"Catequese Mistagógica" LIVRO DO COORDENADOR

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1 Esse subsídio "Catequese Mistagógica" propõe aos catequistas uma reflexão sobre os caminhos que levam os catequizandos ao encontro com Jesus Cristo. Nosso olhar se volta para esse encontro, urgente e necessário: criatura e Criador, discípulo e Senhor, homem/mulher e Deus. Desse encontro nasce e deriva toda a vida de fé; sem esse encontro, nada poderá acontecer. LIVRO DO COORDENADOR

2 Queridas(os) catequistas! A catequese é um processo permanente quecomeça na família, com os pais, os avós, passa pelos encontros nas comunidades, com os catequistas, os padres, e nunca termina; estamos sempre em catequese. Desde os tempos antigos e ainda hoje, o desafio das gerações adultas é proporcionar o encontro das novas gerações com Jesus, o Senhor. Como ninguém ama o que não conhece, é preciso dar a conhecer o Cristo, com novos métodos, novas expressões, nova maneira; é obra eclesial conduzir todos ao Amor de Deus, nesse caminho da fé estamos todos nós. A Igreja espera muito de vocês, queridos catequistas, porque sabe que pode contar com a generosidade de sua vontade, disponibilidade de seu tempo e amor que têm pelo Senhor. Foi Ele que os chamou. É Ele que os capacita para esse ministério. Quanto melhor for a catequese, melhor será a comunidade, mais vibrante, mais amorosa. Boa catequese não se improvisa, faz-se com vida de oração, estudo, vida de comunidade, reflexão, planejamento. Neste ano a Diocese de Limeira completa 35 anos. É uma oportunidade paraavaliarmos nossa caminhada. Peço encarecidamente a todos vocês, catequistas, coordenadores, padres que redobrem a atenção no anúncio corajoso e verdadeiro da Palavra de Deus. O Santo Padre, o Papa Bento XVI, na sua exortação pós sinodal "Verbum Domini" diz: "Como é importante que o Povo de Deus seja educado e formado claramente para se abeirar das Sagradas Escrituras na relação com a Tradição viva da Igreja, reconhecendo nelas a própria Palavra de Deus. É muito importante, do ponto de vista espiritual, fazer crescer esta atitude nos fiéis". (nº 18) Também eu, como Pastor e Guia dessa porção do Povo de Deus, exorto a todos a fazer ecoar com entusiasmo a Palavra de Deus em todos os cantos de nossa Diocese. Para nos ajudar no aprofundamento da missão, a Comissão Diocesana de Catequese preparou Espero que as reflexões tragam novos ânimos a todos e os preparem para o dia 28 de agosto, Dia do Catequista, quando nos encontraremos em Cordeirópolis, SP. É meu desejo estar com vocês neste dia, para celebrar e agradecer. Despeço-me implorando as bênçãos do Senhor a todos vocês, seus familiares e seus bons propósitos, confiando na intercessão de nossa padroeira, Nossa Senhora das Dores. Um grande abraço a todos vocês. "Cristo é a nossa paz!" Querido(a) Coordenador(a) Antes de entregar esse subsídio nas mãos do grupo de catequistas de sua comunidade e para que os encontros alcancem os objetivos que planejamos, elaboramos alguns lembretes para você: 1. Leia todo o livreto antes dos catequistas. Informe-se. Se tiver dúvidas escreva-nos, consulte-nos. Estamos disponíveis para ajudar no que for possível. Na última página desse livreto você obtêm as informações de como nos encontrar. 2. Marque as reuniões de estudo do subsídio com certa antecedência, de tal modo que, todos os catequistas possam se organizar para participar. Como são seis encontros o ideal é começar em junho, ou antes. 3. Estimule-os para esses encontros, envolva-os, divida tarefas as pessoas gostam de atuar e não só de ouvir. 4. Todos os encontros exige preparação prévia de material a ser usado, por exemplo do ambiente não seria bom que, por falta de organização, você deixasse de fazer cada atividade proposta. 5. Insista na importância do Encontro Diocesano no dia 28 de agosto. Organize um ônibus, van, carros para que todos possam participar. Que os custos não sejam um empecilho para que alguém fique de fora. 6. Comunique-se com seu pároco, envolva-o na medida do possível. Entregue um subsídio para ele também. Convide-o para ir a um dos encontros. O apoio do padre é bastante importante. 7. Reze pela catequese, pelos catequistas, pela Igreja. Sejamos aqueles mistagogos que conduzem os outros a Jesus. Bons encontros. 02 Comissão Diocesana de Catequese Diocese de Limeira - SP 01 + Dom Vilson Dias de Oliveira, DC Bispo Diocesano de Limeira

3 1º Mistagogia - O que é Mistério? Objetivo: conscientizar que só pela fé e pela religião poderemos mergulhar nesse grande mistério de Deus. Que a ciência nos ajuda a entender a vida, mas não revela seu real valor. Materiais necessários: Vamos precisar de um grande quebra-cabeça retratando o Planeta Terra, de um lado, e o homem, de outro; uma vela, uma caixa embrulhada com algo que faça barulho dentro ( essa caixa não dá para ser aberta, a não ser que seja quebrada) e um pano. Prepare também um cajado, que vai estar em todos os encontros, será nosso símbolo. Colocar uma frase no cajado: 'Conduzindo para o Mistério.' Preparando o ambiente: Vamos precisar de uma sala totalmente vazia, apenas com o pano estendido no chão e sobre ele, a caixa misteriosa. A sala deverá estar escura e apenas uma vela colocada ao lado da caixa iluminará um primeiro momento. Logo após, a luz poderá ser acesa. Receba as pessoas entregando-lhe partes do grande quebra cabeça e convidando para se sentar ao redor da caixa fechada e da vela acesa. 1. Que bom que você veio! Coordenador: Bem-vindos e bem-vindas a este nosso primeiro encontro. Iniciamos hoje uma caminhada em nossa diocese, que culminará com uma grande celebração no dia do catequista, 28 de agosto, na cidade de Cordeirópolis! 2. O Senhor nos reúne: Coordenador: Iniciemos Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! 3. Gente que conversa: Coordenador: Vamos começar esses encontros conversando sobre "MISTAGOGIA E MISTÉRIO". O que sabemos sobre isso? O termo mistagogia tem sua origem em dois vocábulos gregos: mystes, que significa mistério, eagein, que significa conduzir. Assim fica fácil deduzir que Mistagogia significa 'conduzir para o Mistério' ou 'iniciar ao conhecimento do Mistério'. E Mistério, o que é? Em Português, há muitos significados para esta palavra, por exemplo, o desconhecido, o secreto, o indecifrável, o incompreensível, o enigmático, o obscuro, o oculto... No nosso caso, Mistério refere-se a Deus, o Mistério de Deus, que nunca pode tornar-se um objeto de conhecimento sem deixar de ser mistério. Por mais que o conheçamos, nunca o conheceremos totalmente, Ele é sempre maior que nós, que nossos conhecimentos, que nossas ideias a respeito Dele. É precisamente 03 isso que queremos dizer acerca de DEUS. Por tudo isso, podemos dizer que o catequista é um mistagogo, ou seja, aquele que conduz o catequizando ao Mistério da fé, ao Mistério de Deus. Dinâmica da caixa fechada. Com uma música ambiente (instrumental não religiosa, mas misteriosa), o coordenador do grupo pega a caixa e faz com que ela passe lentamente de mão em mão. Quando chegar de novo a suas mãos, ele pergunta: O que há dentro da caixa? (varias sugestões!!!) Lembre-se de que a caixa deve conter algo, só não será revelado o quê. Para desvendar o que há dentro, precisaríamos quebrá-la!... (deixar que falem a respeito do quebrar, o que significaria... compare como a ciência e o homem vêm "quebrando" a natureza - CF para "descobrir o mistério"... isso se justifica?) Música ambiente... Convidar os participantes a montar o quebra - cabeça. Ao concluir, questionar-lhes: o que veem? Deixar que eles falem. Chegar à relação entre "construir o mundo e o homem"(frente e verso do quebra-cabeça) como partes da mesma realidade. Depois ler o texto: "A vida do homem tem sentido" de Albert Einstein: Após realizar a dinâmica, ler o texto : "A vida do homem tem sentido" de Albert Einstein: "Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela existência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, mais ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. (...) O mistério da vida me causa a mais forte emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece essa sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se cegaram. Aureolada de temor é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações dessa ordem suprema e da beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode apreender esta perfeição. E este conhecimento e esta confissão tomam o nome de religião. (...) Tem um sentido a minha vida? A vida de um homem tem sentido? Posso responder a tais perguntas se tenho espírito religioso. Mas, "fazer tais perguntas tem sentido?". Respondo: "Aquele que considera sua vida e a dos outros sem qualquer sentido é fundamentalmente infeliz, pois não tem motivo algum para viver" (Albert Einstein. Como vejo o mundo) 4. Gente que olha: Coordenador: De uma forma completamente inesperada, a ciência feznos regressar à realidade do mistério. Aquilo de que a ciência nos fez tomar maior consciência do que aquela que já tínhamos antes é que nosso conhecimento humano é limitado, muito limitado. Podemos conhecer e compreender até certo ponto as coisas e os processos 04

