Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Soluções tecnológicas

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1 Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo Soluções tecnológicas

2 O que é Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A. Uma das primeiras instituições de P&D&I aplicados no Brasil Vinculado àsecretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo Sociedade Anônima, cujo sócio controlador éo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Fazenda Provêsoluções tecnológicas para empresas e instituições públicas e privadas

3 Papel do IPT Universidade Pesquisa básica e aplicada Ensino Atividades de extensão Instituto de Pesquisa Pesquisa précompetitiva Desenvolvimento tecnológico Gestão de projetos cooperativos Serviços tecnológicos Tradutor das demandas empresariais Empresa Produtos e serviços Recursos financeiros P&D

4 O que é Missão Criar e aplicar soluções tecnológicas para aumentar a competitividade das empresas e promover a qualidade de vida. Visão Ser instituição líder nacional e atuar internacionalmente no desenvolvimento de tecnologias avançadas. Valores Integridade ética, probidade, isenção, competência técnica e qualidade em procedimentos de busca contínua de melhorias.

5 Estrutura Física Unidades em São Paulo Franca (EPIs, couros e calçados) São José dos Campos* (materiais compósitos) Piracicaba* (biomassa) * Em implantação 13 unidades tecnológicas 40 laboratórios e seções m 2 de área construída

6 Centros técnicos CETAE Tecnologias Ambientais e Energéticas CETAC Tecnologia do Ambiente Construído CT-Floresta Tecnologia de Recursos Florestais CETIM Têxteis Técnicos e Manufaturados CTPP Tecnologia de Processos e Produtos CMF Metrologia de Fluidos CT-Obras Tecnologia de Obras de Infra-estrutura CINTEQ Integridade de Estruturas e Equipamentos CMQ Metrologia em Química CNaval Engenharia Naval e Oceânica CIAM Tecnologia da Informação, Automação e Mobilidade CME Metrologia Mecânica e Elétrica NT MPE Suporte às PMEs

7 Sistema da Qualidade Certificados NBR ISO 9001:2008 (certificação do sistema de gestão) e NBR ISO/IEC 17025:2005 (acreditação de serviços de ensaios e calibração) neste escopo: Rede Brasileira de Calibração (RBC/Inmetro) Equipamentos Elétricos e Ópticos Metrologia Mecânica Metrologia Elétrica Vazão Conforto Ambiental e Sustentabilidade dos Edifícios; Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaio (RBLE/Inmetro) Equipamentos Mecânicos e Estruturas Equipamentos Elétricos e Ópticos Combustíveis e Lubrificantes Laboratório de Análises Químicas - LAQ Têxteis e Confecções Madeira e Produtos Derivados Papel e Celulose Materiais de Construção Civil Tecnologia do Ambiente Construído Segurança ao Fogo, Instalações Prediais, Saneamento, Componentes e Sistemas Construtivos, Conforto Ambiental e Sustentabilidade de Edifícios Rede Metrológica do Estado de São Paulo (Remesp) Analises Químicas Papel e Celulose Têxteis e Confecções Equipamentos Elétricos e Ópticos

8 Programas de extensão às MPEs Laboratórios móveis para o suporte às MPEs para os mercados nacionais e internacionais (programas PRUMO e PROGEX, respectivamente) Laboratórios móveis para o suporte a MPEs 2010: 1000 adequações de produtos em 100 municípios de SP Conjunto odontológico adequado pelo Progex PRUMO (2010): empresas atendidas em 220 municípios de São Paulo Setores industriais Plásticos; Borrachas; Madeira e mobiliário; Tratamento de superfícies; Couro e calçados; Cerâmica; Confecções.

9 Atividades Técnicas Diretiva Européia RoHS Restrictions of the use of Certain Hazardous Substances BARREIRAS ÀS EXPORTAÇÕ ÇÕES

10 Diretiva Européia RoHS Restrictions of the use of Certain Hazardous Substances BARREIRAS ÀS EXPORTAÇÕ ÇÕES Parlamento e Conselho da União Européia - de 27 de janeiro de 2003 vigente desde 1 de julho de 2006 restrição ao uso de substâncias e elementos químicos perigosos em produtos ou equipamentos eletroeletrônicos comercializados nos estados-membros da UE proibição da entrada de produtos eletroeletrônicos novos no mercado da UE: chumbo, cádmio, cromo hexavalente, mercúrio, bifenilas polibromadas (PBB), éteres difenílicos polibromados (PBDE). o valor de referência permitido < 1000 mg/kg, * Cádmio < 100 mg/kg Microencapsulação

