2.3 APLICAÇÃO DA REGRA N+2 E EVOLUÇÃO DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO INTERMÉDIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2.3 APLICAÇÃO DA REGRA N+2 E EVOLUÇÃO DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO INTERMÉDIOS"

Transcrição

1 2.3 APLICAÇÃO DA REGRA N+2 E EVOLUÇÃO DOS PEDIDOS DE PAGAMENTO INTERMÉDIOS A Regra da Guilhotina Os regulamentos comunitários que enquadram a aplicação do QCA III apresentam uma rigidez e uma exigência muito acrescidas relativamente às anteriores regras de aplicação. Neste contexto, sublinhe-se a designada regra n+2, também conhecida por regra da guilhotina, consubstanciada no art.º 31.º do regulamento comunitário 1260/99, cuja aplicação determinará perdas de fundos comunitários para os PO que não atinjam os níveis mínimos de execução exigidos. Assim, o art.º 31.º do regulamento comunitário 1260/99 estabelece que:...será automaticamente anulada pela Comissão a parte de uma autorização que não tiver sido liquidada com um adiantamento ou em relação à qual não tiver sido apresentado à Comissão nenhum pedido de pagamento admissível, nos termos do n.º 3 do art.º 32.º, no final do 2.º ano subsequente ao ano da autorização.... Como é aplicada a Regra n+2? As Autoridades Portuguesas já esclareceram definitivamente com a Comissão Europeia os termos exactos da aplicação da regra n+2, que poderão assim ser sintetizados: Um pedido de pagamento intermédio, a título de um Fundo de um Programa Operacional, apresentado à Comissão Europeia até ao dia 31/12 (inclusive) do ano n+2, mesmo que apenas aceite e pago pela Comissão no ano n+3, é susceptível de liquidar a autorização orçamental correspondente ao ano n (caso esta não se encontre já integralmente liquidada); O pagamento por conta recebido a título de cada Programa (7% do total dos Fundos atribuídos a cada Programa Operacional) liquida, na medida do respectivo valor, uma parte da autorização orçamental correspondente ao 1.º ano de Programação (ano de 2000); A regra n+2 é aplicada por Programa e por Fundo globalmente considerado no Programa, isto é, não é aplicada em função da Programação Financeira Anual definida para os Eixos de cada Programa, o que aliás seria contrário ao disposto nos regulamentos comunitários. 9 9

2 Deste modo, pode concluir-se que a medida de cumprimento da regra n+2 encontra-se condicionada ao ritmo de apresentação e reembolso dos designados pedidos de pagamento intermédios. Inclusivamente, a própria dinâmica de execução do QCAIII deverá ser analisada através da evolução do ritmo de pedidos de pagamento intermédios efectuados por Portugal à Comissão, o qual que se intensificou a partir do segundo trimestre de 2001, tal como se constata nos gráficos em baixo apresentados. (Milhões de Euros) Pagamentos: Pedidos intermédios / por conta - Evolução Pagamento: Pedidos intermédios / por conta - em % 1ºano de Programação 0 Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 FEDER FSE FEOGA IFOP TOTAL FEDER FSE FEOGA IFOP TOTAL Pedidos de pagamento intermédios: 4º trimestre 2001 vs 4º trimestre 2000 Concretamente, o aumento progressivo e sustentado do processo de execução do QCAIII é bem demonstrado pela análise dos seus dois únicos períodos susceptíveis de comparação homóloga, em termos de pedidos de pagamento intermédios realizados, precisamente o 4.º trimestre dos anos de 2000 e De facto, se no último trimestre de 2000, o valor global de pedidos de pagamento realizados à Comissão ascendeu a 149 milhões, já no último trimestre de 2001, o valor global de pedidos de pagamento ascendeu a 695 milhões, ou seja entre 4,7 vezes mais. Pedidos de Pagamento: 4º Trimestre de 2000 vs 4º Trimestre de 2001 (milhões de euros) 800,00 700,00 600,00 500,00 400,00 300,00 200,00 100,00 0,00 4º Trimestre º Trimestre

3 É de sublinhar que o acréscimo de 365% apresentado (ver quadro seguinte) se encontra subestimado pelo facto de nem todos os Programas Operacionais, por razões próprias de gestão administrativa e financeira, terem efectuado pedidos de pagamento intermédios no final de Dezembro de O quadro a seguir apresentado detalha a comparação, para todos os Programas e para todos os Fundos, dos valores de pedidos de pagamentos intermédios realizados no 4.º trimestre de ambos os anos. Pedidos de Pagamento a) unid:mil euros PROGRAMAS 4º Trim º Trim 2001? % EDUCAÇÃO % EMPREGO, FORMAÇÃO E DES. SOCIAL CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO b) % SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO % SAÚDE CULTURA AGRICULTURA E DESENV. RURAL PESCA ECONOMIA ACESSIBILIDADES E TRANSPORTES % AMBIENTE % NORTE % CENTRO % LISBOA E VALE DO TEJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES % MADEIRA % ASSISTÊNCIA TÉCNICA Total % FEDER % FSE % FEOGA IFOP a) Não inclui pagamentos por conta Total % b) Este PO apresenta uma das mais elevadas taxas de execução do QCA III, tendo sido um dos que mais cedo "arrancou", pelo que a variação apresentada não traduz qualquer quebra de execução, antes razões próprias de gestão administrativa e financeira

