Conselho de Serviços da FECOMERCIO SP aplaudiu palestra do deputado Laercio Oliveira

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1 Ano 25 - nº São Paulo/SP - Março/11 Publicação Mensal do Sindicomis/ACTC Conselho de Serviços da FECOMERCIO SP aplaudiu palestra do deputado Laercio Oliveira Deputado do PR de Sergipe anunciou a intenção de criar a Frente Parlamentar do Setor de Serviços, para ampliar o espaço do setor nas decisões do Congresso A sustentação empresarial dos nossos negócios passa, invariavelmente, pela representação efetiva de interesses dentro do Congresso Nacional. Foi com esta frase que o deputado federal Laercio Oliveira iniciou palestra que tratou dos 50 dias de atuação parlamentar, em visita ao Conselho de Serviços da Federação do Comércio, presidido por Haroldo Silveira Piccina, presidente do SINDICOMIS/ACTC. Haroldo Piccina e Laercio de Oliveira na visita do deputado à FECOMERCIO SP Haroldo Piccina recebeu o deputado Laercio de Oliveira no Conselho de Serviços da FECOMERCIO SP O parlamentar fez uma explanação sobre projetos de sua autoria, temas que defende na Câmara dos Deputados e representações classistas das quais participa, como o Conselho Nacional da Previdência Social e Conselho Nacional das Relações do Trabalho. Laercio ocupa a vice-presidência institucional da Febrac e a vice-presidência da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços, além das participações na Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas, nas comissões do Trabalho e de Minas e Energia, na Frente parlamentar da Pesca e como vice-líder do PR. Participou de várias audiências públicas: jornada de trabalho; terceirização; registro do ponto eletrônico e relações de trabalho no Brasil e no mundo. O deputado informou aos membros do Conselho de Serviços que pretende criar a Frente Parlamentar do Setor de Serviços, com o objetivo de sugerir diretrizes para o setor, ocupar o espaço nas discussões do Congresso, aprovar a lei de terceirização e fazer com que o setor de serviços seja pró-ativo. Chega de correr atrás do prejuízo, declarou Laercio. Sobre metas e desafios para o seu mandato, o deputado informou aos empresários que irá sem empenhar na defesa de uma reforma tributária que desonere o investimento produtivo e as exportações. Defendo também metas fiscais rigorosas para buscar reduzir as elevadas taxas de juros, que tanto limitam o crescimento da nossa economia. É importante também a reforma da previdência social sem abrir mão do respeito aos direitos adquiridos dos trabalhadores que estão hoje no mercado de trabalho, afirmou Laercio, que concluiu: uma reforma trabalhista plena, que flexibilize as relações entre as partes, desonerando os custos empregatícios; devemos lutar para que o governo aplique 10% do PIB em educação até 2014; hoje o Brasil só aplica 6%. Os membros do Conselho de Serviços afirmaram estar surpresos com a atuação de Laercio. Fiquei sensibilizado com a palestra e vou pedir auxílio ao deputado para acompanhar determinadas propostas, disse Tabajara Ferro Abranches, presidente do Sindicato das Empresas Distribuidores de Jornais e Revistas do Estado de São Paulo. A explanação foi muito proveitosa, completou Aguinaldo Rodrigues, presidente do Sindicato de Turismo e Hospitalidade de Ribeirão Preto, Sindetur. Haroldo Piccina agradeceu e parabenizou ao companheiro e amigo, deputado Laercio Oliveira, pela excelente atuação junto à Câmara Federal nesses primeiros 50 dias de mandato. Desejou sucesso nessa nova empreitada em defesa dos interesses do segmento de serviços, tão carente de parlamentares que realmente possam representar o setor, às vezes esquecido e até mesmo ignorado frente às grandes discussões econômicas e financeiras do País.

