Marcas e Patentes Subsidiárias Integrais Copel Geração e Transmissão S.A. Contratos de concessão com datas de vencimento Concessão

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1 Marcas e Patentes A Copel obteve a concessão de uso da marca nominativa COPEL e respectivo logotipo, ambos devidamente registrados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial ( INPI ), cujos depósitos foram efetuados em 17 de maio de 1973 e as concessões obtidas em 08 de fevereiro de Em 6 de outubro de 1992 foi concedida a prorrogação desses registros. O Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento LACTEC, órgão sem fins lucrativos, no qual a COPEL, juntamente com 5 associados, tem participação, efetuou pedidos de depósito de diversas patentes relativas às tecnologias utilizadas pela Companhia. Subsidiárias Integrais Copel Geração e Transmissão S.A. A Copel Geração e Transmissão detém e opera 21 usinas próprias, sendo 19 hidrelétricas, uma termelétrica e uma eólica, com capacidade instalada total de 4.756,1 MW e energia assegurada de 2.068,6 MW médios (maior detalhamento na NE nº ). Em 2013, esses ativos geraram ,4 GWh, 99,7% desse total de fonte hidrelétrica e eólica. A geração de energia elétrica em nossas usinas é supervisionada e coordenada por nosso Centro de Operação de Geração e Transmissão, em Curitiba. O segmento de transmissão tem como principal atribuição prover os serviços de transporte e transformação da energia elétrica, sendo responsável pela construção, operação e manutenção de subestações, bem como pelas linhas destinadas à transmissão de energia. A Copel Geração e Transmissão detém e opera 2.173,5 km de linhas de transmissão e 32 subestações da rede básica, com potência de transformação da ordem de MVA. Contratos de concessão com datas de vencimento Concessão Operamos nossos negócios de geração, transmissão e distribuição mediante concessões outorgadas pelo Governo Federal. De acordo com a legislação brasileira, as concessões estão sujeitas a licitações ao final de seus respectivos prazos. Lei de Renovação de Concessões de 2013 Até recentemente, as regras brasileiras que governavam as concessões de geração proporcionavam às concessionárias o direito de renovar por mais 20 anos os contratos de concessão celebrados antes de Para concessões de distribuição e transmissão outorgadas após 1995, as concessionárias possuíam o direito de renovar esses contratos por mais 30 anos. Em 11 de setembro de 2012, o governo brasileiro promulgou uma lei ( Lei de Renovação de Concessões de 2013 ), que havia sido precedida por uma medida provisória que mudou significativamente as condições sob as quais as concessionárias são capazes de renovar contratos de