4 Resultados da aplicação da Regra n+2 em Atendendo à importância crucial da referida regra n+2 e considerando que o 1.º momento da sua aplicação ocorrerá sensivelmente daqui por um ano, em , importará efectuar desde já uma análise do ponto de situação, para cada um dos PO (e naturalmente por fundo comunitário de cada PO), em face do respectivo cumprimento da regra n+2. Os Quadros Anexos I, II, III e IV, demonstram os cálculos necessários para realizar esta avaliação para cada PO e para cada um dos fundos comunitários, a Assim, poderá concluir-se relativamente a cada um dos Programas/Fundos e em (sensivelmente 1 ano antes do 1.º momento de aplicação da designada regra n+2 ), e no pressuposto de que a totalidade dos pedidos de pagamento intermédios já realizados serão integralmente aceites e pagos, que: No âmbito do FEDER, 10 PO já liquidaram integralmente a autorização orçamental correspondente ao 1.º ano, sendo que 3 outros PO já apresentam uma execução da referida autorização superior a 8 (num conjunto de 18 PO que integram FEDER e enfrentam a regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ver Anexo I). No âmbito do FSE, 5 dos PO já liquidaram integralmente a autorização orçamental correspondente ao 1.º ano, sendo que outros 6 PO já apresentam uma execução da referida autorização superior a 8 (num conjunto de 14 PO que integram FSE e enfrentam a regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ver Anexo II). No âmbito do FEOGA e do IFOP, ainda nenhum Programa liquidou integralmente a autorização orçamental referente ao 1.º ano, sendo que 1 dos Programas (PO Pescas) já apresenta uma execução da referida autorização superior a 8 (ver Anexos III e IV, respectivamente). Esta evolução ao longo do ano de 2001 é a seguir demonstrada graficamente. Evolução da apresentação de pedidos de pagamento intermédios à Comissão Os 7 gráficos a seguir apresentados ilustram a evolução, por Fundo e por PO, do ritmo de apresentação de Pedidos de Pagamentos Intermédios, constatando-se generalizadamente a aceleração acentuada do ritmo de execução ao longo do ano

5 São apresentadas bandas médias para os Fundos que apresentam maiores níveis de execução, cujos intervalos foram construídos com base numa variação de 20 pontos percentuais sobre a média 1 do Fundo em causa, facilitando desta forma, a observação do desempenho relativo dos respectivos PO, ao nível de cada Fundo. Refira-se, ainda, que os pagamentos considerados correspondem aos pedidos de pagamento intermédios e aos pagamentos por conta. Em primeiro lugar, apresentam-se os gráficos relativos ao FEDER, com os Programas divididos em três grupos: Recursos Humanos (referente aos PO do Eixo 1 do QCAIII), Actividades Económicas/Transportes/Ambiente (inclui os PO do Eixo 2 e 3 do QCAIII) e finalmente um terceiro gráfico com os Programas Regionais. No último trimestre de 2001, a média calculada para o FEDER foi de 96%, sendo o intervalo de banda média considerado entre 76% e 116%. Gráfico % % % % 9 75% 6 45% 3 15% 48% 21% FEDER - Recursos Humanos Pagamentos: Pedidos / por conta 199% 159% 148% 92% 83% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim % Média: [76%- 116%] EDUCAÇÃO CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SAÚDE EMPREGO, FORMAÇÃO E DES. SOCIAL SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO CULTURA 1 Total de Pagamentos (intermédios e por conta) sobre o Total Programado, com referência ao 4º trimestre de

6 Gráfico 2 135% % 9 75% 6 45% 3 15% FEDER - Activ. Econ./Transportes/Ambiente Pagamentos: pedidos / por conta 125% 119% 69% 62% 56% 21% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 AGRICULTURA E DESENV. RURAL PESCA ECONOMIA ACESSIBILIDADES E TRANSPORTES AMBIENTE Média: [76%- 116%] Gráfico 3 FEDER - Regionais 135% % 9 Pagamentos: pedidos / por conta 123% 123% 121% 109% 102% 96% Média: [76%- 116%] 75% % 3 15% 21% 15% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 NORTE CENTRO LISBOA E VALE DO TEJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA No que concerne ao FSE, os Programas foram divididos em dois gráficos, a saber: Programas de índole nacional (Gráfico 4) e Programas Regionais (Gráfico 5)

7 A média calculado para o FSE, relativo ao 4º trimestre de 2001, foi de 10, sendo o intervalo de banda média considerado entre 8 e 12. Gráfico FSE - Recursos Humanos/Activ. Econ./Transportes/Ambiente Pagamentos: pedidos / por conta 142% 132% 113% 93% 48% 42% 43% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 Média: [8-12] EDUCAÇÃO CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO SAÚDE ECONOMIA EMPREGO, FORMAÇÃO E DES. SOCIAL SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO AGRICULTURA E DESENV. RURAL Gráfico 5 14 FSE - Regionais Pagamentos: pedidos / por conta % 104% 97% 94% 91% 87% 84% Média: [8-12] 4 2 Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 NORTE CENTRO LISBOA E VALE DO TEJO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA 15 15

8 O gráfico relativo ao FEOGA (Gráfico 6) contém todos os Programas ilustrados. A respectiva média calculada para este Fundo, no 4º trimestre de 2001, foi de 59%. Gráfico 6 9 FEOGA - Activ. Econ./ Regionais Pagamentos: pedidos / por conta % 67% 62% 53% 53% 52% 43% 33% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 Média: 59% AGRICULTURA E DESENV. RURAL CENTRO ALENTEJO AÇORES NORTE LISBOA E VALE DO TEJO ALGARVE MADEIRA Por último, no Gráfico 7 relativo ao IFOP é possível observar todos os Programas financiados por este Fundo. A média calculada para o IFOP, no 4º trimestre de 2001, foi de 72%

