Leite para adultos: mitos e realidades. Adriane E. Antunes de Moraes Profa. Dra. FCA/UNICAMP

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1 Leite para adultos: mitos e realidades Adriane E. Antunes de Moraes Profa. Dra. FCA/UNICAMP

2 Arqueólogos encontraram evidências de ordenha de vacas para obtenção de leite, datadas de 9000 anos antes de Cristo.

3 O homem adulto deve beber leite?

4 Contra o leite...

5 Questões éticas...

6 A favor o leite...

7 Leite para bebês, na mesma espécie, tudo bem...

8 Considerando o fato de pertencermos à classe dos mamíferos o leite é essencial à vida humana na primeira infância.

9 e para adultos??

10 Leite x Filosofia popular

11 O homem é um único mamífero adulto que continua bebendo leite após o desmame.

12 O leite é, arquetipicamente, o alimento da primeira infância. Muitos mamíferos adultos de outras espécies apreciam o leite. Sendo o leite considerado um alimento nobre não costuma ser destinado à alimentação de animais adultos.

13 O desmame feito pelas fêmeas das diversas espécies ocorre não porque o leite deixou de ser adequado para a cria, mas sim para que a cria passe a ingerir outros alimentos. Poupar energia para novo processo de gestação.

14 O homem é um único mamífero adulto que continua bebendo leite após o desmame.

15 O homem, assim como qualquer outro animal, pode obter todo o cálcio de que necessita unicamente por ingestão de vegetais.

16 Organismos herbívoros e onívoros são fisiologicamente diferentes Ex: girafas passam quase 20 horas por dia se alimentando!

17 Aproximadamente 70% de cálcio dietético provém do leite. Presença de fitatos (farelo de cereais), oxalatos (espinafre, nozes) e taninos (chás) diminui a biodisponibilidade de Ca, pricipalmente em ditas ricas em fibras. No leite presença de caseinofosfopeptídeos, lactose e proteínas facilitam absorção de Ca.

18 O homem, assim como qualquer outro animal, pode obter todo o cálcio de que necessita unicamente por ingestão de vegetais.

19 O único leite adequado para o consumo humano é o leite materno, visto que cada leite é específico para sua espécie.

20 O leite que chamamos materno é realmente o mais adequado nutricionalmente para o ser humano. No entanto, o consumo de leite de outras espécies é possível, porque o ser humano é adaptável.

21 O único leite adequado para o consumo humano é o leite materno, visto que cada leite é específico para sua espécie.

22 Ingerir leite com manga faz mal para a saúde.

23 Essa afirmação tem origem histórica quando, na época da escravatura os senhores queriam que os escravos comecem mangas (havia abundância de mangueiras nas fazendas) mas deixassem o leite (para sobrar mais para a casa grande).

24 Ingerir leite com manga faz mal para a saúde.

25 A maioria da população mundial é intolerante à lactose.

26 Prevalência de intolerância à lactose 80% 15-80% 2-60% 80% 80% 80% 25% 6% 9%

27 Estima-se que cerca de dois terços da população mundial sejam intolerantes à lactose. Em vista de sua alta prevalência a intolerância à lactose é considerada por alguns como uma característica fisiológica normal.

28 A maioria da população mundial é intolerante à lactose. Verdade!

29 Leite UHT tem formol.

30 O leite UHT apresenta maior período de conservação devido ao tratamento térmico chamado ultrapasteurização (135 C por 3 a 5 segundos) seguido de envase asséptico.

31 Leite UHT tem formol.

32 O leite pode causar alergia.

33 A incidência de alergia ao leite de vaca no primeiro ano de vida pode variar entre 2 e 3%. A prevalência de hipersensibilidade às proteínas do leite declina na fase adulta para 0,1 a 0,5%.

34 O leite pode causar alergia. Verdade!

35 Gestantes devem tomar leite.

36 Quantidade de cálcio secretado no leite materno é elevada. A nutriz que não faz ingestão adequada desse mineral, retira cálcio dos seus ossos. Cerca de 45% das mulheres que são intolerantes à lactose recuperam habilidade de digerir o açúcar do leite durante a gravidez.

37 Gestantes devem tomar leite. Verdade!

38 Leite pode causar catarata.

39 Na ocorrência de desordens do metabolismo da galactose (galactosemia e deficiência do galactoquinase) ocorre acúmulo de subtâncias que podem levar à formação de cataratas.

