UNINGÁ - UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PERIODONTIA MARIA HELENA BORTOLON MENEGOTTO

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1 UNINGÁ - UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PERIODONTIA MARIA HELENA BORTOLON MENEGOTTO CONTROLE MECÂNICO DA PLACA BACTERIANA PASSO FUNDO 2007

2 1 MARIA HELENA BORTOLON MENEGOTTO CONTROLE MECÂNICO DA PLACA BACTERIANA Monografia apresentada à Unidade de Pósgraduação da Faculdade Ingá-UNINGÁ-Passo Fundo-RS como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Periodontia.. Orientadora: Profª. Ms. Marisa Maria Dal Zot Flôres PASSO FUNDO 2007

3 2 MARIA HELENA BORTOLON MENEGOTTO CONTROLE MECÂNICO DA PLACA BACTERIANA Monografia apresentada à comissão julgadora da Unidade de Pós- graduação da Faculdade IngáUNINGÁ-Passo Fundo-RS como requisito parcial para obtenção do título de Especialista em Periodontia.. Aprovada em / / BANCA EXAMINADORA: Profª. Ms. Marisa Maria Dal Zot Flôres Profª. Ms. Lilian Rigo Profª. Ms. Paula Branco

4 3 DEDICATÓRIA Ao meu pai Benvenuto e a minha mãe Jenyr, pelo amor e dignidade com que me ensinaram a viver. Ao meu esposo José Carlos, sempre presente nos momentos importantes da minha vida. Aos meus filhos Arthur e Luiza, que representam a minha realização.

5 4 AGRADECIMENTOS À professora Marisa Flores, Mestre em Periodontia, por sua orientação durante o desenvolvimento deste trabalho, por seus ensinamentos, amizade e incentivo, meu eterno reconhecimento. À professora Dayse, pela amizade e pelos conhecimentos transmitidos com sabedoria e paciência, meus sinceros agradecimentos. À professora Ms. Paula, pela eficiência, confiança e amizade demonstrados, obrigada. Às professoras Lílian e Maria Esthér, pelos conhecimentos transmitidos e dedicação, obrigada. Aos colegas do curso, pela convivência e pela satisfação de ter encontrado amigos, obrigada.

6 5 Sermos o que somos e nos tornarmos o que temos capacidade de nos tornar é o único objetivo da vida. Robert Louis Stevenson

7 6 RESUMO O objetivo deste estudo foi investigar o conhecimento existente sobre o controle mecânico da placa bacteriana e as formas eficientes para sua eliminação da cavidade bucal. Este trabalho foi realizado pelo método de revisão bibliográfica. Nele foram abordadas as técnicas de escovação, sua freqüência, efetividade e pesquisas relacionadas. Abordou-se, também, os tipos de escovas em uso e alguns auxiliares da limpeza interdentária, assim como os danos causados pelos procedimentos de higiene bucal. Foi concluído que existe uma relação positiva entre a presença de microorganismos e a doença inflamatória gengival e, pode-se afirmar, que o bom controle de placa supragengival retarda a formação de cálculo e afeta o crescimento e a composição da placa subgengival, que não há prevalência de um método em relação a outro na eficiência de remoção da placa. Indica-se como sugestão, ao término deste estudo, a realização de mais pesquisas para comprovar maior eficiência da escova elétrica sobre a manual, não esquecendo que as escovas manuais são mais práticas no dia-a-dia e têm um custo mais acessível a uma sociedade de baixo nível sócio econômico. A autora conclue que, para se obter um bom controle de placa, a motivação do profissional da odontologia, a instrução e a reinstrução do paciente, parecem mais importantes do que a escolha da escova ou método de escovação. Palavras-chave: Higiene bucal. Escovação Dentária. Placa Dentária.

