Bloco de concreto celular autoclavado sem função estrutural

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1 MATERIAL OPÇÕES Veja abaixo os tipos de parede sem função estrutural (paredes de vedação) DE CONCRETO CELULAR AUTOCLAVADOS DE CONCRETO CERÂMICOS > PAREDES DE CHAPAS DE GESSO ACARTONADO (DRYWALL) SÍLICO-CALCÁRIOS E TIJOLOS DE SOLO- CIMENTO > ALVENARIA DE TIJOLOS CERÂMICOS MACIÇOS CHECK-LIST Verifique os itens a serem considerados no momento da especificação Absorção de água Aspecto Características específicas do projeto Consumo Controle do serviço Desempenho Dimensões e tolerâncias Disponibilidade Pagamento/medição Interfaces alvenaria estrutura Juntas de controle Massa da parede Modulação Preços Produtos qualificados Recebimento em obra e armazenamento Resistência à compressão Retração na secagem Bloco de concreto celular autoclavado sem função estrutural PRODUTO Bloco de concreto celular autoclavado para alvenaria sem função estrutural (BCCA para vedação). DEFINIÇÃO De acordo com a NBR 13438, de agosto de 1995, define-se o Bloco de concreto celular autoclavado sem função estrutural como componente maciço de edificações utilizado em paredes externas e internas como elemento de vedação. PRODUÇÃO ANUAL ESTIMADA Conforme informações da Precon de junho de 2006, anualmente são produzidos cerca de m³ de BCCA no País (vedação e estrutural): 46,7% em São Paulo, cerca de 23,3% em Minas Gerais, 10,1% em Santa Catarina, 6,3% no Rio de Janeiro, 4,5% na Bahia e o restante distribuído entre Goiás, Paraná, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Piauí. TIPO (NBR 13438/1995) Blocos de concreto celular autoclavados do tipo vedação São os blocos que atendem aos requisitos dimensionais, classe de resistência à compressão e densidade de massa aparente seca, definidas na respectiva especificação. Blocos de concreto celular autoclavados do tipo especial São os blocos fabricados em formatos, dimensões e especificações de comum acordo entre fornecedor e comprador. DIMENSÕES Dimensões nominais e modulação dos blocos (mm) ESPESSURA ALTURA (2) COMPRIMENTO (2) 75 (1) 200 (1) 200 (1) 120 e (1) 200 (1) Notas: (1) Modulação de 25 em 25 mm. (2) A altura mais usual é de 300 mm e o comprimento de 600 mm. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS (NBR 13438/1995) Resistência à compressão e densidade de massa aparente seca Classe típica de resistência à compressão e densidade de massa aparente seca CLASSE RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO NO ESTADO SECO (MPa) DENSIDADE APARENTE SECA (kg/m³) VALOR MÉDIO MÍNIMO VALOR MÍNIMO POR BLOCO VALOR MÉDIO C 12 1,2 1,0 450 C 15 1,5 1,2 500 C 25 2,5 2,0 550

2 Características visuais A norma em questão recomenda que os blocos não apresentem defeitos como trincas, quebras e superfícies irregulares. Tolerâncias dimensionais Tolerâncias de fabricação DIMENSÕES TOLERÂNCIAS (mm) ASSENTAMENTO DOS BLOCOS COM ARGAMASSA ASSENTAMENTO DOS BLOCOS COM DE CIMENTO, CAL HIDRATADA E AREIA ARGAMASSA COLANTE (1) Espessura 3 2 Altura 3 2 Comprimento 3 2 Nota: (1) A argamassa é especialmente desenvolvida para juntas de 10 mm. Designação Os blocos de concreto celular autoclavados devem conter as seguintes informações: tipo de bloco (bloco de CCA), número da norma técnica correspondente (NBR 13438) e dimensões nominais (largura x altura x comprimento). Retração na secagem Não há referência na NBR 13438, porém é um aspecto importante a ser observado. Na ausência de informações, poderá ser considerada a especificação de blocos de concreto, NBR FORMA DE COMERCIALIZAÇÃO A forma ideal de entrega é com paletes protegidos, com os blocos protegidos mecanicamente e da água de chuva. No momento da cotação de preços, o comprador deve informar o local de entrega do material, as dimensões, a classe de resistência à compressão, a densidade de massa aparente seca e outras características particulares de projeto. CONSUMO DE MATERIAL QUESTÃO AMBIENTAL Classificação do resíduo: conforme resolução 307 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) de 05 de julho de 2002, os resíduos de