Anais do XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anais do XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste"

Transcrição

1 Anais do XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste A Estética, A Ética e o Sagrado no Encontro Humano

2 Ficha catalográfica XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro- Oeste, (84. : 2013: Goiânia, GO). Anais do XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica / VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste, de 16 a 19 de maio de 2013 Goiânia, Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia, Psicologia Fenomenológica / Psicologia Existencial-humanista / Fenomenologia Edição Eletrônica ISBN:

3 INSTITUTO DE TREINAMENTO E PESQUISA EM GESTALT TERAPIA DE GOIÂNIA Anais do XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste A Estética, A Ética e o Sagrado no Encontro Humano Goiânia 2013

4 É permitida a reprodução parcial ou total, desde que citada a fonte. Edição Eletrônica Presidência do ITGT Ms. Marisete Malaguth Mendonça (GO) Drª Virginia Elizabeth Suassuna Martins Costa (GO) Gerente do ITGT Wenilton Mamede Rabelo (GO) Comissão Organizadora do Evento Adriano Furtado Holanda (PR) Celana Cardoso Andrade (GO) Danilo Suassuna (GO) Gizele Geralda Parreira (GO) Keziany K. de M. Campos (GO) Lara Borges de Sousa (GO) Marisete Malaguth Mendonça (GO) Sirlene Mamede Rabelo Pires (GO) Virginia Elizabeth Suassuna M. Costa (GO) Waléria Pereira de Moreira (GO) Wenilton Mamede Rabelo (GO) Comissão Científica do Evento Dr. Adriano Furtado Holanda (PR) Ms. Celana Cardoso Andrade (GO) Ms. Danilo Suassuna (GO) Ms. Marisete Malaguth Mendonça (GO) Drª Virginia Elizabeth Suassuna M. Costa (GO) Ms. Marta Carmo (GO) Ms. Sandra Albernaz L. Machado Saddi (GO) Edição dos Anais Ms. Danilo Suassuna (GO) Wenilton Mamede Rabelo (GO) Produção, distribuição e informações Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia Home page:

5 Local do Evento Universidade Paulista UNIP Rodovia BR, 153, Km 503 Fazenda Botafogo, Goiânia - GO Ressalva: Os resumos aqui exibidos foram publicados na íntegra e não passaram por revisão, já que os textos são de inteira responsabilidade de seus autores.

6 Apresentação Apresentação O XIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste é uma realização do Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestaltterapia de Goiânia-ITGT e representa a continuidade do esforço iniciado em 1995 com o primeiro Encontro, com o objetivo de apresentar e divulgar trabalhos, pesquisas e práticas na Abordagem Gestáltica e Fenomenologia. Tema do Encontro 2013: A Estética, A Ética e o Sagrado no Encontro Humano. O convite feito a comunidade para que se apresentasse a produção pessoal e ou acadêmica sobre o tema aqui proposto, nos rendeu grandes surpresas, tendo recebido valiosas contribuições que aqui relatamos em resumos, mas que se aprofunda a medida que seus autores ampliam o contato com novas experiência que é o propósito primordial deste nosso Encontro. Com o objetivo primordial de avaliação técnica e receptividade e não de restringir, a Comissão Científica, acolheu, orientou, organizou e disponibilizou aqui o resumo das 23 atividades entre Mini-cursos e Temas livres além de 03 Conferências e 04 Mesas redonda propostas para o evento. Os Encontros Goianos de Gestalt e Fenomenologia do Centro Oeste, mantiveram o propósito maior que é o de proporcionar visibilidade e divulgar o que vem sendo produzido e pesquisado além de criar um espaço onde estudantes, profissionais e pesquisadores ligados a estes pensamentos possam se encontrar para aprofundar seus conhecimentos. Wenilton Mamede Rabelo Gerente do ITGT

7 XVIX Encontro Goiano da Abordagem Gestáltica e VIII Encontro de Fenomenologia do Centro-Oeste A Estética, A Ética e o Sagrado no Encontro Humano 17 a 19 de Maio de 2013 Goiânia Goiás - Brasil Promoção Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia Coordenação Geral e Organização do Evento Profª. Ms. Marisete Malaguth Mendonça Prof.ª Virginia Elisabeth Suassuna Martins Costa Comissão Científica do Evento Dr. Adriano Furtado Holanda (Universidade Federal do Paraná) Ms. Celana Cardoso Andrade (Universidade Federal de Goiás) Ms. Danilo Suassuna Martins Costa (Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestaltterapia de Goiânia) Ms. Marisete Malaguth Mendonça (Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestaltterapia de Goiânia) Drª Virginia Elisabeth Suassuna Martins Costa (PUC-GO; ITGT) Ms. Marta Carmo (Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia) Ms. Sandra Albernaz L. Machado Saddi (Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia)

8 Sumário CONFERÊNCIAS CONFERÊNCIA I: SOBRE A ÉTICA, A ESTÉTICA E O SAGRADO Ms. Marisete Malaguth Mendonça (GO) Drª Virginia E. Suassuna Martins Costa (GO) CONFERÊNCIA II: O GESTALT-TERAPEUTA É UMA PESSOA. É POSSÍVEL A AUTO- REVELAÇÃO? Dr. Gonzague Masquelier (França) Drª Marine Kergueno CONFERÊNCIA III O SAGRADO NO ENCONTRO HUMANO Dr. Jorge Ponciano Ribeiro (DF) MESAS REDONDAS MESA REDONDA I: MÉTODO FENOMENOLÓGICO: COMPROMISSO ÉTICO COM A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE Dr. Adriano Furtado Holanda (PR) Dr. Tommy Akira Goto (MG) Dr. Andrés Eduardo Aguirre Antúnez (SP) MESA REDONDA II: A ÉTICA NAS RELAÇÕES CONTEMPORÂNEAS Ms. Marta Carmo (GO) Dr. Marcos Aurélio Fernandes (DF) Drª Yolanda Cintrão Forghieri (SP) MESA REDONDA III A ÉTICA A ESTÉTICA E O SAGRADO DO CASO CLÍNICO Ms. Lilian Meyer Frazão (SP) Ms. Sandra Albernaz L. M. Saddi (GO) Drª Teresinha Mello da Silveira (RJ) MESA REDONDA IV A CRISE ÉTICA DO PSICÓLOGO Drª. Gizele Parreira (GO) Ms. Maria Alice Q. de Brito (BA) Ms. Danilo Suassuna (GO)... 28

