ELABORADA E DESENVOLVIDA PELO PROFESSOR EDSON DE ALMEIDA

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1 APOSTILA 2015 GEOGRAFIA GERAL ELABORADA E DESENVOLVIDA PELO PROFESSOR EDSON DE ALMEIDA GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

2 ÍNDICE: 1. PLANETA TERRA Movimentos da Terra Estações do Ano Exercícios COORDENADAS GEOGRÁFICAS Fusos Horários do Mundo Exercícios ESCALAS DE UM MAPA Escala Gráfica Escala Numérica As Grandes e Pequenas Escalas Exercícios CURVAS DE NÍVEL Exercícios PLACAS TECTÔNICAS Exercícios DINÂMICA EXTERNA DO RELEVO Causas Naturais da Erosão Erosão Pluvial Erosão Fluvial Causas Humanas Prejuízos ao ser humano Formas de evitar a erosão Exercícios COMO SE FORMAM OS FENÔMENOS METEOROLÓGICOS Tipos de precipitações Massas de Ar Massas de Ar que atuam no Brasil GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

3 7.4. Climogramas do Brasil Trabalho Direcionado Climas Biomas Terrestres Exercícios HIDROSFERA TERRESTRE Terras e Águas Águas Oceânicas Águas Subterrâneas Bacias e redes fluviais Lagos Ciclo da Água Exercícios DADOS POPULACIONAIS População Economicamente Ativa Pirâmides Etárias Distribuição da População no Globo Distribuição da População pelo Espaço Geográfico As Populações Rural e Urbana Idade e sexo da população Etnia do Brasil Exercícios BIBLIOGRAFIA GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

4 1. PLANETA TERRA. O principal objetivo de Apollo não era ciência. Nem era o espaço. Apollo lidava com o confronto ideológico e a guerra nuclear quase sempre descritos por eufemismo como liderança e prestigio nacional. Carl Sagan, astrônomo da NASA. Introdução. A Terra é o terceiro planeta do Sistema Solar em ordem de proximidade do Sol, do qual dista 150 milhões de Km, em média. É uma posição privilegiada, considerados os limites de variação da temperatura, que permitiu o desenvolvimento da vida no planeta. Sua idade é estimada a 5 bilhões de anos, embora as rochas mais antigas encontradas em seu território tenham 3,4 bilhões de anos. A maior parte da superfície, 70% é coberta por águas, sendo que 97% concentradas em mares e oceanos. As águas doces dos rios, lagos e lençóis freáticos representam apenas 3% de toda a massa liquida do planeta. A profundidade média nos oceanos é de m, mas o relevo submarino não é homogêneo, apresenta desde grandes cadeias de montanhas com picos superiores a 3 mil/m. até depressões profundas como as fossas abissais. A maior delas fica nas ilhas das Marianas, no oceano Pacifico, a metros abaixo do nível do mar. As terras firmes, que compõem 30% da superfície, são distribuídas em continentes em continentes e ilhas. Sua altura média é de 840 m., o ponto mais elevado é o pico Everest (Tibet-China), com m. O mais baixo está no Mar Morto (Jordânia - Oriente Médio), distando a 394 metros abaixo no nível do mar Movimentos da Terra. O movimento de Rotação é o movimento da Terra ao redor do seu próprio eixo. Sempre de oeste para leste a aproximadamente 1600 km/h. Parece rápido, mas mesmo nesta velocidade ela gasta cerca de 24 h, ou seja, um dia. Notamos que nosso planeta é achatado nos polos e dilatado na região do Equador, isto ocorre como consequência da mesma rotação. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