4 relacionados com o universo. O que está além disso é puro mistério, no que diz respeito à mente humana. No futuro, a nossa mente e o nosso cérebro poderão desenvolver-se mais, e esse fato, a par de outras experiências e descobertas, poderá abrir-nos novos horizontes, mas, em última análise, o universo continuará a ser um mistério gigantesco para nós, e nós próprios continuaremos a fazer parte desse mistério. 5. Aprendendo e ensinando. Coordenador: Deus não é um mistério, ou seja, um dentre muitos mistérios. Deus é O mistério sagrado ou mistério divino. Se não fosse assim, colocaríamos Deus como um entre muitos mistérios, mesmo sendo um mistério muito especial. Leitor 1: Deus é o caráter misterioso de todas as coisas. Você e eu fazemos parte do Mistério. TODOS: Devo incluir-me no mistério ao qual chamamos Deus! "Em Deus vivemos, nos movemos e existimos". (At 17,28) Leitor 2: Eu também me experimento a mim próprio como um mistério. Todos nós nos experimentamos assim. Quanto mais tentamos entender quem e o que é que nós somos, mais nos confrontamos com o desconhecimento e com o impossível de conhecer o mistério da sua e da minha existência. TODOS: Nós não podemos vê-lo nem ouvi-lo. Não podemos cheirá-lo, saboreá-lo ou tocá-lo. Nós O conhecemos pelos seus frutos e pelas suas manifestações. Leitor 1: A reação apropriada ao mistério de qualquer tipo é o assombro. Vejam como as crianças ou até mesmo nós, adultos, podemos ficar fascinados diante das maravilhas e dos fenômenos com que nos deparamos. O espanto diante do Indizível, do inefável, do maravilhoso. TODOS: O assombro é uma forma de consciência isenta de palavras, de imagens ou de entendimento. É quando reconhecemos Deus como mistério, e a nossa reação espontânea é o assombro e o deslumbramento. Leitor 2: À medida que vou me deixando guiar pelo Mistério de Deus, vou me introduzindo em sua dinâmica amorosa. Pouco a pouco, crescem a amizade e o amor, minha proximidade com Deus aumenta, tomo consciência da minha pequenez, da minha fragilidade e da grandiosidade Dele. Sou criatura e Ele, o Criador. Sou amado e Ele, o Amor. Minha vida ganha sentido e ruma para esse encontro definitivo com o Senhor. Ser Nele, por Ele e com Ele. Um! Leitor 1: Vejam o que escreve Santo Agostinho a respeito de sua experiência com Deus: "Tarde te amei, Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Tu estavas dentro de mim e eu te buscava fora de mim(...) Brilhaste e resplandeceste diante de mim, e expulsaste dos meus olhos a cegueira. Exalaste o teu Espírito e aspirei o teu perfume, e desejei-te. Saboreei-te, e agora tenho fome e sede de ti. Tocaste-me, e abrasei-me na tua paz". (Santo Agostinho, confissões X,27,38). Leitor 2: Deus é Mistério, mas não é escondido. Ele se manifesta, se revela. Ele tomou a iniciativa de se comunicar conosco, para que não andássemos sem rumo, perdidos. Ele nos fala, nos procura, nos ama. Jesus é o maior comunicador desse Mistério. 05 Leitor 1: Nossa alegria baseia-se no amor do Pai, plenamente revelado por Jesus Cristo que, pelo Espírito Santo, nos faz passar da morte para a vida, da tristeza para a alegria, do absurdo para o sentido profundo da existência, do desalento para a esperança que não engana. (D.A. 17) TODOS: Precisamos fazer o encontro pessoal com Jesus-Mestre e conhecer seu mistério. Coordenador: Nicodemos e sua ânsia de vida eterna (cf. Jo 3,1-21), a Samaritana e seu desejo de culto verdadeiro (cf. Jo 4,1-42), o cego de nascimento e seu desejo de luz interior (cf. Jo 9), Zaqueu e sua vontade de ser diferente (cf. Lc 19,1-10)... Todos eles, graças ao encontro com Jesus, foram iluminados e recriados, porque se abriram à experiência da misericórdia do Pai que se oferece por sua Palavra de verdade e vida. (D.A. 249) 6. Gente que faz: Paulo é catequista e realizou uma experiência de encontro com Cristo em sua comunidade. Ele saiu como um missionário para anunciar o Evangelho, utilizando a técnica de teatro, segundo seu testemunho a seguir: "Meu nome é Paulo. Sou catequista da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, Porto Ferreira há dois anos. A minha experiência de fé começou muito forte, quando uma catequista me chamou para fazer um teatro para os catequizandos e suas famílias. Foi neste momento que senti a presença de Deus nos catequizandos e também em mim e fui agraciado com o Espírito Santo inflamando muito o meu coração, fazendo com que esse chamado fosse se concretizando em minha vida. Assim comecei minha caminhada na catequese, vivenciando o Evangelho e transmitindo esse Deus vivo para os catequizandos e também para suas famílias, fazendo com que eu e eles cresçamos cada vez mais no amor de Deus." Pode-se relacionar a experiência de Paulo com o trecho do DA nº 249 quando se refere a Zaqueu, a Samaritana, a Nicodemos, dizendo que: "...Todos eles, graças a esse encontro, foram iluminados e recriados porque se abriram à experiência da misericórdia do Pai que se oferece por sua Palavra de verdade e Vida. Não abriram o coração para algo do Messias, mas para o próprio Messias, caminho de crescimento na "maturidade conforme sua plenitude" (Ef 4,13), processo de discipulado, de comunhão com os irmãos e de compromisso com a sociedade." Por tudo que foi relatado, conclui-se que o encontro com Cristo e seu Mistério de amor possibilitou o compromisso do Paulo com sua comunidade. 06 Este é Paulo de Porto Ferreira

5 7. Ei, você? Vai ficar aí, parado? Coordenador: Chegou a hora de respondermos à questão: Queremos fazer uma Catequese Mistagógica? Queremos conduzir nossos catequizando ao Mistério de Deus? Aqui estão algumas dicas para pôr a mão na massa: Levar o catequizando a experimentar os símbolos, os gestos e as palavras nas celebrações, nos sacramentos, nos encontros de oração de que participa. Não se trata de "explicar", mas VIVER! Para isso é preciso preparar o ambiente, os materiais, os símbolos, as músicas, os leitores, valorizar o silêncio, o tempo de cada um, a postura, o ambiente... Meditar os textos bíblicos na perspectiva da história da salvação pessoal e comunitária. Deus fala conosco, é preciso ouvi-lo. Treinar os ouvidos dos catequizandos para a escuta da Palavra. Não como obrigação, mas como docilidade, abertura, celebração, festa do encontro com Deus. Inserir o catequizando na comunidade em vista da abertura ao compromisso cristão e eclesial como expressão da sua nova vida em Jesus Cristo. Anotações 8. Ele vai com a gente. Coordenador: Vamos olhar para o cajado. Deus é o nosso bom pastor, Ele nos guia. Através dos séculos, estamos escrevendo uma linda história de Amor. Ele conosco e nós com Ele. Nem sempre fomos fiéis, mas Ele continua nos amando. Somos essa carta que Deus vai escrevendo. Cada pessoa, cada história, cada vida. Uma carta única, especial. Ler: 2Cor 3,2-6 Canto a escolha 9. Avisos: Coordenador: Nosso próximo encontro será dia Benção final: Vamos rezar a Oração do Catequista, que está na contra-capa. Coordenador: Que o Senhor nos abençoe e nos guarde! Coordenador: Que o Senhor faça brilhar a sua face sobre nós! Coordenador: Que o Senhor nos dê a sua paz! Próximo Encontro: Local: Horário: 07 08