9 MINI CURSOS MC-01: A fenomenologia da decisão MC-02: Re-configurando o campo familiar: um enfoque transgeracional MC-03: corpo e contato: o caminho de um self integrado MC-04: Trabalhando o luto com crianças MC-05: A psicopatologia fenomenológica na perspectiva de Eugène Minkowski MC-06: Gestalt-terapia uma abordagem em movimento MC-07: O atendimento de crianças na Gestalt-terapia MC-08: Introdução à fenomenologia e à psicologia fenomenológica MC-09: Definir saúde e doença: de Canguilhem à atualidade MC-10: A questão do método fenomenológico e a psicoterapia MC-11: Contribuições da gestalt-terapia para outras abordagens MC-12: Estética, poiética e transformação MC-13: Quando o terapeuta adoece existencialmente MC-14: A significação do sintoma na gestalt-terapia MC-15: Abordagem gestáltica e gerontologia: uma prática possível TEMAS LIVRES TL-01: Hoje não vou tomar minha dose de você: amor patológico no desencontro afetivo TL-02: O plantão psicológico no contexto escolar: relato de uma experiência TL-03: A ressignificação do erro nas perspectivas educacional e da abordagem gestáltica TL-04: A estética do vínculo terapêutico TL-05: O que é fenomenologia? A concepção de fenomenologia em Edith Stein TL-06: Filhos dos desencontros: a ética e a educação de crianças na contemporaneidade TL-07: Conhecendo a Gestalt: entrevista com um profissional da Gestalt-Terapia TL-08: A ajuda e a arte do cuidar TL-09: Cem anos de psicopatologia geral: fenomenologia, humanismo e existencialismo em Karl Jaspers TL-11: Do passado ao futuro: contribuições gestálticas em projeto de prevenção ao tabagismo POSTERS... 72

10 Poster 01 - Concepções da relação terapêutica nas perspectivas da gestalt-terapia e do psicodrama Poster 02 - A presentificação da experiência como metodologia terapêutica na gestalt-terapia e no psicodrama PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO... 77

11 CONFERÊNCIAS

12 Dia: 17/05/2013-6ª FEIRA CONFERÊNCIA I: SOBRE A ÉTICA, A ESTÉTICA E O SAGRADO Resumo Ms. Marisete Malaguth Mendonça (GO) Ms. Marisete Malaguth Mendonça (GO) (CRP: 09/06) Drª Virginia E. Suassuna Martins Costa (GO) (CRP: 09/39) Nesse ensaio, trato do meu entendimento do Ético, do Estético e do Sagrado na terapia, com algumas incursões fora dela. Não pretendo comentar sobre todos os motivos que levam as pessoas à procura de ajuda, mas sobre aqueles sofrimentos que são ocasião de reparação e de crescimento. Atendendo ao tema do presente Encontro, farei um recorte do processo terapêutico e falarei desses eventos reparadores e aperfeiçoadores da pessoa humana. O Sagrado, o Ético e o Estético acontecem e se referem a ambas as situações: na reparação e na aprendizado. Defendo a concepção de que diante do olhar aceitador do terapeuta, da sua audiência ou escuta não julgadora e não acusatória, o cliente recebe o perdão dos seus pecados, das suas culpas, e o setting se torna um templo, onde encontra a oportunidade de expiá-las. E ao encontrar o próprio perdão, inaugura em si, por superposição, o acesso à disponibilidade de conceder perdão a outrem. Tenho percebido que grande parte dos nossos sofrimentos psíquicos é de natureza espiritual, ou seja, vem das nossas dívidas para com a existência: para com a nossa existência, a existência do outro e para com a existência dos seres do mundo. O perdão, porém, não é um ato compulsório. O perdão só acontece quando eu compreendo a situação do outro, do outro de quem me queixo. É quando o percebo, assim como eu, envolvido nas ilusões introjetadas do mundo, ilusões que nos prometem o SER por meio das mais variadas aquisições levando-nos a um caminho desviante desse encontro incessantemente buscado! Então temos duas espécies de culpa existencial: a culpa de ter feito mal a nós mesmos e a culpa de ter feito mal a outrem. Precisamos do perdão para ambas. O perdão que o cliente busca é para estas ações que acresceram desventura a si ou a outrem da sua comunidade próxima ou distante. Essas escolhas não éticas, são escolhas pelas quais nos punimos ora no corpo e ora no plano psíquico. Sob o solo das más escolhas para conosco ou para com o próximo, vão nascendo certezas subjacentes, conscientes ou não, de endividamento, lançando-nos numa sensação incômoda de ansiedade e de estranheza, cujo sentido, com freqüência, não se reconhece, e que é vivida como mal estar existencial.

13 Diante dessa fraqueza humana, da miséria de nossas insuficiências, pode nos amparar o olhar compassivo do terapeuta, aquele olhar que vê as limitações do seu cliente, da qual ele, o terapeuta, também participa, com os déficits da sua própria humanidade. Os individamentos, possibilidades inerentes à condição humana, percebidas unicamente pelo olhar sem rótulos, pode levar o terapeuta a se deixar penetrar ou comover para com as aflitivas carências do Ser dessa pessoa. Esse momento de encontro surpreende o cliente com um intenso e inesperado alivio, confundido geralmente com a desopressão por ter falado, por ter compartilhado, mas que, na verdade, é o estar sendo perdoado das mazelas cometidas que afligiam seu espírito endividado. Porque o simples falar pode desaguar no alívio da desopressão ou pode ainda ser mais um fardo a agonizar o falante, pois a palavra inteiramente dita é apenas a palavra que foi inteiramente ouvida. Não nos enganemos com as soluções solitárias! Aí existe a perfeita reciprocidade! Esse perdoar não é um permitir, um aprovar para que prossiga uma atitude que não se pode consentir! Não se trata de uma série de intervenções egocentrógenas, isto é, geradoras do individualismo e apaziguadoras da consciência ética emergente no paciente. É uma abertura ao sagrado, que nos lança além do ego, além do pessoal, é o voltar-se ao outro sem sair de si. Não é o abandonar-se, não é o alienar-se, é o ampliar-se! É o encontrar-se no outro, na natureza, nos entes viventes. É a percepção de que fazemos parte, de que habita em nós um espírito comum... Essa é a consciência do sagrado... de que no homem se alojam todos os níveis do espírito! Assim, inúmeras doenças expressam a voz do espírito, da dívida espiritual para com a vida. A terapia deve atingir este nível inter-centrado. Não basta o nível do ego, do cuidar de si. Esta é só a primeira e necessária etapa da terapia. Que demanda, em geral, um longo tempo! Tempo de confiança e tempo de espera! Alguns pensam que é estágio suficiente do processo terapêutico. Algumas teorias até afirmam isso. É lamentável pois a terapia se torna assim um processo diabólico, solipsista de separação, e não simbólico, integrativo - de união Nessa visão inter-centrada, a terapia e o encontro terapêutico adentram o campo do sagrado! O déficit da humanidade do homem é o déficit do divino no homem, diz Buber. A compaixão, e não o acusatório, é o alento, a força para que o humano supere a sua debilidade. Pois por espelhamento, vendo à sua frente, o outro eu, o alter-ego, cujo rosto concentra o olhar amoroso da compaixão, reconhecerá por irrecusável semelhança o sentimento compassivo que, em si mesmo ele, o cliente, por medo ou ignorância, teimava, em refutar. Lembremos, contudo, que o exortar, o chamar pelo lado mais humano da pessoa é também um ato de confiança no ser e compaixão pelo ser... Porque é a superposição da condição humana, a nossa miséria e a nossa grandeza: poder descer ao fundo lamacento do mais cruel egoísmo e poder ressurgir na reparação e no aprendizado evolutivo! A superação da dívida existencial e inter-humana se revela na mudança do modo de Ser do cliente, não na aquisição de novas estratégias de ação - embora as estratégias possam ser as únicas possibilidades de ajuda no momento existencial de muitos clientes (e quiçá, do terapeuta!) Mas o processo terapêutico, fiel à sua missão incrustada na sua etimologia não pode parar aí! Estratégias são necessárias e ajudam, quando ainda não aconteceu a mudança no modo de Ser!

