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1 3ULPHLURSDVVR±&RQVWUXLQGRD$QiOLVH No ambiente de programação Windev uma Análise corresponde ao Dicionário de Dados, ou Modelador de Dados. Como estamos trabalhando com Banco de Dados PostgreSQL, vamos importar os dados para a nossa análise de um Banco PostgreSQL. &ULDQGRXPDQRYD$QiOLVH Estando na IDE do Windev, a partir do Menu Principal escolha : )LOH!1HZ Será aberta uma caixa de diálogo para seleção de um componente do projeto que será construído. Como você pode ver, a interface Windev é cuidadosamente desenhada, visando facilitar ao máximo a interação do programador com a ferramenta. Na janela de componentes, escolha o ícone $QDO\VLV. Será aberto um $VVLVWHQWH GH &ULDomR GH $QDO\VLV, onde, passo a passo será definido como criar a modelagem dos dados do nosso projeto. A primeira tela $QDO\VLV &UHDWLRQ Nos informa que uma nova Análise será criada informando que uma Análise permite definir as estruturas de dados que serão usados no nosso aplicativo ou em nosso Website. Como iremos trabalhar, no momento, com aplicações Desktop, a Análise corresponde a uma modelagem de dados para a nossa Aplicação. Clique no botão 1H[W!!! para 1

2 continuar o processo de Modelagem dos dados e acessar a próxima tela do Assistente. Nesta segunda tela vamos definir o nome da nossa análise e o diretório onde ela será gravada. Preenchemos o campo 1DPH com a expressão 3ULPHLUR indicando ser este o nosso primeiro projeto, de muitos que vamos desenvolver. Em seguida, definimos o diretório onde nossa Modelagem será gravada. No nosso exemplo, preenchemos o campo 'LUHFWRU\ com a expressão: &?0\3URMHFWV?3ULPHLURZG? Na realidade informamos ao Assistente que desejamos que a nossa Definição de Dados seja gravada no diretório 0\3URMHFWVda unidade &, abaixo de 3ULPHLURZG No último campo, (um campo multi-linhas), podemos inserir observações sobre a Análise que estamos criando. Fizemos uma observação característica, informando ser esse o nosso primeiro projeto. Clique no botão 1H[W!! para passar para a próxima tela. Esta terceira tela do Assistente, permite configurar uma senha, para a nossa Análise, isto é, se o &KHFN ER[!! $QDO\VLVZLOOEHSDVVZRUGSURWHFWHGLQ H[HFXWLRQ for marcado, serão habilitados os campos para digitar e confirmar uma senha para a Análise, em tempo de execução. Tomar cuidado com esta senha, pois conforme mensagens que observamos no fórum da linguagem, esquecer esta senha pode trazer sérios aborrecimentos. Se uma senha for habilitada sempre que a Análise for aberta, a senha será solicitada. Não vamos usar senha na nossa Análise de Exemplo. Na tela 4 do Assistente é onde será feita a criação do arquivo. Você irá optar por criar um novo arquivo de análise, Selecionar um arquivo de análise previamente gravada ou Importar arquivos de uma base externa. Quando se trabalha com SQL utilizamos a opção,psruw ILOHV IURP DQ H[WHUQDO GDWDEDVH (Importar os arquivos de uma base externa). Essa opção permite importar dados do SQL Server, Oracle, AS/400, OLE DB, XML, Text, etc... 2