9 Gráfico IFOP - Activ. Econ./ Regionais Pagamentos: pedidos / por conta 83% Média: 72% % 43% 42% 35% 35% 35% Set-00 4º Trim º Trim º Trim º Trim º Trim 2001 PESCA NORTE CENTRO ALENTEJO ALGARVE AÇORES MADEIRA Regra n+2 tomando em consideração a execução financeira Atendendo a que os pedidos de pagamento intermédios são realizados calendarizadamente, em momentos determinados do ano, com base em execução financeira já realizada nos termos dos regulamentos comunitários, conclui-se que o nível de execução realizada até é claramente superior ao valor total de pedidos de pagamento intermédios realizados até (até porque nem todos os PO realizaram pedidos de pagamento no mês de Dezembro, nem sequer no final deste mês). Sendo assim, impõe-se que à data de se perspective a contribuição da execução total já realizada (que contribuirá para a efectivação de pedidos de pagamento intermédios no curtíssimo prazo) para efeitos de liquidação do valor disponível das autorizações orçamentais. Assim, nos Quadros Anexos IA, IIA, IIIA e IVA, a coluna (4) em vez de respeitar a pedidos de pagamento intermédios já realizados é substituída pelo valor da execução financeira já realizada, chegando-se às seguintes conclusões: No âmbito do FEDER, 13 PO liquidarão integralmente a autorização orçamental correspondente ao 1.º ano, sendo que 2 outros PO apresentarão uma execução da referida autorização superior a 8 (num conjunto de 18 PO que integram FEDER e enfrentam a 17 17

10 regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ), quando a totalidade da execução financeira for transformada em pedidos de pagamento intermédios admissíveis (ver Anexo IA). No âmbito do FSE, 11 dos PO liquidarão integralmente a autorização orçamental correspondente ao 1.º ano (num conjunto de 14 PO que integram FSE e enfrentam a regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ), quando a totalidade da execução financeira for transformada em pedidos de pagamento intermédios admissíveis (ver Anexo IIA). No âmbito do FEOGA, 5 dos PO apresentarão uma execução da autorização orçamental correspondente ao 1.º ano superior a 8, quando a totalidade da execução financeira for transformada em pedidos de pagamento intermédios admissíveis (num conjunto de 8 PO que integram FEOGA e enfrentam a regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ver Anexo IIIA). No âmbito do IFOP, 1 dos PO liquidará a autorização orçamental referente ao 1.º ano (PO Pescas), quando a totalidade da execução financeira for transformada em pedidos de pagamento intermédios admissíveis (num conjunto de 7 PO que integram IFOP e enfrentam a regra n+2, pela 1.ª vez, no dia ). A este propósito, recorde-se que o PO Pescas representa ¾ do IFOP total do QCAIII (ver o Anexo IVA). Assim, no âmbito do FEDER, e conforme o gráfico apresentado, constata-se que os 3 únicos PO (em 18) que não atingirão já, com base na execução a , 8 da 1.ª aplicação da regra n nos termos referidos, representam apenas 2 da Programação FEDER do 1.º ano, sendo que o POE representa 97% do total dos referidos 3 PO. Relativamente ao POE, o volume de aprovações já realizado, em termos de FEDER, representa já 966 milhões, 230 % da respectiva programação do 1.º ano, o que significa que o ritmo de execução deverá acelerar rapidamente nos próximos meses; Relativamente ao PO Agricultura e Desenvolvimento Rural e ao PO Emprego, Formação e Desenvolvimento Social, é de sublinhar que o FEDER representa um Fundo de menor dimensão nestes Programas (apenas entre 2 e 4% da sua dimensão global). O valor das aprovações já realizadas, em termos de FEDER, eleva-se a 15 milhões para o PO Agricultura e Desenvolvimento Rural e 21 milhões para o PO Emprego, Formação e Desenvolvimento Social, o que representa 332 % e 235% da respectiva programação do 1.º ano, significando que o ritmo de execução deverá acelerar rapidamente nos próximos meses

11 22 Execução - FEDER x "Regra n+2" "Regra n+2" Educação Emprego, F. D. Ciência, T. I. S. Informação Saúde Cultura Agricultura D.R. Pescas Economia Ac. Transportes Ambiente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira TOTAL Pagamento por conta + pedidos de pagamento intermédios Pagamento por conta + execução financeira Por seu turno, no âmbito do FSE, e conforme o gráfico apresentado, constata-se que os 3 únicos PO (em 14) que não atingirão, com base na execução a , 8 da 1.ª aplicação da regra n nos termos referidos, são o PO Saúde, PO Agricultura e Desenvolvimento Rural e o PO Economia, que representam apenas 7.7% da Programação FSE do 1.º ano. É de sublinhar que o FSE representa um Fundo de menor dimensão nestes Programas (apenas entre 3 e 8% da sua dimensão global). O valor das aprovações já realizadas para estes PO, em termos de FSE, eleva-se a 27 milhões para o PO Agricultura e Desenvolvimento Rural e 32 milhões para o PO Economia, o que corresponde a 168% e 92% da respectiva programação do 1.º ano, e significa que o ritmo de execução deverá acelerar nos próximos meses. Refira-se que o PO Saúde, cujas aprovações ascendem a 282 milhares (correspondendo a 13% do 1º ano de programação), terá que acelerar o seu ritmo de aprovações e execução

12 Execução - FSE x "Regra n+2" "Regra n+2" Educação Emprego, F. D. Ciência, T. I. S. Informação Saúde Agricultura D.R. Economia Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira TOTAL Pagamento por conta + pedidos de pagamento intermédios Pagamento por conta + execução financeira Relativamente ao FEOGA, e conforme o gráfico apresentado, constata-se que os 3 únicos PO (em 8) que não atingirão, com base na execução a , 8 da 1.ª aplicação da regra n nos termos referidos são o PO Regional de Lisboa e Vale do Tejo, o PO Regional do Algarve e o PO Regional da Madeira, os quais representam apenas 12% da Programação FEOGA do 1.º ano. É de sublinhar que o FEOGA representa um Fundo de menor dimensão nestes PO, apenas entre 7% e 11% da sua dimensão global. O valor das aprovações já realizadas, em termos de FEOGA, representa 47 milhões no PO Regional de LVT, 9 milhões relativo ao PO Regional do Algarve e 11 milhões relativo ao PO Regional da Madeira, o que corresponde a 19, 184% e 82% da respectiva programação do 1.º ano, e permite concluir que o ritmo de execução deverá acelerar nos próximos meses (devendo ser acelerado o ritmo de aprovações)