14 Algumas das nossas dívidas se prescrevem não pelo tempo, mas porque o nosso credor recebeu de outra fonte e não mais precisa da nossa quitação! Ou, talvez, pudemos realizar, mediante deliberação do próprio juiz da nossa consciência, uma prestação de serviço à comunidade, reparadora, para com outros, da dívida original. É o que penso ser a essência da significação da nossa missão e do nosso fazer terapêutico! A prestação de serviço à comunidade, reparadora, para com outros, da dívida original! Por isso ser terapeuta é igualmente auto-curar-se! Ético, Estético e Sagrado são simultâneos, interconectados, na vida e na terapia. A consciência Ética é a compreensão de que não sou responsável só por mim ou pela minha família, pois sou um co-criador da espécie de humanidade que habita a Terra. O Estético é a beleza que existe e em tudo que é. Penso a Estética como é a coincidência do ser consigo mesmo. A não coincidência é a perda da estética! E a Estética acontece na terapia justamente nesse encontro do paciente consigo mesmo. Quando ele é o que está sendo! Na terapia dialógica Eu-Tu quando se vai percebendo o sentido da vivência, e vai se descortinando que o sintoma está sendo o que tinha que ser, é aquilo que teve que se desenvolver para a evolução da pessoa... quando o terapeuta e cliente percebem essa espantosa pregnância existencial que o processo vivencial vai adquirindo... a Estética da terapia se revela... aquele desenlace da consciência unificada de ambos, que chega à awareness, ao insight da significação da realidade vivida, expressa pelo paciente emocionado: A minha doença foi a minha cura... a minha doença é a minha cura! É uma soberba experiência estética na terapia! No encontro com o Sagrado nos deparamos com o espírito das coisas! E então vemos que o ético e o estético são diferentes faces da mesma realidade... sendo o sagrado o fundo infindável, a matriz, o campo de onde vem à tona o real Nessa tríade presença do real, o olhar pode alcançar o nível do ético, do estético e do sagrado transcendente naquilo que é visível, material e cotidiano. O sagrado, porém é o fundante. Exige o encontro com o espírito das coisas. O encontro com o espírito das coisas não pode ser determinado nem exigida a sua ocorrência; ele acontece de maneira acidental; como o Eu-Tu, chega inesperada e repentinamente. Mas, nos alivia Buber, podemos nos preparar para a sua chegada! E quando chega, todo nosso ser se inclina ante a Sacralidade da Matéria, face à Sacralidade do Mundo! Descoberta atordoante, que pude partilhar há cinco anos atrás, no XV Encontro, quando finalizei dizendo o que continuo reafirmando agora: a evidência de que estamos inseridos no Espírito que penetra o homem... e que a tudo penetra! Palavras-chave: dívida existencial, compaixão, auto-perdão, perdão, aprendizado, evolução. Resumo Drª Virginia E. Suassuna Martins Costa (GO) Pretende-se apresentar, a partir da perspectiva de Sören Kierkegaard, um esboço dos três estágios - o estético, o ético e o religioso, sem os quais não seria possível ao humano conhecer a realidade existencial do indivíduo. Cada estágio apresenta especificidades próprias, compreensíveis para um possível funcionamento do indivíduo

15 em suas diversas formas de existir e de realizar suas escolhas. São consideradas, portanto, diferentes possibilidades de existir e não etapas a serem superadas. Dessa forma, a pessoa percorre (ou pode percorrer) um verdadeiro itinerário existencial: o estético (caracterizado pelo prazer), o ético (caracterizado pelo dever) e o religioso (caracterizado pela fé). Enquanto no estágio estético vive-se o momento e, no ético, o tempo, no religioso a atenção está voltada ao eterno. No primeiro estágio estético o prazer é o alvo da vida. Busca-se alegria momentânea, onde somente o "agora" importa. Pode ser comparado a Dionísio, deus grego, equivalente a Baco, deus romano, considerado o deus do êxtase e do entusiasmo. Representa a tendência humana de romper os limites, como as repressões e recalques. Nesse estágio, não há um envolvimento profundo com relacionamentos e caminha-se contra obrigatoriedades, emergindo o descompromisso com o outro. Entretanto, esta postura existencial tem suas conseqüências e a principal delas é a angústia que se potencializa na medida em que se percebe que os prazeres não podem preencher a vacuidade de sua existência, culminando em desespero. Angústia diante das possibilidades de escolha pressupõe diversas possibilidades de existir, pois ocorre quando o homem confronta a liberdade. Pela autoconsciência, a angústia torna-se mais reflexiva, adquire mais significado. Desespero de não querer ser si mesmo, como a clínica revela ao escutar pacientes com tendência de culpar os outros pelas suas não-realizações, não percebendo o eu como um agente de realização. Muitas enfermidades psíquicas podem decorrer do excesso e do caráter de urgência diante das possibilidades do mundo. As queixas psicológicas que enfatizavam sobre a repressão, atualmente se revelam como a dificuldade em vivenciar limites. Já o estágio ético caracteriza-se pela responsabilidade e pelo dever. O homem ético reconhece as conseqüências e responsabilidades de seus atos e, por isso, vive de forma preocupada. Pode ser comparado ao deus Apolo da mitologia grega, considerado o deus das artes, da música, da profecia, da verdade, da poesia, da harmonia, da perfeição e da cura. Na atualidade, entretanto, a potência apolínea assumida de forma extrema pode gerar enfermidades psíquicas como compulsão e obsessão para ter um corpo perfeito. Finalmente, será apresentado o estágio religioso, que se caracteriza por uma profunda relação com Deus. A vida terrena, instantânea, não possui importância quando comparada com o futuro eterno de um homem religioso. Enquanto o estágio anterior, o ético, enfatiza a vontade de realizar o geral, a moral, o religioso caracteriza-se pelo salto no escuro que é a fé, a relação solitária do indivíduo com Deus. Diferente do estágio estético (caracterizado pela busca do prazer), do estágio ético (caracterizado pela obediência à lei moral), o religioso é caracterizado pela fé e pela relação do indivíduo para com Deus. É o encontro entre a subjetividade e o absoluto. Nesse sentido, enfatiza-se a contribuição de Kierkegaard para a psicologia por meio de uma leitura da subjetividade, que permite discutir o sujeito da psicologia não como um sujeito científico, mas enquanto um sujeito caracterizado pela sua individualidade. Palavras-chave: existencialismo, temporalidade, subjetividade. Mini-currículo Marisete Malaguth Mendonça: possui graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. É especialista na Abordagem Gestáltica e no