3 Clique no botão 1H[W!! para continuar. Em seguida, na próxima tela, será aberta a caixa de diálogo 'DWD6RXUFH6HOHFWLRQ, que nos permite escolher uma fonte de dados. Três botões de rádio oferecem as opções: External Database HyperFile 7 HyperFile 5 ou 4 A 2 a. e a 3 a. opções são utilizadas com arquivos do tipo ISAM, ou seja, os arquivos proprietários do Windev. Para trabalhar com SQL (Oracle, SQLServer, e semelhantes) utilizamos a primeira opção ([WHUQDO'DWDEDVHV. O &KHFN ER[!! )LOH 6WUXFWXUH DOUHDG\ LPSRUWHG é utilizado somente com tabelas HyperFile. Clique no botão 1H[W!!para ir à próxima tela. A próxima janela é a janela de migração de dados 'DWDPLJUDWLRQ. Nesta janela iremos definir a forma como os dados serão utilizados. Se forem usados no formato em que se encontram, no caso das tabelas SQL ou se serão convertidos para HyperFile 7. A conversão para HyperFile 7 só é recomendada quando se convertem dados de outros arquivos I SAM e se deseja manter o padrão ISAM. Com tabelas SQL mantemos os dados no formato em que se encontram. Clique no botão 1H[W!! para prosseguir. A janela aberta a seguir, é o local ideal para configurar a forma como os dados serão acessados. O tipo de acesso definido no campo Type, definido como 2'%& $FFHVV YLD 2/('%. A fonte de dados definido como 3RVWJUH64/, a partir de um drop list que nos permite escolher entre as fontes registradas no nosso sistema. No campo User name preencha o nome do usuário do seu banco, ou o usuário padrão do PostgreSQL, como foi feito na nossa tela. Se for especificada uma senha para o banco, esta deverá também estar especificada na conexão ODBC previamente criada. Se a senha for preenchida, toda vez que o banco for acessado ela será solicitada ao o operador ou deverá ser passada via linha de código. 3

4 Na próxima tela, o Assistente de Análise trará todas as tabelas Serão apresentados dois GURS OLVWV!!, sendo que a lista da esquerda apresentará as tabelas contidas no Banco e a lista da esquerda receberá as tabelas que se deseja importar para a análise. Você pode importar todas as tabelas, utilizando o botão ou tabela por tabela (é o processo mais usado), utilizando o botão. Se ocorrer um erro, você pode utilizar o botão para desfazer a importação de todas as tabelas, ou o botão para importar a tabela selecionada. Se a tabela a ser importada contiver dados, você poderá ter um preview desta tabela para ter uma visão do conteúdo do arquivo. Na parte inferior da janela um FKHFN ER[!! possibilita visualizar também as tabelas do Sistema SGBD. Clique no botão 1H[W!! para encerrar o processo de importação das tabelas. Será exibida uma tela informando que o processo de definição dos parâmetros de importação foi concluído. Clique no botão 'RQH!! para que as tabelas sejam importados. De acordo com o suporte técnico da PCSOFT as chaves das tabelas não são importadas pelo Assistente quando se utiliza o driver ODBC. Entretanto as chaves podem ser configuradas manualmente depois que o processo de importação for concluído. É exatamente este aviso que a janela,psruw aberta a seguir apresenta. A mensagem reporta a impossibilidade de se importar as chaves de índices pelo driver de acesso ao banco de dados. Adverte de que as chaves são requeridas pelo processo. Solicita que se verifique a existência destas chaves no banco de dados e que se configure as mesmas no Modelador de Dados. Quando se importam dados de drivers nativos como SQLServer, Oracle, MYSQL, Acess usando o OLEDB nativo, as chaves e os relacionamentos são importados normalmente. Há um projeto na PCSOFT de desenvolvimento de driver nativo para PostgreSQL e Firebird. 4

5 Ao terminar o processo de importação será exibido o diagrama de tabelas importada para que se possa definir as chaves, relacionamentos e outros ajustes do Banco. Cada uma das tabelas setadas para importação nas telas anteriores será colocada como um objeto de banco de dados no Editor de Modelagem, de forma que se pode alterar nesta estrutura visual, todas as propriedades da Modelagem. Na figura acima, estão presentes algumas particularidades interessantes do Modelador de dados do Windev. <= Um campo numérico (integer) apresentará um identificador numérico (123) no lado esquerdo de sua definição. <= Identifica um campo do tipo Date. Um campo do tipo Data é um campo tipo data real, não uma estrutura grupo como acontece em algumas linguagens. <= A seqüência (ABC) identifica um campo do tipo string, ou um campo multilinhas, normalmente conhecido como campo texto. 'HILQLQGRDVFKDYHVGDVWDEHODVLPSRUWDGDVQR0RGHODGRUGH 'DGRV Execute um duplo clique do mouse sobre o objeto tabela existente no Modelador para abrir a janela )LOH,WHPV. Essa janela permite redefinir e configurar praticamente todas as propriedades do objeto apresentado no Editor de Modelagem. 5

