Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos"

Transcrição

1 Processos em Engenharia: Introdução a Servomecanismos Prof. Daniel Coutinho Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS Aula 7 p.1/47

2 Sumário Introdução Elementos Básicos Implementação analógica de controladores PID Modelo simplificado de um motor DC Elementos sensores e zona morta Ação de controle derivativa Módulo didático DIGIAC: controle de posição DAS Aula 7 p.2/47

3 Introdução - I Servomecanismos são sistemas de controle destinados a alcançar um comando de quantidade mecânica precisa (posição, orientação, velocidade, aceleração etc.). Um exemplo de aplicação de servo mecanismo é o cabeçote de uma impressora. O sistema eletrônico da impressora controla a posição do cabeçote, fazendo com que essa atinja uma posição definida dependendo da figura a ser impressa, que pode variar de acordo com o que desejamos imprimir, sem previsão. Caso não houvesse um servomecanismo, não garantiríamos uma posição exata de onde o cabeçote está com relação à posição para qual esse foi comandado e nesse caso, não garantiríamos que a impressão ficaria sem distorções. DAS Aula 7 p.3/47

4 Introdução - II DAS Aula 7 p.4/47

5 Elementos Básicos - I Para que o objetivo de um comando variável de quantidade mecânica possa ser atingido, são necessários alguns elementos, sem os quais não podemos ter um servomecanismo. Para garantir o seguimento da posição desejada (referência) são necessários elementos básicos como: 1. Controlador: a partir do sinal de erro (diferença entre a posição desejada e a real), um sinal de comando (controle) é sintetizada de maneira a levar o sistema mecânico a posição desejada. DAS Aula 7 p.5/47

6 Elementos Básicos - II 2. Atuador: deve converter o sinal proveniente do controlador em um movimento mecânico (em geral um motor). 3. Sistema mecânico: conjunto de engrenagens, eixos de translação, molas, etc. 4. Sensor de posição: elemento responsável por re-injetar no controlador, dados que exprimem resultados exatos ou derivados da grandeza/quantidade mecânica controlada (e.g., sensor de posição digital do tipo encoder). DAS Aula 7 p.6/47

7 Elementos Básicos - III Diagrama de um servomecanismo Posição de referência + _ Controlador Atuador (servo motor) Sistema Mecânico Posição Sensor de Posição DAS Aula 7 p.7/47

8 Elementos Básicos - IV Tipos de acionamentos: Acionamentos lineares: aqueles que promovem movimentos sobre um único eixo de forma direta, tais como cilindros pneumáticos, motores lineares e eletroímãs de núcleo móvel. Acionamentos rotativos: aqueles produzidos por motores elétricos (AC e DC). Devido à facilidade de conversão de movimentos e grandezas mecânicas, além da facilidade construtiva, são os motores os elementos mais largamente utilizados como servo-atuadores na indústria. DAS Aula 7 p.8/47

9 Elementos Básicos - V Motor DC: DAS Aula 7 p.9/47

10 Elementos Básicos - VI Motor DC: Um par de escovas inverte o sentido da corrente do rotor parte central girante do motor fazendo com que uma bobina esteja sempre produzindo um torque mecânico devido a força eletromagnética de alinhamento dos campos magnéticos entre o rotor e o estator parte fixa do motor. Motor AC: Com o avanço dos circuitos eletrônicos de acionamento (inversores), os motores AC tem sido utilizados mais recentemente como servo-motores devido a seu baixo custo, robustez e menor manutenção. No entanto, exigem técnicas de controle mais complexas devido a dinâmica não linear do motor AC. DAS Aula 7 p.10/47

11 Controladores Analógicos - I Atualmente, a implementação digital de ações de controle tem dominado o mercado industrial. A implementação analógica de controladores do tipo PID ainda é encontrada em ambientes industriais cujos sistemas de controle ainda não foram modernizados. Além disso, do ponto de vista didático, a implementação analógica de controladores é interessante na complementação dos conhecimentos na área de sistemas de controle. As principais ações de controle podem ser facilmente implementadas em circuitos analógicos com o auxílio de amplificadores operacionais. DAS Aula 7 p.11/47

12 Controladores Analógicos - II O amplificador operacional (AmOp) é um circuito analógico com duas entradas e uma saída caracterizado por: Elevado ganho de tensão em malha aberta (> 10 5 ); Entrada diferencial (+ e ) de elevada impedância Baixa impedância de saída Utilizando um sinal de realimentação é possível definir facilmente a relação entrada saída do circuito. Também, pode-se utilizar várias simplificações para facilitar a análise e síntese de circuitos com AmOps: Corrente e tensão diferencial de entrada nulas DAS Aula 7 p.12/47

13 Controladores Analógicos - III O AmOp é geralmente alimentado por fontes de tensão simétricas (e.g.,±15 V DC ). Representação esquemática: DAS Aula 7 p.13/47

14 Controladores Analógicos - IV Configuração Inversora (configuração fundamental) DAS Aula 7 p.14/47

15 Controladores Analógicos - V Aplicando as aproximações: i e 0 i 1 +i 2 = 0, i 1 (s) = v i(s) z 1 (s), i 2 = v o(s) z 2 (s) v i (s) z 1 (s) + v o(s) z 2 (s) = 0 Relação Entrada-Saída (função de transferência): g(s) = v o(s) v i (s) = z 2(s) z 1 (s) DAS Aula 7 p.15/47