13 Execução - FEOGA "Regra n+2" 12 8 x "Regra n+2" Agricultura D.R. Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira TOTAL Pagamento por conta + pedidos de pagamento intermédios Pagamento por conta + execução financeira Relativamente ao IFOP, e conforme o gráfico apresentado, constata-se que os PO que não atingirão, com base na execução a , 8 da 1.ª aplicação da regra n nos termos referidos, representam apenas 25% da Programação IFOP do 1.º ano. É de sublinhar que o IFOP representa um Fundo de menor dimensão nestes Programas, de % nos PO Regionais do Continente a 3% nos PO das Regiões Autónomas. O valor das aprovações já realizadas nesses PO, em termos de IFOP, representa 1,4 milhões, ou seja 15 % da respectiva programação do 1.º ano. É pois fundamental acelerar o nível de aprovações/execução nestes PO x "Regra n+2" Execução - IFOP "Regra n+2" Pescas Norte Centro Alentejo Algarve Açores Madeira TOTAL Pagamento por conta + pedidos de pagamento intermédios Pagamento por conta + execução financeira 21 21

14 A situação consolidada dos fundos FEDER, FSE, FEOGA e IFOP, por Programa Operacional, apesar de não corresponder exactamente aos termos de cumprimento da regra n+2, permite uma imagem clara da performance global por PO. Com efeito, nesta perspectiva, constata-se que, com base na execução a , apenas o PO Economia não atingirá já, 8 do valor global correspondente à 1.ª aplicação da regra n (independentemente da distribuição por Fundos). Por outro lado, verifica-se que em 4 Programas Operacionais (Educação, Emprego, Formação e Desenvolvimento Social, Ciência, Tecnologia e Inovação e Sociedade de Informação), a soma dos pagamentos por conta e da execução financeira realizada a supera os 15 do valor programado para o 1º ano. Esta situação pode ser observada no gráfico seguinte: 20 Execução - TOTAL x "Regra n+2" "Regra n+2" Educação Emprego, F. D. Ciência, T. I. S. Informação Saúde Cultura Agricultura D.R. Pescas Economia Ac. Transportes Ambiente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Açores Madeira TOTAL Pagamento por conta + pedidos de pagamento intermédios Pagamento por conta + execução financeira 22 22

15 A Regra dos 18 meses Por seu turno, a designada "regra dos 18 meses" tem sido cumprida em todos os PO do QCAIII, respeitando os termos do art.º 32.º, n.º 2, do regulamento comunitário 1260/99, o qual estabelece que: "...O pagamento por conta será total ou parcialmente reembolsado pela autoridade de pagamento à Comissão, consoante os progressos realizados na execução da intervenção, sempre que não for comunicado à Comissão qualquer pedido de pagamento no prazo de 18 meses a contar da decisão de participação dos Fundos..." 23 23

2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES

2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES 2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES Aceleração da execução A execução do QCAIII atingia, no final do 1.º semestre de 2001, uma taxa de execução acumulada de cerca de 29% face ao

Leia mais

síntese da execução financeira em Novembro de 2007 QCA III

síntese da execução financeira em Novembro de 2007 QCA III 2007 síntese da execução financeira em Novembro de 2007 QCA III QCA III síntese da execução financeira em Novembro 2007 QCA III síntese da execução financeira em Novembro 2007 Comissão de Gestão do QCA

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E INOVAÇÃO Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice Introdução Proveito Médio de Aposento Conceitos Anexos Proveitos

Leia mais

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego

Solidariedade. Inovação. Oportunidade. Cultura. A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s. E m p r e s a s C o o p e rativa s. Inclusão Social e Emprego Solidariedade A s s o c i a ç õ e s F u n d a ç õ e s P a r c e r i a Oportunidade Cultura E m p r e s a s C o o p e rativa s Empreendedorismo PORTUGAL Inclusão Social e Emprego Inovação A c o r d o I

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÌNDICE Principais orientações e dotação orçamental Programas Operacionais e dotação orçamental específica Órgãos de Governação (Decreto-Lei n.º 137/2014 de 12 de setembro)

Leia mais

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020

PORTUGAL 2020. Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 PORTUGAL 2020 Quadro Comunitário de Apoio 2014-2020 ÍNDICE PORTUGAL 2020 A. Principais orientações e dotação orçamental B. Programas Operacionais e dotação orçamental específica C. Regras gerais de aplicação

Leia mais

NÃO UTILIZAÇÃO E DEFICIENTE UTILIZAÇÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS

NÃO UTILIZAÇÃO E DEFICIENTE UTILIZAÇÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS Não utilização e deficiente utilização de Fundos Comunitários Pág. 1 NÃO UTILIZAÇÃO E DEFICIENTE UTILIZAÇÃO DE FUNDOS COMUNITÁRIOS RESUMO DESTE ESTUDO A baixa qualidade do investimento realizado em Portugal,

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Índice Introdução Preço Médio por Dormida Proveito Médio de Aposento por Cama Conceitos Anexos 2 Introdução Com base em indicadores estatísticos disponibilizados pelo

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 NOTA METODOLÓGICA De acordo com a definição nacional, são pequenas e médias empresas aquelas que empregam menos de 500 trabalhadores, que apresentam um volume de

Leia mais

Balanço a 30 de Junho de 2004

Balanço a 30 de Junho de 2004 Caracterização Em 30 de Junho o registo central de ajudas de minimis apresentava um volume financeiro de apoios aprovados de mais de 612 milhões de euros, sendo composto por 37 337 registos de apoios.

Leia mais

PORTUGAL 2020: Como financiar a sua empresa?