6 Cada elemento do objeto é apresentado com as suas características. Na parte superior da tela um drop combo permite selecionar uma outra tabela diferente daquela que foi inicializada com o duplo clique, se for de interesse do operador. Para cada campo apresentado na estrutura do arquivo (mostrado no list box superior) é apresentado um conjunto de 4 guias na parte inferior onde são mostradas as propriedades. Na guia *HQHUDO são definidos o formato, o tamanho, o valor default e se o campo será NULL por default. No canto inferior direito de cada campo há um grupo de botões de rádio.h\ para definir se o campo é chave, se é chave única ou chave com permissão de duplicação. Se desejar atribuir ao campo selecionado a condição de chave única clique no botão de rádio 8QLTXH.H\. No campo Format você pode escolher um dos formatos existentes ou definir uma máscara de entrada de dados personalizada. A guia 5DG*XL permite definir as características do campo que serão utilizadas pelo RAD no momento da geração da aplicação. As características definidas aqui serão aplicadas aos itens definidos na caixa de opções,whplqfoxghge\udg no lado direto da tela. 6

7 Um drop combo permite especificar diversas qualificações e propriedades adicionais ao controle associado com o campo. Quanto mais específico for o nível de especialização definido aqui, mais completo será o controle criado pela ferramenta RAD na hora da geração do aplicativo. Na caixa GURSOLVW!! você poderá definir o tipo de controle que será criado para a linha da tabela. Existem diversas opções para controles, e se um deles for escolhido, diferente de 'HIDXOW &RQWURO, a partir do botão será possível definir configurações adicionais, inclusive sobre os idiomas que serão utilizados no projeto. Nesta fase, o ideal é deixar como 'HIDXOW &RQWURO, e definir as propriedades mais tarde no projeto, com um nível de detalhamento maior e de acordo com as necessidades do momento de programação. A guia 1RWHV permite associar notas explicativas ao campo. Na parte inferior da tela, são apresentadas informações sobre quem criou o controle, data e hora. Na guia $GYDQFHG, você poderá definir inclusive a ordem em que a chave apresentará os dados no Browse, se ascendente ou descendente. Outras configurações também desta tela possibilitam configurar se este campo estará disponível, isto é, se estará visível para a ferramenta WdEtat um editor de relatórios voltado para o usuário final. 7

8 Para encerrar as definições pressione o botão 9DOLGDWH!!. Como foi visto acima, definir uma chave é muito simples, basta marcar se o campo é chave ou não. Depois da validação um ícone representando uma chave é colocado ao lado do campo na lista de definições. O campo que for definido com permissão de duplicação apresentará um ícone com duas chaves sobrepostas. Obrigatoriamente, qualquer tabela SQL, precisa de uma chave única. Existem outras definições para os campos, mas não são objetos de estudo no presente momento (este é um passo a passo para criar uma aplicação simples). &RPRFULDUXPDFKDYHFRPSRVWD Para criar uma chave composta, adote o seguinte procedimento. Mova o cursor para a última linha de definição do arquivo. Clique no ícone na parte superior do list box para que seja aberta a definição de chave composta. Será aberta a caixa &RPSRVLWH.H\ mostrando novamente duas tabelas, com a tabela do lado esquerdo mostrando os campos e a tabela do lado direito que receberá os componentes da chave. O botão permite inserir um componente na chave enquanto o botão retira um elemento da chave. Segundo o manual técnico da PCSOFT, o ideal é que o campo chave única da chave composta seja o último a ser incluído, aperfeiçoando sensivelmente o nível de validação dos campos para tabelas SQL. 8