6 2º Nosso tempo conduz a Deus? OBJETIVO: Refletir sobre os desafios da evangelização na cultura urbana e despertar no catequista um desejo de assumir a missão com mais profundidade e coragem. Material e preparando o ambiente: Espalhar no chão alguns recortes de jornais e imagens com notícias de "bons tempos": preservação da natureza, desenvolvimento sustentável, trabalhos da Pastoral da criança, famílias alegres em diversos locais, tais como passeio, igreja, etc. e imagens e notícias de "tempos sombrios": lucro desenfreado, problemas de jovens com drogas, violência, desastre nuclear no Japão e tsunami, enchentes no Brasil, problemas de deslizamento dos morros em São Paulo e Rio de Janeiro, problemas de enchente em nossa região, problemas com o lixo e falta de reciclagem com consumismo desenfreado, aquecimento global, etc. E no meio desses recortes, encontramos a Bíblia, o círio, o cajado com a frase: "Nosso tempo conduz a Deus?" e um relógio-despertador (por exemplo, como aqueles antigos!). Preparar bombons e cartões em número suficiente para serem entregues aos participantes do encontro. Em cada cartão haverá um verso bíblico. Sugestões: Is 55,6 / Ecl 3,1 / Mc 1,15 / Gl 6,9-10 / Lc 4,21 / Rm 8,19 / Is 60,1-2 / 1Ts 5,5 / 1Ts 5,6 / Mt 5,14-15 / Mt 5,16 / Jo 8,12 1. Que bom que você veio! Coordenador: Que bom que estamos aqui, oferecendo um pouco do nosso tempo para encontrar os amigos e, principalmente, para escutar e rezar a Palavra de Deus! No mundo em que vivemos, onde precisamos arrumar espaço em nossa agenda para tantas atividades, como é bom saber que existem pessoas que encontram tempo para aprofundar sua fé e sua comunhão com Deus e com os irmãos! Vamos todos nos abraçar e desejar boas vindas uns aos outros? 2. O Senhor nos reúne! Coordenador: Invoquemos a presença do Espírito Santo rezando juntos: "Vinde, Espírito Santo, e enchei os corações...". 3. Gente que conversa Coordenador: Vamos observar atentamente os recortes de jornais. Pensemos juntos em algumas questões: como essas notícias nos afetam? O que elas provocam em nós? Medo, esperança, incerteza, alegria,...? O que dizem nossos catequizandos e nossos familiares quando eles 09 recebem essas notícias? Como essas notícias afetam a nossa experiência de fé? Será que esta época que estamos vivendo favorece nosso encontro com Deus? Ou não favorece em nada? (Dar tempo para conversarem) Coordenador: Algumas dessas imagens e notícias são boas; outras, nem tanto. Algumas nos enchem de esperança; outras despertam o medo, a desconfiança. Alguns fatos nos ajudam a crer em Deus e nos seres humanos. Outros acontecimentos favorecem a descrença e o desânimo. Como continuar acreditando, quando tudo parece nos convidar a desistir, a desesperar? Vamos ver o que a Palavra de Deus nos sugere? (Passar os cartões com texto bíblico e pedir que refaçam suas considerações a partir do verso proposto. Dar o tempo necessário para mais esta reflexão.) Coordenador: Vejam! Os versos bíblicos que recebemos falam da luz e da escuridão. Nosso mundo vive bons tempos (tem muita gente trabalhando em função de construir o reino) e tempos difíceis (muitas situações parecem dizer que estamos longe de chegar ao Reino). O mundo, porém, está envolvido por nuvens densas e escuras (Is 60). O tempo é pesado. Mas a Sagrada Escritura nos convida a ser luz, a iluminar este mundo. Somos lâmpadas e não podemos ficar escondidos. Somos filhos da luz e devemos ser sinal da grande luz, Jesus Cristo. Não podemos ficar esperando boas notícias. Nós é que devemos "produzir" boas notícias. Consigo perceber as oportunidades de salvação, de conversão, que Deus me oferece a cada instante? Deus quer nos salvar hoje. Hoje é o tempo favorável. Hoje ele nos convida a segui- Lo. Hoje as Escrituras são cumpridas. O tempo de despertar é agora! O tempo se cumpriu! O tempo de Deus é hoje! Não podemos ficar surdos e cegos. Somos nós que vamos colaborar para a construção do Reino. É trabalhando por essa esperança, construindo essa esperança, que também nós teremos a certeza da presença do Reino entre nós. Jesus nos convida a sermos portadores da sua boa notícia para o mundo: iluminar os olhos dos cegos, libertar os cativos, semear esperança e fazer brotar nos outros a sede e o desejo de construir um novo tempo. 4. Gente que olha Coordenador: No texto de Maria Antonia C. Carsten da Ação Social Arquidiocesana, ela coloca que conforme Mensagem do Dia Mundial da Paz, proferida pelo Papa Bento XVI, "... o ser humano deixou-se dominar pelo egoísmo, perdendo o sentido do mandato de Deus, e, no relacionamento com a criação, comportou-se como explorador, pretendendo exercer um domínio absoluto sobre ela". Os últimos acontecimentos, como por exemplo: no Japão o tsunami e as usinas nucleares, que desencadearam um processo de contaminação do meio ambiente; os deslizamentos em encostas nos morros no Rio de Janeiro e em São Paulo e as enchentes em várias partes do Brasil, são indicativos que algo está errado e que é necessário rever atitudes. Porém, mesmo no meio de uma situação muito difícil, e do egoísmo humano, temos um sopro de esperança. Ouça a música da CF de 2011, anote numa folha as palavras e os versos que mais provocarem o 10

7 seu coração e converse com o seu grupo, o novo olhar que essa Campanha despertou nas pessoas. Canto da CF 1. Olha, meu povo, este planeta terra: Das criaturas todas, a mais linda! Eu a plasmei com todo amor materno, Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1) Nossa mãe terra, Senhor, Geme de dor noite e dia. Será de parto essa dor? Ou simplesmente agonia?! Vai depender só de nós! Vai depender só de nós! 2. A terra é mãe, é criatura viva; Também respira, se alimenta e sofre. É de respeito que ela mais precisa! Sem teu cuidado ela agoniza e morre. 3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos... Que a fome mata e a miséria humilha. Eu sonho ver um mundo mais humano, Sem tanto lucro e muito mais partilha! 4. Olha as florestas: pulmão verde e forte! Sente esse ar que te entreguei tão puro... Agora, gases disseminam morte; O aquecimento queima o teu futuro. 5. Contempla os rios que agonizam tristes. Não te incomoda poluir assim?! Vê: tanta espécie já não mais existe! Por mais cuidado implora esse jardim! 6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13) De dores geme toda a criação. (Rm 8,22) Transforma em Páscoa as dores dessa espera, Quero essa terra em plena gestação! 5. Aprendendo e ensinando: Coordenador: A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13) e o Documento de Aparecida nº 392 nos diz que: nossa fé proclama que "Jesus Cristo é o rosto humano de Deus e o rosto divino do homem". Por isso, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para nos enriquecer com sua 11 pobreza. Essa opção nasce de nossa fé em Jesus Cristo, o Deus feito homem, que se fez nosso irmão. (cf Hb 2,11-12). Leitor 1: Assim como fez com Moisés, Deus nos convida a enxergar o sofrimento que atinge nossas crianças e jovens, nossas famílias, nossa comunidade, nosso planeta e nos convida a colaborar para superar toda dor e opressão. Leitor 2: Em nossos encontros e celebrações, aprendemos a palavra de Deus que nos impulsiona a transformar nosso tempo, buscando paz, justiça e fraternidade. Leitor 3: Na liturgia da Igreja, temos uma belíssima oração que nos lembra essa nossa responsabilidade. Vamos rezá-la juntos? Todos: Senhor, dai-nos olhos para ver as necessidades e os sofrimentos dos nossos irmãos e irmãs; inspirai-nos palavras e ações para confortar os desanimados e oprimidos; fazei que, a exemplo de Cristo, e seguindo o seu mandamento, nos empenhemos lealmente no serviço a eles. Vossa Igreja seja testemunha viva da verdade e da liberdade, da justiça e da paz, para que toda a humanidade se abra à esperança de um mundo novo. (Oração Eucarística VI D) Leitor 1: Não basta ir à Igreja, é necessário fazer e realçar fé e vida, celebrando para a vida plena na família, em comunidade. Precisamos cuidar da vida e do planeta. Leitor 2: Não podemos deixar, também, de questionar sobre como temos usado o nosso tempo. Reunimo-nos com a família para rezar, ler a Bíblia, partilhar as alegrias e as tristezas? Sabemos parar e ouvir as vozes que gritam por socorro e libertação ao nosso redor? Na sociedade? No nosso mundo? O que fazemos de concreto para promover o reinado de Jesus? Participamos de algum trabalho social, educativo? Qual tem sido a nossa resposta? 6. Gente que faz Coordenador: Hoje vamos conhecer a história da Senhora Luzia Granzotto, que tem 76 anos. Na cidade de Limeira, poucos não conhecem essa senhora de olhos claros, que transmite a todos uma alegria serena e profunda. Dona Luzia ficou viúva há mais de 40 anos, e sempre se dedicou aos trabalhos da sua comunidade - a Paróquia de São Benedito. Ela é catequista, ministra extraordinária da comunhão, ministra das exéquias e atua como agente da pastoral da saúde. Atende os doentes e preocupa-se com a saúde física e espiritual de cada um deles. Junto com o padre Gustavo, que está na paróquia há mais de 50 anos, Dona Luzia é um exemplo de cristão que assumiu seu batismo e procura viver sua vocação nos bons e nos maus momentos. Por tanta dedicação e alegria em servir, tornou-se uma referência não só entre os fiéis católicos, mas entre muitos moradores da cidade. 12

