Concretos Especiais maximizando o Desempenho

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1 Concretos Especiais maximizando o Desempenho

2 Órgão oficial, representativo do setor. As empresas associadas respondem por 80% do mercado. Objetivos: Desenvolvimento Técnico. Apoio a Associados e Construtores. Formação e Aperfeiçoamento.

3 Código de Ética PSQ - PBQP-H Responsabilidade Sócio- Ambiental Auditorias nas Centrais Governança Corporativa

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5 CONCRETO O CONCRETO é um material nobre, com alta tecnologia agregada. É o principal responsável pela qualidade e durabilidade da edificação. O ser humano não consome outro material, em tal quantidade, a não ser a água. P. Kumer Mehta In: Concrete Microstructure, Properties and Materials. Berkeley, University of California

6 CONCRETO Wish List Trabalhabilidade Resistência na idade de controle (j) Durabilidade (reações deletérias, baixa porosidade...) Rigidez Estabilidade dimensional Características especiais: retração, exsudação, cor, densidade, etc Economia

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8 Desempenho VIDA ÚTIL DE PROJETO despassivação manchas fissuras destacamentos mínimo de projeto mínimo de serviço redução de secção perda de aderência mínimo de ruptura vida útil de projeto vida útil de serviço 1 vida útil de serviço 2 vida útil última ou total vida útil residual vida útil residual Tempo Fonte: Comentários Técnicos NB-1 - IBRACON

9 Rio: Marquise de hotel desaba e deixa dois mortos

10 Tempo t LEI DOS 5 ou REGRA DE SITTER t 4 Manutenção corretiva t 3 t 3 Manutenção preventiva t 2 t 2 Execução t 1 t 1 Projeto Custo relativo da intervenção 125 $ Fonte: Comentários Técnicos NB-1 - IBRACON

11 Tabela 1 - Classes de agressividade ambiental (NBR 6118) Classe de agressividade ambiental I Agressividade Fraca Classificação geral do tipo de ambiente para efeito de Projeto Rural Submersa Risco de deterioração da estrutura Insignificante II Moderada Urbana 1) 2) Pequeno III IV Forte Muito forte Marinha 1) Grande Industrial 1) 2) Industrial 1) 3) Respingos de maré Elevado 1) Pode-se admitir um micro - clima com uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) para ambientes internos secos (salas, dormitórios, banheiros, cozinhas e áreas de serviço de apartamentos residenciais e conjuntos comerciais ou ambientes com concreto revestido com argamassa e pintura). 2) Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) em: obras em regiões de clima seco, com umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes predominantemente secos, ou regiões onde chove raramente. 3) Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia, branqueamento em indústrias de celulose e papel, armazéns de fertilizantes, indústrias químicas.

12 Tabela 2 Correspondência entre classe de agressividade e qualidade do concreto (NBR 6118) Concreto Relação água/cimento em massa Classe de concr eto (NBR 8953) Tipo CA CP CA CP Classe de agressividade (Tabela 1) I II III IV 0,65 0,60 0,55 0,45 0,60 0,55 0,50 0,45 C20 C25 C30 C40 C25 C30 C35 C40 NOTAS: CA Componentes e elementos estruturais de concreto armado CP Componentes e elementos es truturais de concreto protendido

13 Recobrimento das armaduras Classe de agressividade ambiental TIPO DE ESTRUTURA COMPONENTE OU ELEMENTO I II III IV Cobrimento nominal Concreto armado Laje Viga/Pilar Concreto protendido todos

14 NBR 8953 Grupo I de resistência C10 C15 C20 C25 C30 C35 C40 C45 C50 Resistência característica à compressão (MPa)

15 NBR 8953 Grupo II de resistência C55 C60 C70 C80 C90 C100 Resistência característica à compressão (MPa)

16 Lista de Especificações de Concreto - ABESC Contratante: de: / / Contrato nº: Especificações Obrigatórias: Fck: MPa ou Fctm,k: MPa ou Consumo de aglomerante: Idade de Controle: Classe de Agressividade: Concreto: ( ) Armado Dimensão Máxima do Agregado: Aplicação: ( ) Normal kg/ m3 ( ) Protendido mm ( ) Bombeável Trabalhabilidade: ± mm (Teste de Slump) ( ) Auto-Adensável Espalhamento: mm