16 Psicodiagnóstico de Rorschach. Professora por 33 anos dessa disciplina, de Fenomenologia e Gestalt e de Pensamento Dialógico em Psicoterapia. É Mestre em Psicologia Clínica pela PUC/GO. Há 22 anos é Professora, Supervisora Clínica, Diretora Acadêmica e Supervisora de Textos do Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-terapia de Goiânia ITGT. Possui artigos publicados nas Revistas dos Encontros da Abordagem Gestáltica. É Orientadora de várias pesquisas clínicas na Abordagem. No momento, vem pesquisando e escrevendo sobre a importância do não dito na Psicoterapia Virginia Elisabeth Suassuna Martins Costa: possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo USP (1977), mestrado em Educação pela Universidade Católica de Goiás -PUC- GO (2002) e doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília - UnB/UFG (2008). Especialista em Gestalt-terapia no Brasil e Treinamento avançado nessa abordagem na França, Suíça e Estados Unidos. Professora da Universidade Católica de Goiás - PUC- GO, desde 1978, e Fundadora, Professora, Supervisora Clínica e Diretora Administrativa do Instituto de Treinamento e Pesquisa em Gestalt-Terapia de Goiânia ITGT. (GO)., Possui artigos e capítulos publicados em revistas e livros. Pesquisadora cadastrada na Plataforma Brasil, vinculada ao CNPq. Psicoterapeuta de criança, adolescente, casal e família e de grupo na perspectiva da Gestalt-terapia.

17 Dia : 18/05/ SÁBADO CONFERÊNCIA II: O GESTALT-TERAPEUTA É UMA PESSOA. É POSSÍVEL A AUTO- REVELAÇÃO? Dr. Gonzague Masquelier (França) Drª Marine Kergueno Resumo O Gestalt-terapeuta é uma pessoa. Quais as formas de auto-revelação podem ser consideradas? A questão da auto-revelação surge em qualquer forma de psicoterapia. É crucial na terapia gestática porque o terapeuta é parte do campo. Enquanto nós encorajamos o paciente a se envolver nas suas emoções, na sua consciência, nos seus segredos, podemos ficar distantes e não nos envolvermos pessoalmente? Os fundadores da Gestalt mostraram que organismo e ambiente são indissociáveis. O terapeuta, por conseguinte, não pode ser subtraído do campo terapêutico. Mas o que revela o terapeuta? Quando e como? Esta partilha emocional é a serviço da terapia? Pode criar um suporte para o paciente ou pode gerar confusão ou mesmo vergonha? Gonzague e Marine irão partilhar as suas experiências neste campo, tanto em terapia individual como de grupo, e dar alguns fundamentos teóricos e clínicos a este tema específico na abordagem gestáltica. Palavras-chave: terapeuta, auto-revelação, gestalt-terapia. Mini-currículo Dr. Gonzague Masquelier: é psicólogo e gestalt-terapeuta e também trabalha como consultor na Gestalt. Ele é diretor da École Parisienne de Gestalt (EPG) por 20 anos. Ensina Gestalt em uma dúzia de países. Escreveu os livros Gestalt nas Organizações e Gestalt Terapia: Viver Criativamente Hoje (publicados pela Gestalt Press). Recebeu um prêmio especial Le grand Livre du mois ( O grande Livro do mês ) para esta última obra, que está publicada em Francês, Inglês e Russo. Drª Marine Kergueno: iniciou suas atividades como Gestalt-terapeuta há 14 anos. Atua também em terapia familiar e na Abordagem Sistêmica. No seu consultório particular atende individual e grupos em terapia e dá treinamento e supervisão em Gestalt. É vice-presidente da Société Française de Gestalt, a associação nacional que reúne os gestaltistas francêses.