8 Eis o seu relato: "Desde criança fui estimulada a ajudar o próximo. Com sete anos, morava na fazenda e via meus avós cuidar dos doentes. Um dia meu avô veio a pé da cidade com um caixãozinho de defunto na cabeça para ajudar uma família necessitada. Então perguntei espantada: _O que é isso Nono? Com ternura, ele respondeu: _As pessoas precisam de ajuda e eu estou ajudando. Senti-me tocada pelo gesto e disse a meu avô: _Um dia eu quero ser como o senhor. Será que vou conseguir? Meu avô prontamente respondeu: _Vai sim! Você será o que quiser ser. Acompanhei meus Esta é Luzia, tesouro de Deus! avós em tudo o que eles faziam pelos doentes, pobres e necessitados. Lembro-me de que buscávamos, com a canga na cabeça, água na bica para ajudar a lavar as roupas dos bebês e ajudar a Dona Júlia e Dona Sebastiana, que eram nossas vizinhas na fazenda. Na sexta-feira santa, meu avô arrumava a capelinha e lá estava eu, sempre querendo ajudar. Lembro-me das hortênsias e de cada detalhe da capela. Com sete anos, quando chegava da escola, gostava de ajudar a capinar a roça, apanhar algodão para ajudar meus pais. Ao me mudar para a cidade, queria estudar à noite, mas minha família não concordou. Então fui trabalhar em uma tecelagem. Levantava às 4h30 e retornava às 17h30 e nunca perdia hora. No trabalho, enfrentei gozações do tipo: "Caipira do pé vermelho, nunca vai aprender o ofício". No entanto, fui a que mais rápido aprendeu e em quinze dias já sabia tudo e fazia bem feito. Quando retornava da fábrica, ajudava meus pais a cuidar de meus avós, que já debilitados requeriam certos cuidados. Um dia, Basílio, coordenador da Pastoral da Saúde, bateu em minha porta e fez o convite para trabalhar nessa Pastoral, e eu respondi: _Eu? Não posso. Preciso ajudar minha família. O que eu levaria para os doentes? Com segurança, ele respondeu: _Pode sim! Sua presença vai ser muito importante para os doentes. Na quarta-feira passarei aqui e iremos visitar a Sueli, uma menina de sete anos que tem leucemia. Concordei com o convite e na visita que fiz para a menina, ela me disse: _Você vai ajudar os pobres. Seu serviço vai ser esse! Após três dias, a família veio de madrugada me avisar que ela tinha falecido. Eles não tinham condições de providenciar o enterro e pediram ajuda. Assustada, pensei: Não sei como fazer isso. Meu avô é que fazia. Embora estivesse insegura, saí embaixo de chuva e consegui ajudálos, explicando à funerária a situação de pobreza em que se encontravam. Essa foi a minha primeira ação na Pastoral da Saúde. Muitos trabalhos desenvolvi com apoio dos médicos, funerárias, amigos da comunidade; enfim, com recursos da providência divina que tocava o coração das pessoas. Jesus, o Bom Pastor, sempre esteve comigo nas orações e no socorro aos necessitados. Meu carro era a ambulância; minha casa, um abrigo ao qual os pobres e doentes 13 podiam recorrer na aflição; e minha vida, meu tempo, meus afazeres foram sempre voltados àqueles que precisavam de transporte até a Unicamp, médico, remédio, acompanhante gratuito no hospital, visitas aos hospitais e casa de doentes, dispensários e orientação a jovens usuários de drogas; enfim, cuidados a todos que passaram pelo meu caminho, devolvendolhes a dignidade. O sofrimento que encontrei nas pessoas foi imenso, mas, graças a Deus, muitas famílias se reergueram na sociedade e encontraram proteção e cuidado com seres humanos que me ajudaram com sua humanidade. Cuidei e zelei pelo sagrado direito à vida plena, que o projeto do Reino de Deus nos propõe. Catequizei também na Comunidade São Luis, na Fazenda Itapema e na ARIL, uma Associação que cuida de crianças com necessidades especiais. Passei por uma cirurgia gravíssima no coração, com veias totalmente entupidas, tendo consciência do risco de ficar na mesa de cirurgia, mas Nossa Senhora estava lá, segurando minhas mãos frias, e Deus me chamou novamente à vida para continuar o TEMPO DE SERVIR os necessitados. Hoje continuo abrindo as portas da minha casa e da minha vida a todos que precisam de meu apoio e trabalho. Um dia, no Colégio São Benedito, durante a aula de religião, uma criança me parou e perguntou: _Dona Mocinha (esse é meu apelido), a senhora não tem marido e mora com seu irmão. A senhora é feliz? Eu respondi prontamente: _Me considero a pessoa mais feliz do mundo, porque usei MEU TEMPO para aqueles que precisam de mim e hoje tenho uma família e incontáveis amigos. Com emoção, as crianças que ouviram me aplaudiram. Quem sabe a mesma semente de amor que tocou meu coração, ao ver meus avós, não tocou também aqueles pequenos corações, ávidos de amor para dar à humanidade? OBS: Esse relato foi resumido com muito pesar, pois apresentava preciosas pérolas de exemplos concretos de uma vida dedicada ao alívio das dores dos mais pobres e abandonados, resgatando-lhes a dignidade. 7. Ei, você vai ficar parado? Coordenador: Ouçamos uma mensagem que nos faz refletir sobre o tempo e uma bela proposta de como usá-lo com amor: "Por favor, saia da Igreja. Vá ao estádio de futebol, à fazenda, ao escritório, ao hospital, ao teatro, ao parque, ao cinema... Saia da Igreja na segunda-feira à noite, após o grupo de oração, e vá ao shopping. No trânsito, mostre, com palavras e gestos, que você não vai destruir o mundo por causa do engarrafamento. Sintonize uma rádio cristã e siga em frente. Ao chegar às lojas, só compre o que, de fato, precisa. De quebra, escolha uma roupa para alguém que você sabe não ter condição de comprá-la. O beneficiado poderá até desconfiar que você anda saindo da Igreja. Na terça-feira, saia da Igreja de novo. Após participar da Santa Missa, depois de um dia todo de trabalho, vá curtir um cineminha. Na fila, à espera do ingresso para ver o filme, não economize seu bom humor e descontração. Depois da sessão, fale com seus amigos sobre os valores e mensagem que aprendeu. Afinal de contas, você saiu 14

9 da Igreja no fim da tarde. Saia da Igreja também na quarta-feira. Após momento de silêncio diante do Santíssimo Sacramento, saia e passe em casa para pegar a esposa e os filhos. Vá ao estádio de futebol. Justamente porque você vive saindo da Igreja, quase não sabe fazer nada sem a família. Inclusive, torcer pelo time do coração. Saia da igreja o máximo de dias e vezes que conseguir. Especialmente no domingo pela manhã, após a missa, faça um passeio. Saia com sua família ou amigos. Sorria bastante, conte muitas histórias engraçadas e, no final da tarde, combine de rezar o terço na casa de alguém da turma. Uma pessoa de fora, que ouvir esse papo, logo vai pensar: "Esses aí devem ter saído da Igreja". Saia muitas vezes. Sempre. Anotações Por favor, Saia da Igreja (Maurício Rebouças). 8. Ele vai com a gente. Coordenador: Vamos olhar para o cajado. Deus é o nosso bom pastor, Ele nos guia na construção do seu Reino de amor e justiça. 9. Avisos: Coordenador: Nosso próximo encontro será dia Benção final: Vamos rezar a Oração do Catequista, que está na contra-capa. Coordenador: Que o Senhor os abençoe com um coração puro e cheio de Amor ao próximo e ao planeta para a construção de seu Reino de justiça e fraternidade. Todos: Amém! Coordenador: Com Maria e sua sagrada intercessão possamos fazer do nosso tempo um tempo que nos conduza a Deus. Todos: Amém! Coordenador: Vamos em paz e que o senhor sempre nos acompanhe. Todos: Graças a Deus! 11. Canto final a escolha. Próximo Encontro: Local: Horário: 15 16

10 3º Jesus Mistagogo do Pai: Formando e Formador Objetivo: Mostrar Jesus como discípulo, mestre, catequizando e catequista Material: Bíblia, cajado, que nos acompanha em todos os encontros, com a frase: Ensinando e aprendendo. Flores, duas velas e desenho de pés que farão parte do caminho que pode ser montado com a criatividade e material disponível na comunidade. Preparando o ambiente: Lugar de destaque para a bíblia, flores, duas velas, preparar um caminho com vários pés que levem até a palavra de Deus. O cajado deve estar no chão com as palavras "Ensinando e aprendendo". 1. Que bom que você veio! Sejam todos bem- vindos e bem - vindas. Estamos no terceiro encontro de preparação para o encontro Diocesano de Catequese que será realizado em agosto, na cidade de Cordeirópolis. 2. O Senhor nos reúne: Cantemos juntos, invocando a Santíssima Trindade: "Em nome do Pai..." 3. Gente que conversa: Coordenador: Tema de hoje - Jesus Mistagogo do Pai: Formando e Formador. Diante do Mestre presente no meio de nós, cantemos:" Eis-me aqui, Senhor..." Coordenador: Quando falamos de Jesus, pensamos nele como mestre, formador e catequista. Na verdade, Jesus é igual a todos nós em tudo, menos no pecado. E como humano, viveu o mesmo processo de aprendizado. No evangelho de Lucas 2,52, temos: "E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e graça, diante de Deus e dos homens". Durante três anos de sua vida como pregador, ele aprendia com o povo, com os discípulos e com a vida. No livro sobre a Terceira Semana Brasileira de Catequese, Frei Carlos Mesters escreve: "Jesus foi um bom mestre, porque antes foi um bom discípulo; foi bom catequista, porque foi um bom catequizando; foi bom formador, porque foi e continuava sendo um bom formando". E como mestre, formador e catequista, a luz de Cristo sempre se destacou 17 Dinâmica - A luz O coordenador pede que todos olhem para a chama e vejam o significado da luz na vida de cada catequista. E, em seguida, pede que todos caminhem em silêncio, com as luzes do ambiente apagadas, pensando na sua missão de formador e formando. Após alguns minutos, duas pessoas pegam as velas e começam a caminhar entre os catequistas. O coordenador deverá observar se as pessoas olham para a luz, seguem a luz, param diante da luz, ou fogem da luz ou não dá nem importância. Após algum tempo, pede que, em silêncio, todos voltem para seus lugares. 4. Gente que olha: Coordenador: Vocês repararam que, durante a caminhada onde cada um meditou sobre sua missão de catequista, duas luzes também caminharam pelo ambiente. " Alguém parou diante dessa luz? Por quê? O que você sentiu? (deixar falar) " Alguém ignorou a luz? Por quê? " Alguém simplesmente olhou para a luz? Se olhou, sentiu alguma coisa? " Alguém seguiu a luz? E o que sentiu? (Deixar falar) 5. Aprendendo e ensinando. Leitor 1: Identificar-se com Cristo é um caminho muito longo, que requer i t i n e rá r i o s d i v e r s o s, r e s p e i t a n d o - s e a s d i fe r e n ç a s i n d i v i d u a i s, comunitárias e regionais e tudo deve ser feito de forma lenta e contínua. Mas, para que isso aconteça, são necessárias equipes de formação preparadas e que essa formação seja sempre dinâmica e aberta às necessidades do grupo. TODOS: A riqueza das contribuições dos leigos é fundamental, pois colocam aí suas experiências, necessidades e valores, testemunhos valiosos para os que estão se formando. Leitor 2: O Documento de Aparecida assim coloca: "...a formação dos leigos e leigas deve contribuir, antes de mais nada, para sua atuação como discípulos missionários no mundo, na perspectiva do diálogo e da transformação da sociedade". (DA 283) TODOS: Espírito Santo, vinde em nosso auxílio! Leitor 1: O Espírito Santo, então, "... nos torna pessoas generosas e criativas, felizes no anúncio e no serviço missionário ". (DA 285) TODOS: Espírito Santo, vinde em nosso auxílio! 18