17 Lista de Especificações de Concreto Especificações Complementares: Fcj MPa Idade de Controle (j): horas ou dias Módulo de Elasticidade: GPa ( ) Tangente Inicial ( ) secante Com qual resistência: MPa Idade de Controle: dias Necessidades Específicas: Massa específica: Kg/ m³ Fibras: ( ) aço ( ) polipropileno ( ) nylon Quantidade: kg/ m³ Cimento (Marca ou Tipo): Fator A/C máximo: Aditivo específico: Outros:

18 Lista de Especificações de Concreto - Estas informações são de inteira responsabilidade do contratante e determinarão não só as condições de custos como também de durabilidade. - As especificações acima devem atender as Normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

19 Água Homogeneidade Aditivos Agregados Cimento Qualidade dos Componentes Testes Influências dos MCC`s Qualidade do Concreto Mistura Traço Dosagem Duração Cura Influências Externas Aplicação Umidade Temperatura Ar aprisionado Adensamento

20 Resistência a 28 dias (MPa) 50 Desenvolvimento dos traços Curva de Abrams ,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 onte: Guia Practica del Hormigon G. Dreux Relação água/cimento

21 RESISTÊNCIA, EM MPa, AOS 28 DIAS PARA VÁRIOS TIPOS DE CIMENTOS Tipo de Relação A/C Cimento 0,65 0,6 0,55 0,5 0,45 CPI CPII CPII CPIII CPIII CPIV CPV - ARI/ RS CPV - ARI

22 MPa RESISTÊNCIA DO CIMENTO À COMPRESSÃO 50 CPV-ARI 100% 85% 40 65% CP II E % 70% 30 40% 50% CP III-32 65% 20 45% 30% 10 25% Tempo (dias) 28

23 Influência da relação A/C em algumas características do concreto Relação A/C BAIXA - Compressão Axial - Tração na flexão - Abrasão - Porosidade - Retração - Exsudação / Segregação - Módulo de Elasticidade - Durabilidade

24 NORMAS TÉCNICAS Por quê as Normas são obrigatórias Porque (em se tratando de relação de consumo) o art. 39 do CDC ( lei 8078/90 ) estabelece que é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial CONMETRO

25 DEFINIÇÕES SEGUNDO A NBR Profissional responsável pelo projeto estrutural Cabem a este profissional as seguintes responsabilidades: a) registro da resistência característica à compressão do concreto,f ck, em todos os desenhos e memórias que descrevem o projeto tecnicamente; b) especificação dos requisitos correspondentes à durabilidade da estrutura e elementos prémoldados, durante sua vida útil, incluindo a classe de agressividade adotada em projeto (tabelas 1 e 2).

26 DEFINIÇÕES SEGUNDO A NBR Profissional responsável pela execução da obra Cabem a este profissional as seguintes responsabilidades: a) Escolha do tipo de concreto a ser empregado e sua consistência, dimensão máxima do agregado e demais propriedades, de acordo com o projeto e com as condições de aplicação b) Atendimento a todos os requisitos de projeto, inclusive quanto a escolha do tipo de cimento a ser empregado c) Aceitação do concreto d) Cuidados requeridos pelo processo construtivo e pela retirada do escoramento, levando em consideração as peculiaridades dos materiais ( em particular do cimento) e as condições de temperatura.