PORTUGAL 2020: Como financiar a sua empresa? PORTUGAL 2020: Como financiar a sua empresa? QUAL O MONTANTE DE APOIOS COMUNITÁRIOS ATRIBUÍDOS A PORTUGAL? 25 Mil Milhões de Euros. Outros Programas* Este é o montante que Portugal vai receber em fundos

Leia mais

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Fundos 2 Objetivos 2 Etapas formais de programação 2 Abordagem estratégica 2 Âmbito Geográfico 3 Concentração Temática 4 Condicionalidades Ex ante 5 Adicionalidade

Leia mais

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo

2013 4º Trimestre. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo Sumário Executivo Na presente informação, divulgam-se os preços médios de Aposento (b&b), Meia Pensão (h&b) e Pensão Completa (f&b) praticados ao balcão, no 4.º Trimestre de 2013, pelos hotéis e pousadas,

Leia mais

PERFIL DAS EXPORTADORAS PORTUGUESAS EM 2012. Estudo elaborado por Informa D&B, Novembro 2013

PERFIL DAS EXPORTADORAS PORTUGUESAS EM 2012. Estudo elaborado por Informa D&B, Novembro 2013 PERFIL DAS EXPORTADORAS PORTUGUESAS EM 2012 Estudo elaborado por Informa D&B, Novembro 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO Em Portugal, nos últimos 5 anos, o número de empresas exportadoras aumentou 12% O valor das

Leia mais

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 2013 Rui Nuno Baleiras Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Centro

Leia mais

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto

CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1º. Objecto CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as condições de acesso das operações a apoiar no âmbito da Prevenção e Gestão de Riscos Naturais e Tecnológicos, para:

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

Edifícios Licenciados e Concluídos Diminuem

Edifícios Licenciados e Concluídos Diminuem Construção: Obras licenciadas e concluídas 1 13 de Setembro de 2007 e Concluídos Diminuem No 2º trimestre de 2007, foram licenciados mais de 11 mil edifícios e concluídos mais de 6,5 mil edifícios. Estes

Leia mais

Disponibilidade geográfica da banda larga em Portugal

Disponibilidade geográfica da banda larga em Portugal Data de publicação 22.9.2008 Disponibilidade geográfica da banda larga em Portugal A disponibilidade das ofertas de banda larga depende da existência de centrais da rede telefónica pública comutada nas

Leia mais

(MADEIRA 14-20) 121. Preparação, execução, acompanhamento e inspeção 122. Avaliação e estudos 123. Informação e comunicação

(MADEIRA 14-20) 121. Preparação, execução, acompanhamento e inspeção 122. Avaliação e estudos 123. Informação e comunicação AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 12 Assistência Técnica PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) AT.1 Assistência Técnica - FEDER OBJETIVO

Leia mais

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015

CTCV. seminários. Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020. Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 23 10 2014 Programas de apoio no novo Quadro Portugal 2020 Seminário ISO 9001 e ISO 14001 Enquadramento e alterações nos referenciais de 2015 Victor Francisco Gestão e Promoção da Inovação 21 de outubro

Leia mais

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors

Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors Programas de Apoio ao Investimento em Portugal - Síntese Zeta Advisors 1 The way to get started is to quit talking and begin doing. Walt Disney Company ÍNDICE 1. Programa de Apoio ao Empreendedorismo e

Leia mais

PROBLEMAS E PERSPECTIVAS ORÇAMENTAIS DA C&T EM PORTUGAL

PROBLEMAS E PERSPECTIVAS ORÇAMENTAIS DA C&T EM PORTUGAL PROBLEMAS E PERSPECTIVAS ORÇAMENTAIS DA C&T EM PORTUGAL Desde o início dos anos noventa e particularmente desde meados dessa década, Portugal conseguiu um elevado ritmo de desenvolvimento científico. De

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020. Prioridades do FEDER

EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020. Prioridades do FEDER EVENTO ANUAL DO PO LISBOA Resultados do POR Lisboa e Portugal 2020 Prioridades do FEDER Dina Ferreira, Vogal do Conselho Diretivo - Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional Os novos contornos

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II)

RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II) RELATÓRIO FINAL DA CGD PARA A COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI E SUBVENÇÃO GLOBAL (APOIO AO QCA II) ÍNDICE A. LINHA DE CRÉDITO CGD/BEI Pag. 1. ENQUADRAMENTO LEGAL 1 2. UTILIZAÇÃO DA

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009

VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento

Leia mais

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT)

ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) ESTATÍSTICAS DA FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA (FCT) INSTITUIÇÕES DE I&D Este documento sintetiza a informação estatística sobre as Instituições de I&D financiadas pela FCT, focando essencialmente

Leia mais

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 30 de julho 2014 ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 1 Portugal 2020, o Acordo de Parceria (AP) que Portugal submeteu à Comissão Europeia estrutura as intervenções, os investimentos e as prioridades

Leia mais

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza

Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 8 Promover a Inclusão Social e Combater a Pobreza PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA MEDIDA Versão:1 Data:28/10/2013 REDE RURAL NACIONAL NOTA INTRODUTÓRIA O desenvolvimento das fichas de medida/ação está condicionado, nomeadamente,

Leia mais

Documento Trabalho. 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0

Documento Trabalho. 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0 2006 Deloitte. Todos os direitos reservados. 0 Setembro, 2006 Índice: 1. Posição relativa dos Municípios face às Administrações Públicas; 3 2. Enquadramento da Proposta de Lei das Finanças Locais com o

Leia mais

Captação de Grandes Congressos Internacionais. Regulamento

Captação de Grandes Congressos Internacionais. Regulamento Captação de Grandes Congressos Internacionais Regulamento Artigo 1º Objecto 1. O presente regulamento tem por objecto a definição dos termos de concessão de apoio a projectos de captação de grandes Congressos