11 Leitor 2: No entanto, nunca estaremos plenamente formados. Nossa formação deve ser contínua, permanente. Devemos sempre estar atualizados, atentos aos acontecimentos atuais, às grandes transformações mundiais que nos afetam direta ou indiretamente e, sobretudo, é necessário que estudemos e coloquemos em prática documentos e subsídios catequéticos elaborados pela Igreja. Todos: Espírito Santo, vinde em nosso auxílio! 6. Gente que faz. Agora vamos contar uma experiência que ocorreu na Catequese Infantil da Paróquia de São Paulo Apóstolo, em Limeira. No início de 2010, foi sugerido que, durante o ano, os catequistas visitassem as famílias dos catequizandos, com o objetivo de estreitar o relacionamento entre o catequista e a família, dos mesmos além de proporcionar um momento de evangelização, ressaltando a importância do envolvimento da família na catequese. Tínhamos algumas inseguranças de como envolver as famílias, sobretudo no processo de catequização dos filhos. É sabido que os pais devem ser os primeiros catequistas de seus filhos e por isso iniciamos esse projeto a fim de buscar uma catequese mais vivencial, em que os pais pudessem se entrosar com as dinâmicas e assuntos desenvolvido por nós. Éramos três catequistas: Lázara, Márcia e Regiane, que, durante esse ano, iríamos preparar 29 crianças para receber a Eucaristia. Sendo assim, fizemos reuniões com os pais e apresentamos o convite. Muitos ficaram animados e alguns outros nos questionaram quanto ao motivo da visita. Os meses passaram num piscar de olhos e quando percebemos, já estávamos em setembro e nenhuma visita havia sido realizada. Nós nos reunimos e montamos nosso cronograma para iniciarmos as visitas. A princípio, não fazíamos ideia do tempo que cada uma iria durar, porém, devido à disponibilidade dos pais e nossa, projetamos a permanência de 30 minutos em cada casa. No primeiro dia nos programamos da seguinte forma: primeira casa, às 19h; segunda, às 19h30min; terceira, às 20h e a última casa às 20h30min. Estávamos tão animadas que nem calculamos o tempo de percurso de uma casa a outra. E assim se fez. Escolhemos o evangelho daquele dia, que, devido à ótima mensagem que o texto trazia, foi aplicado para as demais visitas. Para cada casa levamos um vaso de violeta, sem embrulho, e um saquinho contendo seis chocolates BIS: três de chocolate branco e três de chocolate preto. A dinâmica da violeta era de compará-la à família, enfatizando que não é a embalagem (bens materiais) que fará com que ela floresça, pois a embalagem, depois de velha, é jogada fora e o que realmente importa é o cuidado e o carinho que temos para com a planta, e que nem sempre tudo serão flores, porém, como família, devemos permanecer unidos. Para o chocolate, perguntávamos quantas pessoas havia na casa, e quando tínhamos a resposta, dizíamos a quantidade de chocolates no saquinho, para fazê-los refletir que, por maior número de pessoas que houvesse na casa, o número de chocolate não iria se modificar, pois tínhamos que aprender a dividir e que o chocolate era branco e preto, para mostrar que 19 dentro de uma família ninguém é igual a ninguém, cada um tem um gosto, um jeito, um sabor e muitas vezes temos que aprender a conviver com as diferenças. Na primeira casa, fomos muito bem recebidas, havia todo um ambiente montado e a família estava muito ansiosa. Conversamos bastante e, para nossa surpresa, um banquete estava nos esperando: lasanha, pizza, bolo, suco e refrigerante. A visita que duraria 30 minutos se estendeu para 1h10min. Ficamos desesperadas e a cada casa que chegávamos já avisávamos à seguinte que iríamos nos atrasar e assim mesmo fomos surpreendidas com uma recepção calorosa em todas elas. Conhecemos diversas realidades, desde os mais humildes até os de situação financeira mais estável, e pudemos identificar muitas diferenças de comportamento familiar. Com a dinâmica do chocolate, Catequistas da Paróquia São Paulo Apóstolo: Lázara, Márcia e Regiane "Aprendemos mais que ensinamos!" chegamos a dois extremos: numa casa com dez pessoas, antes que pudéssemos dizer da divisão, eles mesmos se pronunciaram que iriam repartir. Por outro lado, numa família de cinco pessoas, sendo três crianças, uma delas ficou sem o chocolate, pois os outros dois disputavam os doces em vez de permanecer nos ouvindo com a família. Em todas as casas, concluímos a visita com uma foto da família, que, para a surpresa de todos, foi entregue a eles num porta retrato grafado como "SAGRADA FAMÍLIA", no dia da Primeira Eucaristia. Infelizmente, dos vinte e nove catequizandos, conseguimos visitar apenas vinte e quatro famílias, e as outras cinco não foram visitadas por motivos diversos: pais que colocaram empecilho, separação dos pais, problemas familiares, etc.. Foi uma experiência muito gratificante, pois fomos elogiadas por muitos pais e cobradas por não termos feito essas visitas antes. Ficaram as lições aprendidas e o entusiasmo de levar esse projeto à frente. De tudo fica a importância e, sobretudo, a necessidade de atenção, carinho e da catequização de nossas crianças, mas, acima de tudo, tenham certeza de que fomos amadas, muito mais do que amamos, e aprendemos muito mais do que ensinamos. 20

12 7. Ei, você? Vai ficar aí, parado? Coordenador: Que tal organizar com o grupo de catequista algumas visitas às famílias dos catequizandos de sua Paróquia? Quais seriam os objetivos da visita? Se o grupo já faz visitas às famílias, em que poderia melhorar, no que se refere a Jesus formando e formador? Anotações 8. Ele vai com a gente. (em pé) Coordenador: Vamos encerrar nosso encontro passando de mãos em mãos a vela acesa que representa a luz que é Jesus, que está em todos como luz do mestre Formando e Formador. (Enquanto passa a chama, toca-se ao fundo a música do Roberto Carlos - Luz Divina "Essa luz, é claro que é Jesus") 9. Avisos: Coordenador: Nosso próximo encontro será dia Benção Final: Vamos rezar a Oração do Catequista, que está na contra-capa. Coordenador: Que o Senhor nos abençoe e nos dê sabedoria para continuarmos a abrir nossa mente e coração, impulsionando o nosso Ser catequista Formando e Formador. Coordenador: Que o Senhor faça brilhar a sua face sobre nós! Coordenador: Vamos em paz e que o senhor nos acompanhe! TODOS: Graças a Deus! Coordenador: Vamos sair juntos entoando o canto de envio: "Oh! Luz do Senhor, que vem sobre a terra, inunda, meu ser permanece em nós!" (ou outro parecido que o grupo conheça) Próximo Encontro: Local: Horário: 21 22

