UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGEPE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS CPTA COORDENAÇÃO DE PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CONCURSO PÚBLICO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PROGEPE PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS CPTA COORDENAÇÃO DE PESSOAL TÉCNICO-ADMINISTRATIVO CONCURSO PÚBLICO CARGO: TÉCNICO EM HIGIENE DENTAL D14 Instruções ao candidato Ao receber o Caderno de Questões, confira o cargo, se é aquele para o qual você está concorrendo, e verifique se estão impressas as sessenta questões. Além deste Caderno de Questões, você receberá o Cartão de Respostas. Caso não o tenha recebido, peça-o ao Fiscal de Sala. Verifique se seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no Cartão de Respostas. Em caso afirmativo, assine-o e leia atentamente as instruções de preenchimento. Caso contrário, notifique imediatamente o erro ao Fiscal. O Cartão de Respostas sem assinatura poderá ser invalidado. Cada questão apresenta cinco opções de respostas, com apenas uma correta. No Cartão de Respostas, atribuir-se-á pontuação zero a toda questão com mais de uma opção assinalada, ainda que dentre elas se encontre a correta. Não é permitido ao candidato: usar instrumentos auxiliares para cálculo e desenho; portar material que sirva de consulta; copiar as opções assinaladas no Cartão de Respostas. O tempo disponível para responder às questões e preencher o Cartão de Respostas é de quatro horas. Reserve pelo menos os vinte minutos finais para o preenchimento do Cartão de Respostas, que deve ser feito com caneta esferográfica de corpo transparente e de ponta média com tinta azul ou preta. Quando terminar de responder às questões e preencher o Cartão de Respostas, entregue todo esse material ao Fiscal de Sala. Retirando-se do local da prova após ter decorrido três horas do início, você poderá levar o Caderno de Questões. Após o aviso de início da prova, os candidatos só poderão se retirar do local decorrido o tempo mínimo de noventa minutos.

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3 Parte I: Língua Portuguesa Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. O VERBO MATAR 1 Quem se espanta com o espetáculo de horror diversificado que o mundo de hoje oferece, faria bem se tivesse o dicionário como livro de leitura diurna e noturna. Pois ali está, na letra M, a chave do temperamento homicida, que convive no homem com suas tendências angélicas, e convive em perfeita harmonia de namorados. 2 O consulente verá que matar é verbo copiosamente conjugado por ele próprio. Não importa que cultive a mansuetude, a filantropia, o sentimentalismo; que redija projetos de paz universal, à maneira de Kant, e considere abominações o assassínio e o genocídio. Vive matando. 3 A ideia de matar é de tal modo inerente ao homem que, à falta de atentados sanguinolentos a cometer, ele mata calmamente o tempo. Sua linguagem o trai. Por que não diz, nas horas de ócio e recreação ingênua, que está vivendo o tempo? Prefere matá-io. 4 Todos os dias, mais de uma vez, matamos a fome, em vez de satisfazê-la. Não é preciso lembrar como um número infinito de pessoas perpetra essa morte: através da morte efetiva de rebanhos inteiros, praticada tecnicamente em lugar de horror industrial, denominado matadouro. Aí, matar já não é expressão metafórica: é matar mesmo. 5 O estudante que falta à classe confessa que matou a aula, o que implica matança do professor, da matéria e, consequentemente, de parte do seu acervo individual de conhecimento, morta antes de chegar a destino. No jogo mais intelectual que se conhece, pretende-se não apenas vencer o competidor, mas liquidá-io pela aplicação de xeque-mate. Não admira que, nas discussões, o argumento mais poderoso se torne arma de fogo de grande eficácia letal: mata na cabeça. 6 Beber um gole no botequim, ato de aparência gratuita, confortador e pacificante, envolve sinistra conotação. É o mata-bicho, indiscriminado. E quantos bichos se matam, em pensamento, a cada instante! Até para definir as coisas naturais adotamos ponto de vista de morte violenta. Essa planta convolvulácea é apresentada por sua propriedade maléfica: mata-cabras. Nasceu para isso, para dizimar determinada espécie de mamíferos? Não. Assim a batizamos. Outra é mata-cachorro. Uma terceira, mata-cavalo, e o dicionarista acrescenta o requinte: "goza da fama de produzir frutos venenosos". Certo peixe fluvial atende (ou devia atender) por mata-gato, como se pulasse d'água para caçar felinos por aí, ou se estes mergulhassem com intenção de ajustar contas com ele. Em Santa Catarina, o vento de inverno que sopra lá dos Andes é recebido com a exclamação: "Chegou o mata-baiano". 7 Já não se usa, mas usou-se muito um processo de secar a tinta em cartas e documentos quaisquer: botar por cima um papel grosso, chupão, que se chamava mata-borrão e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, qual vampiro de escritório. 8 A carreta necessita de correia de couro, que una seu eixo ao leito. O nome que se arranjou para identificá-lo, com sadismo, é mata-boi. Mata-cachorro não é só planta flacurtiácea, que acumula o título de mata-calado. É também alcunha de soldado de polícia estadual, e do pobre-diabo que, no circo, estende o tapete e prepara o picadeiro para a função. 9 Matar charadas constitui motivo de orgulho intelectual para o matador. Há um matador profissional, remunerado pelos cofres públicos: o mata-mosquito, que pouca gente conhece como guarda-sanitário. Mata-junta? É a fasquia usada para vedar juntas entre tábuas. O sujeito vulgarmente conhecido como chato, ao repetir a mesma cantilena, "mata o bicho do ouvido". Certa espécie de algodoeiro é mata-mineiro, certa árvore é mata-mata, ninguém no interior ignora o que seja mata-burro, mata-cobra tanto é marimbondo como porrete e formiga. Ferida em lombo de animal, chama-se matadura. Nosso admirável dedo polegar, só lhe reconhecem uma prestança: a de mata-piolhos. 10 Mandioca mata-negro. Peixe matante. Vegetal mata-olho. Mata-pulga, planta de que se fazem vassouras, Mata-rato, cigarro ordinário. Enfeites e atavios, meios especiais para atingir certos fins, são matadores. "Ela veio com todos os matadores" provoca admiração e êxtase. "Eunice com seus olhos matadores", decassílabo de vítima jubilosa. 11 Se a linguagem espelha o homem, e se o homem adorna a linguagem com tais subpensamentos de matar, não admira que os atos de banditismo, a explosão intencional de aviões, o fuzilamento de reféns, o bombardeio aéreo de alvos residenciais, os pogroms, o napalm, as bombas A e H, a variada tragédia dos dias modernos se revele como afirmação cotidiana do lado perverso do ser humano. Admira é que existam a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. (ANDRADE, C. Drummond de. De notícias & não notícias. In Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1979, p ) 3