2 concessão. De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013, as concessionárias de geração, transmissão e distribuição podem renovar as concessões vigentes a partir de 1995 (e, no caso de instalações de geração, os contratos de concessão de geração celebrados antes de 2003) por um período adicional de 30 anos (ou 20 anos, no caso de usinas termelétricas), contanto que a concessionária concorde em alterar o contrato de concessão pra refletir uma série de novas condições. O objetivo desse novo regime é reduzir significativamente o custo da eletricidade paga pelos consumidores finais e estimular o crescimento econômico. De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013, as concessionárias devem decidir 60 meses antes do final de cada prazo de concessão se irão alterar e renovar ou encerrar cada contrato de concessão ao final de seu respectivo prazo. Para contratos de concessão que vencem em 60 meses a partir de 12 de setembro de 2012, é necessário que as concessionárias tomem uma decisão até 15 de outubro de Até o momento, com relação aos nossos contratos que vencem nesse período, decidimos não renovar nossos contratos de geração, mas solicitar a renovação dos nossos contratos de transmissão e distribuição. Para concessionárias de instalações de geração existentes, a Lei de Renovação de Concessões de 2013 altera o escopo desses contratos de concessão. Anteriormente, a concessionária de geração possuía o direito de vender a energia gerada pelas instalações sujeitas à concessão para obter lucro. Já as concessões renovadas de acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013 não concederão às concessionárias o direito de vender a energia gerada por essas instalações. Em vez disso, essas concessões somente abrangerão a operação e manutenção das instalações de geração. A energia gerada por essas instalações será alocada pelo governo federal brasileiro em cotas para o mercado regulado, as quais serão adquiridas por concessionárias de distribuição. Por outro lado, em relação às novas instalações de geração, a concessionária ainda terá o direito de vender a energia produzida pelas instalações de geração. Além disso, para alterar o escopo das concessões de geração, a Lei de Renovação de Concessões de 2013, estabeleceu o novo regime tarifário que afeta significativamente o tratamento das quantias a serem investidas pelas concessionárias para melhorar e manter as usinas de geração. Devido ao fato de que a Lei de Renovação de Concessões de 2013 exige a aprovação prévia da ANEEL para investimentos feitos pelas concessionárias de geração a fim de receber compensação, a nova lei aumenta o risco de uma concessionária de geração não conseguir investir oportunamente, ou de não recuperar as quantias investidas. Espera-se que essas mudanças diminuam significativamente as margens das concessionárias de geração e afetem negativamente suas condições financeiras. Além disso, a ANEEL deve emitir futuras regulamentações para concessões de geração sob a Lei de Renovação de Concessões de Não sabemos quais serão as consequências dessas regulamentações. A Lei de Renovação de Concessões de 2013 afeta de maneira distinta as concessões de distribuição e transmissão. A principal mudança é que as quantias investidas em projetos de modernização, reformas estruturais, equipamentos e contingências serão submetidas à aprovação prévia da ANEEL. No entanto, a Lei de Renovação de Concessões de 2013 não afeta a maneira pela qual as concessionárias de transmissão e distribuição podem recuperar as quantias investidas na infraestrutura de transmissão. A Lei de Renovação de Concessões de 2013 é aplicada a todos os contratos de geração, transmissão e distribuição vigentes a partir de 1995 (e, no caso de concessões de geração, contratos celebrados antes de 2003),independentemente de o contrato conceder à concessionária o direito de renovar a concessão em seus termos originais. Por exemplo, vários de nossos contratos de concessão contêm

3 provisões que nos permitem renovar essas concessões por 20 anos. De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013, para renovar esses contratos, teríamos que aceitar a aplicação das condições impostas pela Lei de Renovação de Concessões de 2013, sendo que o contrato de concessão seria então renovado por 30 anos, em vez de 20. Se optarmos por renovar um contrato de concessão que possui uma provisão de renovação, seríamos indenizados pelo governo brasileiro com recursos do Fundo RGR (vide Encargos Regulatórios do Setor Elétrico), em uma quantia igual à porção de nossos investimentos ainda não amortizados ou depreciados, como calculado pela ANEEL. Se uma concessionária optar por não aceitar o novo regime tarifário em relação a um contrato de concessão e, portanto, decidir não renovar o contrato, a concessão terminará ao final do prazo original, e o governo brasileiro organizará uma nova licitação para a concessão. A concessionária original pode participar da nova licitação. Concessões de Geração De nossas 19 concessões de geração, temos quatro concessões de geração (Rios dos Patos, Capivari Cachoeira, Mourão e Chopim I, com capacidades instaladas de 1,8 MW, 260,0 MW, 8,2 MW e 1,8MW, respectivamente) cujos prazos expiram entre 2014 e Nossa administração determinou que a renovação dessas concessões de geração, sob os termos da Lei de Renovação de Concessões de 2013, seria desvantajosa para nosso segmento de geração. Portanto, a administração decidiu deixar que os contratos expirassem e participar das licitações para essas concessões. Sob as regras em vigor antes da promulgação da Lei Renovação de Concessões de 2013, 13 de nossas usinas de geração tiveram suas concessões prorrogadas pelas autoridades brasileiras, desde 1999, com prazo de 20anos em cada caso, conforme regulamentação anterior. De acordo com a lei anterior, essas concessões não fizeram jus a uma segunda prorrogação. No entanto, conforme descrito acima, a Lei de Renovação de Concessões de 2013 permite a prorrogação dessas concessões por um período adicional de 30 anos, se optarmos por aceitar a aplicação do novo regime tarifário. Concessões para projetos de geração outorgadas após 2003, como o da Usina Hidrelétrica de Mauá, não são renováveis, o que significa que no vencimento do prazo de 35 anos, a nova concessão será oferecida mediante licitação. A Lei de Renovação de Concessões de 2013 não impacta as concessões de geração outorgadas após As tabelas a seguir apresentam informações sobre os prazos e as prorrogações de nossas principais concessões de geração.