13 4º Catequista Mistagogo Objetivo: Refletir sobre o significado do tema e valorizar os catequistas mistagogos que, com amor à proposta de Jesus, fazem a Igreja caminhar, se renovar, respondendo às necessidades dos tempos atuais. Material: Bíblia, um rolo de barbante, fósforo, três copos transparentes com água, três comprimidos efervescentes (desses com invólucro protetor) ainda dentro da embalagem, cajado, que nos acompanha em todos os encontros, uma faixa escrita: "PARA CONDUZIR É PRECISO MERGULHAR", um tecido da cor do tempo litúrgico, uma caixa com dez velas aproximadamente. Preparando o ambiente: Vamos precisar de uma mesinha coberta com o tecido da cor litúrgica e da Bíblia no centro, uma vela maior acesa, flores ao lado e uma caixinha com as dez velas, os comprimidos efervescentes nas embalagens fechadas e fósforo. Na frente da Bíblia, os três copos com água. O cajado pode estar ao lado da mesa, com uma frase colada: "PARA CONDUZIR É PRECISO MERGULHAR." 1. Que bom que você veio. Coordenador: Sejam bem-vindos (as), amados Catequistas! Estamos aqui para o nosso quarto encontro de preparação para o Dia do Catequista! Vamos cumprimentar o catequista que está do nosso lado e dizer: "O Deus que está em mim saúda o Deus que está em você!" 2. O Senhor nos reúne: Iniciemos com alegria, acolhendo-nos mutuamente, assinalando na fronte dos catequistas que estão ao nosso lado, dizendo: Eu acolho você em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. (Canto a escolha) 3. Gente que conversa: Coordenador: Nossa reflexão de hoje nos faz mergulhar para dentro de nós mesmos, já que o tema de hoje é "Catequista Mistagogo". Jesus, ao falar do Reino, chama-o de mistério: "A vós é confiado o mistério do Reino de Deus"(Mc4,11;cf.Mt 13, 11; cf.lc8,10). Ser cristão é participar desse mistério e se comprometer com ele. Requer uma mudança de vida, é fruto de experiência, não apenas de conhecimento (DOC 97 - n.37.) Para aprofundarmos esse tema, vamos fazer uma pequena dinâmica. 23 Dinâmica: Um comprimido para a fé: 1. Dirigir-se aos três copos com água que estarão ao lado do cajado. 2. Pegar três comprimidos efervescentes (desses com invólucro protetor) ainda dentro da embalagem. 3. Pedir para prestarem atenção e colocar o primeiro comprimido, com a embalagem, ao lado do primeiro copo com água. 4. Colocar o segundo comprimido dentro do segundo copo, mas com a embalagem. 5. Por fim, retirar o terceiro comprimido da embalagem e colocá-lo dentro do terceiro copo com água. 6. Pedir que os participantes digam o que sentiram e observaram relacionando o fato com a vida do catequista na comunidade.(deixar conversar) Conclusões possíveis - Coordenador: 1. Copo 1 - O isolamento em relação aos outros: É preciso unir-se aos outros catequistas e à comunidade (Pastoral de conjunto) para dar sentido ao que cada um possui para não ficar só. "Se o grão de trigo não morrer, permanecerá só. Se morrer produzirá muito fruto." 2. Copo 2 - Não se abrir ao novo que vem: A união, a vida em grupo valoriza o que cada um possui e transforma a vida de todos. Mas não basta estar junto, é preciso se abrir com humildade, com estudo, entrega e dedicação, para que o novo que constrói o Ser do catequista mistagogo aconteça. "Venha a nós o vosso Reino." 3. Copo 3 - A graça de Deus na vida do cristão: É necessário mergulhar no mistério do amor de Deus presente na Sagrada Escritura, no magistério da Igreja e na relação fé e vida, renascendo para uma vida nova. 4. Gente que olha: De acordo com o monge alemão Anselm Grün, "A água do batismo, que foi fecundada pelo Espírito Santo, é também considerada o ventre sagrado do qual as pessoas renascem." No evangelho de João, Jesus diz a Nicodemos: "Se alguém não renasce, não pode ver o reino de Deus" (Jo 3,3). Vejamos um fato do nascimento de um novo olhar sobre a Bíblia: Na comunidade Nossa Senhora Aparecida de Limeira, a catequista Márcia,após fazer o encantamento com a Palavra de Deus na passagem da Samaritana em sua Paróquia, teve um olhar sensível ao grupo que se reunia em preparação para a segunda etapa da Primeira Eucaristia. Ao iniciar os encontros de catequese em 2010, teve por objetivo, a partir do seu próprio encantamento, encantar as crianças com a Sagrada Escritura, pois percebeu que a maioria das crianças não levava a Bíblia para os encontros e quando eram requisitadas para que a utilizassem, tinham muita dificuldade. Perguntou ao grupo quem tinha jornal em casa e se podiam trazer no próximo encontro. No dia do encontro, partilharam os assuntos de interesse dos jornais e constataram: histórias das pessoas no que se referem a mortes, violência, mudanças; decisões de governo que influenciam a vida das pessoas, e a luta de alguns grupos para melhorar a qualidade de vida. Então a catequista voltou-se ao grupo e ao interesse nas notícias e lhes disse: - "Vocês sabiam que, assim como o jornal registra parte 24

14 de nossa história, a Bíblia também é um registro de histórias interessantes e reveladoras?" Com a curiosidade que esse trabalho despertou no grupo, essa turma ficou dois meses querendo pesquisar as histórias da Bíblia, aprendendo e encontrando significativas histórias que foram o ponto principal da catequese. Por conta disso, o "manual precisou ficar de lado", cedendo todo o tempo da catequese para as pesquisas do grupo. Foi um verdadeiro MERGULHO na palavra de Deus, sendo a catequista a mediadora das descobertas e encantamentos em cada encontro. O grupo continuou durante o ano com interesse na Bíblia, e ao voltar no manual da catequese, utilizavam as indicações de passagens bíblica com mais facilidade estabelecendo diversas relações. Após um determinado período, uma das crianças testemunhou que estava lendo histórias da Bíblia em casa e sua mãe disse: "- Pare de ler a Bíblia, porque quem lê fica louco, e só padre consegue ler". A criança calmamente explicou à mãe: "A senhora não sabia que aqui tem muitas histórias interessantes?". Então, começou a explicar onde estavam as histórias e iluminar o seu lar com as luzes que encontrava na comunidade com a sua catequista. Essa é a Márcia nossa catequista mistagoga! Como nós vemos essa experiência? Em que eles nos desafiam? Qual é o nosso olhar sobre o papel do catequista mistagogo? O que significa para nós catequistas mistagogo? (deixar o pessoal falar) 5. Aprendendo e ensinando. Coordenador: Mistagogia é o termo grego que significa "conduzir ao mistério". Assim o catequista mistagogo é um instrumento que facilita o encontro dos seus catequizandos com o mistério divino. O catequista mistagogo é também aquele que se abriu e se encontrou com o Senhor, assumiu o seu projeto em sua prática de vida e deseja, por um ímpeto interno, anunciar a experiência realizada. Portanto, não basta mudar métodos, se não tivermos catequistas que transmitam a verdadeira experiência de encontro com Cristo. (inspiração no Site da Imaculada) Leitor 1: Em nossa caminhada, corremos o risco de perdermos o foco e ficarmos mais no conteúdo que na experiência. O grande desafio é de estarmos atentos ao Espírito Santo que se revela e impulsiona na Sagrada Escritura, no magistério da Igreja e nos fatos da vida e, então, partilhar com os outros o mergulho que realizamos no mistério do Amor de Deus em nós e no reino que para todos foi preparado. 25 TODOS: Queremos estar atentos aos sinais de Deus e abrir cada vez mais a perspectiva da fé para mostrar que a Bíblia, espelho da experiência humana, é o anúncio de Jesus! Queremos ser comunicadores de experiência. Como poderemos melhorar? Coordenador: A chave para descobrir a Palavra de Deus na vida é esta: ter em nós o mesmo olhar de Jesus ou, como dizia o apóstolo Paulo, "ter em nós os mesmos sentimentos que havia em Jesus" (Fl 2,5). Jesus, antes de falar sobre Deus, irradiava para todos a nova imagem de Deus que o animava por dentro. Imagem de um Deus ternura. (3ª SBC - 122, MESTERS) TODOS: Queremos irradiar cada vez mais o mistério do Amor de Deus presente em nós, este amor que nos anima por dentro, na busca constante por um mundo mais alegre, justo, fraterno e solidário. Leitor 2: A alegria do discípulo é antídoto frente ao mundo atemorizado pelo futuro e oprimido pela violência e pelo ódio. A alegria do discípulo não é um sentimento de bem estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do Amor de Deus. (DA 29) TODOS: Conhecer Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossa vida, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria. (DA 29) Leitor 1: Vimos que o catequista mistagogo é aquele que mergulhou na experiência do Encontro com Jesus e seu projeto e no encantamento com o mistério que é Deus, partilha como comunicador de experiência a alegria da revelação do amor de Deus em Cristo. Portanto, como testemunha de fé, o catequista irradia amor e boa vontade para com todos. Como o mestre apareceu aos discípulos de Emaús, caminhou com eles, ouviu suas necessidades e aqueceu o coração dos discípulos com a palavra, assim o catequista mistagogo também mostra a face do senhor ao partilhar sua vida com os catequizandos. TODOS: Queremos continuar promovendo uma catequese que possibilita que nossos encontros sejam o caminho do encontro com JESUS CRISTO. Leitor 2: Evangelizamos a partir de nossa experiência de fé. Isso exige de nós compromisso de desejar estar com as pessoas, ouvi-las, acolher suas dúvidas, ajudá-las a encontrar as respostas que as façam crescer para uma catequese mais consciente e transformadora. E é a experiência de Jesus que nos ajudará em nossa missão. 6. Gente que faz. Vamos conhecer a história da Pastoral do Batismo da Paróquia Bom Pastor de Limeira, onde João é catequista, juntamente com sua esposa Silvana e outros 14 casais. 26