8 7 ABSTRACT The purpose of this study was to improve on existent knowledge about bacterial plaque mechanic control and efficient forms for its removal from oral cavity. This work is a bibliography review about tooth brushing techniques. At the same way, it was described researches associated with these techniques, as well as it was made considerations about brushing frequency and effectiveness. It has been described some of the interdental plaque removal assistants. At the end, it was made a detailed description of conventional, one-tuft and brush-wheel toothbrushes, with a brief exposition of damages caused by oral hygiene procedures. Reviewed researches allow concluding that there is a positive relationship between microorganism existence and inflammatory gingival disease. It could be affirmed that a good supra gingival plaque control retards calculus formation and attack sub gingival plaque growing and composition. Detailed research of data-founds allows to confirm that, when effectiveness action on plaque removal is consider, there is no superior tooth brushing method in relation to other. As a suggestion, at the end of this study, it was indicated achievement of more researches to corroborate the brush-wheel superior effectiveness when compared to manual toothbrush. This is a predisposition that needs to be unveiled. Actually, the evidence is that the manual toothbrushes are more practical and cheaper to a low-socialeconomic level as ours. Moreover, it allows concluding that dentistry professionals can transfer oral hygiene instruction and re- instruction to their patients is more important to a good plaque control than toothbrush or brushing methods choice. Key-words: Oral Hygiene. Tooth Brushing. Dental Plaque.

9 8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA A PLACA BACTERIANA Placa Supra e Placa Subgengival Higienização Bucal MÉTODOS DE ESCOVAÇÃO Técnica de Rotação (Técnica de Stillman Modificada) Técnica Vibratória Técnica Circular (Técnica de Fones) Escovação Horizontal Escovação Vertical ESCOVAS DENTAIS A Escova Dental Convencional Escova Unitufo Escovas Elétricas AUXILIARES DA LIM PEZA INTERDENTÁRIA Escova Interproximal Fio Dental Técnica do uso do fio dental segundo Perry (2004) Palitos de Madeira, Plástico e Borracha Outros Recursos Auxiliares FREQÜÊNCIA E EFETIVIDADE DA ESCOVAÇÃO DANOS CAUSADOS PELOS PROCEDIMENTOS DE HIGIENE BUCAL CONCLUSÃO...48 REFERÊNCIAS...49

10 9 1 INTRODUÇÃO Apesar dos investimentos em todas as esferas de governo em programas de saúde bucal, a situação da Saúde Bucal no Brasil é crítica. O Levantamento Nacional de Saúde Bucal concluído em março de 2004 pelo Ministério da Saúde mostra que 13% dos adolescentes nunca foram ao dentista; 20% da população brasileira já perdeu todos os dentes e 45% dos brasileiros não tem acesso regular à escova dental (BRASIL, 2006). Os dados também revelam a carência no atendimento odontológico à população de baixa renda e a ausência de estratégias adequadas na educação em saúde e higiene bucal, embora um crescente número de especialistas na área de saúde pública esteja desenvolvendo estudos com vistas a generalizar o uso de métodos preventivos a custos aceitáveis neste campo. A perda dos dentes, tanto pela cárie dentária quanto pela doença periodontal, tem na placa bacteriana um fator etiológico comum e preponderante. A primeira tendo maior incidência no adolescente e no adulto jovem até 20 ou 25 anos, e a segunda com maior incidência no adulto de meia idade, ou seja, dos 40 anos em diante (LASCALA, MOUSSALLI, 1999). Ao longo dos anos, estudos em humanos e animais têm demonstrado forte relação entre a placa bacteriana e os processos inflamatórios gengivais. Além disso, tem importância decisiva na formação da cárie dentária. Estudos clínicos nos mostram a correlação entre o controle de placa bacteriana e saúde do periodonto (FERRAZ, FERRAZ, 1998; VERNINO, 1998; GENCO, 1999; SCANNAPIECO, LEVINE, 1999; THYLSTRUP, FEJERSKOV, 2001; RAPP, GARCIA, CARDOSO, 2001; RODRIGUES, SERPA, 2001; LANG, MOMBELLI, ATTSTRÖM, 2005). O fator etiológico mais importante das doenças bucais é o fator local, passível de ser controlado e eliminado. Dentre um grande número de fatores locais, a placa bacteriana é aceita, hoje, como a maior responsável pelo desencadeamento do processo inflamatório gengival (LANG, MOMBELLI, ATTSTRÖM, 2005). A negligência por parte do paciente é a principal causa do acúmulo de placa bacteriana. Negligência em retirá-la, em procurar tratamento odontológico, em continuar limpando a placa bacteriana após a terapia periodontal e em dar continuidade à terapia profissional de manutenção: tudo isso contribui para que o processo patológico perdure (VERNINO, 1998).

