ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU SP

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1 ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU SP X- ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR 21 DE ABRIL DE 2013 TEMA: FAMÍLIA, JUVENTUDE E FÉ LOCAL: SALÃO DE EVENTOS DO SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO NOSSA SENHORA DAS DORES AVARÉ

2 X- ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU SP 21 de Abril de 2013 Tema: Família, Juventude e Fé PROGRAMAÇÃO HORÁRIO ATIVIDADES 7:30 Chegada, Acolhida 8:00 Café 8:30 Adoração ao santíssimo 8:50 Apresentação das regiões pastorais 09:15 1º Tema: Família, Juventude e Fé Dom Mauricio 10:00 Cafezinho 10:15 Animação e louvor 10:30 2º Tema: - casos especiais 11:15 Reflexão em grupos- 11:50 Caminhada até a paróquia 12:00 Oração do Ângelus 12:15 Almoço 13:30 Animação e louvor 13:40 Plenário 14:10 3º Tema:Preparação Pré-Matrimônio e pós-matrimônio Monsenhor Edmilson Zanin 14:55 Considerações finais 15:15 Preparação para a santa missa 15:30 Santa Missa: celebrada por Dom Maurício Comissão Arquidiocesana da Pastoral Familiar

3 X ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU-SP LOCAL.- Salão de eventos do Santuário Arquidicesano Nossa Senhora das Dores Avaré DATA.- 21 de Abril de 2013 INÍCIO.- 7H30 ACOLHIDA. - Comissão Arquidiocesana da Pastoral Familiar COORDENAÇÃO DAS ATIVIDADES DO DIA.- Laércio José dos Santos - Coordenador Arquidiocesano da Pastoral Familiar/Botucatu ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO.- Presidida pelo Padre Tarcísio Cesar de Oliveira Pinto, do Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora das Dores, de Avaré APRESENTAÇÕES DAS REGIÕES PASTORAIS: Laércio José dos Santos e Eliana Maria Meneguel de Souza Santos Coordenação Arquidiocesana da Pastoral Familiar/Arquidiocese de Botucatu-SP ANIMAÇÃO E LOUVOR.- MINISTÉRIO DE MÚSICA: Luiz, Brito, Daniela, Cleber, Marcos, José Lucas REFLEXÃO EM GRUPOS.- Atividade a cargo da Comissão Arquidiocesana da Pastoral Familiar ORAÇÃO DO ÂNGELUS, NO SANTUÁRIO ARQUIDIOCESA NOSSA SENHORA DAS DORES, DE AVARÉ Presidida pelo Padre Alberico Pinheiro, Pároco na cidade de Pereiras PLENÁRIO E CONSIDERAÇÕES FINAIS.- Coordenação de Laércio José dos Santos SANTA MISSA.- Celebrada por Dom Maurício Grotto de Camargo Arcebispo Metropolitano de Botucatu PRESENÇA DA PASCOM S. C. J. BOTUCATU

4 X ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU-SP 1ª PALESTRA PALESTRANTE: DOM MAURÍCIO GROTTO DE CAMARGO ARCEBISPO DE BOTUCATU TEMA: FAMÍLIA, FÉ E JUVENTUDE ALGUNS DESTAQUES DA PALESTRA :...Família, Fé e Juventude- estão profundamente entrelaçadas. Família porque é a Igreja doméstica e primeira educadora na fé; Fé porque é nosso caminho, nossa vida e também por estarmos no ano da Fé; Juventude porque é prioridade pastoral de nossa Arquidiocese e também pela proximidade da JMJ e pelo tema da Campanha da Fraternidade desse Ano. A Família é a primeira e a mais importante escola da fé. DEUS mesmo é FAMÍLIA: PAI, FILHO E ESPIRITO SANTO: Maternidade, Paternidade e Filiação ou Fraternidade. Somos imagem e semelhança de Deus, por isso nascemos e aprendemos a conviver em família. A juventude é uma fase da vida. Porém podemos permanecer eternamente jovens, puros e idealistas. Na verdade, em nossa arquidiocese, desde o início da década passada, 2001, 2002 e até hoje, existem dois grandes destaques pastorais, duas grandes prioridades: Pastoral da Juventude e Pastoral Familiar. FÉ CRISTÃ E MISSÃO: Não existe missão sem fé: quando falamos em Fé Cristã, basicamente falamos em amor. A Fé Cristã propõe o amor, Deus é o amor mais genuíno, mais autêntico e puro. Então não existe missão sem amor. A Fé pressupõe discipulado: com Jesus Cristo é preciso aprender a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. É preciso aprender a reconhecer o Deus que é amor: conhecer, amar e servir. Discipulado significa seguimento, seguir o mestre, ou seja, convivência diuturna, diária, cotidianas das pequenas, médias e grandes coisas. O discipulado nasce do encontro pessoal com Jesus.