15 "Nossa equipe de Batismo está composta de 28 pessoas, sendo 14 casais. Em nossa comunidade, as inscrições para a preparação para receber o sacramento do batismo são realizadas na secretaria da igreja. Após as inscrições, a equipe responsável se reúne, organiza e planeja junta o trabalho. Então, nos dividimos em grupo e saímos em missão. O papel de cada casal é ir à casa das pessoas para fazer a preparação para o Batismo. As famílias nos aguardam juntamente com os padrinhos da criança. As visitas são feitas com o objetivo de levar a Palavra de Deus com base na Bíblia, e tentar trazer de volta à Igreja pessoas que estão afastadas. O conteúdo principal dos encontros é a evangelização das famílias. Com uma equipe bem estruturada, combinamos com os envolvidos os dias e horários dos encontros. Procuramos orientar a importância dos padrinhos, que são testemunhas da fé Cristã para a criança e que são eles que ajudam os pais a encaminhar os filhos à Igreja. Em nossos encontros, muitos nos dizem que estavam meio perdidos e com nossa visita, com a evangelização, eles se reencontraram e com isso muitos continuam participando da Igreja após o batismo realizado na comunidade. Comunidade de fé, comunidade de Amor!" 8. Ele vai com a gente. (em pé) O coordenador dirige-se próximo ao cajado, entrega uma vela a dez participantes, pega o rolo de barbante, envolve com uma volta em sua vela e acende-a na vela maior. Após isso, convida um participante a pegar o barbante de sua mão e a enrolar o barbante na vela, acendendo-a logo após. Desse modo, todos farão o mesmo, até que se forme um círculo ao redor da Bíblia. O último participante não terá vela na mão, pois ficará responsável pela leitura Bíblica. Outro participante é convidado a segurar o cajado durante a leitura do texto bíblico. Esse grupo são representantes de todos, caso o número de participantes seja maior. Ler o texto: 1Cor 4,1-3 Coordenador: Breve silêncio, apagam-se as velas, deixa-se o barbante ao redor da Bíblia. Canto a escolha Coordenador: Vamos encerrar este nosso encontro invocando a Trindade Santa. "Estivemos aqui reunidos em nome do Pai que nos ama, do Filho que nos chama e do Espírito Santo que ilumina e envia!" (PJ) 9. Avisos: Coordenador: Nosso próximo encontro será dia... Equipe de Batismo da Paróquia Bom Pastor Querido Coordenador, você encontra no CD que recebeu a experiência da Equipe de Batismo de Limeira. Passe para todos os catequistas e vamos aprender cada vez mais com as trocas de experiências. (Programa - Power Point). Coordenador:" Conhecer Jesus Cristo pela fé é a nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir esse tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher." (DA, n.18) 10. Benção final: Vamos rezar a Oração do Catequista, que está na contra-capa. Coordenador: Que a alegria do senhor seja sempre a nossa força! Coordenador: Vamos em paz e que o Senhor nos fortaleça na fidelidade ao mistério do Amor de Deus em nós! 7. Ei, você? Vai ficar aí, parado? Coordenador: Que tal preparar na sua comunidade um folheto explicativo com os passos para um mergulho na Leitura Orante (Lectio Divina) da Bíblia como fonte inspiradora de troca de experiências entre os catequistas e nas visitas às famílias dos catequizandos? (Ler:Exortação apostólica Pós Sinodal VERBUM DOMINI, N.87) 27 Próximo Encontro: Local: 28 Horário:

16 Anotações 5º Catequese Mistagógica Objetivo: Dar consistência à finalidade da catequese, que é aprofundar o primeiro anúncio do Evangelho: levar o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus, manifestado em Jesus Cristo, que nos revela o Pai e nos envia o Espírito Santo. Conduz à entrega do coração a Deus, à comunhão com a Igreja, corpo de Cristo, e à participação em sua missão. (DNC-43) Material: 1 folha de papel sulfite e 1 pedaço de barbante (40cm) para cada participante. Preparando o ambiente: sala com cadeiras, mesa com a Bíblia, vela, flores e o cajado com a palavra "inovação" escrita nele. Canto a escolha 1. Que bom que você veio: Amados catequistas, sejam bem-vindos e bem-vindas ao 5º encontro de formação em preparação para o "Dia do Catequista" em nossa Diocese. Toda preparação para este evento está fazendo arder o nosso coração de discípulos, apaixonados por Jesus Mestre. Com esse mesmo espírito, vamos nos acolher mutuamente e saudar uns aos outros com um caloroso abraço de paz. 2. O Senhor nos reúne: Iniciemos com o Rito da Assinalação da Fronte e dos Sentidos, suplicando a Deus Pai que nossa vida continue unida à vida de nosso Senhor Jesus Cristo e de seu Evangelho, para que, sustentados pela força do Espírito Santo, nosso ministério seja fecundo. (silêncio) + Façamos na fronte o sinal da cruz, que lembra a morte, mas também indica a ressurreição de Cristo, da qual participamos. + Façamos nos ouvidos o sinal da cruz, para sermos atentos à Palavra de Deus. + Façamos nos olhos o sinal da cruz, para vermos as maravilhas de Deus. + Façamos na boca o sinal da cruz, para que anunciemos a Palavra de Deus. + Façamos nos ombros o sinal da cruz, para que possamos carregar o jugo suave de Cristo Gente que conversa: Nosso tema de hoje é "Catequese Mistagógica". É evidente que vivemos em uma mudança de época com todos os seus desafios, e o Documento de Aparecida é bastante enfático ao tratar da necessidade urgente de inovação e assumir o processo iniciático na Evangelização: "ou educamos na fé, colocando as pessoas realmente em contato com Jesus Cristo, ou

17 não cumpriremos nossa missão evangelizadora. (DA-287). Façamos uma dinâmica para nos ajudar nesta conversa. Dinâmica - Material: 1 folha de sulfite em branco para cada participante. 1. Distribuir a folha e pedir que todos, ao mesmo tempo, movimentem a folha e sintam uma alegre sinfonia. Esta sinfonia significa os frutos da caminhada de Igreja com reflexo na catequese, tais como: - animação bíblica da pastoral que aumentou o conhecimento da Palavra de Deus e do amor por ela. - A renovação litúrgica que acentuou a dimensão celebrativa da fé cristã centrada no mistério pascal de Cristo. - Estima e reconhecimento do povo pelo trabalho dos sacerdotes. - O trabalho missionário realizando valiosa obra evangelizadora. - O esforço de renovação pastoral nas Paróquias. - A Doutrina Social da Igreja animando o testemunho e a ação solidária dos leigos. - Diversificação da organização eclesial com a criação de muitas comunidades. (DA-99) 2. Vamos todos amassar bem a nossa folha, evitando que ela se rasgue. Abrindo-a, voltemos a movimentá-la. Verifique que não mais existe a sinfonia alegre, só silêncio. São as sombras da caminhada, tais como: - o crescimento percentual da Igreja não segue o mesmo ritmo que o crescimento populacional. - São lamentáveis algumas tentativas de voltar a um tipo de eclesiologia contrária à renovação do Concílio Vaticano II. - É preocupante o número de pessoas que perdem o sentido transcendental de sua vida e abandonam as práticas religiosas. - O número considerável de católicos que estão abandonando a Igreja para entrar em outros grupos religiosos. - Na evangelização, na catequese e, em geral, na pastoral, persistem linguagens pouco significativas para a cultura atual e, em particular, para os jovens, que não solidificam a fé. (DA-100) Ilustrando esta última situação, em pesquisa realizada, constatou-se que, em nossa Diocese, em média 100 jovens são crismados por ano em cada Paróquia e nem 10% perseveram na vida em comunidade. 3. Frente a essa realidade interpeladora, não podemos desanimar, vamos em busca de possíveis soluções e inovações. A Igreja, nos dias de hoje, está propondo que todo processo catequético tenha uma inspiração catecumenal. Isso quer dizer, entre outras coisas, que devemos valorizar mais a dimensão mistagógica em nossa catequese. Vamos pegar nossa folha, colocando-a no centro da mão, fechando a mão e torcendo-se o centro da folha formará uma flor. 31 Essa flor representa a esperança: a catequese mistagógica, um novo impulso, a nossa alegria face ao nosso trabalho catequético. 4. Gente que olha: A Igreja evangeliza pessoas concretas, situadas, marcadas por clima, cultura, valores problemas. A cultura da modernidade se caracteriza, sobretudo, pela prioridade dada à razão, ao conhecimento, à ciência, à tecnologia, ao planejamento, ao lucro e aos interesses individuais. Com isso ocorre diminuição do senso do sagrado, do social, do emocional e do lúdico, com influência na consciência social e no comportamento da sociedade. O mundo atual desenvolveu-se muito graças à modernidade em termos de progresso científico, produção do saber, de recursos financeiros e de bens. Mas sofreu e sofre as consequências da falta de ênfase nos valores humanos, culturais, religiosos, morais e sociais, bem como da pouca atenção aos mais pobres e à natureza. O uso irresponsável dos recursos atuais produz consequências dramáticas: guerras mundiais, prejuízo na saúde de nosso planeta, perda do sentido do viver, fugas psicossociais, violência. Convivem hoje bolsões de pré-modernidade em meio ao domínio da modernidade científica. No final do milênio, aparecem reações ambiguamente denominadas pós-modernidade, ressaltando a emoção, os sentimentos, a religiosidade, o amor. Multiplicam-se, então, as fábricas de sonhos, calcadas em fugas, como consumismo, erotismo, bebidas, drogas e outras ofertas ilusórias de felicidade. (DNC 89) Como nossa catequese tem respondido a esses desafios? (deixar o pessoal falar) 5. Aprendendo e ensinando. Coordenador: Na catequese mistagógica, mais do que ponto de chegada, os sacramentos passam a ser ponto de partida e de crescimento da fé e da vivência cristã. Leitor 1: Esse tipo de catequese supõe um envolvimento maior da comunidade dos fiéis, uma aproximação mais orante dos Evangelhos, uma frequência maior aos sacramentos, o aprofundamento desses mistérios celebrados na liturgia, a vivência concreta da caridade que vai consolidar a prática da fé cristã, incorporando mais profundamente o fiel à Comunidade. TODOS: Se realmente sonhamos com a Catequese Permanente, não tem como ignorar esse jeito de fazer catequese. Leitor 2: A Catequese Mistagógica é, sobretudo, litúrgica e tem um cuidado especial com a introdução do catequizando nas celebrações dominicais. De fato a verdade última da celebração não é somente o ato sacramental, mas o que nasce e continua depois dele. Coordenador: Portanto, para se fazer uma boa Catequese Mistagógica, é necessário: 32