Leia mais

APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS. Porto 30-01-2008

APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS. Porto 30-01-2008 APOIO AO INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS Porto 30-01-2008 AGENDA AS MARCAS DO POPH I INVESTIMENTO EM EQUIPAMENTOS SOCIAIS CANDIDATURAS II III I AS MARCAS DO POPH AS MARCAS DO POPH 1 O MAIOR PROGRAMA

Leia mais

Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER

Turismo no Espaço Rural. A oferta e a procura no TER A oferta e a procura no TER 2007 Índice Introdução Capacidade de alojamento Estimativa de dormidas Taxas de ocupação-cama Anexos 2 Introdução. Em 2007 estavam em funcionamento em Portugal 1.023 unidades

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA. Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Órgãos de Gestão

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA. Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Órgãos de Gestão EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência

Leia mais

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO

INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO FISCAL N.º 1/2009 JAN/FEV 2009 INICIATIVA PARA O INVESTIMENTO E EMPREGO Nuno Sampayo Ribeiro No Conselho de Ministros de 13 de Dezembro de 2008 foi aprovado um reforço do investimento público. O qual será

Leia mais

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013

SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas. CCDRC, 14 fevereiro 2013 SIALM Sistema de Incentivos de Apoio Local a Micro empresas CCDRC, 14 fevereiro 2013 PROGRAMA VALORIZAR RCM n.º 7/2013, de 9/01 Valorização do território do interior e de baixa densidade demográfica e

Leia mais

O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL

O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL O APOIO DAS EMPRESAS À COMUNIDADE RETRATO DOS DONATIVOS EM PORTUGAL 2012/2010 Estudo Sair Da Casca e Informa D&B Dezembro 2013 METODOLOGIA Universo do estudo TECIDO EMPRESARIAL: Todas as entidades (pessoas

Leia mais

As PME. No comércio internacional português

As PME. No comércio internacional português As PME No comércio internacional português Novembro de 2008 1 Índice Nota Introdutória... 2 Caracterização geral das exportações nacionais... 3 Os grandes números... 3 Os principais mercados das empresas

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013. (31 de dezembro de 2013)

POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013. (31 de dezembro de 2013) POLÍTICAS PÚBLICAS NO CENTRO DE PORTUGAL QREN 2007-2013 QREN 2007-2013 No período 2007-2013, são principalmente os instrumentos financeiros, Fundos Estruturais (FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO DE PME) VALE INOVAÇÃO

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO DE PME) VALE INOVAÇÃO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 07 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO DE PME) VALE INOVAÇÃO Nos termos do Regulamento do SI Qualificação

Leia mais

IAPMEI. (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação)

IAPMEI. (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação) 1 - Enquadramento: As funções do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação foram redefinidas por intermédio do

Leia mais

Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger

Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger Promover emprego e trabalho com qualidade: dinamizar a contratação colectiva, valorizar e proteger SEM MAIS EMPREGO NÃO É POSSÍVEL A RECUPERAÇÃO ECONÓMICA DO PAÍS Slides utilizados na intervenção que fiz

Leia mais

Como primeiro passo, a celebração do Acordo de Parceria constitui a assunção clara e inequívoca de um conjunto de princípios, dos quais salientaria:

Como primeiro passo, a celebração do Acordo de Parceria constitui a assunção clara e inequívoca de um conjunto de princípios, dos quais salientaria: Exma. Senhora Diretora Regional da Qualificação Profissional, Exmo. Senhor Presidente do Instituto de Desenvolvimento Empresarial, Exmo. Senhor Presidente do Instituto de Emprego, Exmo. Senhor Presidente

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012

Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012 Lisboa, 4 de fevereiro de 2013 Associação da Hotelaria de Portugal divulga indicadores de novembro de 2012 TAXA DE OCUPAÇÃO QUARTO SOBE 10,64%, NO PORTO, e 5,75% EM LISBOA COM BOM DESEMPENHO DE TODAS AS

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1 03 de Novembro 2010 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nos Hospitais 2010 96% dos Hospitais que utilizam a Internet dispõem de

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Boletim Informativo dos Fundos da União Europeia

Boletim Informativo dos Fundos da União Europeia Boletim Informativo dos s da União Europeia QREN e Portugal 2020 Junho 2015 Número 0 NOTA DE ABERTURA Considerando a coexistência em 2015 da aplicação efetiva de dois quadros de programação de apoios

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Acordo de Parceria Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012

Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2012 06 de novembro de 2012 60% das pessoas dos 16 aos 74 anos utilizam Internet

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2005 Elaborado por: Maria Julieta Martins Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística Índice

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO

PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO PROGRAMA OPERACIONAL COMPETITIVIDADE E INTERNACIONALIZAÇÃO Jorge Abegão Secretário-Técnico do COMPETE Coimbra, 28 de janeiro de 2015 Estratégia Europa 2020 ESTRATÉGIA EUROPA 2020 CRESCIMENTO INTELIGENTE

Leia mais

Portugal 2020. Pedro Gomes Nunes. Director Executivo. Lisboa, Fevereiro 2014. www.risa.pt

Portugal 2020. Pedro Gomes Nunes. Director Executivo. Lisboa, Fevereiro 2014. www.risa.pt Pedro Gomes Nunes Director Executivo Lisboa, Fevereiro 2014 RISA - Apresentação ÁREAS DE NEGÓCIO Estudos e Projectos + 20 anos de experiência + 1.500 candidaturas a Fundos Comunitários aprovadas. + 1,6

Leia mais

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido MEMO/08/79 Bruxelas, 8 de Fevereiro de 2008 Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido 1. O Programa Operacional de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico

Leia mais

A POLÍTICA REGIONAL EUROPEIA

A POLÍTICA REGIONAL EUROPEIA A POLÍTICA REGIONAL EUROPEIA Seminário de Verão DEBATER A EUROPA 30 de Junho de 2009 Leonor Sarmento Team Europe Portugal POLÍTICA DE COESÃO EUROPEIA MISSÃO: PROMOÇÃO DA COESÃO ECONÓMICA E SOCIAL (Acto

