar, pensar nos amigos, no namorado, em muitas coisas boas. Hoje em dia ainda penso na separação dos meus pais ( ) ao ir à psicóloga, falar com as minhas amigas e com os meus tios, eu consigo ultrapassar a separação dos meus pais muito melhor. Relação com progenitores e irmãos: Falamos mais uma com a outra. Nota: Este participante não tinha irmãos. Relação com novos companheiros: Mãe, eu gosto que tenhas um namorado, que refaças a tua vida ( ) mas sinto que não vou ter aquela atenção, que te vou dividir outra vez! Relações com os pares: União entre amigas, adoro-te Lena. Falo com pessoas com o mesmo problema.

9 Para terminar, sublinha-se que se identificam, de modo transversal nas crianças e jovens dos diversos grupos, melhorias comportamentais, maior facilidade na expressão de sentimentos, criação de laços entre os participantes, melhor compreensão e aceitação da situação de separação dos pais e uma maior capacidade de lidar adequadamente com acontecimentos de vida adversos futuros. Para mais informações sobre este programa de intervenção, assim como para aceder aos materiais lúdicos disponibilizados e capítulo sobre Estratégias para Pais e Professores, adquire o livro em qualquer livraria.

10 BIBLIOGRAFIA Almeida, N. & Monteiro, S. (2012). Os meus Pais já não Vivem Juntos. Intervenção em Grupo com Crianças e Jovens de Pais Divorciados. Coisas de Ler. DeGarmo, D. S., & Forgatch, M. S. (2005). Early development of delinquency within divorced families: evaluating a randomized preventive intervention trial. Developmental Science, 8 (3), DeLucia-Waack, J. L., & Gellman, R. A. (2007). The efficacy of using music in children of divorce groups: Impact on anxiety, depression, and irrational beliefs about divorce. Group Dynamics: Theory, Research, and Practice, 11 (4), Fagan, P. F. & Curchill, A. (2012). The Effects of Divorce on Children. Family Research Council Grych, J. H., & Fincham, F. D. (1997). Children s adaptation to divorce: from description to explanation. In Wolchik, S. A., & Sandler, I. N. (Eds.), Handbook of children s coping (pp ). Plenum Press. Herbert, M. (Ed.) (2004). Delinquency and adolescent offenders. PACTS. Acer Press. Kierkus, C. A., & Baer, D. (2002). A social control explanation of the relationship between family structure and delinquent behavior. Canadian Journal of Criminology, 4 (44), Margolin, S. (1996). Complete group counseling program for children of divorce. Jossey-Bass. Pruett, M. K., Williams, T. Y., Insabella, G., & Little, T. D. (2003). Family and legal indicators of child adjustment to divorce among families with young children. Journal of Family Psychology, 17 (2), Rich, B. W., Molloy, P., Hart, B., Ginsberg, S., & Mulvey, T. (2007). Conducting a children s divorce group: One approach. Journal of Child and Adolescent Psychiatric Nursing, 20 (3), Ricci, I. (2004). Casa da mãe, casa do pai. Construir dois lares para os seus filhos: Um guia para pais separados, divorciados ou que voltaram a casar (J. Boia, trad.). Edições Sílabo (obra original publicada em 1997). Wallerstein, J. S., & Blakeslee, S. (1989). Second chances. Men, women, and children a decade after divorce. New York: Hougton Mifflin Company.

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais Associação promoção do desenvolvimento, tratamento e prevenção da saúde mental Associação Edição online gratuita i dos pais. Folheto Informativo. Vol. 4,

Leia mais

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde.

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Mafalda Ferreira, Margarida Gaspar de Matos, Celeste Simões & Equipa Aventura Social Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Objectivo: Conhecer

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA

Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Portfolio FORMAÇÃO CONTÍNUA Elaboramos soluções de formação customizadas de acordo com as necessidades específicas dos clientes. Os nossos clientes são as empresas, organizações e instituições que pretendem

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 9ª Edição 2013 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia de Casal Débora Kalwana Flávia Verceze Júlia Montazzolli

Leia mais

Terapia cognitiva da esquizofrenia. IX Jornada CELPCYRO Porto Alegre, junho 2012

Terapia cognitiva da esquizofrenia. IX Jornada CELPCYRO Porto Alegre, junho 2012 Terapia cognitiva da esquizofrenia IX Jornada CELPCYRO Porto Alegre, junho 2012 Terapia cognitiva e as medicações Parte do trabalho da TCC é promover o aumento da adesão à medicação. As evidências de melhora

Leia mais

Terapia Comportamental de Casais

Terapia Comportamental de Casais CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Terapia Comportamental de Casais Ana Paula M. Carvalho Cinthia Cavalcante

Leia mais

Cuidados paliativos e a assistência ao luto

Cuidados paliativos e a assistência ao luto Cuidados paliativos e a assistência ao luto O processo de luto tem início a partir do momento em que é recebido o diagnóstico de uma doença fatal ou potencialmente fatal. As perdas decorrentes assim se

Leia mais

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador.