18 Dia: 19/05/ DOMINGO CONFERÊNCIA III O SAGRADO NO ENCONTRO HUMANO Dr. Jorge Ponciano Ribeiro (DF) (CRP: 01/496) Resumo A manifestação do Sagrado funda ontologicamente o mundo, por isso O Sagrado está saturado de ser, por isso O Cosmo, na sua totalidade, é uma hierofania (Eliade, M. ). O encontro com o sagrado é sempre humano e humanizante, criativo e criador, mas nem por isso todo encontro de pessoas é humano e, se não é humano, também não é sagrado. Sagrado e Profano constituem uma totalidade cósmica, isto é, tudo é inicialmente profano, o qual contem, potencialmente o sagrado. Tudo só é profano, enquanto não é possuído pelo sagrado, por isso todo pro-fano (fora do templo) tem uma ínsita vocação para o sagrado. O sagrado resignifica o profano, sem que este mude de essência; assim, quando o profano se torna sagrado ele é re-siginifcado, isto é, muda de natureza conservando sua essência. Por isso, O sagrado não é uma especulação teórica é uma experiência religiosa primaria. (Eliade, M.) Passar do profano ao sagrado, e esta é a vocação de todas as coisas, é alçar ao nível da transcendência. Quando estamos na dimensão da temporalidade, que implica sempre em transpor a um nível maior de qualidade, nos encontramos no campo do sagrado, que Otto, R, diz ser o campo do sentimento do pavor que ele definiu como misteryum tremendum et fascinans tão bem expresso em êxodo, III, 5 Não te aproximes, disse Deus a Moisés no Sinai, descalça as tuas sandálias, porque onde te encontras é uma terra sagrada. (Tal poderia ser a sensação de psicoterapeuta e cliente, quando se encontram na terra sagrada do consultório, lá onde deveriam tirar as sandálias do poder e se revestir das sandálias da humanidade). Naquele momento Deus se humaniza e Moisés se diviniza, tornando tudo sagrado. Nós nos esquecemos disto. Heidegger, nesta linha, identifica a natureza com o sagrado, dizendo que o sagrado é a raiz do destino dos homens e dos deuses e vai além, quando afirma que o sagrado não é sagrado, porque é divino, mas é divino porque é sagrado. O consultório é o campo do sagrado, porque, no momento em que nos transformamos numa epochê viva, nos re-significamos e re-significamos tudo à nossa volta, psicoterapeuta e cliente deixam o campo do profano, isto é, do saber já sabido e previsto, do poder da gênese repetitiva das certezas, e se entregam um ao outro, deixando-se acontecer no misterioso benefício da dúvida, tornando-se, pura e simplesmente, duas pessoas que não desejam nada, mas que apenas procuram, amorosamente, a mesma coisa,se humanizarem. Palavras-chave: Sagrado-profano, Humanismo, psicoterapia.

19 Mini-currículo Jorge Ponciano Ribeiro é psicólogo clínico, professor titular emérito da UnB, fundador e presidente de Instituto de Gestalt-terapia de Brasília, DF.

20 MESAS REDONDAS

21 Dia : 18/05/ SÁBADO MESA REDONDA I: MÉTODO FENOMENOLÓGICO: COMPROMISSO ÉTICO COM A EXPERIÊNCIA DO CLIENTE Dr. Adriano Furtado Holanda (PR) (CRP: 01/3795) Dr. Tommy Akira Goto (MG) (CRP: 06/ ) Dr. Andrés Eduardo Aguirre Antúnez (SP) (CRP: 06/40011) Resumo Dr. Adriano Furtado Holanda (PR) A compreensão da Fenomenologia, em todo seu contexto de complexidade, deve ser remetido a uma visão que inclui quatro concepções, ou seja, o pensamento fenomenológico deve ser pensado em quatro perspectivas como caminhos para sua apreensão, quais sejam: fenomenologia como epistemologia; fenomenologia como método, fenomenologia como filosofia e fenomenologia como ciência. A proposta desse trabalho é discutir a aplicação da fenomenologia como método, para o contexto da psicologia, definindo campos de interseção, fronteiras e limites. Em outras palavras, quais as possibilidades e impossibilidades da leitura da fenomenologia como método, aplicado à psicologia. Palavras Chave: Fenomenologia; Psicologia, Método, Clínica. Resumo Dr. Tommy Akira Goto (MG) O filósofo e matemático Edmund Husserl ( ) foi o fundador da Fenomenologia Transcendental, uma filosofia do início do século XX, que influenciou diretamente outras correntes filosóficas e as ciências em geral. Dentre elas, a Psicologia foi a que mais recebeu influência da Fenomenologia, por tê-la proporcionado a possibilidade de se constituir como Psicologia Fenomenológica. Para Husserl (2001) a Psicologia Fenomenológica tem, então, um afã reformador, no sentido de resgatar, a partir do método fenomenológico, a genuína essência da vida psíquica. Ainda, a Psicologia Fenomenológica se torna radical em relação às outras psicologias (científica e empírica), porque está dirigida genuinamente à vida mental em si mesma e as suas estruturas, ou seja, dirigindo seu olhar verdadeiramente para a interioridade mental. Isso significa que, assim como o fenomenólogo o faz na redução eidética, o psicólogo deve buscar apreender as essências psíquicas. A tarefa da Psicologia Fenomenológica se resume como descreve Husserl (2001) em características

22 básicas, tais como: ser a priori; ser uma ciência eidética e ter caráter intuitivo ou descrição pura. Cabe advertir, assim, que a concepção de Psicologia Fenomenológica de Husserl não se aplica às questões clínicas ou psicoterápicas, por se tratar de uma fundamentação epistemológica da Psicologia. Por fim, seguindo a fenomenologia husserliana, pode-se até pensar o método fenomenológico na Psicologia Clínica como uma análise reflexiva ou uma ciência fenomenológica da clínica ou da psicoterapia, cuja tarefa é esclarecer os processos psicológicos envolvidos nesse fazer, porém não pode ser pensado como pressuposto técnico de uma prática ou ação. Palavras-chave: Psicologia Fenomenológica, Fenomenologia husserliana, Analise Reflexiva, Psicologia Clínica. Resumo Dr. Andrés Eduardo Aguirre Antúnez (SP) Edith Stein - seguindo à risca os ensinamentos de Edmund Husserl - descreve uma primeira caracterização do método fenomenológico: o de fixar nossa atenção nas coisas mesmas, sendo o princípio mais elementar do método. Stein afirma (Estructura de la persona humana, 1994/2007, p.33): Não interrogar as teorias sobre as coisas, deixar fora em quanto seja possível o que se ouviu e se leu (...) aproximar-se das coisas com um olhar livre de prejuízos e beber da intuição imediata. Se queremos saber o que é o homem, temos que colocarmo-nos do modo mais vivo possível na situação na qual experimentamos a existência humana, quer dizer, o que dela experimentamos em nós mesmos e em nossos encontros com outros homens. O segundo princípio do método é dirigir o olhar ao essencial. Pela intuição, mais além da percepção sensível de uma coisa, tal como o aqui e agora, mas a intuição do que a coisa é por essência com duplo significado: o que a coisa é por seu ser próprio e o que é por sua essência universal. Captamos a essência pelo ato da percepção espiritual, que Husserl denominou intuição. Captamos algo do universal. Que relação essa descrição do método fenomenológico teria com a clínica? Ora, para estar diante de alguém é necessário que possamos nos despir de todo conhecimento prévio ou teórico, para podermos compreender o modo de ser distinto do semelhante que está diante de nós. Há algo de universal no ser humano, que nos irmana na mesma condição humana, mas há algo de peculiar e singular, que nos diferencia dos outros humanos. É nesse último ponto que o clínico com-vive com seu paciente, não apenas pensa-com ele, mas sente-com. Como deixar à sombra nossos interesses e desejos, para podermos nos abrir ao outro? Como deixar o que se sabe de teorias, pré-conceitos, tudo o que se ouviu viu ou leu, para conhecer o outro? Isso exige um método, um caminho a seguir. Gilberto Safra afirma que o ser humano é um ser transcendente, pois está sempre atravessado pelo inédito. À medida que a terapia progride a pessoa apropria-se de um saber, ofertado pelo seu sofrimento. Podemos acompanhar a sensibilidade do outro e também seu pensamento (Edith Stein), seja pela razão e também pelo sentimento ou melhor, por compenetração (Eugène Minkowski). Trabalho numa ética da solidariedade e amizade ontológicas, acompanhando o já conhecido e o ainda não acontecido, temos biografias diferentes, mas vivemos as mesmas intempéries da existência humana, nesse sentido vivemos em comunidade de destino (Gilberto Safra). A ética está em se abrir ao