5 A Translação é o movimento que a Terra faz ao redor do Sol, ele ocorre a mais de cem mil km/h. este movimento é de grande importância para a Terra. Mesmo nesta velocidade devido ao grande espaço percorrido ele gasta aproximadamente 365 dias e 6 horas. Nosso planeta está girando meio inclinado, conforme podemos observar: Ilustração que mostra uma Translação terrestre em volta do Sol, na parte da direita da figura o afélio, a Terra fica a 152 milhões de km do Sol, já no periélio a Terra fica a 147 milhões de km do Sol Estações do Ano. Embora não se manifestem em todas as partes do globo da mesma maneira, são quatro: primavera, verão, outono e inverno e são regidas pelo equinócio e pelo solstício. O eixo de rotação da terra (movimento da terra em torno dela mesma) possui uma posição fixa que está ligeiramente inclinada em 23,5 º em relação ao eixo de translação da terra (movimento da terra em torno do sol). Isto faz com que em determinada época do ano, a luz solar incida com maior intensidade sobre o hemisfério norte e, na outra parte do ano, incida com maior intensidade sobre o hemisfério sul, caracterizando o chamado solstício. Da mesma forma, ocorre que em determinada época, a luz solar incide de maneira igual sobre os dois hemisférios, caracterizando o equinócio. Desta forma, diz-se que é solstício de verão no hemisfério sul quando a luz solar incide com maior intensidade sobre este hemisfério e, ao mesmo tempo, que é solstício de inverno no hemisfério norte, por causa da menor incidência de luz solar neste hemisfério. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

6 Desta forma, podemos dizer que o equinócio é um estágio intermediário entre o solstício de verão e o de inverno em determinado hemisfério. Ou seja, o equinócio ocorre quando a incidência maior de luz solar se dá exatamente sobre a linha do Equador. Então, diz-se que é equinócio de outono para o hemisfério que está indo do verão para o inverno e equinócio de primavera para o hemisfério que está indo do inverno para o verão. O solstício e o equinócio ocorrem duas vezes por ano, nos dias 22 de dezembro e 22 de junho, no caso do solstício, e nos dias 23 de setembro e 21 de março para o equinócio. O momento exato de um solstício é aquele em que o Sol, visto da Terra, encontra-se o mais distante possível do equador celeste (linha imaginária que marca o céu ao meio como o Equador com a Terra), ou seja, quando ele se encontra a 23,5º para o norte ou para o sul dessa linha. Já o momento exato do equinócio é quando o Sol passa exatamente sobre o equador celeste Podemos dizer, também, que quando é solstício de verão no hemisfério sul, o Sol estará a pino sobre o Trópico de Capricórnio, pois este se encontra exatamente a 23,5º da Linha do Equador e, portanto, receberá incidência direta da luz solar. Ou o contrário, quando for solstício de verão no hemisfério norte, o Sol estará a pino sobre o Trópico de Câncer. No equinócio, o Sol estará a pino sempre sobre as regiões localizadas próximas a Linha do Equador. Da mesma forma, podemos dizer que, nas regiões polares, o Círculo Polar Ártico delimita a região que não receberá Sol durante o solstício de inverno no hemisfério norte. Da mesma forma que o Círculo Polar Antártico, delimita a região que não receberá sol durante o solstício de inverno no Hemisfério Sul Exercícios. 1. Diferencie a Rotação da Translação. 2. Como está distribuída a água no Planeta? 3. Como podemos definir o solstício? 4. Explique como e quando ocorre o equinócio nos hemisférios. 5. Explique como é o dia e o ano terrestre. 6. Quais são as funções da Linha do Equador? 7. Qual a divisão que os Círculos Polares determinam no Planeta Terra? GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

7 2. COORDENADAS GEOGRÁFICAS. Meridianos Coordenadas Geográficas são linhas imaginárias que cortam o planeta Terra nos sentidos horizontal e vertical, servindo para a localização de qualquer ponto na superfície terrestre. A distância das coordenadas geográficas são medidas em graus, minutos e segundos. Um grau corresponde a 60 minutos, e um minuto corresponde a 60 segundos. Dessa maneira, temos dois tipos de coordenadas geográficas: Latitude: São as linhas que tracejam a Terra no sentido horizontal, também conhecidas como paralelas. O círculo máximo da esfera terrestre, na horizontal, é chamado de Equador. O Equador corresponde à latitude 0, dividindo o planeta em hemisférios Norte e Sul. As latitudes variam de 0 a 90, tanto ao Norte quanto ao Sul. A latitude, além de servir para localização geográfica, é uma variável importante para estudar os tipos de clima da Terra, pois a incidência de raios solares no planeta é maior nos lugares com latitudes menores, isto é, mais próximas à linha do Equador. Longitude: São as coordenadas geográficas que cortam a Terra no sentido vertical, também conhecidas como Meridianos. A distância das longitudes varia de 0 a 180, nos sentidos Leste e Oeste. Como padronização internacional, adotou-se o Meridiano de Greenwich como ponto de partida, a longitude de 0. Assim, tal meridiano divide a Terra em Ocidental (a Oeste) e Oriental (a leste). Foi a partir das longitudes que se criaram os fusos horários. Todos os meridianos se encontram e se cruzam nos polos Norte e Sul. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