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Violência no namoro Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Poderão surgir algumas DÚVIDAS e PREOCUPAÇÕES: Será que ele/ela gosta mesmo

Leia mais

CATÁLOGO DE ATIVIDADES

CATÁLOGO DE ATIVIDADES 2015 CATÁLOGO DE ATIVIDADES 2 1 1 Fotografia da Capa: Architectural Concepts By Roman Vlasov com Wendy F. Strange In 3dfirstaid Visual Architecture INTRODUÇÃO A SENTIDO DIRECTO desenvolve, de forma sistemática,

Leia mais

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde 1 Carmen Luiza Correa Fernandes e Lêda Chaves Dias Curra Médicas de Família e Comunidade / Terapeutas de Família e Casais

Leia mais

"A ansiedade competitiva"

A ansiedade competitiva "A ansiedade competitiva" Dr. Rolando Andrade, Psicólogo da Seleção Nacional/Liberty Seguros "A mais injusta das condições da guerra está no facto de que as proezas são atribuídas a todos e as derrotas

Leia mais

CONHECENDO A PSICOTERAPIA

CONHECENDO A PSICOTERAPIA CONHECENDO A PSICOTERAPIA Psicólogo Emilson Lúcio da Silva CRP 12/11028 2015 INTRODUÇÃO Em algum momento da vida você já se sentiu incapaz de lidar com seus problemas? Se a resposta é sim, então você não

Leia mais

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental

Avaliação. Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA. MSc. Psicologia. Esp. Neusopsicologia. Esp.Psicopedagogia. Terapeuta Cognitivo-Comportamental Avaliação & Formulação de Caso BETANIA MARQUES DUTRA MSc. Psicologia Esp. Neusopsicologia Esp.Psicopedagogia Terapeuta Cognitivo-Comportamental Coordenadora do Curso de TCC Aplicada a crianças e adolescentes

Leia mais

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*)

Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) 1 Um percurso formativo Fátima Fonseca (*) Este trabalho prende-se com o estudo que fizemos na formação na área das Competências Interpessoais, sendo que o grande objectivo é o de sermos capazes, nas nossas

Leia mais

TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica

TERAPIA DE CASAIS. A Terapia Comportamental de Casais (TCC) é uma prática clínica CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA GERAL E ANÁLISE DO COMPORTAMENTO 5PAC016 PSICOLOGIA CLÍNICA NA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO Prof.ª Dra. Maria Luiza Marinho Casanova 1 TERAPIA DE CASAIS

Leia mais

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde

Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde Abordagem familiar e instrumentos para profissionais da Atenção Primária à Saúde 5 Carmen Luiza Correa Fernandes e Lêda Chaves Dias Curra Médicas de Família e Comunidade / Terapeutas de Família e Casais

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

Boa Saúde. crianças, como lidam com suas dificuldades e decepções?

Boa Saúde. crianças, como lidam com suas dificuldades e decepções? Amigos do Zippy Boa Saúde Nós cuidamos muito da saúde física das nossas crianças - cuidamos para que comam bem, estejam agasalhadas no tempo do frio, as motivamos para a prática de esportes e para se

Leia mais

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo

Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo 2013 Transição para a parentalidade após um diagnóstico de anomalia congénita no bebé: Resultados do estudo Ana Fonseca, Bárbara Nazaré e Maria Cristina Canavarro Pontos de interesse especiais: Porque

Leia mais

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico

Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico Aplicação da terapia cognitiva na depressão: análise de caso clínico * Ana Carolina Diethelm Kley Introdução O objetivo do tratamento em terapia cognitiva no caso dos transtornos afetivos, grupo que engloba