4 01 A leitura do parágrafo 1 do texto permite depreender que, na opinião do autor, o homem é um ser: assustado, por ter de acostumar-se com o espetáculo de monstruosidades oferecido pelo mundo atual; inconformado, por não aceitar o espetáculo de horror diversificado que o mundo de hoje oferece; alienado, por não ter o dicionário como livro de consulta diurna e noturna; contraditório, por apresentar, ao mesmo tempo, uma natureza assassina e uma propensão para agir como mensageiros da paz; incoerente, por aceitar que indivíduos homicidas convivam harmoniosamente com pessoas de bem. 02 No trecho Quem se espanta com o espetáculo de horror diversificado (parágrafo 1), observa-se a ocorrência do verbo espantar-se, que rege a preposição com. Das frases abaixo, está INCORRETA, em razão de o verbo NÃO reger a preposição empregada, a seguinte frase: O espetáculo de horror espalhava-se sobre todos os lugares. O assassino dividia os ganhos entre seus pares. Os homens esforçam-se com buscar meios de matar seus semelhantes. Os homens de bem desenganaram-se da natureza humana. Ninguém se interessava em saber distribuir amor. 03 Para entender com clareza os pensamentos expressos no parágrafo 2, o leitor precisa conhecer o significado de algumas palavras dele constantes e saber quem foi Kant. Immanuel Kant foi um filósofo prussiano, do século XVIII, que elaborou as bases de toda a ética moderna. Das palavras abaixo, transcritas do parágrafo 2, aquela cujo significado informado NÃO corresponde ao que consta dos dicionários é: consulente: o que realiza uma consulta; mansuetude: fraternidade, cordialidade; filantropia: humanitarismo, beneficência; abominações: atitudes execráveis, aversões; genocídio: extermínio deliberado de uma comunidade. 04 Outro aspecto essencial para a compreensão do parágrafo 2 está no entendimento da estruturação sintática dos três períodos que o compõem. Compreendeu com clareza o texto quem entendeu que os verbos cultive, no 2º período, e vive, no 3º, são núcleos de predicados relacionados ao termo sujeito: matar ; ele próprio ; verbo copiosamente conjugado ; a mansuetude, a filantropia, o sentimentalismo ; o consulente. 05 No período A ideia de matar é de tal modo inerente ao homem QUE, à falta de atentados sanguinolentos a cometer, ele mata calmamente o tempo (parágrafo 3), o conectivo em caixa alta introduz oração de sentido: consecutivo; conformativo; comparativo; causal; concessivo. 06 No trecho à falta de atentados sanguinolentos a cometer (parágrafo 3), a locução prepositiva está corretamente redigida com o acento indicativo da crase. Entre as frases abaixo, todas com locuções prepositivas, aquela em que a locução NÃO se redige com o acento indicativo da crase é: A fúria assassina do homem está à frente de sua tendência amorosa. Conseguiu-se a paz à custa de muito sacrifício humano. O instinto selvagem do homem caminha à par de seu caráter angelical. À força de grande sacrifício, a paz foi finalmente selada. O homem vive à roda de contravalores que infernizam sua vida. 4

5 07 Na oração POR QUE não diz, nas horas de ócio e recreação ingênua, que está vivendo o tempo? (parágrafo 3), a palavra em caixa alta está corretamente grafada, com os elementos separados e sem acento. Sabendo-se que há quatro formas distintas de grafia da referida palavra, dependendo do contexto em que é empregada, pode-se dizer que está INCORRETA a frase: Desconhecia-se a razão porque o homem desenvolveu essa natureza assassina. O homem desenvolveu essa natureza assassina por quê? Gostaria de saber por que o homem desenvolveu essa natureza assassina. Quero saber o porquê de o homem ter desenvolvido essa natureza assassina. O homem desenvolveu essa natureza assassina porque é um ser limitado, imperfeito. 08 No parágrafo 3, a ideia de homem está expressa não só na forma de nome substantivo, no trecho de tal modo inerente ao homem, mas também nas formas abaixo relacionadas, COM EXCEÇÃO de: pronome pessoal do caso reto: ele mata calmamente ; pronome possessivo: Sua linguagem ; pronome pessoal oblíquo proclítico: o trai ; sujeito subentendido de verbos: Por que não diz ou que está vivendo o tempo ; pronome pessoal obliquo enclítico: Prefere matá-io. 09 Em relação à matança de rebanhos para saciar a fome dos homens, diz o autor: Aí, matar já não é expressão metafórica: é matar mesmo (parágrafo 4). Da mesma forma, NÃO é metafórica, mas matar mesmo, o emprego do verbo matar na expressão: mata-mosquito; mata-cabras; mata-bicho; mata-mineiro; mata-piolhos. 10 Os nomes compostos em que o primeiro elemento é o verbo matar têm como norma de flexão para o plural a variação apenas do segundo elemento: os mata-gatos, os mata-borrões, os mata-ratos, etc. Dos pares de nomes compostos abaixo, o par em que um dos nomes flexiona-se para o plural em obediência à mesma regra acima é: peixe-boi / manga-rosa; pobre-diabo / terça-feira; cavalo-vapor / guarda-civil; cabra-cega / navio-escola; beija-flor / salário-mínimo. 11 Na produção do texto, caracterizado por profundo humanismo, o autor dá espaço a seu senso de humor, ironizando e tratando com sarcasmo as designações que envolvem a ideia de matar. Dos trechos abaixo, aquele em que NÃO se pode depreender ironia ou sarcasmo é: o que implica matança do professor, da matéria e, consequentemente, de parte do seu acervo individual de conhecimento, morta antes de chegar a destino. (parágrafo 5); Até para definir as coisas naturais adotamos ponto de vista de morte violenta. (parágrafo 6); botar por cima um papel grosso, chupão, que se chamava mata-borrão e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, qual vampiro de escritório. (parágrafo 7); Nosso admirável dedo polegar, só lhe reconhecem uma prestança: a de mata-piolhos. (parágrafo 9); Eunice com seus olhos matadores, decassílabo de vítima jubilosa. (parágrafo 10). 12 No trecho CERTO peixe fluvial atende (ou devia atender) por mata-gato (parágrafo 6), o termo em caixa alta, anteposto a substantivo, tem sentido indefinido. O mesmo termo, se posposto a substantivo, tem sentido definido: Pescamos o peixe certo. Assim, de acordo com a ordem de colocação, os termos na frase podem assumir sentidos distintos. Das expressões abaixo, aquela em que a ordem de colocação NÃO altera o sentido é: pobre mulher / mulher pobre; algum homem / homem algum; moderada importância / importância moderada; grande sujeito / sujeito grande; triste amigo / amigo triste. 5