40 Leite pode causar catarata. Verdade na presença de determinadas doença Verdade! genéticas.

41 Apenas crianças precisam tomar leite.

42 Nas fases de infância, adolescência, gestação, lactação (amamentação) e na terceira idade o consumo de leite (quando tolerado) é muito importante. Na infância e adolescência para propiciar adequado crescimento e densidade óssea e saúde dos dentes. Na gestação e lactação para que não ocorra intensa reabsorção óssea da mãe (retirada de cálcio dos ossos) com prejuízo especialmente nas gestações múltiplas. Na terceira idade porque a absorção de cálcio tende a ser menor.

43 Apenas crianças precisam tomar leite.

44 Um copo de leite a noite aumenta o sono.

45 Algumas proteínas do leite, quando digeridas, podem liberar peptídios bioativos que são calmantes naturais do sistema nervoso central. A presença de melatonina no leite também ajuda a pegar no sono.

46 Um copo de leite a noite ajuda a dar sono. Verdade!

47 O leite pode causar intoxicação alimentar.

48 Síndrome do queijo pela presença de aminas biogênicas. Eventual presença de contaminantes. Fraudes. Contaminação por falhas no armazenamento.

49 O leite pode causar intoxicação alimentar. Verdade!

50 Leite é bom para gastrite.

51 Na verdade, em algumas pessoas o leite pode piorar gastrite porque seu consumo leva a efeito rebote (primeiramente diminui acidez gástrica e depois eleva).

52 Leite é bom para gastrite.

53 Sol e vitamina D

54 Há aproximadamente 400 milhões de anos os vertebrados deixaram o ambiente aquático, rico em cálcio e passaram a viver fora dos oceanos. No novo ambiente a quantidade de cálcio disponível nos alimentos era pequena. A vitamina D passou a desempenhar importante papel aumentando a absorção do cálcio dietético. Nossa sociedade está se expondo cada vez menos ao sol devido aos danos na camada de ozônio e aumento do risco de câncer de pele. Paralelamente passamos a utilizar filtros solares.

55 Leite x Ciência

56 Fatores impeditivos ou limitantes Hipolactasia/alactasia Hipersensibilidade às proteínas do leite Hipersensibilidade às aminas biogênicas Desordens do metabolismo da galactose Galactosemia Deficiência de galactoquinase

57 Hipolactasia / alactasia Decorrente da deficiência ou ausência da enzima -galactosidase (EC ).

58 Tipos Deficiência primária de lactase Deficiência secundária de lactase Deficiência congênita de lactase

59 Deficiência primária A deficiência primária da lactase se caracteriza por diminuição de quantidade produzida de lactase após o desmame. As manifestações dessa deficiência costumam ser evidentes por volta dos 2 aos 15 anos de idade (DUMOND et al, 2006).

60 Deficiência primária Alguns dos sintomas são distensão abdominal, flatulência e cólica abdominal do tipo recorrente, em cólica espasmódica, periumbical ou difusa no abdome, de intensidade variável (FARIAS, FAGUNDES NETO, 2004).

61 Deficiência secundária Decorrente de condições patológicas que afetem a integridade da mucosa gastrointestinal, sejam elas permanentes (ex. esprú celíaco, galactosemia, doença de Crohn, retrocolite ulcerativa, fibrose cística, grandes ressecções intestinais) ou transitórias (ex. parasitoses, gastroenterites). Outro exemplo: desnutrição protéico-calórica.

62 Deficiência congênita Disfunção rara resultante de herança autossômica recessiva (SHUKLA, 1997). Poucos casos documentados no mundo, quase todos na Finlândia (VESA et al., 2000). O diagnóstico deve ser precoce devido ao elevado risco de desidratação e morte.

63 Alergia O leite de vaca constitui um dos grandes alérgenos alimentares. A hipersensibilidade ao leite é uma doença quase que exclusiva dos lactentes e da infância, normalmente desaparece entre os 3 a 4 anos de idade, porém, pode prevalecer até mesmo em adultos (HOST, HALKEN, 1990).

64 Desordens do metabolismo da galactose Há dois distúrbios do metabolismo da galactose representados por doenças de deficiência enzimática, ambas com herança autossômica recessiva.

65 Deficiência de galactoquinase A deficiência de galactoquinase, mais rara que a galactosemia, é menos agressiva clinicamente, e é evidenciada principalmente por cataratas que se desenvolvem precocemente.

66 Galactosemia Patologia caracterizada por inabilidade em converter galactose em glicose, pela ausência de três enzimas ocorrendo formação de catarata, retardo mental, falência ovariana antes dos 30 anos de idade (OKANO et al., 2001).