5 Temos então a Trilogia: 1) Missão.- que exige a fé; 2) Fé.- pressupõe o discipulado sem um aprendizado e sem discipulado não se cresce na Fé Cristã; 3) Discipulado.- o discipulado começa a partir do encontro pessoal com Jesus. De tal forma que Jesus Cristo é o centro. É a expressão maior do amor de Deus. PARADIGMAS: A Bíblia nos apresenta grandes paradigmas - Abraão- conhecido também como Pai da Fé. Moisés o mediador da antiga aliança entre Deus, Javé, e o povo de Israel. Os doze (apóstolos) tiveram o privilégio de ver e tocar, conviver com o próprio verbo encarnado, com a maior expressão do amor de Deus. São Paulo Saulo que após a conversão passou a ser São Paulo. O que marca todos eles é que todos são idealistas, o que é próprio da juventude. JESUS E SEUS APÓSTOLOS Assim como Abraão e Moisés, os doze apóstolos e Saulo, todos nós somos chamados à conversão, ou seja, somos atraídos vocacionalmente. Todos nós somos convidados a fazer essa Páscoa, de Saulo para São Paulo, de Pedro para São Pedro, de Tiago para São Tiago, de João para São João. Nossa vocação fundamentalmente a santidade significa: aprender a amar. primeiramente Jesus atraí, chama, acolhe, confia, alimenta o desejo de vida e felicidade plena...(jesus os ama) depois, pouco a pouco, revela as contradições presentes nas relações humanas (inclusive as que envolvem religião) e deixa claro sua opção radical pela verdade, pela justiça, pela misericórdia e pelo amor (Jesus os convida a amar por causa da verdade, da justiça...), amar até os inimigos, a fazer indistintamente o bem. LÓGICA HUMANA- LÓGICA DE DEUS Conforme a lógica humana, o modo de pensar do mundo, Deus permanece fora, distante, acima, além... não há uma transformação verdadeira das pessoas e das relações humanas. Conforme a lógica de Deus ( ou Reino de Deus), Deus está no centro, não está fora e todos nós somos filhos e filhas, irmãos. Ninguém por cima, ninguém por baixo. Por fim, os apóstolos participam da experiência de paixão, morte e ressurreição de Jesus. (Jesus os convida a amar como ele, até os inimigos, porque o amor é o autêntico poder) Sem a cruz o poder de Deus não seria amor, e sem a ressurreição, o amor é que não seria autêntico poder. (Jon Sobrino)

6 Sem a cruz o poder de Deus seria tão mal e cruel quanto qualquer outro poder sobre a face da terra porque seria um poder baseado na violência, na exclusão.a cruz prova que a natureza, a essência do poder de Deus é amor. A ressurreição comprova que o amor é o autêntico poder e, no fim da história, sai vencedor. CARIDADE CRISTÃ: Caridade: sinônimo de amor cristão O amor cristão possuí três fases, três estágios: 1) Assistência.-(dar o peixe) - a fase da atenção : pessoa excluída 2) Promoção Humana.-(ensina a pescar (2 formas: uma que só visa o lucro e gera escravidão e exclusão; e outra que visa o sustento da família e não gera escravidão nem exclusão) - é o discipulado: pessoa passa pelo processo. 3) Libertação.-(incluída, a pessoa reparte o peixe e ensina a pescar) A pessoa, antes excluída, depois de passar pelo processo de inclusão, abandona a mentalidade individualista e assume a mentalidade do Reino de Deus, a mentalidade comunitária. FÉ( AMOR) CRISTÃO 1) Assistência.- acolhimento, emoção, sentimento (ser amado) Jesus primeiro ama e faz sinais - acolhe gratuita e incondicionalmente; 2) Promoção Humana.- Depois Jesus começa a por o discípulo em crise; Jesus questiona as motivações de cada um; surge a consciência crítica sem perder a sensibilidade (amar e ser amado) amar e se deixar amar. O discípulo aprende a pescar, a viver e a conviver. 3) Libertação.- A Fé Cristã atinge o seu grau maior e mais profundo. É a Páscoa com Cristo. A pessoa, consciente da pertença à igreja sinal do reino, se torna missionário sem deixar de ser discípulo (amar como Jesus a ponto de dar sua própria vida). Portanto essas são as 3 fases do Amor Cristão ou Fé: Atração Compromisso Missão Depois da ressurreição Jesus disse aos apóstolos, antes de subir ao céus : Ide pelo mundo todo e pregai o evangelho a toda criatura; quem crer e for batizado será salvo... Vocês serão minhas testemunhas! Marcos,16 cap.15 e 16 ENCONTRO PESSOAL COM JESUS CRISTO O início do "ser" cristão, não há uma decisão ética ou uma grande idéia, mas o encontro com um acontecimento, com uma pessoa que dá à vida um