11 10 Se é necessário o conhecimento do comportamento das doenças bucais, talvez ainda mais necessário deva ser o conhecimento de seu fator etiológico comum e principal, no caso a placa bacteriana, qual seu mecanismo de formação, de que forma pode se realizar o seu controle mecânico, para que se alcance tanto a prevenção quanto a terapia curativa da cárie e da doença periodontal. Sabe-se que há uma correlação positiva entre o grau de higiene oral com inflamações marginais gengivais e freqüência de cárie, portanto, quanto menor a quantidade de placa presente na boca, menor será o risco de instalação de processos inflamatórios gengivais e lesões cariosas. Por outro lado, a ausência de doenças bucais é um acréscimo para a qualidade de vida do indivíduo assumindo vital importância a atuação do profissional de odontologia na cooperação do paciente, motivando-o na busca da saúde bucal. Entendendo-se que o controle mecânico da placa é fator determinante para a prevenção tanto dos processos periodontais quanto das lesões cariosas, o objetivo deste estudo é investigar sobre o controle mecânico da placa bacteriana e as formas eficientes para sua eliminação da cavidade bucal.

12 11 2 REVISÃO DE LITERAURA 2.1 A PLACA BACTERIANA No decorrer da vida, as superfícies do corpo são expostas à colonização por microorganismos. Em geral, a microbiota estabelecida vive em harmonia com o hospedeiro. O processo constante de descamação impede o acúmulo de grande quantidade de microrganismos, no entanto, na cavidade bucal, a não descamação da superfície dura dos dentes favorece o desenvolvimento de depósitos bacterianos consideráveis. O acúmulo e o metabolismo das bactérias sobre as superfícies duras da cavidade bucal são considerados os principais motivos para a presença de cáries, doenças periodontais, infecções periimplantares e estomatites (THYLSTRUP, FEJERSKOV, 2001; LANG, MOMBELLI, ATTSTRÖM, 2005). Os microorganismos não se prendem diretamente à superfície mineralizada do dente, porque os dentes são sempre revestidos por uma película protéica acelular, a película adquirida, que se forma na superfície do dente em questão de minutos ou horas. Os principais constituintes da película adquirida são as glicoproteínas salivares, as fosfoproteínas, os lipídeos e, em menor extensão, os componentes do fluído gengival (THYLSTRUP, FEJERSKOV, 2001). Segundo Scannapieco e Levine (1999), a formação da placa dental pode ser dividida em dois estágios. O primeiro estágio envolve a aderência de bactérias ao dente e, o segundo, o amadurecimento da placa envolve a multiplicação ou o crescimento das bactérias aderentes e a subseqüente sucessão microbiana. A capacidade de aderir às superfícies é uma propriedade geral de quase todas as bactérias. Ela depende de uma série de interações entre a superfície a ser colonizada, a microbiota e o meio ambiente líquido. A massa bacteriana aumenta devido ao crescimento contínuo dos microorganismos que se aderiram, à adesão de novas bactérias e a síntese de polímeros extracelulares. O crescimento e a multiplicação de bactérias variam de acordo com diferentes níveis de oxigênio, enquanto os produtos da dieta dissolvidos na saliva, são fontes importantes de nutrientes para as bactérias na placa supragengival (LANG, MOMBELLI, ATTSTRÖM, 2005).