27 DEFINIÇÕES SEGUNDO A NBR Profissional responsável pelo recebimento do concreto É o proprietário da obra ou o responsável técnico pela obra, designado pelo proprietário. Cabem a este profissional as seguintes responsabilidades: - Verificação da conformidade das propriedades no estado fresco. - Verificação do atendimento para todos os requisitos do concreto endurecido. - Analisar, aprovar e arquivar a documentação no que diz respeito as etapas de execução do concreto e sua aceitação

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29 DEFINIÇÕES SEGUNDO A NBR Profissional responsável pela preparação do concreto Cabem a este profissional as seguintes responsabilidades: a) Caracterizar os materiais componentes do concreto conforme a NBR b) Estudar as dosagens dos concretos c) Ajustar e comprovar os traços dos concretos d) Preparar o concreto conforme a NBR 7212 e) Prestar adequado serviço de entrega dos concretos f) Arquivar e preservar a documentação relativa ao cumprimento desta norma, pelo prazo previsto na legislação vigente.

30 REGRA DOS 4 C s A durabilidade da estrutura de concreto é determinada por 4 fatores Composição ou traço do concreto Compactação ou adensamento efetivo do concreto na estrutura Cura efetiva do concreto na estrutura Cobrimento ou espessura do concreto de cobrimento das armaduras A vida útil desejada para a estrutura pode ser alcançada através de uma combinação adequada e inteligente desses fatores. Ao empregar um concreto de melhor qualidade é possível reduzir o cobrimento mantendo a mesma vida útil do projeto e vice-versa. Fonte: Comentários Técnicos NB-1 - IBRACON

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32 Tipos de Concreto Especiais Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

33 Propicia maior produtividade e menor custo nas construções em geral

34 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

35 Utilizável em qualquer tipo de obra. Principalmente em obras de difícil acesso, com alturas elevadas ou longas distâncias

36 Maior RAPIDEZ nas concretagens Permite concretar grandes volumes em curto espaço de tempo

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38 EQUIPAMENTOS RECORDE DE BOMBEAMENTO 606 m de altura, no Edifício Burj Kalifa, em Dubai

39 606 m world record pumping height at Burj Kalifa

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41 EQUIPAMENTOS MASTRO HIDRÁULICO SEPARADO PARA DISTRIBUIÇÃO DE CONCRETO

42 EQUIPAMENTOS MASTRO SEPARADO MECANICO PARA DISTRIBUIÇÃO DE CONCRETO

43 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

44 Projeção de concreto via úmida Economia de tempo Maior aproveitamento Dispensa utilização de fôrmas

45 Revestimento de túneis e monumentos Contenção de taludes, canais e galerias

46 Projeção de concreto via úmida Economia de tempo Maior aproveitamento Dispensa utilização de fôrmas

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48 Contenção de taludes, canais e galerias

49 Revestimento de túneis

50 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

51 Catedral de Los Angeles (EUA)

52 Estruturas de concreto aparente

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55 Pisos Substitui gasto com revestimento Evita custo de manutenção e de pinturas

56 Rapidez Produtividade media 150 m²/equipe/dia

57 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

58 Proporciona ECONOMIA e RAPIDEZ Barragens Pavimentação

59 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

60 Reduz o peso da estrutura É um excelente isolante termoacústico Utilizado em elementos de vedação (paredes, painéis, divisórias), rebaixos de lajes, isolante termo-acústico, nivelamento de pisos, etc

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62 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

63 Desfôrma RÁPIDA Aplicação de carga antes do tempo regulamentar

64 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

65 Principais Características do CAD Resistência maior que 40,0 MPa Fácil aplicação ( Abatimento maior que 150mm ) Fator a/mc menor que 0,45 Adições possíveis: cinza volante escória de alto forno sílica ativa, etc. Resistência a ambiente agressivo (baixa permeabilidade e difusibilidade) Alto módulo de elasticidade Menor consumo de concreto, aço e formas Substituição da estrutura metálica nos Estados Unidos

66 Duplicação da Rodovia dos Imigrantes - SP Esbeltez (ganho de área útil) Resistência à corrosão NOVA IMIGRANTES: 40% MENOS DESMATAMENTO 4,2 KM DE VIADUTOS FEITOS COM CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO

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68 Rua Funchal, 418 Vila Olímpia São Paulo - Brasil Início da construção: 2002 Término previsto: 2004 N de andares: 42 Altura total: 162 m Material utilizado: Concreto

69 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

70 Evita a fissuração Peças de elevado volume como bases ou blocos de fundações

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72 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

73 BOM concreto convencional Mas POBRE adensamento!

74 Para concretar peças com muitas ferragens Evita vibração

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76 CONCRETO AUTO-ADENSÁVEL

77 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

78 Ideal para blindagem radioativa (concretagem da sala de radioterapia do Hospital Oswaldo Cruz, em SP)

79 Alguns dos tipos de Concreto Dosado em Central Convencional Bombeável Projetado Colorido Rolado Leve Alta Resistência Inicial (ARI) Alto Desempenho (CAD) Concreto com Temperatura Controlada Fluido Pesado Poroso

80 CONCRETO POROSO Asfalto Concreto Poroso Com Asfalto Com Concreto Poroso

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82 Concreto Antibacteriano El concreto antibacteriano es concreto fresco al que se le incorporan aditivos que contienen una combinación de agentes biocidas y funguicidas. El concreto antibacteriano inhibe el crecimiento de colonias de bacterias tanto en la superficie como en el interior de las estructuras de concreto; esta propiedad lo hace apto para ser aplicado en la construcción de: Hospitales Restaurantes Cocinas Granjas avícolas o porcícolas Establos Bodegas de almacenamiento de alimentos para consumo humano o animal Abrevaderos para ganado Canales de conducción de agua

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84 CURA Lâminas d agua Utilizado em lajes (planos horizontais) Facilidade de execução Em climas quentes, monitorar constantemente

85 CURA Aspersão Grande praticidade Melhor controle da área de molhagem Maior custo

86 CURA Recobrimento Mantém a superfície úmida por mais tempo Recomendado para pilares

87 CURA Recobrimento em lajes

88 CURA

89 CURA Química Indicada para grandes áreas Não há necessidade de aplicar o agente de cura várias vezes numa mesma região

90 CURA Química

91 CURA Química

92 CURA Aspersão d agua ou Cura quimica

93 CURA Controle da umidade relativa

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96 PROGRAMAÇÃO Importante verificar: horário de início da concretagem intervalos de entrega volume adequado a ser entregue em cada caminhão betoneira (a capacidade de transporte de cada caminhão betoneira varia de 5 m 3 a 8 m 3 ) PARA EVITAR ATRASOS, A PROGRAMAÇÃO DE ENTREGA DEVE SER FEITA COM ANTECEDÊNCIA

97 TRANSPORTE INTERNO Facilitar o acesso e o local de estacionamento para o caminhão betoneira e para os equipamentos de bombeamento Utilize carrinhos de mão para transportar o concreto somente para pequenas distâncias Utilize carrinhos que possuam pneus com câmara Prepare rampas de acesso às fôrmas Inicie a concretagem pela parte mais distante

98 RESPONSABILIDADES ANTES de pedir o concreto, o cliente deve Verificar as fôrmas Estão na dimensão do projeto? Estão travadas e escoradas? Estão bem vedadas para evitar a perda da nata? Estão limpas? O desmoldante foi aplicado? A armadura está limpa? As pastilhas foram colocadas? A armadura está bem posicionada? Verificar equipamentos Existem equipamentos de transporte suficientes? (carrinhos de mão, guinchos, etc) As ferramentas auxiliares são suficientes? (pás, réguas, enxadas, desempenadeiras) Existem vibradores e mangotes de reserva? Calcular o volume correto, de acordo com o projeto

99 Com a chegada do caminhão betoneira na obra, o CLIENTE deve conferir na Nota Fiscal: O volume do concreto A resistência (fck) O tamanho da brita O aditivo solicitado A consistência do concreto ( slump teste) Verifique se consta a classe de agressividade. Nota: Verifique se a betoneira está lacrada.