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5 Possuímos participações em cinco outras empresas de geração. A tabela a seguir apresenta informações sobre os prazos das concessões das demais instalações de geração em que possuíamos participação em 31 de dezembro de 2013: Concessões de Transmissão De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013 e sob os termos de nossas concessões de transmissão, temos o direito de solicitar à ANEEL prorrogações de 30 anos para nossas concessões, desde que a solicitação seja feita dentro de 60 meses da data vencimento de cada contrato. Nossa concessão principal de transmissão, que corresponde a 83,4% de nossas receitas de transmissão em 2013, foi renovada de acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013 e, portanto, irá expirar em dezembro de Além disso, temos três outros contratos de concessão para linhas de transmissão e subestação atualmente operacionais e que expiram em julho de 2031, março de 2038 e novembro de 2039, respectivamente, que correspondem juntos a 16,6% de nossas receitas de transmissão em De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013, cada um esses contratos podem ser prorrogados por mais 30 anos. Planejamos continuar solicitando prorrogações para todas as nossas concessões de transmissão. A tabela a seguir apresenta informações sobre os prazos e a prorrogação de nossas concessões de transmissão:

6 Possuímos participações acionárias em sete outros projetos de transmissão por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPEs). A tabela a seguir apresenta informações relacionadas aos prazos das concessões das instalações de transmissão em que detemos participações acionárias a partir de 31 de dezembro de Concessões de Distribuição Operamos nosso negócio de distribuição sob um contrato de concessão assinado em 24 de junho de 1999, que vence em 7 de julho de De acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013, temos o direito de renovar essa concessão por um período adicional de 30 anos, ao aceitar uma alteração no contrato de concessão. Apesar das mudanças introduzidas pela Lei de Renovação de Concessões de 2013, concluímos que a renovação da nossa concessão de distribuição de acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013 não afetaria materialmente os resultados das nossas operações. Do mesmo modo, após uma avaliação cuidadosa das condições impostas pelo governo federal brasileiro para a prorrogação da nossa concessão de distribuição, resolvemos solicitar a renovação desse contrato. Entretanto, ainda não recebemos a alteração a ser proposta pelo poder concedente. Assim, não podemos garantir que seremos capazes de renovar nosso contrato de concessão de distribuição em termos favoráveis a nós. O poder concedente deve emitir sua decisão sobre esse assunto até 18 meses antes da data de vencimento da concessão. De acordo com o nosso principal contrato de distribuição, a ANEEL deveria ter respondido a nossa solicitação até o dia 7 de janeiro de 2014, mas o fato de que não recebemos uma resposta da ANEEL até essa data não impacta nossa capacidade de renovar esse contrato de acordo com a Lei de Renovação de Concessões de 2013.