18 Leitor 1: Levar o catequizando a compreender os símbolos, gestos e palavras dos sacramentos de que participa; não mais a partir de conceitos abstratos, mas da experiência dos dons recebidos de Deus. Leitor 2: Ajudá-lo na interpretação dos ritos à luz da Bíblia na perspectiva da história da salvação; por isso, mais do que obrigação, a participação nos ritos passa a ser vista como uma necessidade de celebração de sua autêntica fé. Leitor 1: Inserir o catequizando na comunidade em vista da abertura ao compromisso cristão e eclesial como expressão da sua nova vida em Jesus Cristo. Leitor 2: Ao fazer a programação da nossa catequese, temos que prever também esse tempo após a celebração dos sacramentos, que não será um simples "esticar" a catequese, mas, sim, parte integrante e complementar do processo. TODOS: O aprendizado não se conclui com a recepção dos sacramentos nem se esgota ao se chegar a certa idade, mas requer constante e contínuo amadurecimento. Coordenador: Na etapa AGIR do conteúdo da Terceira Semana Brasileira de Catequese, dedica-se grande parte à formação de catequistas para a iniciação à vida cristã. Leitor 1: É na iniciação cristã que a Igreja forma novos filhos e filhas, e confia aos catequistas a missão de introduzi-los no mistério da vida cristã. Por isso é necessário preparar os agentes evangelizadores. Leitor 2: Afirma o Diretório Nacional de Catequese: "O momento histórico em que vivemos, com seus valores e contravalores, deságios e mudanças, exige dos evangelizadores preparo, qualificação e atualização. TODOS: Nesse contexto a formação catequética é prioridade absoluta. Leitor 1: Devemos formar o catequista a conduzir a catequese não em vista do recebimento dos sacramentos, mas um processo iniciático ao encontro do mistério pascal de Jesus. Isso requer inovação e novos métodos. Leitor 2: Sair de uma catequese sacramental para uma catequese mistagógica, isto é, que introduz no mistério. Como vemos Filipe fazer com o eunuco em At 8: "Tu compreendes o que está lendo? O eunuco respondeu: "Como poderia, se ninguém me orienta? Então convidou Filipe a subir e a sentar-se junto dele. E o eunuco disse a Filipe: "Peço que me expliques de quem o profeta está dizendo isso. Ele fala de si mesmo ou se refere a algum outro?" Então, Filipe começou a falar e, partindo dessa passagem da Escritura, anunciou-lhe Jesus." O eunuco fica fascinado e pede para ser introduzido no mistério. 33 Todos: A catequese mistagógica tem a função de anunciar com fervor o Kerigma, anunciar a vida de Jesus. Coordenador: Vejamos os caminhos dessa nova visão de catequese: Leitor 1: A vida da comunidade forma e educa: A própria comunidade é evangelizadora, é catequizadora. Não se vive a fé individualmente, mas em comunidade; a fé cristã cresce conforme ela caminha com a comunidade na busca da vontade de Deus, na compreensão de sua Palavra, lembrando que a Leitura Orante da Bíblia é um bom itinerário. Leitor 2: A família é a primeira educadora da fé: O catequista deve entrar em contato com a família, visitando, rezando juntos, seja nos momentos de alegria ou dor. Ouvir suas dúvidas e críticas. Convidar as famílias a narrarem aos filhos sua experiência de fé. 6. Gente que faz. Vamos aqui relatar a experiência realizada nas comunidades que formam a Paróquia Nossa Senhora das Dores, de Artur Nogueira, que já há seis anos tem feito visitas às famílias dos catequizandos. No início desse trabalho, houve resistência por parte de alguns catequistas, que diziam não levar jeito, ter medo de não serem bem recebidos pelas famílias; enfim, com perseverança, hoje ir ao encontro das famílias dos catequizandos para conhecer a realidade e fazer-se próximo já faz parte do cotidiano do trabalho evangelizador. São realizadas visitas missionárias em dois meses do ano, durante o mês de maio, com a fundamentação bíblica Maria que visita Isabel; e no mês de outubro, mês missionário, por excelência. Os catequistas entram em contato com a família sobre o melhor dia e horário para a visita e são sempre muito bem recebidos. Nas visitas, vão sempre dois catequistas, levando às famílias um subsídio com uma proposta de oração. O resultado é muito gratificante e motivador. Vejam primeiro com relação aos pais: sempre respondem positivamente, quando convidados para participarem das reuniões com momentos celebrativos e formativos, como uma forma de retribuir a visita recebida. Quanto ao catequizando, seu comportamento melhora consideravelmente, pois estes assim pensam: meus catequistas conhecem meus pais, sabem onde moro, então... Querido Coordenador, você encontra no CD que recebeu a experiência da Edméia e os catequistas de Arthur Nogueira. Organize para que todos possam assistir a ele. Para isto, providencie TV e vídeo, ou computador. 7. Ei, você? Vai ficar aí, parado? Coordenador: Caro catequista, que tal, junto com sua comunidade, entrar nesse caminho de inovação e assumir alguma proposta para a catequese de iniciação cristã como um processo de inspiração catecumenal? É muito desafiador? Com certeza, mas os resultados 34

19 também, com certeza os surpreenderão. Para nos sentirmos motivados, vamos realizar uma dinâmica. Dinâmica Material: 1 pedaço de barbante de uns 40 cm. Procedimento: 1.Distribuir um pedaço de barbante para cada participante. Solicitar que fiquem em pé, segurando o barbante com a mão direita, tendo a mão esquerda para trás, e ao sinal, que poderá ser uma música, este deverá, sem auxílio, com uma só mão, em um minuto cronometrado, dar o maior número possível de nós no barbante. 2. Solicitar que se sentem e conversem sobre a dificuldade e a quantidade de nós que conseguiram. Em seguida, lançar um desafio: realizar a mesma tarefa, só que com a mão esquerda, que aparentemente parece ser muito mais difícil. 3. O resultado é surpreendente e poderá ser concluído com uma chamada motivacional a assumirmos os trabalhos da "catequese mistagógica", na certeza de que: "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4,13) 10. Benção final: Vamos rezar a Oração do Catequista, que está na contra-capa. Coordenador: Deus nos cumule de alegria e de esperança na fé! Coordenador: A paz de Cristo esteja em nosso corações! Coordenador: O Espírito Santo nos enriqueça com seus dons! Coordenador: Abençoe-nos, Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo! Canto Final a escolha 8. Ele vai com a gente. (em pé) Coordenador: Vamos encerrar este nosso encontro, suplicando a Deus que venha em nosso auxílio, ajudando-nos a pôr em prática todas as inovações e desafios propostos pela Igreja, a fim de levarmos a bom termo todo trabalho evangelizador. Deixemo-nos iluminar pela Palavra de Deus: Leitor: 2Cor 3-4,6 (silêncio) Todos: Pai-Nosso... 9.Avisos: Coordenador: Nosso próximo encontro será dia... Próximo Encontro: Local: Horário: 37 38

20 Anotações 6º Comunidades Mistagógicas Objetivo: conscientizar para o valor de sermos comunidades acolhedoras, missionárias, orantes, reveladoras da Bondade de Deus cuja destinação última é a Casa do Pai. Material: Vamos precisar do cajado, que nos acompanhou em todos os encontros. Escreva nele a palavra 'UNIDADE'. Prepare bexigas suficientes para seu grupo. Se ele for muito grande, serão suficientes dez bexigas de cores diferentes. Preparando o ambiente: Vamos precisar de uma sala ampla, com cadeiras, uma mesinha no centro, com a Bíblia, uma vela e flores. O cajado deve estar no chão ou sobre a mesa, com a palavra "UNIDADE" escrita nele. 1. Que bom que você veio: Bem-vindos e bem-vindas! Esta é a nossa última reunião. Já estamos preparados para o nosso Encontro Diocesano de Catequese, que será dia 28 de agosto, em Cordeirópolis. Como o tempo passa rápido! 2. O Senhor nos reúne: Iniciemos: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Entoemos o canto: Povo de Deus. 3. Gente que conversa: Nosso tema de hoje é "Comunidades Mistagógicas". O Papa Bento XVI, falando sobre a Igreja, escreveu: "A Igreja não é um aparato; não é simplesmente uma instituição; não é sequer uma entre as tantas entidades sociológicas. Ela é Pessoa. É Mulher, é Mãe. É um ser vivente. Nós não podemos fazer a Igreja, nós devemos ser Igreja. E só, à medida que a fé penetra o nosso ser - indo além de nossas ações - é que nós somos Igreja e a Igreja está em nós". Para aprofundarmos esse tema, vamos fazer uma pequena dinâmica. Dinâmica: Bexigas. Material: bexigas de cores diferentes em número igual ao dos participantes. Podem-se também selecionar alguns membros para participar da dinâmica, em vez de todos. Nesse caso, o número de bexigas seria correspondente aos que vão participar da dinâmica

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