2 Palavra do Presidente Palavra do Presidente Mudar é preciso Março chegou ainda tímido, calmo, mas após o carnaval o País voltou a funcionar com força total. Em pouco mais de 10 dias ocorreram fatos mais importantes para nosso setor do que nos ocorridos nos dois primeiros meses do ano. Destaco, inicialmente, a ilustre visita do deputado Laercio Oliveira (PR - SE) à Federação do Comércio, com duas etapas: uma apresentação no Conselho de Serviços e um café da manhã com empresários e representantes de entidades. Sem demagogia ou politicagem, o deputado foi franco em suas ponderações, manifestando um grande conhecimento sobre as necessidades fundamentais das empresas de serviços. Laercio conhece o meio porque sua atividade empresarial foi no setor; também é conhecido por presidentes de demais sindicatos e entidades porque participava ativamente das lutas do setor mesmo antes de ingressar na política. É claro que sua presença mexe com todos nossos anseios, nossos desejos; óbvio que suas palavras nos fazem refletir sobre nossa atividade e de que forma podemos cobrar melhores condições de trabalho para aqueles que nos regulamentam, que nos arrancam a maior parte de nossa receita com impostos e tributos e que pouco nos devolvem em troca. Laercio citou em sua visita o desejo de criar uma Frente Parlamentar do Setor de Serviços. Este será um grande passo para nossas empresas. Qualquer estatística de desempenho econômico, em qualquer esfera de governo, mostra claramente a importância crescente do setor de serviços, mas o número principal, que é a quantidade de empregos gerados, escancara a nova realidade econômica brasileira, que não por acaso reflete os números mundiais. Ocorre que ainda podemos gerar muitos empregos mais, caminhando para a formalidade, por exemplo. Os impedimentos são os mesmos de sempre: alta carga tributária, legislação trabalhista defasada e falta de entendimento sobre o funcionamento do setor. Todos estes pontos foram tocados por Laercio em sua visita à Fecomercio, são estas questões que justificam ações para mudar leis e regras ultrapassadas. A sociedade industrial já não é mais responsável por todo o crescimento dos países do mundo. Hoje as fontes de riqueza são diversas e distribuídas nos setores da economia. A evolução do setor de serviços rompe com velhos paradigmas. Não podemos mais apenas reclamar da situação sem arregaçarmos as mangas e partirmos para um trabalho direto com quem pode realmente mudar este quadro: a classe política. Nossa aproximação começa com os contatos como este que tivemos com o deputado Laercio de Oliveira, além de outros que manifestam a clara intenção de auxiliar o crescimento de nosso setor, por entender sua importância na continuação e consolidação do crescimento do Brasil. No âmbito do SINDICOMIS/ACTC também ocorreram fatos importantes neste mês, que demonstram a importância de nossa atuação setorial. O sindicato conquistou espaços importantes junto aos principais órgãos que balizam nossa atividade. O fim da exigência de aprovação da Anac da documentação de agências de carga aérea antes do envio às Juntas Comerciais foi proposta por nós à Câmara Técnica. Estamos também enviando nossas sugestões para as alterações nas Normas de Comércio Exterior. O nível de participação conseguido pela entidade é inédito, com resultados consistentes que nos mostram que estamos no caminho certo. Precisamos nos manter coesos em nossas reivindicações e fortalecer nossa representatividade. Atitudes isoladas de empresas dificilmente conduzem a soluções amplas, que contemplem todo o universo de nosso setor. O SINDICOMIS/ACTC deve ser o legítimo concentrador de sugestões e opiniões de seus associados, pois ele representa toda a categoria. Todas as ações que estamos empreendendo resultam de exaustivas discussões internas, repassadas à nossa diretoria executiva para que esta operacionalize tudo que for necessário para o correto