6 13 No fragmento e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, qual vampiro de escritório (parágrafo 7), a expressão comparativa pode ser redigida, sem alteração de sentido, de todas as formas abaixo, EXCETO na forma: e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, como vampiro de escritório. e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, tal qual vampiro de escritório. e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, tanto quanto vampiro de escritório. e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, se bem que vampiro de escritório. e matava mesmo, sugando o sangue azul da vítima, do mesmo modo que vampiro de escritório. 14 Alguns dos nomes compostos com o verbo matar aparecem no texto com a informação de que, na prática da linguagem, são usados para mais de uma designação. Entre eles se encontra: mata-cachorro; mata-negro; mata-olho; mata-rato; mata-pulga. 15 Observando-se a parte final do 1º período do parágrafo 11 se revele como afirmação cotidiana do lado perverso do ser humano, pode-se afirmar que, do ponto de vista da concordância, a forma singular de verbo, revele-se, justifica-se por estar concordando: gramaticalmente com a oração subordinada substantiva que os atos de banditismo (...) a variada tragédia dos dias modernos ; gramaticalmente com o termo aposto a variada tragédia dos dias modernos ; ideologicamente com o sentido coletivo do conjunto de termos especificados na oração subordinada substantiva; por atração com o termo como afirmação cotidiana do lado perverso do ser humano ; ideologicamente com o sentido do termo o homem adorna a linguagem. 16 No fragmento Se a linguagem espelha o homem, e se o homem adorna a linguagem com tais subpensamentos de matar (parágrafo 11), o autor desenvolve uma linha de argumentação que: explicita uma justificação; revela uma convergência; dissimula uma contestação; problematiza uma reivindicação; enfatiza um paradoxo. 17 Na conclusão do texto, parágrafo 11, fica claro que, para o autor, os seres humanos: são mais tendentes a produzir armas letais do que a investir na arte; preferem os movimentos nacionalistas às ações de integração dos povos; movimentam-se com mais frequência no sentido do terrorismo do que no respeito aos direitos humanos; estão mais propensos às ações bélicas do que aos gestos de humanidade; sentem-se mais condicionados a atacar os inimigos do que a congratular-se com os amigos. 18 Das alterações feitas na redação do período Admira é que existam a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor (parágrafo 11), aquela em que há ERRO de concordância verbal é: Admira é que exista a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. Admira é que hajam a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. Admira é que possam existir a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. Admira é que venha a existir a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. Admira é que possa haver a pesquisa de antibióticos, Cruz Vermelha Internacional, Mozart, o amor. 6

7 19 Dos pares abaixo, aquele em que as palavras são formadas por sufixos sinônimos, respectivamente, dos sufixos formadores dos substantivos matadouro (parágrafo 4) e prestança (parágrafo 9) é: dormitório / amplitude; industrial / doação; necrotério / envolvimento; jornalista / audácia; folhagem / livraria. 20 Das alterações feitas abaixo na redação da oração adjetiva do período Mata-pulga, planta de que se fazem vassouras (parágrafo 10), está INCORRETA, quanto à regência do pronome relativo, a seguinte: Mata-pulga, planta cuja folhagem se espalha pelo chão. Mata-pulga, planta com que se adornam os jardins silvestres. Mata-pulga, planta da qual são feitas vassouras. Mata-pulga, planta para cujo cultivo é necessário um adubo especial. Mata-pulga, planta aonde são extraídos óleos medicinais. Parte II: Conhecimentos Específicos 21 Reconheça na figura abaixo as estruturas anatômicas da cavidade bucal A alternativa que relaciona corretamente o número à estrutura anatômica correspondente é a: as regiões n o 2 e 12 correspondem à gengiva marginal superior e inferior respectivamente; a região n o 6 corresponde ao palato duro e a n o 4 ao palato mole; na região apontada pelo n o 9 estão localizadas as amígdalas; a estrutura n o 11 é denominada de úvula; o n o 13 corresponde ao lábio superior e o n o 1 ao lábio inferior. 22 O cimento de fosfato de zinco é utilizado rotineiramente para fixação de restaurações indiretas (coroas, próteses parciais fixas, núcleos metálicos fundidos, etc.). Em relação às propriedades deste cimento e sua técnica de manipulação, está exata a afirmativa: apresenta-se na forma pasta-pasta, que quando misturadas formam rapidamente uma substância sólida; quanto menor a temperatura durante a espatulação, mais longo será o tempo de presa; a temperatura pode ser controlada resfriando-se a placa de vidro; quanto mais rapidamente o pó for adicionado ao líquido, mais se prolonga o tempo de espatulação e, assim, o tempo de presa; a consistência do cimento deve ser verificada levantando-se a espátula sobre a placa; deve-se obter uma película espessa que não permita o descolamento da espátula com facilidade; a manipulação deve ser feita com espátula de plástico, sobre placa de vidro previamente resfriada, o pó deverá ser dividido em 2 ou 3 partes, aglutinadas por 30 a 45 segundos. 7