13 12 Löe e colaboradores em 1965, realizaram o mais citado experimento sobre a placa bacteriana e inflamação gengival, demonstrando que a gengivite é causada pelo acúmulo de placa bacteriana na margem gengival. Esse experimento inicial vem sendo confirmado por sucessivas evidências científicas, as quais alicerçam a convicção de que o agente causal das doenças periodontais inflamatórias é a placa bacteriana e que a resposta do hospedeiro iniciase após vinte e quatro horas sem o controle da mesma. A permanência dessa placa na região próxima à gengiva determinará, aos sete dias, o aparecimento de uma gengivite sub-clínica, que se tornará clinicamente evidente no décimo primeiro dia (FERRAZ, FERRAZ,1998). Perry (2004) e Rapp, Garcia e Cardoso (2001) descrevem o experimento de Löe e colaboradores, que em 1965 demonstraram a relação entre o acúmulo de placa e o desenvolvimento da gengivite experimental em humanos. Durante 21 dias foram suprimidas todas as medidas de higiene bucal, permitido que a placa acumulasse na região cervical dos dentes, o que resultou no desenvolvimento de gengivite em todos os indivíduos entre o 7º e o 21º dia. A composição da massa bacteriana apresentou grande variação, predominando os organismos gram negativos na placa associada com inflamação gengival. Além disso, também ficou demonstrado que a gengivite era reversível. A partir do vigésimo primeiro dia, as medidas de higiene bucal foram reiniciadas, notando-se que a remoção diária da placa dental levou à resolução da inflamação gengival em poucos dias. Por esse experimento, ficou comprovada a relação positiva entre a presença de microorganismos e a doença inflamatória gengival e, também, ficou demonstrado que o bom controle de placa supragengival retarda a formação de cálculo e afeta o crescimento e a composição da placa subgengival Placa Supra e Placa Subgengival As placas dentais microbianas, supra e subgengival, podem ser descritas como agregados de bactérias que se ligam tenazmente aos dentes e à outras superfícies orais, não sendo eliminadas por de jatos de ar, bochechos com água, nem pela mastigação de alimentos duros e fibrosos. Embora elas sejam, primariamente, agregados de células bacterianas, também apresentam algumas células epiteliais e inflamatórias associadas (RODRIGUES, SERPA, 2001). Mais recentemente foi estabelecido que as placas supra e subgengival formam biofilmes, compostos por uma comunidade bacteriana capaz de construir uma estrutura

14 13 complexa de polímeros extra celulares e sistemas circulatórios primitivos. Como os biofilmes contém numerosos ambientes com ph, tensão de oxigênio e composição diferentes, são difíceis de serem eliminados, conseguindo aderir-se, firmemente, à qualquer superfície sólida da cavidade bucal como: esmalte, cemento radicular, dentina, restaurações, implantes, etc. (RODRIGUES, SERPA, 2001). A placa supragengival é composta principalmente por células microbianas, com película interposta entre essas massas e a superfície do dente. As contagens microscópicas totais mostram cerca de 250 milhões de microorganismos por miligrama de peso úmido de placa, que ocupam um volume de, aproximadamente, 1 mm3 de placa. Estima-se que haja mais de 300 espécies bacterianas presentes na placa e, atualmente, é impossível cultivar ou identificar todas elas (GENCO, 1999). Após atingir uma certa espessura, a placa supragengival pode ser observada a olho nu, no período de 1 a 2 dias, nas regiões de onde não é removida intencionalmente ou pelas forças da mastigação. Caracteriza-se por ser um depósito de cor amarelada ou esbranquiçada, mostrando-se mais espessa na altura do terço gengival do dente e nas regiões proximais e pode ser detectada raspando-se a superfície do dente com uma sonda ou raspador. Quando muito esparsa pode ser revelada por meio de evidenciadores, como a eritrosina. A maior quantidade de placa supragengival é encontrada no terço gengival da coroa e nas regiões interproximais, explica-se por serem regiões que não têm auto limpeza natural e de difícil acesso às cerdas da escova, bem protegidas das forças de atrição da mucosa bucal e dos alimentos, favorecendo o acúmulo de bactérias sem nenhum distúrbio (GENCO, 1999). A morfologia da placa supragengival é semelhante em pacientes que sofrem de gengivite e nos que sofrem de periodontite. O tipo de microorganismos encontrados na placa pode variar de um indivíduo para outro, conforme o local da boca, a idade e o próprio tipo de placa. As placas jovens (um a dois dias) são constituídas principalmente por cocos e bastonetes gram-positivos e alguns gram- negativos. Do segundo ao quarto dia de proliferação, se não houver interferência, mudará o tipo e o número de micoorganismos. O número de cocos e bastonetes gram- negativos e o de bacilos fusiformes e organismos filamentosos permanece estável. A partir do quarto ao nono dia, essa população fica ainda mais complexa devido a um número cada vez maior de bactérias móveis (espirilos e espiroquetas). Recentemente demonstrou-se que há diferenças qualitativas na flora microbiana associada à saúde ou à doença periodontal, que espiroquetas e organismos móveis, freqüentemente, causam doenças e, as formas cocóides, não. Estudos feitos com cultura de placa bacteriana mostraram que

