NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Biológicas e Ambientais NÚCLEO DE ENGENHARIA DE ÁGUA E SOLO Vital Pedro da Silva Paz Francisco A. C. Pereira Aureo Silva de Oliveira

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Centro de Ciências Agrárias, Biológicas e Ambientais AGR 182 IRRIGAÇÃO E DRENAGEM IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO_1 AGR 182 Irrigação e Drenagem Prof. Vital Pedro da Silva Paz

3 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - INTRODUÇÃO Objetivo da irrigação: suprir de água as plantas na quantidade necessária e no momento apropriado Um adequado sistema de irrigação - uso do recurso água com a máxima m eficiência, reduzindo os custos de produção e, maximizando o retorno dos investimentos. Não existe um método m ideal A escolha adequada e criteriosa do método m e sistema de aplicação de água é importante para o sucesso do empreendimento, e nessa escolha, todos os fatores devem ser considerados.

4 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - INTRODUÇÃO Na irrigação por aspersão a aplicação de água ao solo resulta da fragmentação de um jato de água lançado ado sob pressão no ar atmosférico, por meio de simples orifícios ou bocais de aspersores

5 IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO - INTRODUÇÃO

6 ASPERSÃO VANTAGENS E LIMITAÇÕES VANTAGENS dispensa o preparo ou sistematização do terreno; bom controle da lâmina de água a ser aplicada; economia de mão-de de-obra; economia de água (maior eficiência); aplicação de fertilizantes e tratamentos fitossanitários rios. LIMITAÇÕES elevados custos iniciais, de operação e manutenção; distribuição de água afetada pelos fatores climáticos; favorece o desenvolvimento de algumas doenças; risco de selamento da superfície do solo; imprópria pria para água com alto teor de sais.

7 ASPERSÃO SISTEMAS SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO Sistemas convencionais Sistemas motomecanizados

8 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS Os sistemas convencionais podem ser apresentados em diferentes tipos. De forma geral, são constituídos por linhas principal, secundárias e laterais. A mobilidade dessas linhas definem os diferentes tipos de sistemas SISTEMA PORTÁTIL Todas as linhas e componentes deslocamse na área irrigada A superfície total é dividida em parcelas O sistema é desmontado após a irrigação de uma parcela Menor custo inicial e maior custo operacional

9 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA PORTÁTIL TIL

10 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA SEMI-PORTÁTIL (OU SEMI-FIXO): As linhas principais e secundárias permanecem fixas e as linhas laterais se deslocam nas diferentes posições da área irrigada As linhas principal e secundárias podem ou não ser enterradas Como no sistema portátil, as tubulações, conexões e acessórios são leves, facilitando o deslocamento manual

11 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA SEMI-PORT PORTÁTILTIL

12 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA FIXO PERMANENTE: Todas as tubulações do sistema na área irrigada são enterradas e apenas os registro e as hastes dos aspersores afloram à superfície do terreno Este sistema apresenta alto custo de aquisição Justifica-se para irrigação de áreas pequenas, culturas de elevada valor econômico e mão-de-obra escassa ou cara São utilizados para irrigação de gramados e jardins (neste caso, os aspersores podem ser escamotáveis)

13 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA FIXO PERMANENTE

14 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA FIXO TEMPORÁRIO: As tubulações (linhas principal, secundárias e laterais) não são enterradas e sim dispostas sobre o terreno e permanecem fixas durante o ciclo da cultura, podendo ser deslocadas para outras áreas no final do ciclo.