16 Controladores Analógicos - VI Configuração Inversora: 1. As impedâncias z 1 (s) ez 2 (s) consistem de redesrc envolvendo agrupamentos série e paralelo. 2. Sez 1 (s) = R 1 ez 2 (s) = R 2, a configuração inversora é um amplificador de tensão com ganho R 2 R Sez 1 (s) = z 2 (s) = R, a configuração inversora é um inversor de tensão, i.e.,v o = v i. DAS Aula 7 p.16/47

17 Controladores Analógicos - VII Somador: DAS Aula 7 p.17/47

18 Controladores Analógicos - VIII Relações básicas do circuito somador: i e 0 i 11 +i 12 +i 2 = 0 Como: i 11 = v i1(s) z 11 (s), i 12 = v i2(s) z 12 (s), i 2 = v o(s) z 2 (s) Então: v o (s) = 1 z 2 (s) ( vi1 (s) z 11 (s) + v ) i2(s) z 12 (s) DAS Aula 7 p.18/47

19 Ação Proporcional Configuração Básica: Função de transferência: v o (s) v i (s) = K p, K p = R 4 R 3 R 2 R 1 DAS Aula 7 p.19/47

20 Ação Integral Configuração Básica: Função de transferência: v o (s) v i (s) = K i s, K i = R 4 R 3 1 R 1 C 2 DAS Aula 7 p.20/47

21 Ação Proporcional-Integral Configuração Básica: Função de transferência: v o (s) v i (s) = K p + K i s, K p = R 4R 2 R 3 R 1, K i = R 4 R 3 R 1 C 2 DAS Aula 7 p.21/47

22 Ação Proporcional-Derivativa Configuração Básica: Função de transferência: v o (s) v i (s) = K p +K d s, K p = R 4R 2 R 3 R 1, K d = R 4R 2 C 1 R 3 DAS Aula 7 p.22/47

23 Controlador PID Configuração Básica: Função de transferência: v o(s) v i (s) = K p + K i s +K ds K p = R 4(R 1 C 1 +R 2 C 2 ) R 3 R 1 C 2, K i = R 4 R 3 R 1 C 2, K d = R 4R 2 C 1 R 3 DAS Aula 7 p.23/47

24 Modelo Simplificado Motor DC - I O motor DC apresenta um campo magnético fixo (estator) que pode ser proveniente do enrolamento de campo ou ímã permanente. Pelo enrolamento do rotor (armadura) circula uma corrente (através do comutador e escovas) de maneira a produzir um campo magnético defasado do campo magnético do estator. DAS Aula 7 p.24/47

25 Modelo Simplificado Motor DC - II Principais elementos: tensão v(t) e corrente i(t) de armadura; resistência de armadurar e indutância de armadural; força contra eletromotriz (f.c.e.m.) E(t) proporcional a velocidade de rotação; T m torque motor (eletromagnético) que surge devido a força de alinhamento dos campos; f t forças de atrito (e.g., mancais motor e carga); J t momento de inércia total (rotor mais carga acoplada ao eixo). DAS Aula 7 p.25/47

26 Modelo Simplificado Motor DC - III A modelagem completa do motor DC será visto na próxima semana. A seguir será apresentado um modelo matemático simplificado de primeira ordem para o motor DC. Para a obtenção do modelo de primeira ordem é desprezada a dinâmica elétrica do enrolamento de armadura e se supõe que o enrolamento de campo é produzido por um ímã permanente. Nesse caso, a corrente de armadura é dada por: i(t) = v(t) E(t) r, E(t) = k ω Ω(t) (1) DAS Aula 7 p.26/47

27 Modelo Simplificado Motor DC - IV A dinâmica rotacional é dada pela seguinte equação diferencial: J t dω(t) dt +f t Ω(t)+T r (t) = T m (t), T m = k i i(t) (2) onde T r é o torque da carga e k i é a constante de torque. Aplicando a transformada de Laplace e considerando k i = k ω = k, obtém-se a seguinte função de transferência simplificada para o motor: Ω(s) V(s) = g τ m s+1, g = k rf t +k, τ 2 m = J tr rf t +k 2 DAS Aula 7 p.27/47

28 Sensores - I Velocidade: Tacogerador é um gerador elétrico acoplado ao eixo do motor. Posição: 1. o sensor fornece um sinal proporcional a posição linear ou ângulo (resistivo, capacitivo ou indutivo). 2. o sensor fornece uma saída digital que representa a posição (encoder ótico). DAS Aula 7 p.28/47

29 Sensores - II DAS Aula 7 p.29/47

30 Sensores - III DAS Aula 7 p.30/47

31 Zona Morta - I A descontinuidade do tipo zona morta é uma não linearidade presente em grande parte dos servomecanismos. A zona morta é causada principalmente pelas forças de atrito de Coulomb e se acentua com o desgaste natural do sistema mecânico presente no controle de posição. DAS Aula 7 p.31/47

32 Zona Morta - II O atrito estático impede que o rotor do motor gire até que o torque eletromagnético produzido seja suficiente para vencer as forças de atrito. Em outras palavras, a zona morta de um servomecanismo limita a habilidade do motor em responder a pequenas entradas (o motor não gira para pequenos valores da tensão de armadura). A presença da zona morta em um servomecanismo provoca um erro de posição gerando uma grande perda do desempenho se nenhuma técnica de compensação for aplicada. DAS Aula 7 p.32/47