Leia mais

Adenda aos Critérios de Selecção

Adenda aos Critérios de Selecção Adenda aos Critérios de Selecção... Critérios de Selecção SI Qualificação PME EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE

Leia mais

Síntese Execução Orçamental

Síntese Execução Orçamental 2013 janeiro Síntese Execução Orçamental Glossário Ministério das Finanças Glossário A Ativos financeiros (receita) Receitas provenientes da venda e amortização de títulos de crédito, designadamente obrigações

Leia mais

GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA

GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 SPAIN - FRANCE - PORTUGAL - BELGIUM - BRAZIL - CHILE - CANADA GUIA PORTUGAL 2020 NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 2014-2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? www.f-iniciativas.com GUIA PORTUGAL 2020 QUEM? COMO? QUANDO? PORQUÊ? 1. O que é Portugal 2020 2. Metas para o Portugal

Leia mais

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo De acordo com os indicadores demográficos disponíveis relativos a 2007, a população residente em Portugal

Leia mais

8 DE MAIO 2013. ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes

8 DE MAIO 2013. ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes 8 DE MAIO 2013 ONDE NASCE O NOVO EMPREGO EM PORTUGAL Teresa Cardoso de Menezes a empresa activa mais antiga em Portugal nasceu em 1670? 2001 foi o ano em que nasceram mais empresas em Portugal? ontem quando

Leia mais

I. PLANEAMENTO, NEGOCIAÇÃO E ESTRUTURA DO QCA III...2. I.1. Do PNDES ao QCA III: estratégia, programação e negociação...2

I. PLANEAMENTO, NEGOCIAÇÃO E ESTRUTURA DO QCA III...2. I.1. Do PNDES ao QCA III: estratégia, programação e negociação...2 ÍNDICE I. PLANEAMENTO, NEGOCIAÇÃO E ESTRUTURA DO QCA III...2 I.1. Do PNDES ao QCA III: estratégia, programação e negociação...2 I.2. Objectivos prioritários do QCA III...6 I.3. A Estrutura do Financiamento

Leia mais

Assistência Técnica FEDER

Assistência Técnica FEDER Programa Operacional Assistência Técnica FEDER 2007-2013 Relatório Anual de Execução 2 0 0 9 Ficha Técnica Título: Programa Operacional de Assistência Técnica FEDER 2007-2013 Relatório Anual de Execução

Leia mais

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas

PME Investe VI. Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas PME Investe VI Linha de Crédito Micro e Pequenas Empresas Objectivos Esta Linha de Crédito visa facilitar o acesso ao crédito por parte das micro e pequenas empresas de todos os sectores de actividade,

Leia mais

PROJECTOS INDIVIDUAIS E DE COOPERAÇÃO

PROJECTOS INDIVIDUAIS E DE COOPERAÇÃO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 03 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO DE PME) PROJECTOS INDIVIDUAIS E DE COOPERAÇÃO Nos termos do

Leia mais

Projectos Sustentáveis Sustentáveis de Reabilitação Urbana. Nuno Vitorino 13Jan2011 16 Nov 2010

Projectos Sustentáveis Sustentáveis de Reabilitação Urbana. Nuno Vitorino 13Jan2011 16 Nov 2010 Iniciativa JESSICA JESSICA Financiamento Financiamento de de Projectos Sustentáveis Sustentáveis de Reabilitação de Reabilitação 13Jan2011 Alteração do Paradigma de Financiamento > Substituição de financiamento

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: 6º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 6º. Localização de Serviços - Locação financeira e aluguer de longa duração - Meios de transporte. Processo: nº 1156, despacho do SDG dos Impostos, substituto

Leia mais

Sessão de informação sobre as oportunidades. Faro, 13 de Fevereiro de 2012

Sessão de informação sobre as oportunidades. Faro, 13 de Fevereiro de 2012 Sessão de informação sobre as oportunidades de financiamento JESSICA Faro, 13 de Fevereiro de 212 JESSICA (Joint European Support for Sustainable Investment in City Areas) Iniciativa conjunta da Comissão

Leia mais

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios

Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e. Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Censos 2011 Resultados Preliminares 30 de Junho de 2011 Somos 10 555 853 residentes, Constituímos 4 079 577 famílias e Dispomos de 5 879 845 alojamentos em 3 550 823 edifícios Cem dias após o momento censitário

Leia mais

Coordenação: ADRAL Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, S.A.

Coordenação: ADRAL Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, S.A. Coordenação: ADRAL Agência de Desenvolvimento Regional do Alentejo, S.A. Equipa Técnica: Luís Cavaco Ana Cristina Bugio Ana Luísa Brejo Marta Figueira Consultoria externa: Maria Alberto Branco Outros colaboradores:

Leia mais

PLANO DE COMUNICAÇÃO PRODERAM 2020

PLANO DE COMUNICAÇÃO PRODERAM 2020 PLANO DE COMUNICAÇÃO DO PRODERAM 2020 Aprovado na 1.ª Reunião do Comité de Acompanhamento do PRODERAM 2020, de 3 de dezembro de 2015 ÍNDICE I. II. III. IV. V. VI. VII. INTRODUÇÃO... 3 OBJETIVOS... 5 GRUPOS-ALVO...