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015

PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PLANO DE ATIVIDADES ANO LETIVO 2014/2015 PLANO DE ATIVIDADES 2 ÍNDICE CARATERIZAÇÃO DO CENTRO DE REURSOS PARA A INCLUSÃO.. 3 FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE RECUSOS PARA A INCLUSÃO 3 CARATERIZAÇÃO DA POPULAÇÃO

Leia mais

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8

Ano letivo 2014/2015. Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano. Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Ano letivo 2014/2015 Planificação da disciplina: Tecnologias de Informação e Comunicação 8º ano Domínio: Comunicação e Colaboração CC8 Aulas Previstas Semestre 32 Subdomínio: Conhecimento e utilização

Leia mais

Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis

Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis Actas do 6 Congresso Nacional de Psicologia da Saúde Organizado por Isabel Leal, José Pais Ribeiro, e Saul Neves de Jesus 2006, Faro: Universidade do Algarve Depressão, ansiedade e stress em sujeitos inférteis

Leia mais

BestKIDS&Teens BestKIDS&Teens Espaço e Centro de Estudos e Explicações em Porto Salvo

BestKIDS&Teens BestKIDS&Teens Espaço e Centro de Estudos e Explicações em Porto Salvo A BestKIDS&Teens tem por objetivo desenvolver em cada criança, adolescente ou jovem o melhor de si próprio, contribuindo para o seu enriquecimento pessoal e emocional, através do reforço da sua autoestima,

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

Escola EB 2,3 de António Feijó

Escola EB 2,3 de António Feijó AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ANTÓNIO FEÍJO Escola EB 2,3 de António Feijó 8.º ANO PLANIFICAÇÃO SEMESTRAL Tecnologias de Informação e Comunicação Ano Letivo 2014/2015 INFORMAÇÃO Domínio Conteúdos Objetivos

Leia mais

A Companhia dos amigos na floresta das emoções

A Companhia dos amigos na floresta das emoções A Companhia dos amigos na floresta das emoções Promoção de competências sócio-emocionais de crianças pré-escolares Caderno Divulgação 2015 Associação A Companhia dos amigos na floresta das emoções Propomos

Leia mais

ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS

ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS ANEXO AO PROTOCOLO DE SERVIÇOS Unidade de Intervenção Especializada em Terapia Familiar e do Casal e Unidade de Peritagens/ Pareceres Psicológicos 1 Definição e Problemáticas Indicadas A. A Unidade de

Leia mais

RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

RESOLUÇÃO DE CONFLITOS RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Todas as relações interpessoais implicam duas pessoas distintas e únicas, pelo que é natural que possam ocorrer situações em que não se está de acordo, em que se têm opiniões e pontos

Leia mais

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015 Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco Plano de Atividades 2015 INTRODUÇÃO Depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas mais montanhas por escalar. (Nelson Mandela) A

Leia mais

- RELATÓRIO - AVALIAÇÃO DO GAP

- RELATÓRIO - AVALIAÇÃO DO GAP 214/1 Avaliação Intercalar - Gabinete de Apoio aos Pais, Avós e Alunos - RELATÓRIO - AVALIAÇÃO DO GAP (Setembro 214 Maio 21) 1. Junho. 21 Apresentação do GAP A Academia de Solidariedade e Cultura Ramiro

Leia mais

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba

Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba Relatório das Ações de Sensibilização do Projeto De Igual para Igual Numa Intervenção em Rede do Concelho de Cuba 1 A dignidade do ser humano é inviolável. Deve ser respeitada e protegida Artigo 1º da

Leia mais

O DIVÓRCIO SEGUNDO CARTER &MC GOLDRICK(1995) O DIVÓRCIO É UMA CRISE DE TRANSIÇÃO;

O DIVÓRCIO SEGUNDO CARTER &MC GOLDRICK(1995) O DIVÓRCIO É UMA CRISE DE TRANSIÇÃO; O DIVÓRCIO SEGUNDO CARTER &MC GOLDRICK(1995) O DIVÓRCIO É UMA CRISE DE TRANSIÇÃO; TORNA-SE MAIS COMUM EMBORA OS CÔNJUGES NÃO ESTEJAM PREPARADOS, SOFRENDO GRANDE IMPACTO FÍSICO E EMOCIONAL; AFETA OS MEMBROS

Leia mais

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês

O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês O paradoxo da creche: lugar de acolhimento, lugar de separação A influência das práticas institucionais na creche sobre a saúde mental dos bebês Regina Orth de Aragão Sumário Breve histórico. O acolhimento