33 Zona Morta - III Comparação de um sistema de controle de posição sem zona morta e com zona morta: DAS Aula 7 p.33/47

34 Zona Morta - IV Para atenuar o efeito da zona morta no controle de posição, o controlador do sistema deve ser projetado de forma adequada. Uma forma simples de diminuir o erro de posição é utilizar um ganho proporcional K > 1 em série: DAS Aula 7 p.34/47

35 Zona Morta - IV A aplicação dessa idéia leva ao seguinte servomecanismo de posição: No entanto, o aumento da ação proporcional pode levar a uma resposta oscilatória devido a diminuição do amortecimento do sistema. DAS Aula 7 p.35/47

36 Ação Derivativa - I Ação Derivativa: K d de(t) dt K d se(s) A ação derivativa é utilizada em conjunto com a açãop ou PI com o objetivo de: tornar a resposta em malha fechada mais rápida diminuir oscilações com o aumento do amortecimento do sistema DAS Aula 7 p.36/47

37 Ação Derivativa - II Para demonstrar a ação derivativa para aumentar o amortecimento do sistema, considere o seguinte sistema em malha fechada: DAS Aula 7 p.37/47

38 Ação Derivativa - III A função de transferência em malha fechada do sistema da figura anterior é dada por: G mf (s) = Kα τs 2 +s+kα Relembrando a resposta de sistemas de 2 a ordem, o amortecimento da resposta é diretamente proporcional a parte real das raízes do polinômio (pólos): s τ s+ Kα τ = 0 Re{pólos} = 1 2τ DAS Aula 7 p.38/47

39 Ação Derivativa - IV A inclusão da ação derivativa na saída do sistema aumenta o amortecimento do sistema: DAS Aula 7 p.39/47

40 Ação Derivativa - V A função de transferência em malha fechada do sistema com a inclusão da ação derivativa na saída é dada por: G mf (s) = Kα τs 2 +(1+K d Kα)s+Kα A parte real dos pólos do sistema acima que caracterizam o amortecimento do sistema são dados por: s K dkα τ s+ Kα τ = 0 Re{pólos} = 1+K dkα 2τ Note que a parte real dos pólos pode ser ajustada através de uma correta escolha de K d. DAS Aula 7 p.40/47

41 Módulo Didático Diac - I Módulo didático DIAC: servomecanismo de posição com controlador analógico, amplificador de potência, gerador de sinais de referência e perturbação, tacogerador e sensor de posição resistivo. DAS Aula 7 p.41/47

42 Módulo Didático Diac - II Processo: motor DC, conjunto de engrenagens de redução (1/4) para o tacogerador, e conjunto de engrenagens de redução para potenciômetro (sensor de posição). DAS Aula 7 p.42/47

43 Módulo Didático Diac - III Amplificador de potência: amplificador operacional (conf. inversora) com capacidade de fornecer corrente para o motor. DAS Aula 7 p.43/47

44 Módulo Didático Diac - IV O módulo possui dois potenciômetros que em conjunto com os sinais de alimentação DC ±14 V DC podem ser utilizados para gerar sinais de referência ou para atenuar sinais provenientes dos sensores. DAS Aula 7 p.44/47

45 Módulo Didático Diac - V Características adicionais: 1. O módulo possui um amplificador operacional adicional para implementar redes de compensação do tipo avanço-atraso. 2. O controlador pode ser implementado diretamente no amplificador de potência ou combinando a ação do amplificador de potência com o amplificador operacional (como ilustrado nos slides 20-23). 3. Existem dois potenciômetros adicionais que podem ser utilizados para modificar o ganho do amplificador de potência e do amplificador operacional. DAS Aula 7 p.45/47

46 Módulo Didático Diac - VI 4. O módulo possui uma chave liga-desliga que pode ser utilizada como uma perturbação (ou para gerar um degrau na referência). 5. O módulo pode ser utilizado para implementar um controle de velocidade ou um controle de posição. 6. Quando operando no modo controle de posição, o sinal de velocidade pode ser utilizado para implementar uma ação derivativa na saída (Ω(s) = sθ(s)). 7. Devido aos desgaste natural do motor e conjunto de engrenagens, a zona morta do motor é bastante elevada ( ±3V DC ). DAS Aula 7 p.46/47

47 Módulo Didático Diac - VII Montagem da aula de demonstração em laboratório. DAS Aula 7 p.47/47

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO LABORATÓRIO DE CONTROLE (PEE/COPPE) RELATÓRIO TÉCNICO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA INTRODUÇÃO AO FUNCIONAMENTO E AO ACIONAMENTO DE MOTORES DC André Euler Torres Orientador:

Leia mais

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas

Leia mais

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor OBJETIVOS: - analisar a resposta transitória a mudanças degrau pelas variações de ganho, pela inclusão de atraso e pelo aumento do momento de inércia;

Leia mais

Técnico em Eletrotécnica

Técnico em Eletrotécnica Técnico em Eletrotécnica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 Em uma corrente elétrica, o deslocamento dos elétrons para produzir a corrente se deve ao seguinte fator: a) fluxo dos elétrons b) forças