8 23 A respeito do descarte de material perfurocortante pode-se considerar correta a afirmativa: é prudente entortar ou quebrar agulhas e lâminas de bisturi para evitar acidentes de trabalho ou no manejo desses materiais; devem ser descartados imediatamente após o uso em recipientes estanques rígidos, com tampa, e identificados com símbolo de reciclável; o coletor próprio deve receber material até preencher a totalidade de seu volume, só assim poderá ser lacrado e encaminhado para o descarte; existem no mercado embalagens padronizadas e com dispositivo especial para desconexão da agulha; após o fechamento do recipiente, este deve ser colocado em saco plástico preto translúcido padronizado para ser facilmente identificado. 24 São considerados riscos ocupacionais a possibilidade e a probabilidade de que ocorra perda ou dano ao profissional em seu ambiente de trabalho. Os riscos mais frequentes a que estão sujeitos os profissionais que atuam em assistência odontológica são os físicos, os químicos, os ergonômicos, os mecânicos e os biológicos. Com relação a esses riscos pode-se afirmar que: a radiação ionizante e não ionizante e a umidade são considerados riscos químicos; são causadores de riscos ergonômicos o equipamento de RX e o condicionador de ar; a caixa acústica do compressor de ar protege os profissionais contra riscos físicos; utilizar amalgamador de cápsulas pode proteger os profissionais contra riscos biológicos; riscos biológicos podem ser evitados com o uso de ventiladores de teto. 25 Competem ao técnico em higiene dental, além das atividades de auxiliar de saúde bucal, as seguintes: realizar remoção de indutos, placas e cálculos supragenvivais e subgenvivais; inserir, condensar, esculpir e polir substâncias restauradoras; realizar testes de vitalidade pulpar e acessos coronários; preparar moldeiras, confeccionar moldagens e modelos de gesso; participar de estudos epidemiológicos como coordenador, monitor e anotador. 26 Considerando-se o uso e aplicação correta do equipamento de proteção individual (EPI), correlacione as colunas. 1 Avental ( ) Atuam na segurança para a proteção dos pés contra quedas de objetos e respingos de produtos químicos. 2 Óculos de Proteção ( ) Oferecem proteção ao tronco contra aerossóis, respingos, ação de produtos químicos e contaminação por agentes biológicos. 3 Protetores Faciais ( ) Garante a proteção do tronco e tireoide dos pacientes, e dos profissionais quando necessário, expostos a raios X. 4 Máscaras ( ) Podem ser de borracha, látex, e plástico e são uma barreira física eficaz contra a infecção cruzada e protegem o profissional. 5 Luvas 6 Calçados 7 Gorro 8 Vestimenta plumbífera A alternativa que contém a sequência numérica exata, de cima para baixo, é a: 7, 1, 8, 4; 6, 2, 4, 3; 6, 1, 8, 5; 7, 3, 8, 4; 6, 3, 4, 5. 8

9 27 O processamento de artigos compreende a limpeza e a desinfecção e/ou esterilização, de modo a evitar o cruzamento de artigos não processados (sujos) com artigos desinfetados ou esterilizados (limpos). Segundo as orientações da ANVISA pode-se considerar correto o seguinte fluxo de processamento de artigos: artigo sujo exposição ao agente de limpeza enxague secagem barreira física (guiché ou similar) inspeção visual preparo e/ou embalagem desinfecção e/ou esterilização armazenamento; artigo sujo enxague secagem exposição ao agente de limpeza barreira física (guiché ou similar) preparo e/ou embalagem desinfecção e/ou esterilização inspeção visual armazenamento; artigo limpo exposição ao agente de limpeza enxague inspeção visual barreira física (guiché ou similar) secagem preparo e/ou embalagem desinfecção e/ou esterilização armazenamento; artigo sujo exposição ao agente de limpeza enxague secagem preparo e/ou embalagem desinfecção e/ou esterilização inspeção visual armazenamento; artigo sujo exposição ao agente de limpeza enxague barreira física (guiché ou similar) secagem preparo e/ou embalagem desinfecção e/ou esterilização barreira física (guiché ou similar) inspeção visual armazenamento. 28 Para facilitar a adequação dos procedimentos e orientar o processamento dos artigos, adota-se a classificação que leva em consideração o risco potencial de transmissão de infecção. Segundo esta classificação, os artigos são classificados em críticos, semicríticos e não críticos. Considerando-se essa afirmativa, a opção que classifica corretamente os artigos é: refletor, espelho bucal, lâminas e agulhas são considerados artigos críticos; exploradores, curetas, espelho e pinça clínica são considerados artigos semicríticos; refletor, maçaneta, cadeira e bancada são considerados artigos não críticos; exploradores, curetas, sondas, lâminas e agulhas são considerados artigos semicríticos; espelho bucal, pinça clínica, maçaneta e bancada são considerados artigos não críticos. 29 Segundo as orientações acerca do processamento de artigos fornecidas pelo manual de orientações destinado aos serviços odontológicos para a prevenção e controle de riscos publicado pela ANVISA, é correta a afirmativa: a secagem serve para verificar a eficácia do processo de limpeza e as condições de integridade do artigo; caso se verifique a presença de alguma sujidade no artigo submetido à limpeza, deve-se proceder novamente à limpeza; a limpeza é a remoção mecânica de sujidades, com o objetivo de reduzir a carga microbiana, a matéria orgânica e os contaminantes de natureza inorgânica, de modo a garantir o processo de desinfecção e esterilização e a manutenção da vida útil do artigo; não é obrigatório que o processamento de artigos seja feito utilizando-se os EPIs, mas podem-se usar luvas de borracha, gorro, máscara, óculos de proteção, avental impermeável e calçados fechados; a limpeza deve ser realizada de 8 a 24 horas após o uso do artigo; pode-se fazer a imersão em solução aquosa de detergente com ph neutro ou enzimático, usando-se uma cuba plástica e mantendo-se os artigos totalmente imersos para assegurar a limpeza adequada; a inspeção visual deve ser criteriosa para evitar que a umidade interfira nos processos e para diminuir a possibilidade de corrosão dos artigos; pode ser realizada com pano limpo e seco, exclusivo para esta finalidade, secadora de ar quente/frio, entre outros. 30 Segundo o código de cores adotado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o descarte de materiais, a cor VERMELHA sugere que o resíduo: é reciclável; apresenta risco biológico; contém peças anatomopatológicas; é confeccionada em material plástico; é confeccionada em papel, papelão ou similares. 9

10 31 Para garantir a proteção do operador e equipe responsáveis pelo manejo dos equipamentos de raios X, devem ser observadas as seguintes recomendações: equipamentos panorâmicos ou cefalométricos devem ser operados dentro da sala de exame, ao lado do paciente para assegurar que não haja movimentação durante a tomada radiográfica; em exames intraorais em consultórios, o operador deve manter-se a uma distância mínima de 0,5 m do tubo e do paciente durante as exposições; no consultório, se a carga de trabalho for superior a 30 ma/min por semana (150 radiografias por semana), o operador deve manter-se atrás de uma barreira protetora com uma espessura mínima de 0,5 mm equivalentes ao chumbo; é recomendável que o operador ou qualquer membro da equipe responsável coloque-se na direção do feixe primário durante a tomada radiográfica, para segurar o cabeçote ou o localizador durante as exposições; caso seja necessária a presença de indivíduos para assistirem uma criança ou um paciente debilitado, eles devem localizar-se na direção do feixe primário e fazer a contenção do paciente de modo a evitar repetições de radiografias desnecessariamente. 32 Na figura abaixo está representado um elemento dentário pelas suas faces vestibular (V), lingual (L), mesial (M), distal e oclusal (O). Levando em consideração seus conceitos sobre anatomia dental, a figura representa o seguinte elemento dentário: segundo molar superior direito; primeiro molar inferior direito; primeiro molar superior esquerdo; primeiro molar inferior esquerdo; segundo molar inferior esquerdo. 33 Reconheça na figura abaixo as estruturas anatômicas e numere a coluna ao lado. ( ) porção coronária ( ) esmalte dentário ( ) dentina ( ) porção radicular ( ) ligamento periodontal ( ) osso alveolar ( ) polpa dentária A alternativa que contém na ordem de cima para baixo a numeração correta é: 6, 2, 3, 1, 5, 4,7; 1, 3, 5, 2, 4, 7, 6; 1, 2, 3, 4, 5, 7, 6; 7, 2, 3, 6, 4,1, 5; 6, 1, 2, 7, 4, 5, 3. 10