8 2.1. Os Fusos Horários do Mundo. Em 1884, foi realizado a Conferência do Greenwich (Inglaterra), isso decorreu pelo crescimento da industrialização no Reino Unido e no restante da Europa Ocidental. Com isso, foi definido: - A Terra possui 360 em sua Translação, ou seja, em torno do Sol e 24 h dura um dia, que condiz a sua Rotação. Então os fusos horários foram definidos para uma melhor adequação nos negócios (venda e compra) de produtos e ocorreu também o desenvolvimento dos bancos pela Europa. Assim os fusos horários foram definidos, como o mapa abaixo: 2.2. Exercícios. 1. Quais são as funções dos paralelos? 2. Quais são as funções dos meridianos? 3. Cite as características das longitudes e das latitudes. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

9 4. Relate as características das coordenadas geográficas. 5. Nosso país possui três fusos horários, o horário do Distrito Federal é de -3 h ao GMT, ou seja, 45 de longitude a ocidente. Com isso dê os respectivos horários abaixo, sendo que no DF são 15 h: a) 105 Ocidente b) 120 Oriente c) 180 Ocidente d) 120 Ocidente e) 90 Oriente f) 30 Oriente g) 45 Ocidente h) 135 Ocidente i) 0 GMT j) 165 Oriente 3. ESCALAS DE UM MAPA. O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. É fácil reconhecer um mapa do Brasil, por exemplo, independente do tamanho em que ele é apresentado, pois a sua confecção obedeceu a determinada escala, que mantém a sua forma. A escala cartográfica estabelece, portanto, uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade. As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica Escala gráfica A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. Observe: De acordo com este exemplo cada segmento de 1cm é equivalente a 3 km no terreno, 2 cm a 6 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 3,5 cm, a distância real entre elas será de 3,5 X 3, ou 10,5 km (dez quilômetros e meio). A escala gráfica apresenta a vantagem de estabelecer direta e visualmente a relação de proporção existente entre as distâncias do mapa e do território Escala numérica A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: (1 por ). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

10 Na escala numérica as unidades, tanto do numerador como do denominador, são indicadas em cm. O numerador é sempre 1 e indica o valor de 1cm no mapa. O denominador é a unidade variável e indica o valor em cm correspondente no território. No caso da escala exemplificada (1: ), 1cm no mapa representa cm no terreno, ou 3 km. Trata-se portanto da representação numérica da mesma escala gráfica apresentada anteriormente. Caso o mapa seja confeccionado na escala 1 300, cada 1cm no mapa representa 300 cm ou 3 m. Para fazer estas transformações é necessário aplicar a escala métrica decimal: Aplicação da escala A escala (E) de um mapa é a relação entre a distância no mapa (d) e a distância real (D). Isto é: As questões que envolvem o uso da escala estão geralmente relacionadas a três situações: a. Calcular a distância real entre dois pontos, separados por 5 cm (d), num mapa de escala (E) 1: b. Calcular a distância no mapa (d) de escala (E) 1: entre dois pontos situados a 15 km de distância (D) um do outro. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