CURSO PRÉ-ENCONTRO - 2 A SEXUALIDADE NA ABORDAGEM GESTÁLTICA. Dr. Gonzague Masquelier. Livros publicados. Marine Kergueno

CURSO PRÉ-ENCONTRO - 2 A SEXUALIDADE NA ABORDAGEM GESTÁLTICA. Dr. Gonzague Masquelier. Livros publicados. Marine Kergueno Local dos Cursos Pré-Encontro: ITGT: Rua 1.128 nº 165 St. Marista - Goiânia-GO CURSOS PRÉ-ENCONTRO COM: Dr. Gonzague Masquelier (França) Dr. Gonzague Masquelier Livros publicados CURSO PRÉ-ENCONTRO - 1

Leia mais

Seminário - Gestalt terapia

Seminário - Gestalt terapia Seminário - Gestalt terapia Deivid Gasparin - 1099442473 Laura Savioli - 121354 Michele Shiraishi 57378 VISÃO DE MUNDO E DE HOMEM - Visão de mundo: O conceito de mundo e pessoa funciona como uma gestalt,

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

ENFOQUE HOLÍSTICO DA DOENÇA E DA SAÚDE: UMA POSSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO A PARTIR DA ESCUTA DO CORPO

ENFOQUE HOLÍSTICO DA DOENÇA E DA SAÚDE: UMA POSSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO A PARTIR DA ESCUTA DO CORPO ENFOQUE HOLÍSTICO DA DOENÇA E DA SAÚDE: UMA POSSIBILIDADE DE INTEGRAÇÃO A PARTIR DA ESCUTA DO CORPO Prof. Ms. Andrea Simone Schaack Berger * A natureza, por si própria, quando a deixamos operar, tira-se

Leia mais

Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado

Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado Wertheimer pode provar experimentalmente que diferentes formas de organização perceptiva são percebidas de forma organizada e com significado distinto por cada pessoa. o conhecimento do mundo se obtém

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX

Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Analise histórica comparativa do relato de uma professora alagoana sobre sua formação docente e o ensino de matemática no primário durante o século XX Miriam Correia da Silva¹ Mercedes Carvalho² RESUMO

Leia mais

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras

Teóricos da abordagem fenomenológica. Prof. Roberto Peres Veras Teóricos da abordagem fenomenológica Prof. Roberto Peres Veras Psicologia Fenomenológica Técnica Método Teoria Concepção de homem Concepção de mundo Filosofia Fenomenologia - Escola Filosófica Edmund Husserl

Leia mais

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PROJETO PEDAGÓGICO Campo Limpo Paulista 2012 1 CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Marcos Legais Resolução CNE CES 1 2002 Resolução CNE

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística

RESUMO. Palavras-chave fenomenologia; método; mística RESUMO FENOMENOLOGIA E MÍSTICA Uma abordagem metodológica Elton Moreira Quadros Professor substituto na Univ. Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Faculdade Juvência Terra (FJT) Instituto de Filosofia

Leia mais

CURSO ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS PARA AS DOENÇAS DA ALMA.

CURSO ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS PARA AS DOENÇAS DA ALMA. CURSO ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS PARA AS DOENÇAS DA ALMA. JUSTIFICATIVA Apesar dos avanços tecnológicos e o aperfeiçoamento dos métodos especializados e modernos da prática médica tradicional, fica cada

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos:

Segundo seu Regulamento, aprovado em 17/08/83, a Clínica Psicológica do Departamento da UFPE tem como objetivos: Clínica Psicológica da UFPE Plano Institucional de Estágio Supervisionado Apresentação A Clínica Psicológica é uma entidade pública, ligada ao Departamento de Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco,

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES

FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 FORMAÇÃO PLENA PARA OS PROFESSORES Bernardete Gatti: o país enfrenta uma grande crise na formação de seus professores em especial, de alfabetizadores.

Leia mais

O que diferencia uma abordagem fenomenológicoexistencial

O que diferencia uma abordagem fenomenológicoexistencial O que diferencia uma abordagem fenomenológicoexistencial das demais? Ari Rehfeld Publicado no livro Gestalt-terapia : e apresentado no Congresso Latino de Gestalt Maceió, 20 a 24 out 2004 Abertura Começo

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

Sobre a intimidade na clínica contemporânea

Sobre a intimidade na clínica contemporânea Sobre a intimidade na clínica contemporânea Flávia R. B. M. Bertão * Francisco Hashimoto** Faculdade de Ciências e Letras de Assis, UNESP. Doutorado Psicologia frbmbertao@ibest.com.br Resumo: Buscou-se

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LOGOTERAPIA ANÁLISE EXISTENCIAL

EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LOGOTERAPIA ANÁLISE EXISTENCIAL EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LOGOTERAPIA ANÁLISE EXISTENCIAL Disciplina: A ética descritiva sob a Perspectiva Interdisciplinar 1 e 2 A ética descritiva, Logoterapia e as esferas

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

determinam o comportamento e as consequências do comportamento no contexto de interação, ou seja, na relação funcional dos comportamentos.

determinam o comportamento e as consequências do comportamento no contexto de interação, ou seja, na relação funcional dos comportamentos. Psicoterapia comportamental infantil Eliane Belloni 1 A psicoterapia comportamental infantil é uma modalidade de atendimento clínico que visa propiciar mudanças no comportamento da criança a partir de

Leia mais

Lição 01 O propósito eterno de Deus

Lição 01 O propósito eterno de Deus Lição 01 O propósito eterno de Deus LEITURA BÍBLICA Romanos 8:28,29 Gênesis 1:27,28 Efésios 1:4,5 e 11 VERDADE CENTRAL Deus tem um propósito original e eterno para minha vida! OBJETIVO DA LIÇÃO Que eu