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA

RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA RELATÓRIO FINAL: PROJETO DESAFIO CONTROLE DE POSIÇÃO DE UMA VÁLVULA Laboratório de Controle e Automação 1 ( LECI 1 ) Professor: Reinaldo Martinez Palhares Integrantes: Henrique Goseling Araújo, Hugo Montalvão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA - UFSM CENTRO DE TECNOLOGIA - CT DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA E COMPUTAÇÃO - DELC PROJETO REENGE - ENG. ELÉTRICA CADERNO DIDÁTICO DE SISTEMAS DE CONTROLE 1 ELABORAÇÃO:

Leia mais

Motor de Corrente Contínua e Motor Universal

Motor de Corrente Contínua e Motor Universal Capítulo 14 Motor de Corrente Contínua e Motor Universal Objetivos: Entender o princípio de funcionamento Analisar as características operacionais destes motores ONDE EXISTE ESTE TIPO DE ROTOR? ESPIRA

Leia mais

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS 8.1 - Motores de Corrente Contínua 8.2 - Motores de Corrente Alternada 8.3 - Motores Especiais 8.4 - Exercícios Propostos Na natureza a energia se encontra distribuída sob

Leia mais

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO 3.1 Introdução. 3.1.1 Estator e Rotor. As máquinas elétricas girantes normalmente são constituídas por duas partes básicas: o estator e o rotor.

Leia mais

Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B

Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B Laboratório de Conversão Eletromecânica de Energia B Prof a. Katia C. de Almeida 1 Obtenção Experimental dos Parâmetros do Circuito Equivalente do Motor de Indução Monofásico 1.1 Introdução 1.1.1 Motores

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Câmpus Ponta Grossa Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial Jhonathan Junio de Souza Motores de Passo Trabalho apresentado à disciplina

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM SERVO-MECANISMO. Manual de Experiências ED-4400B

SISTEMA DE TREINAMENTO EM SERVO-MECANISMO. Manual de Experiências ED-4400B SISTEMA DE TREINAMENTO EM SERVO-MECANISMO Manual de Experiências ED-4400B ÍNDICE I. INTRODUÇÃO... 02 II. EQUIPAMENTOS AUXILIARES NECESSÁRIOS... 02 III. INFORMAÇÕES GERAIS PARA O USO DO ED-4400B... 02 IV.

Leia mais

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações

Leia mais

Eletromecânicos de Manutenção Industrial

Eletromecânicos de Manutenção Industrial Eletromecânicos de Manutenção Industrial Motor de passo a passo 2013/ 2014 1 Motores passo a passo Os motores de passo são dispositivos eletromecânicos que convertem pulsos elétricos em movimentos mecânicos

Leia mais

GLOSSÁRIO MÁQUINAS ELÉTRICAS

GLOSSÁRIO MÁQUINAS ELÉTRICAS GLOSSÁRIO MÁQUINAS ELÉTRICAS Motor Elétrico: É um tipo de máquina elétrica que converte energia elétrica em energia mecânica quando um grupo de bobinas que conduz corrente é obrigado a girar por um campo

Leia mais

Geradores de Corrente Contínua UNIDADE 2 Prof. Adrielle de Carvalho Santana

Geradores de Corrente Contínua UNIDADE 2 Prof. Adrielle de Carvalho Santana Geradores de Corrente Contínua UNIDADE 2 Prof. Adrielle de Carvalho Santana INTRODUÇÃO Um gerador de corrente continua é uma máquina elétrica capaz de converter energia mecânica em energia elétrica. Também

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO 9: Acionamento de Motores Assíncronos Trifásicos e Monofásicos Objetivo: Verificar alguns tipos de acionamento de motores elétricos de indução trifásicos e monofásicos. Teoria: Os motores elétricos,

Leia mais

Seleção de acionamentos

Seleção de acionamentos ESPECIAL Seleção de acionamentos Augusto Ottoboni Os servo-acionamentos ainda são uma incógnita para muitos profissionais de diferentes segmentos do mercado, trazendo a estes profissionais que se deparam

Leia mais

Como funciona o motor de corrente contínua

Como funciona o motor de corrente contínua Como funciona o motor de corrente contínua Escrito por Newton C. Braga Este artigo é de grande utilidade para todos que utilizam pequenos motores, principalmente os projetistas mecatrônicos. Como o artigo

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Controle do motor de indução

Controle do motor de indução CONTROLE Fundação Universidade DO MOTOR DE Federal de Mato Grosso do Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Controle do motor de indução Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto FAENG Faculdade

Leia mais

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 1 Componente Curricular: Práticas de Acionamentos Eletrônicos PAE 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 OBJETIVO: 1) Efetuar a programação por meio de comandos de parametrização para

Leia mais

CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTOR CC E TACO-GERADOR

CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTOR CC E TACO-GERADOR CONTROLE DE VELOCIDADE DE MOTOR CC E TACO-GERADOR Arthur Rosa, Everton Adriano Mombach e Rafael Bregalda. Instituto Federal de Santa Catarina IFSC Chapecó Santa Catarina Brasil Curso Superior de Engenharia

Leia mais

Introdução. Aplicações

Introdução. Aplicações Motor de Passo Introdução Os motores de passo preenchem um nicho único no mundo dos motores controlados. Estes motores são usualmente empregados em aplicações de medição e de controle. Aplicações Aplicações