11 c. Calcular a escala (E), sabendo-se que a distância entre dois pontos no mapa (d) de 5 cm representa a distância real (D) de 15 km Grande e pequena escala Para a elaboração de mapas de superfícies muito extensas é necessário que sejam utilizadas escalas que reduzam muito os elementos representados. Esses mapas não apresentam detalhes e são elaborados em pequena escala. Portanto, quanto maior o denominador da escala, maior é a redução aplicada para a sua elaboração e menor será a escala. As escalas grandes são aqueles que reduzem menos o espaço representado pelo mapa e, por essa razão, é possível um maior detalhamento dos elementos existentes. Por isso, são aquelas cujo denominador é menor. As escalas maiores normalmente são denominadas de plantas que podem ser utilizadas num projeto arquitetônico ou para representar uma cidade. De acordo com os exemplos já citados a escala 1: 300 é maior do que a escala 1: A escolha da escala é fundamental ao propósito do mapa e ao tipo de informação que se pretende destacar. Numa pequena escala o mais importante é representar as estruturas básicas dos elementos representados e não a exatidão de seu posicionamento ou os detalhes que apresentam. Aliás, o detalhamento neste tipo de mapa compromete a sua qualidade e dificulta a sua leitura. Numa grande escala, como plantas de uma casa ou de uma cidade, existe uma maior preocupação com os detalhes, mas assim mesmo as informações devem ser selecionadas para atender apenas o objetivo pelo qual foram elaboradas Exercícios. 1. Por que as escalas de menor raio possuem maiores detalhes? 2. Quais são as funções das escalas de grande porte? 3. Transforme as escalas numéricas em escalas gráficas. a) 1: b) 1: c) 1: d) 1: e) 1: f) 1: g) 1: h) 1: i) 1: 100 j) 1: GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

12 4. CURVAS DE NÍVEL. As curvas de nível são linhas que unem pontos de mesma altitude, facilitando a representação do relevo. Quando essas curvas representam um relevo abrupto (descida forte - declivoso), elas se apresentam muito próximas umas das outras; quando representam um relevo suave, aparecem mais distantes. As curvas de nível, como o próprio nome sugere, são linhas projetadas verticalmente sobre a carta, resultantes da intersecção de planos horizontais que cortam o relevo terrestre, a partir da superfície da referência (nível zero) e em altitudes equidistantes. Lembrando que a legislação ambiental brasileira proíbe o desmatamento e plantio em terrenos com declividade maior que 45 por se tratar de Áreas de Preservação Permanente (APP), devido a alta tendência a erosão, o plantio em curvas de nível é uma técnica que visa diminuir a velocidade da enxurrada (arraste) e aumentar a infiltração da água no solo para, com isso, evitar que aconteçam erosões. Figura 1: Veja que nesta ilustração os pontos mais próximos indicam que o local é mais íngreme e as linhas mais distantes equivalem às áreas com menor declividade, nessa base agricultores plantam em regiões menos declivosas, ou seja, assim evitam a erosão e a perda do solo, bem como futuras multas, devido ao desgaste do solo que poderá ocorrer em regiões com grandes descidas. Figura 2: sedimentos. Mostra uma área declivosa a esquerda, bem como um rio centro, sendo que a direita o início de uma área íngreme. Nessa área demarcada há uma grande probabilidade de ocorrer erosões se haver desmatamento na borda do rio proveniente de enxurradas e lavagem de solo. Observe que as duas áreas que possui um aclive forte estão próximas e o rio com grandes curvas indicam que o mesmo é antigo geologicamente, com grande acumulo de GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