15 14 certas bactérias gram- negativas podem ser associadas a tipos específicos de periodontopatias. Por exemplo, a espécie bacteriana Porphyromonas gingivallis tem forte associação com a periodontite, enquanto a espécie Prevotella intermedia foi associada à gengivite da gestação. Actinobacillus actinomycetencomitans e outras cepas de Capnocytophaga estão ligadas à periodontite juvenil. Prevotella intermedia e o gênero Spirochaeta são encontradas em grande número na gengivo-periodontite ulcerativa necrosante aguda (BADEIA, 1980a; VERNINO, 1998; GENCO, 1999; THYLSTRUP, FEJERSKOV, 2001; FERES et al., 2004; LANG, MOMBELLI, ATTSTRÖM, 2005). Se a microflora subgengival tiver sido reduzida com sucesso, a microflora supragengival passará a ser fonte de reinfecção da área subgengival. Portanto o controle adequado da placa bacteriana é um requisito indispensável do sucesso do tratamento e da prevenção da doença periodontal inflamatória. Isto é válido para todos os pacientes mas, principalmente para aqueles que apresentam pouca resistência ao ataque de microorganismos. Esses pacientes devem controlar meticulosamente a placa bacteriana se quiserem deter a doença. Para que o controle da placa seja efetivo, é preciso que o paciente tenha compreensão e motivação, destreza manual e um acesso razoável a todas as superfícies dentárias. A ausência de pelo menos um desses requisitos comprometerá o tratamento (VERNINO, 1998). Cruz e Nogueira Filho (2005) em revisão de literatura analisaram, de forma minuciosa, uma série de estudos que discutiam a relação entre o biofilme supragengival e a formação e manutenção do biofilme subgengival. Alguns deles concluíram que a redução da placa supragengival não foi suficiente para produzir mudanças significativas na composição de placa subgengival de bolsas periodontais profundas, enquanto outros mostraram o contrário. Chamam a atenção para o fato de que os dados divulgados por diversos autores diferem entre si quanto ao efeito do controle de placa supragengival na microbiota subgengival, havendo divergência de opiniões tanto para os parâmetros clínicos como para os microbiológicos. Com base nesses estudos e embora as dúvidas deixadas, Cruz e Nogueira Filho (2005) acreditam que o biofilme subgengival pode sofrer alteração com a remoção mecânica do biofilme supragengival, mesmo em pacientes com doença estabelecida. Igualmente, Feres et al. (2004) referem que existe um número limitado de estudos que examinaram o efeito do controle de placa supragengival na composição microbiana da placa subgengival. Enquanto alguns estudos não encontram efeito, outros sugerem que o cuidado com o controle de placa supragengival diminui a quantidade de placa subgengival ou o número de espécies na microbiota subgengival.