11 34 Dentre as tarefas de natureza clínica do(a) THD está a instrumentação do cirurgião-dentista. Para que não ocorram acidentes de trabalho, alguns cuidados devem ser tomados, EXCETO: passar ao cirurgião-dentista um instrumento de cada vez; não passar instrumentos sobre a cabeça do paciente, mas 20 cm à frente sobre seu peito; a ponta ativa dos instrumentos deve estar voltada para o operador e não para si mesmo(a); não deixar de maneira nenhuma o instrumental cair sobre o paciente; o instrumental deve estar protegido de contaminação quando não em uso. 35 As resinas compostas foram desenvolvidas como materiais restauradores e ganharam grande aceitação devido às suas propriedades estéticas. A respeito deste material restaurador e sua correta técnica de aplicação, pode-se considerar correta a afirmativa: primeiramente deve-se polir a cavidade a ser restaurada com uma mistura de pedra-pomes e água, lavá-lo com água, e logo em seguida aplicar o adesivo com um pincel; após a aplicação do ácido e primer, aplica-se o agente de união (adesivo ou bond), que é uma resina fluida e deve ser aplicado com um pincel pequeno; os agentes de união quimicamente ativados se apresentam na forma de um líquido que deve ser aplicado ao dente e fotopolimerizado durante o tempo determinado pelo fabricante; uma das vantagens da resina quimicamente ativada é que o seu sistema pasta-pasta permite que o profissional tenha controle sobre o tempo de trabalho; para a manipulação, as resinas fotopolimerizáveis devem ser colocadas em quantidades iguais das pastas em uma folha de papel e espatuladas durante 15 a 20 segundos. 36 Os cimentos de ionômero de vidro apresentam-se sob a forma de pó líquido e são materiais adesivos e anticariogênicos que liberam flúor na cavidade bucal. A respeito da classificação dos cimentos ionoméricos segundo sua aplicação, é correto afirmar que: os do tipo I correspondem aos utilizados para cimentação; os do tipo II são utilizados em selamento de cicatrículas e fissuras; os do tipo III são aqueles que se utilizam para proteção e forramento de cavidades; os do tipo IV são os utilizados em restaurações; os do tipo V são utilizados na técnica do sandwich. 37 A desinfecção de artigos pode ser classificada como sendo de baixo, médio e alto nível. Existem diversos produtos para desinfecção que devem possuir registro junto ao Ministério da Saúde e necessitam ser avaliados com relação ao custo/benefício, à eficácia e ao artigo a ser processado. A opção abaixo que descreve corretamente os principais desinfetantes químicos utilizados em artigos odontológicos é: o álcool tem ótima ação germicida a partir de 0,12%; seu modo de aplicação ideal é por fricção, em três etapas intercaladas pelo tempo de secagem natural; faz desinfecção de alto nível, é tuberculicida, bactericida, fungicida e viruscida; não é esporicida; o modo de aplicação do glutaraldeído 2% é por imersão durante 30 minutos; faz desinfecção de alto nível, é bactericida, fungicida, viruscida, micobactericida e esporicida, tem atividade germicida, mesmo em presença de matéria orgânica; o hipoclorito de sódio deve ter concentração de 10%, age por imersão durante 30 minutos, mas em superfícies com matéria orgânica deve-se aplicar por 2 a 5 minutos e proceder à limpeza; tem desinfecção de médio nível, é bactericida, fungicida, viruscida e esporicida; o ácido peracético pode ter concentração variável de 0,001 a 0,2%, dependendo do uso; age por imersão, durante 10 minutos, tem baixo poder bactericida, fungicida, viruscida e esporicida, por isso não é mais utilizado; a vantagem do uso de álcool a 70% na desinfecção de artigos é que não é corrosivo, tem ação rápida, atividade germicida, mesmo em presença de matéria orgânica; porém tem como desvantagens ser irritante para pele e mucosas, vida útil diminuída quando diluído. 38 O cimento de hidróxido de cálcio é utilizado nos preparos cavitários, sobre a dentina e logo abaixo da restauração. Sua aplicação tem a finalidade de isolamento térmico, proteção pulpar, entre outras. Assim sendo, a alternativa que apresenta sua correta técnica de manipulação e propriedades é: pode apresentar-se sob a forma de duas pastas ou pode ser fotopolimerizável; manipulam-se as pastas na proporção de 1 para 3, respectivamente, de base e catalisador; as pastas devem ser colocadas na folha de papel, 20 minutos antes da manipulação; o tempo total gasto na manipulação deve ser de 1 minuto e meio; deve-se usar espátula n o 24 e placa de vidro resfriada na sua manipulação. 11