13 4.1. Exercícios: 1. Por que as curvas de nível são importantes no manejo do solo? 2. Cite os pontos positivos e negativos de uma curva de nível, respectivamente. 3. Como se constrói uma curva de nível? 4. Faça em seu caderno as respectivas representações de curva de nível. a) de 10 em 10 m equivalendo a 100 m. b) de 20 em 20 m equivalendo a 160 m. c) dois morros com uma curva de nível entre 15 m a 15 m e uma área rebaixada no meio. 5. PLACAS TECTÔNICAS E A DERIVA CONTINENTAL. Quando os pesquisadores do século 19 e início do século passado observavam as diferentes formas de relevo, perguntavam-se por que alguns lugares possuíam montanhas elevadas com picos pontiagudos, outros eram montanhas arredondadas e outros eram planícies (áreas amplas e planas, geralmente muito baixas). Para tentar explicar a questão, chegaram a propor que a Terra estava se expandindo (crescendo como um pão de queijo ou um bolo no forno) e conforme se expandia apareciam essas diferenças de altitude e formas da superfície (essas desigualdades são chamadas de relevo). Outros pesquisadores pensavam que a Terra estaria se encolhendo como uma ameixa que seca e ao encolher apareceriam às montanhas e depressões. Então o pesquisador Alfred Wegener elaborou a teoria da deriva continental. foi confirmada com o surgimento da teoria de movimento das placas tectônicas. A teoria da Tectônica de Placas afirma que o planeta Terra é dividido em várias placas tectônicas (como uma bola de capotão, mas com gomos irregulares e de diferentes tamanhos) que se movimentam, pois estão flutuando sobre o magma (como a lava vulcânica derretida que sai dos vulcões). Ao se movimentarem, formam as montanhas mais recentes (dobramentos modernos), fossas oceânicas, atividade vulcânica, terremotos cordilheiras meso-oceânicas, tsunamis, etc. A Terra é formada por várias camadas, as três principais são: núcleo, manto e crosta. Existem várias subdivisões, algumas aparecem na figura abaixo: GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

14 Camadas da Terra A crosta é a camada superficial da Terra e é formada, principalmente por silício e alumínio (por isso ela também é chamada de Sial, abreviação dos dois componentes) e o manto é formado principalmente por silício e magnésio (também chamado de Sima) e apresenta subdivisões como a litosfera e a astenosfera; a litosfera faz contato com a crosta e é sólida, enquanto a astenosfera é uma camada de rocha derretida. ou se afastar: Zona de convergência, que resulta na formação de dobramentos modernos e fossas oceânicas. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

15 Zona divergente no centro da figura, que resulta na formação da crista médio-oceânica. Os dois processos vão provocar resultados diferentes na superfície terrestre. Uma grande parte da atividade vulcânica e dos abalos sísmicos mais fortes (terremotos) estão localizados nas bordas das placas tectônicas. Se compararmos os mapas abaixo para relacionar esses fenômenos, perceberemos que os limites das placas tectônicas e a localização dos terremotos e vulcões coincidem e se concentram em volta do oceano Pacífico (por isto esta região é chamada de Círculo de Fogo do Pacífico). PLACAS TECTONICAS NO MUNDO. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

16 5.1. Exercícios. 1. Faça uma relação entre a teoria da deriva continental com a tectônica de placas. 2. Como ocorrem os vulcanismo na Terra? 3. Como se formou o Círculo de Fogo? 4. Diferencie o epicentro de um hipocentro. 5. Por que o Brasil não sofre com os epicentros de um terremoto? 6. Defina o que se pede: a) Limites Convergentes b) Limites Divergentes c) Limites Transformantes 7. Dê as funções positivas da astenosfera para o planeta Terra. 6. DINÂMICA EXTERNA DO RELEVO. A erosão é um processo de deslocamento de terra ou de rochas de uma superfície. A erosão pode ocorrer por ação de fenômenos da natureza ou do ser humano. Veja a ilustração: 6.1.Causas naturais No que se refere às ações da natureza, podemos citar as chuvas como principal causadora da erosão. Ao atingir o solo, em grande quantidade, provoca deslizamentos, infiltrações e mudanças na consistência do terreno. Desta forma, provoca o deslocamento de terra. O vento e a mudança de temperatura também são GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