16 15 O efeito do controle de placa supragengival sobre a microflora subgengival e tecidos periodontais, foi estudado por Moreira et al. (2001). Foram selecionados 11 pacientes entre 35 e 60 anos, de ambos os sexos, com pelo menos 20 dentes presentes com diagnóstico de periodontite crônica generalizada e profundidade de sondagem (PS) paciente foram selecionados quatro sítios com PS a 5 mm. Em cada a 5mm para estudo microbiológico. Nos sítios selecionados, a placa supragengival foi removida com cureta periodontal Gracey número 5/6 e descartada. Para cultivo da placa subgengival foram colocados dois cones de papel, número 30 e 35, nos sítios selecionados e deixados em contato durante 15 segundos. Após foram retirados e colocados em um tubo contendo meio de cultura. Os indicadores clínicos como: índice de placa (IP), índice gengival (IG), sangramento a sondagem (SS), profundidade a sondagem (PS) e nível clínico de inserção (NI) foram registrados em toda a boca dos pacientes. A remoção da placa supragengival resultou em diminuição significativa do IP, IG, SS e PS. Com referência ao cultivo, não se observaram diferenças significativas de A actinomycetemcomitans, P gingivallis, Fusobacterium nucleatum e peptoestreptococos no final do período experimental. À medida que um controle estrito de placa supragengival é realizado adequadamente, melhoras clínicas e microbiológicas subgengivais podem ser esperadas. No entanto, o reconhecimento da existência de deficiências metodológicas importantes nos estudos existentes, somado às novas possibilidades de investigação microbiológica, faz da resposta subgengival ao controle de placa bacteriana supragengival, uma questão aberta e que deverá ser melhor investigada, através de estudos mais adequados (GOMES, MARCANTONIO, 2004). Waerhaug (1981) realizou um estudo cuja proposta foi avaliar o efeito da escovação dentária na formação da placa subgengival. O experimento foi realizado com um total de 28 molares, superiores e inferiores em quatro macacos. No dia zero todo depósito supra e subgengival foi removido e, durante o ano seguinte, os dentes do lado esquerdo foram cuidadosamente escovados três vezes por semana, utilizando o método de Bass enquanto o lado direito não foi escovado. As secções histológicas (no sentido vestíbulo-lingual) mostraram que a placa subgengival quase que invariavelmente se desenvolveu nos dentes que não foram escovados. Contudo, mesmo que os dentes escovados estivessem livres de placa subgengival, uma quantidade significativa de infiltração celular permaneceu abaixo da margem gengival. Essas reações inflamatórias foram induzidas pelas cerdas das escovas, as quais penetram 0,9 mm abaixo da gengiva marginal, quando empregado o método de Bass. Isso acontece porque a

17 16 outra alternativa seria a formação de placa subgengival, que ocasionaria mais inflamação e cedo ou tarde perda de inserção gengival. Com isso o autor conclui: com uma eficiente escovação dos dentes, a placa subgengival pode ser prevenida em áreas acessíveis à escova. Contudo, somente a escovação é insuficiente para remover as placas dos espaços interdentais (WAERHAUG, 1981). Ribeiro et al. (2005) realizaram um estudo com o objetivo de avaliar o efeito do controle de placa supragengival sobre os parâmetros clínicos e bioquímicos da periodontite crônica. Foram selecionados 25 pacientes apresentando pelo menos quatro sítios com profundidade de sondagem 5 mm, não fumantes e sem alterações sistêmicas relevantes. A avaliação química e bioquímica foi feita antes e 21 dias após a remoção dos fatores retentivos de placa, exodontia dos dentes condenados e instrução de higiene bucal. Os autores concluíram que o controle de placa supragengival tem efeitos benéficos, principalmente relacionados à redução da inflamação gengival. O estudo de Piccinini (2005), que avaliou o efeito do controle da placa supra gengival sobre parâmetros clínicos periodontais em pacientes fumantes e nunca fumantes, demonstrou que o controle da placa supragengival, apresentou melhoras significativas nos parâmetros clínicos periodontais avaliados (índice de placa visível, índice de sangramento gengival, profundidade de sondagem, nível de inserção clínica e sangramento à sondagem) no período de observação de 6 meses, tendo sido feitos exames completos no início e aos 30, 60, 90 e 180 dias. Como conclusão geral, a autora pôde afirmar que, tanto para fumantes como para nunca fumantes, o efetivo controle de placa supragengival determina significativas melhoras na situação periodontal do paciente, com possíveis repercussões no tratamento da periodontite. Haas et al. (2006) avaliaram os efeitos de controle de placa supragengival nos parâmetros clínicos periodontais supra e subgengivais, na periodontite agressiva. Foram incluídos 22 indivíduos (13-26 anos de idade) com profundidade de sondagem (PS) e perda de inserção a 4 mm em pelo menos um primeiro molar e/ou incisivo. Os indivíduos receberam raspagem supragengival e instrução de higiene bucal em única sessão. Uma semana após foi realizada a remoção profissional de placa e reforço na higiene. Os Índices de Placa Visível (IPV) e Sangramento Gengival (ISG), Profundidade de Sondagem (PS), Nível de Inserção Clínica (NIC) e Sangramento à Sondagem (SS) foram registrados por um examinador no início e 14 dias após o controle de placa supragengival. Os autores concluíram que, em indivíduos com periodontite agressiva, um programa de controle de placa supragengival gerou