9 Clique no botão 2N!! para confirmar a criação da chave composta. Clique no campo que contém o nome da chave para alterar o nome para aquele que você desejar (por uma questão de padronização dos nos de chave, por exemplo). A chave será criada como.h\ ZLWK 'XSOLFDWHV. Para transformá0la em uma chave única, clique no botão de rádio 8QLNH.H\. Observe que foi criado um ícone com duas chaves com um sinal de + entre elas. Assim que a chave for criada o botão (GLW!! estará disponível para que as propriedades da chave composta sejam alteradas. Observe na figura, a maneira como o Modelador identifica as chaves no diagrama. Rapidamente ao abrir a análise podemos identificar as chaves compostas e as chaves simples bem como os índices. Uma vez definidos os índices o próximo passo é o estabelecimento das relações entre as tabelas uma vez que esta estrutura também não é importada quando se trabalha com ODBC. 9

10 'HILQLGRRVUHODFLRQDPHQWRV Estando com a Análise aberta, clique no botão &UHDWH /LQN!! na barra de ferramentas do Windev. O cursor mudará para o formato de um lápis. Mova o cursor para a tabela pai que sobre ela e em seguida mova para a tabela filha dando um novo clique. Será aberta a janela de Edição de Relacionamentos. Nesta Janela é que serão estabelecidas as relações e as regras de integridade. Observe que é gerado um diagrama de relacionamento e na parte inferior os botões de rádio permitem configurar os relacionamentos. Na figura acima o relacionamento da tabela *UXSR para a tabela (PSUHVD está sendo feito de 1 grupo para muitas empresas. Atente para o fato de como a ferramenta gerencia os relacionamentos: Na coluna da tabela grupo: Each grupo had a least one empresa (cada grupo terá uma única empresa -> está marcado como No Each grupo can have several empresas Cada grupo pode ter diversas empresas -> está marcado como Yes Na coluna da tabela empresa: 10

11 Each empresas has at least one grupo Cada empresa tem pelo menos um grupo -> está marcado como No Each empresa can have several grupos Cada empresa pode ter diversos grupos -> está marcado como No. Esta combinação de opções determina o relacionamento 1 para muitos. Pressione no botão 1H[W!! Na tela que se abre em seguida, determinamos qual o campo da tabela mãe fará a ligação com a tabela filha. No caso, o campo código da tabela mãe. Na próxima tela, será definido qual o campo da tabela filha que estabelecerá a ligação entre as duas tabelas. Este campo será uma chave estrangeira e poderá ser duplicado na tabela filha, ao contrário da tabela mãe onde é uma chave única. Como este campo faz parte de uma chave composta na tabela filha (no nosso caso) a caixa 8VH D.H\ EHORZ (use uma das chaves abaixo) será apresentada. Escolha a chave grupo, que é um dos componentes da chave composta na tabela filha, para que seja estabelecido um link entre as duas tabelas. Em seguida iremos definir os atributos de integridade referencial. Normalmente estes atributos são especificados no banco de dados, mas o modelador permite que alguns ajustes sejam feitos aqui. Estes ajustes dizem 11

12 respeito à forma como o sistema irá gerenciar as operações de Inclusão, Alteração e Exclusão de registros. Para cada opção crítica das regras de integridade referencial com relação ao grupo, há um controle drop com as opções. A regra para exclusão apresenta as seguintes opções: A regra mais utilizada é a que proíbe a exclusão de um grupo enquanto existir ao menos uma empresa nele. Esta opção evita o aparecimento de registros no arquivo de empresa quando se deleta um grupo. A regra para modificação, alteração do campo grupo, é apresentada ao lado, sendo que a mais utilizada é aquela em que quando se modifica o grupo no arquivo pai, todos os campos de grupo ligados no arquivo filho serão modificados. Pressione o botão 'RQH!! na última tela para terminar a definição dos relacionamentos. Os relacionamentos para todas as tabelas são feitos sempre partindo da tabela mãe para a tabela filha, onde a chave de ligação na tabela mãe sempre será uma 12