andamento de nosso trabalho. DIRETORIA: Presidente Haroldo Silveira Piccina; Vice-presidente Luiz Antonio Silva Ramos; Diretores Roberto Schiavone, José Emygdio Costa e Regynaldo Mollica; Suplentes Ricardo Messias Sapag, Laércio Anjos Fernandes, Jair do Valle, Milton Lourenço, Luiz Raize Filho e Luis César Correia de Amorim; Conselho Fiscal Darcy Franzese, Odair dos Santos, Francisco Uceda; Suplentes do Conselho Fiscal André Gobersztejn, Evaristo dos Santos e Paulo Ferreira; Diretor Executivo Aguinaldo Rodrigues; Diretora Jurídica Maristela Noronha Gonçalves Moreira; Delegados Representantes junto à Fecomercio SP Haroldo Silveira Piccina e Luiz Antonio Silva Ramos; Suplentes de Representantes junto à Fecomercio SP Regynaldo Mollica e Roberto Schiavone; Secretário Executivo Armando de Souza Siqueira Franco; Delegado Representante em Santos Darcy Franzese; Delegado Representante em Campinas Luiz Antonio Silva Ramos. SINDICOMIS ACONTECE: Publicação Mensal Órgão do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Carga e Logística do Estado de São Paulo e da Associação Nacional das Empresas Transitárias, Agentes de Carga Aérea, Comissárias de Despachos e Operadores Intermodais. Sede: Rua Avanhandava, 126, 6º andar - Conj. 60 e 61 - Bela Vista - São Paulo - CEP Tel.: (11) / Fax: (11) Internet: Jornalista Responsável Álvaro C. Prado - MTb nº Reportagens Álvaro C. Prado. Revisão Gisele E. Prado. Projeto Gráfico Salve! Design & Media Tel/fax.: (11) Impressão 2 Março/11

3 Notícias do Sindicato Notícias do Sindicato ANAC ACATA PROPOSTA DO SINDICOMIS/ACTC O SINDICOMIS/ACTC informa que a ANAC enviou ofício ao DNRC - Departamento Nacional de Registro Civil, desobrigando as Juntas Comerciais, no Brasil, da exigência de aprovação prévia pela ANAC nos Atos Constitutivos das empresas. Assim, não é mais necessário que tais documentos sejam apresentados à ANAC, antes de serem enviados às Juntas Comerciais para o respectivo registro. A retirada desta obrigação foi proposta pelo SINDICOMIS/ACTC na Câmara Técnica de Infraestrutura Aeroportuária do Conselho Consultivo da ANAC. Ofício semelhante será expedido pela ANAC à Receita Federal, Infrae ro e IATA. Reproduzimos a seguir o Oficio da ANAC. Agência Nacional de Aviação Civil Ofício no 573/2011/GTNS/GNPS/SAI-ANAC Rio de Janeiro, 11 de março de JAIME DA SILVA HERZOG Diretor do Departamento Nacional de Registro do Comércio DNRC SAUS - Quadra 02, Lote 1/A, 1º andar - Brasília - DF, Brasil - CEP: Prezado senhor Informo a Vossa Senhoria que a Resolução nº 116, de 20 de outubro de 2009, revogou a Portaria no 749B/ DGAC, de 25 de junho de 2002, que expedia instruções de funcionamento de agência de carga aérea, e a Portaria n o 382/DGAC, de 28 de abril de 2004, que aprovou a Instrução de Aviação Civil IAC n o *, que dispunha sobre a execução de serviços auxiliares de transporte aéreo. Nesse contexto, a ANAC não mais aprova alterações contratuais ou estatutárias de empresas de serviços auxiliares ao transporte aéreo e de agências de carga aérea. Face ao exposto, solicito os bons préstimos de Vossa Senhoria no sentido de orientar as Juntas Comerciais dos Estados para que não mais exijam a aprovação ou visto prévio da ANAC nos atos constitutivos nas empresas de serviço auxiliar ao transporte aéreo, bem como das agências de carga aérea. Na oportunidade, informa-se ainda que a Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária encontra-se à disposição para prestar qualquer esclarecimento que porventura se faça necessário. Atenciosamente Assunto: Registro dos atos constitutivos de empresas de serviço auxiliar ao transporte aéreo, inclusive de agências de carga aérea. Jorge Alencar Filgueiras Viegas Superintendente de Infraestrutura Aeroportuária Substituto CBST COMEMOROU CONQUISTAS NA CÂMARA FEDERAL A Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis, CBST, realizou reunião no dia 16 de março em Brasília e, com alegria, comemorou