BCCA e argamassas podem ser considerados de classe A. Nota: verificar se não houve incorporação de outro resíduo ao processo de produção dos blocos e da argamassa, que alterem a classificação. Destinação do resíduo: são destinados a aterros de resíduos da construção civil. Não há estudos no Brasil sobre a utilização de agregados reciclados de BCCA. Consumo médio de blocos O valor adotado nas composições do TCPO (Tabelas de Composições de Preços para Orçamentos) 12 a edição para blocos de concreto celular autoclavados, considerando-se perda de 2%, é de 1,02 m²/m², para as peças de dimensões de 30 cm de altura e 60 cm de comprimento. Já segundo o fabricante Precon, o consumo de BCCA é de 5,55 blocos/m² de alvenaria, adotando-se blocos de mesmas medidas. Consumo médio de argamassa Conforme o TCPO, o consumo médio de argamassa mista de cimento, cal hidratada e areia sem peneirar, traço 1:2:9, tipo 4, é de: Dimensões do bloco (cm) 10 x 30 x 60 12,5 x 30 x x 30 x 60 Consumo de argamassa (m³/m²) 0,0060 0,0075 0,0090 Normas técnicas diretamente relacionadas NÚMERO DATA DA ÚLTIMA DESCRIÇÃO DA NORMA TIPO DE NORMA DA NORMA ATUALIZAÇÃO NBR ago/95 Blocos de concreto celular autoclavado Especificação NBR ago/95 Blocos de concreto celular autoclavado Verificação da resistência à compressão Método de ensaio NBR ago/95 Blocos de concreto celular autoclavado Verificação da densidade de massa aparente seca Método de ensaio

3 ARMAZENAGEM (NBR 13438/1995) A norma técnica brasileira recomenda que os blocos sejam armazenados em locais limpos, planos, secos, arejados e protegidos de intempéries. De acordo com o DAU (Documento de Adequação ao Uso) 03/ 012 de 7 de novembro de 2003, da fabricante francesa Xella Thermopierre AS, os paletes devem estar protegidos em plástico e o empilhamento máximo é de três paletes. Caso os blocos sejam molhados, mesmo se estiverem embalados, é necessário deixá-los secar antes de serem assentados, pois são aplicados secos. Os BCCA são considerados suficientemente secos quando forem utilizados pelo menos após 15 dias de sua data de fabricação. Entretanto, de acordo com o fabricante, o consumo estipulado adotando densidade de massa aparente seca de 500 kg/m³ é: Dimensões do bloco (cm) 12,5 x 30 x x 30 x x 30 x 60 Consumo de argamassa (m³/m²) 0,0180 a 0,0240 0,0240 a 0,0300 0,0300 a 0,0360 Consumo variável de blocos Conforme os valores apresentados nas réguas de produtividade do TCPO, em virtude da maior ou menor racionalização dos processos construtivos das empresas construtoras, apresentam-se os valores. Consumo de blocos (un/m²) 5,29 Mínimo Mediana Máximo Consumo variável de argamassa Conforme os valores apresentados nas réguas de produtividade do TCPO, em virtude da maior ou menor racionalização dos processos construtivos das empresas construtoras, apresentam-se os valores. Consumo de argamassa (m³/m²) 0,0036 Mínimo 0,0062 Mediana PREÇOS UNITÁRIOS Para fins de comercialização adota-se a unidade, o m³ ou o m². Preço (R$): 5,39 LARGURA (MM) ALTURA (MM) COMPRIMENTO (MM) UN SP RJ MG PR m² 18,64 23,10 19,79 23, m² 24,21 28,88 24,74 28, m² 27,95 34,65 29,69 34, m² 37,27 46,20 39,59 46,00 Dados referenciais de material data-base novembro/ ,55 0,0104 Máximo ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO (NBR 13438/1995) A amostra deve atender aos requisitos de características visuais, dimensões e tolerâncias, resistência à compressão e densidade de massa aparente seca. Os números de peças para aceitação e rejeição seguem na tabela abaixo: Número de aceitação e rejeição na inspeção por medição direta e por ensaio LOTE (N O DE BLOCOS) AMOSTRAGEM UNIDADES DEFEITUOSAS PRIMEIRA SEGUNDA PRIMEIRA AMOSTRAGEM SEGUNDA AMOSTRAGEM NÚMERO DE NÚMERO DE ACEITAÇÃO (AC) REJEIÇÃO (RE) ACEITAÇÃO (AC) REJEIÇÃO (RE) 501 a a