18 17 diminuição de placa visível, sangramento gengival, sangramento a sondagem e, em bolsas profundas, diminuição de profundidade de sondagem e ganhos de inserção clínica Higienização Bucal A placa bacteriana leva alguns dias para tornar-se madura. É correto concluir que ela só evolui em pessoas de higiene deficitária. A deficiência de higiene bucal, além de ser responsável pela instalação da maioria das doenças gengivais e periodontais, garante ainda a progressão do estado inflamatório, de tal forma que a severidade da gengivite torna-se em geral decorrência do estado da higiene bucal do paciente. Assim, pode-se inferir que o controle de placa é a remoção da placa supragengival de uma forma regular, a prevenção de acumular sobre o dente e as superfícies gengivais adjacentes, permitindo a longo prazo, o sucesso dos cuidados periodontais e dentais (PERRY, 2004). Vasconcellos, Mora e Angulo (1987) em revisão de literatura, relatam que uma das maiores dificuldades que o profissional da odontologia se depara é a motivação eficiente para que seu paciente adquira como hábito uma boa higiene bucal. Portanto, se faz necessário que ambos, profissional e paciente, busquem uma técnica correta de escovação e o uso de meios auxiliares para remoção de placa bacteriana dental. Embora a execução do controle por esses métodos seja aparentemente fácil, implica na necessidade de uma grande motivação de quem vai executar. Segundo os autores, é fácil ensinar técnicas de higiene bucal, mas é extremamente difícil criar no paciente o hábito de executá- las. A manutenção do paciente é um passo importante para alcançarmos o controle da placa, pois com ele estaremos conscientizando e levando o paciente a uma mudança de comportamento. Todos os recursos encontrados têm sua efetividade, no entanto, a comunicação verbal é o meio mais simples e direto para atingir o efeito esperado e pode ser feito usando a própria boca do paciente, com auxílio de espelho, sonda, corante e fio dental, mostrando a placa dental e os danos causados por ela. Apesar de todos os indivíduos necessitarem adotar boas práticas de controle de placa, os doentes periodontais são considerados de maior risco do que a população geral de pacientes. O controle de placa dos doentes periodontais é crítico porque eles têm infecção