7 novo horizonte e, desta forma o rumo decisivo. (Bento XVI "Deus é Amor") O encontro com Jesus Cristo é a raiz, a fonte e o ápice da vida da Igreja e o fundamento do discipulado e da Missão (Doc. de Aparecida - V CELAM) DISCIPULADO E SEGUIMENTO Vinde a mim todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e sede discípulos meus, porque sou manso e humilde de coração (Mt. 11, 28s) Segui-me, e eu farei de vós pescadores de homens Mateus 4:19 O jovem assim como todo cristão é convidado por Jesus a ser discípulo. O convite é pessoal: Vem e segue-me (Lc 18,22). Ele sempre chama os seus pelo nome (cfjo 10,4). O entusiasmo provocado pelo convite é revelado por André que corre em busca do seu irmão Simão e lhe anuncia jubiloso: Encontramos o Messias! (Jo 1,41) O seguimento e o testemunho até dar a vida, são dois aspectos essenciais da resposta do discípulo. O relacionamento entre o Mestre e o discípulo estabelece um vínculo pessoal profundo com ele: Vós sois meus amigos (Jo 15,14). Doc 93 CNBB nº 53 MISSÃO E TESTEMUNHO Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim. Minha vida atual na carne, eu a vivo na fé, crendo no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim (GI. 2,20) Foi São Paulo que falou depois de sua conversão. Um caminho importante para despertar nos jovens o amor pela Igreja e o sentido de pertença a ela é a referência às experiências das primeiras Comunidades " Atos dos Apóstolos", para concretizar hoje a vida eclesial que nasce do derramamento do Espírito no Pentecostes, nas quais resplandecia (At2, 42-47) a oração, a fidelidade à Palavra, a partilha dos bens e a Eucaristia ( Fração do Pão). Doc. 93 CNBB nº 66 Mas a Igreja não existe somente para fortalecer a vivência da fé em comunidade. Existe para construir o Reino e o Reino é mais amplo do que a Igreja. A Igreja, comunidade dos que crêem em Jesus, constitui o germe e o início deste Reino, que, como fermento na massa ou pequena semente, torna-se imensa árvore Doc. 93 CNBB nº 71...

8 X ENCONTRO ARQUIDIOCESANO DA PASTORAL FAMILIAR ARQUIDIOCESE DE BOTUCATU-SP 2ª PALESTRA PALESTRANTE: CÔN. MARCELO APARECIDO PAES MARCELINHO TEMA: "CASOS ESPECIAIS (COMO A IGREJA DEVE ACOLHER)" ALGUNS DESTAQUES DA PALESTRA :...Convido os presentes para a leitura do Evangelho do dia: João 10, PRINCÍPIOS E VALORES ETERNOS Existem princípios e valores eternos os quais Deus nos deu pelo dom da criação. São os princípios naturais eternizados na nossa vida, e princípios, sem dúvida alguma, eternos, que nós falamos, a respeito de dons e carismas, que são envolvidos em nós pela graça do batismo e depois a despeito de outros sacramentos, justamente para que a gente possa levar em conta nossa existência pobre. E levar a onde? Levar ao coração de Deus que é rico. Tem muita gente que não gosta de mudar seus princípios e valores porque já mudou uma vez. Os princípios e valores que Deus concedeu, já não estão mais intrinsecamente na vida deles e nem tão pouco explicitamente, e aí nós vamos tendo oportunidade de perceber se são felizes ou não. Nós também somos da igreja. Precisamos tomar cuidado. Será que de fato estamos seguindo os critérios, os princípios e os valores de Deus? Às vezes nós não escutamos a voz de Deus, a voz da Igreja e acabamos criando alguns pejorativos na vida: as medidas provisórias. Então a primeira realidade: nós precisamos voltar a conhecer os princípios e valores eternos que Deus incutiu em nós, e esses princípios são inúmeros. É necessário que se tenha a consciência dos princípios e valores eternos e percebemos isso no cumprimento das nossas vidas, quando comungamos Jesus na Eucaristia; quando a gente vive a vida do sacramento; quando a gente vive a vida da Igreja; vive a vida discipular missionária. Tudo isso se aflora de maneira muito natural, e aí a gente vai pegando a forma da forma do coração de Deus, que tem o princípio maior: amar sem distinção, e esse amor é disciplinado, é equilibrado, é ordenado. Os princípios e valores eternos estão no coração de Cristo Jesus, no Pai e no Espírito Santo e é, no coração de Deus, que nós temos que voltar a buscar, a conhecer os valores dos princípios cristãos dentro de nós, mas que nós só vamos descobrir, ou renovar, ou reconhecê-lo na medida da nossa disposição de servir