7 Risco quanto à escassez de energia Risco decorrente de possível período de escassez de chuvas, dado que a matriz energética brasileira está baseada em fontes hidrelétricas de geração, que dependem do volume de água em seus reservatórios. Um período prolongado de escassez de chuvas pode reduzir o volume de água em estoque nestes reservatórios, podendo impactar em perdas em razão da redução de receitas quando da eventual adoção de racionamento energético. Segundo o Plano Anual da Operação Energética - PEN 2013, divulgado anualmente no site as avaliações probabilísticas de análise das condições de atendimento à carga, com base nos riscos de déficit de energia para o Cenário de Referência, indicam adequabilidade ao critério de suprimento preconizado pelo Conselho Nacional de Política Energética - CNPE (risco de déficit não superior a 5%) para todos os subsistemas no horizonte 2013/2017. Os riscos de déficit atingem valores de no máximo 3,0% no subsistema Sul e 2,5% no subsistema Sudeste/Centro Oeste e inferiores a 1,0% nos subsistemas Norte e Nordeste, em todo horizonte de estudo. Em 2013, devido à alterações impostas pela reposição de contratos de energia existente com vencimento em 31/12/2012 através das cotas de energia, com frustração do atendimento ao montante necessário aliada ao fato da não entrada em operação comercial de várias usinas térmicas, contratadas através do 7º leilão de Energia Nova, bem como outros fatores de ordem técnica e climática, a Companhia ficou subcontratada em 112,54 MWmédios, e desta forma exposta ao mercado de energia de curto prazo - PLD. Compromissos relativos às concessões de transmissão Refere-se aos compromissos assumidos com os fornecedores de equipamentos e serviços referentes aos seguintes empreendimentos: Grandes obras em andamento e novas concessões Colíder Em julho de 2010, conquistamos em leilão da ANEEL a concessão, por 35 anos, para construir e operar a Usina Hidrelétrica Colíder, no rio Teles Pires, no Estado do Mato Grosso. A usina de Colíder terá capacidade instalada de 300,0 MW e estará situada nos municípios de Nova Canaã do Norte, Colíder, Itaúba e Cláudia. A construção da usina começou em 2011 e 69% das obras foram concluídas

8 até dezembro de A geração comercial está prevista para Da energia assegurada da usina de 179,6 MW médios, 125,0 MW médios foram comercializados sob contratos de 30 anos, ao preço de R$ 103,40/MWh (corrigido anualmente pelo IPCA), com suprimento aos distribuidores a partir de janeiro de Os 54,6 MW médios remanescentes não vendidos sob esses contratos e estão disponíveis para venda a grandes consumidores no mercado livre. Obras da Copa Destaca-se o bom andamento das obras no sistema elétrico da Copel, voltados à Copa do Mundo FIFA de Desses empreendimentos, ressaltam-se: Subestação - SE Afonso Pena SE Campo Comprido Linha de Transmissão - LT Uberaba São José dos Pinhais SE Capanema, a ser concluída em 2014 LT Umbará Uberaba, a ser concluída em 2014 SE Santa Quitéria, a ser concluída em 2014 Obras autorizadas pela Aneel Em 2013 foram realizadas quatro grandes ampliações de subestações da Rede Básica, com incremento de MVAs instalados e 800 metros de linhas de transmissão de 230 kv adicionados ao sistema elétrico. Foram entregues para operação comercial obras constantes em seis Resoluções Autorizativas da Aneel nº 2.649/2010, 2.756/2011, 2.860/2011, 3.028/2011, 3.252/2011 e 3.253/2011, totalizando um incremento de Receita Anual Permitida - RAP de aproximadamente R$ 14,3 milhões. Entre as obras autorizadas pela Aneel, destaca-se a instalação do 3º banco de autotransformadores (três autotransformadores monofásicos de 200 MVA cada) na SE 500 kv Cascavel Oeste, bem como a continuidade do programa de obras de construção, melhorias e ampliações para a Copa do Mundo de 2014 em Curitiba, região metropolitana e diversas regiões turísticas do Estado, com previsão de conclusão entre 2013 e início de Em São Paulo, avançaram as obras da SE 230 kv Cerquilho III e os projetos da LT 500 kv Araraquara II Taubaté, além da SE 230 kv Paraguaçu Paulista II e da LT Paraguaçu Paulista II Assis. No Paraná, foram iniciados projetos da LT 230 kv Londrina Figueira e da LT 230 kv Foz do Chopim - Salto Osório. Em 2013, foram arrematados dois lotes no leilão Aneel n º 007/2013. O primeiro conquistado pela Copel de forma isolada, integrado pela nova subestação 230 kv Curitiba Norte, com potência instalada de 300 MVA, e a LT em 230 kv com 33 km ligando as subestações de Bateias e Curitiba Norte, na região metropolitana de Curitiba. O segundo é composto por 847 km de linhas de transmissão no Paraná e São Paulo, uma subestação nova e duas ampliações, conquistado por meio