a vitória na aprovação da MP 507, com a emenda do Dep. Leréia, que suprimiu o artigo 5º da referida MP quanto à exigência de Procuração por Instrumento Público para acesso aos órgãos federais, estaduais e municipais. Os Assessores Legislativos da CNC informaram aos membros da CBST que realizaram um trabalho junto às lideranças na Câmara para indicação de deputados companheiros nas diversas Comissões de interesse do setor. Ainda segundo a Assessoria Legislativa da CNC, o balanço feito após essas indicações foi altamente favorável para que possamos aprovar projetos ou apresentar novos projetos para avançarmos nas demandas da CBST. Quanto ao Projeto de Lei 4622/2004, sobre Cooperativas, a Assessoria Legislativa solicitou à Assessoria Sindical da CNC a elaboração de um parecer sobre o impacto no setor trabalhista, para não haver conflito de interesses, tendo em vista que várias entidades prestadoras de serviços estão nesse segmento há muito tempo. Sobre o projeto de lei 7617 do Deputado Bala Rocha, que trata da redução do Cofins para 3%, a Assessoria Legislativa fará um trabalho forte na Câmara para indicação do Relator. A Assessoria Jurídica da CNC informou aos membros da CBST que a Desoneração da Folha de Pagamento ainda não tem o parecer final e está aguardando um sinal positivo do executivo para então elaborar a minuta de Projeto de Lei. Se o Executivo enviar Projeto de lei, apresentará emenda justificando os pontos de interesse do segmento de serviços. Março/11 3

4 Notícias da Fecomercio Notícias da Fecomercio FECOMERCIO CONTRA A VOLTA DA CPMF A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) defende a necessidade de uma mudança na legislação tributária, que tenha por finalidade a simplificação das obrigações impostas aos contribuintes, nos termos do que foi feito com as Micro e Pequenas Empresas e com o Microempreendedor Individual (MEI), com a publicação da Lei Complementar 123/2006. Um dos principais pontos que devem ser destacados em relação à sistemática de arrecadação, nos termos da legislação do Simples Nacional e do antigo Simples Federal (Lei 9317/96), é a capacidade de formalizar milhares de empresas que não tinham nenhuma condição de fazê-lo, antes da existência destes Regimes Especiais de Arrecadação de Tributos e Contribuições. Para a entidade, não há possibilidade de se fazer uma ampla reforma tributária, tendo em vista os inúmeros interesses envolvidos, conflitantes, de Estados, municípios e União, sendo que a simplificação é uma saída para facilitar a vida dos empresários brasileiros, que já pagam uma das mais altas cargas tributárias do mundo, além de serem contemplados com a maior burocracia do planeta. Neste momento, a grande preocupação da Fecomercio é no sentido de que se aprovada e negociada a reforma tributária no Congresso Nacional, a mesma venha a criar mais impostos e contribuições, e aumentar a carga tributária, e não o contrário, pois os entes federativos não querem perder arrecadação. Isso já ocorre há mais de 20 anos. As recentes discussões sobre a necessidade de se fazer uma reforma tributária, atrelada à recriação da CPMF, com a nova denominação Contribuição Social para a Saúde (CSS), são vistas de forma negativa pela Fecomercio, tendo em vista que, se aprovadas, deverão onerar e prejudicar o desenvolvimento e o crescimento da atividade empresarial do setor de comércio, serviços e turismo do Estado de São Paulo e do Brasil. MEDIDA PROVISÓRIA 507/2010 TEM SEU PRAZO DE VIGÊNCIA ENCERRADO EM 15/3/2011 Conforme informado pelo SINDICOMIS/ACTC, a MP 507, que foi aprovada na Câmara Federal no início deste mês, com a Emenda proposta pelo Dep. Leréia, suprimindo o artigo 5º da referida MP, quanto à exigência da Procuração por Instrumento Público e seguiu para o Senado Federal para apreciação e aprovação. Em 15 de março, a MP 507 foi incluída na Ordem do Dia do Senado Federal, para discussão em turno único, quando foi