15 ASPERSÃO SISTEMAS CONVENCIONAIS SISTEMA FIXO-TEMPOR TEMPORÁRIORIO

16 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Tubulações Aspersores Motobomba Acessórios

17 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Tubulações Alumínio, aço zincado, aço galvanizado ou PVC rígido Comprimento padrão de 6 metros Diâmetro variando entre 2 e 8 Outros materiais, tais como, ferro fundido e cimento amianto, podem ser utilizados em linhas fixas enterradas

18 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Tubulações

19 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Aspersores

20 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO ASPERSORES - Classificação 1. Quanto ao funcionamento Fixos ou estacionários Rotativos (de reação e de impacto) 2. Quanto ao ângulo de ação Circular completo : 360 o Setorial: ajustável 3. Quanto ao ângulo de inclinação Inclinação normal entre 25 o e 30 º Inclinação de 6 o no caso de subcopa 4. Quanto ao número de bocais: 1, 2 bocais (diâmetros: 2 a 30 mm)

21 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Aspersores

22 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Aspersores

23 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO ASPERSORES - Classificação 5. Quanto a pressão de operação: Baixa pressão (< 250 KPa) Média pressão (250 KPa a 500 KPa) Alta pressão (> 500 KPa) 6. Quanto ao alcance do jato: Pequeno alcance (até 12m) Médio alcance (12 a 25 m) Grande alcance (maior que 25m) 7. Quanto a intensidade de precipitação: Baixa (menor que 5mm/h) Média (5 a 15 mm/h) Alta (maior que 15 mm/h)

24 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO ASPERSORES - Escolha A escolha é baseada, principalmente, na precipitação por eles fornecida (função da pressão, da vazão, do diâmetro do bocal e do espaçamento) Q IA = = A Vazão Espaçamento IA VIB

25 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO ASPERSORES - Escolha Bocais Pressão Vazão Diâmetro Ea x El IA (mm x mm) (m.c.a) (m 3 h -1 ) (m) (m x m) (mm h -1 ) 4,8 x 3,2 20 1, x 18 8,4 25 2, x 18 9,4 30 2, x 18 10,2 35 2, x 18 7,4 5,2 x 3,2 20 2, x 18 9,4 25 2, x 18 10,5 30 2, x 18 11,5 35 2, x 18 8,3 7,2 x 6,0 25 4, x 24 8,3 30 5, x 24 9,1 35 5, x 24 9,8 40 6, x 24 10,5

26 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Motobomba

27 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Motobomba Tem a função de captar a água na fonte e suprir o sistema de aspersores Centrífugas de eixo horizontal - são as mais utilizadas Acoplado a bomba existe um motor, normalmente elétrico ou diesel, para transferir potência O conjunto deverá ser dimensionado para fornecer vazão suficiente ao sistema à altura manométrica

28 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Motobomba P P = Q ( l / s ) H ( m ) 75 η b man η m ( l / s) H ( m) b m ( cv Q man = 0,736 ( k w) 75η η Acréscimos na potência instalada Potência (CV) Acréscimo (%) < > ) CONSUMO MÉDIO DE ENERGIA Diesel 0,25 a 0,35 l/cv.h Elétrico 0,95 a 1,05 Kw/cv.h

29 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Acessórios

30 COMPONENTES DE UM SISTEMA POR ASPERSÃO COMPONENTES: Acessórios

31 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO

32 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO

33 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO

34 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO

35 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO (sem linha de espera) Duas linhas laterais móveis em operação (com linha de espera)

36 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO Uma linha lateral móvel em operação (sem linha de espera) (com linha de espera)

37 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO Quatro linhas laterais móveis em operação (com ou sem linha de espera)

38 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO Conjunto moto-bomba móvel Rio

39 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO Topografia regular ou irregular MB MB

40 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO Área irregular MB

41 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO - ASPERSORES El Ea QUADRADO El = Ea 12m x 12m 18m x 18m 24m x 24m 36m x 36m

42 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO - ASPERSORES RETANGULAR El Ea El Ea 12m x 18m 18m x 24m 24m x 36m

43 SISTEMA POR ASPERSÃO DISPOSIÇÃO NO CAMPO ESQUEMA DE INSTALAÇÃO - ASPERSORES TRIANGULAR R 3 Ea = El = R

44 SISTEMA POR ASPERSÃO Bibliografia consultada e recomendada Bernardo, S. Manual de irrigação Olitta, A.F.L. Os métodos de irrigação Yague, J.L.F. Técnicas de riego

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