13 chave única, enquanto na tabela filha a chave será uma chave com duplicação permitida. O diagrama de entidades é mostrado abaixo: A figura a seguir mostra a composição dos diagramas pelas chaves. Definir os relacionamentos de forma adequada evita uma série de problemas no desenvolvimento futuro. Clique no botão Generate Analysis para gerar e gravar a análise do seu projeto. Podemos dizer que o processo de geração da Análise, ou melhor, a Modelagem dos Dados foi concluída. A próxima etapa neste nosso manual Passo a Passo, diz respeito à construção de um aplicativo completo utilizando a ferramenta de geração RAD do Windev. Embora cada elemento/objeto do projeto Windev possa ser gerado separadamente, a ferramenta RAD permite gerar uma aplicação intera rapidamente e de forma quase que automática. 13

14 6HJXQGR3DVVR±5$' Vamos agora gerar a nossa primeira aplicação com o Windev. Será uma aplicação simples utilizando os recursos RAD do Windev 8. A partir da interface IDE do Windev, escolha no menu )LOH a opção 1HZ para criarmos um novo projeto. No Windev, como você já deve ter notado, cada elemento do projeto é armazenado em lugares específicos, as análises, os projetos, os executáveis, e assim por diante, como convém à um verdadeiro ambiente de desenvolvimento. Quando clicamos na opção 1HZ a caixa de elementos do projeto é aberta. Nesta caixa escolha 3URMHFW para dar início à construção de um novo projeto. Um Assistente de criação de projetos é iniciado para que as principais características do novo projeto sejam definidas. O Projeto agrupa os diversos elementos que compõe uma aplicação e o assistente irá fazer algumas perguntas para definir o projeto. À medida que estas perguntas vão sendo respondidas pelo desenvolvedor, isto, é os campos das janelas do Assistente vão sendo preenchidas, o projeto vai sendo montado. A primeira janela basicamente faz uma explicação rápida de como o projeto será gerado. Clique no botão 1H[W!! para ter acesso à segunda janela do Assistente. Preencha o primeiro campo desta tela, com o nome do seu Projeto. Para o nosso exemplo, preenchemos com primeiro (indicando, ser este o nosso primeiro projeto). Os demais campos desta tela são preenchidos automaticamente pela ferramenta com base naquilo que você digitou para o primeiro campo. Entretanto, você pode modificar estas informações simplesmente editando as partes que lhe interessarem. Por exemplo, se quiser dar um nome mais pomposo para o seu projeto, ou se quiser mudar o nome do diretório de armazenamento do mesmo. Em seguida pressione 1H[W!! para passar à próxima janela. Em seguida iremos definir a Análise utilizada pelo projeto. Um projeto não precisa necessariamente de uma análise. Entretanto, o nosso projeto fará uso da análise que definimos anteriormente. Preencha o campo 8VH H[LVWLQJ DQDO\VLV EHORZ (use uma das análises existentes abaixo), escolhendo uma das exibidas pela caixa GURS GRZQ!! ou escolha na árvore de diretórios utilizando o botão!!. 14