Leia mais

Comissão Ministerial de Coordenação do Programa Operacional Fatores de Competitividade

Comissão Ministerial de Coordenação do Programa Operacional Fatores de Competitividade Comissão Ministerial de Coordenação do Programa Operacional Fatores de Competitividade Alteração ao regulamento específico do Sistema de Apoio a Ações Coletivas (SIAC) Deliberação aprovada por consulta

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20

REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20 AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL DA 2014-2020 (MADEIRA 14-20) EIXO PRIORITÁRIO 3 Reforçar a Competitividade das Empresas PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI) 3.b Desenvolvimento

Leia mais

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida

Madeira. Bens e serviços. Açores. Taxa Taxa intermédia. Observações / Legislação reduzida F i s c a l i d a d e TOC 86 - Maio 2007 Para determinar a taxa aplicável nas operações relacionadas com as Regiões Autónomas são chamados os critérios constantes do artigo 6. do Código do IVA, por força

Leia mais

circular ifdr Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à decisão de aprovação do projeto pela Comissão Europeia SÍNTESE

circular ifdr Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à decisão de aprovação do projeto pela Comissão Europeia SÍNTESE N.º 02/2013 Versão n.º 01.0 Data de aprovação: 2013/09/30 Certificação de despesas relativas a um Grande Projeto previamente à Elaborada por: Unidade de Certificação SÍNTESE A presente Circular atualiza

Leia mais

Análise da execução financeira do QCA III. {Junho de 2008}

Análise da execução financeira do QCA III. {Junho de 2008} Análise da execução financeira do QCA III {Junho de 2008} Análise da execução financeira do QCA III {Junho de 2008} 2 3.............................................................................. Glossário

Leia mais

QREN (2007-2013) PARTE I ESTRUTURA DO QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL

QREN (2007-2013) PARTE I ESTRUTURA DO QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL QREN (2007-2013) PARTE I ESTRUTURA DO QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), que define as orientações fundamentais para a utilização nacional dos

Leia mais

GUIA PORTUGAL 2020: SAIBA TUDO SOBRE OS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS

GUIA PORTUGAL 2020: SAIBA TUDO SOBRE OS NOVOS FUNDOS COMUNITÁRIOS 1. INTRODUÇÃO Saiba tudo sobre as regras de funcionamento dos novos apoios financeiros vindos de Bruxelas 2. O QUE MUDA PARA AS EMPRESAS? Descubra as principais diferenças entre o Portugal 2020 e o QREN

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO FECHADO TURÍSTICO 1. Introdução O Fundo de Investimento Imobiliário Fechado Turístico é um fundo fechado, autorizado através da Portaria nº. 229/95, publicado na II Série

Leia mais

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006

O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 O TURISMO NO ESPAÇO RURAL 2006 Elaborado por: Ana Paula Gomes Bandeira Coordenado por: Teresinha Duarte Direcção de Serviços de Estudos e Estratégia Turísticos Divisão de Recolha e Análise Estatística

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade ACORDO DE PARCERIA Consagra a política de desenvolvimento económico, social, ambiental e territorial Define

Leia mais

Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais

Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais Trabalhadores mais Velhos: políticas públicas e práticas empresariais PESTANA, Nuno Nóbrega (2003), Cadernos de Emprego e Relações de Trabalho n.º 1, MSST/DGERT, Lisboa, pp. 321. Susana Graça 1 A obra

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

Senhor representante do Secretário de Estado da Economia e do Desenvolvimento Regional. Senhor Coordenador-Adjunto do Observatório do QREN

Senhor representante do Secretário de Estado da Economia e do Desenvolvimento Regional. Senhor Coordenador-Adjunto do Observatório do QREN 1 Senhor representante do Secretário de Estado da Economia e do Desenvolvimento Regional Senhor Presidente do Conselho Regional Senhores Autarcas Senhor Coordenador-Adjunto do Observatório do QREN Senhores

Leia mais

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes:

O presente documento suporta a apreciação do ponto 3 da Agenda da reunião da Comissão de Acompanhamento de 13/11/07, sendo composto por duas partes: EIXO I COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIFICAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO DE PME (SI QUALIFICAÇÃO PME) O presente documento suporta a apreciação do ponto 3

Leia mais

Portugal 2020. 03-11-2014 Areagest Serviços de Gestão S.A.

Portugal 2020. 03-11-2014 Areagest Serviços de Gestão S.A. Portugal 2020 Os Nossos Serviços Onde pode contar connosco? Lisboa Leiria Braga Madrid As Nossas Parcerias Institucionais Alguns dos Nossos Clientes de Referência Bem Vindos à Areagest Índice O QREN;

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008

Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 1/1 Novas linhas de intervenção do sistema de garantia mútua desenvolvidas desde o segundo semestre de 2008 No cenário da actual conjuntura económica o sistema de garantia mútua é visto quer pelos parceiros

Leia mais

Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2

Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2 Jorge Sobrado, CCDR-N/ON.2 O ON.2_contexto ON.2_contexto ON.2_contexto O ON.2 representa 1/3 dos financiamentos do QREN aprovados na Região Norte itário (Milhões de Euros) 1800 1 600 1 400 1 200 1 000

Leia mais

2012 Anual. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo

2012 Anual. Preços médios ao Balcão. Sumário Executivo Sumário Executivo Na presente informação, divulgam-se os preços médios de Aposento (b&b), Meia Pensão (h&b) e Pensão Completa (f&b) praticados ao balcão, no ano de 2012, pelos hotéis e pousadas, bem como

Leia mais

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias BANDA LARGA

Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias BANDA LARGA 03 DE DEZZEMBRO 2007 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2007 77% DOS AGREGADOS DOMÉSTICOS COM LIGAÇÃO À INTERNET

Leia mais

Programa Operacional Assistência Técnica ao QCA III. Relatório Anual de Execução 2004

Programa Operacional Assistência Técnica ao QCA III. Relatório Anual de Execução 2004 Programa Operacional Assistência Técnica ao QCA III Relatório Anual de Execução 2004 Junho de 2005 Índice Introdução e enquadramento... 3 1. Modificação das condições gerais com importância relevante

Leia mais

ILinhas de apoio financeiro

ILinhas de apoio financeiro ILinhas de apoio financeiro Lisboa 03 junho 2012 Direção de Investimento Carlos Abade INSTRUMENTOS DE APOIO À ATIVIDADE PRODUTIVA TURISMO Carlos Abade Faro, 2 de agosto de 2012 Turismo Um setor estratégico

Leia mais