Leia mais

Eletrotécnica. Comandos Elétricos

Eletrotécnica. Comandos Elétricos Eletrotécnica Comandos Elétricos Teoria e Aplicações Escola Técnica de Brasília - ETB Prof. Roberto Leal Ligação de Motores 1 Motor Elétrico Transformar energia elétrica em energia mecânica Motores de

Leia mais

Sistemas de Controle (CON) Ações Básicas de Controle e Controle Proporcional

Sistemas de Controle (CON) Ações Básicas de Controle e Controle Proporcional Universidade do Estado de Santa Catarina UDESC Centro de Ciências Tecnológicas CCT Departamento de Engenharia Mecânica DEM Sistemas de Controle (CON) Ações Básicas de Controle e Controle Proporcional Aula

Leia mais

Sistemas Embarcados. Controladores PI, PD e PID

Sistemas Embarcados. Controladores PI, PD e PID Sistemas Embarcados Controladores PI, PD e PID Controladores PI, PD e PID O que são os controladores PI, PD e PID? Aplicações dos controladores Implementação analógica dos controladores Implementação digital

Leia mais

O que é o motor de passo?

O que é o motor de passo? Universidade Federal Fluminense Centro Tecnológico Escola de Engenharia Curso de Engenharia de Telecomunicações Programa de Educação Tutorial Grupo PET-Tele Motor de Passo Autor atual: Felipe Gonçalves

Leia mais

Controle de Sistemas

Controle de Sistemas Controle de Sistemas Introdução aos Sistemas de Controle Renato Dourado Maia Universidade Estadual de Montes Claros Engenharia de Sistemas Uma Pergunta O que é controle? 2/42 A Resposta Vamos entender

Leia mais

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade thinkmotion Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade A criação de bombas de infusão pequenas e portáteis

Leia mais

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE CONTROLE I Experimento 4: ESTUDO DE COMPENSADORES DE FASE COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCENTES: Lucas

Leia mais

Geradores de corrente alternada

Geradores de corrente alternada Geradores de corrente alternada Introdução: A função do gerador elétrico é bastante conhecida, converter energia mecânica em energia elétrica podendo esta ser alternada ou contínua. Um gerador de corrente

Leia mais

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial

Prof. Daniel Hasse. Robótica Industrial Prof. Daniel Hasse Robótica Industrial Aula 02 - Robôs e seus Periféricos Tipos de Sistemas de Controle Volume de Trabalho Dinâmica e Precisão dos Movimentos Sistemas de Acionamentos Garras Tipos de Sistemas

Leia mais

1. Potenciômetros 2. LVDTs 3. RVDTs 4. Resolver (Singlsyn ) 5. Encoders 6. Tacogeradores

1. Potenciômetros 2. LVDTs 3. RVDTs 4. Resolver (Singlsyn ) 5. Encoders 6. Tacogeradores Sensores de Posição e Velocidade 1. Potenciômetros 2. LVDTs 3. RVDTs 4. Resolver (Singlsyn ) 5. Encoders 6. Tacogeradores Potenciômetros FUNCIONAMENTO OBJETIVO Medir movimentos lineares e angulares Resistência

Leia mais

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Cronograma Introdução a Robótica Estrutura e Características Gerais dos Robôs Robôs e seus Periféricos

Leia mais

Eletricidade: acionamento de motores elétricos

Eletricidade: acionamento de motores elétricos Eletricidade: acionamento de motores elétricos A UU L AL A Como se pode converter energia elétrica em energia mecânica? Considere a situação descrita a seguir. Tic-tac, blamp-blump, zuuuummmm... São as

Leia mais

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS Autores : Marina PADILHA, Tiago DEQUIGIOVANI. Identificação autores: Engenharia de Controle e Automação - Bolsista Interno; Orientador IFC - Campus

Leia mais

Sistema de excitação

Sistema de excitação Sistema de excitação Introdução Introdução A função do sistema de excitação é estabelecer a tensão interna do gerador síncrono; Em consequência,o sistema de excitação é responsável não somente pela tensão

Leia mais

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Novembro de 2014 Revisão: A Prof Vander Campos Conhecer os principais conceitos e aplicações dos Servoacionamentos;

Leia mais

Sensores e atuadores (continuação)

Sensores e atuadores (continuação) AULA 05: Sensores e atuadores (continuação) OBJETIVO: Apresentar os sensores e atuadores mais utilizados nos projetos de automação.. A pirâmide de automação Nível 5: Gerenciamento corporativo Nível 3:

Leia mais

Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana

Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana Aplicações dos Geradores CC Atualmente com o uso de inversores de frequência e transformadores, tornou-se fácil a manipulação da Corrente Alternada. Como os geradores

Leia mais

Nota Técnica 003/2010

Nota Técnica 003/2010 Nota Técnica 003/2010 Produto: Crowbar Aplicação: Acionamento da resistência de descarga em motores síncronos Serão discutidos os tópicos a seguir: 1) Conceito de Motores Síncronos 2) Determinação da Resistência

Leia mais

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos

Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Processos em Engenharia: Modelagem Matemática de Sistemas Fluídicos Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa Catarina UFSC DAS 5101

Leia mais

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros

Instrumentos de Medidas Elétricas I Voltímetros, Amperímetros e Ohmímetros nstrumentos de Medidas Elétricas Nesta prática vamos estudar o princípios de funcionamentos de instrumentos de medidas elétrica, em particular, voltímetros, amperímetros e ohmímetros. Sempre que surgir

Leia mais

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS 2.1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é estudar o funcionamento em regime permanente e em regime dinâmico da Máquina Assíncrona Trifásica

Leia mais

Objetivo Geral: - Conhecer as semelhanças e diferenças entre máquinas de corrente contínua e máquinas síncronas.