15 Todos os dados e definições da análise que elaboramos no primeiro passo deste manual, serão agora incorporados ao nosso projeto. Clique no botão 1H[W!! Será aberta uma janela para escolha do template. O conceito de template utilizado pelo Windev, é diferente do conceito utilizado pela Linguagem Clarion ou mesmo pela linguagem Visual Basic. Template, no caso do Windev refere-se à um conjunto completo de elementos visuais que comporão um projeto ou mesmo uma janela do seu aplicativo. O Windev vem com diversos templates e você tem a possibilidade de criar outros templates que comporão os temas visuais do seu projeto. Você pode escolher um dos templates existentes navegando pelos botões e da janela de seleção de templates. Para o nosso projeto escolhemos o template Eiao, apenas para termos uma interface diferente. Clique no botão 1H[W!!. A próxima janela é um dos recursos interessantes do Windev, a possibilidade de se construir um aplicativo multilinguagem, ou seja, no nosso caso, vamos construir um aplicativo em inglês, espanhol e português, onde o português será o idioma padrão. Ao lado de cada bandeira com a descrição do país, marque o FKHFN ER[!! correspondente ao país ou países desejados. Após definir o país, pelo GURSOLVW!! escolha o idioma padrão. No caso do nosso projeto, será o português do Brasil. A próxima janela é a janela onde iremos definir se queremos que a nossa aplicação ao ser gerada gere também os montadores para a plataforma dot net. Como este é o nosso primeiro projeto, não vamos usar os montadores dot net. Clique no botão 1H[W!! para configurar se o nosso aplicativo irá utilizar os serviços de um servidor XML da Web. Marque 'RQWXVH;0/ e clique no botão 1H[W!!. O Windev permite que um projeto seja desenvolvido em equipe, isto é, diversos desenvolvedores poderão acessar e desenvolver no mesmo projeto residente em um diretório servidor. Para habilitar este recurso o desenvolvimento deve ser setado na próxima janela. Para este projeto inicial, marque,zloozrunrq P\RQ, para que o projeto seja um projeto de desenvolvimento individual. 15

16 Na etapa seguinte, a interface do assistente irá ler todos os dados da análise e todas as definições feitas por nós até o momento e irá iniciar a fase de geração do aplicativo. Ao terminar a gravação das definições será apresentada a janela de opções de geração. As opções são para a geração completa de um aplicativo usando a ferramenta RAD, Criar uma Janela, ou acessar o Editor do Windev. No caso do nosso exemplo escolha a opção )XOO $SSOLFDWLRQ5$'. Quando clicamos no botão RAD o assistente de Geração RAD será aberto trazendo novamente um passo a passo para criação assistida do projeto. A primeira tela basicamente informa o que será feito e disponibiliza a aplicação para ser usada como framework para o desenvolvimento. Após o botão 1H[W!! o gerador abre a escolha do tipo de interface. As aplicações mais consagradas pelo uso, são as que utilizam interface MDI, sendo portanto aconselhável o uso da interface MDI no nosso projeto. A interface MDI é o tipo de interface que permite que múltiplas janelas sejam abertas ao mesmo tempo utilizando os conceitos de interface de threads e janelas livres. Escolha a opção MDI (Multi Document Interface). Clique no botão 1H[W!! e na próxima janela faça as escolhas do tipo de código a ser gerado entre as opções 3URFHGXUDO e 2EMHFWHG2ULHQWHG3URJUDP. Quando se usa o 3URFHGXUDO, na realidade é muito mais OOP do que pensamos. Deixe marcada a opção 3URFHGXUDO. Em seguida escolha o tipo de usado a ser usado escolhendo para o nosso caso 64/ FRGH LQVWUXFWLRQV e marque o FKHFN ER[!! With authomatic update. Confirme o template a ser utilizado e clique no botão 1H[W!!. Na próxima janela defina a resolução das janelas para qual será gerado o sistema. Escolha 800 x 600 pixels, marque o FKHFNER[!! Proportional Scroll Bar e marque o botão de rádio $UUDQJHWKHFRQWUROVLQFROXPQV 16