4 DESEMPENHO Valores de Isolação sonora e Classe de resistência ao fogo REFERÊNCIA LARGURA DO LARGURA DA REVESTIMENTO ISOLAÇÃO SONORA CLASSE DE RESISTÊNCIA BLOCO (mm) PAREDE (mm) R w EM db AO FOGO (mín.) ISOLAÇÃO TÉRMICA INTEGRIDADE Hebel (1) Sem revestimento Hebel (1) >100 >100 Sem revestimento 38 a DAU (2) Sem revestimento Xella/Ytong Sem revestimento Revista 100 >100 Com revestimento Téchne (3) DAU (2) Sem revestimento Xella/Ytong Sem revestimento DAU (2) Sem revestimento DAU (2) Com revestimento 42 (-1,-4) - - Xella/Ytong Sem revestimento Referências: 1) Manual Técnico da fabricante australiana Hebel, CSR Hebel Technical Manual, jan/2006. A classe de resistência ao fogo, relativamente à integridade, foi determinada de acordo com norma australiana AS ) DAU (Documento de Adequação ao Uso) 03/012 de 7 de novembro de 2003, da fabricante francesa Xella Thermopierre SA. 3) Revista Téchne, artigo A qualidade acústica dos edifícios e a contribuição das paredes de gesso acartonado, Editora PINI, pág. 69. Segundo a revista Téchne, edição 107, na matéria Painéis Termoisolantes apresentada à pág. 26, a condutividade térmica do concreto celular autoclavado é de 0,1032 kcal/h x m x ºC, sem definição de densidade. Conforme o DAU 03/012, os valores abaixo dizem respeito ao BCCA de 200 mm de largura, sem especificação se é para uso em alvenaria de vedação ou estrutural. BCCA de 200 mm de largura DENSIDADE (kg/m³) COEFICIENTE DE CONDUTIVIDADE COEFICIENTE DE DILATAÇÃO MÓDULO DE ELASTICIDADE A TÉRMICA (W/m x K) TÉRMICA (K -1 ) COMPRESSÃO (MPa) 400 0,120 8x ,165 8x Referência: DAU (Documento de Adequação ao Uso) 03/012 de 7 de novembro de 2003, da fabricante francesa Xella Thermopierre S.A. Ainda de acordo com o DAU 03/012, os BCCA empregados em alvenarias externas terão de ser revestidos para proteção em relação à água de chuva. Conforme o Boletim Técnico BT/PCC/161, Método construtivo de alvenaria de vedação de blocos de concreto celular autoclavado, da Escola Politécnica da USP, 1996, de Marienne do Rocio de Mello Maron da Costa e Luiz Sérgio Franco, a fixação de cargas suspensas nas paredes de alvenaria de BCCA deve ser executada com o auxílio de buchas especiais. A colocação direta de pregos ou de parafusos com buchas comuns não permite a estabilidade das cargas suspensas, devido às características de porosidade (que determina baixa aderência com o metal) e baixa resistência às cargas concentradas do concreto celular autoclavado. Em consonância com informações de fabricante nacional, são normalmente utilizadas buchas tipo S8 e parafusos de rosca soberba parcial com dimensões de 6 x 60 mm, em furo de 8 mm. Tais fixações, entretanto, variam em função do tipo de carga a ser aplicada nas paredes de BCCA sem função estrutural, sendo necessário, portanto, consultar um fabricante para que ele verifique a necessidade de cada projeto. Vida útil de projeto As alvenarias externas e internas, bem como seus componentes constituintes, devem manter sua funcionabilidade durante toda a vida útil de projeto, desde que sejam respeitadas as condições de uso conforme previsto em projeto e submetidas a manutenções periódicas e conservação especificada pelos respectivos fornecedores. No caso de paredes expostas às intempéries, devem ser limitados os deslocamentos, fissurações e falhas, inclusive nos seus revestimentos, como conseqüência da exposição ao calor e resfriamentos periódicos. As manutenções preventivas e as de caráter corretivo, que visam não permitir o progresso de pequenas falhas, que poderiam resultar em extensas patologias, devem ser realizadas de acordo com o Manual de Operação, Uso e Manutenção fornecido pelo incorporador e/ou construtora. O Projeto de Norma 02: /1 de 15 de maio de 2006, Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos Desempenho, Parte 1: Requisitos gerais, Anexo E, indica o valor mínimo de 15 anos para a vida útil de projeto de paredes de vedação. Ainda conforme a publicação acima mencionada, as alvenarias de vedação têm prazo de garantia mínimo de cinco anos no que diz respeito à segurança e integridade. Os BCCA para vedação, conforme o DAU 03/012, deterioram-se na presença de ácidos ou soluções ácidas de sais, como cloretos ou sulfatos, e as concentrações máximas admitidas são de 600 mg/l no caso de águas e mg/kg no caso de solos. Entretanto, os BCCA para vedação são resistentes a soluções alcalinas.