12 39 O sistema de notação dentária foi criado para padronizar e facilitar o diálogo entre os profissionais da odontologia. Este registro representa de forma sumária e prática cada elemento dental, especificando qual é o elemento ao qual se refere, em que arcada este se encontra e a qual dentição ele pertence. Segundo o sistema de notação dentária de dois dígitos é correto afirmar que: o primeiro dígito corresponde ao número do dente no arco, e o segundo dígito ao quadrante em que este elemento dental se situa; todos os dentes situados no hemiarco superior esquerdo da dentição permanente são numerados por dois dígitos, sendo que o primeiro é o número 1; o elemento denominado de 45 está situado na hemiarcada inferior direita da dentição decídua e corresponde ao segundo pré-molar; os elementos situados no quadrante superior direito da dentição decídua são representados primeiramente com o dígito 5, seguido do número correspondente ao dente no arco; os dentes decíduos podem ser representados pelos dígitos do seu correspondente na arcada permanente, seguida da letra d em fôrma minúscula. 40 O biofilme dental é considerado um dos principais fatores causadores da cárie e da doença periodontal. Assim sendo, é de extrema importância a educação do paciente quanto às técnicas de remoção deste. Considerando-se o disposto acima e os dispositivos e métodos de higiene dental, pode-se afirmar que: a escova de dentes é um instrumento importante para a remoção do biofilme dental; recomenda-se que estas tenham cerdas macias com pontas vivas e de alturas variáveis, ponta ativa e cabo longos; a escova unitufo é uma escova auxiliar que possui duas pontas ativas com um único tufo de cerdas em cada ponta; uma das pontas ativas tem angulação diferenciada para facilitar o acesso às áreas específicas; a escova interdental é um acessório para o uso do fio dental, semelhante a uma agulha que contém uma alça para segurar o fio dental e uma extremidade rígida para direcioná-lo; pode ser encontrada em formato cilíndrico ou cônico e em diversos diâmetros; para o uso do fio dental recomenda-se um corte de cerca de 40 cm; deve-se enrolar a maior parte no dedo médio de uma das mãos e um pequeno pedaço no dedo médio da outra; assim, à medida que for sendo utilizado, deverá ser desenrolado um novo pedaço; o superfloss é um tipo de escova à pilha, que apresenta desenho adaptado à anatomia da língua, e proporciona maior conforto ao paciente durante a higienização, quando comparado à escova dental convencional com cerdas macias. 41 Tendo em vista os métodos desenvolvidos para orientar a técnica de escovação do paciente, a afirmativa que explica adequadamente o método mencionado é: no método de Fones, as cerdas da escova são posicionadas no sulco gengival com um ângulo de 45º em relação ao longo eixo do dente, são realizados pequenos vibratórios com os dentes anteriores em relação de topo a topo; o método de Bass modificado amplia a técnica original ao acrescentar o movimento de varredura além do movimento vibratório descrito anteriormente; além disso, mantém a angulação de 45º das cerdas em relação ao longo eixo dentário; o método de Stillman consiste em realizar movimentos circulares, seguindo de um hemiarco a outro, com os dentes anteriores cerrados e as cerdas posicionadas perpendicularmente a superfícies vestibulares; o método Chartes consiste na realização de movimentos vibratórios curtos, com as cerdas da escova apoiadas na gengiva com direcionamento apical e formando um ângulo de 45º; o método de Pádua e Lima se dedica à higienização das faces oclusais, pelo qual a escova deve ser posicionada de maneira perpendicular à face oclusal dos dentes posteriores com o cabo paralelo ao plano oclusal. 12

13 42 Dentre as atribuições de um(a) THD está a realização de tomadas radiográficas intrabucais e sua revelação. O conhecimento das técnicas disponíveis, suas vantagens e desvantagens são de extrema importância para a correta execução deste procedimento e menor exposição do paciente a tomadas radiográficas de repetição. Considerando-se a técnica da bissetriz, pode-se afirma que quando a direção dos raios X centrais estiver perpendicular: ao plano do filme, a imagem radiográfica ficará em tamanho normal; ao plano do filme, a imagem radiográfica ficará ampliada; à bissetriz do ângulo formado pelo plano do dente e pelo plano do filme, a imagem radiográfica ficará encurtada; ao plano do dente, a imagem radiográfica ficará encurtada; ao plano do filme, a imagem radiográfica ficará encurtada. 43 Ainda em referência à importância do conhecimento do(a) THD acerca das técnicas radiográficas intrabucais, deve-se considerar exata a seguinte sentença, que descreve corretamente a técnica mencionada: a técnica da bissetriz ou cone longo consiste em posicionar o filme na bissetriz do ângulo formado pelo dente e pelo feixe central do raio X; em todas as técnicas radiográficas, independente da região a ser radiografada, o picote do filme deverá sempre ficar voltado para a cervical ou apical, para evitar que se sobreponha a alguma imagem pertinente; na técnica do paralelismo, também conhecida como técnica do cone curto, é essencial que se mantenha o filme radiográfico paralelo ao feixe radiográfico central, de forma que o dente permaneça perpendicular a ambos; na técnica do paralelismo, a manutenção do filme em posição deverá ser digital, com o próprio paciente realizando este procedimento; para tomadas na maxila deverá ser usado o polegar, e para tomadas na mandíbula usa-se o indicador; uma das vantagens da técnica do paralelismo é que com o uso de posicionadores para os filmes radiográficos, não é necessário posicionar corretamente a cabeça do paciente, facilitando o seu desempenho nas cadeiras odontológicas atuais. 44 A nomenclatura é um conjunto de termos específicos de uma ciência, arte ou técnica, usados por indivíduos da mesma área de atuação como forma de comunicação no ambiente de trabalho. Na odontologia o conhecimento da nomenclatura e classificação das cavidades é fundamental para a compreensão do trabalho a ser realizado. Assim sendo, a opção que classifica corretamente as figuras abaixo é: Figura I A figura IV é classificada como uma cavidade complexa e extracoronária total, envolvendo todas as faces axiais (VMLD) e a face oclusal (O). Figura II A figura II é uma cavidade complexa, extracoronária parcial, do tipo classe II, localizada nas faces mesial, oclusal e distal (MOD). Figura III A figura II é uma cavidade simples, intracoronária, do tipo classe II, localizada nas faces mesial, oclusal e distal (MOD). Figura IV A figura III é uma cavidade complexa, extracoronária parcial, do tipo classe III, localizada nas faces mesial, oclusal e distal (MOD). A figura I é uma cavidade simples, intracoronária, do tipo classe IV, localizada na face cervical. 13

14 45 A utilização racional e padronizada dos instrumentos é de extrema importância para a eficiência do trabalho a ser realizado, trazendo resultados benéficos tanto para o profissional, quanto para o paciente. Em periodontia, o uso dos diferentes tipos de curetas para raspagem e alisamento radicular permite o acesso facilitado às áreas específicas da cavidade bucal. As curetas Gracey, também conhecidas como curetas de áreas específicas, utilizadas para raspagens das faces distais dos dentes posteriores, são: 5-6; 11-12; 13-14; 1-2; Como foi comentado na questão de nº 45, os instrumentais em odontologia tem como função possibilitar ao odontólogo realizar os procedimentos de atendimento ao paciente da forma mais eficiente. O(a) THD deve auxiliar o cirurgião-dentista e deve conhecer os instrumentais e suas funções, para organizá-los e provê-los ao odontólogo no momento adequado. Em uma exodontia, é imprescindível o conhecimento do fórceps adequado ao dente a ser extraído. Considerando-se essa informação, o fórceps que se propõe a executar a exodontia de molares superiores direitos é o de número: 150; 17; 18 L; 18 R; 16 R. 47 A equipe de saúde bucal deve dispensar cuidados especiais para todos os tipos de lixo produzidos no consultório odontológico. A respeito do descarte correto de resíduos provenientes do consultório odontológico, pode-se considerar correta a opção: é importante o uso de código de cores, símbolos e sinais representativos para as diversas condições envolvidas no processo do controle de infecção através do lixo; o lixo infectante sólido deve ser colocado em saco branco leitoso identificado, preenchendo a totalidade de seu volume; deve-se ter cuidado com manuseio do amálgama e mercúrio, pois seu descarte deve ser diretamente na rede de esgoto, para evitar contaminação acidental pelo mercúrio; as lixeiras presentes no consultório odontológico devem apresentar tampas manuais, retráteis ou basculantes; as roupas clínicas e tecidos de bancada não descartáveis devem ser empacotadas em saco hermético até ao lugar onde serão lavadas, juntamente com a roupa doméstica. 48 Considerando-se que o desenho abaixo está representando uma arcada decídua, a alternativa que tem a nomenclatura correta dos elementos dentais destacados, respectivamente, pelos números romanos I, II e III é a: 13, 27, 47; 53, 65, 85; 23, 17, 37; 63, 55, 75; 53, 67,