9 do Consórcio Mata de Santa Genebra, formado por Copel Geração e Transmissão S.A. (50,1%) e Furnas (49,9%). Com as recentes conquistas da Copel Geração e Transmissão em leilões de transmissão da Aneel, a configuração das grandes obras para os próximos anos é a seguinte:

10 Receitas de Transmissão Através da Resolução Homologatória nº 1.559/2013, a Aneel estabeleceu a RAP para o ciclo julho/2013 a junho/2014 pela disponibilização das instalações de transmissão integrantes da rede básica e das demais instalações de transmissão. A Copel Geração e Transmissão é detentora de nove contratos de concessão de transmissão, sendo quatro em operação comercial com direito ao recebimento de receitas, quatro em fase de construção e um em fase de assinatura, a LT 230kV Bateias Curitiba Norte/SE 230/138kV Curitiba Norte - 300MVA. Os reajustes das receitas foram efetuados conforme estabelecido em cada contrato. O Contrato de Concessão nº 060/2001, que compreende as instalações de transmissão do sistema existente e ampliações autorizadas pela Aneel, e o Contrato de Concessão nº 027/2009, da LT Cascavel Oeste Foz do Iguaçu foram reajustados pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA, sendo que o primeiro teve um reajuste de 4,18%, pois o Contrato de Concessão estava com RAP posicionada em outubro/2012, em virtude da Medida Provisória 579/2012, e o segundo teve um reajuste de 6,50%. O Contrato de Concessão nº 006/2008, referente à LT Bateias Pilarzinho passou pelo processo de revisão tarifária no último ciclo e teve sua RAP reposicionada em -9,82%. Enquanto o Contrato de Concessão nº 075/2001, referente à LT Bateias Jaguariaíva, teve seu reajuste efetuado pelo Índice Geral de Preços do Mercado - IGP-M acumulado no período, de 6,22%. Distribuição No âmbito da distribuição de energia elétrica, a Copel Distribuição tem como principais atividades prover, operar e manter a infraestrutura, bem como prestar serviços correlatos. Essas atividades visam ao atendimento dos mais de 4,1 milhões de consumidores de energia, em localidades pertencentes a 394 municípios do Paraná e um em Santa Catarina, Porto União. Além de operar e manter as instalações nos níveis de tensão até 34,5 kv, a Copel Distribuição também opera nas instalações de níveis de tensão 69 e 138 kv. Em 2013, foram conectadas novas subestações e linhas em alta tensão para reforçar o sistema elétrico de distribuição, melhorando a qualidade e aumentando a disponibilidade de energia aos consumidores. As obras de novas subestações concluídas em 2013 são: Além destas obras, foram ampliadas a SE 138 kv Quedas do Iguaçu, com 20 MVA, na cidade de Quedas do Iguaçu, a SE 69 kv Batel, com 40 MVA, em Curitiba e a SE 138 kv Portal, com 41,67 MVA, em Foz do Iguaçu.