Objetivo Geral: - Conhecer as semelhanças e diferenças entre máquinas de corrente contínua e máquinas síncronas. ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

MOTORES ELÉTRICOS. Aula 1. Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009. Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1

MOTORES ELÉTRICOS. Aula 1. Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009. Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 MOTORES ELÉTRICOS Aula 1 Técnico em Eletromecânica - Julho de 2009 Prof. Dr. Emerson S. Serafim 1 CONTEÚDO INTRODUÇÃO; 1.1 TIPOS DE MOTORES; 1.2 FATORES DE SELEÇÃO; 1.3 MOTORES DE INDUÇÃO; 1.4 MOTORES

Leia mais

Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA

Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA Motores Síncronos Possuem velocidade fixa e são utilizados para grandes cargas, (em função do seu alto custo que faz com que ele não seja viável para aparelhos menores)

Leia mais

Sensores e Atuadores (2)

Sensores e Atuadores (2) (2) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Atuadores São componentes que convertem energia elétrica, hidráulica ou pneumática em energia mecânica. Através dos sistemas

Leia mais

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES MÓDULO 2 Aula 4 Professor: Ricardo Rizzo MAGNETISMO É uma propriedade muito conhecida dos imãs, de atrair o ferro. Um imã possui dois pólos magnéticos denominados norte

Leia mais

Acionamento de Motores CA

Acionamento de Motores CA Fundação Universidade Federal ACIONAMENTOS de Mato Grosso do CA Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Acionamento de Motores CA Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto Universidade Federal

Leia mais

1088 - INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL. Cópia das transparências sobre: TRANSDUTORES DE POSIÇÃO

1088 - INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL. Cópia das transparências sobre: TRANSDUTORES DE POSIÇÃO 1088 - INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL Cópia das transparências sobre: TRANSDUTORES DE POSIÇÃO Prof. Demarchi Capítulo 4 TRANSDUTORES DE POSIÇÃO 4.1 Potenciômetros Resistivos A resistência de um condutor elétrico

Leia mais

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá

Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Escola de Educação Profissional SENAI Visconde de Mauá Automação Industrial Porto Alegre, Maio de 2014 Revisão: A Prof Vander Campos Conhecer os princípios básicos do inversor de frequência; Saber interpretar

Leia mais

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2011/02 Exemplo Motivador Para uma furação manual o operador usava os olhos, o tato e a contração de seus braços para avaliar a evolução do furo

Leia mais

Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Modelagem no Domínio da Frequência. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Modelagem no Domínio da Frequência Carlos Alexandre Mello 1 Transformada de Laplace O que são Transformadas? Quais as mais comuns: Laplace Fourier Cosseno Wavelet... 2 Transformada de Laplace A transf.

Leia mais

5. Diagramas de blocos

5. Diagramas de blocos 5. Diagramas de blocos Um sistema de controlo pode ser constituído por vários componentes. O diagrama de blocos é uma representação por meio de símbolos das funções desempenhadas por cada componente e

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila.

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Ex. 0) Resolver todos os exercícios do Capítulo 7 (Máquinas

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

S O IC N Â C E etro) M O TR C (taquím LE E S étrico TO N E M A o taquim C C V o Transdutores Transdutores de velocidade: dínam E E T D IP

S O IC N Â C E etro) M O TR C (taquím LE E S étrico TO N E M A o taquim C C V o Transdutores Transdutores de velocidade: dínam E E T D IP Accionamentos Electromecânicos / Selecção de Conversores Carlos Ferreira 1 Para fechar a malha é necessária a utilização de transdutores das variáveis. Conforme a grandeza a controlar assim é o transdutor

Leia mais

Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua

Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua Controle de Velocidade de Motores de Corrente Contínua Há várias maneiras para se controlar a velocidade de motores de corrente contínua. A modulação por largura de pulso ( PWM pulse width modulation )

Leia mais

Motores de Indução ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA

Motores de Indução ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Motores CA Os motores CA são classificados em: -> Motores Síncronos; -> Motores Assíncronos (Motor de Indução) O motor de indução é o motor CA mais usado, por causa de sua

Leia mais

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE CONTROLADORES ELETRÔNICOS BÁSICOS VIA AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

LABORATÓRIO DE CONTROLE I ESTUDO DE CONTROLADORES ELETRÔNICOS BÁSICOS VIA AMPLIFICADORES OPERACIONAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO COLEGIADO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO DE CONTROLE I Experimento 2: ESTUDO DE CONTROLADORES ELETRÔNICOS BÁSICOS VIA AMPLIFICADORES OPERACIONAIS COLEGIADO

Leia mais

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes.