9 a Cristo, porque senão nós vamos colocar outros princípios e aí vamos tendo a oportunidade de ver aquelas três realidades das quais o mundo tem fundamentado: relativismo, capitalismo e hedonismo. NATUREZA DO MATRIMONIO HOMENS E MULHERES EM FUNÇÃO DO AMOR DE DEUS: A primeira coisa que é preciso saber é que os corpos podem se unir,mas muitas vezes as almas não se unem. O sacramento do matrimonio é justamente a efusão do amor de Deus, que vai unir o corpo e a alma. De quem? Do Deus vivo com o Deus imortal, onde um só coração, um só corpo, uma só alma, vai acontecer. CHAMADOS À ALIANÇA COM O CRIADOR: O casal é chamado a esta aliança. Que tipo de aliança? È o pacto com o Criador. A nossa natureza é de fato a partir da criação. È preciso respeitar, em primeiro lugar, a nós mesmo no batismo. Precisamos respeitar esse dom da criação. Deus nos fez homem e mulher, nos criou, diz a escritura, e depois evidentemente viu a necessidade do homem não ficar só. O dom da criação é perfeito. Deus deu à mulher a graça da feminilidade e ao homem a da masculinidade. O amor de Deus, criador, nos criou para sermos felizes. Só seremos felizes na medida que fizermos o outro feliz. Então um dos grandes critérios é: eu fui feito para o amor. Deus me criou para a graça, para a felicidade. Deus não me criou por insatisfação, não me criou para danos maiores ou menores mas diante dos dramas que a vida me concedeu, eu fui criado e eu vou em frente. Caminharei. CHAMADOS POR AMOR E PARA O AMOR Deus é amor. Então a igreja tem que estar imbuída desta realidade construtiva da sua própria natureza discipular missionária. Ela foi também dada ao mundo por amor e ela então, tem que ser a máxima expressão do amor. Nós todos somos acolhedores desse grande amor de Deus por nós, e a partir daí nós somos seduzidos, e nós só temos garantia de vida na medida que experimentamos esse amor. Fomos chamados para o amor, pelo amor, e aí a razão do nosso ser. O chamado de Deus é o amor para os casais. O amor no ser excêntrico, que nossa razão não consegue enxergar mas a nossa fé tem condição de entendimento mesmo diante do drama da segunda união. Não podemos brincar com isso. Não é o corpo que faz a gente se reunir ou se unir em 2ª união. Não pode ser. Tem que ser algo melhor. Então a gente tem que atender esse chamado do amor de Deus PARA AMAR As vezes a gente não esta mais unida a uma pessoa e esta unida a outra pessoa, não é pela dinâmica do amar mas é pela realidade dos afetos ou dos desafetos

10 anteriores. Deus nos fez por amor e para a felicidade. Por uma questão de uma realidade, às vezes, de suprir essa necessidade de alguém, de um companheiro ou de uma companheira, somente numa dimensão afetiva,não de uma direção unitiva no sentido da graça deste amor de Deus, a gente toma, muitas vezes as iniciativas e fazemos outros pactos, e acabamos, evidentemente, dentro da oportunidade de não se realizar como pessoa humana, porque a tomada de decisão foi tomada, não pelo amor, mas por uma necessidade apenas: de ser amado?... Talvez. A NATUREZA DO MATRIMONIO PARA A VIDA TODA É uma coisa muito complexa e é o fundamento de toda uma dinâmica. O Diretório Nacional fala sobre a realidade da indissolubilidade. O matrimonio não dissolve. A indissolubilidade é um elemento fundamental. Quando se fala por toda vida é porque se tem certeza da inconsistência. PROCRIAÇÃO Os padres tem o dever muito grande, não só a luz da Pastoral Familiar, mas também da conversa canônica, chamada:entrevista Canônica, de ao conversar com casais, fazer a pergunta: vocês recebem os filhos que Deus vos confiar, educando na lei de Cristo e da igreja? È preciso aceitar os filhos que Deus lhes confiar. SITUAÇÃO DAS PESSOAS QUE ESTÃO DIVORCIADAS, SEPARADAS E QUE ESTÃO EM SEGUNDA UNIÃO: Sobre esse assunto, na dinâmica das perguntas, os Bispos colocam (Diretório Nacional) -De que maneira, uma pessoa divorciada e novamente casada no civil onde vive em situação instável com outra que não seja seu cônjuge legítimo, pode receber o Sacramento da Penitência e também da Eucaristia? Nesse sentido eles apresentam: com a separação de corpos; obtendo a nulidade da primeira união. As pessoas que vivem esse drama quando em contato com os padres, geralmente fazem as perguntas: posso confessar? posso comungar? Hoje as pessoas de segunda união, ou terceira união ou outra união.- uma vez casada no religioso com uma pessoa, e agora estando com outra pessoa, elas ficam privadas, não porque a igreja fala simplesmente, mas pela natureza do sacramento do sagrado matrimonio, do sacramento da confissão, do sacramento da eucaristia. A igreja católica, fundada por Jesus Cristo, tem a sua palavra e é uma palavra de princípios e valores eternos. Princípios e valores revertem o mundo. Então o que está no geral acontecendo, e às vezes até entre as pastorais familiares é a falta de consistência, de conhecimento da doutrina da igreja. A igreja é sacramento universal de salvação compreendendo os meios eficazes de salvação que chama