Leia mais

SUPERANDO A DEPRESSÃO RESUMO

SUPERANDO A DEPRESSÃO RESUMO SUPERANDO A DEPRESSÃO Andreza do Ouro Corrêa - andreza.correa@ymail.com Mayara Cristina Costa Mariângela Pinto da Silva Gislaine Lima da Silva - gilisilva@ig.com.br Curso de Psicologia Unisalesiano/ Lins

Leia mais

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz Receitas para a Escola e Família na melhoria do processo educativo: verdade ou provocação? Orlanda Cruz Promovendo a Parentalidade Positiva Cruz Orlanda Parentalidade (positiva) Criar as condições (necessárias,

Leia mais

A Importância da Família na Educação

A Importância da Família na Educação A Importância da Família na Educação Não caminhes à minha frente Posso não saber seguir-te. Não caminhes atrás de mim Posso não saber guiar-te. Educadora Social Dra. Joana Valente Caminha antes a meu lado

Leia mais

A singularidade do apoio aos idosos: cuidadores formais e informais, que articulação? Maria Laurência Gemito

A singularidade do apoio aos idosos: cuidadores formais e informais, que articulação? Maria Laurência Gemito 1 A singularidade do apoio aos idosos: cuidadores formais e informais, que articulação? Maria Laurência Gemito 2 Com início no século passado, foi efetivamente nos últimos anos que se tornou mais visível

Leia mais

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Catarina Paulos Jornadas Litorais de Gerontologia: Intervenção Técnica no Processo de Envelhecimento Amarante, 26 de Setembro de 2007 Conteúdos Conceito

Leia mais

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA A VIA RÁPIDA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO DE EXCELÊNCIA.

PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA A VIA RÁPIDA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO DE EXCELÊNCIA. PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA A VIA RÁPIDA PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL E PROFISSIONAL DA COMUNICAÇÃO DE EXCELÊNCIA. A PNL, é uma área da psicologia que se reveste de um de carácter muito prático e eficaz,

Leia mais

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência)

1. Motivação para o sucesso (Ânsia de trabalhar bem ou de se avaliar por uma norma de excelência) SEREI UM EMPREENDEDOR? Este questionário pretende estimular a sua reflexão sobre a sua chama empreendedora. A seguir encontrará algumas questões que poderão servir de parâmetro para a sua auto avaliação

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

Guia prático para professores

Guia prático para professores Guia prático para professores Não, Não e NÃO! Comportamentos de Oposição e de Desafio em sala de aula Sugestões práticas da: Nem todas as crianças são iguais, já ouvimos dizer muitas vezes.. Desde cedo,

Leia mais

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral

AULA. Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE. npmeneses@gmail.com. Doutora Sónia Rolland Sobral MOTIVAÇÃO DE ALUNOS COM E SEM UTILIZAÇÃO DAS TIC EM SALA DE AULA Natércia do Céu Andrade Pesqueira Menezes UNIVERSIDADE PORTUCALENSE npmeneses@gmail.com Doutora Sónia Rolland Sobral UNIVERSIDADE PORTUCALENSE

Leia mais

i dos pais O SONO NAS CRIANÇAS QUAL A IMPORTÂNCIA DO SONO?

i dos pais O SONO NAS CRIANÇAS QUAL A IMPORTÂNCIA DO SONO? i dos pais O SONO NAS CRIANÇAS É importante perceber que à medida que as crianças crescem e se desenvolvem, a sua rotina do sono também muda. Assim, será possível que um recém-nascido possa dormir cerca

Leia mais

Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Guião de Entrevista N.º1

Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Guião de Entrevista N.º1 Guião de Entrevista N.º1 Apresentação e objectivo da Entrevista. Contextualização Institucional e Académica do Estudo. Relevância/Contributo Científico da Pesquisa. Consentimento Informado. A presente

Leia mais

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização

DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização Comunicação e Colaboração Planificação da Disciplina de Planificação Semestral DOMÍNIO/SUBDOMÍNIOS/ METAS Subdomínio: Conhecimento e utilização OBJETIVOS Explorar sumariamente diferentes ferramentas e

Leia mais

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6

1. Eu tenho problema em ter minhas necessidades satisfeitas. 1 2 3 4 5 6 FIAT Q Questionário de Relacionamento Interpessoal Glenn M. Callaghan Department of Psychology; One Washington Square, San Jose University, San Jose CA 95192-0120 Phone 08) 924-5610 e fax (408) 924 5605.