17 Clique em seguida no botão 1H[W!!. Será exibida a janela com os arquivos que serão usados pela ferramenta RAD. Aqui eventualmente um dos arquivos pode ser retirado da geração, se for de interesse do desenvolvedor. Clique em seguida no botão 1H[W!!. Neste momento o Windev irá processar a geração do aplicativo. Dependendo do tamanho do seu aplicativo este processo poderá demorar um pouco. Finalmente o seu projeto será gerado. Uma árvore gráfica com todas as entidades será mostrada. No caso do nosso projeto a figura abaixo mostra apenas parte do projeto. Um controle de zoon permite mudar o ângulo da visão dos elementos de forma que se possa ter um geral do app. Depois que a árvore do projeto é montada você pode navegar por elas para acessar cada um dos objetos criados pelo RAD com um duplo clique sobre ele. Ao clicar sobre o objeto este será aberto e o desenvolvedor terá acesso às suas principais propriedades. Para compilar o projeto e ver como é que ele roda clique no botão Go da barra de tarefas. Pronto, se você seguiu o passo a passo corretamente sua aplicação será executada.,psruwdqwh Se os relacionamentos forem definidos adequadamente na análise, a ferramenta RAD gerará todos os elementos necessários ao seu projeto de uma forma que o seu trabalho manual será bastante simplificado. $MXVWDQGRRFyGLJR5$' Na maioria das vezes, o código gerado pelo RAD, não é exatamente aquilo que desejamos. Faz-se necessário então ajustar o código RAD. 0DQLSXODQGR0HQXV O RAD gera os menus dispostos horizontalmente na Barra de Menus. Entretanto queremos dispor os menus verticalmente de acordo com as áreas de interesse do Sistema. Clique na Barra de Menus com o botão direito do mouse, e no menu PopUp que se abrirá escola $''. Digite um nome para o seu novo menu, por exemplo, &DGDVWURV%iVLFRV e tecle <Enter>. Será criada uma nov a opção de Menu com 17

18 o nome escolhido por você. Clique com o botão direito do mouse na opção &DGDVWURV%iVLFRV que você acabou de criar e no menu PopUp que aparecerá escolha a opção Insert Submenu. Dê um nome qualquer para este ítem. Agora vamos copiar as opções dos outros Menus, para os nosso &DGDVWUR %ivlfr. Vá até o Menu *UXSR clique com o botão direito do mouse sobre ele, e escolha a opção Cut no menu popup que aparecerá. Em seguida vá até o Menu &DGDVWURV %ivlfrv, clique com o botão direito do mouse sobre aquele item de menu que você criou e escolha a opção 3DVWH%HIRUH(Colar antes). Seu menu Grupo será colocado agora, abaixo de Cadastros Básicos e acima do item que você criou. Proceda da mesma maneira em relação às opções, Empresa, Filial e Unidade /LPSDQGRWRGDVDVYDULiYHLVGH7HOD Para limpar todas as variáveis de tela, use o comando Reset(true) /LPSDQGRXPFDPSRHVSHFtILFRQDWHOD Para limpar somente um campo, iguale este campo a null, assim Campo=Null &ULDQGR7DEHODVHP0HPyULDSUHHQFKLGDVDSDUWLUGHXPDUTXLYR 4XHXH Crie uma janela e nesta janela crie uma tabela cuja definição deverá ser Tabela Memória A Querie é declarado na área global da janela, conforme o código abaixo: Qtabela is Data Source Adicione os campos Name e FirstName, com os cabeçalhos Nome e CNPJ. Ambos os campos serão do tipo Texto. Crie os botões necessários à Manutenção da Tabela 3UHHQFKHQGRDWDEHODHP0HPyULD No botão preencher a tabela, insira o seguinte código: HExecuteSQLQuery(Qtabela,MyConnection,hQueryWithoutCorrection,("SELECT empresa.nome,empresa.cnpj FROM empresa")) IF ErrorOccurred THEN Info(ErrorInfo()) HReadFirst(Qtabela) WHILE NOT HOut ListAdd(TabelaMemoria,Qtabela.nome+TAB+Qtabela.cnpj) HReadNext(Qtabela) END HCancelDeclaration(Qtabela) &ULDQGRILOWURVHPUXQWLPH Acima do controle, Tabela ou Tabela em Memória, crie o campo que recebera a expressão a ser filtrada. Exemplo: Edit1 Ao lado deste controle, crie um botão cujo evento click deve ter o seguinte código: 18