17 causadores importantes da erosão. Quando um vulcão entra em erupção quase sempre ocorre um processo de erosão, pois a quantidade de terra e rochas deslocadas é grande. A mudança na composição química do solo também pode provocar a erosão Erosão Pluvial: Provém das chuvas que caem na terra e infiltram no solo, podendo ocasionar lavagem do solo, se o local não tiver uma vegetação adequada. Isso significa que quanto maior que, quanto maior a fragilidade e a inclinação dos terrenos atravessados pelas águas pluviais, maior será a ação corrosiva por atrito. O mesmo fato ocorre com a relação à quantidade de chuvas sobre esses terrenos, ou seja: quanto maior o volume, maior o desgaste erosivo provocado pelas águas pluviais. Portanto a ação desse agente na crosta é mais perceptível nos domínios climáticos tropicais e equatoriais Erosão Fluvial: (dos rios), se forma por intermédio da falta de vegetação nas margens dos rios, assim há a formação de ravinas e voçorocas. A lavagem do solo (lixiviação) será inevitável, pois o solo estará nú. Assim, o rio alargará, e blocos de terra cairão pelo leito fluvial, ocorrendo o assoreamento do rio e, consequentemente, haverá a diminuição da profundidade do rio Causas humanas O ser humano pode ser um importante agente provocador das erosões. Ao retirar a cobertura vegetal de um solo, este perde sua consistência, pois a água, que antes era absorvida pelas raízes das árvores e plantas, passa a infiltrar no solo. Esta infiltração pode causar a instabilidade do solo e a erosão. Atividades de mineração, de forma desordenada, também podem provocar erosão. Ao retirar uma grande quantidade de terra de uma jazida de minério, os solos próximos podem perder sua estrutura de sustentação Prejuízos ao ser humano A erosão tem provocado vários problemas para o ser humano. Constantemente, ocorrem deslizamentos de terra em regiões habitadas, principalmente em regiões carentes, provocando o soterramento de casas e mortes de pessoas. Os prejuízos econômicos também são significativos, pois é comum as erosões provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e outras vias de transporte Formas de evitar Não retirar coberturas vegetais de solos, principalmente de regiões montanhosas; Planejar qualquer tipo de construção (rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc) para que não ocorra, no momento ou futuramente, o deslocamento de terra; GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

18 Monitorar as mudanças que ocorrem no solo; Realizar o reflorestamento de áreas devastadas, principalmente em regiões de encosta Exercícios. 1. Justifique a importância da água como regulador de terras erosivas. 2. Diferencie a erosão laminar da superficial. 3. Dê as diferenças entre as erosões de sulcos com as erosões de ravinamento. Cite dois modos de como podemos proteger o solo contra esses malefícios. 4. Diferencie a erosão eólica massiva da eólica seletiva. 5. Relate duas causas de como o homem prejudica o solo. 6. Quais prejuízos econômicos as erosões causam ao homem? 7. Diferencie a erosão natural da antrópica. (feito pelo homem) GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

19 7. COMO SE FORMAM OS FENÔMENOS METEOROLÓGICOS. Este tópico destina-se á partilha de informação sobre as formações de fenômenos meteorológicos e de como são os climas no mundo áreas propícias a certos fenômenos conceitos meteorológicos etc. Tipos de precipitações. Precipitação convectiva. As nuvens de desenvolvimento vertical ou convectivas, Cu e Cb, dão normalmente precipitação sob a forma de aguaceiros. Se o nível de condensação está muito elevado a precipitação evapora-se antes de alcançar o solo, apresentando um aspecto esfriado por debaixo da nuvem. A este tipo de precipitação dá-se o nome de virga. Noutras ocasiões as correntes ascendentes são de modo intensas que as gotas são arrastadas até níveis bastante elevados, muito acima do nível de gelo, Neste caso a precipitação é sólida e chama-se granizo. Precipitação frontal. A precipitação frontal apresenta diversas formas consoantes o tipo de frente a que está associada. Assim, tratando-se de uma frente fria cuja nebulosidade é predominantemente cumuliforme, a precipitação ocorre sob a forma de aguaceiros e chuva forte à passagem da superfície frontal. Numa frente quente, cuja nebulosidade é essencialmente estratiforme, predomina a chuva e o chuvisco. Numa frente oclusa ocorre normalmente a precipitação sob a forma de aguaceiros, chuva e chuvisco, visto o tipo de nebulosidade predominante ser o das frentes quente e fria simultaneamente. Precipitação orográfica. Vimos anteriormente que quando o fluxo de ar encontra no seu caminho um sistema montanhoso, é forçado a subir a barlavento, descendo depois a sotavento. Como consequência, a nebulosidade concentra-se a barlavento, enquanto que a sotavento a descida do ar com o consequente aquecimento, dissipa as nuvens. Assim, as grandes quantidades de precipitação nas regiões montanhosas ocorrem sempre a barlavento. Formação de uma massa de ar - Regiões de origem. Para que uma massa de ar se forme é necessário que o ar fique estacionado durante algum tempo sobre uma região que tenha uma distribuição uniforme de temperatura, de modo a adquirir as suas características. A estas regiões chamam-se regiões de origem das massas de ar. As massas de ar que afetam Portugal têm origem em diversas regiões como sejam: A Sibéria, o Norte do Canadá, o Pólo Norte, o Norte de África e a região dos Açores. Assim, quando um anticiclone estaciona sobre uma destas regiões, e devido aos seus ventos fracos e à sua subsidência (movimento vertical descendente), o ar vai lentamente absorvendo as características termodinâmicas dessa região. Esse processo faz com que o ar fique com uma distribuição uniforme da temperatura e da umidade, quer na horizontal quer na vertical Massas de Ar. Classificação As massas de ar se classificam em três grandes grupos: massas equatoriais, massas tropicais e massas polares. GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