67 Aminas biogênicas Alguns alimentos induzem reações semelhantes a alergias, como manifestações na pele e sistema respiratório, mas na realidade não correspondem a respostas imunológicas, mas ao efeito provocado por substâncias biogênicas (ANGELIS, 2006).

68 Aminas biogênicas A histamina tem sido implicada como causadora de vários episódios de intoxicação alimentar (também conhecida como síndrome do queijo ), enquanto a tiramina e a feniletilamina tem sido propostas como iniciadoras de crises hipertensivas.

69 Recomendações Hipolactasia/alactasia Hipersensibilidade às proteínas do leite Hipersensibilidade às aminas biogênicas Desordens do metabolismo da galactose Galactosemia Deficiência de galactoquinase

70 e quando não existe fator impeditivo?

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76 Referências AGGETT, P. J., AGOSTINI, C., AXELSSON, I., EDWARDS, C. A., GOULET, O., HERNELL, O., KOLETZO, B., LAFEBER, H. N., MICHELI, J. L. Nondigestible carbohydrates in the diets of infants and young children: a commentary by the ESPGHAN committee on nutrition. Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition, v. 36, p , ANGELIS, R. C. Alergias Alimentares, São Paulo, Atheneu. 123p. CAMARGO, L. A última evolução. Revista Veja, edição 1987 de 20 de dezembro de CRITTENDEN, R. G., BENNETT, L. E. Cow s milk allergy: a complex disorder. Journal of the American College of Nutrition, v. 24, n. 6, p.582s- 591S, Supplement. DUMOND, P., MORISSET, M., SERGEANT, P., KANNY, G. Allergie alimentaire au lait de vache ou intolerance au lactose? Journal de pédiatrie et de puériculture, v. 19, n. 7, p , FARIAS, F. F., FAGUNDES NETO, U. Intolerância aos carboidratos. The Eletronic Journal of Pediatric, v. 8, Disponível em: Acesso em: 24/03/2007. HOST, A., HALKEN, S. A prospective study of cow milk allergy in Danish infants during the first 3 years of life. Clinical course in relation to clinical and immunological type of hypersensitivity reaction. Allergy, v. 45, n. 8, p , HOST, A. Frequency of cow s milk allergy in childhood. Annals of Allergy, Asthma and Immunology, v. 89, p. S33-S37, Supplement. HOST A., HALKEN, S., JACOBSEN, H. P., CHRISTENSEN, A. E., HERSKIND, A. M., PLESNER, K. Clinical course of cow s milk protein allergy/intolerance and atopic diseases in childhood. Pediatric Allergy and Immunology, v.13, p. S23-S28, Supplement. KUNZ, C., RUDLOFF, S., BAIE, W., KLEIN, N., STROBEL, S. Oligosaccharides in human milk: structural, functional, and metabolic aspects. Annual Review of Nutrition, v. 20, p , PRAY, W. S. Lactose intolerance: the norm among the world s people. American Journal of Pharmaceutical Education, v. 64, p , RUSYNYK, R. A., STILL, C. D. Lactose intolerance. The Journal of the American Osteopathic Association, v. 101, p. S10-S12, Supplement OKANO, Y., ASADA, M., FUJIMOTO, A., OHTAKE, A., MURAYAMA, K., HSIAO, K. J., CHOEH, K., YANGLIN, Y., CAO, Q., REICHARDT, J. K. V., NIIHIRA, S., IMAMURA, T., YAMANO, T. A genetic factor for age-related cataract: identification and characterization of a novel galactokinase variant, osaka in Asians. American Journal of Human Genetics, v. 68, p , SIMOONS, F. J. The geographic hypothesis and lactose malabsortion. Digestive Diseases and Sciences, v. 23, n. 11, SGARBIERI V. C., RANGEL, H. A., ZINSLY, P. F., PACHECO, M. T. B., DIAS, N. F. G. P. (2000). Novel nutritional and physiological function of milk proteins. In: Proceedings of 4th International Conference of Food Science and Technology, China: Publisher Wuxi; SHUKLA, H. Lactose intolerance in health and disease. Nutrition and Food Science, n. 2, p , TISHKOFF, S. A. et al. Convergent adaptation of human lactase persistence in Africa and Europe. Nature Genetics, v. 39, n. 1, p , VESA, T. H., MARTEAU, P., KORPELA, R. Lactose intolerance. Journal of the American College of Nutrition, v. 19, n. 2, p. 165s-175s, Suplemento.

77 OBRIGADA!

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