5 SERVIÇO ETAPAS DO SERVIÇO A execução divide-se nas seguintes fases > Locação da alvenaria > Locação e execução da 1 a e 2 a fiadas > Elevação das paredes > Juntas de controle > Vergas e contravergas > Cintas de amarração (eventualmente) Alvenaria sem função estrutural com blocos de concreto celular autoclavados DEFINIÇÃO Execução de alvenaria sem função estrutural com blocos de concreto celular autoclavados. ESPECIFICAÇÃO DOS PRODUTOS Blocos, argamassa de assentamento e telas metálicas de ligação ou ferros cabelo. DADOS DE PROJETO Para atender às necessidades da produção, o projeto de alvenaria deve contemplar: > Plantas de locação da primeira e segunda fiada. > Elevação (paginação) das paredes, contendo blocos inteiros e cortados, singularidades, embutimento de instalações e vãos ou aberturas. > Características das juntas entre blocos. > Detalhes típicos de cintas, vergas e contravergas com respectivas armaduras. > Detalhes típicos das interfaces entre alvenaria e estrutura. > Juntas de controle ou de movimentação (importantes no caso de BCCA estruturais, em razão de movimentação higroscópica). > Especificação do bloco, da argamassa de assentamento e dos produtos responsáveis pela interface alvenaria x estrutura. DIRETRIZES PARA EXECUÇÃO DO SERVIÇO > A elevação da alvenaria pode ocorrer após a execução da estrutura de pelo menos quatro pavimentos (livres de escoramentos). > O início da alvenaria pode se dar do 4 o pavimento para o 1 o pavimento, sem que se faça a fixação da alvenaria à viga. > Os procedimentos se repetem até que se tenha 50% de toda a alvenaria executada e a incorporação de toda a carga permanente possível, como contrapisos. Nesse momento, podese iniciar a fixação desta à estrutura. A alvenaria só será fixada após 14 dias de sua execução. > No último pavimento, a fixação da alvenaria à estrutura poderá ocorrer após 30 dias da elevação da parede, desde que o telhado e o isolamento térmico já tenham sido executados. > Em paredes com mais de 10,00 m, dividir o vão com inclusão de pilarete. > No caso de paredes com alturas superiores a 4,50 m, dividir o vão com a utilização de cinta de concreto armado. > Quando do encontro de paredes com BCCA e paredes de tijolos de barro, deve-se utilizar vergalhões de aço engastados à alvenaria de tijolos de barro a cada duas fiadas de blocos de concreto celular autoclavado. > Caso as paredes com BCCA sejam amarradas às paredes com blocos de concreto, deve-se recorrer ao uso de vergalhões de aço engastados na alvenaria de blocos de concreto a cada duas fiadas. > Quando do encontro de paredes com BCCA e elementos de concreto, sugere-se que seja aplicado chapisco com antecedência mínima de 8 horas para posterior assentamento com argamassa. Referências: 1) Diretrizes para o projeto de alvenarias de vedação, dissertação de mestrado de Margarete Maria de Araújo Silva, Epusp, São Paulo, ) NBR de maio de ) NBR de maio de INTERFACE ALVENARIA X PILAR Em geral são empregados ferros cabelo, constituídos de barras de aço ou telas metálicas fixadas com pinos ou parafusos. No caso de panos de alvenaria relativamente grandes ou consideravelmente deformáveis, a colocação de ferros cabelo não conseguirá impedir o destacamento das paredes junto aos pilares. Nesses casos, recomenda-se o uso de tela metálica na argamassa de revestimento ou o uso de selantes elastoméricos nas juntas. Para mais detalhes, consulte as NBR e NBR