Leia mais

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional

CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional CQEP Centro para a Qualificação e Ensino Profissional Em março de 2014, o Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) da Escola Secundária de Felgueiras iniciou a sua missão de informar,

Leia mais

Falar sobre as Notícias

Falar sobre as Notícias Centro de Psicologia Aplicada do Exército Falar sobre as Notícias Guia Prático para a Família Militar Elaborado pelo CNúcleo e n t rde o Apoio d e PPsicológico s i c o l o ge i a Intervenção A p l i c

Leia mais

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho

Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Autor - Marta Maria Gonçalves Rosa Co-Autor Maria Celeste Godinho Coimbra, Setembro de 2011 Solicitação para colaboração na preparação da Unidade Curricular Intervenção em Cuidados Continuados II - 4º

Leia mais

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga

AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL. Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL Otília Damaris Psicopedagoga AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA A PARTIR DO DESENHO INFANTIL O desenho é uma das formas de expressão

Leia mais

Cruz Vermelha Portuguesa

Cruz Vermelha Portuguesa FÓRUM NACIONAL ÁLCOOL E SAÚDE FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO TÍTULO DO CAMPO Data de submissão 14 de Março 2014 NOME DA ORGANIZAÇÃO AUTORA DO COMPROMISSO Cruz Vermelha Portuguesa TÍTULO DO COMPROMISSO PREVENIR

Leia mais

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? A grande maioria das pessoas só recorrem à oração quando estão com problemas de ordem material ou por motivo de doença. E sempre aguardando passivamente

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

Considerações Finais. Resultados do estudo

Considerações Finais. Resultados do estudo Considerações Finais Tendo em conta os objetivos definidos, as questões de pesquisa que nos orientaram, e realizada a apresentação e análise interpretativa dos dados, bem como a sua síntese final, passamos

Leia mais

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes

Manual do Voluntário. O Projeto Correspondentes Manual do Voluntário O Projeto Correspondentes A ação proposta pelo projeto Correspondentes é a troca regular de correspondências entre voluntários e crianças ou adolescentes que residem em abrigos ou

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 10ª Edição 2014 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

Aprender a Educar Programa para Pais

Aprender a Educar Programa para Pais Aprender a Educar Programa para Pais 10ª Edição 2014 Ser Pai e Mãe é um desafio constante! O Programa APRENDER A EDUCAR é uma iniciativa da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015

ESCOLA BÁSICA 2 / 3 DE MARTIM DE FREITAS TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 2014 / 2015 TIC Tecnologias de informação e comunicação - Ano lectivo de 204 / 205 SUBDOMÍNIO CC8.. CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO ADEQU ADA E SEGURA DE DIFERENTES TIPOS DE FERRAMENTAS DE COMUNICAÇÃO, DE ACORDO COM AS

Leia mais

- ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar

- ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar - ANEXO B - Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar 6 Planificação do Programa de Promoção de Competências Psicológicas Dança com bem-estar I FASE Apresentação

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Núcleo de Apoio Profissional de Serviço Social e Psicologia Corregedoria Geral da Justiça

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Núcleo de Apoio Profissional de Serviço Social e Psicologia Corregedoria Geral da Justiça I- A Comissão de Abrigo da Comarca de São Paulo A comissão de abrigo é constituída de assistentes sociais e psicólogos da capital que se reúnem desde 2005 sob a coordenação do Núcleo de Apoio Profissional

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Conhece os teus Direitos A caminho da tua Casa de Acolhimento Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL 1 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANTÓNIO FEIJÓ EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR REGISTO DE OBSERVAÇÃO / AVALIAÇÃO Nome Data de Nascimento / / Jardim de Infância de Educadora de Infância AVALIAÇÃO

Leia mais

Programa de Orientação Escolar e Profissional Consulta Psicológica de Orientação Vocacional 2013/2014

Programa de Orientação Escolar e Profissional Consulta Psicológica de Orientação Vocacional 2013/2014 Programa de Orientação Escolar e Profissional Consulta Psicológica de Orientação Vocacional 2013/2014 Exmºs Senhores Constatando a dificuldade que muitas instituições de ensino público e privado têm em

Leia mais

Gtp+ PROGRAMAS E PROJETOS Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) Fundação em 2000, Recife-PE O Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo é a única ONG da Região Nordeste do Brasil coordenada