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM PSICOPEDAGOGIA Ementário Relações Interpessoais e Ética Profissional Concepções sobre o Processo Inter-relacional no Trabalho; Competência Interpessoal; Qualidade de Vida no

Leia mais

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA

INED PROJETO EDUCATIVO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO MAIA INED INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PROJETO EDUCATIVO MAIA PROJETO EDUCATIVO I. Apresentação do INED O Instituto de Educação e Desenvolvimento (INED) é uma escola secundária a funcionar desde

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

Competências Essenciais de Coaching. Nick Cheong 张 炳 栋 Sócio - Diretor Berners Coaching 2010 BERNERSCONSULTING

Competências Essenciais de Coaching. Nick Cheong 张 炳 栋 Sócio - Diretor Berners Coaching 2010 BERNERSCONSULTING Competências Essenciais de Coaching Nick Cheong 张 炳 栋 Sócio - Diretor Berners Coaching 2010 BERNERSCONSULTING Por que estamos aqui? Estamos aqui para: Conhecer quais são as competências essências do um

Leia mais

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar O Paradigma Holístico O holismo ( de holos = todo) abrangendo a ideia de conjuntos, ou de todos e de totalidade, não engloba apenas a esfera física, mas se estende também às mais altas manifestações do

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013

MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Administração Escolar DISCIPLINA: Educação Inclusiva ALUNO(A):Claudia Maria de Barros Fernandes Domingues MATRÍCULA: 52862 DATA: 15/09/2013 NÚCLEO REGIONAL: Rio

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural

CONHECIMENTO DA LEI NATURAL. Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural CONHECIMENTO DA LEI NATURAL Livro dos Espíritos Livro Terceiro As Leis Morais Cap. 1 A Lei Divina ou Natural O que é a Lei Natural? Conceito de Lei Natural A Lei Natural informa a doutrina espírita é a

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

XIV JORNADA DE PSICOLOGIA 23 a 27 de Agosto de 2011 Umuarama Paraná Brasil UNIPAR UNIVERSIDADE PARANAENSE

XIV JORNADA DE PSICOLOGIA 23 a 27 de Agosto de 2011 Umuarama Paraná Brasil UNIPAR UNIVERSIDADE PARANAENSE ADRIANA RODRIGUES FERNANDES 08/09910 Breve currículo de sua formação acadêmica: Psicóloga (PUCPR), Mestre em Saúde Coletiva (UERJ), Especialista em Psicologia do Trabalho (UFPR) e em Docência do Ensino

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do

Leia mais

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão

Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: CAPACITAÇÃO PARA EDUCADORES DA PRIMEIRA INFÂNCIA,

Leia mais

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade.

BIOGRAFIA HUMANA. Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência. Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade. BIOGRAFIA HUMANA Terceiro espelho: A Infância e fase da Autoconsciência Alma da Consciência: 0-7 Infância / 35-42 Maturidade Edna Andrade Nascemos totalmente desamparados, totalmente dependentes e indefesos.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A IMPORTÂNCIA DA MUDANÇA DE CULTURA DAS PESSOAS COMO UM DOS FATORES DE SUCESSO DE PROGRAMAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Elisa Maçãs IDÉIAS & SOLUÇÕES Educacionais e Culturais Ltda www.ideiasesolucoes.com 1

Leia mais

CONSTELAÇÕES FAMILIARES: O CAMPO DOS RELACIONAMENTOS, SEUS ASPECTOS DIFERENCIADOS E SEUS EFEITOS

CONSTELAÇÕES FAMILIARES: O CAMPO DOS RELACIONAMENTOS, SEUS ASPECTOS DIFERENCIADOS E SEUS EFEITOS 1 CONSTELAÇÕES FAMILIARES: O CAMPO DOS RELACIONAMENTOS, SEUS ASPECTOS DIFERENCIADOS E SEUS EFEITOS Peter Theodor Spelter Tsuyuko Jinno Spelter RESUMO O que se torna visível através das Constelações Familiares

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador

ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN. Prof. Helder Salvador ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN Prof. Helder Salvador 3 - A ANTROPOLOGIA COMO FUNDAMENTO DA PEDAGOGIA. Para Edith Stein existe uma profunda relação entre os termos metafísica, antropologia e pedagogia

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

SOBRE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA COM MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

SOBRE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA COM MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA SOBRE UM PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA COM MODELAGEM MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Susana Lazzaretti Padilha Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) Campus Cascavel susana.lap@hotmail.com

Leia mais

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL

TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL TRAÇOS CARACTEROLÓGICOS: MARCAS E REGISTROS DAS ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL Christiano de Oliveira Pereira 1 RESUMO O caráter específico de cada indivíduo é resultante de todas as experiências

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral)

Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral) Grade Curricular - Psicologia (Psicologia - integral) SEMESTRE 1 - Obrigatórias BIO0105 Biologia 6 0 6 MAE0112 Introducao a Probabilidade e a Estatistica I 4 0 4 PSA0113 Psicologia da Aprendizagem PSE0101

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto de Vida MACHADO, Nilson José. Projeto de vida. Entrevista concedida ao Diário na Escola-Santo André, em 2004. Disponível em: .

Leia mais

Roda da Vida Preciosa Coaching NA ABORDAGEM transpessoal

Roda da Vida Preciosa Coaching NA ABORDAGEM transpessoal Roda da Vida Preciosa Coaching NA ABORDAGEM transpessoal O Coaching é um caminho direcionado ao florescimento de cada pessoa que o procura (coachee) com um desejo inadiável de se superar, resolver alguma

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

A CURVA TERAPÊUTICA DA PRIMEIRA SESSÃO NA CLÍNICA SISTÊMICA PÓS-MODERNA

A CURVA TERAPÊUTICA DA PRIMEIRA SESSÃO NA CLÍNICA SISTÊMICA PÓS-MODERNA A CURVA TERAPÊUTICA DA PRIMEIRA SESSÃO NA CLÍNICA SISTÊMICA PÓS-MODERNA Autora: (Elda Elbachá Psicoterapeuta Sistêmica, Diretora, Docente e Supervisora do Centro de Estudos da Família e Casal - CEFAC/BA)

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA:

SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: SAÚDE MENTAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: CRENÇAS DOS AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE ACERCA DO CUIDADO DA PESSOA EM SOFRIMENTO MENTAL. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Faculdade de Filosofia Ciências