11 sacramento também. Então toda pessoa de outra união que está junta tem o direito de estar na igreja, é a dinâmica da fé apostólica, da fé petrina, da fé comunidade de fiéis. O sacramento universal de salvação, igreja, é o coração de Deus. Na vida conjugal, mesmo de segunda união, Deus tem um amor predileto por aquela pessoa, amor pessoal, e quer fazer com que aquela pessoa se torne pessoa realizada na vida. As conseqüências ante todas as suas causas, das suas tomadas de decisões, tiveram todos esses dramas, que muitas vezes são perpétuos ou até mesmo são dramas, às vezes passageiros, que tomam confiança maiores, às vezes, mas a igreja como sacramento universal de salvação vai acolhê-las. A igreja, então, precisa ser vista como mãe e não como instituição recriminatória, dizem os Bispos. A PRIMEIRA ACOLHIDA: disseminar todas as dúvidas. Não adianta fazer um grupo de 2ª união da pastoral se não eliminar as dúvidas, e eliminar as dúvidas é convencer por atração. Então precisa amadurecer na nossa fé, e amadurecer a fé em primeiro lugar para aqueles que são lideres para o acolhimento constante para com as pessoas, sejam quais forem elas. Acolhimento leal, sincero, acolhimento que vai falar a verdade com caridade, não adianta falar somente a verdade, tem que falar a verdade, na caridade e no amor. Ta faltando isso na igreja. Tem faltado isso nos cristãos, e isso tem interrompido a ação de Deus. ACOLHIDA: Hoje existe uma diversidade de realidades não só temáticas mas, às vezes, inconsistente. O que a Pastoral Familiar vai fazer com relação à acolhida, por exemplo, de homens com homens, mulheres com mulheres? È preciso pensar. Se a gente não está acolhendo as pessoas em 2ª união, o que vamos fazer com as outras, então? È hora de acolher. Acolher é colocar no colo de Deus, no colo da igreja, falar a verdade na caridade. Não pode omitir. Não só os leigos mas também a igreja tem o dever de acolher. Ela não é recriminatória. As pessoas em segunda união precisam cada vez mais serem acolhidas, para elas se sentirem no lugar devido, não é em qualquer lugar, é no lugar igreja. Elas precisam da igreja, e a igreja precisa ter o olhar do Bom Pastor, um pastor que ama e conhece as suas ovelhas e lhe dá todas as consistências possíveis para que essas ovelhas possam estar seguras: Jo 10,28 "Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. " A Pastoral Familiar não deve perder nenhuma dessas ovelhas, porque o Senhor não quer perdê-las. Coloque-as nas mãos de Deus, na vida da igreja e ensina que privações existem por causa da atitude que se toma... CONSIDERAÇÕES FINAIS DO CÔN. MARCELINHO...Olha, a igreja nossa precisa acolher não só na 2ª união. Nós precisamos ser mais homens e mulheres de acolhida, e acolhida não tem o significado de ficar na porta entregando folheto. A acolhida em primeiro lugar começa na mente. É preciso

12 purificar muito a mente. Nós somos muito preconceituosos, temos que mudar nossas cabeças, por isso conversão é mudança de mentalidade, por isso que o documento de Aparecida vai dizer conversão pastoral. Acolhida não é na porta da igreja, acolhida é nos ambientes, no coração, na mente, para que a gente possa levar eles a viver a vida da igreja sacramental. O amor de Deus ensina...a Igreja é Una, Santa, Católica, Apostólica, Romana. Nela eu vou ficar....