15 49 No que diz respeito ao processamento do filme radiográfico, devem ser seguidas as recomendações do fabricante com respeito à concentração da solução, temperatura e tempo de revelação. Os seguintes procedimentos também devem ser observados, EXCETO: deve ser afixada na parede da câmara uma tabela de tempo e temperatura de revelação, e a temperatura do revelador deve ser medida com termômetro sempre antes da revelação; as soluções devem ser regeneradas ou trocadas quando necessário; de acordo com as instruções do fabricante, elas devem ser verificadas antes de iniciar a revelação do filme; não devem ser utilizados filmes ou soluções de processamento com prazo de validade expirado; isto deve ser verificado antes de expor o paciente ao exame radiográfico; deve ser realizada uma inspeção visual do filme durante os processamentos manuais, para assegurar a qualidade da revelação e fixação; a câmara escura e as cubas de revelação devem ser mantidas limpas; os filmes devem ser armazenados em local protegido do calor, umidade, radiação e vapores químicos. 50 O Equipamento de proteção individual (EPI) é todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. O uso de EPI é necessário à segurança no ambiente do consultório odontológico. Dessa maneira pode-se afirmar que: o uso de EPI é indicado somente durante o atendimento ao paciente; nos procedimentos de limpeza do ambiente e no reprocessamento dos artigos, seu uso é facultativo; os óculos devem permitir a lavagem com água e sabão e a desinfecção quando indicada; é facultativo o uso pela equipe e também pelo paciente; a Norma Regulamentadora NR6 do Ministério do Trabalho descreve que o fornecimento dos equipamentos de proteção individual (EPI) é de responsabilidade do funcionário; o gorro deve ser preferencialmente reutilizável, e deve cobrir todo o cabelo e as orelhas no caso das mulheres; em homens o uso do gorro é dispensável; é competência do responsável técnico pelo serviço odontológico exigir o uso do EPI por toda equipe, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado e conservação do mesmo. 51 A determinação de possíveis anormalidades da polpa, através de testes objetivos, está baseada no princípio de que a sensibilidade da polpa está relacionada com seu estado fisiológico. O estímulo direto da dentina com frio e calor produz uma resposta pulpar que identifica de maneira diferencial o dente afetado. Considerando-se que é função do(a) THD realizar testes de vitalidade pulpar, a alternativa que está INCORRETA em relação à técnica de aplicação destes testes e seu efeito sobre o paciente é a: no teste térmico com calor, utiliza-se um bastão de guta percha aquecido até a sua plastificação; a resposta imediata e o declínio rápido da dor indicam que a polpa encontra-se em estado potencialmente irreversível; a ausência de resposta em dentes comprometidos geralmente indica perda da vitalidade pulpar; o tempo de aplicação do teste térmico com frio deve-se estender até o paciente acusar sensibilidade; caso haja necessidade de repetir o teste, deve-se aguardar um intervalo de 5 minutos para que não exista interferência na resposta pulpar. 52 O(a) THD é um auxiliar do cirurgião-dentista e tem entre suas tarefas a manutenção dos equipamentos presentes no consultório. Tendo em vista os cuidados especiais dispensados a cada equipamento, pode-se afirmar que: se o refletor tiver espelho dicroico (bifocal), deverá ser desligado apenas ao final do expediente, pois o ato de ligar e desligar repetidas vezes diminui sua vida útil; o fotopolimerizador deve ser guardado logo após o uso, de preferência ainda quente, pois o filamento se parte com facilidade, por isso sempre se deve enrolar o cabo ao guardá-lo; ao realizar a limpeza dos refletores com água e pano macio, não se deve tocar no bulbo da lâmpada, pois sendo de gás halogêneo, esta escurece e queima mais rapidamente; a unidade auxiliar: deve ser limpa apenas ao final do dia de trabalho; deve-se sugar água com germicida e detergente uma vez por semana para evitar entupimento; nos aparelhos de raios-x, a auxiliar deve sempre deixar o cabeçote do aparelho com o cone voltado para baixo após o uso e ao final do expediente. 15