11 Novas linhas de alta tensão em 69 kv e 138 kv que foram concluídas: Ao todo, em 2013 estes empreendimentos adicionaram aproximadamente 173 MVA ao sistema de distribuição e 26,64 km de novas linhas de transmissão de 69 ou 138 kv. Linhas de Distribuição Na tabela a seguir são apresentadas as extensões de linhas de distribuição da Copel Distribuição: Subestações A tabela a seguir apresenta o parque de subestações da Copel Distribuição, aberto por tensão: Telecomunicações A Copel Telecomunicações presta serviços de telecomunicações e de comunicações em geral, elaborando estudos e projetos focados no atendimento das necessidades da Companhia e no mercado em geral. A exploração de tais serviços se dá por prazo indeterminado, sem caráter de exclusividade, em âmbitos nacional e internacional.

12 Em 2013, o acréscimo de km de cabos ópticos de acesso urbano (totalizando km no final do ano) aumentou significativamente a capilaridade da rede óptica da Copel Telecomunicações. Todos os 399 municípios do Paraná e dois em Santa Catarina são atendidos por meio de km de cabos ópticos interurbanos. Por meio dessa rede, a Copel Telecomunicações propicia velocidade e confiabilidade para clientes e contam com serviços de telecomunicações com tecnologias de ponta em fibra óptica. Em pesquisa recente, 98% desses clientes se manifestaram satisfeitos ou muito satisfeitos com a Companhia. Participações A Copel tem participação societária e associação com empresas, consórcios e outras instituições, que atuam em diversos setores. Na área de energia, a Companhia tem participação em vários empreendimentos, conforme demonstrado a seguir: Setor geração:

13 Setor de Transmissão: Outros setores: Petróleo e Gás Natural A Copel conquistou, em consórcio com outras empresas, o direito de exploração, desenvolvimento e produção de petróleo e gás natural, na 12ª Rodada de Licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis - ANP, realizada em novembro de 2013, de quatro blocos no Paraná. A Companhia entrou no leilão com 30% de participação no consórcio Petra, formado em conjunto com Tucumann Engenharia (10%), Bayar Participações (30%) e Petra Energia (30%). O valor total do bônus de assinatura dos quatro blocos será de R$ 12,5 milhões e o programa exploratório mínimo prevê investimento de R$ 78,1 milhões durante os próximos seis anos. Os blocos estão localizados na região centro-sul do Estado do Paraná (Bacia do Paraná) numa área correspondente a km². O ingresso da Copel no setor de exploração e produção de gás natural tem o objetivo de viabilizar a sua carteira de projetos térmicos e potencializar o desenvolvimento econômico e social do Estado do Paraná. O consórcio foi formalizado em 2014.

14 Pesquisa & Desenvolvimento - P&D Em cumprimento à Lei nº 9.991/2000, que dispõe sobre a realização de investimentos em pesquisa e desenvolvimento por parte das empresas concessionárias, permissionárias e autorizadas do setor de energia elétrica, a Copel investiu em projetos nos setores: Geração e Transmissão Aplicou aproximadamente R$ 3,9 milhões na execução de 13 projetos de P&D, sendo que em 7 deles a companhia participou de forma cooperada com outras empresas. Destes, 3 são estratégicos, cujos temas foram estabelecidos pela Aneel, por meio de Chamada de Projetos. O projeto de P&D estratégico Otimização do despacho hidrotérmico através de algoritmos híbridos com computação de alto desempenho, no qual a Copel Geração e Transmissão atuou como proponente, foi concluído, tendo seus resultados aprovados e integralmente reconhecidos de forma oficial pela Aneel em O parecer conclusivo da agência considerou o projeto original e inovador na área de planejamento de sistemas de energia, trazendo benefícios científicos, tecnológicos e socioambientais para a comunidade. Distribuição Em 2013, foram executados 28 projetos de Pesquisa e Desenvolvimento - P&D, sendo um estratégico cooperado Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira, no qual a Copel participa com outras empresas. Foram aplicados, no total, aproximadamente R$ 7,8 milhões.

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