aprovado o projeto de lei de conversão, ressalvado o destaque do Senador Relator Humberto Costa. Quando isso ocorre, a matéria volta à Câmara para ser apreciada novamente. No dia 16 de março, a Presidência do Congresso comunicou ao Plenário que expirou naquela data o prazo integral de vigência da MP 507/2010 (PLV 04/2011) e que seria publicado um Ato Declaratório da Presidência da Mesa do Congresso Nacional, previsto no único do art. 14 da Resolução nº 1, de 2000, o que foi feito em 17 de março. RECEITA REVOGA PORTARIA SOBRE ACESSO A SIGILOS FISCAIS O Diário Oficial da União publicou na edição desta quarta-feira a revogação da Portaria 2.166, que disciplinava o acesso a informações fiscais dos contribuintes por parte de servidores da Receita Federal. A portaria foi editada em novembro do ano passado, após o vazamento de informações fiscais durante a campanha eleitoral. A revogação tornou-se necessária com o término do período de validade da Medida Provisória (MP) 507,de 5 de outubro de 2010, que tratava do assunto, em março. Foi publicado ato declaratório do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sobre o fim do prazo da vigência da MP. O texto definia, entre outros pontos, hipóteses específicas de sanção disciplinar para a violação de sigilo fiscal, além de estabelecer a necessidade de procuração pública para que terceiros pudessem obter informações no Fisco. Na época dos vazamentos, o então secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, procurou demonstrar que não havia motivação política para retardar as apurações dos atos ilegais. Ele disse que o órgão se pauta pela legalidade, além de ser uma instituição republicana, que não se pauta pelo tempo político. A seguir reproduzimos a revogação da Portaria da Receita Federal. DOU de Revoga a Portaria RFB nº 2.166, de 5 de novembro de 2010, que disciplina o acesso a informações protegidas por sigilo fiscal. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 273 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF Nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto no Ato Declaratório do Presidente da Mesa do Congresso Nacional Nº 6, de 16 de março de 201 1, que declara expirado o prazo de vigência da Medida Provisória Nº 507, de 5 de outubro de 2010, resolve: Art. 1º Fica revogada a Portaria RFB Nº 2.166, de 5 de novembro de Parágrafo único. Ficam convalidados os atos praticados na vigência da Portaria de que trata o caput. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Reproduzido Março/11 5

5 Artigo Artigo Habilitação dos agentes de carga aérea: resposta ao Comitê Técnico Aguinaldo Rodrigues (*) Antes de iniciar a apresentação de um Manual de Procedimentos para as agências de carga aérea, que contemple todos os processos julgados imprescindíveis no trabalho das agências, especialmente aqueles ligados à questão de safety e security, incluindo um plano de capacitação de seu pessoal, entendemos relevante apontarmos alguns fatos que nos chamaram a atenção, na medida em que as reuniões se sucederam, assim como pelas conclusões resultantes do aprofundamento do estudo e análise da legislação pertinente, vigente ou recentemente revogada. Chamava nossa atenção e já sinalizava para certo grau de preocupação que a Anac entendeu por não mais receber, analisar e habilitar novos agentes de carga aérea ou outros em momento de revalidação de suas habilitações. Esta atribuição foi passada posteriormente à Infraero, ao nosso ver sem o devido respaldo na legislação e deixando de observar certos quesitos imprescindíveis de análise mais criteriosos antes de tal decisão, em razão dos reflexos e impactos tanto no mercado prestador de serviços de agenciamento de carga aérea como na empresa operadora de aeródromos, a Infraero. Tal decisão deixou os dois lados diretamente atingidos em total desorientação regulatória, uma vez que não foi precedida de qualquer instrução ao setor, tido e visto