13 GRUPOS A SEREM FORMADOS PARA REFLEXÃO I - SETOR PRÉ-MATRIMONIO a) GRUPO 1 COR ROSA b) GRUPO 1 - COR VERDE c) GRUPO 1 COR LARANJA II - SETOR PÓS MATRIMONIO a) GRUPO 2 COR MARRON b) GRUPO 2 COR AZUL c) GRUPO2 AMARELO III - SETOR CASOS ESPECIAIS a) GRUPO 3 VERMELHO b) GRUPO 3 COR AZUL ESCURO c) GRUPO 3 COR PRETA

14 RESULTADO DA PLENÁRIA POR GRUPOS: (apenas alguns dados) I - SETOR PRÉ-MATRIMONIO PLENÁRIA a) GRUPO 1 COR ROSA - ELISANGELA Nª Sª PIEDADE LENÇÓIS PAULISTA 1º.- Como a minha Paróquia tem vivenciado e preparado as atividades PRÉ- MATRIMONIAIS? Estão preparando o curso de noivos, seguindo o roteiro que esta no diretório; as palestras; as dinâmicas; os teatros 2ª- O que deu certo? Onde encontramos maiores dificuldades? DEU CERTO.- Cursos de Noivos MAIORES DIFICULDADES.- Falta de interesse dos noivos; Falta de abertura no roteiro do diretório, de temas para palestras direcionadas a casais que moram juntos e para os que já tem filhos. 3ª- O que precisamos implementar ou melhorar? Realizar encontro de namorados, para trabalhar mais o tema família. Atividades para o período antes da preparação para matrimonio, onde os jovens ficam carentes de informação da igreja b) GRUPO 1 - COR VERDE 1º.- Como a minha Paróquia tem vivenciado e preparado as atividades PRÉ- MATRIMONIAIS? Praticando 2 a 3 vezes mais o curso de noivos em todas as paróquias do circulo. Na comunidade S. José, de Avaré, a missa é feita no início do curso, no domingo, dia da abertura do curso e não no final como acontece normalmente. Todas as pastorais seguem o Guia da CNBB e com muitas orientações dos párocos. Na Comunidade Nª Sª Piedade, o curso é no domingo, o dia todo, quando em outras comunidades o curso tem início no sábado à noite, e no domingo é o dia todo.

15 2ª- O que deu certo? Onde encontramos maiores dificuldades? A Paróquia S. José, Avaré, encontra dificuldade com a presença dos pais nas palestras, nos domingos. Uma idéia para resolver este problema: os noivos quando vão se inscrever já são avisados da palestra que os pais vão participar no domingo de manhã. A pastoral elaborou uma carta convite que é entregue pessoalmente aos pais e em suas casas. A resposta tem sido muito positiva, muito boa, com uma considerável participação dos pais nas palestras. Na Paróquia Nª Sª das Dores, Avaré: sentem dificuldades com as inscrições que são feitas na ultima hora. Há dificuldades em convidar palestrantes. Na Paróquia Nª Sª Piedade.- quase todos os membros da pastoral dão as palestras do curso de noivos. É um ponto positivo, fica tudo entre pastoral 3ª- O que precisamos implementar ou melhorar? Pensa-se em fazer um intercâmbio entre as pastorais para trocar mais informações, mais idéias, às vezes até nos próprios cursos de noivos. Por exemplo: um casal de Avaré ir para Botucatu para vivenciar o curso de noivos e sentir como é, e trazer para Avaré e vice versa. O grupo gostaria de implementar no curso de noivos, momentos de confissão para os noivos, tendo em vista que se observa a pequena participação deles na comunhão na missa do dia do curso. Implementar palestras com finanças para casais: passar o dia a dia para um casal, as dificuldades; como lidar com o dinheiro juntos e não separados tendo em vista que muitos problemas aparecem com o dinheiro, com a partilha. c) GRUPO 1 COR LARANJA: LUÍS ANTONIO SANTO ANTONIO/BOTUCATU 1º.- Como a minha Paróquia tem vivenciado e preparado as atividades PRÉ- MATRIMONIAIS? Curso de Noivos de um dia é pouco Curso para Namorados Grupo de Jovens (TLC Crisma - Pastoral da Juventude) Casamentos Comunitários. 2º.- O que deu certo? Onde encontramos maiores dificuldades? Em algumas paróquias deu certo o curso de noivos em 1 ou 2 dias.

16 Dificuldades: Ter um namoro mais cristão A maioria não tem consciência do que é o sacramento do matrimonio. 3º.- O que precisamos implementar ou melhorar? Ter um tempo maior de antecedência ao casamento para fazer curso de noivos Catequese pré matrimonial Planejamento familiar Condições financeiras e outros II - SETOR PÓS MATRIMONIO a) GRUPO 2 COR MARRON: ROSE - NOSSA SENHORA DA PIEDADE 1º.- Como a minha Paróquia tem vivenciado e preparado as atividades pósmatrimoniais? Seguindo as orientações da arquidiocese; com atividades da semana da família; encontro com recém casados; encontro com casais em 2ª união; terço em família; visitação nas famílias com necessidades diversas; chamamento para encontro de casais; estudo do temário Hora da Família, e convite aos casais para integrar a pastoral. 2ª- Reunimos e/ou acompanhamos os casais recém-casados? Como? De um modo geral algumas paróquias tentam fazer esse acompanhamento, outros estão em andamento com projetos 3º.- O que precisamos implementar ou melhorar? Praticar e intensificar o trabalho com as crianças nas escolas e na catequese Preparação / divulgação melhor das crianças e adultos, sem o sacramento (hoje tem casal que vive junto sem os sacramentos do matrimonio e sem os outros sacramentos: batismo, crisma). b) GRUPO 2 COR AZUL ELIZEO - PARDINHO 1º.- Como a minha paróquia tem vivenciado e preparado atividades Pós Matrimoniais? Fazem retiro e encontro de casais também coligado com a catequese e às famílias das crianças que já estão na catequese Visita aos recém-casados Incentivo aos noivos para vivência do JCC.