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes. Sensores Fabrício Ramos da Fonseca Introdução aos Sensores Nas plantas automatizadas os sensores são elementos muito importantes. Na nossa vida cotidiana, os sensores estão presentes em várias situações,

Leia mais

6 Conclusões e sugestões para trabalhos futuros

6 Conclusões e sugestões para trabalhos futuros 6 Conclusões e sugestões para trabalhos futuros 6.1. Conclusões Neste trabalho estudou-se um sistema de acompanhamento de alvos do tipo pan-tilt atuado por motores de corrente contínua e fixo em um corpo

Leia mais

Controle de Motores de Indução

Controle de Motores de Indução Controle de Motores de UERJ PROMINP Prof. José Paulo V. S. da Cunha Referência: Bose, B. K., Modern Power Electronics and AC Drives, Upper Saddle River: Prentice Hall PTR, 2001. Seções 5.3, 7.1, 7.2 e

Leia mais

Calibrador Automático de Resolver para Servomotores. César Moura Batagini, Fabrício Fontana Varella, José Ricardo Abalde Guede

Calibrador Automático de Resolver para Servomotores. César Moura Batagini, Fabrício Fontana Varella, José Ricardo Abalde Guede Calibrador Automático de Resolver para Servomotores César Moura Batagini, Fabrício Fontana Varella, José Ricardo Abalde Guede Univap/Feau, Av. Shishima Hifumi, 2911, cmb8_8@hotmail.com, ffvarella@yahoo.com.br,

Leia mais

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios.

Caracterização temporal de circuitos: análise de transientes e regime permanente. Condições iniciais e finais e resolução de exercícios. Conteúdo programático: Elementos armazenadores de energia: capacitores e indutores. Revisão de características técnicas e relações V x I. Caracterização de regime permanente. Caracterização temporal de

Leia mais

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica. Prof.

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica. Prof. DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica Prof.: Hélio Henrique INTRODUÇÃO IFRN - Campus Mossoró 2 MOTORES TRIFÁSICOS CA Os motores

Leia mais

CURSO Eletroeletrônica - DATA / / Eletromagnetismo. Indução eletromagnética

CURSO Eletroeletrônica - DATA / / Eletromagnetismo. Indução eletromagnética 1 de 9 CURSO Eletroeletrônica - DATA / / COMPONENTE ALUNO DOCENTE Eletromagnetismo Prof. Romeu Corradi Júnior [www.corradi.junior.nom.br] RA: Assunto: Resumo com comentários Eletromagnetismo Indução eletromagnética

Leia mais

Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade

Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade Laboratórios de CONTROLO (LEE) 2 o Trabalho Motor DC Controlo de Velocidade Baseado no trabalho Controlo de Velocidade de um motor DC de E. Morgado, F. Garcia e J. Gaspar João Miguel Raposo Sanches 1 o

Leia mais

DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Acionamentos Elétricos. Prof.: Hélio Henrique

DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Acionamentos Elétricos. Prof.: Hélio Henrique DIRETORIA ACADÊMICA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA Disciplina: Máquinas e Acionamentos Elétricos Prof.: Hélio Henrique 2 MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA 2.1 - COMPONENTES DA MÁQUINA CC Fig. 2-1 :

Leia mais

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05 MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05 2 5.1 Introdução Os motores elétricos pertencem a dois grandes grupos: os de corrente contínua e os de corrente alternada. Os motores de indução se enquadram

Leia mais

Sensores de deslocamento

Sensores de deslocamento Instrumentação Industrial - 1 Sensores de deslocamento Introdução Os sensores de deslocamento, de uma maneira geral, são instrumentos usados para medir o movimento de um corpo. Este movimento pode ser

Leia mais

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações

Sensoriamento A UU L AL A. Um problema. Exemplos de aplicações A UU L AL A Sensoriamento Atualmente, é muito comum nos depararmos com situações em que devemos nos preocupar com a segurança pessoal e de nossos bens e propriedades. Daí decorre a necessidade de adquirir

Leia mais

Relatório Final - F809 Construção de um Motor Elétrico Didático de Corrente Contínua

Relatório Final - F809 Construção de um Motor Elétrico Didático de Corrente Contínua Relatório Final - F809 Construção de um Motor Elétrico Didático de Corrente Contínua André Lessa - 008087 Orientador: Pedro Raggio 1 Sumário 1 Introdução 3 2 História 3 3 Teoria 3 3.1 Dipolo Magnético...........................

Leia mais

Sistemas Pneumáticos

Sistemas Pneumáticos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE ENGENHARIAS ENGENHARIA DE PRODUÇÃO AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Sistemas Pneumáticos Gilson PORCIÚNCULA wp.ufpel.edu.br/porciuncula Estrutura de um circuito Pneumático

Leia mais

Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA

Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Alternadores Um gerador é qualquer máquina que transforma energia mecânica em elétrica por meio da indução magnética. Um gerador de corrente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE AUTOMAÇÃO E SISTEMAS FUNDAMENTOS DE CONTROLE CLÁSSICO Sumário I Controle Contínuo Introdução 3. Sistemas de Controle

Leia mais

Professor Mário Henrique Farias Santos dee2mhfs@joinville.udesc.br

Professor Mário Henrique Farias Santos dee2mhfs@joinville.udesc.br Professor Mário Henrique Farias Santos dee2mhfs@joinville.udesc.br Conceitos preliminares Introdução às máquinas CA e CC Força Magnetomotriz (FMM) de enrolamentos concentrados e de enrolamentos distribuídos

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG) Departamento de Ensino de II Grau Coordenação do Curso Técnico de Eletrotécnica e Automação Industrial Disciplina: Prática de Laboratório

Leia mais

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto.