19 HExecuteSQLQuery(Qtabela,MyConnection,hQueryWithoutCorrection,("SELECT empresa.nome,empresa.cnpj FROM empresa WHERE empresa.nome LIKE %"+ Edit1 +"% ")) IF ErrorOccurred THEN Info(ErrorInfo()) TableDeleteAll(TabelaMemoria) HReadFirst(Qtabela) WHILE NOT HOut ListAdd(TabelaMemoria,Qtabela.nome+TAB+Qtabela.cnpj) HReadNext(Qtabela) END HCancelDeclaration(Qtabela) Onde: Qtabela é um Datasource, declarado globalmente no procedimento. TabelaMemória é o nome da tabela em memória (Queue) -> o próprio controle. &ODVVLILFDQGRXPDWDEHOD $VFHQGHQWH Crie um botão &ODVVLILFDU $VFHQGHQWH! por exemplo. No evento &OLFN RQ, insira o seguinte código Info("A tabela será classificada em ordem ascendente de nome") TableSort(TabelaMemoria,"TabelaMemoria.name") 'HVFHQGHQWH Crie um botão &ODVVLILFDU'HVFHQGHQWH!, por exemplo.no evento &OLFN RQ insira o seguinte código: Info("A tabela será classificada em ordem descendente de nome") TableSort(TabelaMemoria,"-TabelaMemoria.name") A única mudança é o sinal de menos (-) à frente da classificação. $SDJDQGRXPDOLQKD A partir de um botão, $SDJDUOLQKD! por exemplo, inserimos um código para apagar a tabela em memória. IF YesNo("Quer mesmo apagar a linha"+tableselect(tabelamemoria)+"?") THEN Info("A linha será apgada só da memória... o arquivo ficará intacto") TableDelete(TabelaMemoria) END 'RW1HW Você pode criar programas.net (ou montadores.net) a partir de uma aplicação Windev. Os montadores.net são gerados diretamente a partir das Classes do Windev com todos os benefícios do ambiente RAD do WINDEV. 19

20 Você também pode utilizar montadores.net gerados a partir de outra linguagem em uma aplicação Windev Simplesmente especifique o uso de montadores.net em aplicações novas diretamente no assistente de criação de aplicações. Em aplicações já existentes, simplesmente selecione.net assemblies, para usar. 8VDQGRGRW1HWHPXPDDSOLFDomR:LQGHY Para usar o dot net em uma aplicação Windev é necessário que sejam atendidos os seguintes requisitos: Instalar o Net Framework na estação onde o aplicativo será executado Configurar o nível de segurança.net Criar as Dlls 7HFQRORJLD'RW1HW±$FHVVDQGR:HE6HUYLFHV Ouvimos falar em.net, J2EE, SOAP, WSDL, XML... e outras abreviações. Na verdade todas estas abreviações dizem respeito à mesma coisa XML. A plataforma Microsoft.NET e a SUN J2EE são usadas para exportar seus componentes como um servidor Web XML. Um serviço WEB é normalmente definido como uma aplicação acessível via Internet utilizando protocolos padronizados. Mais especificamente os serviços da Web permitem que computadores conectados através da Internet se comuniquem entre si. Você pode usar os serviços da Web a partir de uma estação cliente para executar procedimentos e processos e um servidor Web remoto. Esse servidor pode ser um servidor.net ou um servidor J2EE. Usando uma aplicação Windev como cliente, podemos acessar estes serviços via protocolo http-soap, utilizando as funções 62$3[[ 'RW1HW[[ e -(H[[. Independente de qual plataforma de servidor esteja sendo usada (.NET, J2EE, etc) um serviço WEB é sempre acessível via SOAP. (QWHQGHQGRR62$3 Entender o SOAP é o principal conceito para entender a tecnologia de Web Services. Um SOAP é um 6LPSOH 2EMHFW $FFHVV 3URWRFRO (Protocolo Simplificado de Acesso à Objetos). Explicou mas não disse nada! Explicando: É um protocolo de comunicação usado para executar procedimentos em um servidor remoto enviando e ou recebendo parâmetros. Na maioria das vezes este processo é baseado em protocolos http e XML, mas em alguns casos pode ser usado o protocolo SMTP. Os dados são transmitidos entre o computador local e o servidor SOAP como um texto estruturado no formato XML. A principal vantagem disso deve-se ao fato de que a ação é realizada usando dois protocolos amplamente conhecidos: XML para a estrutura das mensagens e, 20

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