17 2º.- Reunimos e/ou acompanhamos os casais recém-casados? Como? A maioria desses grupos não praticam e nem acompanham os recémcasados, mas sentem necessidade dessa ação. Há então necessidade de capacitação dos membros da pastoral para realizar as atividades com segurança. 3º.- O que precisamos implementar ou melhorar? Muitas paróquias sentem necessidade de um acompanhamento melhor dos padres; maior comprometimento dos agentes de pastorais; utilização da Hora da família para evangelizar não só os recém-casados mas também as outras pastorais, através de palestras e visitas. c) GRUPO2 AMARELO MARIA ROSA SANTUÁRIO AVARÉ 1º.- Como a minha Paróquia tem vivenciado e preparado as atividades pósmatrimoniais? O grupo coloca que essa frente é difícil de ser trabalhada. Precisam de mais capacitação para essa atividade pastoral.todavia realizam encontros mensais; visitas com as famílias, e em algumas paróquias os Encontro de Casais. Destacam a paróquia S. Judas Tadeu, em Avaré, que recebe palestrantes que os preparam, mensalmente, para desenvolver o trabalho na pastoral. 2º.- Reunimos e/ou acompanhamos os casais recém casados? Como? Todos buscam uma forma de se envolver. De um modo geral todos precisam de preparação para desenvolver o trabalho. 3º.- O que precisamos implementar ou melhorar? Haja mais comunicação entre as paróquias, haja mais intercambio, comunicação, troca de experiência e vivencia. Todos devem estar mais preparados para que o trabalho seja executado sem grandes dificuldades. O grupo chega a conclusão que precisam de maior preparação e conhecimento para desenvolver melhor o trabalho. III - SETOR CASOS ESPECIAIS a) GRUPO 3 VERMELHO MANUEL Nª Sª DE FÁTIMA DE BOTUCATU 1º.- Como acolhemos/trabalhamos nos Casos Especiais? Faltam casais para trabalhar e orientar na Pastoral da Família Falta orientação, estudos e esclarecimento por parte dos párocos; busca de pessoas capacitadas para dar cursos aos agentes

18 Falta acolhimento às pessoas que são consideradas como casos especiais. Necessidade do Encontro do Bom Pastor em todas as paróquias, para maior conhecimento dos agentes e da comunidade. 2º.- Minha Paróquia já organizou encontros específicos? Nesse grupo há paróquias que sim e outras não. Há paróquias que esse trabalho não é fortalecido pelos padres. 3º.- O que precisamos implementar ou melhorar? O que fazer para isso acontecer? Melhorar os estudos em grupo - estimulando os interesses das pessoas. Buscar orientação e esclarecimento na fonte, onde a gente possa confiar. Incentivo dos padres para que ocorra as ações para os Casos Especiais, e que sejam ampliado realmente as equipes que se importam com as ações voltadas para os Casos Especiais. b) GRUPO 3 COR AZUL ESCURO - ADRIANA Nª Sª PIEDADE 1º.- Como acolhermos/trabalhamos os CASOS ESPECIAIS? São poucas as paróquias que trabalham com casos especiais. Uns fazem algum trabalho e outras paróquias estão se preparando para começar ainda neste ano. 2ª.- Minha Paróquia já organizou encontros específicos? Poucas paróquias já organizaram esses encontros 3ª.- O que precisamos implementar ou melhorar? O que fazer para isso acontecer? A pastoral precisa ter uma formação, receber instruções para se firmar no assunto. Trazer para a Pastoral casais em 2ª união que consigam sentir que Deus os acolhe também na pastoral. Não ter medo de falar sobre o assunto, dar a posição da igreja a eles através de Encontros. c) GRUPO 3 COR PRETA SALETE- AVARÉ 1º.- Como acolhemos/trabalhamos os CASOS ESPECIAIS? A maioria das paróquias tem movimento com casais em 2ª união, com palestras e com engajamento nas pastorais da igreja sem fazer discriminação e os que não tem movimento estão se preparando para introduzir. Idéias levantadas: para que haja entrosamento com outras paróquias, contato entre as paróquias que já trabalham essa ação e troque