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

Caminhando Com as Estrelas

Caminhando Com as Estrelas Caminhando Com as Estrelas Espiritualidade que Liberta Com Alessandra França e Jaqueline Salles Caminhando Com as Estrelas Espiritualidade que Liberta Aula 1 Com Alessandra França Temas: O Reino dos Céus

Leia mais

A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA

A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA 1 A ENERGIA DO BRINCAR: UMA ABORDAGEM BIOENERGÉTICA Dayane Pricila Rausisse Ruon Sandra Mara Volpi* RESUMO O brincar é um tema bastante discutido e de muita importância no desenvolvimento infantil. Esse

Leia mais

ESPIRITISMO, CIÊNCIA E AMOR

ESPIRITISMO, CIÊNCIA E AMOR Claudio C. Conti www.ccconti.com Congresso Espiritismo 150 de O Evangelho Segundo o Espiritismo ESPIRITISMO, CIÊNCIA E AMOR Como funcionamos A mente é a ferramenta para compreender questões que transcendem

Leia mais

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana

Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia. I Natureza Humana Perguntas e Concepções presentes sobre a natureza do Psicológico e da Psicologia I Natureza Humana * Qual a natureza humana? Ou seja, qual é a ontologia humana? - Uma teoria da natureza humana busca especificar

Leia mais

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas

PSICOPEDAGOGIA. DISCIPLINA: Desenvolvimento Cognitivo, Afetivo e Motor: Abordagens Sócio Interacionistas PSICOPEDAGOGIA DISCIPLINA: Fundamentos da Psicopedagogia EMENTA: Introdução e fundamentos da Psicopedagogia. O objeto de estudo. Visão histórica e atual. Concepções que sustentam a Psicopedagogia. O papel

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO.

V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014. Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. V Seminário de Metodologia de Ensino de Educação Física da FEUSP- 2014 Relato de Experiência INSERINDO A EDUCAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO COPA DO MUNDO. RESUMO Adriana Vieira de Lima Colégio Marista Arquidiocesano

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA

O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA O DESENVOLVIMENTO DOS SABERES EXPERIENCIAIS ACERCA DAS EMOÇÕES NAS PRÁTICAS DOS BOLSISTAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA Luciana da Silva Catardo Acadêmica do curso de Ciências Biológicas/Licenciatura na Universidade

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR FORMAÇÃO PEDAGÓGICA DE DOCENTES NO ENSINO SUPERIOR As transformações sociais no final do século passado e início desse século, ocorridas de forma vertiginosa no que diz respeito aos avanços tecnológicos

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

CONSTELAÇÕES FAMILIARES E SEU EMPREGO EM PSICOTERAPIA CORPORAL

CONSTELAÇÕES FAMILIARES E SEU EMPREGO EM PSICOTERAPIA CORPORAL 1 CONSTELAÇÕES FAMILIARES E SEU EMPREGO EM PSICOTERAPIA CORPORAL Ernani Eduardo Trotta Juliana Lima Bezerra RESUMO A incorporação de novos recursos terapêuticos pode contribuir para a ampliação da eficácia

Leia mais

No E-book anterior 5 PASSOS PARA MUDAR SUA HISTÓRIA, foi passado. alguns exercícios onde é realizada uma análise da sua situação atual para

No E-book anterior 5 PASSOS PARA MUDAR SUA HISTÓRIA, foi passado. alguns exercícios onde é realizada uma análise da sua situação atual para QUAL NEGÓCIO DEVO COMEÇAR? No E-book anterior 5 PASSOS PARA MUDAR SUA HISTÓRIA, foi passado alguns exercícios onde é realizada uma análise da sua situação atual para então definir seus objetivos e sonhos.

Leia mais

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2005 4º DIA FILOSOFIA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Filosofia Questão 01... a filosofia não é a revelação feita ao ignorante por quem sabe tudo, mas o diálogo entre iguais que se fazem cúmplices

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 0 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Renato da Guia Oliveira 2 FICHA CATALOGRÁFICA OLIVEIRA. Renato da Guia. O Papel da Contação

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA.

Jardim Helena São Miguel Paulista PROJETO DE REGÊNCIA EM TURMAS DO ENSINO MÉDIO RECUPERAÇÃO PARALELA. De acordo com às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à apreciação de V.Sª o plano de aula que foram desenvolvidas no Estágio de Licenciatura em Matemática no período de

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRABALHO REALIZADO PELO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO PONTAGROSSENSE DE REABILITAÇÃO AUDITIVA E DA FALA (CEPRAF) TRENTINI, Fabiana Vosgerau 1

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA

OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA OS SIGNIFICADOS DA DOCÊNCIA NA FORMAÇÃO EM ALTERNÂNCIA - A PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DAS ESCOLAS FAMILIA AGRÍCOLA SILVA, Lourdes Helena da - UFV GT: Educação Fundamental /n.13 Agência Financiadora:

Leia mais

Músicos, Ministros de Cura e Libertação

Músicos, Ministros de Cura e Libertação Músicos, Ministros de Cura e Libertação João Paulo Rodrigues Ferreira Introdução Caros irmãos e irmãs; escrevo para vocês não somente para passar instruções, mas também partilhar um pouco da minha experiência

Leia mais

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA

Curso de Psicologia CÓDIGO B108478 PROGRAMA Curso de Psicologia 1º período DISCIPLINA: ELEMENTOS DE ANATOMIA B108478 EMENTA: - Estudo de todos os órgãos e sistemas do organismo humano, destacando as funções pertinentes a cada estrutura. DISCIPLINA:

Leia mais

1.3. Planejamento: concepções

1.3. Planejamento: concepções 1.3. Planejamento: concepções Marcelo Soares Pereira da Silva - UFU O planejamento não deve ser tomado apenas como mais um procedimento administrativo de natureza burocrática, decorrente de alguma exigência

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES

CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES CONSTRUÇÃO DO EU LÍRICO E O RETRATO NA POETICA CECÍLIA MEIRELES Silvia Eula Muñoz¹ RESUMO Neste artigo pretendo compartilhar os diversos estudos e pesquisas que realizei com orientação do Prof. Me. Erion

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Informativo Mensal ANIVERSÁRIO DO COLÉGIO INOVATI

Informativo Mensal ANIVERSÁRIO DO COLÉGIO INOVATI Informativo Mensal Março 2015 ANIVERSÁRIO DO COLÉGIO INOVATI No dia 13 de março comemoramos o 26º aniversário do Colégio Inovati com nossos alunos, professores e funcionários. Num ambiente alegre e festivo

Leia mais

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Kelly Gonçalves da Silva gsilva.kelly@gmail.com Instituto de Psicologia 12º período Clara Castilho Barcellos

Leia mais