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Encoder Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Resolvers Usado para medição de posição angular. Princípio de funcionamento

Leia mais

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um

Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um Que são sensores? São dispositivos que são sensíveis à um fenômeno físico (luz, temperatura, impedância elétrica etc.) e transmitem um sinal para um dispositivo de medição ou controle. 1 Cite 05 tipos

Leia mais

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

CONHECIMENTO ESPECÍFICO CONHECIMENTO ESPECÍFICO 6. O PID (Proporcional Integral Derivativo) é comumente usado na automação industrial para se encontrar um erro entre a entrada e a saída de um processo qualquer. Nesse processo,

Leia mais

Apostila de Eletromagnetismo

Apostila de Eletromagnetismo Apostila de Eletromagnetismo Um campo magnético não exerce força em uma carga elétrica em repouso; mas é possível experimentalmente verificar que um campo magnético exerce uma força sobre uma da carga

Leia mais

MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos

MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos 1 Classificação 2 3 Estator O estator do motor e também constituido por um núcleo ferromagnético laminado, nas cavas do qual são colocados os enrolamentos alimentados

Leia mais

Automação e Instrumentação

Automação e Instrumentação Instituto Superior de Engenharia de Coimbra Engenharia e Gestão Industrial Automação e Instrumentação Trabalho Prático Nº 3 Acondicionamento do sinal de sensores. Introdução A maior parte dos sensores

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO COM ROTOR GAIOLA DE ESQUILO MONTADO PARA FINS DIDÁTICOS.

CONSTRUÇÃO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO COM ROTOR GAIOLA DE ESQUILO MONTADO PARA FINS DIDÁTICOS. CONSTRUÇÃO DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO COM ROTOR GAIOLA DE ESQUILO MONTADO PARA FINS DIDÁTICOS. Arnaldo Lopes Leite¹, José Vinicius Wunderlich¹, Luiz Roberto Nogueira². UNIVERSIDADE DO VALE DO PARAÍBA

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS O que é um Servomotor? O servomotor é uma máquina síncrona composta por uma parte fixa (o estator) e outra móvel (o rotor). O estator é bombinado como no motor elétrico convencional, porém, apesar de utilizar

Leia mais

Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 -

Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 - T e c n o l o g i a Kit de Máquinas Elétricas Rotativas - XE801 - Os melhores e mais modernos MÓDULOS DIDÁTICOS para um ensino tecnológico de qualidade. INTRODUÇÃO Kit de Máquinas Elétricas Rotativas -

Leia mais

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos

Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos thinkmotion Motores em miniatura proporcionam um grande desempenho para analisadores médicos Os analisadores médicos são elementos fundamentais do setor de diagnósticos médicos. São ferramentas versáteis

Leia mais

Processos em Engenharia: Conceitos de Controle de Processos e Ações de Controle Elementares

Processos em Engenharia: Conceitos de Controle de Processos e Ações de Controle Elementares Processos em Engenharia: Conceitos de Controle de Processos e Ações de Controle Elementares Prof. Daniel Coutinho coutinho@das.ufsc.br Departamento de Automação e Sistemas DAS Universidade Federal de Santa

Leia mais

Máquinas Elétricas e Acionamento

Máquinas Elétricas e Acionamento Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação Máquinas Elétricas e Acionamento uma introdução Edson Bim Sumário 4 Regime Permanente de Máquinas de Corrente Contínua 1 4.1 Estrutura geométrica e aspectos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA

MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA MÁQUINAS DE CORRENTE CONTÍNUA Geradores e motores A máquina é um motor quando transforma energia elétrica em energia mecânica. Quando transforma energia mecânica em energia elétrica, ela é um gerador.

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Comissão Permanente de Concurso Público PR CONCURSO PÚBLICO 23 / MAIO / 2010 ÁREA / SUBÁREA: ELETROTÉCNICA GABARITO MÁQUINAS ELÉTRICAS

Leia mais

SISTEMAS DE CONTROLE II

SISTEMAS DE CONTROLE II SISTEMAS DE CONTROLE II - Algumas situações com desempenho problemático 1) Resposta muito oscilatória 2) Resposta muito lenta 3) Resposta com erro em regime permanente 4) Resposta pouco robusta a perturbações

Leia mais

Aula 19. Modelagem de geradores síncronos trifásicos

Aula 19. Modelagem de geradores síncronos trifásicos Aula 19 Modelagem de geradores síncronos trifásicos Geradores Em problemas de fluxo de potência normalmente são especificadas as tensões desejadas para a operação do gerador e calculadas as injeções de

Leia mais

TECONOLOGIAS EMPREGADAS NO ACIONAMENTO DE ROBÔS MANIPULADORES

TECONOLOGIAS EMPREGADAS NO ACIONAMENTO DE ROBÔS MANIPULADORES TECONOLOGIAS EMPREGADAS NO ACIONAMENTO DE ROBÔS MANIPULADORES 1) MOTORES Motores de passo e servo-motores (com ou sem escovas) têm cada um suas respectivas vantagens e desvantagens. Em geral não existe

Leia mais