6 JUNTAS DE CONTROLE OU MOVIMENTAÇÃO Conforme a NBR , as juntas de movimentação devem ser previstas sempre que o comprimento da parede de BCCA exceder 6 m, e a espessura dessas juntas pode variar de 10 a 12 mm. Para tanto, pode-se utilizar um conector (vergalhão de aço) reto, liso e com diâmetro de 4 mm a 5 mm, posicionado paralelamente ao eixo da alvenaria, nas juntas horizontais ímpares, a partir da terceira, sendo a primeira a de marcação. O conector deve transpassar 30 cm para cada lado da junta e ser envolvido com material que evite o atrito com a argamassa de assentamento. FORMA DE PRESTAÇÃO DO SERVIÇO (GARANTIAS) Quando a execução é conduzida diretamente pela empresa construtora, com mão-de-obra própria ou terceirizada, contratando-se também o projeto de produção e especificando-se os materiais, normalmente a responsabilidade técnica é compartilhada com a empresa projetista. Nessa situação, a empresa construtora define e gerencia os fornecedores de mão-de-obra, o processo de produção, o controle da qualidade dos serviços e a administração dos materiais (especificação, negociação, compra e perdas). Por outro lado, quando a empresa construtora contrata outra empresa especializada, que comercializa o pacote de serviço, pode incluir no contrato o fornecimento de materiais (blocos, argamassa, acessórios) e mão-de-obra para o serviço de alvenaria, além da: > Definição do sistema a ser adotado, incluindo especificação de materiais, equipamentos e métodos construtivos para a execução dos serviços; > Administração dos materiais fornecidos, com levantamentos quantitativos, elaboração de pedidos, recebimento e controle das perdas; > Projeto de produção com planta de 1 a fiada e elevações das paredes; > Equipamentos de execução, carrinhos de transporte e EPIs; > Gestão dos serviços, com elaboração de cronogramas detalhados, planejamento do canteiro e proposição de soluções logísticas para o serviço. A mão-de-obra para execução da alvenaria deve contemplar também transporte horizontal e vertical dos materiais, dosagem dos materiais para argamassa e confecção das vergas e contravergas, além da própria alvenaria. Na contratação de empresas especializadas pode ser exigida a ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) para os serviços executados, incluindo o fornecimento de materiais. Pode ser feita retenção, em geral de 5%, de cada medição, a ser paga posteriormente, normalmente 90 dias após a conclusão de todos os serviços contratados. O valor poderá ser usado para eventuais correções de falhas verificadas ou até mesmo para alguma despesa administrativa não paga e de responsabilidade do empreiteiro como impostos, encargos sociais e possíveis causas trabalhistas. Em qualquer dos casos é importante que a construtora aplique a sua metodologia de controle na aceitação dos serviços, antes de efetuar a liberação do pagamento, pois que muitas construtoras já dispõem de fichas de verificação de serviços incluindo os itens a serem conferidos, ferramentas de verificação e tolerâncias, como: > Desvios ou tolerâncias para marcação, prumo, nível e alinhamento; > Desvios de espessura incluindo revestimento; > Acabamento de juntas no caso de alvenaria aparente; > Verificação do preenchimento das juntas entre blocos; > Verificação de vergas e contravergas; > Verificação dimensional do posicionamento de singularidades como tomadas, interruptores, papeleiras etc. FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO > Gambiarra para iluminação > Andaime metálico ou de madeira > Betoneira ou argamassadeira > Bisnaga aplicadora ou colher especial (concha dentada) aplicadora de argamassa de assentamento > Brocha ou trincha > Caixa ou caixote para argamassa (argamassadeira manual) > Carrinho de mão ou jerica > Colher de pedreiro > Desempenadeira de aço dentada > Escada de sete degraus > Escantilhão > Esquadros de 45º e 90º > Fio de prumo > Gabarito para vão de porta (opcional) > Lápis de carpinteiro e giz de cera > Linha de náilon > Martelo de borracha > Nível de bolha > Nível de mangueira > Nível laser (opcional) > Rasgador > Régua de alumínio de 2 m > Rolo de espuma > Serrote > Trena metálica de 3, 5 e 20 m Normas técnicas diretamente relacionadas NÚMERO DATA DA ÚLTIMA DESCRIÇÃO DA NORMA TIPO DE NORMA DA NORMA ATUALIZAÇÃO NBR mai/03 Blocos de concreto celular autoclavado Execução de alvenaria sem função estrutural - Parte 1: Procedimento com argamassa colante industrializada Procedimento NBR mai/03 Bloco de concreto celular autoclavado - Execução de alvenaria sem função estrutural - Parte 2: Procedimento com argamassa convencional Procedimento