100 Lacre

101 Como calcular Volume adequado x intervalo de entrega tempo tempo

102 INTERVALO ENTRE UMA VIAGEM E OUTRA DEPENDE DA CAPACIDADE DE DESCARGA NA OBRA OBJETIVO: 1. Permitir que o concreto de uma mesma viagem seja aplicado antes do início de pega 2. Possibilitar que, assim que terminar a descarga de um caminhão, exista um outro para dar continuidade na concretagem dentro da condição anterior

103 INTERVALO ENTRE UMA VIAGEM E OUTRA DEPENDE DA CAPACIDADE DE DESCARGA NA OBRA BOMBEAMENTO Volume de aplicação = 40 m³ Volume por viagem = 8 m³ Tempo de concretagem = 1 hora Vamos precisar de 5 caminhões/hora ou 1 caminhão/12 minutos

104 INTERVALO ENTRE UMA VIAGEM E OUTRA DEPENDE DA CAPACIDADE DE DESCARGA NA OBRA GRUA Volume de aplicação = 10 m³ Volume por viagem = 5 m³ Tempo de concretagem = 1 hora Vamos precisar de 2 caminhões/hora ou 1 caminhão/30 minutos

105 INTERVALO ENTRE UMA VIAGEM E OUTRA DEPENDE DA CAPACIDADE DE DESCARGA NA OBRA GERICAS Nº de Gericas: 4 Volume de cada gerica: 120 litros Templo de ciclo de cada gerica: 10 minutos Nº de ciclos 60/10 = 6 ciclos/hora*gerica Capacidade de aplicação: 4*(6*120) = 2.9 m³/h

106 El Concreto en el futuro

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109 AUTOPISTA MONTERREY NUEVO LAREDO m³ de concreto.

110 Ecological Fingerprint

111 Virtual Cement and Concrete Testing Laboratory IMAGE GALLERY SEM/X-ray composite image of a blended cement containing about 20 % by mass fly ash substitution.

112 Virtual Cement and Concrete Testing Laboratory

113 NighTec

114 Concrete that can display information Chronos Chromos Concrete

115 Verifi On-board Ready Mix Concrete Process Control The Verifi Solution The Verifi System makes it possible to take control of the concrete delivery process ensuring the readiness of the delivered product. Verifi is the first truck-mounted process control system that can accurately measure, adjust and document the "water to cement" ratio for a batch of Ready Mix concrete from the time it is loaded until it is poured.

116 Eco-Efficiency Profile

117 Concreto translúcido O material é composto por 5% de fibras ópticas e 95% de concreto

118 Concreto com pós reativos Resistência à compressão maior que 200 MPa Resistência à flexão da ordem de 50 MPa Ponte no Seul: 120 m de vão 4,3 m de largura 3 cm de espessura

119 Dioxido de titânio Concreto com cimento Propriedades fotocatalíticas similar a fotossintese Capacidade autolimpante Absorve os poluente entre 20 e 70% Exemplo NOX dos escapamentos: 60% Obras notáveis com aparência de recém acabadas antipoluição Igreja Dives in Misericordia

120 TX Active, the new photocatalytic cement technology for self-cleaning and pollution-reducing concrete

121 Concreto com micro-capsulas e catalisador Extraído da Palestra de Daniel Cusson, Canadá, no CBC, 2008

122 Clinquer com nanotubos de carbono Nanotubos de carbono diretamente no processo produtivo do clínquer de cimento Portland. Melhoria das propriedades do cimento, com aumentos de: 80% resistência à compressão 25% resistência à tração Melhoria das propriedades do concreto produzido com esse cimento, com aumentos de: impermeabilidade resistência à compresão e à tração Fonte: UFMG

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124 PERGUNTAS???