Leia mais

Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas

Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas Anexo 1 - Pedido de Autorização às Escolas Exmo. Senhor(a), Presidente do Conselho Diretivo da Escola Eu, Sara Alexandra Melo Mendes, no âmbito da minha dissertação de Mestrado em Psicologia Clínica estou

Leia mais

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*)

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) NOTAS DIDÁCTICAS Comunicação em saúde Relação Técnicos de Saúde Utentes JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) 1. INTRODUÇÃO 1.1. O que é a comunicação em saúde Comunicação em saúde diz respeito ao estudo e utilização

Leia mais

Transcrição de Entrevista nº 5

Transcrição de Entrevista nº 5 Transcrição de Entrevista nº 5 E Entrevistador E5 Entrevistado 5 Sexo Feminino Idade 31 anos Área de Formação Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações E - Acredita que a educação de uma criança é diferente

Leia mais

Responsabilidade Social Literacia Financeira 11 Maio 2012

Responsabilidade Social Literacia Financeira 11 Maio 2012 Responsabilidade Social Literacia Financeira 11 Maio 2012 Projeto Crédito Responsável Projeto criado em 2009, conta já com 2 edições e visa O reforço da política de responsabilidade social e A promoção

Leia mais

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL

ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL ADOLESCÊNCIA, FAMÍLIA E PROTEÇÃO SOCIAL: INTERVENÇÕES DA PSICOLOGIA NO CONTEXTO FAMILIAR E EDUCACIONAL CEZAR, Pâmela Kurtz; MELLO, Lauren Machado. Revisão Bibliográfica Curso de Pós Graduação: Especialização

Leia mais

Material Folhas brancas e caneta. Duração Aproximadamente 25 min. Apresentação da instrutora e quebragelo Apresento o meu colega ;

Material Folhas brancas e caneta. Duração Aproximadamente 25 min. Apresentação da instrutora e quebragelo Apresento o meu colega ; Sessão nº 1 comportamento assertivo Apresentação da instrutora e dos membros; Desenvolvimento da coesão do grupo; Apresentação e discussão do programa, colheita de sugestões dos alunos para enriquecer

Leia mais

Questionário Sociodemográfico e Clínico

Questionário Sociodemográfico e Clínico Questionário Sociodemográfico e Clínico dados pessoais do sujeito: data: local: contacto telef.: nome: idade: naturalidade: estado civil: S C UF D V outros: escolaridade (nº anos c/ sucesso): habilitações

Leia mais

ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL

ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL ESTIMULAR BRINCANDO: DESENVONVIMENTO DE BRINQUEDO, FERRAMENTA DE AUXILIO LÚDICO-EDUCATIVO NO TRATAMENTO DO CÂNCER INFANTIL INTRODUÇÃO Amara Holanda Fabiane Romana Fernanda Oliveira Karen Trage Máuren Mássia

Leia mais

Para Entender o Resultado Do Seu Autodiagnóstico: EM QUE CASOS O EMAIL É MAIS RECOMENDADO?

Para Entender o Resultado Do Seu Autodiagnóstico: EM QUE CASOS O EMAIL É MAIS RECOMENDADO? Para Entender o Resultado Do Seu Autodiagnóstico: EM QUE CASOS O EMAIL É MAIS RECOMENDADO? Saber se o email é mais ou menos apropriado para o seu negócio depende do tipo de produto ou serviço que vende,

Leia mais

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.

A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente. Trata-se de um problema que acontece em ambos os sexos e

Leia mais

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015)

Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) Oficina de Formação Educação Sexual e Violência (Data de início: 28/011/2015 - Data de fim: 15/04/2015) I - Autoavaliação (formandos) A- Motivação para a Frequência da Ação 1- Identifique, de 1 (mais importante)

Leia mais

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho

25/03/2009. Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho 25/03/2009 Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho Violência Dirigida aos Enfermeiros no Local de Trabalho: O Caso de um Hospital Sandrina Nunes Violência no Sector da Saúde Ilustração

Leia mais

Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo

Palavras-chave: sonho, análise funcional, terapia comportamental. A análise dos sonhos é uma questão antiga na história da humanidade, sendo SONHOS: uma questão de contingências Renata Cristina Rodrigues Alves 1 Resumo: O comportamento de sonhar, para a Análise do Comportamento, está associado a eventos privados cujo acesso se dá através do

Leia mais

OS CUIDADOS PALIATIVOS EM PORTUGAL. Resultados Quantitativos

OS CUIDADOS PALIATIVOS EM PORTUGAL. Resultados Quantitativos OS CUIDADOS PALIATIVOS EM PORTUGAL Resultados Quantitativos Outubro 2008 1 METODOLOGIA FICHA TÉCNICA Total da Amostra: 606 Entrevistas telefónicas, realizadas por CATI (computer assisted telephone interview).