11 OBJETIVOS Regulamentos técnicos de cumprimento obrigatório em pelo menos 27 paises da UE Atinge: produtos, processos ou métodos de produçã ção Substâncias químicas restritivas em artefatos: que possam causar danos à saúde e ao meio ambiente após seu descarte Segmentos: eletro-eletr eletrônicos, couros e calçados, ados, têxteist Ampliadas aos países exportadores à Comunidade Européia (China, Brasil, Coréia, México) PRECAUÇÕ ÇÕES Concentração de resíduos tóxicos Utilização de substâncias nocivas nos processos produtivos Emissões tóxicas de processos produtivos Utilização de compostos orgânicos voláteis em insumos e componentes de montagem Adoção de sistemas de gestão ambiental baseados na ISO Apresenta alguns aspectos de protecionismo de mercado

12 IMPACTOS ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS custos de adaptação à DIRETIVA RoHS análises químicas realização de mudanças nos processos e produtos altos investimentos Ex: resina cerâmica livre de chumbo aumento em 20 ou 30% nos custos dificuldades de permanecerem no mercado como fornecederes de grandes empresas exportadoras CASOS DE REPROVAÇÃ ÇÃO MAIS FREQUENTES Soldas à base de chumbo Tintas e corantes em geral Colas e adesivos em geral Polímeros (PVC, poliamida, etc) Presença de chumbo em placas cerâmicas de circuito impresso

13 CASE Licitações / industria de eletroeletrônicos; Analisado cerca de 400 itens dentro de um notebook Exportações de mobiliário; Linha branca de eletrodomésticos; Master batch; Polimeros em geral; Pigmentos; Revestimentos de cabos elétricos; Ligas de aços em geral.

14 ANÁLISE QUÍMICA Elemento Limite Aprovado Não conclusivo Reprovado Máximo Cádmio (Cd Cd) 100 mg/kg 0<Cd<70 70<Cd<130 Cd>130 Chumbo (Pb Pb) 1000 mg/kg 0<Pb< <Pb<1300 Pb>1300 Mercúrio (Hg Hg) 1000 mg/kg 0<Hg< <Hg<1300 Hg>1300 Cromo (Cr hexavalente) 1000 mg/kg 0<Cr total<700 Cr total>700 PBB e PBDE (Br Br) 1000 mg/kg 0<Br total<350 Br total >350

15 OUTRAS DIRETIVAS SETOR ELETRO-ELETR ELETRÔNICO RoHS - Restrictions of the Use of Certain Harzardous Substances WEEE - Waste Electrical and Electronic Equipment EUP - Energy Using Product ELV End Of Life Vehicle REACH Register, Evaluation, Authorization, Chemicals

16 ANÁLISE QUÍMICA METODOLOGIA ANÁLISE QUÍMICA Amostra analisada apresenta resultado não conclusivo (análise qualitativa por espectrometria de fluorescência de raios-x) Realização da análise quantitativa para: Cromo hexavalente Chumbo, Mercúrio e Cádmio Bifenilas polibromadas (PBB) Éteres difenílicos polibromados (PBDE) espectrofotometria de UV visível espectrometria de emissão atômica de plasma espectrofotometria de absorção atômica cromatografia gasosa acoplada a espectrômetria de massas

17 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Espectrometria de fluorescência de raios-x com espectrometria de energia dispersiva FRX/EDS

18 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Espectrometria de emissão atômica de plasma com detector óptico e com espectrometria de massa acoplado ICP / EOS; ICP / MS (Equipamento adquirido em 2009/2010 no projeto de modernização).

19 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Espectrometria de absorção atômica com gerador de hidretos metálicos acoplado

20 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Espectrofotometria no UV-visível Cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massa CG / MS

21 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Espectrofotometria no infra-vermelho

22 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Cromatografia Gasosa

23 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Cromatografia de íons (cátions e ânions)

24 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Cromatografia Líquida com espectrometria de massa acoplado

25 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Ressonância Magnética Nuclear Análise em material sólido Análise em material líquido

26 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Fluorescência de raios-x

27 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Difratometria de raios-x

28 INFRA-ESTRUTURA DO LAQ Combustão Análise de carbono e enxofre em materiais ferrosos

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