19 18 ativa ou tiveram doença previamente tratada, tendo demonstrado susceptibilidade às infecções periodontais, em maior ou menor grau. O crescimento da placa ocorre em horas, e ela deve ser completamente removida no mínimo a cada 48 horas em indivíduos periodontalmente saudáveis, para prevenir a inflamação. A melhor freqüência para remoção de placa pelos pacientes periodontais ainda não está determinada, mas é razoável esperar que se remova completamente a placa do dente, no mínimo, uma vez a cada 24 horas, devido à susceptibilidade do paciente à doença e à complexidade da tarefa (PERRY,2004). Cirurgiões dentistas confiam no controle mecânico da placa ( limpeza diária com uma escova de dentes e outros cuidados de higiene adicionais) como a melhor maneira para alcançar os benefícios de saúde bucal para todos os pacientes, incluindo os doentes periodontais. Lascala e Moussali (1999) afirmam que o método mais valioso para controle de placa é o mecânico, o qual pode utilizar-se de fios e fitas dentais, estimuladores, palitos e até dentifrícios, mas os melhores são, sem dúvida, as escovas dentais e interproximal e o fio dental. No entanto, o esforço para controle de placa deve focar-se em mais do que simplesmente melhorar a escovação. Doentes periodontais devem concentrar-se em limpar as áreas interproximais e ser encorajados a adotar hábitos de higiene bucal significativamente mais difíceis e mais consumidores de tempo, que devem ser executados diariamente (PERRY, 2004). Abegg (1997) desenvolveu um estudo sobre os hábitos de higiene bucal de adultos porto-alegrenses. O principal objetivo foi avaliar alguns hábitos de higiene bucal (escovação dentária, uso do palito e uso do fio dental), em um grupo de adultos em relação a fatores sociodemográficos, e investigar o nível de placa e sangramento gengival. O estudo foi realizado na grande Porto Alegre, Estado do Rio Grande do Sul, durante o ano de A amostra foi constituída por 234 mulheres e 237 homens de duas categorias socioeconômicas. Categoria socioeconômica alta A e B, 240 pessoas e, categoria socioeconômica baixa C e D, 231 pessoas. Os dados foram coletados por meio de entrevistas estruturadas e exames clínicos. O estudo demonstrou que os entrevistados escovam os dentes três ou mais vezes ao dia (68,1%) e que a freqüência de escovação é maior nas mulheres (30% três vezes ao dia) enquanto 16,9% dos homens escovam três vezes ao dia. A categoria socioeconômica baixa apresentou menor freqüência diária de escovação que a categoria socioeconômica alta, caracterizando, também, estar o nível educacional mais freqüência de escovação do que com renda. fortemente relacionado com

20 19 O uso do fio dental apresenta maior percentual nas pessoas de categorias socioeconômicas elevadas (81,7%) do que pessoas de categorias socioeconômicas mais baixas (52,8%), sem diferenças significativas com relação ao sexo. O uso do palito é mais freqüente nos homens e indivíduos de categoria socioeconômica baixa que as mulheres. Pessoas do sexo feminino, jovens e de categoria socioeconômica mais elevada apresentaram doença periodontal menos severa do que pessoas do sexo masculino, mais velhas e de categorias socioeconômicas mais baixas. Ainda nesse trabalho, encontrou-se níveis de placa mais altos na categoria socioeconômica baixa (50%), enquanto apenas 23% das pessoas de categoria socioeconômica alta. Por esse estudo, Abegg (1997) concluiu que os hábitos de higiene bucal foram considerados bons para a maioria dos indivíduos que participaram, havendo necessidade de melhoria para os homens e pessoas de categoria socioeconômica inferior. 2.2 MÉTODOS DE ESCOVAÇÃO Muitos métodos para escovação dos dentes são descritos como eficientes e efetivos. Estudos controlados avaliando a efetividade das técnicas da escovação mais comuns não demonstram nenhuma superioridade clara por qualquer um deles. A técnica de escovação ideal é aquela que permite uma completa remoção da placa no menor tempo possível, sem causar qualquer dano aos tecidos. Diversos métodos ou técnicas de escovação são descritos na literatura e podem ser classificados em diferentes categorias, de acordo com o tipo de movimento que a escova realiza. Segundo Lascala e Moussalli (1999), toda técnica, independente de sua classificação, deve ser sistematizada e, ao término do ensino da escovação, deve-se transmitir ao paciente, outros princípios básicos que aumentarão a eficiência da limpeza. Os pacientes devem ser orientados na escolha da escova e, para se obterem melhores resultados, a escovação deve ser realizada após as refeições. Deve-se ensiná- los, também, escovar sempre na frente do espelho para que o posicionamento da escova em relação aos dentes seja controlado. Recomenda-se, que em cada grupo de um ou dois dentes, o esquema de movimentos vibratórios seja repetido por tantas vezes quantas forem necessárias para a sua

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