como legalmente habilitado pela própria Anac. Nosso setor, diretamente responsável pela maioria do volume de cargas transportado pelas empresas de transporte aéreo, gerado no exterior ou no país, vive, por conta desta decisão, momentos de intensa expectativa em relação às suas existentes e válidas respectivas habilitações, bem como pela lacuna aberta no mercado, que sem organismos habilitantes, pode oferecer livremente serviços sem a devida habilitação. Não somos contra a atualização de regras no mercado, mas como representantes da categoria não podemos permitir que fossem rasgadas as atuais habilitações, nem tampouco que lhes sejam imputadas novas e restritivas regras, que, diga-se de passagem, já são observadas e cumpridas por todos os agentes atualmente habilitados pela Anac. Aqueles que entram agora no mercado, agregando qualificados serviços às suas carteiras de clientes, irão se sujeitar a estas novas e restritivas regras, o que lhes poderá causar irreparável impedimento para o livre exercício das suas atividades planejadas. O mesmo podemos afirmar que irá ocorrer com aqueles que estão habilitados e trabalhando normalmente, fazendo com que o exportador exporte, o importador importe e que o transportador transporte. Vale lembrar que toda e qualquer atividade atuante no Comércio Exterior Brasileiro e Internacional é de alguma forma regulamentada, habilitada e fiscalizada para o completo exercício das suas funções por órgãos do governo respectivamente ligados à atividade seja industrial, comercial e de serviços. Não pode, portanto, a Anac agora pretender extinguir a habilitação de empresas já qualificadas no pleno direito do exercício das suas atividades, porque habilitadas estão para exigir nova qualificação, para atender processos julgados imprescindíveis ligados a questões de safety e security. Só a partir de agora? Por que, se tais quesitos já são atendidos e praticados e são aceitos pelas empresas transportadoras, a quem os agentes já apresentam Carta de Segurança, além da emissão de novas outras novas cartas a cada embarque? Por que foram revogadas pela atual diretoria da Anac, 8 Março/11

6 Artigo Artigo a Portaria DAC nº 586, de 22 de junho de 2005, e a Instrução de Aviação Civil , intitulada Programa de Segurança de Carga para os Agentes de Carga Aérea (PSACA), sem que fossem criadas ou atualizadas, as regras para o manuseio de cargas perigosas, que representam apenas uma parcela do movimento total de cargas geradas pelos agentes de carga aérea? Por que foi revogada a Portaria nº 749B do DGAC, de 25 de Junho de 2002, que Expede Instruções para Funcionamento de Agências de Carga Aérea? Por que inseriram na mesma Resolução nº 116, duas categorias totalmente distintas, Agentes de Carga e ESATA, para que, por este único documento se habilitasse para os seus respectivos exercícios de suas funções, gerando riscos e responsabilidades incompreensíveis e não inerentes às suas atividades? E, finalmente, por que se eximem desta função que lhes foi determinada por nível superior no governo, tomando de surpresa as categorias atingidas e também a própria Infraero, que declara que não tem delegação de competência para emitir homologações para as agências de carga aérea? Correto está o entendimento da Infraero, que não questiona, mas mostra as inconsistências da decisão da Anac: não mais registrar ou autorizar a atividade de agenciamento de carga aérea e não mais expedir portarias de homologação, além de considerar caducas as anteriormente concedidas pela Autoridade Aeronáutica, sem apresentar opções minimamente viáveis que seguramente evitariam o atual desconforto e insegurança no mercado do agenciamento de carga. Neste sentido, para proteger a atividade por nós representada, reafirmamos que cabe sim à Anac registrar e autorizar a atividade do agente de carga aérea e de expedir sua homologação. Isso deve ocorrer dentro das características usuais no mercado