16 53 O exercício das atividades de THD só é permitido com a observância das normas dispostas no capítulo IV da Consolidação de Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia. Segundo estas normas, pode-se afirmar que: o técnico em higiene dental poderá proceder sua atividade, sempre sob a supervisão com presença física do cirurgião-dentista na proporção de 1 (um) CD para até 15 (quinze) THDs; a carga horária mínima para o curso de técnico em higiene dental é de 300 horas, após ensino fundamental, incluindo nestas o núcleo comum integral do ensino médio, com duração de 3 (três) a 4 (quatro) anos; para habilitar-se ao registro e à inscrição, como técnico de higiene dental, o interessado deverá ser portador de certificado ou diploma que atenda integralmente às normas vigentes pelo MEC e/ou CFO; não poderá exercer, no território nacional a profissão de THD o portador de diploma ou certificado expedido por escola estrangeira, mesmo que devidamente revalidado; a inscrição de cirurgião-dentista em conselho regional, como THD, poderá ser efetivada sem a apresentação de certificado ou diploma específico; poderá ser apresentado seu diploma de graduação. 54 O cirurgião-dentista está se preparando para executar uma restauração direta em resina fotopolimerizável no elemento 34 de um paciente adulto. Este elemento corresponde ao primeiro: pré-molar inferior direito; molar superior esquerdo; molar inferior esquerdo; pré-molar inferior esquerdo; pré-molar superior direito. 55 Práticas de trabalho seguras envolvem a implementação e o desenvolvimento de uma política específica para reduzir a probabilidade de acidentes de trabalho, envolvendo a exposição a materiais biológicos. Grande parte dessas ações refere-se aos cuidados específicos com materiais perfurocortantes, à prevenção da contaminação ambiental por material biológico e à subsequente exposição de patógenos de transmissão sanguínea. A respeito dos cuidados a serem tomados após acidente com material perfurocortante, pode-se afirmar que: segundo o Ministério da Saúde, as quimioprofilaxias contra HBV e HIV devem ser iniciadas em até 72 horas após o acidente; é importante que se provoque maior sangramento do local ferido e se debride a área lesada, a fim de minimizar a exposição ao material infectante; é recomendada a utilização de agentes cáusticos ou injeção de antissépticos na região lesionada, logo após a exposição ao sangue ou fluido orgânico contaminado; será feita a solicitação para o paciente-fonte dos exames anti-hiv, Anti-HCV e HbsAg, mas o profissional só fará a coleta de sangue quando o paciente-fonte for positivo ou desconhecido; o atendimento não é considerado uma urgência devido ao tempo disponível para se iniciar a profilaxia com os medicamentos antirretrovirais. 56 O profissional de saúde encontra-se exposto a diversos riscos na sua prática diária, sendo que, para minimizar, prevenir ou reduzir esses riscos, é necessária a adoção de medidas de precauções-padrão. A respeito destas medidas, é correto afirmar que: precauções-padrão ou básicas são medidas de prevenção que devem ser utilizadas perante diagnóstico confirmado de doença infecciosa transmissível no paciente; devem-se manter as caixas de descarte dispostas em locais visíveis e sempre preenchê-las em sua capacidade total, para evitar acidentes no descarte de perfurocortantes; durante os procedimentos com luvas, podem-se atender somente telefonemas urgentes ou, se não for o caso, abrir portas usando a maçaneta para chamar um auxiliar para atendê-lo; transferir os materiais e artigos, durante o trabalho a quatro mãos, com toda a atenção e, sempre que possível, utilizando-se as duas mãos, sem luva, para aumentar a aderência; para uma possível complementação anestésica, a agulha pode ser reencapada pela tampa que foi deixada sobre uma superfície (bandeja do instrumental ou mesa auxiliar). 16

17 57 Os profissionais da área da saúde, por estarem mais expostos, possuem um risco elevado de aquisição de doenças infecciosas, devendo estar devidamente imunizados. As vacinas mais importantes para os profissionais da Odontologia são contra hepatite B, influenza, tríplice viral e dupla tipo adulto. A respeito da imunização para profissionais da área de saúde contra hepatite B, pode-se considerar INCORRETA a alternativa: caso haja alguma contraindicação ao uso das vacinas disponíveis na rede pública, o profissional poderá recorrer aos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais; as vacinas devem ser preferencialmente administradas nos serviços públicos ou na rede credenciada para a garantia do esquema vacinal, do lote e da conservação adequada; a imunização contra hepatite B deve ser feita em três doses, em períodos de zero, um e seis meses de intervalo; os indivíduos que não responderem ao primeiro esquema vacinal deverão ser submetidos a uma dose de reforço com maior dosagem; dois meses após o esquema vacinal completo, recomenda-se a realização de testes sorológicos para verificar a soroconversão e a manutenção da imunidade. 58 Segundo as orientações da ANVISA, a respeito da higienização das mãos no consultório odontológico pode-se afirmar que: o uso de escova é indicado para o preparo cirúrgico; as escovas devem ter cerdas duras e devem ser destinadas à escovação das unhas e espaços subungueais, palma e dorso; eventualmente devem ser aplicados nas mãos detergentes destinados a degermação de superfícies, pois apresentam maior grau bactericida e bacteriostático; após retirar as luvas, é necessário lavar as mãos, devido aos resíduos deixados, e pela possibilidade de contaminação da pele por secreções e sangue que possam ter passado pelas porosidades da luva; o sabonete utilizado para a lavagem das mãos deve ser preferencialmente sólido em pedaços pequenos e mantidos em suportes que não retenham água, para evitar a contaminação do produto; nas circunstâncias da clínica odontológica, a indicação de higienizar as mãos utilizando antissépticos em base alcoólica predomina em relação à lavagem por fricção com água e sabão, devido à dinâmica dos atendimentos. 59 O gerenciamento de resíduos, sempre que realizado racional e adequadamente, é tido como um processo capaz de minimizar ou até mesmo impedir os efeitos adversos causados pelos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), do ponto de vista sanitário, ambiental e ocupacional. Os resíduos gerados nos serviços odontológicos podem ser classificados em biológicos, químicos, perfurocortantes e comuns. Sobre eles, é correto dizer que: radiografias odontológicas, resíduos de amálgama e efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores) podem ser considerados resíduos comuns; os reveladores podem ser submetidos a processo de neutralização para alcançarem ph entre 7 e 9, assim podendo ser lançados na rede coletora de esgoto ou em corpo receptor; luvas, óculos, máscaras, gaze e peças anatômicas provenientes de procedimentos clínicos e cirúrgicos são considerados resíduos químicos; os resíduos contendo mercúrio (Hg) devem ser despejados na rede coletora de esgoto ou devem ser encaminhados para recuperação; os resíduos químicos no estado líquido devem ser submetidos a tratamento específico, ou devem ser encaminhados para disposição final em aterros. 17

18 60 De acordo com a terminologia técnica utilizada nos serviços de saúde, correlacione as colunas. 1 Antissepsia ( ) Processo que inativa todos os tipos e microrganismos. Representa um procedimento responsável pela completa destruição de todas as formas de vida. 2 Assepsia ( ) Processo por meio do qual é realizada a remoção mecânica de microrganismos de superfícies teciduais. 3 Degermação ( ) É o conjunto de medidas que objetiva o controle microbiano. 4 Descontaminação ( ) É um processo que reduz a contaminação microbiana a nível compatível com a saúde. 5 Esterilização ( ) Controle de microrganismos potencialmente patogênicos, não esporulados, presentes em tecidos vivos, por meio de efeito cida ou statico. 6 Sanificação ( ) Procedimento pelo qual se previne a entrada de microrganismos em locais que antes não os abrigava. 7 Técnica asséptica ( ) Procedimento que leva a destruição de microrganismos patogênicos na forma vegetativa (não atingindo esporos) em superfície inanimada. A alternativa que apresenta a sequência correta encontrada na segunda coluna, de cima para baixo, é: 5, 2, 6, 3, 7, 4, 2; 7, 2, 6, 3, 5, 1, 4; 6, 2, 7, 3, 5, 4, 2; 7, 3, 6, 1, 5, 2, 4; 5, 3, 7, 6, 1, 2, 4. 18

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