7 RELAÇÃO DE EPIs UTILIZADOS > Bota de segurança com bico de aço > Capacete de segurança > Cinto de segurança com trava-quedas (preso em cabo de aço ou corda de segurança auxiliar) > Luva de proteção (vinílica, de raspa) > Óculos de segurança > Protetor auricular FORMA DE PAGAMENTO Em geral, os pagamentos ou medições são feitos considerando-se a quantidade de serviço concluído por área de alvenaria. Dependendo do caso, a medição pode ser feita considerando a área de alvenaria executada no andar ou no meio-andar, em função das dimensões da obra e quantidades de serviço. As medições normalmente são feitas quinzenalmente, uma no início do mês (em torno do dia 5) e outra no final do mês (em torno do dia 20). No caso de empresa que comercializa o pacote de serviço, incluindo fornecimento de materiais e mão-de-obra, a contratação é feita normalmente em regime de preços unitários. As medições são realizadas quinzenalmente e o pagamento é feito segundo a quantidade de serviço executado no período, conforme os critérios de medição definidos na contratação. PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA O livro NR-18 Manual de Aplicação, de abril de 1999, escrito por José Carlos de Arruda Sampaio e publicado pela Editora PINI, caracteriza o trabalho de alvenaria como um serviço de cuidados simples no que diz respeito ao uso de ferramentas. O início dos serviços de assentamento dos blocos deve ocorrer após a instalação de proteções em todas as aberturas de pisos, paredes e fachadas, evitando, dessa forma, a queda de pessoas ou materiais. Nas bordas das lajes ou nas aberturas de piso faz-se necessária a instalação de proteções coletivas, como guarda-corpos, plataformas etc. e os operários devem utilizar sempre cintos de segurança. O uso de EPIs se faz necessário quando forem executados os seguintes serviços: > Aplicação de chapisco: utilização de óculos de segurança; > Preparo da argamassa e assentamento dos blocos: uso de luvas impermeáveis; > Trabalhos em alturas superiores a 2,00 m: é necessário o uso do cinturão de segurança tipo pára-quedista. No que diz respeito ao armazenamento de materiais, esse deverá ser feito de forma a não obstruir as passagens e acessos. Quando do içamento dos blocos, esse poderá ser feito por meio de gruas ou guinchos, no caso de materiais paletizados, ou por meio de elevadores de materiais. Em qualquer situação, a carga máxima suportada pelo equipamento tem de ser respeitada, além de serem tomadas todas as cautelas necessárias para que não haja queda de materiais. Além dos já citados, veja uma relação dos equipamentos de proteção coletiva necessários à execução do serviço: > Bandejas primárias e secundárias > Cancelas para bloqueio de circulação > Tela de proteção para fachadas > Telas de proteção do andar ÁGUA E ENERGIA Não é comum a apropriação do consumo de água e energia elétrica. Entretanto, é importante a verificação do perfil de consumo para cada obra ou serviço, do ponto de vista da sustentabilidade da construção. MANUTENÇÃO Conforme DAU 03/012, a manutenção do sistema concentra-se fundamentalmente na garantia de estanqueidade à água das paredes e nos elementos de proteção contra água de chuva. Fissuras em revestimentos externos ou paredes externas devem ser reparadas, de modo a evitar a penetração de água de chuva. PREÇOS MÉDIOS DO SERVIÇO Preços de mão-de-obra (R$) DESCRIÇÃO DO SERVIÇO UN EQUIPE TERCEIRIZADA (R$) Alvenaria sem função estrutural com blocos de concreto celular autoclavados, 12,5 x 30 x 60 cm m 2 9,00 4,99 Alvenaria sem função estrutural com blocos de concreto celular autoclavados, 15 x 30 x 60 cm m 2 9,00 5,08 Alvenaria sem função estrutural com blocos de concreto celular autoclavados, 20 x 30 x 60 cm m 2 9,50 5,27 Dados referenciais para São Paulo, data-base dezembro/2006. Taxa de leis sociais para equipe própria é de 126,68%. EQUIPE PRÓPRIA (R$)

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