de agenciamento puramente comercial, ou para aqueles que, por sua exclusiva opção, aceitem a homologação de agente acreditado, cumprindo para tal as exigências que deverão ser propostas posteriormente pela própria Anac e pelas Empresas de Transporte Aéreo. Imediatamente deve ser revogada a Resolução nº 116, para dirimir de vez as diversas interpretações e as incertezas que seu texto produziu em todos os intervenientes e atuantes nas atividades de empresas ESATA, dos Agentes de Carga Aérea e até mesmo na Infraero. Assim, destacamos o acima exposto para que a Anac assuma sua função de Autoridade Aeronáutica, o que significa retomar as habilitações do segmento dos agentes de carga aérea, fundamentando-se no trabalho de atualização da legislação revogada, para o qual o SINDICOMIS/ACTC, por meio do Comitê Técnico do Conselho Consultivo da Anac, do qual participa ativamente, se prontifica a colaborar intensamente. Quanto à criação de nova categoria entre os agentes de carga aérea, a dos Agentes acreditados, é nosso entendimento que tal assunto volte a ser discutido depois de restabelecida a homologação do agente de carga aérea, tal como hoje funciona, assumindo este Sindicato, desde já, a responsabilidade de levar aos seus associados e deles trazer para este Comitê, as melhores sugestões para que aqueles que optarem por esta condição possam eventualmente agregar algum valor à sua empresa. Farta legislação nos ajuda a darmos prosseguimento a este estudo, a saber: - Lei de 5 de maio de 2010 Seção II art. 10 VII e Seção VIII art. 199; 200 e DOC da OACI. - Decreto 4.553/02. - Portaria 419-A DGAC. - IAC e Portaria 586/DGAC de 22 de junho de Res. ANAC nº 139 de 9 de março de IAC IAC 1603 DOC 9284 OACI anexo 18. *Aguinaldo Rodrigues é Diretor Executivo do SINDICOMIS/ACTC Março/11 9

7 Notícias do Sindicato Notícias do Sindicato REUNIÃO DA CÂMARA TÉCNICA DE INFRAESTRUTURA AEROPORTUÁRIA DO CONSELHO CONSULTIVO DA ANAC O SINDICOMIS/ACTC participou da reunião da Câmara Técnica, realizada em 21 de março. O Sindicato propôs manter a discussão da revisão da Resolução nº 116, uma vez que existem ainda muitos pontos não totalmente esclarecidos da proposta inicial da Anac de não mais habilitar o Agente de Carga Aérea e de criar a figura do Agente Acreditado. No debate, a Anac respondeu às perguntas realizadas, explicando que a decisão baseou-se na opção pela autorregulação do mercado e não na falta de estrutura interna. A ANAC respondeu, dizendo não se tratar de falta de estrutura interna, e sim uma opção pela autorregulação do mercado. Questionada a definir seu entendimento sobre a autorregulação, responderam que o próprio mercado, por meio de seus organismos e entidades representativas poderiam fazer isto. Os participantes da Câmara rebateram afirmando que a autorregulação não é uma proposta viável. Diante das respostas pouco conclusivas da Anac, houve um aprofundamento das críticas pelos participantes da Câmara Técnica contra sua atuação. Até mesmo a Infraero manifestou insatisfação sobre a revogação de normas antigas do DAC, que afetaram também a Receita Federal. Uma das normas revogadas pela Anac, a IAC , trata da fiscalização dos cursos de carga perigosa paraos agentes de carga, o que gerou resposta das companhias aéreas, eximindo-se de qualquer responsabilidade sobre o manuseio destas cargas. A Anac também não garantiu que as atuais habilitações em vigor serão mantidas enquanto se resolve o problema das novas habilitações, mas admitiu não descredenciar nenhuma empresa até que as reuniões caminhem para melhores resultados. Na próxima reunião será enfatizada a segurança no manuseio, armazenamento, transporte, documentação de embarque, identificação das cargas perigosas e etiquetagem. REUNIÃO DO COMITÊ TÉCNICO DE COMÉRCIO EXTERIOR E FISCAL Na reunião do Comitê realizada em 14 de março foram tratados os assuntos a seguir: Consolidação das Normas de Comércio Exterior A