20 Massas Equatoriais: são as massas que se formam nas proximidades do Equador, ou seja, nas áreas de baixas latitudes. São as massas de temperaturas mais elevadas que existem - e apresentam, portanto, baixas pressões em seu interior. A massa equatorial oceânica é, em geral, a massa mais úmida de todas, enquanto a continental, embora muito quente, é um pouco menos úmida. Massas Tropicais: são as que se formam nas proximidades de cada um dos trópicos - Câncer e Capricórnio -, geralmente em latitudes subtropicais, tanto no hemisfério norte como no hemisfério sul. São massas muito quentes, com pressões médias e baixas, sendo a de origem oceânica bem mais úmida que a continental. Massas Polares: são as massas que se formam nas proximidades dos círculos polares ártico e antártico, sempre em latitudes superiores a 50 o. São as massas mais frias que existem e, portanto, são também massas de pressão muito alta. A continental é a mais fria e mais seca de todas, enquanto a marítima, por ser um pouco úmida, não apresenta temperaturas muito baixas Massas de ar que atuam no Brasil O ar atmosférico está sempre em movimento, na forma de massa de ar ou de vento. Se uma massa de ar possui características particulares de temperatura e umidade, torna-se responsável pelo tempo e, portanto, pelo clima de uma área. Dependendo da estação do ano, as massas avançam para o território brasileiro ou dele recuam. Seus avanços ou recuos é que vão determinar o clima. Quando duas ou mais massas de ar de características diferentes se encontram, elas não se misturam. Forma-se entre elas uma zona de transição, que recebe influências das massas envolvidas e que, por isso, se apresenta como uma zona de instabilidade meteorológica. Essa faixa de ar recebe o nome de frente. Quando ocorre o encontro de duas massas quentes, forma-se uma frente quente. Quando há o encontro de duas massas frias, ou de uma fria e uma quente, forma-se um frente fria. No caso do Brasil, destaca-se o fato de que o nosso território recebe a influência de cinco grandes massas de ar, conforme quadro abaixo: Massas Massa Equatorial Atlântica(mEa) Massa Equatorial Continental (mec) Massa Tropical Atlântica (mta) Massa Tropical Características Quente e úmida, dominando a parte litorânea da Amazônia e do Nordeste em alguns momentos do ano, tem seu centro de origem no Oceano Atlântico. Quente e úmida, com centro de origem na parte ocidental da Amazônia, domina a porção noroeste da Amazônia durante quase todo o ano. Quente e úmida, originária do Oceano Atlântico, nas imediações do trópico de Capricórnio, exerce enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil. Quente e seca, se origina na depressão do Chaco e abrange uma área de atuação muito GEOGRAFIA 1º ANO DO ENSINO MÉDIO TÉCNICO

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