125 SISTEMAS CONSTRUTIVOS Pavimentos Rígidos Concreto Estampado Fundação por estaca hélice Sistema Tilt-up Paredes moldadas em canteiros Lajes moldadas em canteiros

126 Fôrmas Tipo Túnel Sistema de construção de edifícios de qualidade, com alta produtividade, através da moldagem simultânea dos componentes da estrutura de concreto armado (paredes e lajes), através de fôrmas metálicas tipo túnel. Condomínio dos Pássaros - Sergus

127 Visão Sistêmica

128 Seqüência construtiva

129 Fundações Dias Trabalhados Equipe de Fundações

130 Fôrmas Internas Dias Trabalhados Equipe de Paredes

131 Instalações (KITS) Dias Trabalhados Equipe de Paredes

132 Armação Equipe de Paredes 1 2 Dias Trabalhados

133 Portas e Janelas Dias Trabalhados Equipe de Paredes

134 Fechamento das Fôrmas Dias Trabalhados Equipe de Paredes

135 Dosagem e Lançamento do Concreto Equipe de Paredes 1 2 Dias Trabalhados

136 Desforma Equipe de Paredes 1 2 Dias Trabalhados

137 Cobertura Dias Trabalhados Equipe de Cobertura

138 Acabamentos Equipe de Acabamentos 1 2 Dias Trabalhados

139 Casa Pronta Em 8 dias trabalhados

140 Produtividade 100 m² de paredes, em 2 dias, com 6 operários = 1,06 hh/m²

141 Contribuição do Sistema para Redução dos Prazos de Obra Pavimento Inferior 1º dia: Armações e instalações elétricas de paredes. 2º dia: Formas de paredes e laje, inst. elétricas de laje e concretagem. Sistema construtivo e seus desafios 3º dia: Desforma e montagem das bandejas e transporte das formas para o próximo módulo. Pavimento Superior 3º dia: Armações e instalações elétricas de paredes. 4º dia: Formas de paredes e laje, inst. elétricas de laje e concretagem. 5º dia: Desforma e transporte das formas para o próximo módulo. Silvio Romero O sistema construtivo permite que um módulo de 6 sobrados fique pronto em 5 dias.

142 Contribuição do Sistema para Redução dos Prazos de Obra Prédio Térreo + 3 Pavimentos 1º dia: Armações e instalações elétricas de paredes do 1º ½ pavimento 2º dia: Formas Sistema de paredes construtivo e laje, inst. elétricase deseus laje desafios e concretagem do 1º ½ pavimento e armações e instalações elétricas de paredes do 2º ½ pavimento... Silvio Romero 9º dia: Formas de paredes e laje, inst. elétricas de laje e concretagem do 8º ½ pavimento 10º dia: Armações da platibanda e frontões 11º dia: Formas e concretagem da platibanda e frontões O sistema construtivo permite que um prédio de T+3 pav. fique pronto em 11 dias.

143 Case Bairro Novo Cotia : evolução da obra Total de unidades: Início das obras de infra-estrutura: Janeiro/2008 Início da construção das tipologias: Maio/2008 Entrega Sistema das primeiras construtivo 574 unidades: e seus Novembro/2008 desafios Abril/2008 Novembro/2008 Silvio Romero

144 Abril / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

145 Maio / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

146 Junho / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

147 Julho / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

148 Agosto / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

149 Setembro / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

150 Outubro / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

151 Novembro / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

152 Dezembro / 2008 Sistema construtivo e seus desafios Silvio Romero

153 Contribuição do Sistema para Redução dos Custos de Obra Homem-hora trabalhada de produção: 0,30 a 0,40 Hh/m² de forma (variável em função da tipologia) Sistema construtivo e seus desafios Homem-hora paga de produção: 0,65 a 0,75 Hh/m² de forma (variável em função da tipologia) Silvio Romero Economia de aproximadamente 50% em Hh/m² comparado com o sistema convencional.

154 Edif. CULLINAN ITAIM Construtora INPAR

155 Tipos de Concreto Tipo Descrição Massa Específica kg/m³ Resistência Mínima à Compressão MPa L1 Concreto Celular L2 Concreto com Agregado Leve M Concreto Aerado N Concreto Comum Casa até 2 pavimentos Edifícios acima de 2 pavimentos ou regiões com sismos

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