Secretaria de Comércio Exterior prorrogou os prazos de normatização das portarias e demais instrumentos, mantendo ainda em aberto as consultas públicas paraque as entidades possam manifestar-se. O SINDICOMIS/ ACTC está aguardando propostas de seus associados para que possa enviar à Secex. Procuração por Instrumento Público Foram atualizadas as informações sobre o assunto e devem-se aguardar os acontecimentos futuros. THC2 Apesar de decisões do TJ em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul para a suspensão da cobrança do THC2, foi constatado que alguns terminais continuam cobrando essa tarifa. O objetivo é fazer uma proposta para o SINDICOMIS/ACTC entrar com Mandado de Segurança Coletivo. Habilitação do Agente de Carga Aérea O assunto, que já vem sendo amplamente discutido pelo SINDICOMIS/ACTC, foi explicado aos participantes da reunião pelo diretor executivo do sindicato, que está cuidando diretamente deste tema, conforme artigo e matéria nesta edição do ACONTECE. 10 Março/11

8 Notícias da Fecomercio Notícias da Fecomercio DEPUTADO LAERCIO OLIVEIRA REUNIU-SE COM REPRESENTANTES DE ENTIDADES DE CLASSE E EMPRESÁRIOS NA FECOMERCIO SP O Deputado Laercio Oliveira (PR SE) esteve em 21 de março na Federação do Comércio do Estado de São Paulo para um café da manhã com empresários e presidentes de entidades de classe do setor de serviços. Participaram do evento Paulo Lofreta, Presidente da Central Brasileira do Setor de Serviços, Cebrasse; Carlos Massaru Watanabe, Presidente da Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas, Aprag; Luciano Galea, Presidente da Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional, Abralimp; Antonio Guimarães, Presidente da Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas, Aberc; Autair Iuga, Presidente do Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de São Paulo, SEMEESP; Percival Maricato, Vice-presidente da Cebrasse; José de Alencar Leite Magalhães, Diretor Superintendente do Seac-RJ e José Adir Loiola, Presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo, Sesvesp. Haroldo Silveira Piccina, Vice-Presidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo e Presidente do SIN- DICOMIS/ACTC foi representado por Maristela Moreira. O Deputado Laercio Oliveira representa a área de serviços e de vigilância e para nós é muito prazeroso estar aqui para recepcioná-lo, afirmou Loiola. Para Lofreta, Oliveira é um parlamentar atuante. É um orgulho para Sergipe. Se fosse de São Paulo, certamente votaria nele. O Deputado Federal quer ser reconhecido no Congresso e no meio político como o representante da área de serviços, pois veio desse meio era empresário de limpeza e conservação e sabe das dificuldades enfrentadas. Laercio comprometeuse a defender o setor de serviços, Ivo Dall Acqua Júnior, deputado Laercio de Oliveira e Haroldo Piccina na reunião do Conselho respondendo a comentário contra a área e também a criar a Frente Parlamentar para o Setor de Serviços, para discutir os principais problemas e encontrar novos caminhos. Por sua vez, os empresários de segurança entregaram uma série de reivindicações, entre elas uma atuação do deputado na defesa do Estatuto da Segurança Privada, uma legislação que moderniza o setor de segurança, hoje sob a regulação da Lei 7102/83. Entre outros proble- Laercio Oliveira e Aguinaldo Rodrigues, presidente do Sindetur de Ribeirão Preto mas e desatualizações, as empresas vêem-se prejudicadas por essa norma antiga que não prevê punição rigorosa ao contratante do serviço de vigilância irregular ou clandestina; situação de pronto atendimento em casos de disparo de alarme; trânsito do profissional em via pública (ronda externa); punição ao profissional autônomo (vigia de rua, fi scal de piso, etc.) e a proibição da prisão do vigilante e apreensão de arma de fogo quando em exercício regular da atividade. 12 Março/11

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