19 experiências. 2ª.- Minha Paróquia já organizou encontro especiais? Sim. Tem paróquia que através do movimento da pastoral familiar já apoiou estes casais 3ª.- O que precisamos implementar ou melhorar? O que fazer para isso acontecer? Primeiro aceitá-los como irmãos e sem discriminação. A partir daí, cada um de nós acolhê-los e procurar explicar a eles que Deus é um só e nos ama igualmente. Não devemos medir esforços em ter vontade de trabalhar para que Jesus seja amado TRECHOS DO PRONUNCIAMENTO DE DOM MAURÍCIO, SOBRE AS QUESTÕES APRESENTADAS NA PLENÁRIA. INICIOU A FALA COM A LEITURA DA BIBLIA: 1ª CARTA AOS CORINTIOS, CAP Esse princípio é aplicado para aqueles que estão em 2ª união e portanto impedidos de tomar o corpo e o sangue do Senhor Jesus, sacramentalmente. Não poder comungar na missa não significa que esteja excomungado. Você não pode e não deve comungar sacramentalmente. Mas porque não? Por que tem as crianças, os adolescentes, tem os jovens, tem os outros fracos. Imagine que essas pessoas vêm uma pessoa, em 2ª ou outra união comungando, o que vai acontecer? O fato de vê-los comungar vai induzi-los a erro, a tropeço, a achar que pode fazer o mesmo. Vão achar que não tem problema, que não faz diferença. Quem está em 2ª união, então, não pode comungar sacramentalmente. Mas pode e deve comungar espiritualmente. A comunhão espiritual de certos casais em 2ª união tem mais valor do que a de muitas outras que ainda não sabem o que é comunhão. Você que esta em 2ª união não se desvalorize por estar em 2ª união e não duvide da misericórdia de Deus, não duvide de si mesmo.se você crê no amor de Deus, se você tem Fé, faz sua comunhão espiritual, com a consciência tranqüila. Porém tome cuidado: nenhum bispo, nenhum padre tem o poder de autorizar a pessoa em 2ª união a comungar. A igreja pode autorizar, desde que, seja dado entrada no Tribunal Eclesiástico e, mediante processo, fique provado em 2ª instância, que o seu 1º matrimonio foi nulo, e se comprovado que foi nulo, então você esta liberado. Agora sim você vai casar no religioso. Aliás um dos trabalhos da chamada pastoral de 2ª união ou hoje chamada Setor Casos Especiais é justamente esse, começar a

20 perguntar para a pessoa: Como é que foi o seu 1º casamento? Em que circunstância você se casou na igreja? Quantos anos você tinha quando se casou?, e se de repente você sentir que aquele primeiro casamento foi nulo, então orientar a pessoa a procurar o Recursos Humanos do Tribunal Eclesiástico e iniciar um processo, porque seu casamento muito provavelmente foi nulo. A igreja não anula, a igreja Declara Nulo, quer dizer não houve casamento, não se realizou o casamento, não existiu. O que causa a nulidade: imaturidade ( maior causa no Brasil), baixa idade, jovens que se casam só pra se livrar dos pais, vícios, gravidez. enfim são muitas as causas que podem tornar nulo o matrimonio. Então o trabalho da pastoral de Casos Especiais seria ir conversando com esses casais e orientá-los a procurar o pároco para orientar como proceder. Dos custos: são 03 salários mínimos na 1ª instância, e 3 salários mínimos em 2ª instância, são 06 salários mínimos que poderão ser divididos em 24 parcelas. Se ainda assim a pessoa não puder pagar, poderá ainda apresentar ao tribunal ou à Câmara Eclesiástica o seu demonstrativo de pagamento, que comprove não ter condições de pagar. A entrada no processo poderá ser dado quando quiser, depois da separação não importando o tempo de decorrência do casamento, a questão é provar e levantar as testemunhas. Preste atenção: O casal se casa e depois de 2 ou 3 meses, o homem começa a beber e se torna um alcoólatra, isso não é motivo para nulidade do casamento. Nulidade é até o dia do casamento. O antes é o que importa ( beber depois, trair depois, não torna nulo o casamento, se antes era tudo ok). O que surgiu depois do dia do casamento não serve mais como motivo de nulidade....dom Maurício, para maior esclarecimento em relação a esse assunto sugere à pastoral familiar para programar um Encontro Arquidiocesano tanto com casais em 2ª, 3ª, 4ª ou outras união quanto casais que queiram trabalhar com eles. Em sua opinião quem deve trabalhar são os próprios casais em 2ª união, sem porém discriminar ninguém...

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