Leia mais

COACHING DE CARREIRA. Ana Teixeira Coach de Carreira e Executivo Coach de Grupo & Equipas Coach de Vida Psicoterapeuta & Grupanalista

COACHING DE CARREIRA. Ana Teixeira Coach de Carreira e Executivo Coach de Grupo & Equipas Coach de Vida Psicoterapeuta & Grupanalista COACHING DE CARREIRA Ana Teixeira Coach de Carreira e Executivo Coach de Grupo & Equipas Coach de Vida Psicoterapeuta & Grupanalista MISSÃO Ajudar Pessoas Comuns a terem Carreiras Extraordinária Relações

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO MARKETING SOCIAL DESENVOLVIDO PELA CÁRITAS EM PARCERIA COM A IPI CONSULTING NETWORK PORTUGAL As virtualidades da interação entre a economia social e o empreendedorismo

Leia mais

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o

Psicose pós-parto. A psicose pós-parto é um quadro de depressão pós-parto mais grave e mais acentuado, pois na psicose pós-parto existe o Psicose pós-parto Pode ir desde uma leve tristeza que desaparece com o passar dos dias até um grau mais grave de depressão onde é necessária uma rápida intervenção médica. Este estágio é chamado de psicose

Leia mais

Albert Ellis e a Terapia Racional-Emotiva

Albert Ellis e a Terapia Racional-Emotiva PSICOTERAPIA COGNITIVO- COMPORTAMENTAL - Aspectos Históricos - NERI MAURÍCIO PICCOLOTO Porto Alegre/RS Albert Ellis e a Terapia Racional-Emotiva 1 Albert Ellis Albert Ellis (1955) Insatisfação com prática

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

PROJETO GUIA GESTÃO UNIVERSITÁRIA DO ABANDONO ESCOLAR

PROJETO GUIA GESTÃO UNIVERSITÁRIA DO ABANDONO ESCOLAR PROJETO GUIA GESTÃO UNIVERSITÁRIA DO ABANDONO ESCOLAR Questionário sobre as causas do abandono e decisões do estudante relativas ao abandono dos estudos no ensino superior Versão on-line para Portugal

Leia mais

Plano de Atividades de 2016

Plano de Atividades de 2016 GRUPO DE ACÇÃO COMUNITÁRIA IPSS Plano de Atividades de 2016 Fórum Sócio Ocupacional do GAC Unidade de Vida Protegida UPRO Formação Profissional Novembro de 2015 Plano de atividades 2016 1 Grupo de Ação

Leia mais

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada.

As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. Anexo A Estrutura de intervenção As ações de formação ação no âmbito do presente Aviso têm, obrigatoriamente, de ser desenvolvidas com a estrutura a seguir indicada. 1. Plano de ação para o período 2016

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS

OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS OS JOVENS PORTUGUESES E O CONSUMO DE DROGAS Tema 1, Nº 2 Junho 2001 Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa Equipa do Aventura Social e Saúde Estudo realizado em co-financiamento pela Faculdade

Leia mais

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito 9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Imagem Corporal no Envelhecimento Maria João Sousa e Brito Envelhecimento Envelhecer não é difícil difícil é ser-se velho Goethe O prolongamento da vida coloca novos cenários,

Leia mais

Acesso ao Ensino Superior: Pensar a transição e a adaptação vivenciadas pelos estudantes. Leandro S. Almeida (Univ.Minho)

Acesso ao Ensino Superior: Pensar a transição e a adaptação vivenciadas pelos estudantes. Leandro S. Almeida (Univ.Minho) Acesso ao Ensino Superior: Pensar a transição e a adaptação vivenciadas pelos estudantes Leandro S. Almeida (Univ.Minho) Síntese Condicionantes políticos, sociais, económicos e académicos do acesso ao

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Especial EDUCAÇÃO INCLUSIVA A FAMÍLIA Brasília - 2004 Série: EDUCAÇÃO INCLUSIVA 1. A Fundamentação Filosófica 2. O Município 3 A Escola 4 A Família FICHA TÉCNICA

Leia mais